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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

RABELLO CONQUISTA TORNEIO NO GAMA

A A. A. Cultural Mariana e o Minas, do Gama, o Rabello, de Brasília e a Anapolina, de Anápolis (GO) participaram de um torneio “relâmpago” realizado no dia 2 de fevereiro de 1969, no estádio da A. A. Cultural Mariana.
No primeiro jogo, Rabello e Cultural Mariana empataram em 1 x 1. O clube do Gama saiu na frente, após um gol contra de Wilson. Nos instantes finais do jogo, Carlão empatou para o Rabello. Na decisão por cobrança de pênaltis, o Rabello venceu por 2 x 1. O cobrador de pênaltis do Rabello foi Arnaldo.
No segundo jogo, Minas e Anapolina empataram em 0 x 0. Na execução de penalidades máximas, o Minas venceu por 3 x 1.
No terceiro e decisivo jogo, o Rabello dominou amplamente as ações, goleando o Minas por 4 x 0, com dois gols de Zezé e um de Arnaldo e Luizinho.
O técnico Morales mandou a campo a seguinte formação: Dico (Elizaldo), Wilson, Noel, Carlão e Célio; Didi, Tião (Sabarazinho) e Luizinho; Walmir, Zezé e Arnaldo.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

AS DECISÕES: CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1998

 

Gama, campeão do 1º Turno, Guará, campeão do 2º e Ceilandense e Taguatinga, por índice técnico, classificaram-se para o Quadrangular Final, disputado em turno e returno.
Gama e Guará entraram com dois pontos de bonificação por terem vencido um turno cada.
O jogo que decidiu o campeonato apresentou a seguinte ficha técnica:

GAMA 1 x 0 GUARÁ
Data: 31 de maio de 1998.
Local: Bezerrão, Gama.
Árbitro: Luciano Augusto de Almeida.
Renda: R$ 9.487,00.
Público: 2.026 pagantes.
Expulsão: Ronaldo (Guará).
Gol: Marquinhos, 83.
GAMA: Roger, Paulo Henrique, Gerson (Adriano), Jairo e Rochinha; Deda, Kabila, Marquinhos (Ludo) e Ésio (Roni); Romualdo (Jacó) e Maninho. Técnico: Orlando “Lelé” Pereira.
GUARÁ: Chaguinha, Jefferson, Avelino, Zé Carlos e Elson; Paulinho, Edi Carlos, Dedé (Ronaldo) e Gil; Alysson e Cabeia (Rodrigo). Técnico: Déo de Carvalho.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

SEXTA RODADA DO 1º TURNO DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 2013


BRASÍLIA 1 x 0 UNAÍ
Data: 23 de fevereiro de 2013.
Local: Augustinho Lima, Sobradinho (DF).
Árbitro: Alan Simei.
Público: 134 pagantes.
Renda: R$ 815,00.
Expulsão: Neuran.
Gol: Giba, 62.
BRASÍLIA: Markão, Bruno (Fernando), Felipe, Danilo e Breno; Pedro Ayub, Vitinha (Valdeir), Daniel (Paulinho), Marciel e Giba; Luquinhas. Técnico: Gauchinho.
UNAÍ: Tiago Rocha, Filhão, Binha (Gilvan), Neuran e Romarinho; Rocha, Sabino, Renatinho, Alemão (Wallise) e Sandro Goiano; Hendrich (Pedrinho). Técnico: Clayton Mineiro.

CEILÂNDIA 1 x 1 BOTAFOGO
Data: 23 de fevereiro de 2013.
Local: Abadião, Ceilândia (DF).
Árbitro: Sávio Sampaio.
Público: Portões fechados.
Renda: R$ 0,00.
Gols: David Pezão, 12 minutos e Rodrigo Melo (contra), 67.
CEILÂNDIA: Dênis, Badhuga, André Nunes, Magno e Wisman (Élvis); Daniel (William Saroá), Didão, Alisson e Rodrigo Cardoso (Higor); Dimba e Cassius. Técnico: Adelson de Almeida.
BOTAFOGO: Roberto, Romarinho, Bruno, Rodrigo Melo e Alvin (Vinícius); Van, Quarentinha, Mateus, Maninho e Boré; David Pezão. Técnico: Vilson Moreira.

BRASILIENSE 1 x 0 CEILANDENSE
Data: 23 de fevereiro de 2013.
Local: Boca do Jacaré, Taguatinga (DF).
Árbitro: Welvis Pereira.
Público: 746 pagantes.
Renda: R$ 2.305,00.
Expulsão: Ewerton.
Gol: Washington, 67.
BRASILIENSE: Guto (Welder), Bocão, Tavares, Luan e Jefferson; Baiano, Júlio Bastos, Elivelto e Rafael Ipuã (Romarinho); Washington e Rodrigo Tiuí (Serginho). Técnico: Márcio Fernandes.
CEILANDENSE: Edson, Vítor (Maxwell) (Adailton), Wallace, Ewerton e Esquerdinha; Grafite, Heriton, Igor Souza, Ismaile (Lucas) e Jackson; Amauri. Técnico: Luciano Reis.

GAMA 1 x 0 LUZIÂNIA
Data: 23 de fevereiro de 2013.
Local: Bezerrão, Gama (DF).
Árbitro: Vanderlei Soares.
Público: 926 pagantes.
Renda: R$ 11.045,00.
Gol: Luís Carlos, 5.
GAMA: André Luiz, Amaral, Da Silva, Júnior Soares e Kabrine; Juninho, Sávio, Luís Carlos (Fágner), Gilmar Herê (Leto) e Laionel; Léo (Guilherme). Técnico: Victor Hugo.
LUZIÂNIA: Sucuri, Glauber, Perivaldo, Galego e Tiago Piai; Lucas (Têty), David, Rodrigo Meneses (Rodrigo Alves), Everson (Paulinho Cuiabá) e Thiago Silva; Rafael Sciani. Técnico: Esquerdinha.

CAPITAL 2 x 0 LEGIÃO
Data: 23 de fevereiro de 2013.
Local: CAVE, Guará (DF).
Público: 69 pagantes.
Renda: R$ 690,00.
Árbitro: Valdeci Ferreira.
Gols: Formiga, 29 e Léo Borges, 78.
CAPITAL: Fernando, Clein, Márcio Costa (Augusto), Flávio Zumba e Rafinha; Marcel (Tartá), Rafael Toledo, Formiga, Rochinha, Igor e Rafael (Fernando Veiga); Léo Borges. Técnico: Cléber Lima.
LEGIÃO: Diego, Bruninho, Cristiano, Mauro e Bocão; Jocelmo, Julen (Marquinho), Giva, Jefferson (Thiago) e Rodrigo Melo; Juninho. Técnico: Emanoel Teixeira

BRAZLÂNDIA 1 x 3 SOBRADINHO
Data: 23 de fevereiro de 2013.
Local: Chapadinha, Brazlândia (DF).
Árbitro: Rafael Diniz.
Público: 219 pagantes.
Renda: R$ 885,00.
Gols: Hildo, 8; Edicarlos, 44; Hildo, 74 e Lucão, 75.
BRAZLÂNDIA: Abraão, Magrão, Piu, Santiago e Bolota (Lucão); Betson (Ygor), Bigu, Pão de Queijo, Fabrício e Mario Zan (Gago); Alexandre. Técnico: Marcos Soares.
SOBRADINHO: Donizeti, Patrick, Cauê, Fabão e Zé Carlos; Everton, Túlio, Hildo (Ronaldo) e Mário Lúcio (Ítalo Fernandes); Edicarlos (Ramon) e Laércio. Técnico: João Carlos Cavalo.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

DEFINIDOS OS CONFRONTOS DAS SEMIFINAIS DO 1º TURNO: BRASÍLIA x SOBRADINHO e BRASILIENSE x GAMA

Após a realização da sexta rodada, no dia de ontem, 23 de fevereiro, foram definidos os confrontos das semifinais do 1º turno (Taça JK) do campeonato brasiliense de 2013: Brasiliense (1º colocado do Grupo A) x Gama (2º colocado do Grupo B), na Boca do Jacaré, e Brasília (1º de B) x Sobradinho (2º de A), em local a ser definido. Brasiliense e Brasília têm a vantagem do empate.
Os jogos acontecerão no dia 3 de março de 2013, no próximo domingo.
Estes foram os resultados da sexta rodada do 1º turno:

No Augustinho Lima, em Sobradinho, o Brasília venceu o Unaí por 1 x 0 e terminou a fase classificatória como dono da melhor campanha no geral.

O mesmo placar se repetiu no Bezerrão, onde o Gama venceu o Luziânia. O Gama foi beneficiado pelo empate de 1 x 1 entre Ceilândia e Botafogo, no Abadião. Essa combinação de resultados classificou o Gama para as semifinais.

O terceiro 1 x 0 da rodada aconteceu na Boca do Jacaré, onde o Brasiliense derrotou o Atlético Ceilandense. O atacante Washington marcou o seu quinto gol no campeonato. Detalhe: ele marcou todos os gols do Brasiliense.

Na Chapadinha, após um início de campeonato muito ruim, o Sobradinho conseguiu recuperar-se ao vencer o dono da casa Brazlândia, por 3 x 1, e conseguiu a improvável classificação.

No CAVE, o Capital, sem mais nenhuma aspiração, venceu o Legião, que ainda sonhava com a vaga nas semifinais, por 2 x 0.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

CRAQUES DE ONTEM E DE HOJE: FARNEZE




Antônio Lírio Farneze, ou simplesmente Farneze, nasceu no Rio de Janeiro (RJ), em 26 de março de 1938.
Quando começou a jogar futebol, o fez na equipe do Ladeirinha, time formado pelos meninos do bairro onde morava. Atuava como atacante.
Passou depois pelos times da Colônia Juliano Moreira, na região administrativa de Jacarepaguá, e da Manufatura Nacional Porcelanas, de Pilares. Recebeu cartas de recomendação para que fizesse testes em grandes times do futebol carioca. Foi assim no Bangu, onde o técnico Tim sempre recomendava muita calma para ele, no Botafogo, onde se recusou a jogar de lateral-esquerdo e correr o risco de ser mais um “João” de Mané Garrincha, no Fluminense e, por último, no Olaria, clube onde mais treinou e sentiu muito ter que deixá-lo. Detalhe: em todos esses casos, por muitas vezes tinha que conseguir dinheiro emprestado para pagar a passagem de ônibus.
Antes de ser aprovado em um desses testes, foi levado para Brasília por seu irmão Joaquim Farneze no ano de 1960, quando aconteceu a transferência de vários funcionários da Câmara dos Deputados do Rio de Janeiro para Brasília.
Logo depois, Farneze passou para um concurso promovido pela Câmara dos Deputados e não demorou muito para tomar ciência de que acontecia uma mobilização com o objetivo de ser criado um clube esportivo que agregasse todo esse pessoal.
Surgiu, assim, o Clube Esportivo Câmara dos Deputados. Com esse nome, disputou, em 17 de julho de 1960, um amistoso contra o Grêmio. Foi derrotado por 4 x 2.
Esse mesmo clube passou a ser, a partir de 15 de agosto de 1960 (data oficial de sua fundação), a Associação Atlética Guanabara. Esse foi o primeiro clube a ser defendido por Farneze em Brasília.

No Guanabara
Defendeu o rubro-negro da Câmara dos Deputados de 1960 a 1963, conseguindo um único título, o de campeão da Segunda Divisão, em 1961.
Nessa época, suas boas atuações tanto na posição de quarto-zagueiro quanto na de médio-volante o levaram a ser cobiçado por outros times de Brasília.
Foi convocado pela primeira vez para defender a Seleção do Distrito Federal no amistoso diante do Atlético Mineiro, no dia 21 de abril de 1963, jogo que terminou empatado em 0 x 0.
Transferiu-se para o Rabello, onde realizou o primeiro treino no dia 22 de novembro de 1963. Foi campeão brasiliense de profissionais pelo Rabello nos anos de 1964 e 1965.

No Rabello, em 1964

De 1966 a 1970, jogou pelo Defelê, conquistando o título de campeão brasiliense de profissionais de 1968.
Com o fim do Defelê, passou a dedicar-se somente a participar de peladas no ano de 1971.
No ano seguinte, quando da inscrição da A. A. Serviço Social no campeonato brasiliense de amadores de 1972, Farneze assinou contrato com essa equipe, formada, basicamente, por jogadores de clubes extintos, licenciados e outros.
Logo depois encerraria sua carreira, passando a ter como única atividade futebolística as peladas no clube Unidade de Vizinhança.
Por insistência de um amigo, fez curso para árbitro, sendo aprovado e fazendo sua estréia no campeonato brasiliense de juniors de 1980.
Chegou a ser árbitro da Confederação Brasileira de Futebol – CBF. Na maioria das vezes, atuou em jogos disputados na região Centro-Oeste. Na foto abaixo, ele aparece ao lado do árbitro José Roberto Wright.


Solicitado a formar uma Seleção Brasiliense de Todos os Tempos, esta seria a formação de Farneze:
Gonçalinho, Aderbal, Mello, Bimba e Wilson Godinho; Zé Maria, João Dutra e Beto Pretti; Sabará, Invasão e Raimundinho.
O craque desse time, na sua opinião, seria Gonçalinho.
O melhor técnico com quem trabalhou foi Didi de Carvalho.
Nos dias de hoje, aposentado, Farneze passa seu tempo curtindo a esposa Mírian, os filhos Eduardo e Veronika e a netinha Giovanna, filha de sua nora Ana Cláudia com seu filho Eduardo.


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

ESTATÍSTICAS DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1974

 
CLUBES PARTICIPANTES: 7.
JOGOS REALIZADOS: 30.
GOLS ASSINALADOS: 72.
MÉDIA DE GOLS POR JOGO: 2,4.
MELHOR ATAQUE DO CAMPEONATO: Pioneira e Jaguar, com 21 gols a favor.
PIOR ATAQUE DO CAMPEONATO: Humaitá e Relações Exteriores, 8 gols a favor.
MELHOR DEFESA DO CAMPEONATO: Pioneira, com 5 gols contra.
PIOR DEFESA DO CAMPEONATO: Relações Exteriores, 22 gols contra.
MELHOR SALDO DE GOLS: Pioneira, 16.
MAIOR NÚMERO DE VITÓRIAS: Pioneira, com 9.
MENOR NÚMERO DE VITÓRIAS: Humaitá e Relações Exteriores, 3.
MENOR NÚMERO DE DERROTAS: Pioneira, 1.
MAIOR NÚMERO DE DERROTAS: Relações Exteriores, com 8.
MELHOR ÍNDICE DE APROVEITAMENTO: Pioneira, com 83,3%.
MAIOR GOLEADA DO CAMPEONATO: 15.09.1974, Unidos de Sobradinho 8 x 0 Relações Exteriores.
JOGO COM MAIOR NÚMERO DE GOLS MARCADOS: 10.11.1974, Pioneira 6 x 3 Relações Exteriores.

ARTILHEIROS:

1º - Nemias e Boy (Pioneira), 6 gols;

2º - Lord (Humaitá) e Ariston e Djalma (Jaguar), 4;

3º - Junior Brasília, Capela, Valdemar e Dinarte (Ceub), Vavá (Humaitá), Roberto Pinto (Relações Exteriores) e Nunes e Vino (Unidos de Sobradinho), 3;

4º - Fernando (Ceub), Jorge Luiz, Ramos e Wellington (Jaguar), Peixoto (Pioneira) e Dázio (Unidos de Sobradinho), 2;

5º - Nenê, Lucas e Nivaldo (Ceub), Nazo, Aderbal, Ari, Pedrinho e Moisés (Humaitá), Kidão, Claudinho, Nonoca, Fernando e Tita (Jaguar), Evaldo e Ruy (Luziânia), Maurício, Borges, China e Vital (Pioneira), Maninho, Arnaldo e Waldir (Relações Exteriores) e Ari, Zezão, Carlinhos II e Marco Antônio (Unidos de Sobradinho), 1.

ÁRBITROS QUE MAIS ATUARAM:

1º - Cacírio Marinho, 4 jogos;

2º - Amphilóphio Pereira da Silva, 3;

3º - Francisco Xavier Portugal, Roberto do Couto Noronha, Volney Bezerril, Antônio Barbosa e Carlos Ferreira do Amaral, 2;

4º - Oswaldo dos Santos, Aristeu Santana, Ranulfo José Soares, Aníbal Blanch, Arnóbio Passos de Andrade, Racib Elias Ticly, Adélio Soares Nogueira, Reinaldo Serva, Djalma Neves, Arnóbio Passos, Adhemar Pereira da Cruz, Jorge Aloise e Cid Marival Fonseca, 1.

ESTÁDIOS UTILIZADOS:

1º - Estádio Pelezão, em Brasília, 27 jogos;
2º - Francisco das Chagas Rocha, em Luziânia, 3.


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

QUINTA RODADA DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 2013

 
SOBRADINHO 3 x 2 ATLÉTICO CEILANDENSE
Data: 16 de fevereiro de 2013.
Local: Augustinho Lima, Sobradinho (DF).
Árbitro: Sávio Sampaio.
Público: 666 pagantes.
Renda: R$ 1.730,00.
Expulsão: Messias.
Gols: Hildo, 7; Ismaile, 15; Igor, 57; Fabão, 82 e Laércio, 89.
SOBRADINHO: Donizeti, Patrick, Cauê, Fabão e Zé Carlos (Marcos Fernando); Éverton (Ítalo), Túlio, Hildo, Laércio e Filipe Cirne (Mário Lúcio); Edicarlos. Técnico: João Carlos Cavalo.
ATLÉTICO CEILANDENSE: Édson, Vitor, Wallace, Ewerton e Messias; Mailon, Ismaile (Jackson), Heriton (Yan), Igor Souza (Lucas) e Esquerdinha; Amauri. Técnico: Luciano Reis.

BOTAFOGO 1 x 3 CAPITAL
Data: 16 de fevereiro de 2013.
Local: CAVE, Guará (DF).
Público: 89 pagantes.
Renda: R$ 890,00.
Árbitro: Rogério Bueno.
Gols: William, 28; Léo Borges, 49; Clein, 66 e Igor Rafael, 76.
BOTAFOGO: Douglas, Romarinho (Guel), Bruno, Rodrigo e Alvim; Vanderson, Mateus, Boré, Maninho (Junior) e Betinho (Daniel); William. Técnico: Humberto Nascimento.
CAPITAL: Fernando, Clein (Zumba), Arthur, Márcio Costa e Rafinha; Marcel, Formiga, Rafael Toledo, Rochinha (Tartá) e Léo Borges; Fernando Veiga (Igor Rafael). Técnico: Gerson Vieira.

BRASILIENSE 0 x 0 CEILÂNDIA
Data: 16 de fevereiro de 2013.
Local: Boca do Jacaré, Taguatinga (DF).
Árbitro: Jocilê Pires.
Público: 1.314 pagantes.
Renda: R$ 4.502,00.
BRASILIENSE: Guto, Bocão, Fábio Braz, Luan e Jefferson; Júlio Bastos, Piovesan (Serginho), Rafael Ipuã, Baiano e Luís Augusto (Abraão Lincoln); Washington (Romarinho). Técnico: Márcio Fernandes.
CEILÂNDIA: Dennys, André Nunes, Badhuga, Magno e Wisman (William Saroá); Daniel, Didão, Alisson, Elvis (Gustavo) e Rodriguinho (Rodrigo Cardoso); Cassius. Técnico: Adelson de Almeida.

UNAÍ 2 x 2 GAMA
Data: 17 de fevereiro de 2013.
Local: Urbano Adjuto, Unaí (MG).
Árbitro: Almir Camargo.
Público: 37 pagantes.
Renda: R$ 315,00.
Expulsão:
Michel.
UNAÍ: Tiago, Filhão, Binha, Neuran e Romarinho (Moreira); Rocha, Pedrinho, Renatinho, Alemão (Wallise) e Sandro Goiano; Sabino. Técnico: Clayton Mineiro.
GAMA: André Luiz, Amaral, Da Silva, Michel e Kabrine (Léo); Bruno Sabino, Sávio, Alan Dellon, Guilherme (Gilmar Herê) e Laionel; Aloísio Chulapa. Técnico: Victor Hugo.

LUZIÂNIA 1 x 2 BRASÍLIA
Data: 17 de fevereiro de 2013.
Local: Serra do Lago, Luziânia (GO).
Árbitro: Nivaldo Nunes.
Público: 708 pagantes.
Renda: R$ 6.180,00.
Gols: Rodrigo Alves, 6; Paulinho, 45 e Giba, 76.
LUZIÂNIA: Edimar, Glauber, Perivaldo, Galego e Tiago Piai; David (Talisson), Zé Ricarte, Paulinho (Rafael Sciani), Rodrigo Alves (Vinícius Ramos) e Thiago Silva; Nélisson. Técnico: Esquerdinha.
BRASÍLIA: Marcão, Bruno Paraíba, Felipe, Danilo (Miltão) e Breno; Pedro Ayub, Marciel, Paulinho (Júnior), Vitinha e Kaká (Daniel); Giba. Técnico: Gauchinho.

LEGIÃO 0 x 0 BRAZLÂNDIA

Data: 17 de fevereiro de 2013.
Local: Augustinho Lima, Sobradinho (DF).
Árbitro: Francisco Trajano.
Público: 37 pagantes.
Renda: R$ 315,00.
Expulsões: Thiago Eciene e Rogerinho.
LEGIÃO: Diego, Bruninho, Cristiano, Mauro e Bocão; Jocelmo, Juninho (Jefferson), PH, Sandy (Jhon) e Rodrigo Melo; Giva (Celso). Técnico: Rol Faúla.
BRAZLÂNDIA: Abraão, Santiago, Pio, Thiago Eciene e Alexandre; Betson, Bigu, Pão de Queijo, Wudson (Rogerinho) e Mário (Yago); Thiago (Bolota). Técnico: Marcos Soares.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

TÉCNICOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: HECTOR GRITTA


Nascido em Córdoba, Argentina, em 6 de janeiro de 1915, o zagueiro Hector Roberto Gritta pertencia ao segundo quadro do Velez Sarsfield, da Argentina, quando o América, do Rio de Janeiro, demonstrou interesse em contratá-lo.
Não demorou para o América pagar a importância de mil pesos exigida pelo clube argentino.
Em 28 de abril de 1939 assinou contrato com o América, clube que defendeu até 1948.
Notabilizou-se no futebol carioca pela marcação implacável que exercia sobre o renomado Heleno de Freitas.
Em maio de 1948 se transferiu para o Guarani, de Campinas (SP).
Em 12 de fevereiro de 1950, fazia parte do time que ajudou na ascensão do Guarani para a Primeira Divisão do Campeonato Paulista. O time que derrotou o Batatais na final era formado por Arlindo, Orestes e Gritta; Godê, Luís de Almeida e Alcides; Dorival, Piolim, China, Chiquinho e Zico. Técnico: Adelmo Pelegrino Begliomini.
Gritta sempre foi um com zagueiro, mas, em compensação, jamais teve sorte na carreira de técnico, que abraçou em 1950, assim que pendurou as chuteiras, pois nunca foi contratado por um grande clube.
Nos anos de 1954 e 1955 dirigiu o Uberaba S. C., de Minas Gerais, quando o clube venceu o Campeonato Regional do Triângulo.
Em 1957 foi treinador da Francana, de São Paulo. Mais tarde, trabalharia no Jaboticabal, também de São Paulo.
Em 1959 esteve no Valeriodoce, de Itabira (MG). Voltou ao Uberaba S. C. em 1960 e ficou até 1961.
Assumiu o comando do Rabello em 3 de fevereiro de 1965. Além do título de campeão brasiliense de profissionais conquistado neste mesmo ano, ainda foi apontado como o “Técnico do Ano” pelo jornal Correio Braziliense.
Em 30 de julho de 1966 foi dispensado pelo Rabello após incidentes ocorridos na concentração do clube, quando se desentendeu com o jogador Beto Pretti.
Logo depois, assinou com o Anápolis, de Goiás. Passou pelo Nacional, de Itumbiara (GO) e voltou ao Rabello em julho de 1967, a tempo de conquistar mais um título de campeão brasiliense, o segundo.
Assinou contrato em 27 de novembro de 1968 com o Independente, de Uberaba, onde permaneceu até 1969.
Em 1970 voltaria ao futebol de Brasília para ser o treinador da A. A. Serveng-Civilsan, clube que conquistou o vice-campeonato, perdendo a final para o Grêmio Brasiliense.
Em fevereiro de 1971 foi convidado para ser o treinador da Seleção do Distrito Federal em amistosos realizados naquele ano.
Em julho de 1973 passou a ser técnico do Botafogo, de Salvador (BA).
Continuou no futebol baiano, passando a ser treinador do Humaitá, de Vitória da Conquista (BA), em 1975.
Em 1977 transferiu-se para o Vitória, do Espírito Santo.
Em agosto de 1979, já com 64 anos, foi técnico da ABB, da Bahia.
Passou a ser técnico dos juvenis do Vitória, de Salvador (BA), em 1980.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

CLUBES DE BRASÍLIA: ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA PRESIDÊNCIA


A Associação Esportiva Presidência foi fundada em 5 de junho de 1961, por iniciativa de funcionários do Palácio da Alvorada, palácio que é designado como a residência oficial do Presidente da República, tendo sido o primeiro edifício inaugurado na Capital Federal, em 30 de junho de 1958.
Alguns se referiam a ele como o “clube do Palácio”.
Sua primeira diretoria foi assim composta: Presidente – Arnaldo Pedro do Nascimento; Vice-Presidente – Didier Barbosa da Fonseca; 1º Secretário – Jorge Bruno de Araújo; 2º Secretário – Augusto José Pereira Braga Filho; Diretor Financeiro – Almir Alves Pinheiro; Vice-Diretor Financeiro – Hélcio Gomes dos Santos; Diretor Social – Carlos de Oliveira Pereira; Diretor de Relações Públicas – Édson Ferreira da Silva; Vice-Diretor de Relações Públicas – Adão Meira Santos, Diretor de Esportes - Everaldo Guedes de Souza e Vice Diretor de Esportes – José Luís.
Nesse mesmo ano de 1961, filiou-se à Liga dos Clubes Independentes, cujo campeonato foi disputado por nove equipes: A. A. Imprensa Nacional, IPASE, Câmara dos Deputados, E. C. Carioca, E. C. Brasília, Senado Federal, A. E. Presidência, Asa Norte e Elevadores Atlas.
A classificação final do campeonato foi:
Campeão: Câmara dos Deputados, 2 pontos perdidos; Vice-Campeão: Imprensa Nacional e IPASE, 5; 4º lugar: Carioca e Brasília, 6; 6º lugar: Asa Norte, 10; 7º Presidência, 13; 8º Senado Federal, 14 e 9º Elevadores Atlas.
No ano seguinte, resolveu filiar-se à Federação Desportiva de Brasília e participar de suas competições oficiais.
A Presidência fez seu “debut” nas canchas brasilienses no dia 20 de maio de 1962 em amistoso contra o Guará, no Estádio Israel Pinheiro. Para surpresa de todos, venceu por 3 x 1.
Nos dias 30 de maio e 3 de junho de 1962 participou do Torneio “Antônio Carlos Barbosa”, quadrangular promovido pelo Alvorada, reunindo, além desse clube, Presidência, Guanabara e Cruzeiro, com jogos no campo do Nacional.
No dia 30 de maio, os jogos foram esses: Presidência 3 x 1 Guanabara e Cruzeiro 6 x 1 Alvorada.
A decisão do torneio “Antônio Carlos Barbosa” aconteceu no dia 3 de junho. 
Na preliminar, decidindo o terceiro lugar, o Guanabara marcou 2 x 1 sobre o Alvorada. No jogo principal, a Presidência sagrou-se campeão do torneio ao vencer o Cruzeiro do Sul por 3 x 1.
A A. E. Presidência formou com Gonçalinho, Medalha, Arnaldo e Negrito; Brum e Bezerra; Azulinho (Luizinho), Brasil, Anchieta, Múcio e Tabali (Alemão).
Sua primeira competição oficial foi o Torneio Início, realizado no dia 10 de junho de 1962, com os jogos disputados no Estádio “Ciro Machado do Espírito Santo”.
No quarto jogo do dia, a Presidência foi derrotada pelo Alvorada, por 1 x 0, gol de Terêncio. A Presidência jogou com Luís, Zé Henrique e Amorim; Brito, Zé e Juca; Carlos, Zico, Nilson, Escurinho e Remédio.
No dia 23 de junho de 1962 foi convidada para um amistoso contra o Grêmio, na inauguração das novas instalações do estádio do Grêmio, após reforma que durou quinze meses. O Grêmio venceu por 2 x 0, gols de Coquinho e Bugue.
Quando saiu a convocação dos jogadores que iriam representar o Distrito Federal no Campeonato Brasileiro de Seleções de 1962, o único jogador da Presidência era o goleiro Gonçalinho, que foi titular nos quatro jogos que a seleção brasiliense disputou naquela competição.
O Campeonato da Primeira Divisão de 1962 dividiu-se em duas zonas: Norte e Sul. A Presidência fez parte da Zona Sul, que ainda era composta por Guará, Colombo, Grêmio e Cruzeiro.
Sua estréia aconteceu em 1º de julho de 1962, no Estádio Israel Pinheiro, sendo derrotada pelo Colombo, pelo placar de 3 x 0.
Duas semanas depois, em 15 de julho de 1962, sofreu uma tremenda goleada diante do Guará, pelo marcador de 7 x 2. Omar fez os gols da Presidência, os primeiros da história do clube na Primeira Divisão do Campeonato Brasiliense.
Suas duas únicas vitórias aconteceram no dia 26 de agosto de 1962, quando bateu o Cruzeiro do Sul, por 1 x 0, gol de Omar, e no dia 2 de setembro de 1962, quando derrotou o Grêmio, por 3 x 1, gols de Wilson (2) e Omar.
Ficou em sétimo lugar na classificação final. Sua campanha foi a seguinte: 8 jogos, 2 vitórias, um empate e cinco derrotas, somando cinco pontos ganhos. Marcou sete gols (cinco deles marcados por Omar) e sofreu 27. Esses 27 gols fizeram com que tivesse a pior defesa do campeonato.
Os jogadores utilizados foram GOLEIROS: Gonçalinho e Jair; DEFENSORES: Medalha, Carlos, João, Brum, Hélcio, Roberto, Campanela, Ademir, Humberto e Roque; ATACANTES: Zinho, Gilberto, José Lino, Salvador, Wilson, Omar, Filemon, Feitosa, Braguinha e Reinaldo.
Se entre os titulares o desempenho não foi nada interessante, entre os aspirantes quase venceu o campeonato. Depois de conquistar o título da Zona Sul após dois jogos contra o Grêmio, a Presidência decidiu o campeonato de aspirantes contra a A. A. Guanabara. Após uma série “melhor-de-três”, sagrou-se campeã a Associação Atlética Guanabara.
A Presidência também participou do primeiro campeonato da categoria de juvenis realizado em Brasília e do qual tomaram parte nove equipes. A Presidência ficou em 9º e último lugar, com 14 pontos perdidos.
Uma de suas formações foi Jorge, Isaías, Francisco, Odair e Adão; João e José; Augusto, Costa, Felipe e Gomes.
Quando foram disputadas as competições oficiais de 1963, a Presidência não se inscreveu.
No dia 8 de novembro de 1963 aconteceu a Assembléia Geral na qual foi decidida a desfiliação dos clubes Sobradinho, Brasil Central, Real, C. R. Barroso e A. E. Presidência.


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

O RABELLO NA TAÇA BRASIL DE 1968 (*)



(*) A partir de 22 de dezembro de 2010 a Confederação Brasileira de Futebol passaria a reconhecer a Taça Brasil como Campeonato Brasileiro.

Em 10 de julho de 1968, a Federação Desportiva de Brasília realizou uma Assembléia que decidiu pela organização de uma Seleção Profissional de Futebol, em caráter permanente. Os integrantes foram Supervisor: Major Abeguar Herdy de Oliveira; Técnico: Alberto José Pretti Filho; Massagista: Anísio Cabral de Lima (Rabello) e Roupeiro: Luiz Virgilio da Silva (Rabello).
Os jogadores convocados foram: do Rabello: Dico, Carlão, Wilson Godinho, Didi, João Dutra, Paulinho, Zé Maria, Luís Carlos, Sabará e Cid; do Defelê: Zé Walter, Aderbal, Farneze, Sir Peres, Djalma, Solon, Alaor Capella, J. Pereira, Otávio, Guairacá e Paulinho; do Guará: Axel, Heitor, Mabinho e Noel e do Cruzeiro: Ari.
Após o primeiro jogo-treino, contra a Seleção da Base Aérea, em 13 de julho de 1968, alguns jogadores foram cortados.
Permaneceram: Goleiros - Dico e Zé Walter; Zagueiros - Aderbal, Farneze, Sir Peres, Carlão, Mabinho, Wilson Godinho, Didi e Noel; Apoiadores: Heitor, João Dutra, Zé Maria, Luís Carlos e Axel e Atacantes: Guairacá, Otávio, Sabará, Solon, Cid, Alaor Capella e Paulinho (Rabello).
Logo depois, a Federação decidiu que a Seleção Permanente iria vestir a camisa do Rabello e representá-la na Taça Brasil.
Na primeira fase, o Rabello fez parte do Grupo 1 da Zona Central, juntamente com Operário, de Várzea Grande (Mato Grosso) e Atlético Goianiense, de Goiânia (GO).
Fez seus dois primeiros jogos contra o clube de Mato Grosso, em Cuiabá, vencendo o primeiro e perdendo o segundo.

VITÓRIA NO 1º JOGO

Chegando na véspera do jogo, depois de uma viagem de ônibus de aproximadamente 48 horas, o Rabello obteve um excelente resultado em seu 1º jogo pela Taça Brasil, disputado no dia 11 de agosto de 1968, no Estádio Presidente Dutra, em Cuiabá (MT).
Graças aos gols de Guairacá e Solon o Rabello venceu o Operário por 2 x 1. Odenir assinalou o tento do Operário.
O árbitro foi Louralber Monteiro, do Rio de Janeiro, e a arrecadação alcançou o montante de NCr$ 12.000,00.
O Rabello jogou e venceu com Zé Walter, Aderbal, Farneze, Carlão e Wilson Godinho; João Dutra e Zé Maria; Guairacá, Otávio, Solon e Sabará. O Operário perdeu com Walter, JK, Gonçalo, Glauco e Darcy Avelino; Tatu e Beto; Ide (Lício Amorim) (Fião), Jaburu, Gebara e Odenir.

RABELLO PERDE 2º JOGO

Com o resultado obtido no 1º jogo e por medida de economia, a delegação brasiliense aceitou jogar a segunda partida pela Taça Brasil ainda em Cuiabá, mediante a compensação de 4 mil cruzeiros novos livres de despesas.
Novamente no Estádio Presidente Dutra, em Cuiabá, no dia 14 de agosto de 1968, o Rabello não teve a mesma sorte do primeiro jogo, sofrendo derrota diante do Operário de Várzea Grande pelo marcador de 3 x 2.
O fato curioso do jogo foi que o árbitro indicado pela CBD, Cláudio Magalhães, não compareceu e à última hora o Operário indicou um árbitro da Federação Matogrossense de Desportos (Walter Scardini) para comandar a partida, sem haver comum acordo. Contra esse fato, o Rabello entrou com um recurso junto à CBD.
O Rabello chegou a estar vencendo o jogo por 2 x 1, mas depois sofreu a virada definitiva.
Guairacá marcou os dois gols do Rabello, enquanto Odenir, Gebara e Jaburu assinalaram os tentos do Operário.
Defenderam as cores do Rabello Zé Walter, Aderbal, Farneze, Carlão e Wilson Godinho; João Dutra e Zé Maria; Guairacá, Otávio, Cid e Sabará. O Operário formou com Walter, JK, Gonçalo, Glauco e Darcy Avelino; Tatu e Beto (Dedé); Jaburu, Fião, Gebara e Odenir.

RABELLO 0 x 1 ATLÉTICO GOIANIENSE

Depois do Operário, de Várzea Grande, foi a vez do Rabello enfrentar o Atlético Goianiense, com jogos de ida e volta. Caso vencesse um desses dois jogos, o Rabello estaria classificado para a Segunda Fase da Taça Brasil.
O primeiro deles disputado em 21 de agosto de 1968, no Estádio de Brasília.
O Rabello atuou muito mal e foi surpreendido e derrotado pelo rubro-negro goiano, que saiu vencedor do confronto pelo marcador de 1 x 0, gol de Zinho.
O árbitro foi Nivaldo dos Santos (RJ) e as equipes formaram assim: RABELLO: Zé Walter, Aderbal, Farneze, Alaor Capella e Wilson; João Dutra e Axel; Guairacá, Sabará (Otávio), Cid e Zé Maria. ATLÉTICO GOIANIENSE: Ronaldo, Silvio, Jair Silveira, Tujair e Edno; Machado e Adalberto; Zuíno, Zinho, Lico e Matos.

ATLÉTICO GOIANIENSE 2 x 2 RABELLO

O segundo jogo entre Rabello e Atlético Goianiense, válido pela Taça Brasil, foi disputado em 25 de agosto de 1968, no Estádio Pedro Ludovico, em Goiânia (GO). Mesmo com o insucesso ocorrido no jogo de Brasília, bastava ao Rabello vencer o jogo para se classificar para a segunda fase da competição.
Comportando-se melhor em campo, o Rabello chegou a vencer o 1º tempo por 1 x 0, gol de Solon, aos 34 minutos. No começo do segundo tempo, Zinho, de cabeça, empatou o jogo. Aos 28 minutos, Lico virou o marcador para 2 x 1. Aos 35 minutos, Paulinho assinalou o gol de empate do Rabello, resultado que não era suficiente para sua classificação.
O árbitro foi José Aldo Pereira, do Rio de Janeiro, que expulsou Didi aos 39 minutos do 2º tempo.
O Rabello jogou com Zé Walter, Aderbal, Farneze, Alaor Capella e Wilson Godinho (Didi); João Dutra e Zé Maria; Sabará (Djalma), Paulinho, Otávio e Solon. O Atlético Goianiense atuou com Ronaldo, Silvio, Tinda, Tujair e Edno; Macalé e Adalberto; Marcos, Zuíno, Zinho (Antônio Augusto) e Lico.
A renda foi de NCR$ 8.541,00.

Assim, o Rabello ficou em último lugar no seu grupo, com três pontos ganhos. O rubro-negro goiano passou para a fase seguinte, com cinco.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

QUARTA RODADA DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 2013

BRASÍLIA 1 x 0 BOTAFOGO
Data: 6 de fevereiro de 2013
Local: Boca do Jacaré, Taguatinga (DF)
Árbitro: Rafael Diniz
Público: 198 pagantes
Renda: R$ 570,00
Gol: Luquinhas, 50.
BRASÍLIA: Marcão, Bruno Paraíba, Miltão, Danilo e Kaká; Felipe, Marciel, Jean Carlos, Siston (Vitinha) e Luquinhas; Milton Goiano (Claudionor) (Paulinho). Técnico: Gauchinho.
BOTAFOGO: Roberto, Guel, Bruno, Rodrigo Melo (Weder) e Alvin; Vânderson (Junior), Mateus (Keké), Boré, Maninho e Betinho, Willian. Técnico: Humberto Nascimento.

CAPITAL 0 x 1 LUZIÂNIA
Data: 7 de fevereiro de 2013
Local: CAVE, Guará (DF)
Árbitro: Gildevan Lacerda
Público: 48 pagantes
Renda: R$ 503,00
Gol: Nélisson, 18.
CAPITAL: Fernando, Clein, Arthur (Matheus), Flávio Zumba e Márcio Costa; Rafinha, Marcel, Rafael Toledo (Wallacy), Igor Rafael e Rochinha; Fernando Veiga (Formiga). Técnico: Gerson Vieira.
LUZIÂNIA: Sucuri, Glauber, Perivaldo, Galego e David; Tiago Piai, Zé Ricarte, Rodrigo Menezes (Lucas), Thiago Silva e Rodrigo Alves (Ewerson Vinícius); Nélisson (Paulinho Cuiabá). Técnico: Esquerdinha.

ATLÉTICO CEILANDENSE 2 x 2 LEGIÃO
Data: 7 de fevereiro de 2013
Local: Boca do Jacaré, Taguatinga (DF)
Árbitro: José Neto
Público: 184 pagantes
Renda: R$ 1.170,00
Expulsão: Grafite.
Gols: Juninho, 1 e 31; Amauri, 41 e 71.
ATLÉTICO CEILANDENSE: Édson, João Marcos (Vitor), Wallace, Adalton e Messias; Grafite, Ismaile, Heriton, Piva (Jackson) e Amauri (Lucas); Esquerdinha. Técnico: Luciano Reis.
LEGIÃO: Diego, Bruninho, Cristian, Mauro e Bocão (Glaubert); Jocelmo, Juninho, PH, Julen e Rodrigo Melo (Celso); Jefferson (PC). Técnico: Rol Faula.

GAMA 1 x 1 BRASILIENSE
Data: 7 de fevereiro de 2013
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Rodrigo Raposo
Público: 8.489 pagantes
Renda: R$ 91.115,00
Gols: Washington, 55 e Luís Carlos, 69.
GAMA: André Luís, Amaral, Da Silva, Júnior Soares e Kabrine; Sávio (Léo), Sabino, Luís Carlos, Allan Delon (Jonathan) e Laionel; Guilherme (Gilmar Herê). Técnico: Victor Hugo.
BRASILIENSE: Guto, Bocão, Fábio Braz, Rafael Braz e Jefferson; Júlio Bastos, Everton, Baiano, Rafael Ipuã (Serginho) e Luiz Augusto (Piovesan); Washington (Abraão Lincoln). Técnico: Márcio Fernandes.

CEILÂNDIA 1 x 1 SOBRADINHO
Data: 9 de fevereiro de 2013
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Rogério Bueno
Público: 124 pagantes
Renda: R$ 1.240,00
Expulsão: Renato Coimbra (CEI)
Gols: Laércio, 4 e Adriano Cacareco, 49
CEILÂNDIA: Dennys, André Nunes (Renato Coimbra), Adriano Cacareco, Badhuga e Wisman; Cléber, Daniel, Clécio (Dimba), Alisson e Rodriguinho; Cassius (Elvis). Técnico: Adelson de Almeida.
SOBRADINHO: Donizete, Patrick, Cauê, Allyson e Zé Carlos (Marcos Fernando); Ewerton, Túlio, Hildo, Mário Lúcio (Edicarlos) e Laércio; Fagner (Felipe Cirne). Técnico: João Carlos Cavalo.

BRAZLÂNDIA 1 x 3 UNAÍ
Data: 10 de fevereiro de 2013
Local: Chapadinha, Brazlândia (DF)
Árbitro: Wales Martins
Público: 376 pagantes
Renda: R$ 1.704,00
Gols: Filhão, 17; Rogerinho, 53; Filhão, 81 e Sabino, 96.
BRAZLÂNDIA: Márcio (Abraão), Fabrício, Piu, Thiago Eciene e Oberdan; Betson, Bigu, Eliton, Gustavo Gago e Mariozan (Hudson); Rogerinho (William). Técnico: Marcos Soares.
UNAÍ: Thiago Rocha, Filhão, Binha, Neuran e Sandro Brasília; Romarinho, Pedrinho, Renatinho (Rocha), Sandro Goiano e Alemão (Wallise); Hendrich (Sabino). Técnico: Clayton Mineiro.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

FORMAÇÕES BÁSICAS DAS EQUIPES QUE DISPUTARAM O CAMPEONATO BRASILIENSE DE AMADORES - 1964

 
CRUZEIRO DO SUL
Goleiros:
João Luís e Pedro; Defensores: Zé Paulo, Mello, Davis, Waldemar, Pedersoli, Ney, Melinho, Múcio, Humberto, Osmar e Carlinhos; Atacantes: Baianinho, Fino, Bellini, Paulinho, Mário César, Zezé, Mosquito, Moisés, Abel, Walmir e Eraldo.

VILA MATIAS
Goleiros:
Fernando e Tião; Defensores: Geraldo, Mariano, Paredão, Etevaldo, Tati, Cícero, Macedo, Picão e Canhoto; Atacantes: Zé Maria, Paulo, Baixinho, Maranhão, Eurides, Jaime, Sobral, Camilo e Preá.

GRÊMIO
Goleiros:
Weldas e Baganha; Defensores: Jaime, Silas, Paulinho, Zé Nivaldo, Martins, Belchior, Guido, Milton e Cremonês; Atacantes: Avancine, Joãozinho, Hélio Galdino, Alvinho, Itiberê, Bugue e Edson Galdino.

PEDERNEIRAS
Goleiros:
Juarez e Roberval; Defensores: Tarcísio, Alcides, Paulo, Manoelzinho, Antônio, Josias e Maranhão; Atacantes: Cotia, Deca, Nonô, Cabeção, Pelé, Russo, Luiz e Aristides.

GUANABARA
Goleiro:
Diogo; Defensores: Santiago, Walmir, Nelson, Jair, Toninho, Ercy e Agassis; Atacantes: Azulinho, Nelício, Lula, Paulinho, Zezé, Chico e Nilson. Técnico: Adroaldo Lopes.

NACIONAL
Goleiros:
Chico e Pena; Defensores: Amazonas, Eufrásio, Couraça, Logodô, Alberto, Valdir, João e Índio; Atacantes: Genival, Ferreira, Zezito, Toinho, Tampinha, Alemão e Chichico.

DÍNAMO
Goleiro:
Sarmento; Defensores: Benicassa, Malta, Lúcio, Walter, Cavaquinho e Bazan; Atacantes: Laerte, Zé Paulo, Hiroito, Isaías, Dezoito, Saulzinho, Justino, Edinho e Adilson.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

O BONSUCESSO VISITA BRASÍLIA



No mês de abril de 1967, o Bonsucesso, do Rio de Janeiro, realizou dois jogos amistosos em Brasília. As duas partidas foram disputadas no Estádio de Brasília que, posteriormente, passaria a ser conhecido como Pelezão.
No primeiro jogo, em 7 de abril de 1967, Defelê e Bonsucesso empataram em 1 x 1.
Marcaram os gols Maurício, aos 12 minutos para o Defelê e Celso, aos 28, para o Bonsucesso, ambos no 1º tempo.
Gilberto Nahas foi o árbitro e as equipes tiveram as seguintes constituições: Defelê – Walmir, Décio, Chiquinho, Lima e Wilson; Quincas e Reinaldo (Ely); Maurício (Solon), Djalma, Invasão e Mozart (Mauro Lúcio). Bonsucesso – Jonas, Natal, Jorge, Paulo Lumumba e Albérico; Paulo César e Brandão; Gilbert (Caxias), Celso, Enos e Enir.

Dois dias depois (9 de abril de 1967), o clube carioca enfrentou e venceu o Flamengo, de Taguatinga, por 3 x 2, na preliminar de Rabello x Seleção do Suriname.
Mesmo perdendo, o Flamengo foi um adversário difícil de ser batido pelo Bonsucesso.
No 1º tempo, Paulo César marcou o gol dos cariocas, aos 26 minutos. Zoca empatou aos 12 minutos do 2º tempo. Enos desempatou para o Bonsucesso aos 30 e Zé Eustáquio voltou a empatar aos 41. Dois minutos depois, surgiu o gol da vitória do Bonsucesso, por intermédio de Celso.
O Flamengo vendeu cara a derrota atuando com Cláudio, Luiz, Eraldo (Macedo), Gilson e Miranda; Fernandinho e Beto Pretti; Dório, Manoel (Zé Eustáquio), Ademir e Zoca. O Bonsucesso venceu com Jonas, Natal, Jorge (Paulinho), Paulo Lumumba e Albérico; Paulo César e Brandão; Gilbert, Santos (Celso), Enos e Enir.
José Matos Sobrinho foi o árbitro do jogo.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

AS DECISÕES: CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1980

 

BRASÍLIA 1 x 1 GAMA
Data: 9 de novembro de 1980
Local: Estádio Pelezão, Brasília (DF)
Árbitro: José Mário Vinhas
Renda: Cr$ 450.350,00
Gols: Rogério Macedo, 75 e Kidão, 88.
BRASÍLIA: Déo, Luizinho, Mário, Foca e Zé Mário; Alencar, Marquinhos (Albeneir) e Rogério Macedo; William, Wander e Aluísio.
GAMA: João Batista, Carlão, Kidão, Décio e Odair; Boni, Manuel Ferreira e Luís Carlos; Lino (Marcelo), Fantato e Robertinho.

Obs.: o Brasília venceu os três turnos.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

OS MELHORES DE 1969

 
 
Componentes de uma comissão que contou com elementos do Correio Braziliense e da TV Alvorada escolheram os “Melhores do Ano” de 1969 no futebol brasiliense.
Foram eles:

Goleiro – Hug
o (Coenge)
Lateral-Direito – César (CSU)
Zagueiro-Central – Dão (Jaguar)
Quarto-Zagueiro – Juarez (Serviço Gráfico)
Médio-Volante – César (Serviço Gráfico)
Lateral-Esquerdo – Célio (Piloto)
Ponteiro-Direito – Paulinho (CSU)
Meia-Direita – Divino (Coenge)
Centro-Avante – Eraldo (Serviço Gráfico)
Meia-Esquerda – Ary (Flamengo)
Ponteiro-Esquerdo – Zé Carlos (Grêmio).

Craque do Ano – Juarez (Serviço Gráfico).

Técnico – Otaziano, do Grêmio.
Diretor de Esportes – Sérgio Luiz Midosi May, do Carioca.
Revelações – Elizaldo, do Guará, Felipe, do Jaguar, Jorrane, do Brasília e Ary, do Flamengo.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

3ª RODADA DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 2013

 
 
 
UNAÍ 2 x 4 CEILÂNDIA
Data: 2 de fevereiro de 2013
Local:
Urbano Adjuto, Unaí (MG)
Público: 868 pagantes
Renda: R$ 6.880,00
Árbitro:
Welvis Pereira
Gols: Rodriguinho, 5; Cassius, 44; Neuran, 45; Cassius, 59; Alemão, 64 e Alisson, 75.
UNAÍ: Tiago Rocha, Filhão (Hendrich), Binha, Neuran e Wallise; Pedrinho (Luan), Chocolate, Renatinho, Alemão e Sabino (Israel); Sandro Goiano. Técnico: Clayton Mineiro.
CEILÂNDIA: Dennys, Wisman, André Nunes, Renato Cuimbra (Cacareco) e Badhuga; Cleber, Clécio (Elvis), Daniel, Alisson (Dimba) e Rodriguinho; Cassius.
Técnico: Adelson de Almeida.

SOBRADINHO 2 x 4 BRASÍLIA

Data: 2 de fevereiro de 2013
Local:
Augustinho Lima, Sobradinho (DF)
Público: 2.732 pagantes
Renda: R$ 3.660,00
Árbitro:
Lindomar Pereira
Gols: Jean Carlos, 1; Luquinhas, 46; Laércio, 54; Adenílton, 73; Everton César, 83 e Luquinhas, 90.
SOBRADINHO: Diego Zurlo, Ronaldo (Patrick), Ramon, Fabão e Everton; Zé Carlos (Edicarlos), Túlio, Hildo, Laércio e Mario Lúcio (Ítalo); Fagner. Técnico: Bilzão.
BRASÍLIA: Marcão, Bruno Paraíba, Filipe, Danilo e Breno; Kaká, Pedro Ayub (Niltão), Daniel, Siston (Vitinha) e Luquinhas; Jean (Natan). Técnico: Gauchinho.

BRASILIENSE 1 x 0 CAPITAL

Data: 2 de fevereiro de 2013
Local: Boca do Jacaré, Taguatinga (DF)
Público: 969 pagantes
Renda: R$ 2.311,00
Árbitro: Almir Camargo
Gol: Washington, 55.
BRASILIENSE: Guto, Bocão (Piovesan), Fábio Braz, Rafael Tavares e Elivelto; Baiano, Jordã, Júlio Bastos, Luiz Augusto e Abraão Lincoln (Gilvan); Washington (Hugo). Técnico: Márcio Fernandes.
CAPITAL: Fernando, Clein, Márcio Costa, Flávio Zumba e Rafinha; Marcel, Rafael Toledo, Wallacy (Arthur), Rochinha e Igor Rafael (Vágner Rafael); Fernando.
Técnico: Gérson Vieira.

LEGIÃO 1 x 1 GAMA

Data: 3 de fevereiro de 2013
Local: Augustinho Lima, Sobradinho (DF)
Público: 442 pagantes
Renda: R$ 3.135,00
Árbitro:
Gildevan Lacerda
Gols: Luiz Carlos, 17 e Rodrigo Melo, 50.
LEGIÃO: Diego, Bruninho, Cristiano, Mauro e Bocão; Jocelmo, Juninho (Jhon), PH, Rodrigo Mello (Celso) e Julen (Glaubert); Jefferson. Técnico: Rol Faula.
GAMA: André Luiz, Amaral, Da Silva, Junior Soares e Luís Carlos; Juninho Goiano, Fagner, Kabrine, Allan Delon (Guilherme) e Laionel (Samuel); Gilmar Uerê (Léo). Técnico: Victor Hugo.

BOTAFOGO 1 x 1 BRAZLÂNDIA

Data: 3 de fevereiro de 2013
Local: CAVE, Guará (DF)
Público: 134 pagantes
Renda: R$ 670,00
Árbitro:
Nivaldo Nunes
Gols: Betinho, 54 e Betson, 87.
BOTAFOGO: Roberto, Guel (Weder), Bruno, Rodrigo Melo e Alvin; Vânderson, Mateus, Boré, Maninho (Júnior) e Betinho (Bel); Willian. Técnico: Humberto Nascimento.
BRAZLÂNDIA: Márcio, Fabrício, Pio, Eciene e Oberdan; Betson, Gustavo (Gago), Pão (Bigu), Thiago e Wudson; Rogerinho (Mancine). Técnico: Vilson Moreira.

LUZIÂNIA 2 x 2 ATLÉTICO CEILANDENSE

Data: 3 de fevereiro de 2013
Local: Serra do Lago, Luziânia (GO)
Público: 614 pagantes
Renda: R$ 5.690,00
Árbitro:
Alan Simei
Gols: Tiago Piai, 15; Piva, 24; Nélisson, 27 e Amauri, 74.
LUZIÂNIA: Dida, Renan, Perivaldo, Galego e Tiago Piai; Zé Ricarte (Rodrigo Menezes), Tiago Ferreira (Ewerson), Glauber e Rodrigo Alves (Vinícius); Nélisson e Thiago Silva. Técnico:·João Carlos Cavalo.
ATLÉTICO CEILANDENSE: Édson, Messias, Wallace, Adalton e Esquerdinha; Yan (Jackson), Ismaile, Hériton, Piva e Amauri (Renato); Grafite (Lucas). Técnico: Luciano Reis.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

BOTAFOGO VENCE TORNEIO EM BRASÍLIA

 
 
No começo de março de 1967 foi realizado um torneio quadrangular interestadual, que levou o nome de Taça “Ciro Machado do Espírito Santo” e reuniu as equipes do Rabello e Defelê, de Brasília, o Ipiranga, de Anápolis (GO) e o Botafogo, do Rio de Janeiro, representado por uma equipe mista.
A primeira rodada aconteceu no dia 2 de março de 1967, com Rabello x Ipiranga fazendo a preliminar e Defelê x Botafogo o jogo principal.
Mesmo sem ainda apresentar o seu verdadeiro futebol, o Rabello reabilitou-se contra o Ipiranga, vencendo-o por 4 x 2. O Rabello abriu 2 x 0, através de Otávio, aos 13 minutos, e Zezé, aos 21. Faltando dois minutos para terminar o 1º tempo, o Rabello permitiu o empate do Ipiranga, com dois gols de Carlinhos, aos 43 e aos 44. Logo no início do 2º tempo, aos 3 minutos, Otávio colocou o Rabello em vantagem novamente. Zezé marcou o quarto e último gol aos 18 minutos.
O árbitro foi Gilberto Nahas e as equipes se apresentaram com essas constituições: RABELLO - Dico, Didi, Mello, Carlão e Serginho; Zé Maria e Beto Pretti; Zezé, Roberto, Otávio e Arnaldo. IPIRANGA – Chicão, Pelé, Ronaldo, Zé França e Haroldo; Goiano e Paulinho; Patinho (Carlos Lemos), Luciano, Carlinhos e Formiga.
Na partida principal, o time misto do Botafogo jogou o estritamente necessário para vencer o Defelê, por 1 x 0, gol de Rui Amoroso, aos 28 minutos do 1º tempo. O árbitro foi José Mattos Sobrinho.
O Defelê perdeu com Walmir, Lima (Aderbal), Décio, Farneze e Wilson; Gaúcho e Walter; Invasão (Maurício), Solon, Djalma e Reinaldo. O Botafogo venceu com Cao, Mura (Dirman), Carlos Alberto, Adevaldo e Moreira; Fifi e Luiz Henrique; Maurício (Sérgio), Rui Amoroso, Jerônimo e Zezé. Técnico: Adalberto Martins.
A renda da rodada dupla foi de Cr$ 2.430.000,00.
A decisão do torneio ocorreu no dia 5 de março de 1967.
Na preliminar, o Ipiranga venceu o Defelê por 2 x 1 e ficou com a terceira colocação do torneio. Cabeleira marcou para o Defelê, aos 7 minutos do 1º tempo; Luizinho empatou para o Ipiranga, aos 20. No 2º tempo, aos 20 minutos, Formiga assinalou o gol da vitória do time goiano.
Rubens Pacheco foi o árbitro e as equipes se apresentaram assim: Defelê - Walmir, Aderbal, Décio, Farneze e Wilson; Gaúcho (Quincas) e Walter (Pedrinho); Djalma (Maurício), Invasão, Solon e Cabeleira. Ipiranga - Chicão, Pelé, Ronaldo, Zé França e Dino; Goiano e Paulinho; Carlinhos (Patinho), Luizinho, Luciano e Formiga.
No jogo que decidiu o torneio, sob a arbitragem de Nilzo de Sá, Rabello e Botafogo não saíram do 0 x 0. Os dirigentes do Rabello decidiram, então, entregar o troféu de campeão, a Taça “Ciro Machado do Espírito Santo”, ao Botafogo, por ser este time visitante.
Jogou o Rabello com Dico (Zé Walter), Didi, Mello, Carlão e Serginho; Zé Maria e Beto Pretti; Zezé, Roberto (Sabará), Otávio e Arnaldo (Mendes).
O Botafogo atuou com Cao, Mura, Carlos Alberto, Adevaldo e Moreira; Fifi e Luiz Henrique; Maurício (Zezé), Rui Amoroso, Jerônimo e Helinho.
A renda da rodada dupla foi de CR$ 2.453.000,00.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

O QUE ACONTECEU HÁ 50 ANOS (01.02 a 28.02.1963)

 
 
03.02.1963
Pela última rodada do campeonato brasiliense de 1962, o Colombo venceu o Rabello, por 2 x 0, no Estádio Israel Pinheiro. Marcaram os gols Cid e Tião I. O árbitro foi Eduino Edmundo Lima.

No Estádio Vasco Viana de Andrade, com um gol de Aragão, o Grêmio venceu o Guará, por 1 x 0. José Francisco de Souza foi o árbitro e a renda chegou aos Cr$ 8.000,00.

O Defelê chegou ao bicampeonato brasiliense depois de vencer o Nacional por 1 x 0, gol de Ferreira (contra). O jogo foi disputado no Estádio Aristóteles Góes e teve como árbitro Lourandyr de Castro Gomes. A renda foi de Cr$ 91.000,00. O Defelê jogou com Matil (Walmir), Zé Paulo, Zequinha e Wilson; Matarazzo e Alonso Capella; Ramiro, Ely, Reinaldo, Leônidas e Sabará. O Nacional alinhou Chico, Alberto, Eufrásio e Ferreira; Índio e Logodô; Heraldo, Nilson, Zezito, Negão e Naelson.

16.02.1963
O Defelê foi disputar um amistoso em Goiânia e venceu o Vila Nova por 2 x 1.

17.02.1963
Em amistoso realizado em Brasília, o Cruzeiro do Sul derrotou a Anapolina por 3 x 1.
No mesmo dia, em Anápolis (GO), Anápolis e Colombo, de Brasília, ficaram no empate em 2 x 2.