quarta-feira, 20 de maio de 2026

ESQUECIDOS PELO TEMPO: Lindomar


Lindomar de Paula Queiroz nasceu em Inhumas (GO), no dia 20 de maio de 1970.
Começou sua carreira no Atlético Goianiense, de Goiânia (GO), depois que seu amigo Welton o levou para participar de uma “peneira”, com onze anos de idade.
Sua estreia na equipe profissional aconteceu no dia 27 de maio de 1990, contra o Rio Verde, marcando o gol da vitória de 1 x 0.
Após um Campeonato Goiano muito ruim, o Atlético Goianiense daria a volta por cima e conquistaria o título de campeão brasileiro da Série C no mesmo ano, após dois jogos contra o América-MG, ambos empatados em 0 x 0 e decidido a favor do rubro-negro goiano nos pênaltis.

Atlético-GO - 1990
Em 1996, depois de ser vice-artilheiro do Campeonato Goiano desse ano, com 17 gols, foi vendido ao Corinthians. Teve uma discreta passagem pelo alvinegro paulista de outubro de 1996 a julho de 1997. Defendeu o clube em cinco jogos pelo Campeonato Brasileiro de 1996 e em três na campanha do título de campeão paulista de 1997. No total, foram dez jogos e três gols marcados.
De volta ao futebol goiano, passou pelo Goiânia, em 1997, Atlético Goianiense em 1997 e 1998 e Anápolis e Jataiense em 1998.
Em 1999 foi para o Gama, onde fez sua estreia no dia 24 de fevereiro, em jogo válido pela Copa do Brasil, com vitória sobre o Interporto, de Tocantins, em Porto Nacional (TO).
Poucos dias depois, 14 de março de 1999, estrearia no Campeonato Brasiliense, no Bezerrão, marcando um dos gols da vitória do Gama sobre o Brazlândia, por 2 x 1. 

Gama - 1999
Terminaria essa competição com a faixa de campeão, disputando todos os 22 jogos do clube, como melhor jogador do campeonato, como vice-artilheiro, com 10 gols (dois atrás de Joãozinho, do Brazlândia, o artilheiro) e idolatrado pela torcida do Gama.
Voltaria a disputar o Campeonato Brasileiro, fazendo seu primeiro jogo justamente contra o Corinthians, no dia 25 de julho de 1999, no Mané Garrincha, com derrota de 4 x 2. Detalhe: Lindomar disputou todos os 21 jogos do Gama no Campeonato Brasileiro.
Lindomar defendeu o Gama no Campeonato Brasiliense e no Campeonato Brasileiro nos três anos seguintes: 2000, 2001 e 2002.

Gama - 2000
Nesse período, disputou o Campeonato Paulista pelo Guarani, de Campinas, nos anos de 2000 e 2001.
Após o tricampeonato no Campeonato Brasiliense (1999 a 2001), foi vendido ao Al-Shabab, dos Emirados Árabes. Apesar de ter ficado apenas um ano no Oriente Médio, participou de duas conquistas da Copa da Liga Árabe.
Voltou ao Gama e disputou onze jogos pelo Campeonato Brasileiro de 2003 e, no ano seguinte, foi contratado pela Ponte Preta para o Campeonato Brasileiro de 2004. Sua chegada foi apontada como um dos motivos para a boa campanha do time na competição, especialmente no primeiro turno, quando terminou na segunda colocação. Ficou no clube para o ano seguinte, mas apenas disputou o Campeonato Paulista.

Foi contratado pelo Brasiliense na reta final do Campeonato Brasileiro de 2005, mas não pôde ajudar a salvar a equipe do rebaixamento. Aos 35 anos, era um dos muitos veteranos no time.
Para mostrar que ainda tinha fôlego, disputou 35 dos 38 jogos que o Gama fez pelo Campeonato Brasileiro da Série B de 2006.
Voltou ao Atlético Goianiense em 2007, e logo de cara, foi campeão goiano.
Depois de ser apontado como principal aposta do time para 2008, ajudou na conquista de mais um título de campeão brasileiro da Série C.
Em 2010, após sua saída do Atlético Goianiense, Lindomar foi disputar o último campeonato de sua carreira pela Aparecidense, time da cidade de Aparecida de Goiânia, onde atuou como capitão e foi campeão da Divisão de Acesso do Campeonato Goiano.


Gama - 2001




terça-feira, 19 de maio de 2026

FICHA TÉCNICA: Cubango


NOME COMPLETO: Antônio José da Silveira Junior
APELIDO: Cubango
DATA DE NASCIMENTO: 19 de maio de 1981
LOCAL: São Gonçalo (RJ)
POSIÇÃO: Meio-de-Campo
REGISTRO CBF: 148.886
REGISTRO DF: 4.099

Como jogador foram diversos desafios em países como Brasil, Portugal, Omã, Catar e Kuwait. Neste último, Cubango viveu grandes momentos como jogador, se estabeleceu e, aos 39 anos, iniciou a carreira fora das quatro linhas como treinador. Na última temporada em solo asiático, foi auxiliar-técnico do Al Jahra, clube que defendeu quando atleta.
Cubango é cria de São Gonçalo no futebol. Deu os primeiros passos na escolinha do Clube Mauá, chegou nas categorias de base do Flamengo e desenhou a trajetória profissional por clubes como CFZ (no Rio e em Brasília), Volta Redonda, Palmeiras (SP) e Grêmio Inhumense (GO). Na sequência se estabeleceu no exterior, acumulando larga quilometragem na Europa e na Ásia.
Jogou uma temporada no Feirense, de Portugal. Depois foi para a França, fazer teste, mas não deu certo. Foi quando um amigo o convidou para ir para o Kuwait. Fez teste, passou e ficou seis anos (na época de jogador).
Chegou a jogar no São Gonçalo EC, em 2014, quando já maturava a ideia de se aposentar e iniciar alguma função fora de campo. Ainda chegou a vestir a camisa da Cabofriense, posteriormente. Em seguida, voltou ao Kuwait para trabalhar com academias de futebol. De lá para cá, foi subindo degrau por degrau, seja trabalhando como treinador, na prática, ou na capacitação em cursos como a licença A da CBF.
Trabalhou em academias de futebol, treinou equipes de uma universidade americana e em maio de 2019 recebeu o convite para ser assistente-técnico no Al Jahra. Decidiu aceitar e fez essa temporada num clube que vinha há anos na primeira divisão, mas havia caído. Foi um baque.
Recebeu a mesma missão de quando foi jogador do clube, que era voltar à primeira divisão. O clube subiu com seis rodadas de antecedência e iríamos garantir o título antes da paralisação, além de termos alcançado a semifinal da Copa do Emir. Foi uma excelente temporada.
Ter se fixado no Kuwait como atleta e depois como treinador foi uma opção de Cubango pensando em balancear vida profissional e familiar. O ritmo mais tranquilo que o esporte no país permitia sempre foi um atrativo.
Ganhou o apelido de Cubango ainda jovem, quando estava na base do Flamengo. Alguns podem pensar que exista alguma ligação com o bairro da cidade de Niterói, que leva o mesmo nome. A referência, na verdade, se tratou de um engano que acabou “pegando”. Ele tinha um treinador, o Léo, que olhava para a criança e dizia que tinha cara disso, cara daquilo. Ele achou que eu morava no Cubango e dizia que lá só dava craque. Acabou pegando e foi um apelido que me acompanhou a carreira inteira.

PASSAGEM PELO FUTEBOL DO DF
 

ANO

COMPETIÇÃO

CLUBES

JD

GM

2002

CAMPEONATO BRASILEIRO 3D

CFZ

5

2002

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

CFZ

8

2003

CAMPEONATO BRASILEIRO 3D

CFZ

9

2003

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

GUARÁ

?

?

2004

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

PARANOÁ

?

5

2004

TAÇA BRASÍLIA

PARANOÁ

?

4

2005

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

PARANOÁ

1


TÍTULOS CONQUISTADOS:

Campeão brasiliense da Primeira Divisão - CFZ - 2002
Campeão brasiliense da Segunda Divisão - Paranoá - 2004
Campeão da I Taça Brasília - Paranoá - 2004

OUTROS CLUBES:
Veio do CFZ-RJ para o CFZ-DF, em 2002.
Feirense, de Portugal, 2005/2006.
Al-Shabab, do Kuwait, de 2006 a 2012.
São Gonçalo-RJ (2014) e
Cabofriense-RJ (2016)

Fonte: site Futebol Gonçalense.

GOLS DE CUBANGO:
https://www.youtube.com/watch?v=87IAABeC6Oo&t=93s





segunda-feira, 18 de maio de 2026

O GAMA NO CAMPEONATO BRASILEIRO DA SÉRIE A - 1979


O Campeonato Brasileiro da Série A de 1979 teve o absurdo número de 96 participantes, 22 a mais do que a edição anterior.
A primeira fase foi disputada por oitenta equipes, divididas em oito grupos de dez cada.
Os três clubes do Distrito Federal (Brasília, Gama e Guará) integraram o Grupo C. 
O Gama foi o único a passar para a Segunda Fase.

PRIMEIRA FASE

GAMA 4 x 3 ATLÉTICO (GO)
Data: 16.09.1979
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: João Leopoldo Ayeta (SP)
Renda: Cr$ 386.260,00
Público: 8.570 pagantes
Gols: Robertinho, 7 e 10; Reinaldo, 23; Gilberto, 28; Péricles, 77 e 82 e Reinaldo, 85
GAMA: Hélio, Carlão, Décio, Kidão e Odair; Santana, Péricles e Manoel Ferreira (Boni); Roldão (Lino), Fantato e Robertinho. Técnico: Martim Francisco.
ATLÉTICO GOIANIENSE: Itamar, Wilson, Carlúcio, Darci Menezes e Ademar; Celso (Valtair), Maurinho e Duarte; Reinaldo, Gilberto e Bugre. Técnico: Paulo Gonçalves.

GAMA 1 x 0 ITABUNA (BA)
Data: 03.10.1979
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Túlio Thibaut (ES)
Renda: Cr$ 381.500,00
Gol: Péricles (pênalti), 37
GAMA: Hélio, Carlão, Décio, Kidão e Odair; Santana, Péricles e Manoel Ferreira; Roldão, Fantato e Robertinho. Técnico: Martim Francisco.
ITABUNA: Mário, Zé Maria, João Eudes (Luisão), Mosca e Roberto; Elói, Chiquinho e Perrela; Silvinho, Gerson Sodré e Zé Roberto (Reginaldo). Técnico: Roberto Pinto.

ITUMBIARA (GO) 1 x 0 GAMA
Data: 06.10.1979
Local: JK, Itumbiara (GO)
Árbitro: Henrique José Ribeiro (ES)
Renda: Cr$ 292.170,00
Gol: Roberto, 47
ITUMBIARA: Donizetti, Trapiche, Juci, Lima e Tuíde; Sousa, Joãozinho e Rogério (Donato); Serginho (Maurinho), Roberto e Wilson. Técnico: Aderbal Lana.
GAMA: Hélio, Carlão, Décio, Kidão e Odair; Santana, Péricles e Manoel Ferreira; Roldão (Lino), Fantato e Robertinho. Técnico: Martim Francisco.

GAMA 2 x 1 MIXTO (MT)
Data: 11.10.1979
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: José Carlos Bezerra (SC)
Renda: Cr$ 293.100,00
Público: 6.453 pagantes
Gols: Marquinhos, 6; Santana, 36 e Roldão, 64
GAMA: Hélio, Carlão, Décio, Kidão e Odair; Santana, Péricles e Manoel Ferreira; Roldão (Zu), Fantato e Robertinho. Técnico: Martim Francisco.
MIXTO: Saldanha, Luís Carlos, Jorge Luís, Miro e Aguiar; Fabinho, Marquinhos e Zé Luís; Gonçalves, Bife e Toninho Campos (Adavílson). Técnico: Milton Buzetto.

GAMA 2 x 0 GUARÁ
Data: 14.10.1979
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Carlos Alberto Muniz Valente (ES)
Renda: Cr$ 315.000,00
Gols: Fantato, 77 e Santana, 87
GAMA: Hélio, Carlão, Décio, Kidão e Odair; Santana, Péricles e Boni; Roldão, Fantato e Robertinho. Técnico: Martim Francisco.
GUARÁ: Wilmar, Edvaldo, Léo, Wanner e Geraldo Galvão; Warlan, Marquinhos e Maurício; Ivanildo, Piau e Aloísio (Geraldo). Técnico: Carlos José.

OPERÁRIO-VG (MT) 0 x 0 GAMA
Data: 17.10.1979
Local: José Fragelli, Cuiabá (MT)
Árbitro: Alvimar Gaspar dos Reis (MG)
Renda: Cr$ 289.465,00
Público: 7.056 pagantes
OPERÁRIO-VG: Brasília, Gilmar, Edival, Paulinho e Joilson; Tim, Mosca (Joel Diamantino) e Marco Aurélio; Alisson (Cacá), Gerson Lopes e Ernâni.
GAMA: Hélio, Carlão, Décio, Kidão (Maurício Pradera) e Odair; Santana, Péricles e Manoel Ferreira; Roldão, Fantato e Robertinho. Técnico: Martim Francisco.

COMERCIAL (MS) 3 x 1 GAMA
Data: 20.10.1979
Local: Pedro Pedrossian, Campo Grande (MS)
Árbitro: Carlos Sérgio Rosa Martins (RS)
Renda: Cr$ 291.770,00
Público: 6.148 pagantes
Gols: Roldão, 49; Sanches, 58; Brecha, 65 e Laerte, 69
COMERCIAL-MS: Rui, César, Reacir, Cruz e Sanches; Zico, Valter e Brecha; Trajano, Hélio Ninho (Anderson) e Corisco (Laerte). Técnico: Roberto Belangero.
GAMA: Hélio (Daniel), Carlão, Décio, Kidão e Odair; Santana, Péricles e Manoel Ferreira; Roldão, Fantato e Robertinho. Técnico: Martim Francisco.

BRASÍLIA 1 x 4 GAMA
Data: 28.10.1979
Local: Pelezão, Brasília (DF)
Árbitro: Arnaldo César Coelho (RJ)
Renda: Cr$ 136.550,00
Gols: Edu, 1; Péricles, 14; Roldão, 51; Fantato, 74 e Péricles, 77
BRASÍLIA: Jonas, Ferreti, Chavalla, Luís Carlos e Renê; Jorge Luís, Banana e Edu; Vilmar (Uel), Flávio (Edmar) e Willians. Técnico: Décio Leal.
GAMA: Daniel, Carlão, Décio, Kidão e Odair; Santana, Zu e Péricles; Roldão, Fantato e Robertinho. Técnico: Martim Francisco.

FLUMINENSE (BA) 0 x 0 GAMA
Data: 03.11.1979
Local: Jóia da Princesa, Feira de Santana (BA)
Árbitro: Édson Alcântara do Amorim (MG)
FLUMINENSE-Feira de Santana: Nelson, Anildo, Amadeu, Guaraci e Valtinho; Reginaldo, Sabino e Edinho (Maurinho); Darlan, Tonho Novais e Ademir.
GAMA: Daniel, Carlão, Décio, Kidão e Odair; Santana, Toni e Zu; Roldão, Fantato e Robertinho. Técnico: Martim Francisco.

SEGUNDA FASE

Na segunda fase, às 44 equipes classificadas da Primeira se juntaram os 12 clubes vindos dos campeonatos carioca e paulista. Estes 56 clubes foram divididos em 7 grupos de oito times cada um, passando para a terceira fase os dois primeiros colocados de cada grupo. O Gama fez parte do Grupo L, sendo o 8º e último colocado, não conseguindo classificar-se para a terceira fase.

SANTA CRUZ (PE) 2 x 0 GAMA
Data: 07.11.1979
Local: Arrudão, Recife (PE)
Árbitro: Valquir Pimentel (RJ)
Renda: Cr$ 390.030,00
Público: 9.855 pagantes
Expulsão: Odair, do Gama
Gols: Paulo César, 4 e Joãozinho, 53
SANTA CRUZ: Cláudio, Carlos Alberto Barbosa, Paranhos, Lula e Fraga; Givanildo, Deinha e Betinho (Ademar); Paulo César, Cidinho e Joãozinho. Técnico: Evaristo de Macedo.
GAMA: Daniel, Carlão, Décio, Kidão e Odair; Santana, Péricles e Zu; Roldão, Fantato e Robertinho. Técnico: Martim Francisco.

GAMA 0 x 2 LONDRINA (PR)
Data: 11.11.1979
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Jerônimo Alves (GO)
Renda: Cr$ 442.720,00
Expulsões: Kidão, do Gama, e Alcione, do Londrina
Gols: Everton, 44 e Marinho, 78
GAMA: Daniel, Carlão, Décio, Kidão e Ricardo; Santana, Péricles e Zu; Roldão, Fantato e Robertinho.
LONDRINA: Alexandre, Luisinho, Marinho, Arenghi e Zé Antônio; Claudinho, Ademir Vicente e Zé Roberto; Ademir Oliveira, Everton e Alcione. Técnico: Jair Bala.

GAMA 1 x 2 FLAMENGO (RJ)
Data: 15.11.1979
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Luís Guaranha (RS)
Renda: Cr$ 1.700.000,00
Gols: Zico, 22; Manoel Ferreira, 45 e Cláudio Adão, 64
GAMA: Daniel, Carlão, Décio, Maurício Pradera e Odair; Santana, Péricles e Manoel Ferreira (Lino); Roldão, Fantato e Robertinho. Técnico: Martim Francisco.
FLAMENGO: Cantarele, Toninho, Manguito, Rondinelli (Boca) e Junior; Carpeggiani, Adílio e Zico; Reinaldo, Cláudio Adão e Júlio César (Andrade). Técnico: Cláudio Coutinho.

BAHIA (BA) 2 x 1 GAMA
Data: 18.11.1979
Local: Fonte Nova, Salvador (BA)
Árbitro: Bráulio Zanotto (PR)
Renda: Cr$ 315.540,00
Público: 5.387 pagantes
Expulsão: Maurício Pradera, do Gama
Gols: Marciano, 2 e 35 e Kidão, 90+1
BAHIA: Renato, Edmilson, Zé Augusto, Jorge Luís e Ricardo Longhi; Dil, Peres (Alberto) e Caio (Marciano); Botelho, André e Severinho. Técnico: Duque.
GAMA: Daniel, Carlão, Kidão, Maurício Pradera e Odair; Santana, Péricles e Zu; Roldão (Lino), Fantato e Robertinho. Técnico: Martim Francisco.

XV DE PIRACICABA (SP) 5 x 0 GAMA
Data: 21.11.1979
Local: Barão de Serra Negra, Piracicaba (SP)
Árbitro: Manoel Serapião (BA)
Renda: Cr$ 284.610,00
Público: 5.881 pagantes
Gols: Zé Luís, 29; Ronaldo, 47 e 75; Oriel, 78 e Ronaldo, 38
XV DE PIRACICABA: Getúlio (Pedro Paulo), Alan, China (Fernando), Ademir e Almeida; Vadinho, Fio e Rogério; Ronaldo, Oriel e Zé Luís. Técnico: Adésio de Almeida.
GAMA: Daniel, Carlão, Décio, Kidão e Odair; Santana, Péricles e Manoel Ferreira; Roldão, Fantato e Robertinho. Técnico: Martim Francisco.

GAMA 0 x 3 GRÊMIO (RS)
Data: 25.11.1979
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Odílio Mendonça da Silva (AM)
Renda: Cr$ 288.520,00
Gols: Jésum, 7; Baltasar (pênalti), 9 e Jésum, 54
GRÊMIO: Manga, Eurico (Wilson), Ancheta, Vantuir e Dirceu; Iúra (Nardela), Vítor Hugo e Leandro; Tarciso, Baltasar e Jésum. Técnico: Orlando Fantoni.
GAMA: Lúcio, Carlão, Décio, Kidão e Odair; Hani, Péricles e Zu (Zé Afonso); Roldão, Fantato e Robertinho. Técnico: Martim Francisco.

NÁUTICO (PE) 2 x 2 GAMA
Data: 28.11.1979
Local: Arrudão, Recife (PE)
Árbitro: Nei Andrade Nunes Maia (BA)
Renda: Cr$ 29.293,00
Público: 804 pagantes
Gols: Fantato, 11; Marquinhos (pênalti), 20; Fantato, 30 e Jair, 83
NÁUTICO: Ademar, Clésio, Dimas, Douglas e Jorge Luís; Lourival, Carlos Alberto Nascimento e Jair; Cid (Brás), Armando e Marquinhos. Técnico: Pinheiro.
GAMA: Daniel, Carlão, Décio, Kidão e Odair; Santana, Péricles e Manoel Ferreira; Roldão, Fantato e Robertinho. Técnico: Martim Francisco.


domingo, 17 de maio de 2026

ESQUECIDOS PELO TEMPO: Djalma



NOME COMPLETO: Djalma Alves Ferreira
APELIDO: Djalma
LOCAL E DATA DE NASCIMENTO: Araxá (MG), 17 de maio de 1929
POSIÇÃO EM CAMPO: Ponta Direita

LINHA DO TEMPO

1959 a 1962 - VALERIODOCE, de Itabira - MG

1962 - ATLÉTICO MINEIRO - MG
Primeiro jogo no Atlético Mineiro: 15 de abril de 1962, Atlético Mineiro 3 x 1 Seleção de João Monlevade, amistoso; último: 23 de novembro de 1962, Atlético Mineiro 12 x 2 Nacional-PC-MG, amistoso. Disputou um total de 29 jogos com a camisa do Atlético Mineiro. Marcou um gol no campeonato mineiro de 1962, Atlético Mineiro 3 x 1 Siderúrgica. Conquistou o título de campeão mineiro de 1962.

1963 - AMÉRICA-MG

1964 a 1966 - RABELLO, de Brasília - DF
Seu primeiro jogo com a camisa do Rabello foi no amistoso disputado em 26 de janeiro de 1964, no estádio Paulo Linhares, na vitória de 1 x 0 sobre o Nacional. O Rabello formou com Gaguinho, Luziné, Edilson Braga, Betão e Délio; Paulinho e Nilo; Ramiro (Djalma), Ceninho, Ely e Raimundinho (Sabarazinho).
Em 1964 foi convocado por quatro vezes para defender a Seleção do DF. Na primeira, no dia 21 de abril de 1964, na vitória de 2 x 1 sobre a Seleção de Goiás, Djalma marcou um gol. Em 1965, foi convocado mais duas vezes para defender a Seleção do DF, uma delas contra o Siderúrgica - MG, na inauguração do Estádio de Brasília (posteriormente, Pelezão), no dia 21 de abril de 1965. Djalma marcou o único gol do selecionado brasiliense na derrota de 3 x 1. Convocado, em 1966, para mais dois jogos. Em um deles, em 15 de maio de 1966, no empate de 3 x 3 com o Luziânia, Djalma marcou dois gols.
Tricampeão brasiliense no período 1964 a 1966.

Inauguração do Pelezão
1966 a 1968 - DEFELÊ, de Brasília - DF
Transferiu-se para o Defelê, onde estreou num amistoso realizado em 11 de setembro de 1966, no empate em 0 x 0 com o Pederneiras. Jogou o Defelê com Tonho, Pedrinho, Alonso Capella, Farneze e Wilson; Walter e Ely; Delson, Djalma, Alaor Capella e Bawany.
Seu último jogo com a camisa do Defelê, já com 39 anos de idade, foi em 26 de maio de 1968, no empate em 2 x 2 com o Rabello, no estádio Ciro Machado do Espírito Santo. A formação do Defelê foi esta: Zé Walter, Sir Peres, Farneze, Alaor Capella e J. Pereira; Djalma e Sabarazinho; Guairacá, Solon, Paulinho e Arnaldo.

Logo depois, a Federação Desportiva de Brasília decidiu convocar uma Seleção Permanente do DF que iria vestir a camisa do Rabello e representá-lo na Taça Brasil. Sua despedida do futebol brasiliense aconteceu em 25 de agosto de 1968, no empate em 2 x 2 com o Atlético Goianiense. O Rabello jogou com Zé Walter, Aderbal, Farneze, Alaor Capella e Wilson Godinho (Didi); João Dutra e Zé Maria; Sabará (Djalma), Paulinho, Otávio e Solon.
Sagrou-se campeão brasiliense de profissionais em 1968, atuando pelo Defelê.
No período 1967 a 1968, Djalma foi convocado mais cinco vezes para defender a Seleção do DF. A última delas aconteceu em 22 de setembro de 1968, na vitória de 1 x 0 sobre a URT, de Patos de Minas - MG.





sábado, 16 de maio de 2026

OS ARTILHEIROS: Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão - 2023


1º - Yuri Mamute (Brasiliense), 8 gols - foto;
2º - Matheus Barboza (Samambaia) e Marlon Maranhão (Taguatinga), 7;
3º - Lucas Victor (Paranoá), 6;
4º - Tobinha (Brasiliense), 5;
5º - Felipe Clemente (Ceilândia) e Tarta (Brasiliense), 4;
6º - Leozynho (Capital), Gabriel Guimarães (Ceilândia), João Carlos (Paranoá), Luquinhas, Juan Azevedo e Uederson (Real Brasília), Giovanny (Samambaia) e Watthimem (Santa Maria), 3;
7º - Ricardo Oliveira (Brasília), Hernane (Brasiliense), Manoel e Roger (Capital), Américo e Wandinho (Santa Maria), Paulo Rangel, Dedé e Daniel Guerreiro (Paranoá) e Gabriel Lima (Real Brasília), 2; e
8º - Borges, Careca, Hiwry, Júlio Carioca, Matheus, Mirandinha e Titico (Brasília), Aldo, Alvinho, Goduxo, Igor Souza e China, do Ceilândia, contra (Brasiliense), Deivid Souza, Fagner, Jordan Caique e Wisman (Capital), Dogão, Dudu, Filipe Cirne, João Afonso e Milla (Ceilândia), Diogo Oliveira, Emerson Silva, Júlio, Lucas, Michel Platini, Paolo, Rafael e Welton Heleno (Gama), Jayme (Paranoá), Guilherme, Igor Dutra, João Eric, Matheus Dias, Matheus Jesus, Maxwell e Ítalo, do Capital, contra (Real Brasília), Badhuga, Cabralzinho, Carlos, Gustavo Lila, Joãozinho e Wallace (Samambaia), Anderson e Thiago Magno (Santa Maria) e Henrique, Leozinho, Matheus Nolasco, Somália e Dedé, do Paranoá, contra (Taguatinga), 1 gol cada.



sexta-feira, 15 de maio de 2026

OS GOLEIROS DO FUTEBOL BRASILIENSE: Ronaldo Aranha


Considerado um dos três melhores goleiros revelados pelo futebol brasiliense em sua segunda fase, a partir de 1976, Ronaldo Mello da Silva, o Ronaldo Aranha, nasceu no Núcleo Bandeirante, em 15 de maio de 1964.

O apelido Aranha foi inventado pelo cronista esportivo Marcelo Ramos, porque ele usava uniformes pretos. Quando o apelido pegou, Ronaldo mandou bordar uma aranha amarela em um dos uniformes.

Quando começou a jogar bola, Ronaldo era centro-avante. Por preguiça de ter que correr num campo muito grande, acabou debaixo das traves.

Começou a jogar bola aos 14 anos, nas categorias de base do Dom Bosco, clube amador da Ceilândia.
Depois de lá, foi defender a meta em vários clubes de todo o Brasil.
No Distrito Federal foram 226 jogos válidos pelo campeonato brasiliense, assim discriminados:

Ceilândia (1982-1984) - 62 jogos
Taguatinga (1985-1987) - 44
Gama (1992) - 9
Ceilândia (1993) - 12
Ceilandense (1995) - 4
Brazlândia (1996-1997) - 36
Taguatinga (1998) - 2
Sobradinho (1999) - 15 e
Brazlândia (2000-2002) - 42 jogos.

Atuou ainda pelo Marília, Tupã e Taquaritinga, de São Paulo, Anapolina, Atlético Goianiense, Jataiense e Quirinópolis, de Goiás, Atlético Paranaense e Arapongas, do Paraná, Imperatriz, do Maranhão, e Catuense, da Bahia.
Passou oito anos fora do Planalto Central e quase foi parar no exterior. Quando jogava no Arapongas, acertou a negociação com o Larissa, da Grécia. Ele já estava de mala prontas, quando foi expulso de um jogo porque agrediu o árbitro. Tomou um ano de suspensão e perdeu o contrato.
Depois que parou de jogar, Ronaldo Aranha passou a trabalhar como preparador de goleiros.
No Brasiliense, onde trabalhou a partir de 2002, foi campeão brasileiro da Série B de 2004. Em processo de reestruturação administrativa, o Brasiliense dispensou Ronaldo em junho de 2005.
Passou a trabalhar nessa função no Ceilândia em 2006 e de 2011 a 2016 foi o treinador de goleiros do Sobradinho.
Quando atuava como jogador, teve como ídolo Zé Carlos, goleiro do Flamengo.



quinta-feira, 14 de maio de 2026

O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE: início do campeonato de futebol amador do Guará - 2005



Doze equipes disputaram, desde o dia 14 de maio, o Campeonato de Futebol Amador do Guará de 2005.
A competição foi organizada pela LIFAG - Liga de Futebol Amador do Guará e reuniu as seguintes equipes: Ah Muleke, Asa Branca, BDB, Brasil, CAM, Esparta, Iate Clube, Jardim, Maringá, Sport, Unimed e Verona.
Oito clubes passaram para a Segunda Fase, quando foram divididos em duas chaves: A - Ah Muleke!, Asa Branca, Esparta e Maringá e B - BDB, Brasil, CAM e Unimed.
Os semifinalistas foram conhecidos após a rodada de 3 de julho de 2005. Foram eles: Ah Muleke e Maringá, respectivamente primeiro e segundo na chave C e Brasil e Unimed, primeiro e segundo na Chave D.
No dia 24 de julho de 2005 aconteceram os jogos de ida das semifinais: 
A equipe do Ah Muleke! venceu o Unimed, por 2 x 1, e entraria em campo no jogo de volta com a vantagem de jogar pelo empate.
Maringá e Brasil passaram a precisar da vitória, pois ficaram no 1 x 1 no primeiro confronto. Se desse empate, a vaga seria decidida nas cobranças de pênaltis.
Uma semana depois, no dia 31 de julho, o Ah Muleke voltou a vencer o Unimed pelo mesmo marcador do jogo de ida: 2 x 1 e conquistou uma das vagas na final do torneio. A outra vaga ficou com o Maringá, que bateu o Brasil por 3 x 1.

Não faltou emoção na final, que aconteceu no dia 6 de agosto de 2005. Fernando abriu o placar para o Maringá. Duílio não deixou por menos e marcou para o Ah Muleke. Com o empate, a decisão foi para as cobranças de pênalti, quando o Maringá venceu por 5 x 4 e levantou o caneco de campeão pela segunda vez.
Jogadores utilizados pelo Maringá na campanha: Eda, Chagas (goleiro), Carlos Márcio, Edinho, Jiló, Dudu, Adílio, Tarcízio, Davi, Djalminha, Eder, Rafinha, Cristiano, Fred, Fernando, Anderson, Douglas, Mauro, Saulo, Dirson e Alex.
A Comissão Técnica foi formada por Pavão, Elízio, Ronaldo e Coxinha.
Artilheiros: Dário (Brasil) e Anderson (Maringá), com 7 gols.

quarta-feira, 13 de maio de 2026

FORMAÇÕES: Ribeiro F. C. - 1960


Formação do Ribeiro, time da construtora Ribeiro, que disputou o 1º jogo de futebol após a inauguração de Brasília, contra o Guará, no dia 1º de maio de 1960: vitória do Guará por 3 x 2.
Na foto estão, da esquerda para a direita, em pé: Cássio, Roberto, Lalá, Hélvio, Orlando I e Japonês; agachados: Zé Luís, Atílio, Nilo, Marianelli e Paulinho.
O uniforme era alvi-celeste.





terça-feira, 12 de maio de 2026

FICHA TÉCNICA: Kleber


Kleber Ponce Leones nasceu em Brasília (DF), no dia 12 de maio de 1962.
Começou nas categorias de base do Brasília Esporte Clube e, já no ano de 1980, obteve grande destaque em suas atuações. Primeiramente, integrando a Seleção Brasiliense de Juniores que realizou, de 18 de setembro a 3 de outubro de 1980, a primeira excursão que uma seleção brasiliense fez ao exterior (Bolívia e Peru). Tendo Ercy Rosa como técnico, juntamente com Kleber seguiram outros jogadores do Brasília, tais como Itiberê, Souza, Melquíades, Zé Maurício, Jussiê e Wando.
Posteriormente, integrou a Seleção Brasiliense de Juniores que disputou o III Campeonato Brasileiro de Seleções da categoria, em Goiânia-GO, contra Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. No dia 16 de novembro de 1980, Kleber marcou o gol do empate em 1 x 1 contra Goiás. No entanto, o selecionado brasiliense não passou para a fase seguinte. A seleção tinha o Brasília E. C. Como base e Ercy Rosa como treinador.

Seleção Brasiliense Juvenil
Para coroar o excelente ano, em dezembro sagrou-se campeão brasiliense da categoria de juvenis de 1980, após decisão do Brasília contra o Sobradinho, nos pênaltis.
O ano de 1981 continuou muito bom para Kleber. Fez sua estreia no time principal do Brasília no dia 10 de maio de 1981, no Pelezão, na vitória de 2 x 1 sobre o Taguatinga, válido pelo Torneio “Rádio Planalto”. O Brasília formou com Déo, Luisinho, Edson, Jonas Foca e Marco Antônio; Paulinho, Kleber (Santos) e Wander; Willians, Albeneir e Wando. Técnico: Ercy Rosa.
Também fez sua estreia no Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão no dia 19 de julho de 1981, no Pelezão, na vitória do Brasília sobre o Sobradinho, por 1 x 0.
O Brasília chegaria ao triangular final, junto com Guará e Taguatinga, mas não conquistaria o título de campeão.
Depois, como ainda tinha idade de juvenil, ajudou o Brasília a conquistar novamente o título brasiliense da categoria, desta vez de forma invicta, vencendo doze dos quatorze jogos que disputou.

Brasília - 1982
E no mês de dezembro, foi novamente convocado para a Seleção Brasiliense que disputaria o IV Campeonato Brasileiro de Seleções da categoria.
Em 1982, conquistaria seu primeiro título brasiliense como profissional, tendo disputado treze jogos com a camisa do Brasília e marcado dois gols. O primeiro gol foi assinalado no dia 3 de outubro de 1982, na vitória de 2 x 1 sobre o Sobradinho, no Pelezão.
Profissionalizou-se no mesmo ano de 1982 e sagrou-se tricampeão nos anos seguintes: 1983 e 1984. Conquistou o Troféu “Mané Garrincha” em duas oportunidades.
Permaneceria no Brasília até 11 de maio de 1986, quando disputou seu último jogo válido pelo Campeonato Brasiliense, empate de 0 x 0 com o Sobradinho, no Augustinho Lima.

Brasília - 1983
Neste ano, foi vice-artilheiro do Campeonato Brasiliense, com 12 gols (somente atrás de Joãozinho, do Taguatinga), com direito a um “hat-trick” na goleada de 6 x 2 sobre o Tiradentes, no Mané Garrincha, em 2 de abril de 1986.
Kleber foi, então, vendido para o futebol da Costa Rica, contratado pelo Municipal Puntarenas, onde fez sua estreia no dia 20 de julho de 1986, com vitória de 3 x 0 sobre o San Carlos. 
Seu primeiro gol na nova equipe aconteceu em 30 de novembro de 1986, em Nicoya, contra o Guanacaste.

Municipal Puntarenas
O Municipal Puntarenas era considerada uma equipe pequena e que nunca havia sido campeã nacional. 
Fazendo parceria no meio-de-campo com o costariquenho Carlos "Pistoncillo" Velazquez, Kleber sagrou-se campeão nacional em 1986. 
Conquistou o título de melhor jogador do campeonato, fato que viria a ocorrer também nas duas temporadas seguintes.
No Municipal Puntarenas, Kleber acumulou 192 partidas e 36 gols entre 1986 e 1993, tornando-se o estrangeiro com mais gols e jogos na história do clube.

Também participou em Costa Rica da temporada 1993-1994, pela equipe do Cartaginês, por onde disputou 26 jogos e assinalou cinco gols.
Seu último clube no país, em apenas cinco jogos, foi o Bethlehem, na temporada 1994-1995.
Foi para Portugal, onde passaria a integrar a equipe do Sporting, de Braga. Atuou em apenas dois meios tempos de jogo no campeonato português, tendo marcado um gol.
Abandonou o futebol em 1995 para dedicar-se aos estudos.
Graduado em Ciências Contábeis e pós-graduado em Segurança da Informação e Gerenciamento de Projetos, foi Superintendente de Segurança do Banco de Brasília por mais de dez anos e atualmente é Gerente de agência.