quarta-feira, 13 de maio de 2026

FORMAÇÕES: Ribeiro F. C. - 1960


Formação do Ribeiro, time da construtora Ribeiro, que disputou o 1º jogo de futebol após a inauguração de Brasília, contra o Guará, no dia 1º de maio de 1960: vitória do Guará por 3 x 2.
Na foto estão, da esquerda para a direita, em pé: Cássio, Roberto, Lalá, Hélvio, Orlando I e Japonês; agachados: Zé Luís, Atílio, Nilo, Marianelli e Paulinho.
O uniforme era alvi-celeste.





terça-feira, 12 de maio de 2026

FICHA TÉCNICA: Kleber


Kleber Ponce Leones nasceu em Brasília (DF), no dia 12 de maio de 1962.
Começou nas categorias de base do Brasília Esporte Clube e, já no ano de 1980, obteve grande destaque em suas atuações. Primeiramente, integrando a Seleção Brasiliense de Juniores que realizou, de 18 de setembro a 3 de outubro de 1980, a primeira excursão que uma seleção brasiliense fez ao exterior (Bolívia e Peru). Tendo Ercy Rosa como técnico, juntamente com Kleber seguiram outros jogadores do Brasília, tais como Itiberê, Souza, Melquíades, Zé Maurício, Jussiê e Wando.
Posteriormente, integrou a Seleção Brasiliense de Juniores que disputou o III Campeonato Brasileiro de Seleções da categoria, em Goiânia-GO, contra Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. No dia 16 de novembro de 1980, Kleber marcou o gol do empate em 1 x 1 contra Goiás. No entanto, o selecionado brasiliense não passou para a fase seguinte. A seleção tinha o Brasília E. C. Como base e Ercy Rosa como treinador.

Seleção Brasiliense Juvenil
Para coroar o excelente ano, em dezembro sagrou-se campeão brasiliense da categoria de juvenis de 1980, após decisão do Brasília contra o Sobradinho, nos pênaltis.
O ano de 1981 continuou muito bom para Kleber. Fez sua estreia no time principal do Brasília no dia 10 de maio de 1981, no Pelezão, na vitória de 2 x 1 sobre o Taguatinga, válido pelo Torneio “Rádio Planalto”. O Brasília formou com Déo, Luisinho, Edson, Jonas Foca e Marco Antônio; Paulinho, Kleber (Santos) e Wander; Willians, Albeneir e Wando. Técnico: Ercy Rosa.
Também fez sua estreia no Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão no dia 19 de julho de 1981, no Pelezão, na vitória do Brasília sobre o Sobradinho, por 1 x 0.
O Brasília chegaria ao triangular final, junto com Guará e Taguatinga, mas não conquistaria o título de campeão.
Depois, como ainda tinha idade de juvenil, ajudou o Brasília a conquistar novamente o título brasiliense da categoria, desta vez de forma invicta, vencendo doze dos quatorze jogos que disputou.

Brasília - 1982
E no mês de dezembro, foi novamente convocado para a Seleção Brasiliense que disputaria o IV Campeonato Brasileiro de Seleções da categoria.
Em 1982, conquistaria seu primeiro título brasiliense como profissional, tendo disputado treze jogos com a camisa do Brasília e marcado dois gols. O primeiro gol foi assinalado no dia 3 de outubro de 1982, na vitória de 2 x 1 sobre o Sobradinho, no Pelezão.
Profissionalizou-se no mesmo ano de 1982 e sagrou-se tricampeão nos anos seguintes: 1983 e 1984. Conquistou o Troféu “Mané Garrincha” em duas oportunidades.
Permaneceria no Brasília até 11 de maio de 1986, quando disputou seu último jogo válido pelo Campeonato Brasiliense, empate de 0 x 0 com o Sobradinho, no Augustinho Lima.

Brasília - 1983
Neste ano, foi vice-artilheiro do Campeonato Brasiliense, com 12 gols (somente atrás de Joãozinho, do Taguatinga), com direito a um “hat-trick” na goleada de 6 x 2 sobre o Tiradentes, no Mané Garrincha, em 2 de abril de 1986.
Kleber foi, então, vendido para o futebol da Costa Rica, contratado pelo Municipal Puntarenas, onde fez sua estreia no dia 20 de julho de 1986, com vitória de 3 x 0 sobre o San Carlos. 
Seu primeiro gol na nova equipe aconteceu em 30 de novembro de 1986, em Nicoya, contra o Guanacaste.

Municipal Puntarenas
O Municipal Puntarenas era considerada uma equipe pequena e que nunca havia sido campeã nacional. 
Fazendo parceria no meio-de-campo com o costariquenho Carlos "Pistoncillo" Velazquez, Kleber sagrou-se campeão nacional em 1986. 
Conquistou o título de melhor jogador do campeonato, fato que viria a ocorrer também nas duas temporadas seguintes.
No Municipal Puntarenas, Kleber acumulou 192 partidas e 36 gols entre 1986 e 1993, tornando-se o estrangeiro com mais gols e jogos na história do clube.

Também participou em Costa Rica da temporada 1993-1994, pela equipe do Cartaginês, por onde disputou 26 jogos e assinalou cinco gols.
Seu último clube no país, em apenas cinco jogos, foi o Bethlehem, na temporada 1994-1995.
Foi para Portugal, onde passaria a integrar a equipe do Sporting, de Braga. Atuou em apenas dois meios tempos de jogo no campeonato português, tendo marcado um gol.
Abandonou o futebol em 1995 para dedicar-se aos estudos.
Graduado em Ciências Contábeis e pós-graduado em Segurança da Informação e Gerenciamento de Projetos, foi Superintendente de Segurança do Banco de Brasília por mais de dez anos e atualmente é Gerente de agência.







segunda-feira, 11 de maio de 2026

HÁ 60 ANOS NO FUTEBOL BRASILIENSE: goleada da Seleção Paulista



Em benefício das obras do Estádio de Brasília, foi promovido um amistoso entre as seleções do Distrito Federal e de São Paulo no dia 11 de maio de 1966.
No dia 20 de abril foi designada a Comissão Técnica da Seleção do DF, assim formada: Supervisor - Carlos Magno Maia Dias; Técnico - Waldyr “Didi” de Carvalho e Assessor - Oswaldo Cruz Vieira. Além deles, foram requisitados os serviços de Ceninho (Preparador Físico do Rabello), Ulisses e Gavião (massagistas do Defelê) e Ceará (roupeiro do Defelê).
Os jogadores convocados (que se apresentaram no dia 22 de abril, visando o primeiro treino) foram:
GOLEIROS: Zé Walter (Rabello), Hélio (Colombo) e Dico (Colombo)
LATERAIS: Aderbal (Guará), Didi (Rabello), Wilson (Defelê) e Oliveira (Colombo)
ZAGUEIROS-CENTRAIS: Décio (Defelê), Chico Preto (Guará) e Lima (Rabello)
QUARTO-ZAGUEIROS: Sir Peres (Colombo), Juci (Colombo) e Arlindo (Grêmio)
ARMADORES: João Dutra e Zé Maria (Rabello), Paulista (Colombo), Walter Moreira e Elmano (Defelê)
PONTEIROS-DIREITO: Zezé (Rabello) e Bawany (Defelê)
CENTRO-AVANTES: Otávio e Djalma (Rabello), Fernandinho (Defelê), Sabará (Luziânia) e Zezão (Pederneiras)
PONTEIROS-ESQUERDO: Crispim (Colombo), Sabarazinho (Defelê) e Reinaldo (Rabello).
Posteriormente, foram convocados: Beto Pretti e Jair (Rabello), Alaor Capella (Defelê), Cid e Baiano (Colombo)
Pelo lado dos paulistas, no treino de 9 de maio, no Pacaembu, foram cortados Toninho, Abel, Almir e Mengálvio. Por conta dos cortes, o técnico Aimoré Moreira teve que fazer várias improvisações no treinamento coletivo, ao ponto de improvisar os goleiros Félix e Suli na ponta-direita do time reserva. O treino durou 70 minutos, em dois tempos de 35. O time titular jogou melhor que no último treino e goleou os reservas por 5 x 1. Os quadros foram estes:
TITULARES: Félix (Laércio), Osvaldo Cunha, Mauro, Jurandir e Edilson; Benê e Ademir da Guia (Suingue); Prado, Coutinho, Babá e Pepe (Tupãzinho).
RESERVAS: Laércio (Suli), Renato, Oberdan, Haroldo e Ferrari; Joel e Suingue (Ademir da Guia); Suli (Félix), Ademar Pantera, Júlio Amaral e Tupãzinho (Pepe).
João Mendonça Falcão, presidente da Federação Paulista de Futebol, chefiou a delegação que contou com os seguintes membros: Supervisores - Pedro Fischetti e João Atala; Técnicos: Aimoré Moreira e Mário Travaglini; Médico - João Zerillo; Preparador Físico - Júlio Mazzei; Massagistas - Reis e Osvaldo; Árbitro - Olten Aires de Abreu e 21 jogadores: Félix, Láercio, Suli, Osvaldo Cunha, Renato, Mauro, Oberdan, Jurandir, Haroldo, Edilson, Ferrari, Suingue, Joel, Benê, Ademir da Guia, Prado, Coutinho, Babá, Tupãzinho, Ademar Pantera e Pepe.
No dia do jogo, confirmando seu favoritismo, a Seleção Paulista foi além das expectativas, marcando fácil vitória pela contagem de 8 x 0, estabelecendo 4 x 0 ao término do 1º tempo.
A rigor, somente nos primeiros quinze minutos de jogo os brasilienses conseguiram oferecer resistência. Depois, foram cedendo aos poucos, até que surgisse o domínio completo dos paulistas, que não tiveram qualquer dificuldade em conseguir a ampla vitória. Pode-se mesmo dizer que a seleção paulista teve uma exibição de gala, porém diante de um adversário tecnicamente inferior mas que lutou com todos os seus recursos, indo além de suas possibilidades em opor resistência ao adversário.
Outros detalhes do jogo:
SELEÇÃO DO DISTRITO FEDERAL 0 x 8 SELEÇÃO DE SÃO PAULO
Árbitro: Olten Aires de Abreu
Gols: Babá, 12; Coutinho, 21 e 25; Babá, 35; Pepe, 50; Tupãzinho (pênalti), 54; Pepe, 70 e Ademar (pênalti), 83.
DISTRITO FEDERAL: Zé Walter (Dico), Aderbal, Décio, Sir Peres e Wilson Godinho; Zé Maria e Reinaldo; Sabará (Zezé), Walter Moreira (Otávio), Fernandinho (Baiano) e Cid.
SÃO PAULO: Félix (Suli), Osvaldo Cunha (Renato), Mauro (Oberdan), Jurandir (Joel) e Edilson (Ferrari); Benê (Joel) e Ademir da Guia (Suingue); Prado, Coutinho (Ademar), Babá (Tupãzinho) e Pepe (Haroldo). Técnicos: Mário Travaglini e Aimoré Moreira.
O dia seguinte (12) foi de passeios pela cidade para os paulistas. Na parte da tarde, os integrantes da delegação paulista foram recebidos em audiência especial pelo presidente Castelo Branco. Em nome dos jogadores, o zagueiro Mauro entregou ao chefe do governo uma bandeja de prata.
Na sexta-feira, 13 de maio, viajaram para Goiânia, onde, na tarde de domingo (15), enfrentaram a seleção de Goiás. A Seleção Paulista derrotou a Goiana, em Goiânia, por 3 x 0, gols de Babá (2) e Tupãzinho.
Nota:
A seleção paulista também era chamada de “Seleção B do Brasil”.


domingo, 10 de maio de 2026

ESQUECIDOS PELO TEMPO: Augustinho Guiotti



NOME COMPLETO: Augustinho Guiotti
APELIDO: Augustinho
LOCAL E DATA DE NASCIMENTO: Pires do Rio (GO), 10 de maio de 1945.
POSIÇÃO EM CAMPO: Ponta Direita.

LINHA DO TEMPO

Ainda jovem começou a jogar futebol em sua cidade, no Pires do Rio Futebol Clube.
Veio para o Distrito Federal em 1960.
Depois passou por Formosa (GO) e Grêmio e Ipiranga, de Anápolis (GO).
No futebol do DF começou nos juvenis do Rabello, em 1965. Neste mesmo ano, andou participando dos treinamentos, sempre na equipe de reservas.
Em benefício da Sociedade Pestalozzi do Distrito Federal, a Federação Desportiva de Brasília promoveu um amistoso entre o Rabello e uma seleção formada por jogadores dos demais times que disputaram o campeonato, no dia 8 de dezembro de 1965, no estádio Paulo Linhares, com portões abertos. Esse jogo marcou a estreia de Augustinho no time principal, entrando no segundo tempo no lugar de Zezé. O Rabello formou com Zé Walter, Jair (Lima), Mello, Candão e J. Pereira; Pedrinho (Moacir) e Beto Pretti (Tião) (Didi); Zezé (Augustinho), Djalma, Invasão e Zoca (Raimundinho) (Zé Maria).
Começando como titular, seu primeiro jogo no Rabello aconteceu pouco depois, no dia 23 de janeiro de 1966, em um amistoso contra a Seleção de Taguatinga, vencido pelo Rabello por 3 x 1. A escalação do Rabello foi essa: João (Zé Maria II), Ulisses (Leocádio), Lima, Jairo (Vanderlei) e Wilson; Moacir e Pedrinho (Beto Pretti); Augustinho, Didi (Zezé), Ceninho (Zé Maria I) e Raimundinho.

Augustinho, em uma das viagens da seleção
do DF, ao centro, de camisa escura
Já a estreia no Campeonato Brasiliense de profissionais se deu em 17 de julho de 1966, no estádio Paulo Linhares, quando Rabello e Pederneiras empataram em 3 x 3. Formou o Rabello com Zé Walter, Aderbal, Gegê, Mello e J. Pereira; Zé Maria e Beto Pretti; Augustinho (Invasão), Zezé, Otávio e Arnaldo.
Pelo Rabello, conquistou o título de campeão brasiliense de profissionais de 1966. Também revezou com Zezé a titularidade da ponta-direita do Rabello na Taça Brasil de 1966.
Passou o ano de 1967 quase todo na reserva do Rabello.
Em 1968, disputou alguns amistosos com a camisa do Defelê e, quando, em julho de 1968, a Federação Desportiva de Brasília decidiu pela organização de uma seleção profissional de futebol, em caráter permanente, Augustinho, como atleta do Rabello, foi um dos convocados.
Na seleção do DF, disputou quatro amistosos em 1968, um contra o Coenge, do Gama (DF), um com a URT, de Patos de Minas-MG, outro com o CRAC, de Catalão-GO e o último contra o Palmeiras, de Mineiros-GO. Foram três empates e uma vitória.

Flamengo, de Taguatinga: na ponta-direita
Disputou o Campeonato Brasiliense de 1969 pelo Flamengo, de Taguatinga, e, após a sua realização, transferiu-se para o Coenge, do Gama.
A estreia no alvinegro do Gama aconteceu em 24 de novembro de 1969, no estádio Pelezão, na vitória de 1 x 0 sobre o Grêmio Brasiliense, válido pelo taça “Tira Teima”.
Em 1970, disputou o Campeonato Brasiliense e o Torneio “Governador Hélio Prates da Silveira”.
Ainda disputaria, pelo Coenge, o Torneio “Governador do Distrito Federal” de 1971, transferindo-se, logo depois, para o Grêmio Esportivo Brasiliense, time pelo qual fez sua estreia no dia 18 de setembro de 1971, no Pelezão, no empate diante do Colombo (1 x 1). O Grêmio formou com Cláudio, Lúcio, Maninho, Mauro e Wilson Godinho; Orlando e Nemias (Divino); Augustinho, Invasão, Sérgio Augusto (Santos) e Eduardo. Técnico: Bugue.
Voltaria a ser convocado para defender a seleção do DF para o amistoso contra o Luziânia, em 7 de março de 1971, com vitória do selecionado por de 3 x 2, porém, não participou do jogo.
Em 1972 fez parte da equipe do Ceub (que estava sendo montada para representar o futebol do DF no Campeonato Brasileiro de 1973), tendo disputado dois amistosos contra dois grandes clubes do futebol brasileiro: no dia 4 de junho de 1972, no empate em 0 x 0 com o Cruzeiro, de Belo Horizonte-MG, ocasião em que Garrincha esteve atuando pelo clube brasiliense, que apresentou a seguinte formação: Zé Walter, Aderbal, Lúcio, Noel e Serginho; Darse (Augustinho) e César; Garrincha (Procópio) (Carlos Alberto), Hermes, Cláudio Garcia e Dinarte. Técnico: Carlos Morales. O outro amistoso foi no dia 25 de junho de 1972, também terminado empatado (1 x 1), diante do Flamengo, do Rio de Janeiro. Neste jogo, Augustinho começou como titular.

O último clube do DF em que Augustinho atuou foi o Canarinho, quando da disputa do Campeonato Brasiliense de 1976, que foi o primeiro da nova era do profissionalismo no Distrito Federal. No dia 5 de junho de 1976, o Canarinho venceu o Gama, por 1 x 0, no Pelezão, atuando com essa formação: Itamar, Cruzeiro, Ivã, Toinho e Diogo; Nilton, Peba e Roberto; Chiquinho (Augustinho), Belo e Juvêncio (Mauro). Técnico: João da Silva.
Logo depois, Augustinho encerrou a carreira, devido a uma lesão no joelho. Montou uma escola em Taguatinga, o Centro Educacional Brasil Central, onde é diretor e administra um pequeno museu do futebol, chamado de “Brasileirinho”, onde estão eternizadas emoções vividas nas Copas do Mundo (que acompanha desde 1990), com fotos de jogadores e técnicos, uniformes autografados, bolas oficiais e muito mais dos lugares por onde passou. (curiosidade: Augustinho é tio do zagueiro do Chelsea, David Luiz).
Não acompanhava o futebol local até o surgimento do Brasiliense, pelo qual passou a torcer e acompanhar em vários jogos. Desde 2005, Augustinho separou uma parede de seu acervo Brasileirinho só para o Brasiliense. Ali, fotos emolduradas dos times campeões do DF e camisas autografadas e devidamente preservadas. Entre as preciosidades, o poster de campeão do primeiro título da história do Brasiliense, o da Segunda Divisão de 2000.

Registro:
No dia 17 de outubro de 1966, no perigoso trevo da rodovia Anápolis-Goiânia, Augustinho esteve envolvido em acidente gravíssimo, quando um caminhão tanque se chocou com o carro que dirigia, vindo de Pires do Rio. O caminhão tanque ficou de rodas para o ar, derramando gasolina por toda a pista, não se registrando explosão por milagre. O caminhão era dirigido por Marciano Esaú Mendonça, residente em Brasília, e que faleceu no Hospital Evangélico Goiano. Augustinho ficou bastante ferido, a exemplo das outras sete pessoas que se encontravam no interior do caminhão.




sábado, 9 de maio de 2026

FICHA TÉCNICA: Perivaldo


Erivaldo Rocha dos Anjos, o Perivaldo, nasceu em 9 de maio de 1982, em São Francisco, no norte de Minas Gerais.
O zagueiro Perivaldo foi revelado pelo Grêmio Esportivo Valparaíso, de Valparaíso (GO), com 20 anos. Por este clube disputou o Campeonato Brasiliense da Segunda Divisão de 2001.
Em 2002 disputou o Campeonato Brasiliense da Segunda Divisão de 2002 pelo Santa Maria.
Nos anos de 2003 a 2005 foi jogador do Gama. Fez parte do time campeão brasiliense de 2003 e do que fez ótima campanha na Copa do Brasil de 2004.
No final de 2005, foi para o Luziânia, indicado pelo técnico Everton Goiano. Estreou no dia 31 de dezembro de 2005, em partida amistosa realizada no estádio Onésio Alvarenga, em Goiânia, na vitória por 2 x 0 sobre o Vila Nova local.
Marcou o seu primeiro gol com a camisa do Luziânia no dia 2 de abril de 2006, na vitória por 3 x 1 frente ao Ceilândia, no estádio Serra do Lago.
Sua passagem pelo Luziânia em jogos oficiais é assim definida:

ANO

COMPETIÇÕES

JOGOS

GOLS

2006

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

13

1

2007

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

10

1

2008

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

8

1

2009

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

13

2

2010

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

10

 

2011

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

11

2

2012

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

15

 

2013

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

10

1

2013

COPA DO BRASIL

2

 

2014

CAMPEONATO BRASILEIRO 4D

8

 

2014

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

17

 

2015

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

13

 

2015

COPA DO BRASIL

1

 

2015

COPA VERDE

2

 

2016

CAMPEONATO BRASILEIRO 4D

6

 

2016

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

16

1

2017

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

12

 

2017

COPA DO BRASIL

1

 

2017

COPA VERDE

2

 

2018

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

15

 

2019

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

12

1

2021

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

15

1

2022

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

4

 

2023

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

7

1

 

TOTAL

223

12


Como capitão do time do Luziânia levantou os troféus dos campeonatos brasilienses de 2014 e 2016.

Quando não estava defendendo o Luziânia, esses foram os demais clubes que Perivaldo jogou:
2006 - Disputou o Campeonato Brasileiro da Série C pelo Ceilândia.
2007 - Campeonato Brasiliense da Segunda Divisão pelo Legião.
2008 - Brasiliense da Primeira Divisão e Brasileiro da Série C pelo Legião.
2009 - Campeonato Brasileiro da Série B pelo Brasiliense (além disso defendeu o União, de Rondonópolis, na Copa Governador do Estado do Mato Grosso, novamente por indicação do treinador Everton Goiano).
2011 - Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão no CFZ.
2012 - Brasileiro da Série D pelo Ceilândia.
2013 - Divisão de Acesso do Campeonato Goiano no Caldas Novas.
2020 - Brasiliense da Primeira Divisão pelo Real Brasília e da Segunda pelo Santa Maria.

Em todos os anos que Perivaldo atuou pelos clubes do DF, de 2001 a 2023, conseguimos contabilizar 304 jogos e 15 gols marcados.

Colaboração: José Egídio Pereira Lima.