terça-feira, 14 de julho de 2026

OS GOLEIROS DO FUTEBOL BRASILIENSE (in memoriam): Hélio


Hélio Antônio Alcântara da Silva nasceu em Belo Horizonte-MG, no dia 14 de julho de 1950.
Em 1968, começou sua carreira de goleiro nos juvenis do Esporte Clube Renascença, time do bairro da Renascença, na região nordeste de Belo Horizonte.
Disputou o Campeonato Mineiro de juvenis de 1969 pelo Itaú Esporte Clube, time da Companhia de Cimento Portland Itaú, da cidade de Itaú de Minas.
Depois que a então Confederação Brasileira de Desportos - CBD (atual CBF) alterou o limite de idade para os juvenis, Hélio ficou quatro anos sem jogar futebol.
Só voltou aos gramados em 1974, contratado pelo América, de Belo Horizonte, no ano em que começava a surgir na ponta-esquerda do clube Éder Aleixo.
Uma das partidas com Hélio no gol do América foi contra o Ceub, de Brasília, no dia 10 de dezembro de 1975, pelo Torneio Interestadual Roquete Reis, em Vitória-ES. O Ceub venceu por 1 x 0.

América-MG
Como o América tinha bons goleiros, Hélio permaneceu muito tempo na reserve do time, até que, no começo de 1976, foi emprestado ao Guarani, de Divinópolis, onde disputou o Campeonato Mineiro da Primeira Divisão, terminando numa brilhante colocação: quinto lugar.
Em 25 de junho de 1977, Hélio estreava na meta do CRB, de Maceió-AL, no lugar do até então titular César. Era a primeira rodada do Superturno (decisão do Campeonato alagoano) e o CRB venceu por 1 x 0, formando com Hélio, Chiquito, Marcos, Itamar e Paulo Renato; Deco e Mundinho; Roberval; Alex (Rubem Salim), Gilmar e Silva.
No dia 18 de setembro de 1977, no Rei Pelé, aconteceu a decisão do Campeonato, quando o CRB venceu o CSE, por 2 x 1, formando com Hélio, Chiquito, Pires, Marcos e Flávio; Deco e Rubem Salim; Gilmar, Mundinho, Dirceu (Ésio) e Silva. No Campeonato Brasileiro de 1977, o CRB realizou uma péssima campanha (44º lugar entre 62 equipes). Uma das duas vitórias do CRB na competição foi sobre o Sport Recife, em 20 de novembro de 1977, no Rei Pelé: 6 x 4.

Retornou ao América-MG e de lá veio definitivamente contratado pelo Gama. Sua estreia aconteceu no dia 3 de junho de 1979, no Bezerrão, na vitória de 1 x 0 sobre o Sobradinho, válido pelo Campeonato Brasiliense. Formou o Gama com Hélio, Newton (Carlão), Kidão, Décio (Santana) e Manoel Silva; Jairo, Niltinho e Péricles; Careca, Fantato e Robertinho. Técnico: Jaime de Souza Santos.
Profetizando, o preparador de goleiros do Gama na época, o saudoso Raspinha, disse sobre Hélio: “tem tudo para vencer na Capital Federal devido a sua experiência e a ótima forma técnica que ostenta no momento”.
Hélio teve atuação destacada no dia 19 de agosto de 1979, na decisão do Campeonato Brasiliense, no Pelezão, quando o Gama venceu o Brasília, por 2 x 1, impediu o tetracampeonato do adversário e conquistou o primeiro título de campeão brasiliense de sua história. Hélio foi o goleiro menos vazado do campeonato.

Logo após o Campeonato Brasiliense de 1979, a Editoria de Esportes do Correio Braziliense escolheu os melhores do ano. A “Seleção do Ano” foi dividida em “A” e “B”. Hélio fez parte da B.
Já a “Seleção do Ano” para a Associação Brasiliense de Cronistas Desportivos – ABCD, ficou assim constituída: Hélio (Gama), Aldair (Taguatinga), Kidão (Gama), Luís Carlos (Brasília) e Odair (Gama); Well (Brasília), Péricles (Gama) e Banana (Brasília); Roldão (Gama), Fantato (Gama) e Robertinho (Gama).
Hélio foi vice-campeão brasiliense em 1980, tendo participado de 24 jogos pelo Gama e foi o segundo goleiro menos vazado, somente perdendo o primeiro lugar para Déo, do campeão Brasília.
Conquistou o Torneio Centro-Oeste de Seleções, patrocinado pela CBF, disputando duas partidas contra a Seleção de Goiás, nos dias 21 e 24 de abril de 1980. Poucos dias depois, Hélio foi o goleiro titular da Seleção do DF que venceu a Seleção Brasileira de Novos, por 1 x 0, no dia 1º de maio de 1980.

Seu ultimo jogo pelo Gama foi em 2 de novembro de 1980, no Bezerrão, no empate em 2 x 2 com o Sobradinho.
Depois disso, deixou o Gama e foi para o Fabril, de Lavras, onde disputou o Campeonato Mineiro da Segunda Divisão de 1981. O Fabril ficou em quinto lugar na competição.
Em 1982, foi para a A. E. Guaratinguetá, disputar o Campeonato Paulista da Segunda Divisão.
Retornou ao Gama em 1983, fez sua reestreia no dia 6 de março de 1983, no amistoso em Goianésia-GO, no empate em 1 x 1, substituindo o goleiro Toinho, que seria titular do Gama na maioria dos jogos do clube na temporada. Foi o goleiro titular no título do Torneio Início, conquistador no dia 8 de maio de 1983, no Bezerrão, após empate em 0 x 0 com o Sobradinho no tempo regulamentar e vitória na decisão por pênaltis. Pelo Campeonato Brasiliense foram onze jogos.
No início do 3º turno do Campeonato Brasiliense de 1983, no empate em 0 x 0 com o Sobradinho, no dia 31 de agosto de 1981 Hélio passou a ser treinador do Gama, em substituição a Pedro Pradera. Foram 21 jogos à frente da equipe. Sua última partida foi em 23 de novembro de 1983, no Bezerrão, com vitória do Tiradentes por 3 x 1.
Voltou a ser goleiro no Campeonato Brasiliense de 1984, defendendo o arco do Taguatinga. Disputou 16 jogos.
Parou com o futebol por um período e, em 1985, foi morar rem Belo Horizonte.
Em 1986, trabalhou como treinador do Paraense Esporte Clube, de Pará de Minas-MG.

Daí em diante passou a trabalhar como treinador de goleiros em diversas equipes do futebol brasileiro: 1990 (campeão brasiliense) e 1991, no Gama; 1992, no Taguatinga; em 1993, na Desportiva Ferroviária-ES, Gama e Goiatuba-GO; 1994, no Itumbiara-GO e de 1995 a 2005, no Gama.
Passou a trabalhar com projetos sociais no Governo do Distrito Federal, exercendo o cargo de Supervisor de Iniciação Profissional, do Núcleo de Profissionalização, da Unidade de Internação do Recanto das Emas e de São Sebastião, da Secretaria de Estado de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude do Distrito Federal.
Depois que se aposentou, continuou batendo sua bolinha nos campeonatos de veteranos de clubes sociais de Brasília.
Apesar de sua baixa estatura, Hélio tinha um excelente posicionamento e uma grande elasticidade, comprovada pelos vôos espetaculares em suas defesas.
Faleceu no dia 20 de agosto de 2022.



segunda-feira, 13 de julho de 2026

ESQUECIDOS PELO TEMPO: Barão


Antônio Carlos Nicolau, o Barão, nasceu no dia 13 de julho de 1955, em São Paulo (SP).
Começou a jogar futebol aos 13 anos, na escolinha do Cruzeiro, de Belo Horizonte (MG), e foi jogador ao lado dos irmãos gêmeos Robério e Rogério, de Brasília, quando estes estiveram naquele clube.
Foi emprestado ao Nacional, de São Paulo (SP), e lá disputou o Paulistinha, torneio classificatório para o Campeonato Paulista.
Logo depois, retornou a Belo Horizonte, e o Cruzeiro o emprestou novamente, desta vez para a Anapolina (GO), onde ficou nos anos de 1977 a 1979, tendo disputado o Campeonato Brasileiro da Série A em 1978.
Com a vinda de David Santos para o Gama, ele acompanhou o treinador. Com ele vieram Roberto Chaves e Luís Carlos. Os dois conseguiram se encaixar no time e Barão sobrou.
Quando Edilson Braga soube do não aproveitamento de Barão pelo Gama, foi lá buscá-lo para o Guará.
No Guará, tornou-se o termômetro da equipe e o homem que controlava as reações de seus companheiros. Acalmava a partida quando devia com passes laterais ou segurando a bola. Era um marcador implacável e que cobria a cabeça de área com muita perfeição, sendo uma das peças mais importantes do Guará.
Sua estreia no Guará aconteceu no dia 20 de abril de 1980, um amistoso no CAVE, quando o Guará foi derrotado pelo Comercial, de Planaltina, por 1 x 0.
De forma oficial, pelo campeonato brasiliense, o primeiro jogo com a camisa do Guará foi em 25 de maio de 1980, também no CAVE, no empate de 1 x 1 com o Ceilândia.

Foram 22 jogos no total e apenas um gol, o seu primeiro com a camisa do Guará, no dia 3 de julho de 1980, no Serejão, na vitória de 4 x 3 sobre o Tiradentes. Também marcaria um gol no dia 23 de março de 1980, em Cuiabá, na derrota de 2 x 1 para o Operário-VG, pelo Campeonato Brasileiro da Série B.
No final do ano, foi escolhido pelos jornais Correio Braziliense e Jornal de Brasília para fazer parte da “Seleção do Ano”, na posição de volante.
No ano de 1981, foi emprestado ao Gama para disputar o Campeonato Brasileiro da Série B, competição iniciada em 11 de janeiro.
Depois, de 8 de março a 23 de abril de 1981, sagrou-se campeão do Torneio Centro-Oeste (competição regional que reuniu clubes do DF e de Goiás), ainda defendendo o Gama.
Para o Campeonato Brasiliense de 1981, retornou ao Guará, tendo disputado 21 jogos e marcado mais um gol, o da vitória de 1 x 0 do Guará sobre o Taguatinga, no CAVE.

Novamente foi votado para fazer parte da Seleção do Ano escolhida pelo Jornal de Brasília, o segundo ano consecutivo.
Pouco antes, mais precisamente no dia 17 de novembro de 1981, Barão foi emprestado ao Brasília para fazer parte da delegação que excursionou por gramados do Paraná e Santa Catarina.
O ano de 1982 foi o melhor na carreira de Barão. Inicialmente, não pôde colaborar para uma melhor campanha do Guará no Campeonato Brasileiro da Série B, de 24 de janeiro a 7 de fevereiro, não conseguindo classificação para a fase seguinte. Depois, veio a recuperação com a melhor campanha do Guará nos últimos anos, levando o clube ao vice-campeonato brasiliense, perdendo o título de campeão para o Brasília, após três partidas disputadíssimas (0 x 1, 1 x 1 e 0 x 0). Foi um total de 29 jogos e um gol marcado.
No dia 25 de julho de 1982 foi convocado pela primeira vez para a Seleção Brasiliense que realizaria uma excursão por gramados da África e da Ásia. Antes da excursão, esse selecionado disputou alguns amistosos contra times locais e Barão esteve em dois deles. Posteriormente, a excursão foi cancelada.
No mês de dezembro, em pesquisa feita pelo jornal Correio Braziliense junto a repórteres de rádio, TV e jornal que fizeram a cobertura do Campeonato Brasiliense, para indicar os jogadores que mais se destacaram no futebol em 1982, Barão fez parte da “seleção dos melhores” e, por ser o único a figurar em todas as relações, foi eleito o “craque do campeonato”.
Ainda no mês de dezembro, mais precisamente no dia 25, integrou a Seleção da AGAP - Associação de Garantia ao Atleta Profissional/DF que enfrentou um time amador de Planaltina, o Londrina, naquela que seria a última partida da vida de Mané Garrincha (morreria poucos dias depois, em 20 de janeiro de 1983).

De 22 de janeiro a 20 de fevereiro de 1983 novamente disputou o Campeonato Brasileiro da Série B pelo Guará e desta vez fez uma campanha melhor, faltando muito pouco para se classificar para a Segunda Fase, ficando atrás de Americano e Bangu, ambos do Rio de Janeiro, e na frente do Vitória (BA).
Logo depois, no interminável campeonato brasiliense que levou sete meses de duração, conseguiu a incrível marca de disputar 44 das 51 partidas pelo Guará (marcando três gols). Novamente o Guará ficou com o vice-campeonato, após vencer, no triangular final, o Taguatinga, e ser derrotado pelo Brasília.
No transcorrer desse campeonato, foi convocado mais três vezes para a Seleção Brasiliense: duas para enfrentar a Seleção do Sul, em jogos beneficentes em favor das vítimas das enchentes que assolaram o sul do Brasil, e a outra para jogar contra a Seleção Brasileira de Novos.
Pelo quarto ano consecutivo foi escolhido, pelo Jornal de Brasília, para fazer parte da Seleção do Ano na posição de volante.
O ano de 1984 foi o último de Barão no futebol brasiliense. De 29 de janeiro a 25 de fevereiro, defendeu o Brasília no Campeonato Brasileiro da Série A. Logo depois, de 14 a 29 de abril, ajudou o Guará a tornar-se campeão do II Torneio Centro-Oeste. Por último, de 12 de maio a 8 de dezembro, disputou 24 jogos pelo Guará no Campeonato Brasiliense, marcando 3 gols.
Barão é o quarto jogador a vestir mais vezes a camisa do Guará em jogos do campeonato brasiliense: 140. Na frente dele, apenas Niltinho, com 158, Éder Antunes, com 160, e Luiz Fernando, com 194.



domingo, 12 de julho de 2026

JOGOS INUSITADOS: Botafogo-Sobradinho x Botafogo-RJ - 1996


No dia 5 de março de 1996 o Sobradinho Esporte Clube passou a se chamar Botafogo Sobradinho Futebol Clube.
O acordo foi fechado entre o Presidente do Botafogo carioca, Carlos Augusto Montenegro, e o representante do alvinegro do Rio de Janeiro em Brasília, Délio Cardoso, empossado como Presidente do novo clube. O Diretor de Futebol do Botafogo Sobradinho seria Nilton Santos.
Pelo contrato, alguns jogadores reservas do time carioca disputariam o campeonato do DF e os que se destacassem retornariam ao Rio de Janeiro, com chances de entrar na equipe principal do Botafogo.
Os jogadores emprestados ao Botafogo Sobradinho foram: o goleiro Arilson (irmão de Célio Silva, na época no Corinthians), lateral-direito Eliomar, zagueiros Fabiano e Alessandro, meias Márcio Borges, Arcelino, Dedé e Pardal e os atacantes Big e Junior. O treinador era Dé Aranha.
A estreia oficial do Botafogo Sobradinho aconteceu no dia 10 de março de 1996, no Augustinho Lima, com vitória sobre o Comercial, do Núcleo Bandeirante, por 4 x 1. O primeiro gol foi marcado por Dedé.

BOTAFOGO SOBRADINHO 1 x 1 BOTAFOGO (RJ)
Data: 12 de julho de 1996
Local: Augustinho Lima, Sobradinho
Árbitro: Sérgio Carvalho (DF)
Gols: Bentinho, 38 e Oliveira, 75
BOTAFOGO SOBRADINHO: Arilson, Alexandre (Cílio), Fabiano, Alessandro e Edilson; Arcelino, Oliveira (Juninho) e Dedé (Simbo); Dimba, Junior (Túlio) (Pardal) e Dejair. Técnico: Dé Aranha.
BOTAFOGO-RJ: Alex, Wilson Goiano, Alemão, Jefferson e André Silva; Souza, Otacílio, Marcelo Alves (Julinho) e Bentinho; Mauricinho e Túlio (Marco Aurélio). Técnico: Ricardo Barreto.
Nota: Túlio atuou um tempo em cada time.



FICHA TÉCNICA: Paulo Henrique





NOME COMPLETO: Paulo Henrique da Silva
APELIDO/NOME DE GUERRA: Paulo Henrique
POSIÇÃO: Lateral
DATA e LOCAL DE NASCIMENTO: 12.07.1972, Brasília (DF)
REGISTRO CBF nº 116.479

CARREIRA NO FUTEBOL DO DF

ANOS

COMPETIÇÕES

CLUBES

JD

GM

TÍTULOS

1990

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

PLANALTINA

1

1991

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

PLANALTINA

10

1992

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

PLANALTINA

18

1993

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

PLANALTINA

35

9

1994

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

GAMA

20

1

Campeão brasiliense da Primeira Divisão - 1994

1995

CAMPEONATO BRASILEIRO 3D

GAMA

9

1

1995

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

GAMA

25

2

Campeão brasiliense da Primeira Divisão - 1995

1995

COPA DO BRASIL

GAMA

2

1996

CAMPEONATO BRASILEIRO 2D

GAMA

6

1

1996

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

GAMA

7

2

1996

COPA DO BRASIL

GAMA

1

1997

CAMPEONATO BRASILEIRO 2D

GAMA

15

1997

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

GAMA

16

2

Campeão brasiliense da Primeira Divisão - 1997

1997

COPA DO BRASIL

GUARÁ

1

1998

CAMPEONATO BRASILEIRO 2D

GAMA

19

2

Campeão Brasileiro da Série B - 1998

1998

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

GAMA

21

6

Campeão brasiliense da Primeira Divisão - 1998

1998

COPA DO BRASIL

GAMA

1

1999

CAMPEONATO BRASILEIRO 1D

GAMA

17

1999

COPA CENTRO OESTE

GAMA

1

2000

CAMPEONATO BRASILEIRO 1D

GAMA

19

2000

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

GAMA

14

1

Campeão brasiliense da Primeira Divisão - 2000

2001

CAMPEONATO BRASILEIRO 1D

GAMA

15

2001

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

GAMA

11

Campeão brasiliense da Primeira Divisão - 2001

2001

COPA CENTRO OESTE

GAMA

1

2001

COPA DO BRASIL

GAMA

4

2002

CAMPEONATO BRASILEIRO 1D

GAMA

18

2002

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

GAMA

4

2002

COPA CENTRO OESTE

GAMA

4

2002

COPA DO BRASIL

GAMA

1

2004

CAMPEONATO BRASILEIRO 3D

CEILÂNDIA

5

2004

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

CEILÂNDIA

4

2004

TAÇA BRASÍLIA

CEILÂNDIA

10

3

Vice-campeão da I Taça Brasília - 2004

2005

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

CEILÂNDIA

6

2006

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

PARANOÁ

1

TOTAL

342

30


OUTROS CLUBES:
Guarani, de Campinas (SP) - 2003
Vitória, de Salvador (BA) - 2000

SELEÇÃO DO DF

Em duas ocasiões Paulo Henrique integrou a Seleção de Futebol do Distrito Federal. A primeira, em 14 de agosto de 1992, como jogador do Planaltina, no empate com o Flamengo (RJ), em 1 x 1, substituindo Chaguinha. Na segunda, em outro amistoso, contra o Botafogo (RJ) - 0 x 0, começando o jogo como titular (aqui já era jogador do Gama).

PRÊMIOS INDIVIDUAIS

Em 1994 foi premiado com o Troféu “Mané Garrincha”, por ter sido considerado o melhor lateral-direito do Campeonato Brasiliense desse ano.