quinta-feira, 5 de novembro de 2026

ESQUECIDOS PELO TEMPO: Augusto



 

NOME COMPLETO: Augusto Pedro de Souza

APELIDO: Augusto

LOCAL E DATA DE NASCIMENTO: Brasília (DF), 5 de novembro de 1968

POSIÇÃO: Lateral-Esquerdo e Meia-Armador


CARREIRA COMO JOGADOR

 

PERÍODOS

CLUBES

REGISTROS

1987/1988

GAMA-DF

Em 1987, disputou apenas um jogo pelo campeonato brasiliense, o de sua estreia no Gama, em 15 de março de 1987, no Serejão, no empate em 1 x 1 com o Taguatinga. Em 1988, foram 28 jogos, com quatro gols marcados.

1988

VASCO DA GAMA-RJ

Passou um pequeno período nos juniores do Vasco da Gama. Quando retornou ao Gama, vieram com ele os jogadores Evandro Chaveirinho e Zoca.

1989

AMÉRICA-RJ

Disputou o campeonato carioca de 1989, pelo América, que lutou quase toda a competição para não ser rebaixado para a Segunda Divisão.

1989/1990

GAMA-DF

Campeão brasiliense de 1990.

1990/1991

BELENENSES (Portugal)

1991

PIRES DO RIO-GO

Jogando como quarto homem de meio campo, participou da melhor campanha desse clube na história do campeonato goiano, chegando em terceiro lugar.

1992/1996

GOIÁS-GO

Campeão goiano nos anos de 1994 e 1996, participou do acesso no Campeonato Brasileiro da Série B de 1994 e fez parte da equipe que alcançou o quarto lugar no Campeonato Brasileiro de 1996, que foi, até 2005, a melhor campanha do Goiás nessa competição.

1997/1998

PORTUGUESA DE DESPORTOS-SP

Na Portuguesa de Desportos Augusto disputou 124 jogos e marcou 10 gols.

1999/2000

CORINTHIANS-SP

Campeão brasileiro em 1999 e mundial em 2000. Foram 33 jogos com a camisa do Corinthians e apenas um gol. A estreia oficial no Corinthians foi exatamente contra o Gama, no dia 25 de julho de 1999, no estádio Mané Garrincha, com vitória de 4 x 2.

2000

BOTAFOGO-RJ

Emprestado pelo Corinthians ao Botafogo, estreou no dia 16 de abril de 2000, na vitória de 4 x 2 sobre o Volta Redonda.

2000

AMÉRICA-MG

Disputou o Campeonato Brasileiro, fazendo sua estreia no dia 16 de agosto de 2000, na Vila Belmiro, na derrota de 3 x 0 diante do Santos.

2001

BOTAFOGO-RJ

Retornou ao Botafogo para a disputa do Campeonato Carioca.

2001/2002

KASHIMA ANTLERS (Japão)

Campeão japonês em 2001 e da Copa da Liga do Japão em 2002. Disputou 63 jogos e marcou 12 gols.

2003/2005

KAWASAKI FRONTALE (Japão)

Teve contribuição significativa na promoção do clube para a Primeira Divisão japonesa de 2004.

2006

BRASILIENSE-DF

Campeão brasiliense nesse ano.

2007

GAMA-DF

2008

PARANOÁ-DF

Disputou o Campeonato Brasiliense da Segunda Divisão.

2009

BRASÍLIA-DF

 

CARREIRA COMO TREINADOR

 

2010

BRASÍLIA-DF e BOTAFOGO-DF

2012

GAMA-DF e GOIÁS-GO (Sub-20)

2013

GOIÁS (Sub-20)

Finalista da Copa São Paulo de Futebol Junior, perdendo o título para o Santos.

2015

GOIÁS-GO

Técnico interino após a saída de Hélio dos Anjos.

2016

PIRES DO RIO-GO

Técnico da equipe Sub-20.

  







No futebol amador de Luziânia


quarta-feira, 4 de novembro de 2026

ESQUECIDOS PELO TEMPO: Romualdo


Romualdo Dantas e Silva nasceu em Natal (RN), no dia 4 de novembro de 1974.
Foi um dos grandes ídolos da história da Sociedade Esportiva do Gama, onde começou em suas categorias de base e onde viveu os melhores momentos de sua carreira.
Disputou o campeonato brasiliense de juniores de 1992 a 1994 e foi promovido ao time de profissionais em 1995. Em 1994 foi campeão brasiliense de juniores e artilheiro do campeonato, com 20 gols em 12 jogos.
Na equipe de profissionais estreou no dia 12 de fevereiro de 1995, no Bezerrão, no amistoso internacional contra o clube japonês Kashima Antlers, que tinha os brasileiros Jorginho e Carlos Alberto Santos e era treinado por Edu Coimbra. Nessa ocasião, o Gama formou com Gildo (Edvaldo), Chaguinha, Gerson (Maninho), Márcio Araújo e Assis (Paulo Henrique); Oliveira (Jairo), Pacheco (Cristiano), Flávio Katioco e Gilmar (Rochinha); Romualdo e Marcelo França (Lino). Técnico: Jorge Medina.
O primeiro gol nos profissionais aconteceria logo na primeira rodada do Campeonato Brasiliense de 1995, mais precisamente no dia 19 de março, na vitória de 2 x 0 sobre o Comercial, do Núcleo Bandeirante.
Sagrou-se campeão brasiliense de 1995 (quando foi o segundo artilheiro do Gama, com sete gols, atrás de Marcelo França, com 11) e 1997. Neste último, ficou em segundo lugar entre os artilheiros com 11 gols, um a menos que Serginho e Mazinho, do Brasília, os primeiros.

No ano de 1996 foi vice-campeão brasiliense e depois emprestado ao Planaltina para disputar o Campeonato Brasileiro da Série D.
No final de 1997, passou dias difíceis: ele fraturou o perônio em um jogo da Série B do Campeonato Brasileiro e desfalcou o Gama na maior parte da competição. Depois de três meses de recuperação, reestreou na Copa do Brasil de 1998.
Foi peça fundamental na conquista do Campeonato Brasileiro da Série B em 1998, título que garantiu o acesso do Gama à elite nacional no ano seguinte.
Nos anos de 1999 e 2000 voltaria a conquistar o título de campeão brasiliense pelo Gama. Nesses mesmos anos, durante as campanhas da equipe na Série A, ganhou projeção nacional ao marcar gols decisivos contra grandes potências do futebol brasileiro, tornando-se um verdadeiro carrasco do Palmeiras.
O sucesso no Gama chamou a atenção de outros clubes. Ao longo dos anos 2000, Romualdo passou por equipes tradicionais de São Paulo como Guarani (2000), São Caetano (2001), União Barbarense (2003) e Marília (2003).
Depois de conquistar mais um título de campeão brasiliense pelo Gama em 2003, teve uma passagem marcante pelo Figueirense em 2004, onde sagrou-se campeão do Campeonato Catarinense. Apesar do título no início do ano, Romualdo acabou não permanecendo no clube, transferindo-se para a Ponte Preta (SP) no segundo semestre desse ano.
Jogou no Náutico, de Recife (PE) em 2005, e nesse mesmo ano teve uma breve experiência internacional no Kalba Club, dos Emirados Árabes Unidos.
Depois de um breve retorno ao Gama para disputar o Campeonato Brasileiro da Série B em 2007, encerrou sua trajetória disputando o Campeonato Carioca de 2008 pelo Americano, de Campos (RJ).
Em sua passagem pelo Gama foram 263 jogos disputados e 61 gols marcados.
Depois que parou com o futebol profissional, Romualdo criou a Escola de Futebol R7 Talentos, localizada na região administrativa de Santa Maria (DF).
A escolinha atua fortemente no futebol de base do Distrito Federal, disputando competições locais voltadas para crianças e adolescentes, focando tanto nos fundamentos do esporte quanto no desenvolvimento social dos alunos.








terça-feira, 3 de novembro de 2026

ESQUECIDOS PELO TEMPO: Ricardo


José Ricardo Alves de Freitas, o Ricardo, nasceu em Araguari (MG), em 3 de novembro de 1958.
Seu começo no futebol foi nos infantis do Cruz Preta, de sua cidade natal.
Antes de completar 18 anos, quando ainda era dos juvenis (ainda não eram chamados de juniores) do Grêmio Brasiliense, estreou na lateral direita da equipe principal no dia 12 de outubro de 1976, no Pelezão, na derrota de 2 x 1 para o Brasília.
Disputou sete jogos pelo campeonato brasiliense de 1977 com a camisa do Grêmio. Com a camisa do Grêmio, Ricardo tornou-se o primeiro jogador do DF a fazer um gol no Estádio Bezerrão, no Gama. Foi no dia 13 de novembro de 1977, no empate em 1 x 1 com o Gama, pelo Torneio Incentivo.
Depois que o Grêmio passou a ter graves problemas financeiros, Ricardo transferiu-se para o Corinthians, do Guará, que havia acabado de renovar sua licença junto à Federação Metropolitana de Futebol.

No dia 16 de abril de 1978 integrou a equipe do Corinthians que perdeu para o Vitória (BA), por 2 x 0, na inauguração do estádio do CAVE.
Dias depois, mais precisamente em 29 de abril, foi o autor do primeiro gol marcado por um jogador do futebol brasiliense no novo estádio, na derrota de 3 x 1 para o E. C. Bahia.
Seu último jogo pelo Corinthians, do Guará, foi em 22 de junho de 1978, no Pelezão, na derrota de 1 x 0 para o Vasco da Gama (RJ).
Logo depois, o Clube de Regatas Guará voltaria a disputar o campeonato brasiliense e Ricardo foi um dos contratados do clube.
No Guará estreou no dia 17 de setembro de 1978, no amistoso disputado no estádio Adonir Guimarães, em Planaltina, na vitória do Guará sobre o Comercial local, por 2 x 1.
No Guará disputou os campeonatos brasilienses de 1978 e 1979.

No período de 4 de março a 8 de abril de 1979, a Federação Metropolitana de Futebol promoveu o Torneio Seletivo, com a finalidade de escolher o clube que ocuparia a segunda vaga (a primeira foi do Brasília) no Campeonato Brasileiro versão 1979, reservada para o Distrito Federal.
Na decisão, no dia 15 de abril de 1979, o Guará venceu o Gama por 2 x 1, no Bezerrão, conquistando o título de campeão do torneio e a vaga para o Brasileiro.
No dia 22 de abril de 1979, defendeu a Seleção Brasiliense pela primeira vez, no amistoso disputado contra a Seleção de Goiás, no Bezerrão (1 x 1).
Ainda em 1979, reforçou a equipe do Gama no Campeonato Brasileiro da Primeira Divisão.
Em 1980 passou a defender o Brasília. Seu primeiro jogo pelo novo clube aconteceu em 16 de fevereiro de 1980, na cidade de Cristalina (GO). O Brasília venceu a Seleção de Cristalina, por 3 x 2.


No Brasília, Ricardo atuaria até 1986 e venceria quatro campeonatos brasilienses nos anos de 1980, 1982, 1983 e 1984.
Nesse período, foi convocado mais três vezes para a seleção brasiliense, todas em 1983, ano em que também foi eleito o melhor lateral-direito do Campeonato Brasiliense, pelo Jornal de Brasília.
No ano de 1982, teve uma pequena passagem pelo Atlético Goianiense e quase foi emprestado ao Paranavaí (PR). Depois de tudo acertado com o clube paranaense, o Brasília desfez o negócio, pois acabara de vender o outro lateral da equipe, Luisinho, para o Uberlândia (MG).
Passou para o Taguatinga, em 1987, onde fez sua estreia no dia 1º de fevereiro de 1987, no Serejão, na derrota de 1 x 0 para o Ceilândia.
Já como jogador do Taguatinga foi convocado pela última vez para defender a seleção brasiliense no dia 5 de julho de 1987, com derrota para o Flamengo (RJ), por 1 x 0.

Retornou ao Guará em 1988, disputando vinte jogos pelo campeonato brasiliense desse ano, e dezenove em 1989. No de 1988, marcou três gols.
Encerrou sua carreira de jogador em 1989. Sua última partida aconteceu em 24 de agosto, no Serejão, na derrota de 3 x 0 para o Ceilândia.
No ano seguinte, 1990, no Guará, iniciou sua carreira como técnico nos juniores do clube. Além de tornar-se campeão brasiliense da categoria nesse ano, conquistou a vaga para a Taça São Paulo de Juniores de 1991.
Após um longo afastamento do futebol, quando se dedicou ao seu outro trabalho, retornou em 1998, como técnico da Ceilandense, estreando no dia 1º de fevereiro de 1998, com vitória de 2 x 1 sobre o Luziânia, no estádio Serra do Lago, em jogo válido pela Primeira Divisão do Campeonato Brasiliense. No segundo semestre desse ano comandou o Ceilândia na segunda divisão do DF.

Depois, dirigiu Dom Pedro II e Guará, na Primeira Divisão de 1999 e Ceilândia na Primeira Divisão de 2000. Um dos jogos marcantes na passagem de Ricardo Freitas pelo Ceilândia foi a vitória sobre o Gama, por 2 x 1, no dia 9 de abril de 2000, acabando com uma invencibilidade do adversário de 36 jogos.
No segundo semestre de 2000, Ricardo Freitas foi o primeiro técnico a dirigir o Brasiliense e tornou-se campeão da Segunda Divisão do DF.
Em 2001, foi técnico do Bandeirante na primeira divisão do campeonato brasiliense e Coordenador Técnico do CFZ na segunda.
No ano seguinte, 2002, como Gerente de Futebol do CFZ ajudou o clube a conquistar de forma invicta o campeão brasiliense da Primeira Divisão do DF. Voltou ao Brasiliense em 2003, como Gerente de Futebol no campeonato brasiliense da Primeira Divisão e também no Campeonato Brasileiro da Série B.

Ocupou o mesmo cargo no CFZ, no período de 2004 e 2005, ano em que, no segundo semestre, também foi Gerente de Futebol no Atlético Goianiense, conquistando a Segunda Divisão do Campeonato Goiano de 2005.
Retornou à Brasília como técnico em 2006 e deu vida a um novo clube que surgia: o Legião, sendo campeão da Terceira Divisão. Como curiosidade, registramos que Ricardo Freitas era o técnico no maior placar na história do futebol profissional do DF (Legião 12 x 0 Bosque Formosa).
Com mais esse título, conseguiu ser campeão nas três divisões do DF: como jogador e gerente de futebol na primeira, como técnico e Gerente de Futebol na segunda e terceira.
No Legião permaneceu como Gerente de Futebol nos anos de 2007 e 2008. 
Foi auxiliar-técnico de Reinaldo Gueldini no Gama, em 2009, e posteriormente, no Brasiliense e no Botafogo/DF, em 2010.
Assumiu o comando do Santa Maria na Segunda Divisão de 2011, voltou para o Gama como auxiliar-técnico em 2013 e como técnico dos juniores em 2014.
Seu último trabalho no futebol do DF foi em 2015, quando foi o Gerente de Futebol do Brasília na Copa Sul Americana.
Ricardo Freitas é formado em Educação Física, com Pós-Graduação Especial em Administração Desportiva. É professor concursado da Secretaria de Educação do Distrito Federal.

segunda-feira, 2 de novembro de 2026

OS ARTILHEIROS: Campeonato Brasiliense da Segunda Divisão - 2003


1º - Alessandro Bocão (Paranoá), 9 gols;
2º - Alysson (Brasília), 8;
3º - Giovani (Sobradinho), 6;
4º - Diego e Eraldo (ARUC), Juninho Paranoá (Paranoá), Bruno Medina e Chefe (Samambaia), 5;
5º - Michel Brasília, 4;
6º - Claudinho (ARUC), Baiano (Ceilandense), Moura e Robston (Samambaia) e Edinho Paraíba, Iron e Joãozinho (Sobradinho), 3;
7º - Allan e Victor Luiz (ARUC), Bilzão (Brasília), Cristiano (Paranoá), Alemão (Planaltinense), Índio (Samambaia), Eugênio Souza (Santa Maria) e Lasmar (Sobradinho), 2; e
8º - Aristides e Carlos Eduardo (ARUC), Belo, Joãozinho, Renato, Rodrigão e Pedro Henrique (Bosque Formosa), Joacil, Maninho e Mazinho Brasília (Brasília), Alex Alves, Célio Lino, Didão, Jonhes, Leiz Alves e Rubens (Ceilandense), Luciano Mendes, Odair e Rodrigo Beirigo (Paranoá), Patrício e Rafael (Planaltinense), Adalberto, Barone, Givanilson, Jean Carlos, Marcos, Roberto Silva e Wellington (S. E. Planaltina), Ailson e Jefferson (Samambaia), Anderson, Cristiano, Edicarlos e Evandro (Santa Maria) e André Souza, Augusto, Coquinho, Esquerdinha e Panda (Sobradinho), 1.

domingo, 1 de novembro de 2026

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO: Capital no Campeonato Brasiliense (*) - 2005 a 2026

(*) Primeira, Segunda e Terceira Divisões



ANO

DIV

CF

J

V

E

D

GF

GC

SG

PG

% Aprov.

2005

2D

1º

11

6

3

2

24

12

12

21

63,6%

2006

1D

8º

8

0

4

4

6

12

-6

4

16,7%

2007

2D

7º

8

2

2

4

10

13

-3

8

33,3%

2008

3D

6º

7

3

0

4

12

11

1

9

42,9%

2009

3D

1º

9

6

2

1

27

13

14

20

74,1%

2010

2D

5º

7

2

3

2

6

7

-1

9

42,9%

2011

2D

5º

14

8

4

2

28

11

17

24

57,1%

2012

1D

7º

12

4

2

6

16

21

-5

14

38,9%

2013

1D

7º

11

4

3

4

17

15

2

15

45,5%

2014

1D

11º

11

2

2

7

8

15

-7

8

24,2%

2015

2D

10º

11

3

0

8

13

22

-9

9

27,3%

2017

2D

8º

5

1

0

4

5

18

-13

3

20,0%

2018

2D

1º

7

4

3

0

12

5

7

14

66,7%

2019

1D

7º

13

4

4

5

12

15

-3

16

41,0%

2020

1D

6º

13

3

7

3

16

14

2

16

41,0%

2021

1D

5º

9

6

2

1

15

5

10

20

74,1%

2022

1D

3º

15

8

3

4

28

16

12

27

60,0%

2023

1D

4º

11

4

3

4

11

11

0

15

45,5%

2024

1D

2º

13

9

3

1

31

7

24

30

76,9%

2025

1D

2º

12

7

4

1

21

8

13

25

69,4%

2026

1D

5º

9

4

3

2

19

10

9

15

55,6%

TOTAL

216

90

57

69

337

261

76

322