quarta-feira, 2 de setembro de 2026

OS TÉCNICOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: Luís Carlos Carioca


Luís Carlos dos Santos Souza, o Luís Carlos Carioca, nasceu no Rio de Janeiro (RJ), em 2 de setembro de 1963.
Mudou-se para Brasília (DF) aos 10 anos de idade.
Em 1976, o pai de Luís Carlos, militar, retornou ao Rio de Janeiro para participar de um curso. Então com 13 anos, Luís Carlos aproveitou para treinar nas categorias de base da Portuguesa, da Ilha do Governador.
Dois anos depois, Luís Carlos e família retornaram a Brasília, mas a Portuguesa não liberou Luís Carlos, obrigando-o a cumprir estágio (período que um jogador precisava cumprir ao mudar de clube, que era dono do passe do atleta por tempo indeterminado).
Sem poder jogar futebol, Luís Carlos passou a dedicar-se ao atletismo no Centro Interescolar de Educação Física (CIEF), que reunia o que havia de melhor na teoria e na prática do esporte. Um dos professores era Luiz Alberto de Oliveira, que treinava, entre outros, o futuro campeão olímpico Joaquim Cruz.
Nos XII Jogos Escolares Brasileiros de 1981, em Belém (PA), Luís Carlos ganhou a medalha de ouro na prova de revezamento 4 x 400 m, quando teve o privilégio de integrar a equipe em que corria Joaquim Cruz, que, em 1984, viria a se tornar campeão olímpico dos 800 metros, na Olimpíada de Los Angeles (EUA).

Um ano antes, na 4ª edição da Gymnasiade (Jogos Mundiais Escolares), em Turim (Itália), realizada entre os dias 6 e 7 de junho de 1980, em outra formação do 4 x 400m, mas sem Joaquim Cruz, Luís Carlos integrou a equipe brasileira que ganhou a medalha de bronze.
Quando ainda frequentava a pista de atletismo do CIEF, Luís Carlos e a “molecada do atletismo” disputavam uma pelada de futebol contra o time do Unidade Vizinhança. Quando o Professor Mingo o viu jogado, correndo pela ponta esquerda e driblando seus adversários, ficou encantado e disse que o seu esporte era o futebol e não o atletismo.
O Professor Mingo se encarregou de encaminhá-lo no novo esporte, acionando amigos em Campinas e conseguindo um teste nas categorias de base do Guarani. Dividiu alojamento com os futuros craques do Guarani, dentre eles Neto.

Na ponta-esquerda do Guarani, ao lado de Neto, na Copinha de 1982

Por mais que tenha agradado nos testes e permanecido no clube por mais um bom tempo, a saudade da família fez com que Luís Carlos retornasse a Brasília. Ao final da temporada no Guarani, Luís Carlos veio jogar no Taguatinga, aqui conquistando o Campeonato Brasiliense de 1983. Nesse ano, foi escolhido o ponta-esquerda da Seleção do Ano, enquete realizada pelo Jornal de Brasília.
Em seguida, foi para o Comercial, de Ribeirão Preto (SP) - 1983 e 1984 e dali seguiram-se transferências ao longo da carreira, que durou até os 31 anos. Jogou no América, do Rio de Janeiro - 1985 e 1986, no Atlético Goianense - 1986 a 1988, no Goiás - 1989, na Portuguesa de Desportos - 1990, no Ceará - 1991, Novo Horizontino (SP) - 1993, Sport Recife (PE) - 1993 e Ferroviária, de Araraquara (SP) - 1994. Seu último time foi o Sãocarlense, quando se machucou e viu que era hora de parar. Aposentou-se dos gramados em 1995, aos 31 anos.

Sãocarlense

Em seguida formou-se nos cursos de Educação Física e História. Na UPIS, tradicional universidade de Brasília, onde ele estudou História, dirigiu o time de futebol universitário, formado por estudantes, que integravam uma seleção que conquistou o bicampeonato brasileiro universitário.
Depois passou pelo Cruzeiro, na Segunda Divisão do DF, em 2011, Bolamense (DF) em 2012 e CFZ em 2013, até chegar ao Brasília, onde, inicialmente, comandou o sub-20, assumindo o time profissional em 2014, onde conquistou um feito marcante: o título da Copa Verde de 2014. Desde então, tornou-se um dos técnicos mais requisitados do Distrito Federal e trabalhou seguidamente no Brasiliense (2016 e 2017), Luziânia em 2017 e 2019, Real Brasília (2017 e 2022), Paranoá (2018 e 2023), Capital (2020), Brasília (2022 e 2023) e Samambaia (2024 e 2025).
Em 24 de fevereiro de 2025, Luís Carlos foi anunciado como treinador da equipe principal do Gama e quebrou um longo jejum de títulos do clube, sagrando-se bicampeão do Campeonato Brasiliense (2025 e 2026). Recentemente ele coroou o seu excelente trabalho ao conquistar o acesso da equipe para a Série C do Campeonato Brasileiro de 2027.


Entre os melhores de 1983, o primeiro à esquerda

No Sport Recife





terça-feira, 1 de setembro de 2026

FORMAÇÕES: Brasília - 1977



Uma das formações do Brasília no ano de 1977.
Da esquerda para a direita: ???, Déo, Edvaldo, Luís Carlos, Jonas Foca, Fernandinho, Uel e Airton Nogueira (técnico).
Agachados, na mesma ordem: Anísio (massagista), Julinho, Moreirinha, Nei, Ernâni Banana e Bira.


segunda-feira, 31 de agosto de 2026

FORMAÇÕES: Brasília (juniores) - 1980



Uma das formações do Brasília, campeão brasiliense de juniores de 1980.
De pé, da esquerda para a direita: Ercy Rosa (técnico), Klayton, Nena, Odair, Lázaro, Sousa e Miluir Macedo.
Agachados, na mesma ordem: Santos, Kleber, Wando, Melquíades, Mardone e Zé Maurício.



domingo, 30 de agosto de 2026

FORMAÇÕES: Defelê - 1968



Uma das formações utilizadas pelo Defelê no Campeonato Brasiliense de 1968, competição que acabou se tornando campeão.
De pé, da esquerda para a direita: Rosalvo Azevedo (dirigente), Wilson Godinho, Helinho, Alaor Capella, Décio, Sir Peres, Paulista e Ulisses (massagista).
Agachados, na mesma ordem: Sabarazinho, Invasão, Fernandinho, Walter e Zé Grillo.


sábado, 29 de agosto de 2026

HÁ 50 ANOS NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE: inauguração parcial do Serejão - 1976



Localizado na cidade de Taguatinga e com o nome oficial de “Elmo Serejo Farias” (homenagem ao governador do Distrito Federal no período de 1974 a 1979), o estádio Serejão teve sua inauguração parcial no dia 29 de agosto de 1976, quando o Taguatinga venceu o Vila Nova, de Goiânia (GO), por 1 x 0, gol olímpico de Dinarte, aos 42 minutos do segundo tempo.
O Taguatinga ganhou a Taça “Justo Magalhães”.

TAGUATINGA 1 x 0 VILA NOVA (GO)
Data: 29 de agosto de 1976
Local: Serejão
Árbitro: Adélio Nogueira
Gol: Dinarte, 87
TAGUATINGA: Carlos José, Aldair, Edair, Mauro (Dão) e Mundinho (Chico); Nelson Martins, Elmo e Maurício; Bira (Zé Vieira), Rui e Dinarte. Técnico: Dida.
VILA NOVA: Sanches, Toninho, Daniel, Jorge Fernandes e Cândido; Naves (Paulo César) e Armando; Fernandinho (Luiz Alves), Iran (Russo), Luiz Márcio (Sérgio Luiz) e Canhoto. Técnico: João Francisco.


sexta-feira, 28 de agosto de 2026

O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE: vitória do Guará sobre a seleção carioca do Departamento Autônomo - 1960


Na tarde de 28 de agosto de 1960, o Clube de Regatas Guará venceu a Seleção do Departamento Autônomo (*) da Federação Metropolitana de Futebol (Rio de Janeiro), por 2 x 1, em jogo movimentado que agradou ao público presente ao Estádio Israel Pinheiro.
(*) Em 1941, a Federação Metropolitana de Futebol se viu na contingência de agrupar num só departamento os clubes amadores do Rio de Janeiro. Anteriormente se agrupavam na Federação Atlética Suburbana, que funcionou de 1936 a 1942. Entre 1943 e 1948, eles participavam das segunda e terceira categorias da Federação Metropolitana de Futebol. Em 1949 foram agrupados no Departamento Autônomo. A partir da fusão dos estados da Guanabara e do Rio de Janeiro, o D.A. foi renomeado para Departamento de Futebol Amador da Capital, e desde 2009, para Campeonato Amador da Capital.
Nos primeiros quarenta e cinco minutos de jogo, a seleção carioca apresentou um futebol melhor do que a equipe brasiliense.

O Guará, com Sabará e Maia armando as ações, tendo o vento desfavorável, não conseguiu completar com êxito as jogadas.
Por sua vez, a equipe carioca, jogando mais a base de deslocamentos de seus atacantes e confiando o trabalho de meio campo a Lulu e Jaci, trabalhou mais à vontade. O seu ataque criou situações delicadas para a meta de Laerte, concluídas sem atingir o objetivo.
O primeiro tempo apresentou lances eletrizantes, tendo sido desperdiçado um pênalti, mal cobrado por Maia.
No segundo tempo, logo aos três minutos, o zagueiro central Tostão cometeu falta em Paulinho. Jaci bateu magistralmente, colocando a bola no canto esquerdo de Laerte, assinalando o primeiro gol carioca.
Esse gol fez crescer os pupilos de Juvenal e o que se viu foi a melhoria de produção do quadro do Guará, com Sabará e Maia coordenando bem melhor as ações no meio do campo. Aos 13 minutos, após driblar seguidamente o médio Osmário, Sabará atirou de fora da área, marcando o gol de empate e o mais bonito da tarde.
Severo, após receber excelente passe de Maia, marcou o gol da vitória brasiliense aos 18 minutos da etapa complementar.
Tostão e Paulinho foram expulsos.
As equipes formaram assim:
GUARÁ: Laerte, Pedrinho (Camilo) e Tostão; Sabará, Bimba e Clemente; Tanga (Carlinhos), Severo, Maia, Fernandinho (Paulo Reis) e Luisinho. Técnico: Juvenal.
SELEÇÃO DO DEPARTAMENTO AUTÔNOMO: Albino (Waldir), Alemão e Jomery; Lulu, Osmário e Bilaco; Neném, Guina, Paulinho, Jaci e Baduca (Zezinho).
O árbitro da partida foi José Pereira Junior, do Rio de Janeiro.

No mesmo dia foram disputados quatro jogos amistosos: Consispa 5 x 3 Alvorada, Rabello 3 x 1 Planalto, Nacional 2 x 1 Pederneiras e Grêmio 1 x 1 Edilson Mota.



quinta-feira, 27 de agosto de 2026

FORMAÇÕES: CEUB - 1975



Formação do CEUB que enfrentou o Santa Cruz, de Recife (PE), no dia 1º de outubro de 1975, no antigo Presidente Médici (hoje Mané Garrincha), em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro. O jogo terminou empatado em 0 x 0.
De pé, da esquerda para a direita: Nenê, Alencar, Cláudio Oliveira, Emerson, Adalberto Souza e Paulo Victor.
Agachados, na mesma ordem: Junior Brasília, Péricles, Fio Maravilha, Marco Antônio e Moreira.


quarta-feira, 26 de agosto de 2026

O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE: 26 de agosto de 1965


Neste dia aconteceu eleição da nova diretoria do Central Clube Nacional, assim constituída:
Presidente - Américo Stival
Vice-Presidente - Vicente Valadares da Silva
1º Secretário - Francisco Fabiano Portela
2º Secretário - Olavo Silveira Medeiros
1º Tesoureiro - Antônio Marques da Silva e
2º Tesoureiro - Saudio Peixoto.

Foram entregues os diplomas conferidos pelo Curso Nacional para Árbitros de Futebol, realizado no Rio de Janeiro, em março de 1965, na sede da Confederação Brasileira de Desportos - CBD aos seguintes elementos vinculados a Federação Desportiva de Brasília:
Carlos Alberto Andrade
Eduino Edmundo Lima
Gésio Lopes da Silva
Idélcio Gomes Almeida
Jorge Cardoso
José Francisco de Souza
Milton da Silva Freitas e
Pedro Celestino Machado.

Jackson Augusto Roedel e Edilson Braga foram nomeados representantes do Clube de Regatas Guará junto a Federação Desportiva de Brasília.

Aconteceu a transferência do jogador Tarcílio Natal da Silva (Cid) da Federação Mineira de Futebol para a Federação Desportiva de Brasília, onde passaria a defender o Colombo.




terça-feira, 25 de agosto de 2026

OS CLUBES DO DF: Piloto Atlético Clube



O Piloto Atlético Clube foi fundado em 25 de agosto de 1967, após reunião realizada na sala nº 703, no 7º andar do Edifício Seguradoras – IRB, da qual participaram 27 pessoas.
Sua primeira diretoria foi assim formada: Presidente – Carlos Adalberto Estuqui; Vice-Presidente – Idílio Lóss; Secretário – Renato Antônio Maia; Vice-Secretário – José Eduardo Perdigão da Cunha; Tesoureiro – Lacir Evander Coutinho; Vice-Tesoureiro – Márcio Cyrne de Macedo; Diretor de Esportes – Sirineu Lasmar de Melo; Diretor Social – Dirceu Ramos da Silva; Diretor de Patrimônio – Martiniano Alves Coelho; Diretor Técnico – Alício Santos. Suplentes da Diretoria – Carmelito Cardoso da Silva, Luiz Araújo de Souza, José Gonçalves Ribeiro Filho, Hilton Ladislau de Moura e José Paulino da Silva.
Depois de efetivarem a composição do Conselho Deliberativo e do Conselho Fiscal, foram definidas que as cores cinza e branca seriam as oficiais do clube, a figurarem em bandeiras, flâmulas, uniformes e em todos os papéis do clube.
Embora fundado na vigência do profissionalismo, só disputou campeonatos amadores. Filiou-se à Federação Desportiva de Brasília em 1969, quando tomou parte do campeonato daquele ano.
Seu começo foi animador. Em sua primeira participação oficial, no dia 20 de abril de 1969, no Estádio Pelezão, com arbitragem de Silvio Fernandes, venceu o Atlas por 7 x 0. Magno (2), Melinho (2), Lula, Orlando e Paulo Roberto (contra) marcaram os gols do Piloto.
Aplicou outra goleada no dia 26 de abril, desta vez sobre o Alvorada, por 4 x 0. Empatou em 0 x 0 com o Serviço Gráfico em 4 de maio, venceu o Unidos de Sobradinho por 2 x 1 (11.05) e conheceu sua primeira derrota em 18 de maio, diante do Rabello (3 x 2). No total, no primeiro turno, foram 10 jogos. Ficou em quinto lugar no Grupo A, o que lhe deu o direito de passar para a Fase Final, que reuniria doze clubes (os seis primeiros colocados de cada grupo).
Também começou bem a Fase Final, com vitórias sobre dois fortes times de Taguatinga: 3 x 2 no Flamengo e 1 x 0 no Brasília. Depois disso, perdeu mais do que ganhou e ficou com a oitava colocação. Foram onze jogos, com cinco vitórias, um empate e cinco derrotas. Marcou 14 gols e sofreu 19.
Defenderam o Piloto os goleiros Moacir e Marcinho; os zagueiros Orlando, Moacir II, Walmar, Délio, Japão, Afonsinho, Maruim e Jackson e os atacantes Sabino, Melinho, Tote, Baixinho, Lula, Irineu, Borales, Alemão, Magno e Sinval.
Foi muito mal nas duas competições oficiais que disputou em 1970. Na primeira, o Torneio “Governador Hélio Prates da Silveira”, com oito equipes participando, ficou com a sétima colocação. Nos sete jogos que disputou, venceu apenas um, empatou dois e perdeu quatro. Foram oito gols a favor e treze contra.
Também não foi nada bem no campeonato oficial de 1970, disputado por dez equipes, quando chegou na oitava colocação, não se classificando para disputar a Fase Final (somente os seis primeiros colocados a disputaram). Com apenas duas vitórias e três empates nos seus 9 jogos, somou sete pontos. Seu artilheiro foi Paulinho, com cinco gols.
Como curiosidade, registramos que o primeiro jogo na Loteria Esportiva envolvendo clubes de Brasília aconteceu no Concurso Teste nº 16, com jogos nos dias 19 e 20 de setembro de 1970. Neste jogo, o Piloto perdeu para o Planalto, por 2 x 1. Coluna 2!
Em 1971, quase chegou ao fundo do poço. Novamente foi muito mal no Torneio Governador do Distrito Federal, chegando ao ponto máximo de ser penalizado com a perda de pontos em alguns jogos por não estar em dia com os “cofres” da Federação Desportiva de Brasília. Ficou com a nona posição, na frente apenas de Coenge e CSU, que desistiram do campeonato antes do seu término.
Seu último jogo aconteceu em 9 de maio de 1971, com vitória de 2 x 1 sobre o Gaminha, pelo Torneio Candango, no campo da Cultural Mariana, no Gama, com arbitragem de Amauri de Barros. Itamar e Zé Grilo marcaram para o Piloto e Chiquinho para o Gaminha.
Três dias depois (12 de maio de 1971), o Piloto encaminhou ofício a Federação Desportiva de Brasília solicitando dispensa da participação nos três últimos jogos do Torneio Candango. Apesar de ter a solicitação indeferida, ainda assim não compareceu aos jogos.
A situação ficou tão crítica que nem se inscreveu para participar do campeonato de 1971.
Retornou em 1972, quando tentou montar um bom time com as contratações de jogadores veteranos, como o goleiro Matil e o ponteiro Manoelzinho (ambos ex-Civilsan), e jovens promessas, como Péricles de Carvalho (ex-Defelê).
Chegou na quarta colocação, com a seguinte campanha: 12 jogos, 4 vitórias, 4 empates e 4 derrotas. Marcou 13 gols e sofreu 16. Totalizou 12 pontos ganhos. Sete equipes participaram desse campeonato, vencido pela A. A. Serviço Gráfico. Péricles foi o artilheiro do time com 4 gols.
Como consolo, ganhou a Taça Disciplina, com 11 pontos negativos.
Defenderam o Piloto em 1972 os seguintes jogadores:
Goleiros: Bonomo, Toninho, Matil, Waldemar e Ernani; Defensores: Célio, Walter, Junior, Quarenta, Lima, Amaury e Piau; Atacantes: Manoelzinho, Paiva, Sabará, Heitor, Paulinho, Valdecy, Tião, Péricles, Zé Grilo e Zequinha. O treinador era Didi de Carvalho.
Quando se esperava por um equilíbrio, isso não aconteceu. Em 1973, chegou a se inscrever no campeonato, mas depois desistiu, antes do seu início (em 25 de agosto de 1973).
Desfiliou-se neste mesmo ano, segundo algumas fontes após perder o apoio da TCB – Transportes Coletivos de Brasília, empresa estatal de transportes do Governo do Distrito Federal.



segunda-feira, 24 de agosto de 2026

OS CLUBES DO DF NAS COMPETIÇÕES NACIONAIS: Gama campeão brasileiro da Série B de 1998 - 3ª parte: Quarta Fase e Classificação Final


QUARTA FASE (FINAL)

O quadrangular final foi disputado no sistema de ida e volta, com pontos corridos. As duas equipes que somassem o maior número de pontos seriam automaticamente promovidas para a Série A de 1999. O clube que somasse mais pontos seria declarado Campeão Brasileiro da Série B de 1998.

LONDRINA (PR) 0 x 0 GAMA
Data: 03.12.1998
Local: Café, Londrina (PR)
Árbitro: Reinaldo Ribas (RJ)
LONDRINA: Geraldo, Cássio, Ivanildo, Carlos Alberto e Gilmar Nass (Arnaldo); Renan, Alemão (Rogério), Beto (Adoilson) e Nelsinho; Luís Carlos e Alaor. Técnico: Varlei de Carvalho.
GAMA: Marcelo Cruz, Paulo Henrique, Gerson, Jairo e Rochinha; Deda, Kabila (William), Humberto e Rodrigo (Ésio); Nei Bala e Nei Junior (Renato Martins). Técnico: Wagner Benazzi.

GAMA 2 x 2 DESPORTIVA (ES)
Data: 06.12.1998
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Álvaro Quelhas (RJ)
Renda: R$ 65.135,00
Público: 13.107 pagantes
Gols: Marcos Roberto, 45; Rodrigo, 59; Marcos Roberto, 67 e Moisés, 90+1
GAMA: Marcelo Cruz, Paulo Henrique, Gerson, Jairo e Rochinha; Kabila (Moisés), Ésio, Humberto e Rodrigo (William); Nei Bala e Nei Junior (Renato Martins). Técnico: Wagner Benazzi.
DESPORTIVA: Luiz Carlos, Daniel, Paulo Renato, Sérgio Andrade e Rogério Tatu; Evaldo, Ronaldo (Nirlan), China e Carlinhos; Jean Carlos (Boiadeiro) e Marcos Roberto. Técnico: Marcos Magalhães.

BOTAFOGO-Ribeirão Preto (SP) 1 x 2 GAMA
Data: 10.12.1998
Local: Santa Cruz, Ribeirão Preto (SP)
Árbitro: Lourival Lima Dias Filho (BA)
Público: 13.404 pagantes
Gols: William, 38; Nei Junior, 62 e Jó, 64
BOTAFOGO-Ribeirão Preto: Alexandre, Júlio César, Rogério, Mauro e Pedrinho; Alexandre Silva, Junior, Marquinhos e Wagner (Jó); Sérgio (Tailson) e Lúcio (Joilson). Técnico: Marco Antônio Machado.
GAMA: Marcelo Cruz, Paulo Henrique, Gerson, Jairo e Rochinha; Deda, Ésio (Kabila), Humberto e Rodrigo (Romualdo); William (Adriano) e Nei Junior. Técnico: Wagner Benazzi.

GAMA 1 x 1 BOTAFOGO-Ribeirão Preto (SP)
Data: 13.12.1998
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Reinaldo Ribas (RJ)
Renda: R$ 85.946,00
Público: 17.443 pagantes
Gols: Rodrigo, 56 e Junior, 63
GAMA: Marcelo Cruz, Paulo Henrique, Gerson, Jairo e Rochinha; Deda, Ésio (Renato Martins), Humberto e Rodrigo; Nei Bala (William) e Nei Junior (Moisés). Técnico: Wagner Benazzi.
BOTAFOGO-Ribeirão Preto: Alexandre, Júlio César, Rogério, Bell e Pedrinho; Alexandre Silva, Junior, Nozé (Carlão) e Marquinhos; Jó (Evandro) e Tailson (Lúcio). Técnico: Marco Antônio Machado.

DESPORTIVA (ES) 2 x 2 GAMA
Data: 17.12.1998
Local: Engenheiro Araripe, Vitória (ES)
Árbitro: Fabiano Gonçalves (MG)
Gols: Humberto, 1; Paulo Renato, 52; Daniel, 61 e Paulo Henrique, 81
DESPORTIVA: Luiz Carlos, Daniel, Paulo Renato, Sérgio Andrade e Rogério Tatu; Giuliano, Evaldo, Ronaldo (Rodrigão) e Evandro (Boiadeiro); Carlinhos e Marcos Roberto. Técnico: Marcos Magalhães.
GAMA: Marcelo Cruz, Paulo Henrique, Adriano, Jairo e Rochinha (Renato Martins); Deda, Ésio (Kabila), Humberto e Rodrigo; William e Nei Junior (Nei Bala). Técnico: Wagner Benazzi.

GAMA 3 x 0 LONDRINA (PR)
Data: 20.12.1998
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Jorge Rabelo (RJ)
Renda: R$ 223.590,00
Público: 33.047 pagantes
Gols: Renato Martins, 7; William, 29 e Nei Bala, 78
GAMA: Marcelo Cruz, Paulo Henrique, Gerson (Adriano), Jairo e Rochinha; Deda, Kabila, William e Rodrigo; Nei Bala (Robertinho) e Renato Martins (Romualdo). Técnico: Wagner Benazzi.
LONDRINA: Renato, Valder, Ivanildo, Carlos Alberto (Gilmar Nass) e Marcelo (Adoilson); Renan, Marquinhos Capixaba (Alemão), Wagner e Luís Carlos; Mauro e Alaor. Técnico: Varlei de Carvalho.


CLASSIFICAÇÃO FINAL

CF

CLUBES

J

V

E

D

GF

GC

SG

PG

GAMA/DF

24

11

6

7

33

24

9

39

BOTAFOGO/SP

25

13

5

7

39

24

15

44

DESPORTIVA/ES

25

11

5

9

34

33

1

38

XV DE PIRACICABA/SP

19

11

2

6

33

21

12

35

LONDRINA/PR

25

8

9

8

27

24

3

33

CRICIÚMA/SC

19

9

3

7

30

20

10

30

JOINVILLE/SC

19

8

6

5

23

21

2

30

PAYSANDU/PA

19

6

8

5

20

15

5

26

REMO/PA

12

6

2

4

17

14

3

20

10º

VILA NOVA/GO

13

5

3

5

17

16

1

18

11º

ABC/RN

13

4

6

3

20

16

4

18

12º

CRB/AL

13

4

6

3

10

11

-1

18

13º

SANTA CRUZ/PE

13

4

5

4

10

12

-2

17

14º

CEARÁ/CE

13

4

4

5

14

22

-8

16

15º

TUNA LUSO/PA

13

4

3

6

17

16

1

15

16º

UNIÃO SÃO JOÃO/SP

13

3

6

4

10

16

-6

15

17º

SAMPAIO CORRÊA/MA

10

4

2

4

5

9

-4

14

18º

BAHIA/BA

10

4

1

5

14

14

0

13

19º

FLUMINENSE/RJ

10

2

5

3

12

12

0

11

20º

ATLÉTICO/GO

10

2

4

4

8

10

-2

10

21º

NÁUTICO/PE

10

2

2

6

5

13

-8

8

22º

JUVENTUS/SP

10

1

4

5

6

15

-9

7

23º

VOLTA REDONDA/RJ

10

2

0

8

8

19

-11

6

24º

AMERICANO/RJ

10

1

3

6

8

23

-15

6