domingo, 25 de janeiro de 2026

COMISSÕES TÉCNICAS DOS CLUBES QUE DISPUTARAM O CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1996







BOTAFOGO-SOBRADINHO
DIRETOR: Brasil Castilho, Délio Cardoso, Luiz Gomes e Roberval de Paula Teixeira
TÉCNICO: Domingos Elias Alves Pedra (Dé Aranha) e Alexandre Coutinho
PREPARADOR FÍSICO: Nardo Siqueira e Alexandre Coutinho
MÉDICO: Glauco Japiassu e Flory Machado
MASSAGISTA: Elias Lucas (Black) e Jorge Paulo.

BRASÍLIA
DIRETOR: Paulo Roberto Alves
TÉCNICO: Carlos Alberto do Carmo Reis (Remo)
PREPARADOR FÍSICO: Alexandre César Bonfim Coutinho, Elvis Paulo Bellato e Roberto Peres Patu
MASSAGISTA: Abel Ramos de Paula.

BRAZLÂNDIA
DIRETOR: José Eduardo Moura e Roberval de Paula Teixeira
TÉCNICO: Mozair Barbosa, Altair Siqueira, Waldson Pereira da Silva (Som)
PREPARADOR FÍSICO: Altair Siqueira, Moacir Ruthes e Eugênio César Nogueira
MÉDICO: Luciano Pina Gois
MASSAGISTA: Afonso Junior.

CEILANDENSE
DIRETOR: Manoel da Silva Santos
TÉCNICO: Jonas Foca, Mozair Barbosa, Manoel da Silva Santos e José Vieira da Silva
PREPARADOR FÍSICO: Sebastião Teixeira de Freitas
MÉDICO: Daniel Rincon e Jovaci Alves dos Reis
MASSAGISTA: Tião Magu e Salvador Vicente Reis.

CEILÂNDIA
DIRETOR: Miguel Félix
TÉCNICO: Aguiman Ribeiro Santiago e Josemar Macedo
PREPARADOR FÍSICO: Francisco Fernandes
MASSAGISTA: Antônio Luiz (Tonhão).

COMERCIAL
DIRETOR: Ariston Costa dos Santos e Erminias Moreira de Souza
TÉCNICO: Uel Pinto Ribeiro, Jânio Pinto, Erminias Moreira de Souza, Adilson Alves Pereira e Jonas Foca
PREPARADOR FÍSICO: Adilson Alves Pereira
MÉDICO: José Alberto Barbosa
MASSAGISTA: Henrique Viana e Cleiton Ferreira.

DOM PEDRO II
DIRETOR: Reynaldo João de Souza Coelho, Carlos Alberto Ferreira e Jorge do Carmo Pimentel
TÉCNICO: Cléver Rafael Santos
PREPARADOR FÍSICO: Rosenkranz Maciel Nogueira e Antônio Abreu T. Filho
MÉDICO: Wanderley Ricardo de Paula e Estevam José M. Guimarães
MASSAGISTA: Noé Ferreira da Cruz e Melquiades João da Silva.

GAMA
DIRETOR: Antônio Edvan Aires
TÉCNICO: Walter Zaparolli, Hélio Alcântara e Joel Martins da Fonseca
PREPARADOR FÍSICO: Joy Teixeira Lobo
MÉDICO: Júlio César Brandão Stohler
MASSAGISTA: Paulo Ferreira da Silva e Alessandro Silva de Oliveira.

GUARÁ
DIRETOR: Eurípedes Bueno de Morais
TÉCNICO: Adelmar Carvalho Cabral (Déo)
PREPARADOR FÍSICO: Jorge Moreira de Souza Filho
MÉDICO: Walter Rios Zambrana
MASSAGISTA: Edivaldo Lisboa de Souza.

LUZIÂNIA
DIRETOR: Francisco Carlos Salles Sampaio
TÉCNICO: Nilson Ramos Siqueira e Antônio Dias dos Santos (Toninho Baiano)
PREPARADOR FÍSICO: Carlos Alberto Augusto
MÉDICO: Célio Antônio Silveira
MASSAGISTA: Carlos Santiago e Sílvio dos Santos César.

PLANALTINA
DIRETOR: João Lopes Neto e Arnaldo P. de Melo
TÉCNICO: Francisco Ubiraci “Bira” de Oliveira
PREPARADOR FÍSICO: Paulo Roberto (Paulão)
MASSAGISTA: Amauri Carlos Batista e Edenilson F. Brito.

SAMAMBAIA
DIRETOR: Durval Ferreira Franco e José Vieira de Souza Irmão
TÉCNICO: Sílvio de Jesus e Toninho Lopes
PREPARADOR FÍSICO: Germano Antônio Alves Costa, Jefferson Peixoto Pinto e João Benedito Mendes
MÉDICO: Manoel Netto, Sílvio R. R. Cunha e Cid Fernandes Félix
MASSAGISTA: Marcos Antônio e Raimundo Nonato.

TAGUATINGA
DIRETOR: Albergo Juvêncio Diniz e Felisbel Silva dos Santos
TÉCNICO: Mário Lúcio Leal (Mossoró) e Michael José Bastos
PREPARADOR FÍSICO: Carlos Félix e Silva
MÉDICO: Geraldo Piloto Maciel.

TIRADENTES
DIRETOR: Carlos Fernando Cardoso Neto e Evaldo Santos
TÉCNICO: Jorge Marçal do Nascimento
PREPARADOR FÍSICO: Anderson Borges Petra e Fábio Alves de Oliveira
MÉDICO: Marcelo Faveri
MASSAGISTA: Sílvio dos Santos César, Douglas Alexandre Belarmino, Fabiano Félix da Silva e José Gildo de Souza.



sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

FICHA TÉCNICA: Dodô



NOME COMPLETO: Dorvande Fernandes da Silva
APELIDO: Dodô
POSIÇÃO: Meio de Campo
DATA E LOCAL DE NASCIMENTO: 23.01.1975, Formosa (GO)
INSCRIÇÃO CBF: 119.092
INSCRIÇÃO DF: 2.475

CARREIRA NO FUTEBOL DO DF:


ANO

COMPETIÇÃO

CLUBES

JD

GM

1996

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

LUZIÂNIA

9

1997

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

LUZIÂNIA

16

2

1998

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

LUZIÂNIA

11

1999

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

CEILANDENSE

16

1999

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

ITAPUÃ

2000

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

PLANALTINA

1

2001

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

BRAZLÂNDIA

17

1

2001

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

PLANALTINENSE

1

2002

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

BRAZLÂNDIA

20

2002

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

S. E. PLANALTINA

1

2003

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

BRAZLÂNDIA

10

1

2003

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

CEILANDENSE

2004

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

BRAZLÂNDIA

10

1

2004

TAÇA BRASÍLIA

SOBRADINHO

2005

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

BANDEIRANTE

5



quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

OS TÉCNICOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: Orlando Lelé (in memoriam)

 

Orlando Pereira, também conhecido por Orlando Lelé, nasceu em Santos (SP), no dia 22 de janeiro de 1949.

Foi um dos grandes laterais do futebol brasileiro. Jogava na lateral direita, apoiando constantemente o ataque dos clubes por onde passou e cobrava faltas muito bem, sempre com muita força. Polêmico como poucos, não aliviava nas divididas.

Começou a sua carreira no futebol de praia na cidade de Santos (SP), de onde passou para o futebol de campo do Santos Futebol Clube, em 1972, ocupando esporadicamente a lacuna deixada por Carlos Alberto Torres.

Transferiu-se em 1973 para o Coritiba, do Paraná. Teve como treinador Tim, grande estudioso do futebol. Apesar de ter rendido bons frutos, sua permanência na capital paranaense foi relativamente curta.

Em 1974, esteve no América, do Rio de Janeiro (RJ). Orlando passou rapidamente a ser um dos destaques do clube e as coisas começaram a acontecer de verdade para ele. Orlando foi autor do gol do título do América na final da Taça Guanabara de 1974, contra o Fluminense, e suas boas atuações o levaram a realizar um grande sonho: vestir a camisa da seleção brasileira.

Depois, atuou pelo Vasco da Gama, também do Rio de Janeiro, onde chegou no início de 1977 e ficou até 1981. Em São Januário ele recebeu vários apelidos por parte da imprensa, como por exemplo, “o canhão da colina” e “o homem que come chumbo”. Integrou uma defesa que ficou conhecida como “a barreira do inferno”, juntamente com Abel, Geraldo e Marco Antônio.

De rebotes surgidos em suas cobranças de faltas e de seus certeiros cruzamentos na área surgiram muitos gols do Vasco da Gama. Foi campeão carioca em 1977.

Na Seleção Brasileira disputou dez jogos, no período de 28 de abril de 1976 a 12 de outubro de 1977, sem conhecer derrota (nove vitórias e um empate).

Sua estreia foi justamente no conturbado jogo contra o Uruguai, no Maracanã, em 28 de abril de 1976, com vitória brasileira de 2 x 1.

Orlando substituiu Toninho, do Flamengo. Tudo corria bem, até que em um lance fortuito Rivelino deu um soco no lateral uruguaio Ramírez, revidando uma agressão ao jovem Zico. Ramírez não esqueceria tal gesto. No final do jogo, enfurecido, ele correu atrás de Rivelino, que, ciente do perigo da situação, rolou escada abaixo no afã de refugiar-se nos vestiários. O sururu estava formado. Nesse instante, surgiu Orlando como um raio, na tentativa de socorrer seu companheiro. A briga envolveu até mesmo repórteres e membros das comissões técnicas das duas seleções.

Depois que saiu do Vasco da Gama, teve passagem rápida e discreta pela Udinese, da Itália.

Quando retornou ao país e começou a carreira de treinador.

Foi treinador do Gama, da Portuguesa Santista (SP) e do Atlético Goianiense, Goiatuba, Goiás e Vila Nova, todos de Goiás. No Goiatuba conquistou o título de maior destaque, o de campeão goiano de 1992, o primeiro na história do clube e 25 anos depois da última conquista por um clube do interior (CRAC, em 1967).

Orlando Lelé morreu aos 50 anos, no dia 4 de setembro de 1999, em sua casa, em Santos, vítima de um infarto fulminante, conforme disse a família. Orlando estava na sala de casa, esperando para assistir ao amistoso entre Brasil e Argentina quando sofreu o ataque cardíaco. Os parentes ainda tentaram, em vão reanimá-lo. Orlando estava tetraplégico há pouco mais de um ano, resultado de uma queda no banheiro do apartamento onde morava, em Brasília (DF), e tentava, com a fisioterapia, recuperar os movimentos e já conseguia mexer um pouco os braços.


PASSAGENS PELO GAMA


A primeira vez que Orlando Lelé passou pelo Gama foi no ano de 1988. No dia 28 de fevereiro de 1988, no Bezerrão, ele estreava como treinador do Gama, no empate de 0 x 0 diante do Taguatinga, jogo válido pelo campeonato brasiliense. No dia 12 de junho de 1988, no CAVE, no empate de 1 x 1 com o Guará, Orlando Lelé resolveu passar a dividir as funções de jogador e treinador da equipe do Gama. Nesse dia, com a camisa 6, entrou em campo e deu o passe para o gol do Gama. Foram mais seis partidas nessa condição. No dia 26 de junho de 1988, no Bezerrão, Orlando Lelé marcaria o seu único gol no campeonato, no empate de 1 x 1 com o Brasília. No total foram 24 oportunidades como treinador da equipe e sete como jogador. O Gama foi desclassificado pelo Tiradentes (campeão desse ano) nas semifinais e ficou com a quarta colocação no campeonato.

Orlando Lelé voltaria em 1990, sendo treinador da equipe do Gama em 17 oportunidades, sagrando-se campeão brasiliense desse ano.

De 10 de agosto a 9 de novembro de 1997, Orlando Lelé foi técnico do Gama no Campeonato Brasileiro da Série B, levando o clube até a terceira fase da competição.

A última vez que Orlando Lelé foi treinador do Gama foi em 1998. Foram apenas quatro jogos no comando da equipe no Campeonato Brasileiro da Série B, competição conquistada pelo Gama já com Wagner Benazzi no lugar de Orlando Lelé.


Um pouco da passagem de Orlando Lelé como jogador do Gama


https://www.youtube.com/watch?v=yQASoB5IPmE


Orlando Lelé faleceu no dia 4 de setembro de 1999, em São Vicente (SP).

 

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

A FRACA PARTICIPAÇÃO DA SELEÇÃO DO DF NO I CAMPEONATO BRASILEIRO DE FUTEBOL JUVENIL - 1978



Em 20 de novembro de 1978 aconteceu a convocação dos 36 jogadores da Seleção do Distrito Federal que participariam do I Campeonato Brasileiro de Futebol Juvenil, promovido pela então Confederação Brasileira de Desportos - CBD.
O técnico Carlos Morales convocou 12 jogadores do Brasília, 7 do Guará, 2 do Taguatinga, 1 do Grêmio Brasiliense, 4 do Sobradinho, 2 da Desportiva Bandeirante, 5 do Gama, 2 da AABB e 1 do Guadalajara.
Foram eles: Maurício (Brasília), Junior (Gama), Mário (Brasília) – Décio (AABB), Isaías (Brasília) - Manoel Silva (Gama) e Ledis (Brasília); Marco Antônio (Brasília), Manoel Ferreira (Gama) e Maurinho (Brasília) – Vicente (Gama); Carlos (Desportiva Bandeirante) – Ivonildo (Guará) – Éverton (Brasília), Vilmar (Brasília) – Cláudio (Gama) e Zé Carlos (Taguatinga) – Serginho (Guará).
Posteriormente, outros foram convocados, casos de Haroldo, goleiro, e Weber de Azevedo Magalhães, ambos do Brasília, e dois cortados, por não comparecerem aos treinamentos: Wander de Carvalho (Brasília) e Hani Bazzi (Sobradinho).
As 21 seleções estaduais foram divididas em 3 grupos de 5 e 1 grupo de 6, assim compostos:

A - Amazonas, Ceará, Maranhão, Pará e Piauí;
B - Alagoas, Bahia, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe;
C - Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro;
D - Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Nos quatro jogos que disputou, o Distrito Federal somente conseguiu somar um ponto, proveniente de um empate com Minas Gerais. Nos demais, foram três derrotas.
Em sua estreia, em 23 de dezembro de 1978, contra a forte equipe do Rio de Janeiro (foto), os brasilienses foram goleados por 5 x 0. Treinada por Joel Martins, contando com a base do Botafogo, campeão carioca de 1978 (cujo maior destaque era Wecsley), e mais jogadores do nível de Leandro e Vítor, do Flamengo, João Luís, do Vasco da Gama, e Gilcimar, do Fluminense, a seleção do Rio de Janeiro era a grande favorita para a conquista do título e confirmou o favoritismo.

RIO DE JANEIRO 5 x 0 DISTRITO FEDERAL
Data: 23 de dezembro de 1978
Local: Caio Martins, Niterói (RJ)
Árbitro: Henrique José Ribeiro (ES)
Renda: Cr$ 50.800,00
Público: 1.864
Gols: Jérson, 10; Wecsley, 31, de pênalti; Jérson, 55, 60 e 83.
RIO DE JANEIRO: Luís Carlos, Leandro (Lima), Luís Cláudio, Miltão e João Luís; Vítor, Wecsley e André; Gilcimar (Gilberto), Jérson e Aérton.
DISTRITO FEDERAL: Maurício, Junior, Mário, Manuel Silva e Lédis; Marco Antônio, Manoel Ferreira e Maurinho; Carlos (Vicente), Vilmar e Ivonildo (Cláudio).

Nos demais jogos, estes foram os resultados:

DISTRITO FEDERAL 0 x 0 MINAS GERAIS
Data: 7 de janeiro de 1979
Local: Serejão, Taguatinga (DF)
Árbitro: Benedito Gonçalves
Renda: Cr$ 42.580,00
Expulsões: Aexandre e Isaías
DISTRITO FEDERAL: Maurício, Junior, Mário, Isaías e Ledis; Marco Antônio, Manoel Ferreira e Maurinho (Vicente); Carlos (Éverton), Gilmar e Zé Carlos.
MINAS GERAIS: Márcio, Zé Carlos, Luís Carlos, Alexandre e Ferreira; Paulo Martins e Carlinhos (Maurinho); Mateus (Marcelo), Hugo, Vágner e Renato.

DISTRITO FEDERAL 0 x 1 GOIÁS
Data: 21 de janeiro de 1979
Local: Serejão, Taguatinga (DF)
Árbitro: Hélio Cosso
Renda: Cr$ 40.350,00
Gol: Mário (contra), 79
Expulsões: Wilson Soares e Vilmar
DISTRITO FEDERAL: Maurício, Junior, Mário, Manuel Silva e Lédis; Manoel Ferreira e Vicente; Vilmar, Ivonildo, Cláudio (Décio) e Serginho (Marco Antônio).
GOIÁS: Itamar, Wilson Soares, Paulo Alves, Ademar e Cândido; Sabão (Gilson) e Pintinho; Luvanor, Zé Henrique, Marco Antônio (Labau) e Vânio.

ESPÍRITO SANTO 1 x 0 DISTRITO FEDERAL
Data: 24 de janeiro de 1979
Local: Vitória (ES)
Árbitro: João Batista Chagas Neto
Renda: Cr$ 6.820,00
Público: 341
Gol: Ruberico, 4
ESPÍRITO SANTO: Antônio Luís, Ramón, Marco Aurélio, Henrique e Lucinho; Antônio Amaral e Marcos Nunes; Ruberico, Paulistinha, Aldamário e Carlos Henrique.
DISTRITO FEDERAL: Maurício, Junior, Mário, Manuel Silva e Lédis; Manoel Ferreira e Décio; Ivonildo, Vicente, Cláudio (Marco Antônio) e Serginho.

A Seleção do Distrito Federal ficou em quinto e último lugar, sem marcar um único gol e sofrendo sete.




terça-feira, 20 de janeiro de 2026

ACOTECEU EM JANEIRO DE 1979


I CAMPEONATO BRASILEIRO DE SELEÇÕES ESTADUAIS SUB-20

O primeiro Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais Sub-20 foi disputado no período de 23 de dezembro de 1978 a 18 de fevereiro de 1979.
Vinte e uma seleções estaduais disputaram a competição e foram assim divididas:

Grupo A – Amazonas, Ceará, Maranhão, Pará e Piauí;
Grupo B – Alagoas, Bahia, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe;
Grupo D – Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

O Distrito Federal fez parte do Grupo C, juntamente com Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
Nos quatro jogos que disputou o Distrito Federal somente conseguiu somar um ponto, proveniente de um empate com Minas Gerais. Não marcou gols e sofreu sete.
Nos demais, foram três derrotas.

Em sua estréia, em 23 de dezembro de 1978, contra a forte equipe do Rio de Janeiro, os brasilienses foram goleados por 5 x 0. Treinada por Joel Martins, contando com a base do Botafogo, campeão carioca de 1978 (cujo maior destaque era Wecsley), e mais jogadores do nível de Leandro e Vítor, do Flamengo, João Luís, do Vasco da Gama, e Gilcimar, do Fluminense, a seleção do Rio de Janeiro era a grande favorita para a conquista do título e confirmou o favoritismo.

RIO DE JANEIRO 5 x 0 DISTRITO FEDERAL
Data: 23 de dezembro de 1978
Local: Caio Martins, Niterói (RJ)
Árbitro: Henrique José Ribeiro (ES)
Renda: Cr$ 50.800,00
Público: 1.864
Gols: Jérson, 10; Wecsley, 31, de pênalti; Jérson, 55, 60 e 83.
RIO DE JANEIRO: Luís Carlos, Leandro (Lima), Luís Cláudio, Miltão e João Luís; Vítor, Wecsley e André; Gilcimar (Gilberto), Jérson e Aérton.
DISTRITO FEDERAL: Maurício, Junior, Mário, Manuel Silva e Lédis; Marco Antônio, Ferreira e Maurinho; Carlos (Vicente), Vilmar e Ivanildo (Cláudio).

Nos demais jogos, estes foram os resultados:

DISTRITO FEDERAL 0 x 0 MINAS GERAIS
Data: 7 de janeiro de 1979
Local: Serejão, Taguatinga (DF)
Árbitro: Benedito Gonçalves
Renda: Cr$ 42.580,00
Expulsões: Alexandre e Isaías
DISTRITO FEDERAL: Maurício, Junior, Mário, Isaías e Ledis; Marco Antônio, Manuel Ferreira e Maurinho (Vicente); Carlos (Éverton), Gilmar e Zé Carlos.
MINAS GERAIS: Márcio, Zé Carlos, Luís Carlos, Alexandre e Ferreira; Paulo Martins, Carlinhos (Maurinho) e Mateus (Marcelo); Hugo, Vágner e Renato.

DISTRITO FEDERAL 0 x 1 GOIÁS
Data: 20 de janeiro de 1979
Local: Serejão, Taguatinga (DF)
Árbitro: Hélio Cosso
Renda: Cr$ 40.350,00
Gol: Mário (contra), 79
Expulsões: Wilson Soares e Vilmar
DISTRITO FEDERAL: Maurício, Junior, Mário, Manuel Silva e Lédis; Manuel Ferreira, Vicente e Vilmar; Ivanildo, Cláudio (Décio) e Serginho (Marco Antônio).
GOIÁS: Itamar, Wilson Soares, Paulo Alves, Ademar e Cândido; Sabão (Gilson), Pintinho e Luvanor; Zé Henrique, Marco Antônio (Labau) e Vânio.

ESPÍRITO SANTO 1 x 0 DISTRITO FEDERAL
Data: 24 de janeiro de 1979
Local: Vitória (ES)
Árbitro: João Batista Chagas Neto
Renda: Cr$ 6.820,00
Público: 341
Gol: Ruberico, 4
ESPÍRITO SANTO: Antônio Luís, Ramón, Marco Aurélio, Henrique e Lucinho; Antônio Amaral, Marcos Nunes e Ruberico; Paulistinha, Aldamário e Carlos Henrique.
DISTRITO FEDERAL: Maurício, Junior, Mário, Manuel Silva e Lédis; Manuel Ferreira, Décio e Vicente; Ivanildo, Cláudio (Marco Antônio) e Serginho (Ferreira).

Com isso, a Seleção do Distrito Federal ficou em quinto e último lugar, sem marcar um único gol e sofrendo sete.

XI TAÇA SÃO PAULO DE FUTEBOL JUNIOR


Para esta competição, a equipe de juniores do Brasília foi reforçada por três importantes jogadores do time profissional, que foi tricampeão brasiliense: Paulinho e Edmar, apontados como as maiores revelações do ano na Capital Federal, e o zagueiro Luís Carlos, que participou pela Seleção Brasileira das eliminatórias para o Mundial da categoria de 1977.
O Brasília não deu muita sorte na formação dos grupos. Formou no Grupo II, ao lado de Atlético Mineiro, Corinthians e Marília.
Em sua estréia, no dia 7 de janeiro, no Canindé, perdeu para o Corinthians por 1 x 0, gol contra de Luís Carlos, aos 42 minutos do segundo tempo.

CORINTHIANS 1 x 0 BRASÍLIA
Data: 7 de janeiro de 1979
Local: Estádio do Canindé, São Paulo (SP)
Árbitro: Jair Buchara Justiniano
Gol: Luís Carlos (contra), 87
CORINTHIANS: Edgar, Luís Roberto, Claudemir, Alberto (Fernando) e Chico Lopes; Cafu, Eli e Rodolfo; Márcio (Luizinho), Ademir e Carlos.
BRASÍLIA: Déo, Coutinho, Luís Carlos, Warlan e Gilberto; Paulinho, Sidnei e Wander; Jair Assis (Pedro Paulo), Edmar e Wando.

Reabilitou-se três dias depois, ao vencer o Atlético Mineiro por 3 x 1, com três gols de Edmar.

BRASÍLIA 3 x 1 ATLÉTICO MINEIRO
Data: 10 de janeiro de 1979
Local: Polícia Militar, São Paulo (SP)
Árbitro: Antônio Carlos Santos Loupo
Expulsões: Vilmar, Joãozinho, Rubão e Luís Carlos
Gols: Edmar, 52; Coutinho (contra), 53; Edmar, 58 e 70
BRASÍLIA: Déo, Coutinho, Luís Carlos, Warlan e Gilberto; Paulinho, Maurinho e Wander; Jair Assis (Sidnei), Edmar e Vilmar.
ATLÉTICO MINEIRO: Camilose, Niltinho, Luís Carlos, Rogério e Helder; Joãozinho, Tatau e Túlio; Vanderlei (Tita), Francisco e Moura (Rubão).

Despediu-se do certame no dia 13 de janeiro, derrotado pelo Marília (que acabaria se tornando campeão do torneio), por 2 x 1. Maurinho marcou o gol da equipe brasiliense.

MARÍLIA 2 x 1 BRASÍLIA
Data: 13 de janeiro de 1979
Local: Tatuapé, São Paulo (SP)
Árbitro: José Maria Oliveira
Gols: Roberto, 50 e 68 e Maurinho, 82
Expulsões: Paulinho, Edmar e Ercy Rosa.
MARÍLIA: Luís Andrade, Fernando, Júlio, Marcos e Deléo; Amadeu, Jair e Carlos Alberto; Luís Sílvio (Pecos), Roberto e Peri (Marcelo).
BRASÍLIA: Déo, Pedro Paulo (Cleber), Warlan, Coutinho e Gilberto; Paulinho, Maurinho e Wander; Jair Assis (Wando), Edmar e Vilmar.


segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

FORMAÇÕES: Ceilândia - 1987


Time do Ceilândia que enfrentou o Brasília no dia 22 de março de 1987, no Abadião.



Em pé, da esquerda para a direita: Tião, Paulão, Dias, Chicão, Chaguinha e Marcelo Maia.
Agachados: Dirson, Edmilson, Gildásio, Carlinhos e Wlad.
Não ganhou o certame desse ano, mas foi o que chegou mais perto de um troféu de campeão, o referente ao 1º turno de 1987. Chegou à frente dos poderosos Brasília e Gama e, na decisão desse turno, foi derrotado pelo Brasília, por 1 x 0.
Veio o segundo turno e foi muito mal, ficando em sétimo entre os oito participantes. No terceiro turno, ficou em quinto. Na classificação geral, terminou com a quarta colocação, a melhor do Ceilândia até então.

A ficha técnica desse jogo foi a seguinte:
CEILÂNDIA 0 x 0 BRASÍLIA
Data: 22.03.1987
Local: Abadião
Árbitro: Luiz Vilhena do Nascimento
CEILÂNDIA: Dias, Chaguinha, Paulão, Tião e Marcelo Maia; Chicão, Edmilson e Dirson; Carlinhos, Gildásio e Wlad. Técnico: Hércules Brito Ruas.
BRASÍLIA: Wanderley, Freitas, Iranil, Filgueira e Valdo; Oliveira, Décio (Marco Antônio) e Bolão; Erasmo, Coutinho e Nei. Técnico: Antônio Montanari (Ipojucan).


domingo, 18 de janeiro de 2026

A PRIMEIRA VEZ A GENTE NÃO ESQUECE: Os primeiros jogos amistosos do Defelê - 1960


Não encontramos o resultado final do provável primeiro jogo do Defelê, realizado no dia 8 de maio de 1960. Os jornais da época disseram, simplesmente, que o jogo acabou empatado diante da Associação Esportiva Taguatinga. Esse mesmo adversário enfrentou o Defelê uma semana depois, no dia 15 de maio de 1960. No campo do Grêmio, o Defelê conseguiu a primeira vitória de sua história, pelo placar de 2 x 0. Ramiro marcou no primeiro tempo e Pelé no 2º. O Defelê venceu com Anésio, Zé do Ó e Zé Carlos; Piauí, Antônio e Samuel Silva; Ramiro, Ely, Roberto, Wander Abdalla e Pelé. Esse jogo marcou a estreia do zagueiro Zé Carlos, que veio do Bangu (RJ).

No dia 22 de maio de 1960 o time jogou amistosamente contra um selecionado da cidade de Luziânia. O jogo foi marcado por incidentes e invasões de campo por parte da assistência.
O resultado final foi um empate em 1 x 1. Jogou o Defelê com Paulinho, Samuel, Macedo e Anésio; Wander e Antônio; Ramiro, Lacir, Ely, Edson e Pelé.

No dia 5 de junho de 1960, o Defelê empatou com a equipe do Planalto, jogo que terminou em pancadaria generalizada, no Estádio Duílio Costa. No 1º tempo o Planalto terminou na frente em 2 x 1. Os gols do Defelê foram marcados por Octávio, o do empate aos 2 minutos, do 2º tempo. O tumulto começou aos 20 minutos do segundo tempo, quando o jogador Jales agrediu Ely, tendo a ajuda de outros companheiros, provocando a intervenção do elenco do Defelê e da torcida. Muitos saíram feridos. Os bandeirinhas tiveram que se defender com seus instrumentos de trabalho e o árbitro Dirceu Basílio, sem a segurança policial, decidiu pôr fim à partida.
O Defelê esteve em campo com Carlos Magno, Macedo e Zé Carlos; Samuel Silva, Wander e Anésio; Ramiro (Jucão), Ely, Lacir Pedersoli, Édson Galdino e Octávio.

Desfalcado de três bons elementos (Édson Galdino, Ely e Zé Carlos), o Defelê disputou no dia 19 de junho de 1960 um amistoso em Jaraguá (GO), cidade natal de Ciro Machado do Espírito Santo. O clube brasiliense venceu por 2 x 1. No 1º tempo, Picolé marcou para o Defelê. No início do 2º, o Jaraguá empatou. Pedersoli marcou o gol da vitória do Defelê. Atuou o Defelê com Isaac, Samuel, Macedo e Vítor; Wander e Picolé; Ramiro, Edson II, Pedrosa, Pedersoli e Otávio. Técnico: Edson Galdino.

No dia 22 de junho aconteceu o já citado jogo na preliminar de Atlético Mineiro x Cruzeiro, que acabou com a derrota do Defelê, por 4 x 0, diante do Guará.
Na revanche, no dia 3 de julho de 1960, nova derrota do Defelê, desta vez por 2 x 1.Ely, de pênalti, marcou para o Defelê, que atuou com Anésio, Samuel, Macedo e Vítor; Wander e Euclides; Ramiro, Gino (Juca), Ely, Itiberê e Otávio.

No amistoso realizado no dia 17 de julho de 1960, o Defelê venceu o Industrial, por 3 x 1. Na preliminar, a equipe de aspirantes derrotou o Walmap (do Banco Nacional de Minas Gerais) por 2 x 0.

Na semana seguinte, 24 de julho de 1960, o Defelê realizou mais um amistoso, dessa vez contra o M. M. Quadros e venceu por 3 x 1.

Ramiro, Zé Paulo e Ely
O terceiro amistoso contra o Guará, tido pela imprensa e torcedores como o grande favorito para a conquista do campeonato de 1960, foi realizado no dia 14 de agosto de 1960. Depois de estar perdendo por 2 x 0, o Defelê foi buscar o empate no segundo tempo, com gols de Ely, cobrando pênalti, e Vicente. Jogaram pelo Defelê: Anésio (Carlito), Samuel Silva, Euclides e Gavião; Wander Abdalla e Zé Paulo; Ramiro, Gino (Vicente), Adjalme (Picolé), Ely e Otávio (Gilberto).
O curioso é que Defelê e Guará foram punidos pela Federação Desportiva de Brasília por terem jogado sem autorização da entidade, fato que configurou um problema de indisciplina e descumprimento da lei.

No dia 31 de agosto de 1960, no Estádio Israel Pinheiro, o Defelê empatou em 1 x 1 com a clube da Câmara dos Deputados (mais tarde, Guanabara), jogo marcado pela violência que levou à suspensão do duelo, aos 15 minutos, do 2º tempo, quando um dos jogadores do Defelê saiu com um braço quebrado e outros com ferimentos na cabeça.
A origem da confusão teria sido um chute dado pelo jogador Victor Grillo, do Defelê, num adversário, o que levou a torcida adversária a invadir o campo e fraturar o braço do jogador.

Matil
O Defelê foi até Planaltina enfrentar a seleção local no dia 7 de setembro de 1960. No jogo entre as equipes principais, o Defelê goleou por 6 x 0, com os gols sendo assinalados nesta ordem: 1º tempo – Ramiro, Gino, Gino e Ramiro; 2º tempo – Ceará, duas vezes. O Defelê formou com Anésio, Samuel, Macedo e Gavião; Euclides (Antônio) e Zé Paulo; Ramiro, Gino, Octávio, Wander e Gilberto.

No dia 16 de outubro de 1960, o time realizou um amistoso no campo do Grêmio. Atuando com Matil, Samuel, Macedo e Gavião; Wander (Euclides) e Loureiro; Ramiro, Dionísio, Ceará (Doca), Fino e Octávio, o Defelê foi surpreendido pelo Real, perdendo o jogo por 1 x 0.