quarta-feira, 11 de março de 2026
FICHA TÉCNICA: Giovani
terça-feira, 10 de março de 2026
O ESTÁDIO MANÉ GARRINCHA ESTÁ COMPLETANDO 52 ANOS
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| O "velho" |
O principal estádio do futebol brasiliense foi inaugurado com um jogo válido pelo Campeonato Brasileiro daquele ano, quando o Corinthians venceu o Ceub, por 2 x 1. Vaguinho, do Corinthians, aos 27 minutos do 1º tempo, marcou o primeiro gol no novo estádio. Aos 25 minutos do 2º tempo, Juraci empatou para o Ceub e o mesmo Vaguinho, aos 40 minutos, deu a vitória ao clube paulista.
As equipes formaram assim:
Ceub: Waldir, Oldair, Pedro Pradera, Cláudio Oliveira e Rildo; Alencar, Xisté e Péricles (Renê); Dilson (Cardosinho), Juraci e Dario.
Corinthians: Armando, Zé Roberto, Pescuma, Wagner e Wladimir; Tião e Adãozinho; Vaguinho, Roberto, Washington e Marco Antônio.
Luiz Carlos Félix, do Rio de Janeiro, foi o árbitro do jogo, que teve portões abertos no dia de sua inauguração.
Mesmo com o estádio inaugurado parcialmente, o Ceub disputou todos os seus jogos pelo Campeonato Brasileiro de 1974 no “Mané Garrincha”.
O novo estádio passou a receber os grandes clubes do futebol brasileiro. Além dos jogos oficiais, a bola também rolou no novo estádio num torneio promovido pelo Ceub, em setembro de 1974, para comemorar a “Semana da Pátria”. Participaram do torneio o Botafogo, do Rio de Janeiro, o Corinthians, de São Paulo, e o Vitória, de Salvador. O alvinegro carioca venceu o torneio, derrotando o Corinthians e o Vitória pelo mesmo placar: 1 x 0, com gols de Nilson Dias.
No dia 28 de setembro, ainda de 1974, o Ceub recebeu o Vasco da Gama, do Rio de Janeiro, e empatou em 2 x 2.
Poucos dias depois, outro time carioca se apresentou no estádio, o América, que venceu o Ceub por 2 x 0.
Somente em 1975 aconteceria no estádio “Mané Garrincha” o primeiro jogo válido pelo campeonato brasiliense. E foi por acaso.
O campeonato brasiliense de 1975, ainda amador, teve um total de 58 jogos. Destes, 57 foram disputados no Estádio “Pelezão” (até então, o maior de Brasília). O único que fugiu à regra aconteceu em 25 de maio de 1975, quando Campineira x Humaitá fizeram a preliminar de Ceub 2 x 0 Desportiva (ES), jogo válido pelo Campeonato Brasileiro daquele ano. Fio e Marco Antônio marcaram os gols do Ceub.
E nesse jogo aconteceu uma chuva de gols! Resultado final: Campineira 4 x 4 Humaitá. Aos oito minutos do 1º tempo, o jogador Elson, do Humaitá, entrou para a história ao marcar o primeiro gol válido pelo campeonato brasiliense no novo estádio.
Mesmo com a implantação definitiva do profissionalismo no futebol de Brasília no ano de 1976, os jogos continuaram sendo disputados no Pelezão. O “Mané Garrincha” só abria suas portas para ocasiões especiais.
Uma delas em 21 de fevereiro de 1976, quando o estádio recebeu pela primeira vez uma Seleção Brasileira. O adversário foi uma Seleção de Brasília. A “súmula” do jogo foi esta:
SELEÇÃO BRASILEIRA 1 x 0 SELEÇÃO DO DISTRITO FEDERAL
Árbitro: Armando Marques
Renda: Cr$ 305.780,00
Público: 27.935 pagantes
Gol: Flecha, 36 do 1º tempo
BRASIL: Valdir Peres, Nelinho (Getúlio), Miguel, Amaral e Marinho Chagas; Chicão, Geraldo e Rivelino; Flecha (Edu), Palhinha (Falcão) e Lula. Técnico: Osvaldo Brandão.
DISTRITO FEDERAL: Nêgo, Tereso, Luís Carlos, Fabinho e Nenê; Alencar, Marquinhos e Xisté; Junior Brasília, Léo e Nei (Humberto). Técnico: Cláudio Garcia.
Somente em 1977 o Mané Garrincha passou a ser o principal local para os jogos válidos pelo campeonato brasiliense. Naquele ano, de um total de 36 jogos, 28 foram disputados no “Mané Garrincha”. No dia 2 de julho de 1977, Bandeirante e Canarinho também entraram para a história ao disputarem o primeiro jogo do campeonato brasiliense no regime profissional, no “Mané Garrincha”. O Bandeirante venceu por 3 x 0 e Messias marcou o primeiro gol aos 3 minutos do 2º tempo. No jogo principal da rodada dupla, o Brasília derrotou o Gama por 2 x 0, gols de Julinho e Banana.
Os jogos começaram a ficar raros no “Mané Garrincha” depois que praticamente todas as cidades-satélites passaram a contar com seus estádios. Foram os casos do Adonir Guimarães, em Planaltina, Augustinho Lima, em Sobradinho, Bezerrão, no Gama, CAVE, no Guará e Serejão, em Taguatinga, além de algumas melhorias no velho Pelezão.
Assim, mais nenhum jogo válido pelo campeonato brasiliense foi disputado no “Mané Garrincha” no período de 1978 a 1983.
Somente em 1984 o estádio voltou a receber jogos pelo campeonato brasiliense. Naquele ano, a final entre Sobradinho e Taguatinga foi disputada no “Mané Garrincha”. Passou, então, a dividir com os demais estádios do DF a responsabilidade de promover jogos.
Antes deste exemplo de total abandono, em 1º de dezembro de 1983 foi assinado o Decreto pelo Governador José Ornellas dando ao estádio de futebol do Centro Desportivo Presidente Médici o nome de “Mané Garrincha”.
No dia 2, acompanhados do Diretor do DEFER, Maurício Bicalho, representantes de todas as emissoras de rádio e televisão do Distrito Federal estiveram no estádio para escolherem as cabines que ocupariam a partir daquela data.
No dia 15 de dezembro de 1983, aconteceu o jogo amistoso entre a Seleção de Profissionais do DF e uma Seleção Brasileira de Novos, na reinauguração do Estádio Mané Garrincha. O selecionado brasileiro venceu por 2 x 1.
Nos anos seguintes, o estádio nunca teve a devida atenção, quer das autoridades responsáveis, quer dos clubes locais. Mesmo quando os principais clubes do DF estiveram na Série A do Campeonato Brasileiro, o Mané Garrincha não era o mais procurado dos estádios brasilienses. Quando sediava jogos de grandes clubes brasileiros, sempre teve sua capacidade máxima preenchida.
O recorde de público (mais de 51 mil espectadores) do velho estádio foi registrado no dia 20 de dezembro de 1998, quando o Gama venceu o Londrina, do Paraná, por 3 x 0, e conquistou o Campeonato Brasileiro da Série B e a consequente promoção para a Série A em 1999.
O recorde anterior era do jogo Brasília 0 x 2 Flamengo, em 2 de fevereiro de 1984, válido pelo Campeonato Brasileiro da Série A daquele ano: 47.531 pagantes.
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| O "novo" |
O novo “Mané Garrincha” foi reconstruído e em nada se parecia com o antigo palco de Brasília, totalmente demolido em 2010. Ele é um gigante de mais de 46 metros de altura e foi idealizado a partir do conceito arquitetônico de Oscar Niemeyer, que marca a capital brasileira. Ele serviu de inspiração para a fachada composta por 288 pilares, de 36 metros de altura, dispostos ao redor da obra, com uma área construída de cerca de 218,8 mil metros quadrados. Para erguer a arena com capacidade para 72.800 pessoas, aproximadamente 15 mil trabalhadores passaram pela obra. Os investimentos totais superaram a marca de 1,2 bilhão de reais, segundo dados da Terracap, tornando-o o segundo estádio mais caro do país. Esse valor corresponde a, além da reconstrução do estádio, obras adicionais em seu entorno.
A arena adota o conceito multiuso, com mais conforto e segurança para os torcedores, a começar pelos assentos. São cinco opções e todos são marcados e retráteis, a uma distância inicial de 7,5 metros do campo. Este, por sua vez, foi rebaixado 4,8 metros de sua altura original, permitindo 100% de visibilidade. A cor vermelha foi a escolhida para os assentos gerais e a cor vinho para os camarotes.
No final de 2011, uma das exigências da FIFA foi a de que os assentos fossem rebatíveis. Isso permite melhor circulação e segurança. Nesses requisitos, foi solicitado que os assentos fossem certificados pela ABNT.
A arena foi concebida com uma divisão em quatro diferentes setores. As cadeiras estão distribuídas nas arquibancadas inferior, intermediária e superior, além dos 74 camarotes. Rebatíveis de modo automático, por contrapeso, eles têm encosto alto e foram fabricados em plástico tipo polipropileno.
Os assentos VIP, para a área de hospitalidade e camarotes também são feitos em plástico, com acabamento fosco em vinil e estofamento de espuma. Eles possuem encosto, apoio para os braços e também são rebatíveis. No total, são 6,3 mil unidades desse tipo no estádio. Há ainda 120 assentos destinados ao setor VVip (Very Very Important Person) com encosto alto. Eles são rebatíveis, acolchoados e revestidos com couro sintético.
Outras 52 cadeiras são para o setor de “reservas e oficiais”, que inclui os bancos de reserva. Eles não são rebatíveis, têm encosto alto, design arredondado, braço e proteção lateral. Acolchoados, a estrutura interna desses assentos é em aço tubular, com espuma moldada, revestida em couro ecológico.
Na parte interna, serão 335 vagas de estacionamento para carros até o terceiro subsolo, além de auditório, posto policial, médico e de saúde, juizado de menores, cinema, centro de convenções e teatro. Externamente, são quase 100 mil metros quadrados de espaço para ônibus e estacionamento VIP com 222 vagas, além de oito mil vagas no estacionamento público. A imprensa tem 2.850 lugares. Ao todo são 74 camarotes, 1.112 salas VIP, 40 bares, 14 lanchonetes e dois grandes restaurantes internos.
Em 18 de maio de 2013, após 1.017 dias de obras, repetindo o ocorrido na primeira inauguração do estádio, os trabalhos foram interrompidos para que ocorresse a reinauguração oficial do espaço. As obras estavam a 97% de execução, faltando apenas retoques finais e obras do entorno do estádio. Pela manhã, a presidente Dilma Rousseff, acompanhada do Governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, e com a presença de diversas outras autoridades locais e nacionais deu o chute inicial no campo da arena, gesto simbólico repetido na inauguração de todos os estádios que serão utilizados na Copa do Mundo FIFA 2014.
Cinco horas depois da entrega oficial, ainda no dia 18 de maio, à tarde, ocorreu o primeiro jogo no novo estádio, a final do Campeonato Brasiliense de 2013, na qual o Brasiliense venceu por 3 x 0. O primeiro gol marcado no jogo foi de autoria do lateral Bocão, aos 4 minutos do 2º tempo. Aproximadamente 20.000 torcedores estiveram presentes, o correspondente a 30% da capacidade total do estádio, valor estipulado por recomendação da FIFA para o primeiro evento-teste. A cantora Elza Soares, que já foi esposa do jogador Mané Garrincha, esteve presente para cantar o Hino Nacional. Os outros gols foram marcados por Washington, recebendo ótimo passe de Romarinho, filho do ex-jogador Romário, aos 34 minutos, e já nos acréscimos da partida (47 minutos), o próprio Romarinho fechou o placar. Rodrigo Raposo foi o árbitro do jogo. As equipes se apresentaram desta forma:
Brasiliense: Welder, Bocão, Fábio Braz, Luan e Jefferson; Júlio Bastos, Everton (Luís Augusto), Baiano e Iranildo (Peninha); Gizo (Romarinho) e Washington. Técnico: Márcio Fernandes.
Brasília: Marcão, Bruno Paraíba (Matozinho), Miltão, Danilo Mendes e Kaká; Marciel, Alisson (Paulinho), Valdeir (Junior) e Vitinha; Luquinhas e Giba. Técnico: Gauchinho.
Os jogadores do Brasiliense receberam as medalhas e o troféu de campeão ainda no gramado e aproveitaram para fazer muita festa com a torcida.
Em 26 de maio de 2013, o estádio recebeu o seu segundo e último evento-teste antes da Copa das Confederações da FIFA Brasil 2013, a abertura do Campeonato Brasileiro através do jogo entre Santos e Flamengo. A partida, que marcou também a despedida do jogador Neymar do futebol brasileiro, terminou com um empate de 0 x 0. O jogo contou com um público de 63.501 pagantes, quebrando o recorde anterior do estádio, da partida entre Gama e Londrina em 1998.
Outro grande público foi registrado no dia 14 de julho de 2013, quando o Flamengo venceu o Vasco da Gama por 1 x 0, válido pelo Campeonato Brasileiro da Série A de 2013: 61.767 pagantes.
No dia 15 de junho de 2013 o “Mané Garrincha” recebeu a partida de abertura da Copa das Confederações. Nela, o Brasil venceu o Japão por 3 x 0, com gols de Neymar, Paulinho e Jô. O público foi de 67.423 pagantes, novo recorde no estádio.
Além de um jogo do Brasil na primeira fase (contra Camarões, no dia 23 de junho), o novo estádio recebeu outras seis partidas da Copa do Mundo.
segunda-feira, 9 de março de 2026
OS CLUBES DO DF: o Flamengo que virou Cruzeiro
No
mesmo dia foi eleita a primeira diretoria do clube, assim composta:
Presidente – Armando Ribamar de Carvalho; Vice-Presidente – Genibaldo Fernandes
Mendonça; 1º Secretário – Gildásio Gomes de Lima; 2º Secretário – Dineir
Arcanjo de Almeida; 1º Tesoureiro – Gabriel Araújo de Almeida; 2º Tesoureiro –
João Evangelista Silva; Diretor Técnico – Roberto Parentoni Martins; Chefes do
Departamento de Futebol – Fernando Ignácio Baracho Martins e Arlindo Benício da
Silva; Chefe do Departamento de Futebol Feminino – Maria Helena Pires Mello
Alves; Chefe do Departamento Médico – Jarbas Passarinho Junior; Chefe do
Departamento Social – José Odonor da Costa Ribeiro Filho; Chefe do Departamento
de Carnaval – Gilvan Gomes de Lima e Preparador Físico – Sílvio Delmar
Hollembach.As cores da nova associação passaram a ser azul e branca e o uniforme semelhante ao do Cruzeiro, de Belo Horizonte (MG).
domingo, 8 de março de 2026
FICHA TÉCNICA: Nen
sábado, 7 de março de 2026
HÁ 60 ANOS NO FUTEBOL BRASILIENSE: Defelê 4 x 2 Rabello
sexta-feira, 6 de março de 2026
FICHA TÉCNICA: Thiago Eciene
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NOME COMPLETO: Thiago
Francisco Eciene |
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APELIDO/NOME DE GUERRA:
Thiago Eciene |
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LOCAL E DATA DE
NASCIMENTO: Brasília (DF), 6 de março de 1983 |
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POSIÇÃO EM CAMPO: Zagueiro |
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INSCRIÇÃO CBF: 159.873 |
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INSCRIÇÃO DF: 4.114 |
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| Estrelinha |
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| Capital |
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| Sobradinho |
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| Brazlândia |
2014 - Seu último clube foi o Luziânia, onde, atuando como zagueiro e lateral-esquerdo, colaborou com a conquista do título inédito de campeão brasiliense em 2014. Fez parte do elenco do Luziânia que participou do Campeonato Brasileiro da Série D desse ano. O último jogo de sua carreira aconteceu em 17 de abril de 2014, justamente na decisão do campeonato, no Mané Garrincha, no jogo Luziânia 0 x 1 Brasília.
quinta-feira, 5 de março de 2026
OS ARTILHEIROS: Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão - 2021
quarta-feira, 4 de março de 2026
OS TÉCNICOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: Everton Goiano
Everton
Antunes Benevides, o Everton Goiano, nasceu em Goiânia (GO), no dia 4 de março
de 1965.
Antes de se tornar treinador, Everton jogou por diversos clubes do Brasil e das
Américas.
No Brasil, atuou por clubes de Goiás (Anápolis, Anapolina, CRAC, Cristalina,
Goianésia e Vila Nova), de Minas Gerais (Tupi) e de São Paulo (Corinthians, de
Presidente Prudente, Fernandópolis, Mirassol, Novo Horizonte e Rio Branco, de
Ibitinga).
No Distrito Federal, teve passagens pelo Gama em 1995 e pelo Brazlândia nos
anos de 1996 e 1997.
Além disso, jogou no exterior: no Defensor, do Uruguai, no Union Deportivo de
Lara e Estudiantes de Mérida, da Venezuela, no Club Coban Imperial, da Guatemala,
e no Marte, do México.
Depois de treinar o Santa Inês, do Maranhão, em 2000, Everton Goiano passou a
trabalhar no Comercial, de Campo Grande (MS). Dirigiu este time na Copa
Centro-Oeste de 2002, competição que envolveu oito equipes do DF, Goiás, Mato
Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins.
Logo depois do encerramento dessa competição, teve a primeira experiência como
treinador no futebol brasiliense. A Sociedade Esportiva Brazlândia foi o
primeiro time do DF a ser treinado por Everton Goiano. Assumiu o Brazlândia na
sexta rodada, no dia 17 de março (derrota para o Luziânia por 1 x 0), e saiu do
último lugar para conseguir a classificação na última rodada, na quarta
posição, a última vaga do hexagonal. Foram dez jogos sem perder, com cinco
vitórias e cinco empates.
Mesmo enfrentando problemas com salários atrasados e até falta de remédios,
Everton Goiano levou o Sobradinho ao título de campeão da Segunda Divisão do DF
em 2003 (ao vencer o Paranoá por 1 x 0 no dia 2 de novembro) e a consequente
garantia de vaga na Primeira Divisão no ano seguinte.
Foi para o Gama em 2004, onde estreou no dia 25 de janeiro. Levou o clube
alvi-verde ao 3º lugar no campeonato brasiliense e também comandou a equipe na
Copa do Brasil, competição em que o Gama realizou uma campanha histórica,
chegando às oitavas-de-final pela primeira vez em dez participações, ao
conseguir vitória inédita sobre o Botafogo, por 3 x 2, de virada, em pleno
estádio Maracanã (o jogo de volta, no Bezerrão, aconteceu empate de 4 x 4). No
dia 7 de maio de 2004, pediu demissão.
Retornou ao futebol do DF fazendo sua estreia no dia 16 de janeiro de 2005,
como técnico do Luziânia no Campeonato Brasiliense desse ano. Entre 12
participantes, o Luziânia ficou com a sexta colocação. Transferiu-se para o
Juventude, de Primavera do Leste (MT), onde chegou na repescagem e conseguiu
classificar o time para a Terceira Fase do campeonato, quando foi eliminado
pelo União, de Rondonópolis.
De volta ao futebol do DF em 2006, realizou um ótimo trabalho no campeonato brasiliense
desse ano, ao levar o Luziânia ao terceiro lugar na competição, garantindo a
participação inédita do clube na Série C do Campeonato Brasileiro. Passou a
dirigir o Ceilândia no Campeonato Brasileiro da Série C. Depois da terceira
derrota em três jogos disputados, pediu demissão em 24 de julho de 2006.
Ainda no ano de 2006 foi treinador do Mineiros (quando pegou o time em último
lugar e o livrou do rebaixamento) e Anapolina, ambos de Goiás. Este último
chegou às oitavas de final do Campeonato Brasileiro da Série C.
Em julho de 2007 passou a ser o treinador do Esportivo Guará no Campeonato
Brasileiro da Série C. Após essa competição, a partir de 13 de outubro de 2007
dirigiu o time do Capital no Campeonato Brasiliense da Segunda Divisão. Ainda
em 2007 Everton Goiano foi treinador do Rio Branco, do Acre, Ananindeua, do
Pará, Goianésia, na Segunda Divisão de Goiás, e do Serrano, de Pernambuco.
Em meados de dezembro de 2007, foi contratado para ser técnico do Ceilândia no
Brasiliense da Primeira Divisão de 2008. Demitido do Ceilândia depois da
terceira rodada, Everton Goiano assumiu o Esportivo, do Guará no dia 18 de
fevereiro de 2008, como quinto técnico do clube na temporada. Em fato digno de
registro no Livro dos Recordes, ficou menos de 48 horas no cargo. Sua saída
aconteceu depois do pedido de demissão do gerente Edvan Aires, que tinha
acertado sua vinda para o clube. De imediato passou a trabalhar no Mineiros, de
Goiás. Foi sua última participação em clubes do DF. Depois disso continuou
treinando muitos clubes:
em 2009, Vila Aurora, do Mato Grosso; em 2010, Mineiros, de Goiás e União, de
Rondonópolis, do Mato Grosso (onde ajudou o clube a conseguir uma grande
façanha ao conquistar o título mato-grossense após 36 anos na fila); no Rio
Branco, do Acre, colocou o clube na quinta colocação do Campeonato Brasileiro
da Série C.
Em 2011, conquistou mais um título de campeão, ao levar o Rio Branco ao
primeiro lugar no campeonato acreano daquele ano.
Em janeiro de 2012, foi o técnico do Gurupi Esporte Clube, campeão de Tocantins
desse ano. Foi para o Mixto, de Cuiabá (MT) e deixou o clube após sua
eliminação nas quartas-de-final da Série D do Campeonato Brasileiro. Em
novembro de 2012 foi apresentado como técnico do Sampaio Corrêa; deixou o clube
em maio de 2013, com uma campanha de 24 jogos, com 14 vitórias, sete empates e
apenas três derrotas, todas elas acompanhadas de eliminações: nos dois turnos
do campeonato maranhense e na Copa do Brasil.
Ainda em 2013 foi o técnico do Rio Branco na Série C do Campeonato Brasileiro e
voltou a treinar o Goianésia, de Goiás.
Em 2014, Everton Goiano treinou o Águia de Marabá, do Pará, e, em outubro de
2014 foi anunciado como novo treinador do Esporte Clube Primeiro Passo, de
Vitória da Conquista (BA) para comandar a equipe na Copa Governador do Estado
de 2014. Tornou-se campeão dessa competição e garantiu vaga do clube no
Campeonato Brasileiro da Série C de 2015.
De lá para cá, dirigiu os seguintes clubes:
2015 - Treze, de Campina Grande (PB)
2016 - Brasiliense – DF e São Raimundo – PA
2017 - Iporá, Anapolina e Paraupebas, todos de Goiás
2018 - Aparecidense e Goianésia, também de Goiás
2019 - Vitória da Conquista-BA, São Raimundo-PA e Rio Verde-GO
2020 - Real Ariquemes-RO, Potiguar-RN, Atlético-AC e União Rondonópolis-MT
2021 - Iporá e ABD, de Goiás
2022 - Iporá-GO
2023 - Mixto-MT
2023 - Guanabara City-GO
2024 - União Rondonópolis-MT.
Everton Goiano tem diploma de Técnico de Futebol concedido pela Associação Brasileira de
Treinador de Futebol - ABTF e pelo Sindicato dos Treinadores de São Paulo, além
de ter participado do primeiro Encontro Técnico de Futebol promovido pela
Federação Mexicana de Futebol.








































