sábado, 12 de setembro de 2026

OS ARTILHEIROS: Campeonato Brasiliense da Segunda Divisão - 2022



1º - Wisman (Samambaia) - foto, 7 gols;
2º - Wallace (Ceilandense), Starlony (Planaltina), Michel Platini (Samambaia) e Antony (Valparaíso), 4;
3º - David (Cruzeiro), Wesley (Planaltina), João Gabriel (SESP Samambaense) e Batata (Sobradinho), 3;
4º - Serginho (Botafogo), Hudson e Somália (Ceilandense), Igor (Cruzeiro), Jackson (Planaltina), Filipe Cirne, Geovane, João Eric e Romário (Real Brasília), João Victor e Wallace (Samambaia), Josué (SESP Samambaense), Fernando e Sandalo Belchior (Sobradinho) e Gleycon, Lidio e Vitor (Valparaíso), 2;
5º - Esquerdinha, Fiapo, Mateus e Obina (ARUC), Cauã, Dadinho, Danilo Cocada, Fábio, Gabriel Hiram, Pedro Henrique e Titico (Botafogo), Dedé e Murilo (G. E. Brazlândia), Carlos, Gabriel, Henrique e John (Ceilandense), Jefferson, Jeovane, Matheus Chaves e Pedro Gabriel (Cruzeiro), Robson, Thiago Bispo e Vicktor (Legião), Netinho e Wiliam Santos (Planaltina), David Peninha, Eduardo e Ian Carlos (Real Brasília), Felipe (Riacho City), Aldo, Filipe, Goduxo, Luiz, Tobinha e Vini (Samambaia), Gustavo, Lucas e Marcus Brasília (SESP Samambaense), Bruno e Régis Souza (Sobradinho) e Dudu (Valparaíso), um gol cada.

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

FICHA TÉCNICA: Wander de Carvalho


Filho do icônico treinador mineiro radicado em Brasília, Didi de Carvalho (Seu Didi) e irmão do também ex-jogador Péricles, Wander de Carvalho nasceu em Brasília (DF) no dia 11 de setembro de 1961.
Iniciou sua formação no ano de 1978, quando integrou a equipe juvenil do Brasília Esporte Clube que conquistou o bicampeonato da categoria nesse ano. A equipe do Brasília tinha a seguinte formação básica: Maurício, Isaías, Mário, Ledis e Everton; Marco Antônio, Vilmar e Maurinho; Jair (Sidney), Silva e Wander. Técnico: Ercy Rosa.
Em 20 de novembro de 1978 aconteceu a convocação dos 25 jogadores da Seleção do Distrito Federal que participariam do I Campeonato Brasileiro de Futebol Junior, promovido pela então Confederação Brasileira de Desportos - CBD. O técnico Carlos Morales convocou 25 jogadores, um deles o Wander. A Seleção de Brasília não conseguiu se classificar para a fase seguinte.
De 7 a 13 de janeiro de 1979 Wander fez parte da equipe do Brasília que disputou a Copa São Paulo de Futebol Junior, a Copinha. O time era tão bom que perdeu para o Corinthians por 1 x 0, com um gol faltando três minutos para acabar o jogo, venceu o Atlético Mineiro por 3 x 1 (com três gols de Edmar) e perdeu para o Marília (que acabou vencendo a competição), por 2 x 1.
Logo depois, durante a excursão que o Brasília fez ao interior de São Paulo, fez sua estreia na equipe principal. No dia 28 de março de 1979, em Guaratinguetá, o Brasília venceu a Esportiva local, por 5 x 0, assim formando: Jonas (Maurício), Ferreti, Jonas Foca, Luís Carlos (Mário) e Luisinho; Paulinho, Raimundinho (Renê) e Banana; Vilmar, Edmar e Nei (Wander). Técnico: Luiz Carlos Ferreira.
De forma oficial, estreou na equipe principal em 13 de maio de 1979, no CAVE, na vitória de 1 x 0 sobre o Guará, jogo válido pelo Campeonato Brasiliense.
Ainda disputou o Campeonato Brasiliense de Juniores de 1979, quando o Brasília perdeu o título e a hegemonia de três anos para o Gama. Ainda assim, foi artilheiro da equipe com sete gols.

Brasília - 1980

No ano seguinte, conquistou seu primeiro título de campeão brasiliense, participando de 20 jogos e marcando dez gols pelo Brasília. Também disputou sete jogos pelo Campeonato Brasileiro da Série B, marcando dois gols.
Pela primeira vez foi convocado para defender a Seleção de Brasília, mas não participou do jogo contra a Seleção de Goiás, no dia 21 de abril de 1980.
Em 1981 disputou três competições pelo Brasília: Campeonato Brasiliense, o Torneio Centro-Oeste e o Campeonato Brasileiro da Série A, com destaque para o jogo do Brasília contra o Grêmio, em Porto Alegre, no dia 15 de fevereiro de 1981. Na Loteria Esportiva, a vitória do Brasília representava 9% de probabilidade de acontecer. Havia 14 jogos que o campeão gaúcho Grêmio não perdia no Olímpico. E nunca é demais lembrar que o Grêmio acabou se sagrando campeão brasileiro de 1981.
A torcida, que compareceu ao estádio certa de assistir a uma goleada de sua equipe, teve seus prognósticos aumentados, pois logo a um minuto e quarenta segundos de jogo, Tarciso abriu o marcador para o Grêmio. Aluísio empatou para o Brasília e, logo depois Wander, da meia-lua, recebeu um cruzamento da esquerda e colocou no canto do goleiro Leão.
Nesse jogo histórico, o Brasília formou com Déo, Luisinho, Mário, Jonas Foca e Zé Mário (Ricardo); Alencar, Marco Antônio e Wander; William, Afonso e Aluísio (Paulinho). Técnico: Alaor Capella.
No ano de 1982 Wander passou para o Taguatinga, onde disputou o Campeonato Brasiliense e o Campeonato Brasileiro da Série A. Mesmo sem conquistar o título de campeão do DF, fez parte da Seleção dos Melhores do Ano, enquete realizada pelo jornal Correio Braziliense.
Retornou ao Brasília em 1983, quando voltaria a conquistar o título de campeão brasiliense, participando de 45 jogos na campanha pelo título de campeão. Mais uma vez disputou o Campeonato Brasileiro da Série A, marcando um gol nos 12 jogos em que esteve presente.

Ricardo, Rivelino, Wander e Lino

Também nesse ano, por duas vezes participou de jogos da Seleção do DF. Nos dias 23 de julho e 4 de agosto de 1983 foi promovido o “Jogo da Solidariedade”, entre a Seleção do Distrito Federal (que contou com os reforços de Rivelino e Zico) e a Seleção do Sul, em benefício das vítimas das enchentes que assolaram o sul do Brasil. No primeiro deles, Wander substituiu Rivelino. No segundo, entrou como titular e foi substituído por Marco Antônio.

Brasília - 1984

Wander foi um dos destaques do Brasília na conquista do bicampeonato brasiliense em 1984, quando marcou 12 gols nos 28 jogos que disputou, tornando-se artilheiro do Campeonato Brasiliense. Ao fim do ano foi premiado com o Troféu “Mané Garrincha”, fazendo parte da seleção dos Melhores do Ano.
Permaneceu no Brasília até 1985. No segundo semestre de 1985 foi para o Ferroviário, de Fortaleza (CE). Estreou no dia 15 de setembro de 1985, no Castelão, com vitória de 2 x 1 sobre o Ceará, válido pelo Campeonato Cearense. No jogo seguinte, na goleada de 5 x 0 sobre o Tiradentes, marcou seu primeiro gol com a camisa do Ferroviário. Ficaria no tricolor cearense até o final da temporada de 1985 e início de 1986.
Foram 17 jogos no Ferroviário, com dois gols marcados.
Em 1986, chegou a ser lembrado para compor a Seleção Principal do DF que disputaria o Campeonato Brasileiro de Seleções, mas acabou não participando do torneio.

Wander, Paulo Victor e Péricles

Sua segunda passagem pelo Taguatinga aconteceu em 1988, quando participou de 23 jogos pelo Campeonato Brasiliense desse ano e teve a oportunidade de jogar ao lado do seu irmão Péricles.
Transferiu-se para o Tiradentes, onde atuou nos anos de 1989 e 1990.
Encerrou sua trajetória profissional defendendo o Clube de Regatas do Guará nos anos de 1991 a 1993. No primeiro desses anos, marcou 11 gols nos 28 jogos que disputou e se tornou (junto com seu companheiro de clube Paulinho) artilheiro do Campeonato Brasiliense.
Em sua passagem pelo futebol do DF, Wander de Carvalho disputou 287 jogos oficiais, assinalando 65 gols.

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

ESQUECIDOS PELO TEMPO: Bira



Almir Fernandes de Oliveira, o Bira, nasceu no Rio de Janeiro (RJ) no dia 10 de setembro de 1958.
Só havia jogado em times peladeiros do Distrito Federal até que foi levado “à força” pelos amigos para o SESI, de Taguatinga, em 1976, onde conseguiu se destacar como artilheiro, formando dupla de área com Banana.
Antes de completar 18 anos, fez sua estreia no time profissional do Taguatinga Esporte Clube. Foi no dia 1º de maio de 1976, no Pelezão, marcando o gol da vitória de 1 x 0 do Taguatinga sobre o Gama. Nessa ocasião, o Taguatinga formou com Carlos José, Aldair (Elmo), Dão (Wanner), Dedinho e Chico; Douradinho, Nemias e Banana; Maurício, Bira e Dinarte. Técnico: Eurípedes Bueno.
Já tendo Dida, ex-jogador do Flamengo e da Seleção Brasileira (campeã de 1958) como treinador, Bira participou do amistoso realizado no dia 21 de julho de 1976, em São Januário, no Rio de Janeiro, para pagar o empréstimo do atacante Banana, ao Vasco da Gama.

Taguatinga
Logo depois, Bira foi um dos convocados do Taguatinga para fazer parte da Seleção do DF que enfrentou o Brasília no dia 21 de agosto de 1976, no amistoso com toda a renda revertida em benefício dos jogadores do Grêmio.
Disputou doze jogos pelo Campeonato Brasiliense de 1976, marcando cinco gols.
Esteve três meses no Atlético Mineiro e voltou para assinar com o Brasília, onde, curiosamente, também fez sua estreia num dia 1º de maio. Foi no amistoso contra o Cruzeiro, de Belo Horizonte-MG, no Pelezão, com derrota de 1 x 0, quando o Brasília apresentou a seguinte escalação: Déo, Renê, Jonas Foca, Sidney e Fernandinho; Capela (Vilmar), Rogério e Léo; Julinho, Banana e Nei (Bira). Técnico: Airton Nogueira.
Bira, com Banana
Bira esteve presente em nove dos treze jogos que o Brasília disputou para chegar ao título de campeão brasiliense de 1977, tendo marcado três gols. Antes do campeonato, Bira integrou a equipe do Brasília que venceu o segundo Torneio Imprensa.
Logo depois, participaria, com o Brasília, do Campeonato Brasileiro da Série A. Foram onze jogos.
Em 1978, fez parte da equipe do Brasília que se sagrou, novamente, campeã brasiliense. Também disputou o campeonato brasileiro da Série A com o Brasília.

Brasília
Em 1979, retornou ao Taguatinga, por onde disputou treze jogos válidos pelo campeonato brasiliense desse ano.
Passou um pequeno período na Anapolina, de Anápolis-GO e, em 1981, disputou o campeonato brasiliense pelo Tiradentes, onde fez seu último jogo no dia 5 de julho de 1981, no Augustinho Lima, com derrota de 4 x 1 para o Sobradinho. O Tiradentes formou com Jaidan, Renato César, Nego, Lázaro e Joãozinho; Robson, Bira (Esquerdinha) e Ciso; Vicente Biônico, Messias e Tico. Técnico: Airton Nogueira.
Além de ponteiro esquerdo, Bira também atuava como ponta de lança.
Atualmente morando no Guará, depois que parou com o futebol, passou a disputar torneios de futvôlei.




quarta-feira, 9 de setembro de 2026

FICHA TÉCNICA: Bigu



NOME COMPLETO: Maikel Alves da Silva
APELIDO: Bigu
LOCAL E DATA DE NASCIMENTO: Brasília (DF), 9 de setembro de 1984
POSIÇÃO: Meia
REGISTRO CBF Nº: 162.125

CARREIRA NO FUTEBOL DO DF:

2004

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

BRAZLÂNDIA

2004

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

BRAZLÂNDIA

2005

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

BRAZLÂNDIA

2006

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

CAPITAL

2006

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

BRAZLÂNDIA

2007

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

BRAZLÂNDIA

2008

CAMPEONATO BRASILIENSE 3D

CAPITAL

2009

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

BRAZLÂNDIA

2009

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

SANTA MARIA

2012

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

BRAZLÂNDIA

2013

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

BRAZLÂNDIA

2015

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

CEILANDENSE

2015

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

BRAZLÂNDIA

2016

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

BRAZLÂNDIA

2018

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

BOLAMENSE

2018

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

G. E. BRAZLÂNDIA


TÍTULOS CONQUISTADOS NO FUTEBOL DO DF:
Campeão brasiliense da Segunda Divisão de 2007, pelo Brazlândia.







OS CLUBES DO DF: o Atlético de Brazlândia



No último dia 7 de setembro, o Atlético de Brazlândia completou 55 anos de existência.
A história do Clube Atlético de Brazlândia surgiu depois da extinção do União Futebol Clube, um dos primeiros times amadores de futebol de campo de Brazlândia. 
Depois da extinção foram formados dois times: o E. C. Marechal Rondon e o Clube Atlético de Brazlândia. Alguns jogadores foram para o Rondon comandado pelo saudoso Carabina, que também era jogador do time do União (lateral-direito), ficando a outra parte dos jogadores no Atlético, sob o comando de Sebastião Maria da Encarnação; o popular Pelé. 
O Atlético foi fundado no dia 7 de setembro de 1971.
Sebastião Maria da Encarnação, um dos fundadores, estava como Presidente em exercício quando convocou uma reunião para o dia 10 de junho de 1973, quando, além da leitura, discussão e aprovação dos estatutos do clube, seriam conhecidos os membros do Conselho Deliberativo e Fiscal e a Diretoria Executiva.
A Diretoria Executiva ficou assim constituída: Presidente - José Silva; 1º Vice-Presidente - Solange da Rosa Schmidt; 2º Vice Presidente - Cleide Ferreira de Araújo; Diretor Secretário - José Roberto Argello; Diretor Tesoureiro - Francisco Alves de Oliveira; Diretor Social - Erivaldo Lopes Martins; Diretor de Esportes - Marcônio Ferreira Porto e Diretor de Futebol - Sebastião Maria da Conceição.
No dia 18 de março de 1973, o Atlético participou do Torneio Quadrangular de Brazlândia, competição que reuniu dois clubes do Gama, o Flamengo e o Gaminha, além do E. C. Marechal Rondon, de Brazlândia.
No primeiro jogo, o E. C. Marechal Rondon, de Brazlândia 0 x 0 Flamengo, do Gama. Foi necessária a cobrança de uma série de pênaltis, quando o time da casa venceu por 2 x 1.
No jogo de fundo, o Atlético, de Brazlândia, não encontrou dificuldades para vencer o Gaminha por 2 x 0, gols de Toinho e Pirombá. Atuou o Atlético com Índio, Dedinho, Ivan, Pedro e Délcio; Tio e Carlitinho; Lu, Tuda, Toinho e Pirombá. O Atlético usou ainda os jogadores Alicate, Pelé e Abílio. O quadrangular seria encerrado em 1º de abril, mas não foi possível encontrar seu desfecho.
Menos de um mês depois (1º de abril de 1973), aconteceu a primeira participação do Atlético em uma competição promovida pela então Federação Metropolitana de Futebol (hoje Brasiliense): o primeiro Festival da Pelota.
Participaram do torneio seis equipes: Demabra e Oeste, do Núcleo Bandeirante, Humaitá e Guarani, do Guará, Brasal, do Setor de Indústrias e Abastecimento - SIA, e o Atlético, de Brazlândia.
Todos os jogos foram realizados no Estádio Pelezão e tiveram a duração de 60 minutos (30 x 30). No caso de empate, série de penalidades máximas em número de 3.
No terceiro jogo, o Atlético venceu o Guarani por 2 x 1 e, na decisão do torneio, marcou 1 x 0 sobre o Humaitá, sagrando-se campeão.
Em 16 de agosto de 1973 aconteceu a Assembleia Geral que aprovou a filiação de América F. C. (de Sobradinho), A. A. Relações Exteriores Humaitá E. C., Luziânia E. C. e Unidos de Sobradinho E. C. e do Clube Atlético de Brazlândia.
O Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão de 1973 foi a primeira competição oficial do Atlético como filiado da Federação Metropolitana de Futebol. O certame foi disputado por dez equipes.
Sua estreia aconteceu no dia 7 de setembro de 1973, no Estádio Pelezão. Sob a arbitragem de César Orosco, o Atlético venceu o Jaguar por 2 x 0, com gols de Pirombá e Toinho, nesta ordem.
Jogou o Atlético com Índio, Tio, Pedro, Ivan e Dedinho; Edgar, Toinho e Ozias; Joãozinho, Pirombá e Gilberto. Técnico: Sebastião Maria da Encarnação.
Chegou a liderar o campeonato, após a realização de dois bons jogos: 2 x 0 Relações Exteriores (gols de Joãozinho e Duda) e 1 x 1 Serviço Gráfico (gol de Dutra). Após ser atropelado pelo Unidos de Sobradinho (5 x 0), recuperou-se plenamente e voltou aos primeiros postos da tabela de classificação com outra série de bons resultados: 2 x 1 Ceub (com dois gols de Fischer), 1 x 1 Carioca (Luiz Félix) e 2 x 0 América (Toinho e Ozias), quando conheceu uma sequência de três derrotas consecutivas (2 x 3 Luziânia, 1 x 2 Humaitá e 0 x 1 Relações Exteriores). Ainda assim, terminou o primeiro turno na segunda  colocação, com 12 pontos ganhos, um atrás do Ceub.
No segundo turno, ficou na quarta colocação e, portanto, fora da decisão que reuniria os vencedores de turnos.

Sebastião Maria da Encarnação, o popular Pelé
Na classificação geral ficou com a terceira colocação, tendo vencido oito jogos, empatado 3 e perdido seis. Marcou 26 gols e sofreu 23.
Defenderam o Atlético no campeonato brasiliense de 1973 22 jogadores. Além do goleiro Índio, mais os seguintes jogadores: Firmo, Dedinho, Pedro, Arizona, Ivan, Edgar, Luiz Felix, Tio, Bispo, Dutra, Joãozinho, Paulinho, Fischer, Toinho, Pirombá, Ozias, Gilberto, Duda, Clemente, Edson e Valmir. O técnico foi Sebastião Maria da Encarnação.
Pirombá foi o artilheiro do Atlético na competição, com 6 gols (o artilheiro foi Humberto, do Relações Exteriores, com 12). Os demais marcadores do Atlético foram: Fischer e Toinho, com cinco; Duda, Ozias e Dutra, com 2 e Aloísio, Edgar, Eustáquio, Joãozinho e Tio, com um gol cada.
Para coroar a boa campanha do Atlético, no final do ano, mais precisamente no dia 14 de dezembro de 1973, o Jornal de Brasília promoveu uma cerimônia para entregar troféus às personalidades e jogadores que mais se destacaram durante o ano no futebol brasiliense. 
O Atlético teve entre os premiados o zagueiro Edgar, como “jogador mais disciplinado”, além de Dedinho e Pirombá fazerem parte da “Seleção do Ano”.
Na assembleia que elegeu, em 8 de março de 1974, Wilson Antônio de Andrade para ocupar a presidência da Federação Metropolitana de Futebol por mais dois anos, o Atlético teve como representante Edgard Alves de Souza, que substituiu José Roberto Argello. 
Mas a participação do Atlético em 1974 não passou disso. Não disputou nenhuma competição oficial nesse ano.
Em 13 de dezembro de 1974 foi realizada a Assembleia Geral Extraordinária que desfiliou o Luziânia Esporte Clube e o Unidos de Sobradinho Atlético Clube e condicionou a permanência do Atlético a liquidar seus débitos até o dia 30 de janeiro de 1975. Como isso não veio a acontecer, o Atlético deixou de fazer parte do quadro de filiados da Federação oficialmente a partir de 1º de fevereiro de 1975. 
A partir daí, passou a disputar o campeonato amador da cidade de Brazlândia.
Costumeiramente, no dia 7 de setembro de cada ano é realizado o tradicional torneio de futebol de campo amador da cidade, em comemoração ao aniversário do Clube Atlético de Brazlândia. Este ano a festa foi em homenagem aos 43 anos de fundação do clube.



terça-feira, 8 de setembro de 2026

FICHA TÉCNICA: Michel Platini


Michel Platini Ferreira Mesquita nasceu na Ceilândia (DF) no dia 8 de setembro de 1983.
Começou nas categorias de base da S. E. Brazlândia, em 2002, ano em que o clube foi vice-campeão brasiliense da categoria de juniores, perdendo a final para o Gama, após dois jogos. Michel Platini marcou seis gols nessa competição.
Chamava a atenção pelo seu vigor físico, atuando como um centroavante clássico (camisa 9) de 1,87 m de altura.
No segundo semestre de 2002 foi emprestado ao Ceilandense para a disputa do Campeonato Brasiliense da Segunda Divisão. Fez sua estreia na equipe principal do Ceilandense em 24 de agosto, no estádio da Metropolitana, no Núcleo Bandeirante, com derrota para o Metropolitana, por 4 x 1. O Ceilandense fez péssima campanha e terminou em décimo e último lugar da competição. Em seu primeiro jogo como profissional, o Ceilandense entrou em campo com Fábio, Léo, Nei, Josué e Bhertonny; Alexandre, Serginho, Didão e Danilo; Michel Platini e Edinho. Técnico: Sílvio de Jesus.
Michel Platini disputou cinco dos oito jogos do Ceilandense, o último deles em 24 de outubro de 2002, contra o Brasília.
Logo depois, ele foi contratado pelo C. F. Pachuca, do México. Permaneceu vinculado ao Pachuca durante todo o ano de 2003. Como não conseguiu espaço na equipe de cima do Pachuca, ele optou por retornar ao Brasil para fazer parte do elenco do Gama.
No dia 1º de dezembro de 2003 assinou contrato com o Gama. Dois dias depois, ele passou a fazer parte do elenco do Gama que se preparava para disputar a Copinha, em São Paulo, no mês de janeiro de 2004. Disputou as três partidas como titular do Gama, que não conseguiu se classificar para a fase seguinte.
Ainda no mês de janeiro, mais precisamente no dia 25, no JK, ele faria sua estreia na equipe principal do Gama que empatou em 0 x 0 com o Paranoá, em jogo válido pelo Campeonato Brasiliense. O Gama formou com Osmair, Weider, Perivaldo, Emerson e Bobby; Leandro Leite, Macaé, Wesley e Rodriguinho; Victor (Reginaldo) e Michel Platini. Técnico: Everton Goiano.
Nos meses de março e abril fez parte de um momento histórico do Gama quando, na Copa do Brasil, o clube conseguiu eliminar o Botafogo, do Rio de Janeiro, após dois jogos: 4 x 4 no Bezerrão e vitória de 3 x 2 no Maracanã. Nos quatro jogos que disputou na Copa do Brasil, Michel Platini marcou quatro gols.
Em seguida, tornou-se artilheiro do Gama no Campeonato Brasiliense de 2004 (com seis gols), quando o Gama ficou com o segundo lugar na classificação final.

E terminou o ano de 2004 recompensado com uma excelente campanha do Gama no Campeonato Brasileiro da Série C. Na tarde de 28 de novembro de 2004, o Gama passou por cima do Limoeiro, do Ceará, fechando o placar em 7 x 1, garantindo assim sua vaga na Série B do Campeonato Brasileiro de 2005. Michel Platini marcou um dos gols do Gama, que atuou com Alencar (Roger), Cleiton, Marcão, Emerson e Bobby; Juari (Carlos Eduardo), Macaé, Wesley e Rodriguinho; Victor e Michel Platini (Bispo). Técnico: Reinaldo Gueldini.
Continuou vinculado ao Gama até 2006, com algumas saídas por empréstimo nos anos de 2006 a 2008, para Araguaína (TO), Grêmio Anápolis (GO), Veranópolis (RS) e Liga da Primeira Divisão de Hong Kong.
Disputou dez jogos e marcou cinco gols pelo Legião no Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão de 2008 e, logo depois do término dessa competição, em 29 de junho de 2008, Michel Platini assinou um contrato de três anos com o Chernomorets Burgas, da Bulgária. Ele marcou sua estreia oficial em 5 de julho com o gol de empate na partida da segunda rodada da Copa Intertoto, contra o ND Gorica, que terminou em 1 x 1. Fez sua estreia no Campeonato Búlgaro contra o Botev Plovdiv, com uma vitória por 1 x 0 fora de casa, em 10 de agosto. Marcou seu primeiro gol no campeonato búlgaro em 21 de setembro de 2008 contra o Litex Lovech, em um empate por 2 x 2. Durante sua primeira temporada, ele marcou 10 gols em 27 jogos da liga búlgara.
Michel Platini começou a temporada seguinte pelo Chernomorets Burgas, marcando três gols em quatro jogos do campeonato.
Em 31 de agosto de 2009, o CSKA Sofia o contratou por três anos, mantendo-o no clube até 30 de junho de 2012. Platini marcou seu primeiro gol oficial pelo CSKA Sofia na primeira partida da fase de grupos da Liga Europa da UEFA contra o Fulham, da Inglaterra, em 17 de setembro de 2009, que terminou em um empate de 1 x 1.
Em 25 de maio de 2010, Michel Platini conquistou a Copa da Bulgária com o CSKA Sofia.
Em 13 de fevereiro de 2012, Michel Platini juntou-se ao Dinamo Bucareșt, da Romênia. Ironicamente, ele havia jogado contra esse clube como jogador do CSKA Sofia, em um amistoso tenso apenas uma semana antes, sendo expulso. No entanto, ele fez apenas oito aparições, lutando para se firmar no elenco.
Em 12 de julho de 2012 ele retornou ao CSKA Sofia. Terminou a temporada com 16 jogos e 8 gols marcados.

Em 28 de julho de 2013, o CSKA anunciou que havia chegado a um acordo com o rival pelo título e campeão búlgaro Ludogorets Razgrad para a transferência de Michel Platini. Em 30 de junho de 2013 ele foi oficialmente apresentado como novo reforço à imprensa no centro de treinamento do clube. Após algum tempo no Ludogorets Razgrad, Platini geralmente era reserva e, posteriormente, foi dispensado pelo clube.
Após ser dispensado pelo Ludogorets Razgrad, Michel Platini assinou contrato com o Slavia Sofia e fez 8 jogos, marcando 3 gols. Mais tarde, durante a pausa de inverno, foi dispensado pelo Slavia Sofia e retornou ao Brasil.
Em seu recomeço no futebol brasiliense defendeu as seguintes equipes: 2015 e 2016 - Campeonato Brasiliense e Copa Verde, no Brasília, e 2017 - Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão, Copa do Brasil e Copa Verde no Ceilândia e Segunda Divisão do DF no Bolamense.
Em 2018, viveu um capítulo marcante e vitorioso de sua carreira.
Com 35 anos, Michel Platini quase parou de jogar em 2017, após ser campeão da Segunda Divisão do Campeonato Brasiliense pelo Bolamense.
Porém, em 2018, o convite do Sobradinho fez o atacante deixar a aposentadoria de lado.
As dores no joelho já tinham decretado a aposentadoria de Michel Platini do futebol. Mas a amizade de 14 anos com Victor Santana - formaram a dupla de ataque do Gama no vice-campeonato da Série C do Campeonato Brasileiro de 2004 - e com Reinaldo Gueldini - treinador do Gama na época - fizeram com que o até então ex-jogador mudasse de ideia e aceitasse o convite da dupla, técnico e coordenador de futebol do Sobradinho, respectivamente, para voltar a jogar e ser um dos protagonistas na histórica campanha do Sobradinho, novamente campeão do Campeonato Brasiliense depois de 31 temporadas.
Mesmo com as limitações físicas, Michel Platini marcou 11 gols em 15 jogos (média de 0,73 por partida) e foi o artilheiro do Campeonato Brasiliense.
O sucesso com a camisa do Sobradinho recolocou o nome de Michel Platini em evidência no cenário do futebol brasiliense. Essa brilhante campanha chamou tanta atenção que, logo após o término do estadual, o Brasiliense contratou Michel Platini para a disputa da Série D daquele mesmo ano. Ainda jogaria o Campeonato Brasiliense da Segunda Divisão de 2018 pelo Taguatinga.
Passou o ano de 2019 no Brasiliense, quando disputou o Campeonato Brasiliense, a Copa Verde e o Campeonato Brasileiro da Série D.

Em 2020 foi campeão da Copa Verde com o Brasiliense e depois passou para o Gama, onde disputou o Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão, a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro da Série D.
No ano seguinte, 2021, mais uma passagem pelo Brasiliense, tendo participado do Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão (campeão estadual) e o Campeonato Brasileiro da Série D.
Em 2022, disputou o Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão pelo Paranoá (marcando cinco gols em oito jogos) e o da Segunda pelo Samambaia (campeão dessa competição, marcando quatro gols em cinco jogos).
Seu último ano no futebol brasiliense foi em 2023, quando disputou nove jogos (com um gol) do Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão, defendendo o Gama.
Pouco antes de completar 40 anos, Michel Platini disputou seu último jogo como profissional. Foi em 18 de março de 2023, no estádio JK, no empate em 0 x 0 entre Capital e Gama, pelo Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão. O Gama formou com Ravel, Tiago Santana, Emerson e Júlio César; Bruno Ribeiro (Estevão), Assuério (Lucas Duarte), Gabriel Braga (Paolo) e Michel Platini; Welton, Serginho e Vitor Xavier (Gui Nascimento). Técnico: Vilson Tadei.






OS TÉCNICOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: Bira de Oliveira


Francisco Ubiraci Rodrigues de Oliveira, mais conhecido por Bira de Oliveira, nasceu em Jaguaretama, Ceará, no dia 8 de setembro de 1964.
Saiu de Jaguaretama em 1971, com destino ao Estado do Paraná, acompanhando seu pai, que ia trabalhar numa fazenda, na cidade de Ivaiporã, onde ficou até 1976.
Em 1976 sua família foi morar no Gama. No mesmo ano, mudaram para Planaltina.
Seu primeiro time de futebol no DF foi o Planalto, time amador de Planaltina, cujo treinador era o João Batista.
Seu começo no futebol do DF foi em 1981, na posição de goleiro, pelo time de juniores do Tiradentes. No ano seguinte, sagrou-se campeão brasiliense dessa categoria, seu único título como jogador. Ele era reserva do Capucho, que depois viria a brilhar em vários times do DF.
Depois que saiu do Tiradentes, passou por Sobradinho, em 1983 e, por último, em 1986, pelo Planaltina.
No Planaltina, em 1986, é o sexto da esquerda
para a direita, em pé
Interrompeu sua carreira de goleiro depois de sofrer uma lesão muito séria em 1986.
Foi, então, convidado por José Olinto Ferreira, o Zé do Norte, para treinar as categorias de base do Planaltina. Aproveitou para fazer o Curso de Treinador de Futebol na Faculdade Alvorada.
Sua estreia como treinador foi no dia 24 de julho de 1988, no estádio Adonir Guimarães. Naquele dia, o Planaltina (time que ele treinava) foi derrotado pelo Brasília, por 3 x 0.
No Planaltina, levou o clube às finais do campeonato brasiliense de 1993, contra o Gama. Ficou no Planaltina por muitos anos. Depois do Planaltina, foi treinador do Taguatinga (1º semestre de 1999), Comercial, do Núcleo Bandeirante (na Segunda Divisão do DF, no 2º semestre de 1999), Planaltinense (na Segunda Divisão do DF de 2001), Sobradinho (2002), Ceilandense, Gama (2006), Luziânia, Guará, Planaltina-GO e Legião (2013/2014). Também foi treinador de vários times do futebol amador de Planaltina, com destaque para o Londrina.
Entre seus títulos, o do Troféu “Mané Garrincha” em 1992; Campeão brasiliense de 1997, pelo Gama; Vice-campeão da Segunda Divisão do DF em 1999, treinando o Comercial, do Núcleo Bandeirante; e, por último, um torneio internacional no México, em 2013.
Em 1989, levou o Planaltina ao seu primeiro título de campeão brasiliense de juniores.

Comemorando o título no México
Mas, o que mais o envaidece foi ter sido responsável por mais de 500 jogadores terem se profissionalizado, com destaque para o ex-zagueiro Lúcio, Dimba (que passou por vários clubes do DF e do Brasil), Sandro (ex-Internacional, de Porto Alegre, e Tottenham Hotspur, da Inglaterra) e Renaldo (que também passou por vários clubes do Brasil e do exterior).
Depois que foi levado para o profissional, parou de trabalhar com escolinhas de futebol, onde treinava jovens de 7 a 17 anos, por acreditar ser a escola e as práticas esportivas os melhores caminhos para o jovem se projetar socialmente.

Em 2008 lhe foi concedido o título de Cidadão Honorário de Brasília.






segunda-feira, 7 de setembro de 2026

ESQUECIDOS PELO TEMPO: Raspinha


Quando iniciamos as nossas pesquisas sobre o futebol brasiliense, em 1999, uma das primeiras pessoas que procuramos foi justamente o Raspinha, que nos recebeu em sua casa, na Vila Planalto, para contar um pouco de sua história no futebol do DF, tanto como goleiro, quanto como massagista. Além disso, nos emprestou, para digitalização, várias fotografias antigas.

Antônio Serafim Filho, o Raspinha, nasceu em Uberaba (MG), no dia 7 de setembro de 1930.
Sempre como goleiro, iniciou sua carreira no futebol em Cravinhos, interior de São Paulo, onde fez uma longa peregrinação, depois defendendo a A. A. Francana, A. D. Araraquara, Sertãozinho e Santa Rosa.
Transferiu-se para o Paraná e defendeu o Nacional, de Rolândia, o C. R. E. Apucaranense, de Apucarana, e o E. C. Comercial, de Cornélio Procópio.
Voltou ao seu estado natal e defendeu o Paraisense, de São Sebastião do Paraíso.

Planalto
Em Goiás, jogou no Goianésia, Ceres e Goiânia.
Em Brasília, assinou contrato em 15 de setembro de 1960, com o Planalto. Disputou o campeonato brasiliense nos anos de 1960 a 1962.
De forma oficial, estreou com a camisa número 1 do Planalto no dia 25 de setembro de 1960, na vitória de 3 x 2 sobre o Defelê. A formação do Planalto foi a seguinte: Raspinha, Ventura e Ferreira; Japonês, Edson e Nilo; Ferrete, Negrinho, Ruy, Pedrinho e Rhodes.
Foi convocado para a primeira seleção de futebol de Brasília, que disputou o amistoso no dia 16 de abril de 1961, contra a seleção de Goiás. Apesar de ser convocado, não participou do jogo que terminou com vitória goiana por 1 x 0.
Poucos dias depois, 21 de abril de 1961, novamente foi convocado para o jogo contra o Santos (derrota de 4 x 0), e permaneceu no banco de reservas.

Primeira seleção do DF
No ano de 1963, disputou poucos jogos pelo Rabello no campeonato brasiliense.
Depois jogou seguidamente por Pederneiras (1964) e Guanabara (1965).
Sua última participação como jogador foi no dia 29 de novembro de 1970, quando seu clube, a S. E. Serveng Civilsan, empatou com o Grêmio em 0 x 0. Nessa ocasião, substituiu o ponteiro Procópio, para ir jogar no gol, pois o goleiro titular da equipe, Maracanã, foi expulso. A Serveng-Civilsan atuou com Maracanã, Nazo, Triste, Didi e Wilson; Azulinho e Nenê; Procópio (Raspinha), Arnaldo, Invasão e Da Silva (Manoelzinho). Técnico: Hector Gritta.
No mesmo ano de 1970, iniciou a carreira de massagista. Trabalhou no Defelê, Ceub, Demabra (Bandeirante), Gama, de 1977 a 1979, Taguatinga (onde foi campeão brasiliense), Brasília, Guará, onde foi vice-campeão e treinador de goleiro por muito tempo, e Sobradinho.
Além do futebol, esteve por 19 anos na AABB, Tiradentes, Minas Brasília Tênis Clube e Assefe.
Faleceu no dia 2 de junho de 2018, aos 87 anos.