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ANO |
COMPETIÇÃO |
CLUBE QUE DEFENDEU |
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2008 |
CAMPEONATO BRASILIENSE 1D |
UNAÍ |
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2008 |
CAMPEONATO BRASILIENSE 2D |
GUARÁ |
|
2009 |
CAMPEONATO BRASILIENSE 2D |
SANTA MARIA |
|
2009 |
CAMPEONATO BRASILIENSE 3D |
PARANOÁ |
|
2010 |
CAMPEONATO BRASILIENSE 1D |
DOM PEDRO II |
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2011 |
CAMPEONATO BRASILEIRO 4D |
BOSQUE FORMOSA |
|
2011 |
CAMPEONATO BRASILIENSE 2D |
BRAZLÂNDIA |
|
2012 |
CAMPEONATO BRASILIENSE 1D |
GAMA |
|
2013 |
CAMPEONATO BRASILIENSE 1D |
BRAZLÂNDIA |
|
2013 |
CAMPEONATO BRASILIENSE 2D |
BOSQUE FORMOSA |
|
2014 |
CAMPEONATO BRASILIENSE 1D |
SOBRADINHO |
|
2014 |
CAMPEONATO BRASILIENSE 2D |
BOTAFOGO |
|
2015 |
CAMPEONATO BRASILIENSE 1D |
LUZIÂNIA |
|
2015 |
COPA DO BRASIL |
LUZIÂNIA |
|
2016 |
CAMPEONATO BRASILIENSE 1D |
BOSQUE FORMOSA |
|
2016 |
CAMPEONATO BRASILIENSE 2D |
CEILANDENSE |
|
2017 |
CAMPEONATO BRASILEIRO 4D |
LUZIÂNIA |
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2017 |
CAMPEONATO BRASILIENSE 1D |
REAL |
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2017 |
CAMPEONATO BRASILIENSE 2D |
BOLAMENSE |
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2018 |
CAMPEONATO BRASILIENSE 1D |
LUZIÂNIA |
|
2018 |
CAMPEONATO BRASILIENSE 2D |
G. E. BRAZLÂNDIA |
|
2019 |
CAMPEONATO BRASILIENSE 1D |
LUZIÂNIA |
|
2019 |
CAMPEONATO BRASILIENSE 2D |
BRASÍLIA |
|
2020 |
CAMPEONATO BRASILIENSE 1D |
BOSQUE FORMOSA |
|
2020 |
CAMPEONATO BRASILIENSE 2D |
SANTA MARIA |
|
2021 |
CAMPEONATO BRASILIENSE 2D |
BRASÍLIA |
|
2023 |
CAMPEONATO BRASILIENSE 2D |
LUZIÂNIA |
|
2024 |
CAMPEONATO BRASILIENSE 2D |
LUZIÂNIA |
|
2025 |
CAMPEONATO BRASILIENSE 1D |
LEGIÃO |
|
2026 |
CAMPEONATO BRASILIENSE 1D |
PARANOÁ |
segunda-feira, 21 de setembro de 2026
OS GOLEIROS DO FUTEBOL BRASILIENSE: Márcio Fernandes
Começou no futebol quase por acaso em uma escolinha de Santa Maria (DF), onde
residia. Em mais um dia de treinos, o time da escolinha só tinha um goleiro
para participar dos treinamentos. Márcio, que não jogava no gol, resolveu
aceitar o desafio e foi treinar como goleiro. Gostou e permaneceu, assumindo a
posição de goleiro reserva da escolinha.
Federou-se na base do Gama em 2003, onde chegou a treinar ao lado de nomes
conhecidos do futebol nacional e internacional, como o meia Felipe Anderson.
Passou também rapidamente pelas categorias de base do América-MG e do Coritiba,
antes de se profissionalizar no Unaí, fazendo parte do elenco do clube no
Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão de 2008.
Na sequência, o goleiro teve a oportunidade de jogar em diversos clubes do
Distrito Federal e de outros Estados.
Esses foram os clubes que Márcio Fernandes defendeu no futebol brasiliense:
Além do futebol brasiliense, Márcio Fernandes também jogou em equipes do
futebol do Amazonas, Goiás, Minas Gerais e de Tocantins.
Em Tocantins, defendeu as seguintes equipes:
Tocantins, de Miracema - 2013; Alvorada - 2014; Gurupi - 2016, quando foi campeão
estadual; Guaraí - 2018 e Interporto - 2019.
Defendeu três equipes de Goiás: Ceres - 2017, Trindade - no Campeonato Goiano
da Terceira Divisão de 2022 e Anápolis - 2019 e 2020 a 2022 e 2023.
Passou pelo Operário Esporte Clube, de Manacapuru (AM), no primeiro semestre de
2024 e marcou a sua primeira experiência no futebol amazonense. Ele foi
anunciado em novembro de 2023 como o primeiro grande reforço do clube para a
disputa do Campeonato Amazonense de 2024. Assumiu a titularidade logo na
preparação oficial da pré-temporada do time. Sua trajetória no clube amazonense
acabou sendo breve. Ainda no primeiro semestre de 2024, ele acertou a sua
transferência para o Tupi, de Juiz de Fora (MG), no Campeonato Mineiro do Módulo
II.
domingo, 20 de setembro de 2026
AS SELEÇÕES DE BRASÍLIA: duas derrotas para o Treze, de Campina Grande - 1964
![]() |
| Embarque da delegação do Treze para Brasília. |
Nos dias 10 e 13 de setembro de 1964, o Treze, de Campina Grande (PB), esteve em Brasília para disputar dois amistosos. Era a primeira vez que um clube paraibano visitava a nova capital do Brasil.
Quando aqui chegou, encontrou o futebol do Distrito Federal dividido em duas categorias: amador e profissional.
Assim, foram formadas duas seleções dessas categorias para enfrentar o Treze.
A Comissão Organizadora da Seleção de Amadores foi assim formada:
Presidente: Gedeon Rodrigues Pereira; Coordenadores: Theodorico Barbosa Fernandes e João Dias da Costa; Técnico: Nelson Marabuto e Massagista: Juan Valdez Herrera.
Os convocados foram:
Cruzeiro do Sul: Zé Paulo, Pedersoli, Zezito, Baianinho e Zezé;
Dínamo: Sarmento, Benicassa, Malta, Lúcio, Goiano e Isaías;
Nacional: Chico, Logodô, Zezão e Alemão;
Guanabara: Agassis, Ercy, Zezé e Azulinho;
Vila Matias: Jaime e Etevaldo;
Grêmio: Joãozinho e Bugue; e
Pederneiras: Cotia.
No dia 10 de setembro de 1964, no Estádio Ciro Machado do Espírito Santo, o Treze venceu a Seleção Amadora do Distrito Federal, por 2 x 1. Zezito marcou para a Seleção do DF e Ibiapino e Braga assinalaram os gols da vitória do Treze.O árbitro foi Jorge Cardoso e as equipes formaram assim:
SELEÇÃO DO DF: Chico, Alberto, Malta, Lúcio e Pedersoli; Bugue (Zezito) e Ercy; Baianinho, Goiano, Lula (Nelício) e Nilson (Isaías). Técnico: Nelson Marabuto.
TREZE: Galego, Braga, Tomires (Salvador), Fraga e Manuelzão; Ibiapino e Vadu (Adilson); Martinho, Déo (Miruca), Targino e Lelé. Técnico: Janos Tatrai.
Três dias depois, 13 de setembro de 1964, no mesmo Estádio Ciro Machado do Espírito Santo, muita gente achava que a seleção de profissionais poderia conseguir um melhor resultado do que o alcançado pelos amadores.
Mas não foi bem isso que aconteceu: a derrota dos brasilienses foi ainda maior: 3 x 0. Braga, cobrando pênalti, Martinho e Lelé fizeram os gols do Treze.
Sob a arbitragem de Emílio dos Santos Vieira, os dois times atuaram assim:
SELEÇÃO DO DF: Gaguinho, Aderbal, Bimba, Sir Peres e Wilson Godinho; João Dutra (Fernando) e Walter Moreira; Sabará (Paulista), Invasão (Tião I), Alaor Capella e Arnaldo.
TREZE: Galego (Apinagés), Braga, Tomires, Salvador e Fraga (Manuelzão); Adilson e Vadu; Ibiapino (Miruca), Targino (Adeildo), Martinho e Déo (Lelé). Técnico: Janos Tatrai.
sexta-feira, 18 de setembro de 2026
FORMAÇÕES: Colombo - 1967
Em pé, da esquerda para a direita: Edward Brandão (Treinador), Chicão, Ivan,
Juci, Sir Peres, Oliveira, Índio e Adolfo Rizza (Presidente).
Agachados, na mesma ordem: Anísio (massagista), Gilson, Cid, Baiano, Paulista e
Zezé.
quinta-feira, 17 de setembro de 2026
O DIA 17 DE SETEMBRO NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE: o Botafogo em Brasília - 1961
Lance do jogo: Nilton
Santos dominando a bola, acossado por Léo, à sua direita, e Severo, à sua
esquerda. Mais atrás, Zé Maria.
Possuindo
um dos times mais poderosos do futebol brasileiro e mundial naquele ano,
recheado de campeões mundiais, o Botafogo de Futebol e Regatas, do Rio de
Janeiro, aproveitou-se de uma brecha no 1º turno do campeonato carioca de 1961
(competição que venceria com apenas uma derrota em 25 jogos) para se apresentar
em Brasília.
O jogo teve início às 16 horas do dia 17 de setembro de 1961 e apresentou a seguinte ficha técnica:
GUARÁ 0 x 6 BOTAFOGO
Local: Estádio Israel Pinheiro, Guará
Árbitro: Gualter Portela Filho (RJ)
Renda: CR$ 730.000,00
Auxiliares: Nilzo de Sá e Joventino A. de Oliveira
Gols: Pampolini, 15; Amoroso, 25; Amarildo, 32 e 44; Garrincha, 47 e Airton, 60
GUARÁ: Redola (Matil), Aderbal, Edson Galba (Alan), Bimba e Enes (Jaime); Eluff (Paulo) e Índio (Sabará); Severo (Heleno), Léo, Mingau (Barretinho) e Joãozinho. Técnico: Fuminho.
BOTAFOGO: Manga (Adalberto), Cacá, Zé Maria e Chicão (Rildo); Pampolini e Nilton Santos (Paulistinha); Garrincha, Didi (Édison), Amoroso (China), Amarildo (Ayrton) e Zagalo (Neyvaldo). Técnico: Marinho Rodrigues.
O jogo teve início às 16 horas do dia 17 de setembro de 1961 e apresentou a seguinte ficha técnica:
GUARÁ 0 x 6 BOTAFOGO
Local: Estádio Israel Pinheiro, Guará
Árbitro: Gualter Portela Filho (RJ)
Renda: CR$ 730.000,00
Auxiliares: Nilzo de Sá e Joventino A. de Oliveira
Gols: Pampolini, 15; Amoroso, 25; Amarildo, 32 e 44; Garrincha, 47 e Airton, 60
GUARÁ: Redola (Matil), Aderbal, Edson Galba (Alan), Bimba e Enes (Jaime); Eluff (Paulo) e Índio (Sabará); Severo (Heleno), Léo, Mingau (Barretinho) e Joãozinho. Técnico: Fuminho.
BOTAFOGO: Manga (Adalberto), Cacá, Zé Maria e Chicão (Rildo); Pampolini e Nilton Santos (Paulistinha); Garrincha, Didi (Édison), Amoroso (China), Amarildo (Ayrton) e Zagalo (Neyvaldo). Técnico: Marinho Rodrigues.
quarta-feira, 16 de setembro de 2026
ESQUECIDOS PELO TEMPO: Xixico
Antônio Pereira dos Santos, o Xixico, também chamado de Pereira, nasceu em
Caxias (MA), no dia 16 de setembro de 1943.
Veio para Brasília com dois objetivos: conseguir emprego em uma das várias empresas
que começavam a construção da nova Capital Federal e, se possível, numa que
tivesse um time de futebol.
Com 20 anos de idade, conseguiu isso ao passar a defender seu primeiro clube de
futebol no Distrito Federal, o Nacional, mantido pela construtora do mesmo
nome, no ano de 1963.
Na primeira rodada do Campeonato Brasiliense, no dia 19 de maio de 1963, em seu
campo, Aristóteles Góes, o Nacional empatou com o Guanabara, em 2 x 2, com Xixico
atuando na ponta-esquerda. Assim formou o Nacional: Chico, Alberto, Eufrásio,
Logodô e Ferreira; João e Nilson; Manoel, Naelson, Zezão e Xixico.
Em 1964, ano em que foram disputados os campeonatos brasilienses de
profissionais e de amadores, Xixico esteve no segundo, defendendo o Nacional,
que não quis aderir ao profissionalismo.
Em 1965, passou para o Pederneiras, clube que também não aderiu ao
profissionalismo e disputou o campeonato brasiliense da categoria de amadores.
No dia 15 de agosto de 1965, o Pederneiras venceu o Guanabara por 1 x 0 e
conquistou o título de campeão brasiliense invicto, com essa formação: Chico,
Tarcísio, Eufrásio, Logodô e Xixico; Firmo e Saudio; Deca, Zezito, Eraldo e
Cotia.
Continuou no Pederneiras em 1966, ano em que clube resolveu passar a ser
profissional e que teve como grande destaque no ano a vitória de 1 x 0 sobre o
Esporte Clube Bahia, no dia 31 de agosto de 1966.
Nesse ano, no dia 14 de novembro de 1966, um novo clube surgiu no futebol do
DF, o Coenge Futebol Clube, do Gama.
Aproveitando-se que o Pederneiras solicitou licença de todas as suas atividades
durante o ano de 1967, Xixico resolveu “apostar” no novo clube.
Em 1967, o Coenge integrava o Departamento Autônomo da Federação Desportiva de
Brasília, uma espécie de departamento responsável pelo futebol amador da
entidade. Desde o ano anterior, 1966, o departamento organizava um campeonato
entre as equipes não profissionais, divididas, em sua primeira fase, por
regiões, chamadas de séries, no Gama, em Taguatinga, em Sobradinho e no Plano
Piloto.
No mês de outubro aconteceu a primeira conquista da história do Coenge, ao
vencer o Torneio de Aniversário da Cidade do Gama. Logo depois, nos dias 26 de
novembro e 3 de dezembro de 1967, Xixico participou de um torneio quadrangular
que contou com o Coenge e A. A. Cultural Mariana, ambos do Gama, e Rabello e
Cruzeiro do Sul, ambos de Brasília. O Coenge ficou com o segundo lugar no
torneio, sendo derrotado na decisão contra o Cruzeiro do Sul com essa formação:
Tonho, Dimenor, Tarcísio, Xixico e Mauro; Pelezão e Divino; Pelezinho, Dera,
Eraldo e Oscar.
Em 1968, o Coenge, com Xixico na equipe, venceu o campeonato da cidade do Gama,
foi o vencedor da Série Gama do campeonato do Departamento Autônomo e venceu a fase
final desse campeonato após superar equipes do Gama e de Taguatinga, Sobradinho
e Plano Piloto.
O Coenge foi campeão com Hugo, Dirceu (Minhoca), Eraldo, Ferraz e Xixico
(Duchinha); Mauro e Divino; Noé, Pelezinho, Tatá e Oscar.
No dia 2 de março de 1969, a Seleção Amadora do Distrito Federal enfrentou o
Flamengo, do Rio de Janeiro, que contava com Garrincha. O Coenge cedeu onze
jogadores para esse selecionado, dentre eles, Xixico que teve a incumbência de
marcar o craque das pernas tortas.
A Seleção Amadora do DF atuou com Hugo, Jonas (Fernandes), Eraldo, Paulinho e
Xixico; Eduardo e Divino; Noé, Guairacá, Pelezinho (Argenta) e Oscar (Marão).
O rubro-negro carioca vencia o jogo por 3 x 1, mas resolveu abandonar o gramado
com 60 minutos de jogo, depois da expulsão de dois de seus jogadores.
A partir de 13 de abril de 1969, o Coenge iniciou a campanha que lhe daria,
pela primeira vez em sua história, o título de campeão brasiliense de futebol.
O time campeão do Coenge em sua última partida pelo campeonato, no dia 19 de
outubro de 1969, foi: Hugo, Ferraz, Tatá, Mauro e Xixico; Pelezão (Eustáquio) e
Divino; Márcio Minhoca, Pelezinho, Noé e Oscar.
No dia 1º de fevereiro de 1970, aconteceu o jogo do Coenge contra a Portuguesa,
do Rio de Janeiro, que terminou empatado em 1 x 1. O time do Coenge foi Carlos
José, Jaimir, Elias (Ferraz), Mauro e Xixico; Pelezão e Divino; Agostinho, Pelezinho,
Zé Carlos (Noé) e Oscar.
O Coenge não foi bem no campeonato brasiliense de 1970, terminando na sétima
colocação entre os dez clubes que disputaram a competição, ficando de fora da
Segunda Fase (apenas os seis primeiros passavam).
Em 1971, a Federação Desportiva de Brasília promoveu o Torneio Governador Hélio
Prates da Silveira, que teve início em março. O torneio marcou o início da
decadência do Coenge. Assim como outros clubes, foi punido por inadimplência,
com a perda de pontos em vários jogos. Depois, o Coenge se ausentou das
reuniões, o que também era motivo para punições, e foi decidido, no dia 23 de
junho de 1971, em assembleia, que os jogadores pertencentes a estas agremiações
estavam liberados para disputar partidas por outros times. Desta forma, Xixico
deixou o Coenge.
Com o fim do Coenge, em 1972 Xixico passou a fazer parte do elenco da
Associação Atlética Serviço Social, que estreava nesse ano no Campeonato
Brasiliense.
A A. A. Serviço Social era formada, basicamente, por jogadores de vários clubes
extintos, como Defelê, Planalto, Coenge e Civilsan.
No final do campeonato, o Serviço Social ficou com a quinta colocação.
A partir de 1973 e até 1975, Xixico voltou a disputar apenas as competições do
Gama. A Organização dos Esportes do Gama foi fundada em 2 de março de 1974 e
por aqui ele ficou até a criação do campeonato de profissionais, em 1976,
quando passou a defender a Sociedade Esportiva do Gama.
Gama 1977: em pé, da esquerda para a direita, Xixico, Atualpa, Carlão, Adilson, Rildo e Osvaldo. Agachados: Pelezinho, Carlinhos, Santana, Roldão e Zé Vieira.
Já com 33 anos de idade, Xixico participou do processo de formação das primeiras
equipes do Gama (fundado em 15 de novembro de 1975).
Sua estreia aconteceu no dia 15 de agosto de 1976, no Pelezão, com derrota de 3
x 2 para o Taguatinga, em jogo válido pelo Campeonato Brasiliense. Junto com
Dequinha, também do Gama, e Paraibinha, do Taguatinga, foi expulso de campo.
O Gama formou com Noel, Dequinha, Carlão, Santana e Xixico; Chicão, Gabriel e
Pelezinho; Almir, Carlos Alberto e Oscar (Galego). Técnico: Zé Maria.
Seu último jogo com a camisa do Gama aconteceu em 13 de março de 1977, no
Pelezão, num jogo contra o Brasília, pelo Torneio Imprensa. O Gama atuou com Adriano,
Carlão, Joãozinho, Dão e Rildo; Xixico, Cláudio e Lelé; Gisélio, Santana e
Liminha.
Seu número de registro na Federação Desportiva de Brasília mostra bem como ele
foi um dos primeiros jogadores de futebol no DF: 60. Na antiga CBD, atual CBF,
ele tinha o registro de número 40.300.
Xixico, Pelezinho e Oscar, campeões pelo Coenge em 1969, e ex-jogadores do Gama, no reencontro dos jogadores em 2010
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