segunda-feira, 21 de setembro de 2026

OS GOLEIROS DO FUTEBOL BRASILIENSE: Márcio Fernandes


Márcio Fernandes da Silva Nogueira nasceu em Brasília (DF), no dia 21 de setembro de 1989.
Começou no futebol quase por acaso em uma escolinha de Santa Maria (DF), onde residia. Em mais um dia de treinos, o time da escolinha só tinha um goleiro para participar dos treinamentos. Márcio, que não jogava no gol, resolveu aceitar o desafio e foi treinar como goleiro. Gostou e permaneceu, assumindo a posição de goleiro reserva da escolinha.
Federou-se na base do Gama em 2003, onde chegou a treinar ao lado de nomes conhecidos do futebol nacional e internacional, como o meia Felipe Anderson. Passou também rapidamente pelas categorias de base do América-MG e do Coritiba, antes de se profissionalizar no Unaí, fazendo parte do elenco do clube no Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão de 2008.
Na sequência, o goleiro teve a oportunidade de jogar em diversos clubes do Distrito Federal e de outros Estados.
Esses foram os clubes que Márcio Fernandes defendeu no futebol brasiliense:

ANO

COMPETIÇÃO

CLUBE QUE DEFENDEU

2008

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

UNAÍ

2008

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

GUARÁ

2009

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

SANTA MARIA

2009

CAMPEONATO BRASILIENSE 3D

PARANOÁ

2010

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

DOM PEDRO II

2011

CAMPEONATO BRASILEIRO 4D

BOSQUE FORMOSA

2011

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

BRAZLÂNDIA

2012

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

GAMA

2013

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

BRAZLÂNDIA

2013

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

BOSQUE FORMOSA

2014

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

SOBRADINHO

2014

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

BOTAFOGO

2015

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

LUZIÂNIA

2015

COPA DO BRASIL

LUZIÂNIA

2016

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

BOSQUE FORMOSA

2016

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

CEILANDENSE

2017

CAMPEONATO BRASILEIRO 4D

LUZIÂNIA

2017

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

REAL

2017

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

BOLAMENSE

2018

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

LUZIÂNIA

2018

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

G. E. BRAZLÂNDIA

2019

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

LUZIÂNIA

2019

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

BRASÍLIA

2020

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

BOSQUE FORMOSA

2020

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

SANTA MARIA

2021

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

BRASÍLIA

2023

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

LUZIÂNIA

2024

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

LUZIÂNIA

2025

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

LEGIÃO

2026

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

PARANOÁ


Além do futebol brasiliense, Márcio Fernandes também jogou em equipes do futebol do Amazonas, Goiás, Minas Gerais e de Tocantins.
Em Tocantins, defendeu as seguintes equipes:
Tocantins, de Miracema - 2013; Alvorada - 2014; Gurupi - 2016, quando foi campeão estadual; Guaraí - 2018 e Interporto - 2019.
Defendeu três equipes de Goiás: Ceres - 2017, Trindade - no Campeonato Goiano da Terceira Divisão de 2022 e Anápolis - 2019 e 2020 a 2022 e 2023.

Passou pelo Operário Esporte Clube, de Manacapuru (AM), no primeiro semestre de 2024 e marcou a sua primeira experiência no futebol amazonense. Ele foi anunciado em novembro de 2023 como o primeiro grande reforço do clube para a disputa do Campeonato Amazonense de 2024. Assumiu a titularidade logo na preparação oficial da pré-temporada do time. Sua trajetória no clube amazonense acabou sendo breve. Ainda no primeiro semestre de 2024, ele acertou a sua transferência para o Tupi, de Juiz de Fora (MG), no Campeonato Mineiro do Módulo II.



domingo, 20 de setembro de 2026

AS SELEÇÕES DE BRASÍLIA: duas derrotas para o Treze, de Campina Grande - 1964


Embarque da delegação do Treze para Brasília.

Nos dias 10 e 13 de setembro de 1964, o Treze, de Campina Grande (PB), esteve em Brasília para disputar dois amistosos. Era a primeira vez que um clube paraibano visitava a nova capital do Brasil.
Quando aqui chegou, encontrou o futebol do Distrito Federal dividido em duas categorias: amador e profissional.
Assim, foram formadas duas seleções dessas categorias para enfrentar o Treze.
A Comissão Organizadora da Seleção de Amadores foi assim formada:
Presidente: Gedeon Rodrigues Pereira; Coordenadores: Theodorico Barbosa Fernandes e João Dias da Costa; Técnico: Nelson Marabuto e Massagista: Juan Valdez Herrera.
Os convocados foram:
Cruzeiro do Sul: Zé Paulo, Pedersoli, Zezito, Baianinho e Zezé;
Dínamo: Sarmento, Benicassa, Malta, Lúcio, Goiano e Isaías;
Nacional: Chico, Logodô, Zezão e Alemão;
Guanabara: Agassis, Ercy, Zezé e Azulinho;
Vila Matias: Jaime e Etevaldo;
Grêmio: Joãozinho e Bugue; e
Pederneiras: Cotia.

No dia 10 de setembro de 1964, no Estádio Ciro Machado do Espírito Santo, o Treze venceu a Seleção Amadora do Distrito Federal, por 2 x 1. Zezito marcou para a Seleção do DF e Ibiapino e Braga assinalaram os gols da vitória do Treze.
O árbitro foi Jorge Cardoso e as equipes formaram assim:
SELEÇÃO DO DF: Chico, Alberto, Malta, Lúcio e Pedersoli; Bugue (Zezito) e Ercy; Baianinho, Goiano, Lula (Nelício) e Nilson (Isaías). Técnico: Nelson Marabuto.
TREZE: Galego, Braga, Tomires (Salvador), Fraga e Manuelzão; Ibiapino e Vadu (Adilson); Martinho, Déo (Miruca), Targino e Lelé. Técnico: Janos Tatrai.
Três dias depois, 13 de setembro de 1964, no mesmo Estádio Ciro Machado do Espírito Santo, muita gente achava que a seleção de profissionais poderia conseguir um melhor resultado do que o alcançado pelos amadores.
Mas não foi bem isso que aconteceu: a derrota dos brasilienses foi ainda maior: 3 x 0. Braga, cobrando pênalti, Martinho e Lelé fizeram os gols do Treze.
Sob a arbitragem de Emílio dos Santos Vieira, os dois times atuaram assim:
SELEÇÃO DO DF: Gaguinho, Aderbal, Bimba, Sir Peres e Wilson Godinho; João Dutra (Fernando) e Walter Moreira; Sabará (Paulista), Invasão (Tião I), Alaor Capella e Arnaldo.
TREZE: Galego (Apinagés), Braga, Tomires, Salvador e Fraga (Manuelzão); Adilson e Vadu; Ibiapino (Miruca), Targino (Adeildo), Martinho e Déo (Lelé). Técnico: Janos Tatrai.


sexta-feira, 18 de setembro de 2026

FORMAÇÕES: Colombo - 1967



Em pé, da esquerda para a direita: Edward Brandão (Treinador), Chicão, Ivan, Juci, Sir Peres, Oliveira, Índio e Adolfo Rizza (Presidente).
Agachados, na mesma ordem: Anísio (massagista), Gilson, Cid, Baiano, Paulista e Zezé.



quinta-feira, 17 de setembro de 2026

O DIA 17 DE SETEMBRO NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE: o Botafogo em Brasília - 1961


Lance do jogo: Nilton Santos dominando a bola, acossado por Léo, à sua direita, e Severo, à sua esquerda. Mais atrás, Zé Maria.

Possuindo um dos times mais poderosos do futebol brasileiro e mundial naquele ano, recheado de campeões mundiais, o Botafogo de Futebol e Regatas, do Rio de Janeiro, aproveitou-se de uma brecha no 1º turno do campeonato carioca de 1961 (competição que venceria com apenas uma derrota em 25 jogos) para se apresentar em Brasília.
O jogo teve início às 16 horas do dia 17 de setembro de 1961 e apresentou a seguinte ficha técnica:

GUARÁ 0 x 6 BOTAFOGO
Local: Estádio Israel Pinheiro, Guará
Árbitro: Gualter Portela Filho (RJ)
Renda: CR$ 730.000,00
Auxiliares: Nilzo de Sá e Joventino A. de Oliveira
Gols: Pampolini, 15; Amoroso, 25; Amarildo, 32 e 44; Garrincha, 47 e Airton, 60
GUARÁ:
 Redola (Matil), Aderbal, Edson Galba (Alan), Bimba e Enes (Jaime); Eluff (Paulo) e Índio (Sabará); Severo (Heleno), Léo, Mingau (Barretinho) e Joãozinho. Técnico: Fuminho.
BOTAFOGO:
 Manga (Adalberto), Cacá, Zé Maria e Chicão 
(Rildo); Pampolini e Nilton Santos (Paulistinha); Garrincha, Didi (Édison), Amoroso (China), Amarildo (Ayrton) e Zagalo (Neyvaldo). Técnico: Marinho Rodrigues.







quarta-feira, 16 de setembro de 2026

ESQUECIDOS PELO TEMPO: Xixico


Antônio Pereira dos Santos, o Xixico, também chamado de Pereira, nasceu em Caxias (MA), no dia 16 de setembro de 1943.
Veio para Brasília com dois objetivos: conseguir emprego em uma das várias empresas que começavam a construção da nova Capital Federal e, se possível, numa que tivesse um time de futebol.
Com 20 anos de idade, conseguiu isso ao passar a defender seu primeiro clube de futebol no Distrito Federal, o Nacional, mantido pela construtora do mesmo nome, no ano de 1963.
Na primeira rodada do Campeonato Brasiliense, no dia 19 de maio de 1963, em seu campo, Aristóteles Góes, o Nacional empatou com o Guanabara, em 2 x 2, com Xixico atuando na ponta-esquerda. Assim formou o Nacional: Chico, Alberto, Eufrásio, Logodô e Ferreira; João e Nilson; Manoel, Naelson, Zezão e Xixico.
Em 1964, ano em que foram disputados os campeonatos brasilienses de profissionais e de amadores, Xixico esteve no segundo, defendendo o Nacional, que não quis aderir ao profissionalismo.
Em 1965, passou para o Pederneiras, clube que também não aderiu ao profissionalismo e disputou o campeonato brasiliense da categoria de amadores.
No dia 15 de agosto de 1965, o Pederneiras venceu o Guanabara por 1 x 0 e conquistou o título de campeão brasiliense invicto, com essa formação: Chico, Tarcísio, Eufrásio, Logodô e Xixico; Firmo e Saudio; Deca, Zezito, Eraldo e Cotia.
Continuou no Pederneiras em 1966, ano em que clube resolveu passar a ser profissional e que teve como grande destaque no ano a vitória de 1 x 0 sobre o Esporte Clube Bahia, no dia 31 de agosto de 1966.
Nesse ano, no dia 14 de novembro de 1966, um novo clube surgiu no futebol do DF, o Coenge Futebol Clube, do Gama.
Aproveitando-se que o Pederneiras solicitou licença de todas as suas atividades durante o ano de 1967, Xixico resolveu “apostar” no novo clube.
Em 1967, o Coenge integrava o Departamento Autônomo da Federação Desportiva de Brasília, uma espécie de departamento responsável pelo futebol amador da entidade. Desde o ano anterior, 1966, o departamento organizava um campeonato entre as equipes não profissionais, divididas, em sua primeira fase, por regiões, chamadas de séries, no Gama, em Taguatinga, em Sobradinho e no Plano Piloto.
No mês de outubro aconteceu a primeira conquista da história do Coenge, ao vencer o Torneio de Aniversário da Cidade do Gama. Logo depois, nos dias 26 de novembro e 3 de dezembro de 1967, Xixico participou de um torneio quadrangular que contou com o Coenge e A. A. Cultural Mariana, ambos do Gama, e Rabello e Cruzeiro do Sul, ambos de Brasília. O Coenge ficou com o segundo lugar no torneio, sendo derrotado na decisão contra o Cruzeiro do Sul com essa formação: Tonho, Dimenor, Tarcísio, Xixico e Mauro; Pelezão e Divino; Pelezinho, Dera, Eraldo e Oscar.
Em 1968, o Coenge, com Xixico na equipe, venceu o campeonato da cidade do Gama, foi o vencedor da Série Gama do campeonato do Departamento Autônomo e venceu a fase final desse campeonato após superar equipes do Gama e de Taguatinga, Sobradinho e Plano Piloto.
O Coenge foi campeão com Hugo, Dirceu (Minhoca), Eraldo, Ferraz e Xixico (Duchinha); Mauro e Divino; Noé, Pelezinho, Tatá e Oscar.

Seleção do DF contra o Flamengo

No dia 2 de março de 1969, a Seleção Amadora do Distrito Federal enfrentou o Flamengo, do Rio de Janeiro, que contava com Garrincha. O Coenge cedeu onze jogadores para esse selecionado, dentre eles, Xixico que teve a incumbência de marcar o craque das pernas tortas.
A Seleção Amadora do DF atuou com Hugo, Jonas (Fernandes), Eraldo, Paulinho e Xixico; Eduardo e Divino; Noé, Guairacá, Pelezinho (Argenta) e Oscar (Marão).
O rubro-negro carioca vencia o jogo por 3 x 1, mas resolveu abandonar o gramado com 60 minutos de jogo, depois da expulsão de dois de seus jogadores.
A partir de 13 de abril de 1969, o Coenge iniciou a campanha que lhe daria, pela primeira vez em sua história, o título de campeão brasiliense de futebol.
O time campeão do Coenge em sua última partida pelo campeonato, no dia 19 de outubro de 1969, foi: Hugo, Ferraz, Tatá, Mauro e Xixico; Pelezão (Eustáquio) e Divino; Márcio Minhoca, Pelezinho, Noé e Oscar.
No dia 1º de fevereiro de 1970, aconteceu o jogo do Coenge contra a Portuguesa, do Rio de Janeiro, que terminou empatado em 1 x 1. O time do Coenge foi Carlos José, Jaimir, Elias (Ferraz), Mauro e Xixico; Pelezão e Divino; Agostinho, Pelezinho, Zé Carlos (Noé) e Oscar.
O Coenge não foi bem no campeonato brasiliense de 1970, terminando na sétima colocação entre os dez clubes que disputaram a competição, ficando de fora da Segunda Fase (apenas os seis primeiros passavam).
Em 1971, a Federação Desportiva de Brasília promoveu o Torneio Governador Hélio Prates da Silveira, que teve início em março. O torneio marcou o início da decadência do Coenge. Assim como outros clubes, foi punido por inadimplência, com a perda de pontos em vários jogos. Depois, o Coenge se ausentou das reuniões, o que também era motivo para punições, e foi decidido, no dia 23 de junho de 1971, em assembleia, que os jogadores pertencentes a estas agremiações estavam liberados para disputar partidas por outros times. Desta forma, Xixico deixou o Coenge.
Com o fim do Coenge, em 1972 Xixico passou a fazer parte do elenco da Associação Atlética Serviço Social, que estreava nesse ano no Campeonato Brasiliense.
A A. A. Serviço Social era formada, basicamente, por jogadores de vários clubes extintos, como Defelê, Planalto, Coenge e Civilsan.
No final do campeonato, o Serviço Social ficou com a quinta colocação.
A partir de 1973 e até 1975, Xixico voltou a disputar apenas as competições do Gama. A Organização dos Esportes do Gama foi fundada em 2 de março de 1974 e por aqui ele ficou até a criação do campeonato de profissionais, em 1976, quando passou a defender a Sociedade Esportiva do Gama.

Gama 1977: em pé, da esquerda para a direita, Xixico, Atualpa, Carlão, Adilson, Rildo e Osvaldo. Agachados: Pelezinho, Carlinhos, Santana, Roldão e Zé Vieira.

Já com 33 anos de idade, Xixico participou do processo de formação das primeiras equipes do Gama (fundado em 15 de novembro de 1975).
Sua estreia aconteceu no dia 15 de agosto de 1976, no Pelezão, com derrota de 3 x 2 para o Taguatinga, em jogo válido pelo Campeonato Brasiliense. Junto com Dequinha, também do Gama, e Paraibinha, do Taguatinga, foi expulso de campo.
O Gama formou com Noel, Dequinha, Carlão, Santana e Xixico; Chicão, Gabriel e Pelezinho; Almir, Carlos Alberto e Oscar (Galego). Técnico: Zé Maria.
Seu último jogo com a camisa do Gama aconteceu em 13 de março de 1977, no Pelezão, num jogo contra o Brasília, pelo Torneio Imprensa. O Gama atuou com Adriano, Carlão, Joãozinho, Dão e Rildo; Xixico, Cláudio e Lelé; Gisélio, Santana e Liminha.
Seu número de registro na Federação Desportiva de Brasília mostra bem como ele foi um dos primeiros jogadores de futebol no DF: 60. Na antiga CBD, atual CBF, ele tinha o registro de número 40.300.

Xixico, Pelezinho e Oscar, campeões pelo Coenge em 1969, e ex-jogadores do Gama, no reencontro dos jogadores em 2010



terça-feira, 15 de setembro de 2026

ESQUECIDOS PELO TEMPO: Aderbal (in memoriam)



Aderbal da Silva Carvalho nasceu em Itaberaba (BA), no dia 15 de setembro de 1940.
Aderbal foi, provavelmente, o jogador de maior longevidade no futebol do Distrito Federal.
Atuando como lateral-direito ou zagueiro, tinha como principal característica o chute muito forte e excelente cobrador de faltas.
Começou em 1960, no Guará, e só foi parar com a bola em 1978.
Neste período, defendeu dez clubes diferentes:
GUARÁ, de 1960 a 1962, conquistando o título de campeão do Torneio “Prefeito Paulo de Tarso”;
CRUZEIRO DO SUL, em 1963, sagrando-se campeão brasiliense no mesmo ano;

1º DE MAIO, em 1964;
RABELLO, nos anos de 1964 e 1966, em ambos tornando a conquistar o campeonato brasiliense de profissionais. Em 1966, disputou a Taça Brasil, única competição de âmbito nacional na época.
GUARÁ, em 1965;
DEFELÊ, em 1965;
GUARÁ e CRUZEIRO DO SUL, em 1967;
DEFELÊ e RABELLO, em 1968;
CEUB, 22 jogos, de 21 de abril de 1971 a 17 de dezembro de 1972;
JAGUAR, em 1973;
HUMAITÁ, de 1974 a 1976;
TAGUATINGA, 1977 e
SOBRADINHO, 1978.

1963: campeão brasiliense no Cruzeiro
Teve passagens pelo Uberaba (MG) - 22 jogos e um gol, em 1969, e pela Caldense, de Poços de Caldas, também de Minas Gerais, em 1970.
Atuou 31 vezes pela Seleção de Brasília, a primeira delas em 21 de abril de 1962, DF 1 x 1 Vasco da Gama-RJ, e a última em 20 de outubro de 1968, DF 0 x 0 Palmeiras, de Mineiros-GO.
Fez parte da seleção dos “Melhores do Futebol Brasiliense” de 1962, enquete realizada pelo jornal Diário Carioca-Brasília, e da “Seleção do Ano” de 1965, do jornal Correio Braziliense.
Faleceu no dia 19 de julho de 2020.

Colaboração: Ruy Trida.



Garrincha e Aderbal - 1961


1962: na seleção do DF contra o Vasco da Gama. À esquerda, Zizinho, o Mestre Ziza

1966: no Rabello

1967: no Guará

1967: na Seleção do DF, no Pelezão