terça-feira, 31 de julho de 2018

ACONTECEU NESSE DIA: última rodada do 1º turno do Campeonato Brasiliense de 1966

Baiano, agachado, no meio,
o craque do 1º turno

DEFELÊ 1 x 2 FLAMENGO
Data: 31.07.1966
Local: Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Carlos Alberto de Andrade
Renda: Cr$ 42.000,00
Gols: Alaor Capella, 31; Santos, 77 e Jaime, 87
DEFELÊ: Tonho, Pedrinho, Décio, Ciro (Zé Maurício) e Wilson; Azulinho e Matarazzo; Zé Grillo, Djalma, Alaor Capella e Pará.
FLAMENGO: Mostardeiro, Cauby, Macedo, Rui e Paulo César; Bolero e Carlos Alberto; Nogueira, Santos, Jaime e Maranhão. Técnico: Edward Brandão.

RABELLO 1 x 1 COLOMBO
Data: 31.07.1966
Local: Estádio de Brasília
Árbitro: Jorge Cardoso
Gols: Cid, 18 e Invasão, 77
RABELLO: Zé Walter, Jair, Gegê, Carlão e Aderbal; Zé Maria e Zoca; Agostinho, Invasão, Otávio e Reinaldo.
COLOMBO: Chicão, Ivan, Juci, Sir Peres e Oliveira; Índio e Pino; Gilson, Baiano, Cid e Crispim (Paulista).

GUARÁ 0 x 3 LUZIÂNIA
Data: 31.07.1966
Local: Paulo Linhares
Árbitro: José Mattos Sobrinho
Gols: Sabará (2) e Raimundinho
Expulsões: Coquinho e Maurício, por agressão
GUARÁ: Tarzan, Juvenil, Noel, Tavares e Raimundo; Mabinho e Rosico; Aguiar, Maurício, Ireide e Chico. Técnico: Hélio Miranda.
LUZIÂNIA: Walmir Gato, William, Zezão, Bimba e Coquinho; Bolinha e Sabará; Oscar, Hermes, Tôco e Raimundinho. Técnico: Wander Abdalla.

Após esses jogos, o jornal Correio Braziliense escolheu a “Seleção da Rodada”, que ficou assim formada: Zé Walter (Rabello), Pedrinho (Defelê), Noel (Guará), Tavares (Guará) e Raimundo (Guará); Zé Maria (Rabello) e Andrade (Flamengo); Gilson (Colombo), Santos (Flamengo), Cid (Colombo) e Maranhão (Flamengo). O craque da rodada foi Tavares, do Guará.
Já a Seleção do 1º Turno, na opinião do mesmo jornal, foi assim constituída: Zé Walter (Rabello), Jair (Rabello), Décio (Defelê), Bimba (Luziânia) e Miranda (Flamengo); Zé Maria (Rabello) e Tião (Pederneiras); Zezé (Rabello), Sabará (Luziânia), Baiano (Colombo) e Crispim (Colombo). O craque do 1º turno foi Baiano, do Colombo.



segunda-feira, 30 de julho de 2018

POR ONDE ANDA VOCÊ, CLÁUDIO OLIVEIRA???


Cláudio Gomes de Oliveira nasceu em Goiânia-GO, no dia 30 de julho de 1954.
Começou sua carreira jogando pelo Jaguar, de Brasília. Com pouco mais de 16 anos fez sua estreia no time titular do Jaguar, no dia 27 de outubro de 1970, no Pelezão, na vitória de 2 x 1 sobre o Civilsan. O Jaguar formou com Laudislon, Mabinho, Cláudio, Noel e Baiano; Passarinho e Paulinho; Carlos, Ireide (Ventura), Oliveira e Geraldo. Foram onze jogos disputados pelo Campeonato Brasiliense.
Em 1971, Cláudio Oliveira sagrou-se campeão do Torneio Governador do Distrito Federal. No Campeonato Brasiliense, disputado apenas por cinco equipes, o Jaguar foi o último colocado. Apesar da má campanha do Jaguar, o futebol de Cláudio Oliveira chamou a atenção do Ceub, que o contratou para a temporada de 1972.
Seu último jogo com a camisa do Jaguar foi em 7 de novembro de 1971, no Pelezão, no empate em 0 x 0 com o Grêmio. Formou o Jaguar com Índio, Jonas, Cláudio Oliveira, Rui e Diogo; Wilson (Nazo) e Messias; Carlos (Magno), Jorge, Batista e Gildo. Técnico: Eurípedes Bueno.
Antes de completar 18 anos, Cláudio Oliveira fez sua estreia pelo Ceub, em um amistoso interestadual contra o Flamengo, do Rio de Janeiro, no Pelezão. O resultado final foi o empate em 1 x 1, e o Ceub apresentou essa formação: Zé Walter, Aderbal, Cláudio Oliveira, Lúcio e Serginho; Renê, César e Cláudio Garcia; Agostinho (Paulinho), Hermes e Dinarte. O Ceub foi vice-campeão brasiliense.
Cláudio Oliveira integrou a “Seleção do Ano” de 1972, em eleição feita pela equipe de esportes do jornal Correio Braziliense. A seleção ficou assim constituída: Elizaldo (Ceub), Luiz Gonçalves (Colombo), Cláudio Oliveira (Ceub), Sir Peres (Colombo) e Odair (Grêmio); Marquinhos (Serviço Gráfico) e Pedro Léo (Colombo); Marco Antônio (Ceub), Marcos (Grêmio), Walmir (Serviço Gráfico) e Dinarte (Ceub).
Se projetou para o futebol ao disputar o Campeonato Brasileiro de 1973 defendendo o Ceub, único clube profissional que havia na época no Distrito Federal.
No Ceub, no período de 1972 a 1976, Cláudio Oliveira disputou um total de 79 jogos. O último jogo aconteceu em 24 de julho de 1976, no Pelezão, na vitória de 2 x 1 sobre o Grêmio Brasiliense, válido pelo campeonato do DF desse ano. O Ceub jogou com Paulo Victor (Déo), Chiquito (Ademir), Paulo Roberto, Cláudio Oliveira e Nonoca; Juarez, Mariano e Xisté; Lucas, Eduardo e Gilbertinho. Técnico: Bugue.
Logo depois desse jogo, aconteceu o imbróglio que resultou na exclusão do Ceub do Campeonato Brasiliense e a perda da vaga no Campeonato Brasileiro. Com uma folha salarial altíssima, coube ao Ceub se desfazer de seus jogadores. Cláudio Oliveira foi para o ABC, de Natal, junto com Xisté, chegando à capital potiguar no dia 17 de agosto de 1976. Como demorou para acontecer a regularização de Cláudio Oliveira, ele só pode estrear pelo ABC no dia 26 de setembro de 1976, no empate em 1 x 1 com o Sampaio Corrêa, do Maranhão, válido pelo Campeonato Brasileiro desse ano. Ele entrou no lugar de Wagner e passou a formar a dupla de zaga com seu ex-companheiro de Ceub, Pedro Pradera.
Cláudio Oliveira foi jogador do ABC de 1976 a 1981.
Em 1977, Cláudio Oliveira disputou o campeonato potiguar, tornando-se vice-campeão. Também disputou o Campeonato Brasileiro.
No dia 13 de dezembro de 1978, Cláudio Oliveira sagrou-se campeão potiguar defendendo o ABC, que formou com a seguinte constituição no jogo decisivo: Hélio Show, Vuca, Domício, Cláudio Oliveira e Noronha; Baltazar, Danilo Menezes e Tinho; Macunaíma, Paulo César Cajá (Junior) e William (Arié). Técnico: Waldemar Carabina.
No final desse ano, quando o jornal Diário de Natal e a Rádio Poti escolheram a seleção dos melhores do Rio Grande do Norte, Cláudio Oliveira foi eleito o melhor quarto zagueiro. A seleção foi assim formada: Hélio Show (ABC), Ivan Silva (América), Ticão (América), Cláudio Oliveira (ABC) e Sérgio (América); Baltazar (ABC), Danilo Menezes (ABC) e Jonas (ABC); Ronaldo Cruz (América), Aluísio (América) e Noé Soares (ABC).
Voltou a ser vice-campeão do Rio Grande do Norte em 1979 e em 1980, neste último perdendo o título de campeão para o América na cobrança de pênaltis.
Em 1981, apesar de não poder impedir o tricampeonato do América, Cláudio Oliveira foi premiado pela ACERN - Associação dos Cronistas Esportivos do Rio Grande do Norte que novamente o colocou entre os destaques da temporada. A seleção do ano foi formada pelos seguintes jogadores: Caetano (ABC), Ivan Silva (América), Newton (Alecrim), Cláudio Oliveira (ABC) e Wassil (América); Carlos Alberto (Baraúnas), Norival (América) e Neto (ABC); Juarez (ABC), Nego Chico (Baraúnas) e Severinho (América).
O último jogo de Cláudio Oliveira pelo ABC foi no dia 29 de novembro de 1981, contra o América, na decisão do campeonato potiguar, quando o ABC foi derrotado por 3 x 2 e ficou com a terceira colocação, atrás do Baraúnas.
Em janeiro de 1982, Cláudio Oliveira foi emprestado ao Mixto, de Cuiabá (MT), para a disputa do Campeonato Brasileiro. Depois de encerrada a participação no certame nacional, retornou a Natal, quando foi contratado pelo Alecrim.
Por coincidência, sua estreia se deu em um jogo contra o ABC, quando o Alecrim venceu por 2 x 0, jogo válido pelo 1º turno da Taça Cidade de Natal, competição que foi conquistada pelo Alecrim após três turnos. No último jogo, o Alecrim jogou com Sérgio, Gonzaguinha, Elói, Cláudio Oliveira e Gilton; Hélio, Odilon e Edmo; Brás (Jonas), Gilson Lopes e Djalma. Técnico: Scala.
Logo depois, o Alecrim se tornaria vice-campeão do Torneio Início, perdendo o título para o América, e no dia 1º de dezembro de 1982 perdeu a decisão do campeonato estadual para o América, tetracampeão potiguar.


Em 1983, Cláudio Oliveira disputou o Campeonato Brasileiro da Série B pelo Alecrim, sendo o clube desclassificado na primeira fase da competição. Ainda em 1983, se transferiu para o Treze, de Campina Grande. No dia 18 de dezembro de 1983, no terceiro jogo da decisão, o Treze venceu o Campinense por 2 x 1 e Cláudio Oliveira pôde comemorar mais um título de campeão estadual. Nesse jogo, o Treze formou com Hélio, Levi, Osmar Barão, Cláudio Oliveira e Bezerra; Edmar, Lula (Volnei) e Esquerdinha (Fernando Baiano); Puma, Rocha e Tatá. Técnico: José Santos.
Cláudio Oliveira permaneceu como titular do Treze no ano de 1984, quando disputou mais um Campeonato Brasileiro. Em 1985, quando estava mais na reserva do que como titular, recebeu e aceitou o convite do Gama para disputar o Campeonato Brasiliense. Participou como titular de treze jogos, o primeiro deles em 31 de agosto de 1985, na vitória sobre o Tiradentes, por 2 x 0, no Bezerrão. O Gama formou com Neneca, Cidão (Marquinhos II), Cláudio Oliveira, Esquerdinha e Brant; Nescau, Ademir e Chiquinho; Marquinhos, Serginho e Vilmar (Ronaldo). Técnico: Alaor Capella dos Santos. Seu último jogo aconteceu em 6 de novembro de 1985, no Augustinho Lima, com vitória do Gama por 2 x 0.
Em 1986 retornou ao Rio Grande do Norte, contratado pelo Baraúnas, de Mossoró, para ser um dos reforços do clube no Campeonato Brasileiro desse ano.
Em 1987, transferiu-se para o Riachuelo, de Natal, disputou o campeonato potiguar até agosto desse ano e resolveu parar de jogar futebol, passando a residir em Natal.

POR ONDE ANDA VOCÊ, CLÁUDIO OLIVEIRA???





sábado, 28 de julho de 2018

HÁ 50 ANOS NO FUTEBOL BRASILIENSE: o primeiro jogo da Seleção Permanente do DF


Numa partida que, se tecnicamente não chegou a ser boa, agradou pela movimentação, no dia 28 de julho de 1968 aconteceu o primeiro jogo da Seleção Permanente do Distrito Federal, no campo da A. A. Cultural Mariana, na cidade do Gama, contra o Coenge, equipe que pertencia ao Departamento Autônomo da F. D. B.
A seleção começou muito insegura, desentrosada em suas diversas linhas, fazendo com que o Coenge, que tinha uma equipe certinha, insuflada por sua torcida, fizesse perigar a meta de Zé Walter.
A partir dos 25 minutos, a seleção começou a melhorar o seu padrão de jogo e a colocar em perigo o último reduto do Coenge.
Na segunda etapa, Solon entrou em lugar de Alaor Capella e deu mais agressividade ao ataque da seleção.
O tempo foi passando e, aos 40 minutos, a seleção desperdiçou sua última chance, quando da marcação de um sobrepasso cometido pelo arqueiro reserva Silva, que entrara em lugar do titular que se contundira ao praticar arrojada defesa. Depois de muita catimba, a cobrança foi feita, e malfeita, perdendo o selecionado sua última chance de vitória.
O placar final foi de 0 x 0. A seleção do DF jogou com Zé Walter, Aderbal (Didi), Farneze, Carlão e Wilson Godinho; João Dutra e Zé Maria (Heitor); Guairacá, Cid, Alaor Capella (Solon) e Sabará. Técnico: Beto Pretti. O Coenge atuou com Tonho (Silva), Mauro, Tarcísio, Rui e Duchinha; Pelezão (Jânio) e Divino; Noé, Eraldo, Pelezinho e Oscar.
O árbitro do jogo foi Eduino Edmundo Lima e a renda de NCr$ 2.850,00.




sexta-feira, 27 de julho de 2018

MAIORES & MELHORES: a maior invencibilidade no Campeonato Brasiliense


No período de 1976 a 1979 o Brasília foi o clube que obteve mais destaque no Campeonato Brasiliense: ganhou três dos quatro campeonatos que disputou (1976 a 1978) e foi vice-campeão em 1979 (com mais pontos ganhos que o campeão Gama).
No Campeonato Brasiliense de 1976, considerando os jogos contra o Ceub (que foi excluído do campeonato antes de seu final, no 3º turno), o Brasília foi derrotado em três ocasiões: Humaitá e Ceub, no primeiro turno, e Ceub, no segundo.
Justamente depois dessa segunda derrota para o Ceub, no dia 3 de julho de 1976, é que começa a longa série de jogos invictos do Brasília.
Foram nove jogos no restante do Campeonato Brasiliense de 1976, a saber:

31.07.1976

Pelezão

BRASÍLIA

2

x

1

HUMAITÁ

07.08.1976

Pelezão

BRASÍLIA

2

x

0

FLAMENGO

15.08.1976

Chapadinha

CANARINHO

0

x

1

BRASÍLIA

04.09.1976

Pelezão

GRÊMIO

0

x

2

BRASÍLIA

12.09.1976

Taguatinga

TAGUATINGA

0

x

0

BRASÍLIA

25.09.1976

Pelezão

GAMA

0

x

1

BRASÍLIA

02.10.1976

Pelezão

BRASÍLIA

1

x

0

TAGUATINGA

12.10.1976

Pelezão

BRASÍLIA

2

x

1

GRÊMIO

16.10.1976

Pelezão

BRASÍLIA

3

x

0

GUARÁ

Em 1977, não conheceu derrota na competição: foram 13 jogos, com doze vitórias e um empate, justamente no último jogo disputado pelo Brasília diante da Desportiva Bandeirante:

 

04.06.1977

Pelezão

BRASÍLIA

4

x

0

DESPORTIVA BANDEIRANTE

11.06.1977

Pelezão

BRASÍLIA

3

x

2

CANARINHO

26.06.1977

Pelezão

BRASÍLIA

4

x

0

TAGUATINGA

02.07.1977

Presidente Médici

BRASÍLIA

2

x

0

GAMA

16.07.1977

Presidente Médici

BRASÍLIA

4

x

0

GRÊMIO

31.07.1977

Presidente Médici

BRASÍLIA

3

x

0

GAMA

07.08.1977

Presidente Médici

BRASÍLIA

1

x

0

GRÊMIO

21.08.1977

Presidente Médici

BRASÍLIA

3

x

1

CANARINHO

03.09.1977

Presidente Médici

BRASÍLIA

4

x

0

DESPORTIVA BANDEIRANTE

18.09.1977

Presidente Médici

BRASÍLIA

3

x

0

TAGUATINGA

24.09.1977

Presidente Médici

BRASÍLIA

3

x

1

TAGUATINGA

02.10.1977

Presidente Médici

BRASÍLIA

3

x

0

CANARINHO

12.10.1977

Presidente Médici

BRASÍLIA

1

x

1

DESPORTIVA BANDEIRANTE

Novamente conquistou o título de campeão brasiliense de forma invicta em 1978. Desta vez, foram 15 jogos, com 12 vitórias e 3 empates:

 

03.09.1978

Pelezão

BRASÍLIA

1

x

0

DESPORTIVA BANDEIRANTE

09.09.1978

Pelezão

BRASÍLIA

6

x

0

SOBRADINHO

01.10.1978

Bezerrão

BRASÍLIA

1

x

1

GAMA

08.10.1978

Pelezão

BRASÍLIA

4

x

0

GRÊMIO

15.10.1978

CAVE

GUARÁ

0

x

2

BRASÍLIA

22.10.1978

Pelezão

BRASÍLIA

2

x

1

DESPORTIVA BANDEIRANTE

29.10.1978

Adonir Guimarães

BRASÍLIA

6

x

1

SOBRADINHO

05.11.1978

Serejão

TAGUATINGA

0

x

2

BRASÍLIA

19.11.1978

Bezerrão

GAMA

1

x

2

BRASÍLIA

22.11.1978

Serejão

TAGUATINGA

0

x

3

BRASÍLIA

26.11.1978

Pelezão

BRASÍLIA

2

x

2

GRÊMIO

03.12.1978

CAVE

GUARÁ

0

x

2

BRASÍLIA

10.12.1978

Pelezão

BRASÍLIA

3

x

0

GUARÁ

13.12.1978

Serejão

BRASÍLIA

0

x

0

TAGUATINGA

17.12.1978

Bezerrão

GAMA

0

x

1

BRASÍLIA

O Brasília começou o Campeonato Brasiliense de 1979 com uma sequência de 37 jogos sem derrota nos últimos três anos. Venceu seu primeiro compromisso, no dia 29.04.1979, ao ganhar da Desportiva Bandeirante, por 3 x 0, totalizando 38 jogos invicto. No jogo seguinte, em 6 de maio de 1979, perdeu a invencibilidade ao ser derrotado pelo Gama, no Bezerrão, por 2 x 1.