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terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

RECORDAR É VIVER: o Ceub no Serra Dourada em 1975

 


Formação do Ceub que venceu o Goiânia, por 3 x 2, no dia 23 de março de 1975, em jogo válido pelo Torneio Quadrangular Internacional realizado no estádio Serra Dourada, na capital de Goiás.

Ainda participaram Atlético Goianiense e Nacional, de Montevidéu (Uruguai).

Em pé, da esquerda para a direita: Paulo Victor, Pedro Pradera, Alencar, Emerson, Fernandinho, Joel e Raspinha (massagista); Agachados: Julinho, Péricles, Marco Antônio, Xisté e Gilbertinho.

O Ceub foi o campeão desse torneio.


sexta-feira, 11 de setembro de 2020

RECORDAR É VIVER: Taguatinga x Fluminense - 1988


Momentos antes do amistoso realizado em 1988, no Serejão, posam para as fotos Wander, Paulo Victor e Péricles

TAGUATINGA 2 x 2 FLUMINENSE, do Rio de Janeiro
Data: 29 de junho de 1988
Local: Serejão
Árbitro: Guerreiro Chaves (DF)
Gols: Dorival, 20; Joãozinho, 44; Washington, 53 e Paulinho Andreolli, 68
TAGUATINGA: Bocaiúva, Marquinhos, Sérgio Abreu, Tião (Bilzão) e Visoto; Da Silva (Lindário), Péricles e Wander; Dorival, Joãozinho e Marcelo (Newmar). Técnico: José Antônio.
FLUMINENSE: Paulo Victor (Ricardo Pinto), Edinho Silva, Rangel, Edgar e Eduardo; Jandir, Leomir e Jorginho (Paulinho Andreolli); Régis (Marco Aurélio), Washington e Tato. Técnico: Ismael Kurtz.




quinta-feira, 10 de setembro de 2020

RECORDAR É VIVER: Ceub - 1972


Formação do Ceub que, no dia 12 de julho de 1972, jogou no estádio Jonas Duarte, em Anápolis, enfrentando o clube do mesmo nome, tentando manter sua invencibilidade em jogos interestaduais. A delegação foi integrada por 16 jogadores, chefiada por Adilson Peres. O resultado, empate em 1 x 1, foi considerado positivo por todos os jogadores. O Ceub vencia até os 42 minutos do segundo tempo, quando o Anápolis empatou a partida.

Aderbal, Elizaldo, Cláudio Oliveira, Cezinha, Noel e Serginho;
Walmir, Cláudio Garcia, Hermes, Renê, Dinarte e Marreta (massagista).




sábado, 8 de agosto de 2020

RECORDAR É VIVER: Ceub x Santos - 1974


Ceub Esporte Clube
Pelé, com uma atuação excepcional, levou o Santos a uma boa vitória sobre o Ceub, por 3 x 1, no dia 20 de março de 1974, numa partida válida pelo Campeonato Brasileiro, em que o Ceub também atuou bem, tornando o espetáculo do melhor nível técnico.

CEUB 1 x 3 SANTOS
Data: 20 de março de 1974
Local: Estádio Presidente Médici, Brasília (DF)
Árbitro: Arnaldo César Coelho (RJ)
Renda: Cr$ 191.362,00 - Público: 18.894 pagantes
Gols: Nenê, 20; Pelé, 68; Leo, 73 e Gilberto (pênalti), 78.
CEUB: Valdir, Luiz Carlos, Pedro Pradera, Emerson e Rildo; Alencar, Rogério Macedo (Gilberto) e Renê; Cardosinho, Juraci (Carlos Roberto) e Dario. Técnico: Cláudio Garcia.
SANTOS: Wilson, Hermes, Oberdan, Vicente e Turcão; Leo e Nelci; Mazinho, Nenê (Brecha), Pelé e Edu (Eusébio). Técnico: Pepe.

Santos Futebol Clube

sábado, 18 de julho de 2020

RECORDAR É VIVER: Ceub no Campeonato Brasileiro de 1975


Formação do Ceub que enfrentou o Santa Cruz, de Recife (PE), no dia 1º de outubro de 1975, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro.

Nenê, Alencar, Cláudio Oliveira, Emerson, Adalberto Souza e Paulo Victor; 
Junior Brasília, Péricles, Fio, Marco Antônio e Moreira.

CEUB 0 x 0 SANTA CRUZ
Data: 01.10.1975
Local: Presidente Médici, Brasília (DF)
Árbitro: Armando Marques
Renda: Cr$ 101.998,00
CEUB: Paulo Victor, Nenê, Cláudio Oliveira, Emerson e Adalberto Souza; Alencar, Péricles e Moreira; Junior Brasília, Fio (Xisté) e Marco Antônio (Moreirinha). Técnico: Marinho Rodrigues.
SANTA CRUZ: Gilberto, Carlos Alberto, Lima, Levi e Pedrinho; Givanildo e Carlos Alberto; Luís Fumanchu, Ramon, Mazinho e Alfredo. Técnico: Paulo Emílio.



sexta-feira, 19 de junho de 2020

RECORDAR É VIVER: inauguração do Bezerrão - 1977


Segundo gol do Botafogo marcado por Gil, que não aparece na foto, no jogo de inauguração do estádio Bezerrão, no Gama.


GAMA 0 x 3 BOTAFOGO-RJ
Data: 9 de outubro de 1977
Local: Bezerrão, Gama-DF
Árbitro: Amphilóphio Pereira da Silva
Renda: Cr$ 286.460,00
Público: 15.021 pagantes
Gols: Mendonça, 9 e Gil, 57 e 74
GAMA: Chico, Carlão (Osvaldo), César, Santana e Ivair (Isaías); Mundinho, Marcos (Lelé) e Adilson (Rildo); Lucas (Careca), Maninho e Roldão (Chicão). Técnico: Eurípedes Bueno.
BOTAFOGO: Zé Carlos, China (Perivaldo), Osmar, Renê e Rodrigues Neto; Luisinho, Mendonça e Mário Sérgio; Gil (Ricardo), Nilson Dias (João Paulo) e Paulo César Lima (Tiquinho). Técnico: Danilo Alves.




segunda-feira, 8 de junho de 2020

RECORDAR É VIVER: Grêmio vence Atlético Mineiro no Pelezão - 1970



Para comemorar o 10º aniversário de Brasília, a Federação Desportiva de Brasília promoveu uma rodada dupla no dia 21 de abril de 1970, tendo como local o Estádio Pelezão.
No jogo de fundo, o Grêmio, de Porto Alegre, venceu o Atlético Mineiro, por 2 x 0.

GRÊMIO 2 x 0 ATLÉTICO MINEIRO
Árbitro: Armando Marques
Gols: Flecha, 20 e João Severiano, 62
GRÊMIO: Jair, Espinosa, Ari Ercílio, Beto e Jamir; Jadir e Sérgio Lopes; Flecha (Paíca), João Severiano, Volmir e Loivo. Técnico: Carlos Froner.
ATLÉTICO MINEIRO: Hélio, Humberto Monteiro, Normandes, Vander e Vantuir; Vanderlei Paiva e Amauri Horta (Humberto Ramos); Vaguinho, Lola, Lacy (Beto) e Tião. Técnico: Telê Santana.

Na preliminar, Coenge e Tupi, de Juiz de Fora (MG), não mexeram no placar: 0 x 0.

COENGE 0 x 0 TUPI
Árbitro: Mário José da Silva
COENGE: Carlos José, Jaimir, Elias, Mauro e Xixico; Bugue e Divino; Zezé (Augustinho), Zé Carlos, Pelezinho (Pelezão) e Oscar. Técnico: Carlos Morales.
TUPI: Lumumba, Santana, Murilo, Jair e Danilo; Osvaldo (Heleno) e Jailton; Milton (Edinho), Cristóvão (Ercos), Adair e Ninha.

Obs.: Todos os jogadores receberam uma medalha do Presidente da República, Emílio Garrastazu Médici, que estava no estádio para torcer pelo seu clube do coração, o Grêmio.



domingo, 31 de maio de 2020

RECORDAR É VIVER: já teve Vasco da Gama em Brasília!


O Vasco da Gama, do Cruzeiro, disputou por duas vezes o Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão: 1983 e 1984. Em ambos foi o oitavo e último colocado.
Em 1983, com a seguinte campanha: 48 jogos, 4 vitórias, 7 empates e 37 derrotas. Marcou 31 gols e sofreu 107. Somou 15 pontos no total, aproveitamento de 16%.
No ano seguinte, 1984, foram 28 jogos, 5 vitórias, 3 empates e 20 derrotas. Marcou apenas dez gols e sofreu 51. Seu aproveitamento foi um pouco melhor do que no ano anterior: 23%.
Abaixo, uma formação do Vasco da Gama em 1984.




terça-feira, 26 de maio de 2020

RECORDAR É VIVER: Guará de 1989



Clube de Regatas Guará que disputou o Campeonato Brasiliense de 1989, chegando na terceira colocação. Em pé, da esquerda para a direita: Maranhão (Auxiliar de Preparador Físico), Dr. Júlio Stohler, Jorge (Preparador Físico), Bocaiúva, Ataliba, Rafael, Ricardo, Mauro e Raspinha (Treinador de Goleiros). Agachados, na mesma ordem: Alemão (Massagista), Lino, Bilzinho, Beijoca, Manoel Ferreira, Paulo César e Padeirinho.
O treinador dessa equipe, por 19 jogos, foi o bicampeão mundial Djalma Santos.



quinta-feira, 21 de maio de 2020

RECORDAR É VIVER: inauguração completa do Serejão - 1978


Formação do Taguatinga para o jogo do dia 23 de abril de 1978, quando aconteceu a inauguração completa do estádio Serejão. O Taguatinga enfrentou a equipe juvenil do Fluminense, do Rio de Janeiro e perdeu por 4 x 1. Quase 20 mil pessoas estiveram no estádio para ver dois craques do futebol brasileiro: Félix e Dirceu Lopes, especialmente convidados para o evento.


Em pé: Félix, Wanner, Aldair, Luiz Fernando, Renê e Nonato; 
Agachados: Belo, Paulo Hermes, Joãozinho, Dirceu Lopes e Paulo César Copolillo.

Obs.: Luiz Fernando e Paulo César Copolillo eram juvenis do Fluminense, emprestados para esse amistoso.

TAGUATINGA 1 x 4 FLUMINENSE (RJ)
Data: 23 de abril de 1978
Local: Serejão
Árbitro: Adélio Nogueira
Renda: Cr$ 342.740,00 - Público: 19.817 pagantes
Gols: Cléber Silva, 5; Gilcimar, 31; Robertinho, 70; Dirceu Lopes, 85 e Robertinho, 87
TAGUATINGA: Félix, Aldair, Nonato, Wanner e Luiz Fernando (Déo); Renê, Joãozinho (Maurício) e Dirceu Lopes; Belo, Paulo Hermes e Paulo César Copolillo (Zé Vieira). Técnico: Arlindo Louchards.
FLUMINENSE: João Luís (Paulo Roberto), Joel (Delei), Willer (Flávio), Batata e Zezinho; Cléber Silva, Cléber (Mário Jorge) e Pipoca; Gilcimar, Robertinho e Mário (Adãozinho). Técnico: José Faria.



quinta-feira, 7 de maio de 2020

FORMAÇÕES: Brasília no Campeonato Brasiliense de 1987


Formação do Brasília para começar o jogo contra o Ceilândia, em 22 de março de 1987: em pé: Ipojucan (treinador), Dionísio (preparador físico), Freitas, Valdo, Oliveira, Filgueira, Wanderley, Iranil e Dominguinhos (roupeiro); agachados: Erasmo, Décio, Coutinho, Bolão e Nei.

CEILÂNDIA 0 x 0 BRASÍLIA
Data: 22 de março de 1987
Local: Abadião
Árbitro: Luiz Vilhena do Nascimento
CEILÂNDIA: Dias, Chaguinha, Paulão, Tião e Marcelo; Chicão, Edmilson e Dirson; Carlinhos, Gildásio e Wadi. Técnico: Hércules Brito Ruas.
BRASÍLIA: Wanderley, Freitas, Iranil, Filgueira e Valdo; Oliveira, Décio (Marco Antônio) e Bolão; Erasmo, Coutinho e Nei. Técnico: Antônio Montanari (Ipojucan).

Colaborou na identificação dos jogadores: Tadeu A. David.





sábado, 2 de maio de 2020

RECORDAR É VIVER: a primeira Comissão Técnica da história do Brasiliense


Comissão Técnica que comandou o Brasiliense na conquista do título de campeão brasiliense da Segunda Divisão de 2000:
Jonatas (Roupeiro), Tião Magu (Massagista), Junior (Preparador de Goleiros), Ricardo Freitas (Treinador), Alexandre Coutinho (Preparador Físico) e Giovane Tomé (Auxiliar Técnico).


quarta-feira, 29 de abril de 2020

RECORDAR É VIVER: Guará - 1989


Uma das formações do Guará que disputou o Campeonato Brasiliense de 1989.
Venceu o 1º turno e garantiu presença no quadrangular final, que reuniu, além dos três vencedores de turno (Guará, Taguatinga e Ceilândia, campeões do 1º, 2º e 3º turnos, respectivamente), o Sobradinho, qualificado como o clube que obteve o maior número de pontos ganhos somados os três turnos.
O Guará ficou com a quarta colocação.

Em pé, da esquerda para a direita: Maranhão (Aux. de Prep. Físico), Dr. Júlio Stohler, Jorge Moreira (Prep. Físico), Bocaiúva, Ataliba, Rafael, Ricardo, Mauro e Raspinha (Preparador de Goleiros). Agachados: Alemão (Massagista), Lino, Bilzinho, Beijoca, Manoel Ferreira, Paulo César e Padeirinho.



segunda-feira, 27 de abril de 2020

RECORDAR É VIVER: despedida de Renaldo - 1996


O clima no estádio Adonir Guimarães, em Planaltina, no dia 22 de dezembro de 1996, era de total descontração. Afinal, era apenas um jogo amistoso, o “bota-fora” do atacante Renaldo, que embarcaria no dia 2 de janeiro de 1997 para o La Coruña, da Espanha.
O público prestigiou e compareceu em bom número à homenagem que Planaltina fez ao artilheiro do Campeonato Brasileiro.
A partida entre a Seleção dos Amigos de Planaltina x Seleção de Brasília terminou com a vitória da Seleção de Brasília, por 2 x 1. Renaldo saiu de campo aos 40 minutos do segundo tempo, muito aplaudido pelos amigos e fãs.
Entre os amigos que vieram a Brasília para o amistoso, Evandro e Túlio, do Goiás, Edmar (ex-Cruzeiro, Flamengo e Corinthians), Dejair e Dimba, do Botafogo, dentre outros.
O primeiro gol veio aos sete minutos, com Carlos Márcio, abrindo o marcador para a Seleção de Brasília. Renaldo empatou aos 30 minutos, na cobrança de pênalti. Éder Antunes, também de pênalti, cinco minutos depois, marcou o gol da vitória do selecionado brasiliense.
Assim formaram as duas equipes;
Seleção de Brasília - com Chaguinha (Alexandre), Chaguinha, Gerson, Lúcio e Jairo; Marquinhos Brazlândia, Edmar "Ziquinho", Paulo Henrique (Marco Antônio) e Gilmar; Carlos Márcio (Bazé) e Éder Antunes (Alisson). Técnico: Déo de Carvalho.
Amigos de Planaltina - Capucho, Edinho, Souza, Marquinhos e Túlio; Marcelo França, Dimba e Dejair; Renaldo, Edmar e Evandro. Técnicos: Bira de Oliveira/Remo.
Jogaram ainda Jacó, Ivo, Chico, Carlinhos (Planaltina), Serginho, Paulinho e Carlinhos (Gama).

Seleção do DF: em pé, da esquerda para a direita: Déo de Carvalho (treinador), Edmar “Ziquinho”, Jairo, Lúcio, Gerson, Chaguinha (lateral), Chaguinha (goleiro) e Eurípedes Bueno (Supervisor). Agachados: Mosquito (roupeiro), Edvar Cintura (massagista), Gilmar, Marquinhos Brazlândia, Carlos Márcio, Paulo Henrique, Éder Antunes, Maranhão (preparador físico) e Abel (massagista).

Colaboração: Carlos Márcio.



domingo, 26 de abril de 2020

RECORDAR É VIVER: o Brasília no Campeonato Brasileiro da Série A - 1983


Em sua estreia no Campeonato Brasileiro da Série A (então chamado de Taça de Ouro), o Brasília enfrentou o Botafogo, do Rio de Janeiro, no Estádio Pelezão.
Veloz e com personalidade, o Brasília iniciou o jogo atacando e já aos dez minutos vencia por 1 x 0, gol de Zé Carlos. O Botafogo tentou a reação em jogadas de contra-ataque e teve a chance dois minutos depois: Té foi derrubado na área, o árbitro marcou o pênalti, que Édson cobrou na trave. Aos 21 minutos a chance foi do Brasília: novo pênalti, que Zé Carlos bateu e Paulo Sérgio defendeu.
O Botafogo empatou aos 29 minutos, através do zagueiro Abel (hoje, técnico do Vasco da Gama), de cabeça. Um resultado injusto que o segundo tempo desfez: o Brasília marcou o seu segundo gol aos 15 minutos, com Bife aproveitando uma dupla falha de Gaúcho e Abel, e chegou aos 3 x 1 aos 37 minutos com novo gol de Bife. O Botafogo conseguiu diminuir dois minutos depois, em bela jogada individual de Té.

Seu Mário (roupeiro), Déo, Ricardo, Jonas Foca, Wilson Bispo, Kidão e Zu;
Lino, Marco Antônio Thimóteo, Bife, Zé Maurício e Zé Carlos

A ficha técnica desse jogo foi a seguinte:

BRASÍLIA 3 x 2 BOTAFOGO-RJ
Data: 23 de janeiro de 1983
Local: Pelezão, Brasília (DF)
Árbitro: Emídio Marques de Mesquita (SP)
Renda: Cr$ 6.186.400,00
Público: 13.776 pagantes
Gols: Zé Carlos, 10; Abel, 29; Bife, 60 e 82 e Té, 84
BRASÍLIA: Déo, Ricardo, Kidão, Jonas Foca e Zu; Wilson Bispo, Marco Antônio Thimóteo e Zé Maurício (Aloísio); Lino, Bife e Zé Carlos (Kleber). Técnico: Bugue.
BOTAFOGO: Paulo Sérgio, Josimar, Abel, Gaúcho e Gilmar; Serginho, Alemão e Jérson; Geraldo (Chicão), Té e Édson (Luisinho). Técnico: Zé Mário.




quinta-feira, 23 de abril de 2020

RECORDAR É VIVER: Taguatinga na Série B do Campeonato Brasileiro - 1986


A Série B do Campeonato Brasileiro de 1986, também chamado de Torneio Paralelo, foi disputado por 36 clubes, que foram divididos em 4 grupos, cada um com 9 equipes. O primeiro colocado de cada grupo classificava-se para a Segunda Fase da Taça de Ouro.
O representante do Distrito Federal, o Taguatinga, integrou o Grupo F, que teve ainda os seguintes clubes: Americano e Goytacaz (RJ), Catuense e Fluminense (BA), Central (PE), Confiança (SE), CRB (AL) e Desportiva (ES). Terminou em 7º lugar, à frente somente de Fluminense, de Feira de Santana (BA) e Confiança, de Aracaju (SE).

A foto acima é do jogo Taguatinga 3 x 0 Fluminense, de Feira de Santana (BA), disputado no dia 14 de setembro de 1986, no Serejão.
Em pé, da esquerda para a direita: Heitor Kanegae (Preparador Físico), Da Silva, Ricardo, Visoto, Adilson, Bilzão e Ronaldo. Agachados: Aguinaldo, Joãozinho, Marquinhos Bahia, Dorival, Zé Mauricio e Paulo Emílio (Massagista).

A ficha técnica desse jogo foi a seguinte:

TAGUATINGA 3 x 0 FLUMINENSE (BA)
Data: 14 de setembro de 1986
Local: Serejão, Taguatinga (DF)
Árbitro: Josenil dos Santos Souza
Renda: Cz$ 11.250,00
Público: 558 pagantes
Gols: Joãozinho, 24, 42 e 87
TAGUATINGA: Ronaldo, Ricardo, Bilzão, Adilson e Visoto; Dorival, Da Silva e Zé Maurício (Moura); Aguinaldo (Boni), Joãozinho e Marquinhos. Técnico: Mozair Barbosa.
FLUMINENSE: Quincas, Araújo, Raimundo, Tanta e Paulo César; Zelito, Washington e Emo; Junior (Régis), Paulo e Nascimento.


quinta-feira, 16 de abril de 2020

RECORDAR É VIVER: inauguração do CAVE - 1978


Brasília vivia uma fase de euforia, principalmente nas cidades-satélites, ante a proximidade da inauguração dos vários estádios construídos pelo Governo do Distrito Federal.
O do Guará foi inaugurado às 11 horas do dia 16 de abril de 1978, numa bonita festa, que contou com a presença do Governador do Distrito Federal, Elmo Serejo Farias, e todo o seu secretariado. De imediato o estádio passou a ser chamado de CAVE, iniciais de Centro Administrativo Vivencial e Esportivo.
O jogo de inauguração reuniu o S. C. Corinthians, do Guará, e o Vitória, de Salvador (BA), e acabou com a vitória do rubro-negro baiano por 2 x 0, gols de Sena, aos quarenta minutos do 1º tempo, e Mardoni, logo aos dois minutos do segundo.
A ficha técnica do jogo foi esta:
S. C. CORINTHIANS, do Guará 0 x 2 VITÓRIA, de Salvador (BA)
Data: 16 de abril de 1978
Local: CAVE, Guará-DF
Renda: Cr$ 36.260,00
Árbitro: Edson Rezende de Oliveira
Gols: Sena, 40 e Mardoni, 47.
CORINTHIANS: Wilmar Gato (Lúcio), Ricardo, Luciano, Gilberto e Newton Careca (Gilvan); Boni, Lelé e Augusto; Edu (Orlando), Aloísio (Chiquinho) e Wellington. Técnico: Bugue.
VITÓRIA: Gelson (Pavão), Valdir, Edson Paulista, Zé Alberto (Xaxa) e Válder; Joel Zanata (Edson Baiano), Lulinha e Sena (Mário); Mardoni, João Carlos (Joãozinho) e Sivaldo. Técnico: Pinguela.

Em pé, da esquerda para a direita: Wilmar Gato, Ricardo, Luciano, Gilberto, Newton Careca e Boni; 
Agachados: Edu, Augusto, Aloísio, Wellington, Lelé e Marreta (massagista).



segunda-feira, 13 de abril de 2020

RECORDAR É VIVER: Guará - 1979


Da esquerda para a direita, em pé: Ricardo, Leocrécio, Boni, Serginho, Remo e Santos.
Agachados: Piau, Belo, Nicácio, Jânio e Tita. O treinador era Mozair Barbosa.



sábado, 11 de abril de 2020

RECORDAR É VIVER: Brasília no Campeonato Brasileiro da Série A de 1984


Em pé, da esquerda para a direita: Sidnei, Barão, Ahlá, Ricardo, Jonas Foca e Kidão;
Agachados: Santos, Marco Antônio, Nilson, Wander, Paulinho e Sr. Mário (roupeiro).

Agradecimento ao grupo de Whats App de ex-jogadores do Brasília E. C. pela identificação dos jogadores.