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sábado, 27 de junho de 2026

HÁ 50 ANOS NO FUTEBOL BRASILIENSE: o vice-campeonato da Campineira na Copa Arizona - 1976


A Copa Arizona de Futebol Amador foi disputada pela primeira vez no ano de 1974 e envolvia clubes amadores de todo o Brasil. 
Era organizada e patrocinada pelos cigarros Arizona e pela Gazeta Esportiva. Após as fases regionais, que classificava equipes de todo o Brasil, as finais eram disputadas na cidade de São Paulo.
A competição de 1976 contou, inicialmente, com a participação de mais de mil equipes, com eliminatórias regionais.
Na Chave de Brasília, a Campineira, de Sobradinho, foi a campeã, indo para São Paulo participar da fase final. 
Nas quartas-de-final, no dia 20 de junho de 1976, a Campineira venceu o Artur Alvim, de São Paulo, por 1 x 0, garantindo vaga nas semifinais.
As semifinais foram disputadas no dia 26 de junho de 1976. Em uma delas, a Campineira venceu o Boqueirão, do Paraná, por 2 x 0, com dois gols de Zé Afonso. Na outra semifinal, o Golfinho, de São Paulo, aplicou 3 x 0 no DISUL, do Rio Grande do Sul.
A Campineira conquistou o vice-campeonato. Na decisão, realizada no dia 27 de junho de 1976, a equipe brasiliense foi derrotada pelo Golfinho, de São Paulo, por 1 x 0.
No jogo decisivo, a Campineira atuou sem o seu melhor atacante, o goleador Zé Afonso. 
A partida, em seu tempo normal, terminou empatada em 0 x 0, sendo necessária a realização da prorrogação. Só no segundo período desta prorrogação, aos dois minutos, é que o Golfinho chegou à vitória, com um gol de Mauro.
Mesmo não conquistando o título do torneio, a Campineira voltou vitoriosa, pois realizou uma campanha espetacular, elevando o nome do futebol amador de Brasília em outras regiões do Brasil.
No jogo final, a Campineira contou com esses jogadores: Ari, Cláudio, Zezão, Sir Peres e Marcos; Peba (Dorival), Toti e Júlio; Vino, Dásio (Antônio Carlos) e Santos.





segunda-feira, 8 de junho de 2026

JOGOS INUSITADOS: Belenenses x Cruzeiro e Flamengo x Palmeiras em Brasília


Na programação dupla de 8 de junho de 1966 no Estádio Nacional de Brasília, o Belenenses, de Portugal, obteve a primeira vitória em sua excursão pelo Brasil, ao derrotar o Cruzeiro, de Belo Horizonte, por 2 x 1.

Antes dessa vitória, o Belenenses havia disputado seis jogos no Brasil e perdido todos.
Os mineiros abriram a contagem por intermédio de Zé Carlos, aos 19 minutos, e Pedras empatou aos 36, terminando o 1º tempo em 1 x 1.
O gol da vitória da equipe portuguesa foi feito por Waldyr, aos 11 minutos, desforrando-se assim o Belenenses dos 5 x 2 que lhe foram impostos pelo Cruzeiro há duas semanas, em Belo Horizonte.
A ficha técnica desse jogo foi a seguinte:

Cruzeiro (MG) 1 x 2 Belenenses, de Portugal
Preliminar de Flamengo x Palmeiras
Árbitro: Arnaldo César Coelho (foto)
Expulsão: Luiz Alberto, do Belenenses
Gols: Zé Carlos, 19; Pedras, 36 e Waldyr, 56
Cruzeiro: Tonho, Pedro Paulo, Vavá, Cláudio (Wilson Piazza) e Neco; Zé Carlos e Dirceu Lopes; Wilson Almeida (Natal), Evaldo, Marco Antônio e Hilton Oliveira. Técnico: Airton Moreira.
Belenenses: Gomes, Sá Pinto, Quaresma, Cardoso e Luiz Alberto; Caneira e Santana; Carlos Pedro, Pedras, Waldyr e Adelino (Alfredo). Técnico: Jorge Vieira.

No jogo principal da noite, o Flamengo derrotou o Palmeiras, que estreou sob a direção de Fleitas Solich, por 2 x 0, gols de Fio, aos 28, e Osvaldo, aos 42 minutos, ambos no segundo tempo.
Fio marcou o primeiro gol do Flamengo
Aos 41 minutos do período complementar, o palmeirense Ferrari foi expulso de campo.

Flamengo (RJ) 2 x 0 Palmeiras (SP)
Árbitro: Olten Aires de Abreu
Expulsão: Ferrari, do Palmeiras
Gols: Fio, 28 e Osvaldo, 42
Flamengo: Franz, Murilo, Luís Carlos, Jaime e Leon; Carlinhos e Nelsinho; Clair (Derci), César (Paulo Chôco), Fio e Osvaldo.
Palmeiras: Donah, Norberto, Waldemar, Geraldo Scotto e Ferrari; Zequinha e Júlio Amaral; Gildo, Ademar Pantera (Helinho), Tupãzinho (Walter) e Dirceu (Minuca). Técnico: Fleitas Solich.



quinta-feira, 4 de junho de 2026

GARRINCHA REFORÇA O CEUB CONTRA O CRUZEIRO - 1972


Carlos Morales assumiu a direção técnica do Ceub no dia 27 de maio de 1972, iniciando os preparativos da equipe para o jogo contra o Cruzeiro, de Belo Horizonte. Passou a ocupar o lugar de Gualter Portela Filho, então diretor de Árbitros da FDB.
Em 30 de maio, no Pelezão, Carlos Morales comandou um treino de 120 minutos com os titulares goleando os reservas por 5 x 0, tentos de Hermes (3), Cláudio e Dinarte. Formou a equipe titular com Zé Walter, Aderbal, Lúcio, Noel e Serginho; Darse (Gaúcho) e Cezinha (Carlos Alberto); Procópio, Cláudio Garcia, Hermes e Dinarte (Marco Antônio).
A concentração para o jogo contra o Cruzeiro iniciou às 14 horas de 3 de junho no Brasília Palace Hotel, com a presença de Garrincha, que chegou nesse dia. O ponteiro do Olaria não treinou com a equipe.
O jogo foi bastante movimentado no primeiro tempo, com domínio territorial do Cruzeiro, obrigando a defesa do Ceub a se desdobrar para evitar tentos. Garrincha, sempre ovacionado quando pegava na bola, fez poucas jogadas e raras vezes tentou o drible pela direita como era seu forte. Claramente sentiu a falta de entrosamento com seus companheiros.

CEUB 0 x 0 CRUZEIRO
Data: 4 de junho de 1972
Local: Estádio Pelezão
Árbitro: Carlos Costa (RJ)
Renda: Cr$ 42.000,00
Expulsões: Repetto, do Cruzeiro, e Noel, do Ceub
CEUB: Zé Walter, Aderbal, Lúcio, Noel e Serginho; Darse (Augustinho) e Cezinha; Garrincha (Procópio) (Carlinhos), Cláudio Garcia, Hermes e Dinarte. Técnico: Carlos Morales.
CRUZEIRO: Hélio, Lauro, Morais (Darci Menezes), Fontana e Vanderlei; Toninho e Palhinha (Rinaldo); Eduardo, Repetto, Luiz Carlos e Lima. Técnico: Yustrich.

Obs.: na preliminar, a equipe reserva do Ceub venceu a equipe da Codebrás, por 7 x 0.



quarta-feira, 3 de junho de 2026

AS DECISÕES: Torneio Antônio Carlos Barbosa - 1962


Ceninho não pôde evitar
a derrota do Cruzeiro
A decisão do torneio “Antônio Carlos Barbosa” aconteceu no dia 3 de junho de 1962, no Estádio Israel Pinheiro, do Guará.
Na preliminar, às 13:45 horas, decidindo o terceiro lugar, o Guanabara marcou 2 x 1 sobre o Alvorada. Farneze fez 1 x 0 para o Guanabara no primeiro tempo. No segundo, Fuzo voltou a marcar para o Guanabara e Joãozinho assinalou o tento do Alvorada.
Sob a direção do árbitro Lourandyr de Castro Gomes, as equipes formaram assim: Guanabara - Agildo (João), Toninho, Santana (Zeca) e Zenildo; Joãozinho e Farneze; Nelício, Lula, Walfredo, Paulo Reis e Barbosa (Fuzo). Alvorada - Portilho, Ibê, Juvenil e Cremonês; Dias e Pel; Edmundo, Zezito, Jasson, Nelson e Joãozinho.
No jogo principal, a Presidência sagrou-se campeã do torneio ao vencer o Cruzeiro do Sul por 3 x 1.
A partida apresentou duas fases distintas e, talvez por isso, tenha agradado aos torcedores presentes. Os primeiros 45 minutos favoreceu francamente ao Cruzeiro e na etapa derradeira houve total modificação no comando das ações que passaram a pertencer ao time da Presidência.
A primeira impressão deixada pelas equipes é de que o Cruzeiro não encontraria dificuldade em alcançar a vitória. As ações lhe pertenciam inteiramente e o quadro da Presidência se viu forçado a recuar para tentar conter o ímpeto do adversário, que perdeu um sem número de oportunidades.
Inesperadamente, entretanto, mas em consequência do avanço desmedido do quadro do Cruzeiro, que atacava em bloco, num contra-ataque a Presidência abriu a contagem aos dez minutos, através de Brasil.
O Cruzeiro, diga-se de passagem, não se impressionou e logo depois conseguiu a chance do empate, através de um pênalti marcado a seu favor, desperdiçado por Ceninho, que chutou para fora. Mas, o mesmo Ceninho redimiu-se aos 30 minutos, decretando a igualdade no marcador, com um belo tento. Com o placar em 1 x 1, terminou a primeira fase.
O panorama mudou completamente aos dez minutos do segundo tempo, quando Anchieta assinalou o segundo gol da Presidência, em novo descuido da retaguarda cruzeirense. A partir desse instante, o Cruzeiro começou a perturbar-se e o time da Presidência a crescer em campo. E então sucedeu aquilo que o Cruzeiro não soube fazer, tornar-se objetivo, traduzinho a superioridade territorial e técnica em tentos. Foi o que fez a Presidência. Aproveitou o desacerto do adversário e procurou marcar. E, aos 22 minutos, Luizinho, num lençol sobre o goleiro Zé Maria, assinalou o terceiro gol que selou a sorte da partida. Daí por diante, o Cruzeiro não teve mais como recuperar-se, aproveitando-se a Presidência para, em pontadas perigosas, colocar o arco do adversário em constante risco, chegando, inclusive, a marcar o quarto gol, anulado pelo árbitro, não se sabe bem por que razão. Resultado final: 3 x 1 em favor da campeã A. E. Presidência.
O árbitro do encontro foi Moacyr Siqueira e as equipes formaram assim: 
Presidência - Gonçalinho, Medalha, Arnaldo e Negrito; Brum e Bezerra; Azulinho (Luizinho), Brasil, Anchieta, Múcio e Tabali (Alemão). 
Cruzeiro - Zé Maria, Jair, Parola e Pedrinho; Edilson Braga e Morales; Beto (Machado), Ceará, Ceninho, Beto Pretti e Raimundinho.


terça-feira, 2 de junho de 2026

O DIA 2 DE JUNHO NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE


1961
Ocorreu a Assembleia Geral que concedeu filiação às associações Clube de Regatas Flamengo, Clube Jotaká de Futebol de Salão e Fluminense Futebol Clube.

1963
Realizado o Torneio Início da Liga dos Clubes Independentes, no campo do Esporte Clube W-3, com a participação de 1º de Maio, Guarani, Imprensa Nacional, Correio Braziliense, W-3 e Esporte Clube Drago.
O campeão foi o Imprensa Nacional que, na final, venceu o E. C. Drago, nos pênaltis, por 5 x 4.

1970
Edilson Braga deixou o comando técnico do Grêmio. O Brasília anunciou Eurípedes Bueno como seu novo treinador.

1973
O Ceub realizou mais um amistoso no Mato Grosso, desta vez no estádio “Morenão”, em Campo Grande, contra o Comercial, no dia 2 de junho de 1973. A vitória foi do Ceub, pelo placar de 3 x 1. Teve em Walmir, Emerson e Cláudio Garcia as suas principais figuras. O treinador do Comercial era José Carlos Bauer.

1975
O Brasília Esporte Clube foi fundado em 2 de junho de 1975, em Assembleia realizada na sede da Associação Comercial do Distrito Federal, situada no Setor Comercial Sul - Edifício Palácio do Comércio - 2º andar.
A partir das 9 horas reuniram-se um grupo de empresários e profissionais liberais com a finalidade de criar um clube esportivo dedicado à prática dos esportes em geral, com ênfase especial no futebol profissional, com a possibilidade de serem criadas outras modalidades esportivas com o decorrer do tempo e com o seu natural crescimento e necessidades.
Por aclamação, foi eleita a Diretoria Provisória, que ficou assim constituída: Presidente - Ricardo de Oliveira; Vice-Presidente - Ronaldo de Souza; 1º Secretário - José de Melo e Silva; 2º Secretário - Miguel Setembrino Emery de Carvalho;1º Tesoureiro - Nabor César Siqueira; 2º Tesoureiro - Ildefonso Gadioli dos Santos; Diretor Médico - Paulo Motta Nardelli; Diretor de Relações Públicas - João Batista Olivieri; Diretor Social - Franklin Roosevelt de Oliveira; Diretor de Patrimônio - Vicente de Paula Araújo; Diretor de Esportes - Rubens Rodrigues da Cunha; Diretor de Futebol - Mário Trigo Loureiro; Diretor Jurídico - Antônio Carlos Elizalde Osório; Diretor de Educação Física - José Luiz Melo Campos. Essa diretoria ficou incumbida de preparar e organizar a estrutura básica do Brasília Esporte Clube, elaborando um projeto de estatuto para ser submetido à Assembleia Geral dos fundadores.
Além dos citados, foram fundadores do Brasília Esporte Clube: Antônio Alvarez, Antônio Itabaiana de Moura, Antônio Paula Pontes, Antônio Razo, Aref Asheury, Armando Gomes da Silva, Carlos Alberto Abdalla, Carlos Alberto Neves, Cleto Campelo Meireles, Cleiton Bugleux, Clinton Borges, Dorival Borges, Dorival Modesto, Edgar Garcia Ribeiro, Flávio Reiner, Francisco Flávio Emery, Gilberto Salomão, Hélio Morato, Hely Walter Couto, Hugo Buresti, João Sarkis, Joaquim Gonçalves de Almeida, Jorge Cauhy, Jorge Presmic, José da Silva Neto, José Eustáquio Basevi, Juvenal de Almeida, Lindemberg Aziz Cury, Lourival Abadio, Luiz Cavalcanti, Manoel Ângelo, Márcio Veloso, Marconi Ferreira Porto, Marcos Vinícius, Mário Curvelo, Mário de Almeida, Maurício José Correia, Mitri Mufarrege, Mohamed Kohr, Newton Egídio Rossi, Onofre Quinam, Orlando Taurizano, Palmério Serejo, Paulo Galego, Paulo Gaspar, Paulo Roberto de Carvalho, Paulo Roberto Rodrigues, Paulo Sadi, Pedro Henrique Teixeira, Rivadávia Macedo, Ruy Rossas Nascimento, Sebastião Gomes, Takeshi Mizuno, Vicente de Paula Rodrigues da Cunha, Wagner Canhedo, Walter Shayer, Wandir Alves e Wilton Pinheiro Mendes.



quinta-feira, 28 de maio de 2026

O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE: inauguração do estádio de Taguatinga - 1967


No dia 28 de maio de 1967 aconteceu a inauguração parcial do Estádio Ruy Rossas Nascimento, do Flamengo, de Taguatinga.
O prefeito Wadjô Gomide esteve presente, cortando a fita simbólica e dando o pontapé inicial do encontro.
Com um público que proporcionou uma renda de quase mil cruzeiros (NCr$ 927,00), Flamengo e Defelê conseguiram agradar aos torcedores, começando melhor o Defelê, mas cedendo depois terreno ao seu adversário, ficando a igualdade de dois gols como o resultado mais junto de um jogo bem disputado.
Buscando a vitória, o Flamengo começou com um ataque e terminou o jogo mudando toda a sua linha ofensiva, além de processar alterações em outras posições.
A contagem foi aberta pelo Defelê, através de Ely, aos vinte minutos do primeiro tempo, enquanto que no segundo foram marcados mais três gols: Toinho e J. Pereira, para o Flamengo, e novamente Ely para o Defelê, sendo os dois últimos tentos assinalados nos acréscimos, em face das interrupções durante a partida.
Rubem Pacheco foi o árbitro da partida e os times formaram assim:
Flamengo: Cláudio, Luiz, Macedo, Itérbio e Miranda (J. Pereira); Luís Carlos e Zoca (Beto Pretti); Ademir (Mendes), Fernando (Jaime), Adão (Toinho) e Serenata (Cabeleira).
Defelê: Walmir, Pedrinho, Lima, Quincas e Wilson; Ely e Sabará (Melro); Santos (Ramiro), Djalma, Invasão (Maurício) e Reinaldo.

Nota: era pretensão da diretoria do Flamengo erguer nesse mesmo local a praça de esportes do clube, com capacidade para 25 mil espectadores, contando ainda com um ginásio moderno com quadras de voleibol e basquetebol. Isso acabou não acontecendo.



quarta-feira, 27 de maio de 2026

O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE: a guerra em Ceres (GO)


Numa época em que viajar pelo interior do Brasil, principalmente na região Centro-Oeste, era uma grande aventura, a cidade de Ceres, no interior de Goiás, distante 281 km de Brasília, recebeu o Colombo, do Núcleo Bandeirante (DF), no dia 27 de maio de 1962, para um amistoso que não teve nada de amistoso!
A delegação do Colombo seguiu para Ceres às 12 horas do sábado, dia 26 de maio de 1962, assim constituída: Chefe - Adolfo Rizza; Diretor de Esportes - Pedro Rizza; Técnico - Edward Brandão e os seguintes jogadores: Barbosinha, Sinval, Hélio, Vonges, Nilo, Arlindo, Marinho, Índio, Paulista, Nenén, Cid, Tião I, Tião II, Dedé, Dequinha, Almir, Bill e Joãozinho II.
No dia seguinte, 27 de maio de 1962, o Colombo empatou em 3 x 3 no jogo disputado contra a equipe do Ceres Esporte Clube. Os gols dos locais foram assinalados por Osvaldinho e José (2), enquanto que para os visitantes consignaram Cid (2) e Tião II. No primeiro tempo, o Ceres vencia por 2 x 1.
Formou o Colombo com Sinval, Vonges e Nilo; Marinho, Paulista e Nenén; Tião I, Cid (Almir), Tião II, Índio (Joãozinho) e Dequinha (Joãozinho II). O Ceres Esporte Clube atuou com Juvenal, João e Roberto; Eudo, Odair e Wilson; José, Ari, Nemézio, Osvaldinho e Mamede.
Dirigiu o encontro, com atuação bastante irregular, o árbitro José Francisco de Souza, conhecido popularmente como Zé do Rio.
No dia 31 de maio de 1962, o árbitro deu declaração ao jornal Diário Carioca-Brasília dizendo que a sua atuação na cidade de Ceres não foi das melhores porque evitou, antes de tudo, que a torcida local massacrasse os componentes da delegação do Colombo. Afirmou o árbitro da Federação Desportiva de Brasília que não havia um só policial no campo e a torcida ameaçava a todo instante invadir o campo e revidar os ataques do Colombo com agressões a sua pessoa e aos jogadores visitantes.
Concluindo disse: “Deus me livre se o Colombo fosse o vencedor. Deixaríamos o campo para o hospital mais próximo”.



terça-feira, 26 de maio de 2026

O ÚLTIMO CLÁSSICO RABELÊ - 1968




Rabello e Defelê protagonizaram o maior clássico do futebol brasiliense na década de 60.
Os primeiros confrontos começaram no ano de 1960.
O Rabello encerrou suas atividades no ano de 1968. O Defelê ficou de fora do campeonato de 1969, retornou em 1970 e neste ano também paralisou suas atividades.
O último clássico RABELÊ teve a seguinte ficha técnica:

DEFELÊ 2 x 2 RABELLO
Data: 26.05.1968
Local: Ciro Machado do Espírito Santo (campo do Defelê)
Árbitro: Eduino Edmundo Lima
Renda: NCr$ 331,00 (rodada dupla)
Gols: no 1º tempo: Arnaldo (pênalti); Luís Carlos, 43; 2º tempo: Sabarazinho para o Defelê e Sabará para o Rabello.
DEFELÊ: Zé Walter, Sir Peres, Farneze, Alaor Capella e J. Pereira; Djalma e Sabarazinho; Guairacá, Solon, Paulinho e Arnaldo.
RABELLO: Dico, Wilson, Mello, Carlão (Luiz) e Serginho; João Dutra e Luís Carlos; Sabará, Aloísio, Cid e Zé Maria.



sexta-feira, 8 de maio de 2026

O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE: atividades do dia 8 de maio de 1960


O Guará era o clube de maior atividade em Brasília. Constantemente estava realizando amistosos ou visitando outras cidades.
No dia 8 de maio de 1960, o Guará disputou um amistoso contra o Nacional, tendo como destaque para esse jogo o veterano craque Luís Maia, ex-defensor da seleção brasileira de amadores, considerado um dos melhores meias de Brasília, que voltou a treinar depois de alguns meses.
Além dele, estrearia Cirineu Gonzaga, o Cisquinho. Este, depois de 12 anos no futebol goiano, se transferiu para o Guará.
Além deles, teria de volta o atacante Íris, que havia se afastado dos treinamentos por motivo de deveres como aluno do curso ginasial.
A ficha técnica desse jogo foi:

GUARÁ 3 x 2 NACIONAL
Data: 8 de maio de 1960
Local: Israel Pinheiro (campo do Guará)
Árbitro: Milton Rocha.
Gols: no 1º tempo, Luís Maia marcou para o Guará; no 2º, Moisés e Joãozinho marcaram os gols da virada do Nacional; Luís Maia voltou a marcar, empatando o jogo. Luizinho assinalou o gol da vitória do Guará.
GUARÁ: Bosco (Redola), Cléver e Múcio; Luizinho, Tostão e Homero; Cisquinho (Tôco), Fernandinho (Íris), Mário e Luís Maia (Eluff). Treinador: Augusto da Costa.
NACIONAL: Sebastião, Hélio, Tião e Macedo; Sebastião II, Índio e Djalma; Joãozinho, Moisés, Preto e Tiãozinho.

Também nesse dia foi noticiado que continuava acéfala a Federação Desportiva de Brasília, com a renúncia e afastamento de Rodrigo Albergaria, o primeiro presidente da entidade.
Somente o Departamento de Futebol teve funcionamento normal até o término do campeonato. Adelchi Ziller era o nome mais indicado para ocupar a presidência da entidade.
Três reuniões já tinham sido realizadas e não acusaram número legal para decisão (faltava quorum).



terça-feira, 28 de abril de 2026

O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE: Real, do Gama 2 x 2 C. A. Taquaritinga (SP) - 1968


A Associação Atlética e Cultural Mariana do Gama foi fundada em 11 de novembro de 1962, por membros da Congregação Mariana Nossa Senhora Divina Pastora e São Sebastião, do Gama.
Durante o mês de abril de 1968, a troca de nome de A. A. Cultural Mariana do Gama para Esporte Clube Real vinha agitando os associados da agremiação dessa cidade satélite.
Primeiramente, alguns partidários da troca de nome estiveram na redação do jornal Correio Braziliense comunicando o fato, prontamente divulgado pelo jornal.
Logo depois, compareceu ao mesmo jornal Jorge Horácio Carrijo para informar que a maioria dos associados não concordavam com a mudança, e que esta não poderia acontecer sem a convocação de uma assembleia dos associados, na qual a proposição de troca de nome deveria ser aprovada por maioria absoluta.
Não sabemos dizer se e quando houve a tal assembleia. Fato é que no dia 28 de abril de 1968 o jornal Correio Braziliense estampava em sua página de esportes: "HOJE NO GAMA TAQUARITINGA ENFRENTA REAL".
O Clube Atlético Taquaritinga foi fundado em 17 de março de 1942 e por muitos anos permaneceu disputando os certames regionais do Campeonato Paulista do Interior, até sagrar-se campeão da Série A-3 (equivalente ao terceiro nível do futebol de São Paulo) em 1964, conquistando uma vaga na Série A-2. O clube disputaria a Segunda Divisão paulista até 1967, quando, por problemas financeiros, licenciou-se dos campeonatos profissionais até 1973. Apesar disso, o jornal Correio Braziliense divulgou a notícia de que o clube fazia parte da Primeira Divisão de Profissionais de São Paulo.
Também foi divulgado que os bandeirantes receberiam por esta exibição um milhão de cruzeiros antigos e teriam ainda a hospedagem por conta do clube da cidade satélite de Brasília.
Outra informação que gerou dúvida entre os torcedores era o nome correto do novo clube do Gama. Segundo o jornal, “de agora em diante o clube do Gama passará a chamar-se Grêmio Esportivo Real do Gama”.
E o mais inusitado disso tudo é que a primeira partida com o novo nome seria de caráter interestadual, contra um clube licenciado de sua federação.
No dia 28 de abril de 1968, tendo como local o campo da A. A. Cultural Mariana, no Gama, Real, do Gama, e Taquaritinga empataram em 2 x 2.
O árbitro foi Alaor Ribeiro e a renda de NCr$ 3.240,00.
Os gols do Real foram marcados por Jânio e Baú. Os do Taquaritinga foram de autoria de Moacyr, ambos em cobrança de pênaltis.
O Real formou com Bira, Batista, Carlos, Crente e Chagas (Caravele); Paturé e Jânio; Stélio, Manoelzinho, Baú e Pacífico (Djalma). Defenderam o Taquaritinga Paulo, Côco (Alemão), Baiano, Moacyr e Barbosa; Fefeu e Sapiranga; Jairzinho, Strachine, Titinho e Jair (Levi).



terça-feira, 21 de abril de 2026

O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE: a inauguração do Pelezão - 1965



Equipe do Siderúrgica, que inaugurou o novo estádio
No dia 21 de abril de 1965 Brasília comemorava seu 5º ano de existência.
O futebol de Brasília crescia muito, passou a ter representantes na Taça Brasil e necessitava de um estádio à altura.
Assim, mesmo de forma parcial, também no dia 21 de abril de 1965, foi inaugurado o novo estádio de futebol de Brasília, que viria a ser o futuro Pelezão. Na época, passou a ser chamado extraoficialmente de Estádio Nacional de Brasília.
O projeto foi do arquiteto carioca Milton Ramos (que morreu em 2 de agosto de 2008), também vencedor do projeto do Itamarati, em concurso realizado entre seis arquitetos de Brasília.
A companhia construtora vencedora da concorrência por empreitada foi a Rabello S.A.
O prefeito de Brasília era Plínio Catanhede.
A Comissão Executiva das obras era formada por Hugo Mósca, Wilson de Andrade e Luiz Fernando Muniz. E a Comissão Técnica por Ciro Machado do Espírito Santo, Gilberto Scarpa e Salvador Aversa.
A entrada foi franca (portões abertos) e a súmula desse primeiro jogo foi a seguinte:

SELEÇÃO DO DISTRITO FEDERAL 1 x 3 SIDERÚRGICA (MG)
Árbitro: Jorge Cardoso
Gols: Zé Emílio, 22 (1º gol do novo estádio), Silvestre, 44, Djalma, 51 e Noventa, 85.
SELEÇÃO DO DISTRITO FEDERAL: Zé Walter (Defelê), Aderbal (Rabello), Gegê (Rabello), Sir Peres (Colombo) e Wilson (Defelê); Zé Maria (Rabello) e Beto Pretti (Rabello); Sabará (Rabello) (Nobre), Djalma (Rabello), Sabino (Colombo) (Clarindo - Rabello) e Arnaldo (Defelê).
SIDERÚRGICA: Djair, Geraldino (Hamilton), Chiquito, Edson (Tim) e Zé Luiz; Dawson e Silvestre (Fiel); Ernâni, Zé Emílio (Altino), Noventa e Canhoteiro (Raimundo).


segunda-feira, 20 de abril de 2026

O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE: o Torneio 21 de Abril - 1983


Formação do Tiradentes que disputou o Torneio 21 de Abril - Taça Governador José Ornellas, nos dias 20 e 23 de abril de 1983.
Em pé, da esquerda para a direita: Daniel, Márcio, Renato César, Neto, Joãozinho e Serginho. Agachados, na mesma ordem: Moreirinha, Ivonildo, Jairzinho, Manoel Ferreira, Josimar,

O QUE FOI O TORNEIO

Para comemorar mais um aniversário da cidade de Brasília (o 23º), a Federação Metropolitana de Futebol promoveu no ano de 1983 um quadrangular interestadual, denominado “Torneio 21 de Abril” (Taça “Governador José Ornellas), e que contou com as participações de Gama, Taguatinga e Tiradentes, de Brasília, e do Botafogo, do Rio de Janeiro.
Uma das atrações do torneio foi a participação do tricampeão mundial Jair Ventura Filho, o Jairzinho, jogando com a camisa do Tiradentes.
A primeira rodada do torneio aconteceu no dia 20 de abril. Os jogos foram realizados no Estádio Serejão, em Taguatinga.
No primeiro jogo, o Tiradentes venceu o Gama por 2 x 0, gols de Ivonildo, aos 40 minutos do 1º tempo, e Jairzinho, aos 44 do 2º. Formou o Tiradentes com Daniel, Márcio, Renato César, Joãozinho e Serginho; Neto (Ciso), Moreirinha e Manoel Ferreira; Ivonildo, Jairzinho e Josimar. Técnico: Luiz Artur Gomes. O Gama jogou com Hélio, Carlão, Junior, Zinha e Nescau (Manoel Silva); Santana (Ariosto), Vicente e Vaguinho; Ronaldo, Nilson e Mazinho. Técnico: Jaime dos Santos. A arbitragem foi de Clésio José Penoni.
No jogo principal, o Botafogo derrotou o Taguatinga por 1 x 0, gol marcado por Té, aos 20 minutos do 1º tempo. O Botafogo jogou com Paulo Sérgio, Josimar, Luís Cláudio, Osvaldo e Wagner; Ataíde, Sídnei e Alemão; Geraldo (Édson), Nunes e Té. Técnico: Zé Mário. Já o Taguatinga formou com Adriano, Pacheco, Warlan, Anselmo e Cuca; Paulo Araújo, Péricles e Boni; Julinho, Fantato e Jânio. Técnico: João Avelino Gomes. O árbitro foi Walterley Pereira.
Três dias depois (23 de abril) aconteceu a decisão do torneio, no Estádio Bezerrão, no Gama.
Na disputa do terceiro lugar, o Taguatinga ganhou do Gama por 2 x 1. Os gols foram marcados por Fantato, aos 20 minutos do 1º tempo, Nilson empatou para o Gama aos 23 do 2º e Fantato voltou a marcar para o Taguatinga aos 30 minutos do segundo tempo. Luiz Vilhena do Nascimento foi o árbitro do jogo.
O Botafogo sagrou-se campeão do torneio ao vencer o Tiradentes, por 3 x 1. Té marcou aos sete minutos e Jairzinho empatou para o Tiradentes, aos 29. No segundo tempo, Geraldo, aos 4, e Té, aos 18, definiram a vitória do Botafogo. Édson Rezende de Oliveira foi o árbitro da partida.
Formou o Botafogo com Paulo Sérgio (Luiz Carlos), Josimar, Luís Cláudio (Christiano), Osvaldo e Wagner (Paulo Verdan); Alemão (Serginho), Ataíde e Sídnei (Édson); Geraldo, Nunes e Té. Técnico: Zé Mário. O Tiradentes atuou com Daniel, Márcio, Renato César, Joãozinho (Oscar) e Serginho; Neto, Moreirinha e Manoel Ferreira; Ivonildo, Jairzinho (Tico) e Josimar. Técnico: Luiz Artur Gomes.

Colaboração:
Moreirinha
Roberval de Paula Teixeira.

 

sábado, 21 de março de 2026

CURIOSIDADES DO FUTEBOL BRASILIENSE: estreia do CEUB em competições oficiais - 1971



No dia 21 de março de 1971, teve início o Torneio Governador do Distrito Federal.
A partir dessa data, passou a ser adotada nas arbitragens da Federação Desportiva de Brasília a nova sinalização internacional caracterizada por cartões amarelos e vermelhos, significando advertência e exclusão da partida, respectivamente.
Também aconteceu a estreia do CEUB em competições oficiais.

COENGE 1 x 2 CEUB
Data: 21.03.1971
Local: Estádio do Gama
Árbitro: Takeshi Koressawa
Expulsões: Divino e Augustinho, do Coenge, e Amaro, do Ceub
Gols: Hilário e Marcos para o Ceub e Mauro para o Coenge
COENGE: J. Gomes, Xixico, Elias, Mauro e Chiquinho; Renê, Divino e Pedro Léo (Palito), Augustinho, Toinho e Santiago (Vasconcelos). Técnico: Raimundinho.
CEUB: Weldas, Serginho, Lúcio, Gaúcho e Amaro; Landulfo (Jésus) e Paulinho; Darse (Marcos), Adilson, Carlinhos e Hilário. Técnico: Otaziano.



quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE: a fundação do CEUB Esporte Clube


O Centro de Ensino Unificado de Brasília - CEUB foi a faculdade criada em 1968 (desde a década de 90, Centro Universitário de Brasília - UniCEUB).
Também com o nome de CEUB, o clube de futebol Centro Esportivo Universitário de Brasília foi criado por Resolução de 25 de fevereiro de 1971 da faculdade CEUB.
Foram sócios fundadores do clube esportivo CEUB: Alberto Péres, João Herculino de Souza Lopes, Máximo Joaquim Calvo Villar, Flávio Labouriau Barroso, Lauro Franco Leitão, Edmur Carlos Gonçalves de Oliveira, Genulpho da Fraga Rogério, Osmar Gomes Ramagem, Ayrton Klier Péres, Adilson Klier Péres, Humberto de Mendonça Gomes, Luiz Roberto Bastos Serejo, José de Oliveira Neves, Fausto de Vasconcellos Padrão, Hezir Espíndola Gomes Moreira e Jésus Augusto Péres.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE: o V Campeonato Brasileiro de Futebol Amador


Guairacá
De 15 de janeiro a 2 de fevereiro de 1967, Brasília foi sede do Grupo III do V Campeonato Brasileiro de Futebol Amador, eliminatórias pela disputa da vaga de representante da Região "Centro-Oeste" que reuniu os selecionados do Distrito Federal, Goiás, Guaporé e Rio de Janeiro. 

A Seleção do Distrito Federal iniciou a competição no dia 15 de janeiro de 1967, derrotando o selecionado de Guaporé, por 3 x 0. A ficha técnica desse jogo foi o seguinte:

Distrito Federal 3 x 0 Guaporé
Data: 15.01.1967
Local: Estádio de Brasília
Árbitro: Urias Crescente Alves Junior (GO)
Gols: Hermes, 9 e 36 e Walmir, 71
Distrito Federal: Sílvio, Lima, Noel, Juarez e Sérgio; Axel e Luizinho; Guairacá, Hermes, Walmir e Cabeleira.
Guaporé: Gainete, Aldísio, Jordão, Bezerra e Miranda; Bell e Willibaldo; Calama, Chico, Chagas e Ruy.

Quatro dias depois, nova vitória do Distrito Federal, desta vez por 1 x 0 sobre o Estado do Rio de Janeiro. Os dados técnicos desse jogo foram:

Distrito Federal 1 x 0 Rio de Janeiro
Data: 19.01.1967
Local: Estádio de Brasília
Árbitro: Milton Jeremias (RJ)
Expulsões: Zé Carlos, do Distrito Federal, e Zezinho, do Rio de Janeiro
Gol: Cabeleira (pênalti), 41
Distrito Federal: Sílvio, Lima, Noel, Juarez e Sérgio; Dazinho e Luizinho; Guairacá, Hermes, Walmir (Zé Carlos) e Cabeleira.
Rio de Janeiro: Tonho (Carlos), Pepe, Célio, Alédio e Russo; Sidney e Hélcio; Zezinho, Afonso, Pelé e Renatinho.

Em sua terceira apresentação, o selecionado do DF empatou com Goiás, em 1 x 1.

Distrito Federal 1 x 1 Goiás
Data: 22.01.1967
Local: Estádio de Brasília
Árbitro: Milton Jeremias (RJ)
Gols: Axel, 43 e Fernando, 55
Distrito Federal: Sílvio, Lima, Noel, Juarez e Sérgio; Dazinho e Luizinho; Guairacá, Hermes, Zé Carlos (Axel) e Cabeleira.
Goiás: Mauro, Aldemir, Paulo, Alencar e Carlinhos; Afonso e Sílvio; Fernando, Helder, Tuíra e Virgílio.

O segundo turno teve início no dia 26 de janeiro e o Distrito Federal voltaria a golear Guaporé, desta vez por 4 x 0.

Distrito Federal 4 x 0 Guaporé
Data: 26.01.1967
Local: Estádio de Brasília
Árbitro: Urias Crescente Alves Junior (GO)
Expulsões: Zé Carlos, Cabeleira e Dazinho, do Distrito Federal, e Gainete, Cleveland, Jordão e Mendes, de Guaporé
Gols: Walmir, 45, 49, 74 e 79
Distrito Federal: Sílvio, Lima, Noel, Juarez e Sérgio; Axel, Dazinho e Luizinho (Cabeleira); Guairacá, Hermes (Zé Carlos) e Walmir.
Guaporé: Gainete (Jorge), Jordão, Bezerra, William e Jorge; Bell e Chico; Willibaldo, Ruy, Cleveland e Mendes.

No dia 29 de janeiro de 1967 a seleção do DF conheceria a sua primeira derrota, quando perdeu para o Rio de Janeiro, por 1 x 0.

Rio de Janeiro 1 x 0 Distrito Federal
Data: 29.01.67
Local: Estádio de Brasília
Árbitro: José Nobre da Conceição (DF)
Expulsão: Dazinho, do Distrito Federal
Gol: Clair, 29
Rio de Janeiro: Carlos, Pepe, Célio, Russo e Rivaldo; Hélcio e Palito; Zezinho, Clair, Pelé e Maurício (Renatinho).
Distrito Federal: Sílvio, Lima, Noel, Juarez e Sérgio; Axel, Dazinho e Luizinho; Guairacá, Hermes (Zé Carlos) e Walmir.

O Distrito Federal ficou de fora da decisão da vaga ao ser derrotado por Goiás, por 3 x 0.

Distrito Federal 0 x 3 Goiás
Data: 31.01.1967
Local: Estádio de Brasília
Árbitro: Milton Jeremias (RJ)
Gols: Zé Ricardo, 20 e Tuíra, 25 e 32
Distrito Federal: Sílvio, Lima, Noel, Juarez e Léo; Axel (Zé Carlos), Dazinho e Luizinho; Guairacá, Hermes (Cabeleira) e Walmir.
Goiás: Mauro, Maurinho, J. Silvério, Paulo e Carlinhos; Sílvio e Afonso; Fernando, Helder, Tuíra e Zé Ricardo.

Na decisão do grupo, o Rio de Janeiro venceu Goiás, de virada, e ficou com a vaga para a fase final da competição.

Rio de Janeiro 2 x 1 Goiás
Data: 02.02.1967
Local: Estádio de Brasília
Árbitro: Rubem Pacheco (DF)
Renda: NCr$ 1.405,00
Gol: Tuíra, 17; Zezinho (pênalti), 26 e Clair, 79
Rio de Janeiro: Carlos, Pepe (Edmilson), Célio, Alédio e Russo; Hélcio e Palito; Zezinho, Clair, Pelé e Renatinho (Maurício).
Goiás: Mauro, Maurinho, J. Silvério, Paulo e Carlinhos; Sílvio e Afonso; Fernando, Helder, Tuíra e Zé Ricardo.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE: Gama e Brasiliense quase passam para a fase seguinte da Copinha - 2003


Em 2003, pela primeira vez na história da Copa São Paulo de Futebol Junior, o Distrito Federal teve dois representantes: o Brasiliense e o Gama.
E, por coincidência, ambos chegaram à terceira e decisiva rodada, disputada no dia 12 de janeiro, invictos e liderando seus grupos, com chances reais de passarem para a próxima fase. Mas, ainda não foi desta vez!
O novato Brasiliense participou pela primeira vez da Copa ao formar no Grupo G, com sede em Leme, ao lado de Figueirense-SC, Lemense-SP e Santos-SP.
O Brasiliense viajou para São Paulo com uma equipe completamente desconhecida. Com os fiascos no torneio local Sub-20, sexto lugar, e na Segunda Divisão do DF de 2002, quando os jogadores defenderam o Samambaia, foi promovida uma reformulação radical na divisão de base do clube.
Foram apenas três jogadores remanescentes entre os 22 que viajaram (todos emprestados pelo Botafogo-RJ: o zagueiro Magrão, o volante Thiago Xavier e o atacante Moura), e mais o goleiro Welder, vindo do futebol tocantinense, e os volantes Leís e Igor, emprestados pelo Miramar (PB). Os demais jogadores foram recrutados no Distrito Federal.
O Brasiliense estreou com vitória no dia 5 de janeiro, batendo o local Lemense, por 2 x 1. Bruno Medina abriu o placar ainda no 1º tempo. No início do 2º, Moura ampliou. Os donos da casa diminuíram no fim da partida.
No dia 9, segurou o empate de 0 x 0 diante do Santos, time formado pelos mesmos jogadores que deram o título de campeão da Série B-3 ao Jabaquara em 2002, inclusive com seu artilheiro Jerri, autor de 19 gols no certame paulista.
No terceiro jogo, em 12 de janeiro, quando buscava a inédita vaga para a Segunda Fase, foi derrotado pelo Figueirense, por 2 x 0. Acabou ficando no terceiro lugar, atrás de Santos e Figueirense.
O treinador Marquinhos Bahia utilizou mais vezes a seguinte constituição: Welder, Fernando, Magrão, Panda e Fábio Vieira (Rafael Viana); Leís, Thiago Xavier, Ailson e Jefferson; Moura (Índio) e Bruno Medina.

O Gama integrou o Grupo D, com jogos realizados em São Vicente.
Sua fase de preparação foi semelhante ao do Brasiliense. Com a camisa do Santa Maria, os jogadores juvenis do Gama não passaram de um modesto quarto lugar na Segunda Divisão do DF. Cinco jogadores estavam cedidos ao time principal durante o Campeonato Brasileiro (o goleiro Cláudio, o lateral Weider, o zagueiro Emerson, o meia Wesley e o atacante Victor). Reforçou-se com jogadores do futebol goiano: os volantes Jhonattan (Goiás) e Leandro Leite (Anápolis) e o atacante Eraldo (Grêmio Inhumense). O treinador foi Jesimar Marques, mais conhecido como "Flu".
O Gama teve uma estreia complicada no dia 5 de janeiro contra o São Vicente, estando em desvantagem no placar por duas vezes e ainda teve o meia Fábio expulso no 2º tempo. O empate de 2 x 2 com o time da casa ficou de bom tamanho. O zagueiro Padovani, no 1º tempo, e o atacante Eraldo, no 2º, marcaram para o Gama.
Em sua segunda participação, no dia 9 de janeiro, o Gama surpreendeu o Fluminense carioca ao vencê-lo por 3 x 1, com uma atuação sensacional de seu atacante Victor, autor dos três gols da vitória. O Gama foi a campo com a seguinte escalação: Cláudio, Daniel, Erivaldo, Emerson e Weider; Goeber, Leandro Leite, Jhonattan e Wesley; Victor e Eraldo.
O Gama teve a chance de classificar-se ao enfrentar o Vitória, de Salvador (BA), na última rodada, em 12 de janeiro, quando foi derrotado por 4 x 2. Ficou com a segunda colocação do grupo.

CURIOSIDADE
Nesta edição, o atacante Fred, na época defendendo o América-MG, marcou um gol histórico: no dia 12 de janeiro de 2003, o Estádio Ítalo Mário Limongi, em Indaiatuba, recebia um público pequeno na tarde chuvosa. O zagueiro e capitão Leandro Tigrão, do América-MG, escolheu a bola no cara ou coroa. Enquanto isso, o goleiro rival aquecia fora da pequena área para fugir da lama formada pelo tempo ruim. O árbitro apitou e o atacante que, àquela altura, fazia seu último jogo pelo América-MG, marcou, com três segundos, o então gol mais rápido da história do futebol mundial.

domingo, 11 de janeiro de 2026

O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE: Brasília 1 x 1 Goiás - 1976


BRASÍLIA 1 x 1 GOIÁS
Amistoso
Data: 11 de janeiro de 1976
Local: Presidente Médici, Brasília (DF)
Árbitro: Arnóbio Passos
Gols: Humberto, 24 e Toninho, 39
BRASÍLIA: Norberto, Tereso, Pedro Pradera, Luiz Carlos e Odair; Ercy, Baianinho e Lindário; Mineirinho (José Jorge), Humberto e Ney. Técnico: Cláudio Garcia.
GOIÁS: Amaury, Triel, Macalé, Alexandre e Gilson; Carlos Roberto, Luiz Frazão e Toninho (Lincoln); Piter, Maisena (Matinha) e Rinaldo.

No mesmo dia foi encerrado o torneio pentagonal promovido pelo Departamento Amador da Federação Metropolitana de Futebol.
Classificação final:
1º Corinthians, do Guará;
2º GEIPOT,
3º ASMINTER,
4º Demabra e
5º Wagner Refrigeração.



sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE: drama na Copinha - 2002


O futebol junior do Distrito Federal voltaria a ter o Gama como seu representante em 2002. Foi a melhor participação de um clube brasiliense até então.
O Gama apresentou um futebol melhor que em suas participações anteriores, mas, mesmo assim, não conseguiu passar para a segunda fase (apenas o primeiro colocado de cada grupo se classificava).
No Grupo F, com sede em São Carlos, o Gama começou bem a disputa ao derrotar o Sãocarlense por 3 x 1, acabando com o jejum de vitórias na competição. Nas duas participações anteriores (1995 e 2000), foram cinco derrotas e um empate. O atacante Kako e o zagueiro Padovani, de cabeça, deixaram o alviverde em vantagem. Depois da expulsão do zagueiro Emerson, o Sãocarlense descontou, de pênalti, mas Victor selou a vitória.
O sonho de passar para a segunda fase virou pesadelo no dia 9 de janeiro, diante do Grêmio, de Porto Alegre, para quem o Gama perdeu de forma dramática por 2 x 1. O alviverde do DF jogou o tempo quase todo com um jogador a menos, graças à infantil expulsão do volante Robston, o mais experiente do time, logo aos oito minutos do 1º tempo, ao agredir um adversário. Com isso, o tricolor gaúcho saiu na frente. O alviverde ainda conseguiu empatar antes do intervalo, com o meia Fábio. No 2º tempo, o tetracampeão brasiliense sub-20 teve grande chance de virar a partida aos 20 minutos e ficar perto da liderança da chave e do sonho da única vaga: pênalti a seu favor, que o atacante Victor, porém, perdeu. O castigo veio a oito minutos do fim, quando o Grêmio desempatou a partida, o que deixou o Gama às portas da eliminação. A desclassificação seria confirmada no jogo seguinte, quando o Juventus venceu o Sãocarlense por 2 x 1 (o primeiro critério de desempate era o confronto direto).
O Gama ficaria com a segunda colocação, a melhor campanha de uma equipe do DF em toda a história da Copa São Paulo de Futebol Junior, até então.
O treinador Paulo Roberto utilizou os seguintes jogadores: Cláudio, Goeber, Padovani e Emerson (Alex); Daniel, Steve, Robston, Fábio (Wesley) e Micael (Weider); Kako (Danilo) e Victor.
O zagueiro Emerson era o mesmo que defendeu vários clubes do Brasil e chegou a ser convocado para a Seleção Brasileira.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE: Vasco da Gama derrota Rabello - 1966


O Rabello conseguiu jogar um bom 1º tempo e segurar o Vasco da Gama, do Rio de Janeiro, no amistoso realizado no dia 15 de dezembro de 1966, no Estádio de Brasília.
O Vasco da Gama vinha de uma vitória de 1 x 0 sobre o Anápolis e jogou desfalcado do zagueiro Brito que, machucado, ficou no Rio de Janeiro.
O placar terminou em branco no primeiro tempo. Porém, com menos de dez minutos do segundo, o jogo já estava resolvido a favor do clube carioca, que marcou dois gols rapidamente e venceu o jogo. Danilo Menezes, aos 4 minutos, e Nado, aos 6, assinalaram os tentos da vitória de 2 x 0 dos cruzmaltinos.

A renda foi de Cr$ 7.788.000,00.
Nado
Sob a arbitragem de Urias Crescente Alves Junior, da Federação Goiana de Futebol, as equipes se apresentaram assim: 

RABELLO - Zé Walter, Aderbal, Gegê, Carlão e Didi; Moacir (Roberto) e Zé Maria; Zezé, Zoca, Otávio e Arnaldo. Técnico: Ceninho.

VASCO DA GAMA - Édson Borracha (Valdir), Ari, Sérgio, Ananias (Tinoco) e Silas; Oldair e Danilo Menezes; Nado, Madureira (Acelino), Adilson (Maranhão) e Morais.