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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

HÁ 50 ANOS NO FUTEBOL BRASILIENSE: Pioneira vira Taguatinga



Em 11 de fevereiro de 1976, através do Ofício nº 006/76, o Conselho Deliberativo do Pioneira Futebol Clube comunicou à Federação Metropolitana de Futebol a alteração em sua denominação, passando a chamar-se Taguatinga Esporte Clube.
O representante do Pioneira na FMF, Paulo Roberto Duarte Marinho, também solicitou a profissionalização do Taguatinga, bem como sua participação no campeonato oficial de 1976, o primeiro da nova era do profissionalismo no DF.
No dia 18 de fevereiro, o Taguatinga contratou Antônio Fabiano Ferreira (Raimundinho) para supervisor de sua equipe na temporada de 1976. Com a contratação de Raimundinho, o Departamento de Futebol passou a contar com a seguinte constituição: Vice-Presidente de Futebol - José Macedo; Supervisor Técnico - Antônio Fabiano Ferreira (Raimundinho); Médico - Francisco Valdenor; Preparador Físico - Wanderley Salles; Técnico - Eurípedes Bueno de Morais; Auxiliar Técnico - Biguá; Massagista - Lacerda; Enfermeiro - Eduíno e Roupeiro - Edmilson.


sábado, 7 de fevereiro de 2026

HÁ 50 ANOS NO FUTEBOL BRASILIENSE: o Torneio Governador Elmo Serejo Farias – 07.02.1976




Na preliminar da rodada dupla válida pelo Torneio “Governador Elmo Serejo de Farias”, no estádio Presidente Médici, Brasília e Grêmio não repetiram suas atuações da primeira rodada, empatando o jogo em 1 x 1.
Durante todo o transcorrer da partida nunca houve um predomínio de um ou outro.
O primeiro gol da partida foi marcado pelo lateral-direito Luís Carlos, do Grêmio, que desferiu um violento chute da intermediária. O goleiro Norberto tentou segurar, foi infeliz e a bola passou por entre as suas mãos. Todos os jogadores do Brasília procuraram consolar o goleiro e dar força moral, fato que foi compensado com uma grande atuação no restante da partida.
Antes de findar o primeiro tempo, o Brasília conseguiu empatar a partida. Foi marcada uma falta contra o Grêmio. Raimundinho cobrou para dentro da área e a defesa do Grêmio parou no lance. Disso se aproveitou Humberto para entrar sozinho e chutar sem chances de defesa para Nego.
A etapa complementar foi fraquíssima, com os dois times sem a menor inspiração. Em uma bola dividida, Grimaldi e Raimundinho trocaram pontapés e foram expulsos.

BRASÍLIA 1 x 1 GRÊMIO
Preliminar de Ceub x Flamengo
Árbitro: Édson Rezende de Oliveira
Expulsões: Grimaldi e Raimundinho
Gols: Luís Carlos (Grêmio) e Humberto, ambos no 1º tempo
BRASÍLIA: Norberto, Tereso, Sidnei, Luís Carlos e Odair (Jonas Foca); Ercy (Jailson) e Raimundinho; Mineirinho, Humberto, Nei e Jorge (Ramilson). Técnico: Cláudio Garcia.
GRÊMIO: Nego, Luís Carlos, Luciano, Fabinho e Grimaldi; Marquinhos, Jaime (Arlindo) e Hamilton; Gonçalves (Coreu), Léo e Moacir (Pedro Nunes). Técnico: Inácio Milani.

No jogo principal, o Flamengo derrotou o Ceub por 2 x 1 e conquistou a Taça “Governador Elmo Serejo de Farias”.
O regulamento do torneio previa que a decisão ocorreria pela soma de pontos, não havendo cobrança de pênaltis.
O Flamengo somou quatro pontos, o Grêmio dois e Ceub e Brasília um.
O jogo foi decidido ainda no primeiro tempo, quando o Flamengo atacou mais e marcou os dois gols. Edu marcou o primeiro aos 28 minutos, em passe de Geraldo e com a participação de Zico, que fez o corta-luz entre os zagueiros. Dois minutos depois, Zico aumentou, num ótimo passe de Geraldo, que o deixou à frente do goleiro do Ceub
No segundo tempo, o Flamengo diminuiu o ritmo e o Ceub, além de marcar um gol (China, aos 12 minutos, em falha de Rondinelli), perdeu boas oportunidades para empatar.

CEUB 1 x 2 FLAMENGO
Árbitro: Édson Rezende de Oliveira (DF)
Renda: Cr$ 93.165,00
Gols: Edu, 28; Zico, 30 e China, 57.
FLAMENGO: Cantarele, Toninho, Rondinelli, Dequinha e Junior; Merica, Geraldo e Tadeu (Caio); Edu (Dendê), Zico (Paulinho) e Zé Roberto. Técnico: Carlos Froner.
CEUB: Paulo Victor, Fernandinho (Olavo), Osmar (Alcides), Décio e Nenê; Alencar, Renê e Xisté; Junior Brasília, China e Gilbertinho (Paulinho).



quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

HÁ 50 ANOS NO FUTEBOL BRASILIENSE: o Torneio Governador Elmo Serejo Farias – 05.02.1976


A rodada dupla do dia 5 de fevereiro de 1976, no então estádio Presidente Médici (hoje Mané Garrincha), válida pelo Torneio “Governador Elmo Serejo de Farias” entrou para a história do futebol profissional no Distrito Federal.
Na preliminar, jogaram Grêmio Esportivo Brasiliense, fazendo sua primeira apresentação para o público brasiliense, e o Ceub, que retornava depois de uma séria crise, com nova imagem perante os torcedores. No jogo principal o clube que viria dominar os próximos anos do futebol no DF, o Brasília, enfrentou o Flamengo, do Rio de Janeiro.
A expectativa em torno da partida era imensa, mas a chuva veio prejudicar a beleza do espetáculo.
Nos primeiros minutos da partida, os jogadores do Grêmio estavam muito nervosos, perdendo as divididas, errando constantemente os passes e falhos na marcação. Era natural, apresentavam-se pela primeira vez. Disso aproveitou-se o Ceub para marcar seu primeiro gol, num lance infeliz de Hamilton, que querendo desviar uma bola lançada por Junior, da direita, tocou para sua própria rede, aos 11 minutos do 1º tempo.
Mas o Grêmio mostrou grande poder de reação e foi aos poucos mostrando um melhor preparo físico e técnico. Jaime e Marquinhos começaram a cadenciar as jogadas, com toque de bola e passes laterais, levando sempre perigo à meta de Paulo Victor nos contra-ataques.
Para o segundo tempo, o Grêmio voltou com força total, trazendo Coreu no lugar de Moacir. E não mais se viu o Ceub dentro de campo. Foi um domínio total e absoluto da equipe do Grêmio. Para coroar esta exibição surgiu o gol que seria o de empate. Depois da troca de passes no meio de campo, Marquinhos lançou a bola para Grimaldi, que desceu pela lateral-esquerda e da linha de fundo cruzou forte para a área. Paulo Victor fez uma defesa parcial, soltando a bola, e Léo aproveitou o rebote para empatar a partida aos 27 minutos do segundo tempo.
Com o empate, o Grêmio foi todo para o ataque e a defesa do Ceub, desorientada pela insegurança de Paulo Victor, cedeu diante do maior volume de jogo do adversário e foi quando surgiu o segundo gol, irregularmente anulado pelo árbitro. Resultado final: empate em 1 x 1.

GRÊMIO 1 x 1 CEUB
Local: Estádio Presidente Médici, Brasília (DF)
Preliminar de Brasília x Flamengo
Árbitro: Osvaldo dos Santos
Gols: Hamilton (contra), 11 e Léo, 72
GRÊMIO: Nego, Luís Carlos, Luciano, Fabinho e Grimaldi; Marquinhos, Jaime (Dionísio) e Hamilton; Gonçalves (Pedro Nunes), Léo e Moacir (Coreu). Técnico: Inácio Milani.
CEUB: Paulo Victor, Fernandinho, Cláudio Oliveira, Osmar e Nenê; Alencar, Renê e Xisté; Junior, China (Lucas) e Gilbertinho. Técnico: Barbatana.

No jogo principal, outro clube do DF, o Brasília, fundado em 1975, praticamente começava sua história no profissionalismo, recebendo o Flamengo, do Rio de Janeiro.
O jogo foi muito catimbado, onde o trio de arbitragem foi o ponto negativo.
De início, o Flamengo procurou explorar a inexperiência do adversário, deixando que ele viesse para cima de si e com isso era visível os espaços que ficavam à disposição de Merica, Tadeu e Zico para lançarem Caio, que ficava unicamente esperando receber as bolas do meio campo para pegar a defesa adversária desguarnecida.
Porém, esta tática não deu resultado, pois Caio foi pouco para lutar sozinho contra Luís Carlos e Sidnei, que ainda contavam com a cobertura de Terezo, liberado da marcação sobre Zé Roberto, já que este nunca foi ponteiro esquerdo, sempre indo ajudar o meio-de-campo e a defesa.
Aos onze minutos aconteceu o lance mais bonito do jogo e que poderia ter sido o gol inaugural da partida. Jorge centrou para a área, a defesa cortou e a bola foi parar no peito de Nei, que girou o corpo para a direita e de voleio carimbou o travessão superior de Cantarele.
Depois desse lance o Brasília acelerou o ritmo e partiu decidido para conseguir o primeiro gol do jogo. O Flamengo, mais experiente, procurou controlar o jogo. Aos 29 minutos, em uma falta cobrada, Caio não teve tranquilidade e desperdiçou uma grande chance, chutando por cima da trave.
Nos últimos quinze minutos do primeiro tempo, o Brasília sentiu o esforço despendido e o Flamengo se fez mais presente no ataque, não o suficiente para inaugurar o marcador, que permaneceu em 0 x 0 ao final do 1º tempo.
O segundo tempo foi bem mais movimentado do que o primeiro, principalmente no seu final, quando aconteceram vários incidentes, quase sempre gerados pelo descontentamento dos jogadores em relação a arbitragem.
Aos onze minutos aconteceu o primeiro gol da partida. Geraldo, que havia entrado em lugar de Paulinho, tentou dar um passe a Zé Roberto no meio de campo. Humberto foi mais vivo e tomou a bola do ponteiro. Partiu para o ataque, deu dois cortes em Dequinha, que lhe derrubou. O próprio Humberto cobrou a falta e a bola passou por cima da barreira, sem chances de defesa para Cantarele.
O Flamengo empatou aos 24, depois de uma falta cobrada por Zico, com a bola batendo na trave. Geraldo pegou a sobra e marcou.
O gol da vitória do Flamengo veio de um lance em que Edu, em impedimento, foi até a área, driblou Norberto, e foi derrubado. Zico cobrou o pênalti e marcou.
Esse gol gerou muita confusão, que terminou com a expulsão de Raimundinho, do Brasília.

BRASÍLIA 1 x 2 FLAMENGO (RJ)
Local: Estádio Presidente Médici, Brasília (DF)
Árbitro: Ranulfo Soares (DF)
Renda: Cr$ 112.365,00
Expulsão: Raimundinho, do Brasília, no 2º tempo
Gols: Humberto, 56; Geraldo, 69 e Zico, de pênalti, 87
BRASÍLIA: Norberto, Tereso, Sidnei, Luís Carlos e Odair; Raimundinho, Erci e Lindário (Baianinho); Mineirinho, Humberto e Nei (Wellington). Técnico: Cláudio Garcia.
FLAMENGO: Cantarele, Toninho, Rondinelli, Dequinha e Vanderlei (Junior); Merica e Tadeu (Edu); Paulinho (Geraldo), Caio, Zico e Zé Roberto. Técnico: Carlos Froner.


domingo, 11 de janeiro de 2026

O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE: Brasília 1 x 1 Goiás - 1976


BRASÍLIA 1 x 1 GOIÁS
Amistoso
Data: 11 de janeiro de 1976
Local: Presidente Médici, Brasília (DF)
Árbitro: Arnóbio Passos
Gols: Humberto, 24 e Toninho, 39
BRASÍLIA: Norberto, Tereso, Pedro Pradera, Luiz Carlos e Odair; Ercy, Baianinho e Lindário; Mineirinho (José Jorge), Humberto e Ney. Técnico: Cláudio Garcia.
GOIÁS: Amaury, Triel, Macalé, Alexandre e Gilson; Carlos Roberto, Luiz Frazão e Toninho (Lincoln); Piter, Maisena (Matinha) e Rinaldo.

No mesmo dia foi encerrado o torneio pentagonal promovido pelo Departamento Amador da Federação Metropolitana de Futebol.
Classificação final:
1º Corinthians, do Guará;
2º GEIPOT,
3º ASMINTER,
4º Demabra e
5º Wagner Refrigeração.



domingo, 14 de dezembro de 2025

O PRIMEIRO JOGO DO FUTEBOL BRASILIENSE SOB O NOVO REGIME PROFISSIONAL


Mesmo com o prazo concedido aos clubes para que regularizassem suas situações e fizessem suas inscrições no campeonato de futebol do Distrito Federal de 1976, conforme constava do regulamento para competições oficiais de equipes profissionais, os clubes de Brasília não conseguiram regularizar seus atletas e por isso não foi possível o início da Taça Brasília (primeiro turno do campeonato). Em seu lugar passou a ser disputado o Torneio Imprensa, que se tornou a primeira competição oficial no novo regime profissional do DF.

A competição contou com a participação de seis clubes: Brasília, CEUB, Gama, Grêmio, Humaitá e Taguatinga (ex-Pioneira). Dias antes de começar o torneio, a Campineira comunicou que não participaria dele.
Os jogos foram realizados às 15 e 17 horas dos sábados, sempre em rodada dupla, cabendo à equipe vencedora 60% da arrecadação, cujos ingressos teriam preço único de 10 cruzeiros, as arquibancadas, e 20 as cadeiras numeradas.
Abrindo o Torneio Imprensa, Taguatinga e Humaitá, do Guará, fizeram a preliminar da rodada dupla realizada no dia 14 de fevereiro de 1976.
O Humaitá reforçou sua equipe com a chegada do ponteiro-esquerdo Serginho, vindo do América, do Rio de Janeiro, e do lateral-esquerdo Café, irmão do lateral-direito Miranda, do Botafogo. O goleiro Reflexo, que tinha ido para o Brasília, acabou sendo inscrito pelo Humaitá e nesse jogo ficou na reserva.
Na Taguatinga, a única novidade foi a presença de Douradinho, ex-Ceub, que ficou no banco de reservas por não estar no melhor de sua forma física.
A partida foi bastante movimentada durante a primeira fase, quando as duas equipes procuraram o gol. Entretanto, as defesas foram superiores aos ataques, anulando as investidas, a maior parte delas em contra-ataques.
Tecnicamente, a Taguatinga superou seu adversário e quando dominou o meio-campo, no segundo tempo, os gols surgiram automaticamente.
O Humaitá demonstrou um grande espírito de luta, mas seus jogadores sentiram a falta de preparo físico.
Dinarte, recebendo um passe de Maurício, abriu a contagem aos doze minutos da segunda etapa, marcando, assim, o primeiro gol oficial no novo regime profissional do futebol brasiliense.
Aos 25, seria a vez de Zé Carlos aumentar o marcador a favor do Taguatinga. Banana bateu uma falta e a bola, numa confusão sobrou para Zé Carlos, que só teve o trabalho de colocá-la nos fundos da rede. Estava decretada a sorte do Humaitá.
Esse gol de Zé Carlos deu três pontos ao Taguatinga. Segundo o regulamento do torneio, vitória com dois ou mais gols de diferença daria três pontos à equipe vencedora.

Obs.: O primeiro cartão amarelo do torneio foi para Nemias, do Taguatinga.

TAGUATINGA 2 x 0 HUMAITÁ
Data: 14 de fevereiro de 1976
Local: Estádio Pelezão, Brasília (DF)
Árbitro: Cacírio Marinho, auxiliado por Volney Bezerril e Francisco Lopes
Gols: Dinarte, 57 e Zé Carlos, 70
TAGUATINGA: Carlos José, Aldair, Dão, Assis e Chico; Maurício, Nemias e Banana; Paraibinha (Pedrinho), Piau (Zé Carlos) e Dinarte. Técnico: Eurípedes Bueno.
HUMAITÁ: Elizaldo, Aderbal, Beca, Gaúcho e Chicão; Diogo (Claudionor), Café e Paulinho (Pedrinho); Milton, Julinho e Moisés.

sexta-feira, 28 de novembro de 2025

OS CLUBES DO DF: Sociedade Esportiva Comercial, de Planaltina


No dia 28 de novembro de 1976, na Quadra 3, Conjunto F, Lote 41, em Planaltina (DF), reuniram-se alguns moradores desta cidade para fundar um clube esportivo.
Surgiu assim a Sociedade Esportiva Comercial, que teve a primeira diretoria composta da seguinte forma: Presidente: João Alves do Nascimento, Vice-Presidente: José de Ribamar Neves, Diretor-Secretário: Mário César de Souza Castro, Secretário-Adjunto: Luiz Soares Silva, Diretor de Esportes: Benedito de Souza, Supervisor de Esportes: Wadileno Hamu, Diretor do Departamento Jurídico: José Rios Filho, Diretor de Relações Públicas: Paulo Sady Barbosa, Diretor Social: Antônio Leite Pedrosa, Diretor Financeiro: José Eustáquio Ferreira, Diretor de Patrimônio: Gaspar Dutra e Diretor Administrativo: Newton Gonçalves das Neves.
As cores oficiais do novo clube eram azul celeste, amarela e branca.
Os uniformes eram assim compostos: número 1 – camisa azul celeste com mangas e colarinho em branco, calção branco e meias azuis; número 2 – camisa branca com mangas e colarinho em azul celeste, calção azul celeste e meias brancas.
Somente em 20 de janeiro de 1977 a Sociedade Esportiva Comercial solicitou aprovação do estatuto para participar de competições amadoras de futebol.
Para manter o elenco em forma, o Comercial disputou alguns amistosos, sendo o primeiro em 27 de fevereiro de 1977, no Pelezão, contra o Cruzeiro E. C., na preliminar de Seleção de Juvenis de Brasília x Vasco da Gama.
O de maior destaque, porém, foi o do dia 17 de dezembro de 1978, em Planaltina, quando empatou em 1 x 1 com o Vila Nova, de Goiânia (GO).
Inscreveu-se no 2º Campeonato Amador do Distrito Federal, em 1979, não obtendo boa colocação.
Também em 1979, foi convidado e participou do Torneio Cidade de Sobradinho, no Augustinho Lima, realizado de 20 de outubro a 2 de dezembro de 1979, juntamente com Sobradinho, Tiradentes e Desportiva Bandeirante.
Estreou no dia 20 de outubro, com um empate em 1 x 1 com o Sobradinho. Venceu o primeiro turno após ganhar do Tiradentes (1 x 0) e da Desportiva Bandeirante (2 x 1). Decidiu o torneio com o Sobradinho, vencedor do 2º turno. No dia 2 de dezembro, o Comercial perdeu por 2 x 1.
No ano de 1980, inscreveu-se no campeonato de profissionais do Distrito Federal, representando a cidade de Planaltina, competição esta disputada por um total de nove equipes. A Federação Metropolitana de Futebol decidiu que os cinco primeiros colocados continuariam na Primeira Divisão em 1981 e os outros quatro disputariam um torneio para definir de quem seria a sexta vaga.
No campeonato, o Comercial estreou no dia 18 de maio de 1980, no Bezerrão, perdendo para o Gama, por 3 x 0. Na classificação final, após 24 jogos (dos quais venceu sete, empatou oito e perdeu nove), o Comercial ficou com a sexta colocação. Foi para o chamado “Torneio da Morte” com Ceilândia, Tiradentes e Desportiva Bandeirante. Disputado em turno único, a vaga ficou com o Tiradentes. O Comercial perdeu para a Desportiva Bandeirante (0 x 2), empatou com o Tiradentes (1 x 1) e venceu o Ceilândia (2 x 1).
Em 14 de setembro de 1980 aconteceu uma Assembleia Geral Extraordinária que revogou os estatutos do clube, alterando o nome de Sociedade Esportiva Comercial para Planaltina Atlético Clube. O primeiro Presidente foi Wadileno Hamu.



terça-feira, 25 de novembro de 2025

JOGOS INESQUECÍVEIS: primeira rodada do Campeonato Brasiliense de Profissionais - 1976


A partir de 1976, o futebol brasiliense voltou a ser profissional. Antes, de 1960 a 1975, o profissionalismo somente havia entrado em vigor nos anos de 1964 a 1968. Nos demais, o amadorismo imperou! 
Em 1976 foi disputado o primeiro campeonato brasiliense de futebol profissional, que teve sete equipes inscritas, a saber:

BRASÍLIA ESPORTE CLUBE, de Brasília;
CEUB ESPORTE CLUBE, de Brasília;
FLAMENGO ESPORTE CLUBE (posteriormente, Cruzeiro), do Cruzeiro;
GRÊMIO ESPORTIVO BRASILIENSE, do Núcleo Bandeirante;
HUMAITÁ ESPORTE CLUBE (posteriormente, Guará), do Guará;
SOCIEDADE ESPORTIVA DO GAMA, do Gama; e
TAGUATINGA ESPORTE CLUBE, de Taguatinga.

A primeira rodada do 1º turno foi disputada no dia 21 de abril de 1976 e só teve dois jogos, que tiveram as seguintes fichas técnicas:

TAGUATINGA 3 x 0 FLAMENGO
Data: 21 de abril de 1976
Local: Pelezão, Brasília (DF)
Obs.: preliminar de CEUB x Gama
Árbitro: Adélio Nogueira 
Gols: Maurício, 72; Nemias, 74 e Maurício, 82 
TAGUATINGA: Carlos José, Aldair, Júlio César (Elmo), Assis e Dedinho; Douradinho, Nemias e Ernâni Banana; Maurício, Paraibinha (Piau) e Dinarte. Técnico: Eurípedes Bueno.
FLAMENGO: Arnaldo, Luiz Carlos, Miltão, Jailson e Jorginho; Paulinho, Eudo e Joel (Israel); Chagas, Dicemir e Josias (Fernandes). Técnico: Fernando Baracho Martins.

CEUB 6 x 0 GAMA 
Data: 21 de abril de 1976 
Local: Pelezão, Brasília (DF)
Árbitro: Edson Rezende de Oliveira
Renda: Cr$ 25.000,00
Gols: Eduardo, 20; Moreirinha, 27; Xisté, 35; Lucas, 78, 79 e 83 
CEUB: Paulo Vítor, Nonoca, Cláudio Oliveira, Décio (Mauro) e Aripe; Alencar, Moreirinha (Lucas) e Xisté; Lino, Eduardo e Gilbertinho. Técnico: João Francisco.
GAMA: Noel, Robertinho, Bill, Manoel Silva e Carlão; Santana, Carlinhos e Dequinha; Almir (Galego), Carlos Alberto e Zé Luiz. Técnico: Jaime de Souza Santos.

A segunda rodada aconteceria no dia 24 de abril de 1976.




sexta-feira, 29 de agosto de 2025

O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE: inauguração parcial do estádio de Taguatinga - 1976



A inauguração parcial do estádio de Taguatinga (que mais tarde passaria a ter o nome oficial do Governador Elmo Serejo Farias, daí o apelido de Serejão), aconteceu no dia 29 de agosto de 1976, no amistoso interestadual do Taguatinga contra o Vila Nova (GO).

TAGUATINGA 1 x 0 VILA NOVA, de Goiânia (GO)
Data: 29.08.1976
Local: Serejão, Taguatinga (DF)
Árbitro: Adélio Nogueira Soares
Gol (olímpico): Dinarte, 87
TAGUATINGA: Carlos José, Aldair, Edair, Mauro (Dão) e Mundinho (Chico); Nelson Martins, Elmo e Maurício; Bira (Zé Vieira), Ruy e Dinarte. Técnico: Dida.
VILA NOVA: Sanches, Toninho, Daniel, Jorge Fernandes e Cândido; Naves (Paulo César) e Armando; Fernandinho (Luiz Alves), Iran (Russo), Luiz Márcio (Sérgio Luiz) e Canhoto. Técnico: João Francisco.



segunda-feira, 10 de março de 2025

O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE: eleições na Federação - 1976



Em eleições realizadas no dia 10 de março de 1976, na sede da Federação Metropolitana de Futebol, Wilson Antônio de Andrade foi reeleito para a Presidência da FMF, obtendo uma vantagem de nove votos sobre o candidato da oposição, Abílio Salles Dória.
Ao todo foram nove clubes a votar e mais o diretor do Departamento Autônomo, que tinha direito a um voto, cabendo aos demais dois votos, com exceções do Ceub e Grêmio que tinham direito a três, por serem os mais antigos.
Dos clubes filiados à FMF os que não votaram foram Guadalajara, Jaguar, Tocantins e Taguatinga, por se encontrarem em situações irregulares.
Assim ficou constituída a direção da FMF para o período de março de 1976 a março de 1979:
Presidente: Wilson Antônio de Andrade
1º Vice-Presidente: Luiz Fernando Muniz
2º Vice-Presidente: José Dayrell Sobrinho
3º Vice-Presidente: Gerson Alves de Oliveira
Diretor de Futebol Amador: Luiz Carlos Costa
Diretor de Futebol Profissional: Narciso Mori
Diretor Administrativo: Cid Brugger
Diretor Financeiro: Adolfo Chesky
Diretor de Árbitros: Túlio Ferola Durso
Diretor do Departamento Autônomo: Roulien Rodrigues Alves
Diretor de Patrimônio: Alvino Alves de Araújo
Diretor do Departamento Médico: Túlio Meira Vasconcelos
Diretor de Futebol Amador: Luiz Carlos Costa
Diretor de Futebol Profissional: Narciso Mori
Diretor Técnico: José Rodrigues Junior
Diretor Jurídico: Luiz Clóvis Anconi
Diretor de Relações Públicas: Marcos Vinicius
A Chapa Renovação (registrada pelo Ceub Esporte Clube, com ofício nº 33/76, de 5 de março de 1976) tinha a seguinte constituição:
Presidente: Abílio Salles Dória
1º Vice-Presidente: Manoel Afrânio Carneiro de Novaes
2º Vice-Presidente: Djalma Nogueira dos Santos
3º Vice-Presidente: Luiz Augusto de Castro Macedo
Tribunal de Justiça: Fausto de Vasconcelos Padrão, William Patterson, João Silva Araújo, Luiz Antônio Coelho Cavalcante, Crisóstomo Guanaes Dourado, Jomar Pires Maciel e João Mata Pires.
Suplentes: Guairacá Carvão Nunes, Arnaldo Gomes, Mário Hermes Trigo de Loureiro e José Carvalho de Araújo.





sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025

AS SELEÇÕES DE BRASÍLIA: contra a Seleção Brasileira em 1976


Anísio (massagista), Terezo, Fabinho, Luís Carlos, Alencar, Nego, 
Nenê e Inácio Milani; Agachados: Junior, Marquinhos, Nei, Léo e Xisté
Na segunda fase do futebol profissional brasiliense (1976 até hoje), a primeira convocação de uma Seleção de Brasília aconteceu em fevereiro de 1976. O adversário seria a Seleção Brasileira.

No dia 12 de fevereiro de 1976 foi formada a Comissão Técnica, que ficou assim formada:
Supervisor: Roulien Rodrigues
Técnico: Cláudio Garcia (Ceub)
Auxiliar Técnico: Inácio Milani (Grêmio)
Assessor: José Jorgito
Preparadores Físicos: Caranambu Bessa (Brasília) e Rubens Freitas (Grêmio)
Médicos: Túlio Vasconcelos (Federação) e Flory Machado (Ceub)
Massagista: Anísio Cabral (Brasília)
Enfermeiro: Edson Alves de Oliveira (Brasília)
Roupeiro: Antônio Português (Grêmio)
No dia seguinte, 13 de fevereiro de 1976, às 20:30 horas, os 22 jogadores convocados se apresentaram na sede da Federação Metropolitana de Futebol. Foram eles:
Goleiros: Nêgo (Grêmio) e Norberto (Brasília)
Zagueiros: Terezo (Brasília), Luís Carlos Lopes (Grêmio), Fabinho (Grêmio), Luís Carlos Teixeira (Brasília), Sidney (Brasília), Grimaldi (Grêmio), Nenê (Ceub) e Décio (Ceub)
Médios: Renê (Ceub), Raimundinho (Brasília), Alencar (Ceub), Marquinhos (Grêmio), Xisté (Ceub) e Hamilton (Grêmio)
Atacantes: Junior - que mais tarde passaria a ser chamado de Junior Brasília (Ceub), Humberto (Brasília), Léo (Grêmio), Mineirinho (Brasília), Gilbertinho (Ceub) e Nei (Brasília)
O primeiro treino aconteceu no dia 17 de fevereiro, no campo do Corpo de Bombeiros, no Setor Policial Sul. Os titulares, de camisas amarelas, formaram com Nego, Terezo, Luís Carlos Teixeira, Fabinho e Grimaldi; Alencar, Raimundinho e Xisté; Junior, Léo e Nei. Os reservas, com camisas azuis, foram Norberto, Luís Carlos Lopes, Décio, Sidney e Nenê; Marquinhos, Renê e Hamilton; Mineirinho, Humberto e Gilbertinho. No decorrer do treino, que durou 90 minutos, Cláudio Garcia trocou Grimaldi por Nenê, Xisté por Marquinhos e Nei por Humberto.
Os titulares venceram por 5 x 0, com gols de Terezo (2), Léo, Xisté e Humberto.
No dia 19 de fevereiro foi realizado o segundo treino, no campo da SLU - Serviço de Limpeza Urbana. Os titulares voltaram a vencer, desta vez por 2 x 1, com dois gols de Léo, enquanto que Humberto descontou para os suplentes.
Assim que terminou o treino, quatro jogadores foram cortados: Grimaldi, Décio, Mineirinho e Gilbertinho. Grimaldi foi examinado no treino e ficou constatado que sofreu uma distensão no músculo lombar e não tinha condição de se recuperar até o momento do jogo.
No dia do jogo, 21 de fevereiro, a seleção brasiliense entrou em campo com camisas verdes de golas e punhos brancos, calções e meiões brancos.
Valdir Peres saindo do gol para defender a bola
Quando a bola começou a rolar, o que se viu foi uma seleção brasiliense jogando um futebol alegre e objetivo. Não fosse o nervosismo de alguns, principalmente o centroavante Léo, que andou perdendo muitas bolas, talvez o resultado do jogo fosse outro, pois ficou nítida a falta de entrosamento entre os jogadores da seleção brasileira.
O gol da seleção brasileira surgiu aos 36 minutos do 1º tempo. Após uma investida pela direita, com Nelinho, a defesa brasiliense interceptou a jogada. O centroavante Léo, que jogava muito recuado, recebeu a bola e sozinho tentou ultrapassar o meio campo. Adiantou demais a bola e esta se ofereceu para Chicão. Percebendo a defesa adiantada, Chicão esticou um passe para Flecha. O goleiro Nego fez que ia sair do gol e parou. Quando saiu, não deu mais tempo, pois Flecha chegou primeiro na bola e marcou o único gol da partida.
Aberta a contagem pensava-se que a seleção brasiliense se apavoraria, temendo uma goleada. Isso não aconteceu.
Na segunda etapa, a seleção brasiliense apresentou-se muito melhor que o selecionado brasileiro. Com muita bravura, o time buscou o empate e só não conseguiu por falta de sorte. Alencar e Marquinhos tomaram conta do meio campo e todo o ataque se mexia muito. Aos 16 minutos, a seleção brasiliense já poderia ter empatado a partida. Percebendo a penetração de Marquinhos, Junior fez um excelente passe. Marquinhos driblou Rivelino e tocou para Nei, que entraria na área para finalizar, mas foi derrubado. Falta perigosa, que Xisté cobrou na barreira.
Minutos depois, a seleção de Brasília perdeu a melhor oportunidade para o empate. Xisté desceu pela ponta esquerda e enfiou um passe para Léo, dentro da área. O centroavante livrou-se do primeiro marcador e quando tinha tudo para marcar, perdeu o equilíbrio e permitiu que Miguel salvasse a defesa do apuro.
Após esses dois ataques, a seleção brasileira tratou de acordar e cuidou mais do meio campo.
Ainda houve um lance de Junior, que fez um cruzamento para a área, Valdir Peres espalmou e a bola bateu na trave.
O mesmo Junior foi um dos destaques do jogo, ao infernizar a vida de Marinho Chagas, chegando a dar um balão e vários dribles no lateral esquerdo da Seleção Brasileira.
O empate acabou não acontecendo.
Junior, Alencar, Marquinhos e Nenê foram as grandes figuras da partida. Pelo lado da seleção brasileira, somente Nelinho e Amaral mereceram destaques.
A ficha técnica do jogo foi a seguinte:

SELEÇÃO BRASILEIRA 1 x 0 SELEÇÃO DO DISTRITO FEDERAL
Data: 21 de fevereiro de 1976
Local: Estádio Presidente Médici (atual Mané Garrincha)
Árbitro: Armando Marques
Renda: Cr$ 305.780,00
Público: 27.935 pagantes
Gol: Flecha, 36
BRASIL: Valdir Peres, Nelinho (Getúlio), Miguel, Amaral e Marinho Chagas; Chicão, Geraldo e Rivelino; Flecha (Edu), Palhinha e Lula (Falcão). Técnico: Osvaldo Brandão.
DISTRITO FEDERAL: Nêgo, Terezo, Luís Carlos Teixeira, Fabinho e Nenê; Alencar, Marquinhos e Xisté; Junior, Léo e Nei (Humberto). Técnico: Cláudio Garcia.

Nota:
O presidente Ernesto Geisel e o secretário norte-americano Henry Kissinger estiveram no estádio. No intervalo do primeiro para o segundo tempo, Marinho e Nelinho foram à Tribuna de Honra do estádio e ofereceram as camisas do Botafogo e da Seleção Brasileira às duas autoridades.


domingo, 16 de fevereiro de 2025

OS CLUBES DO DF: o Corinthians candango


O Sporth (com th) Clube Corinthians foi fundado em 16 de fevereiro de 1976 e sua sede ficava na QE 30 – Conjunto E – nº 36, no Guará II.
A primeira diretoria do Corinthians ficou assim formada: Presidente – José de Lourdes Alexandrino; 1º Vice-Presidente – Jorge Alexandrino Nogueira; 2º Vice-Presidente – Pio Jorge Alexandrino. Também foram escolhidos o Presidente e o Vice-Presidente do Conselho Deliberativo, Hélio Duarte Marinho e Sérgio Duarte Marinho, respectivamente.
Paulo Roberto Duarte Marinho foi eleito para a Presidência Executiva pelo período de 60 dias a fim de providenciar a regularização do clube junto à Federação Metropolitana de Futebol.
Suas cores oficiais eram a preta e a branca. O uniforme principal tinha camisa com listras verticais pretas e brancas, calção branco e meias pretas. O segundo uniforme era todo branco.
Em 1976, disputou apenas o campeonato de juvenis. No primeiro turno, entre dez clubes, ficou com a quarta colocação. Esse campeonato foi vencido pelo Brasília.
A primeira competição que tomou parte na categoria de profissionais foi o Torneio Imprensa de 1977.
Mesmo contando com vários bons jogadores, como Zé Mauro, Wilson Godinho, Matil, Wanner, Emerson, Péricles de Carvalho, Cláudio e Mineirinho, o Corinthians ficou apenas com a quarta colocação, após 8 jogos, dos quais venceu três, empatou quatro e perdeu apenas um. O Brasília foi o campeão desse torneio.
Sua estréia aconteceu no dia 13 de março de 1977, no Pelezão, com empate de 0 x 0 com o Olímpico.
Não disputou o campeonato oficial de 1977.
No dia 10 de janeiro de 1978, aconteceu a Assembleia Geral do clube que elegeu para Presidente Antônio Martins Filho e Vice-Presidente Almir de Azevedo Vieira.
No dia 26 de março de 1978 estreou no Torneio Incentivo daquele ano, vencendo a Desportiva Bandeirante por 1 x 0. Também neste ano, o Corinthians conseguiu montar uma forte equipe, com jogadores como o goleiro Wilmar Gato, o lateral-direito Ricardo, o zagueiro Gilvan, os meio-de-campo Boni e Jânio e o atacante Aloísio. O técnico era Joaquim Cristiano Araújo Neto, o Bugue, e o massagista Mozair Barbosa.
Ainda assim, ficou na terceira colocação, atrás de Gama e Taguatinga, campeão e vice-campeão, respectivamente.
No dia 16 de abril de 1978 fez parte da história do futebol brasiliense ao participar da inauguração do Estádio do CAVE, no Guará. Perdeu para o Vitória, de Salvador (BA), por 2 x 0. A equipe do Corinthians foi a seguinte: Wilmar (Lúcio), Ricardo, Luciano, Gilberto e Nilton (Gilvan); Boni, Marquinhos e Augusto; Edu (Orlando), Aloísio (Chiquinho) e Wellington.
Pouco mais de um mês depois (29.04) desse jogo, enfrentou outro clube de Salvador, o Bahia, e foi novamente derrotado, por 3 x 1.
Seu último grande jogo aconteceu em 22 de junho de 1978. No CAVE, perdeu para o Vasco da Gama, do Rio de Janeiro, por 1 x 0.
Nunca mais disputou competições em Brasília.




segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

ELENCOS: Brasília - 1976




P

APELIDO

NOME COMPLETO

DN

LOCAL

JD

GM

INSC DF

INSC CBF

G

Norberto

Norberto Bueno

03/07/1950

Jaú-SP

17

424

55.149

G

Lulinha

Edson Reichardt

06/08/1953

Porto União-SC

1

428

49.820

G

Rodolfo

Rodolfo Nogueira Junior

17/07/1958

Goiânia-GO

1

719

61.782

G

Déo

Adelmar Carvalho Cabral

23/07/1956

Itaberaba-BA

304

56.912

G

Roriman

Roriman Figueiredo do Carmo

08/10/1956

Fortaleza-CE

828

113.690

D

Luís Carlos

Luís Carlos Teixeira de Morais

06/01/1958

Rio de Janeiro-RJ

15

469

61.068

D

Odair

Odair Caires Galletti

23/03/1951

São Paulo-SP

14

1

292

55.146

D

Tereso

Antônio Carlos da Silva Terezo

07/10/1953

Macaé-RJ

13

1

318

53.283

D

Sidnei

Sidnei Xavier da Silva Tavares

18/04/1952

Rio de Janeiro-RJ

11

418

51.989

D

Jonas Foca

Jonas Francisco dos Santos

31/01/1953

Caruaru-PE

10

344

58.578

D

Eurico Souza

Geraldo de Souza Eurico

20/09/1951

Belo Horizonte-MG

7

440

48.662

D

Maurício Pradera

Maurício de Oliveira Pradera

16/08/1955

Rio de Janeiro-RJ

7

458

60.249

D

Gilvan

Gilvan Carlos Macedo

802

D

Padilha

Osvanir Antônio Padilha

11/05/1944

Curitiba-PR

430

35.896

M

Renê

Fleury Renê Neves

28/12/1949

Grupiara-MG

15

1

265

47.221

M

Rogério

Rogério Silva e Neves

12/09/1956

Tupaciguara-MG

14

9

470

60.247

M

Lindário

Lindário Ribeiro da Conceição Filho

03/01/1959

Rio de Janeiro-RJ

8

1

537

61.112

M

Raimundinho

Raimundo Fonseca Fernandes

24/01/1951

Remanso-BA

8

1

415

58.584

M

Uel

Uel Pinto Ribeiro

16/12/1955

Unaí-MG

6

481

61.567

M

Dirceu Alves

Dirceu Alves Ferreira

16/08/1944

Araxá-MG

3

439

36.133

M

Joilson

Joilson Elias da Silva

23/02/1954

Campos-RJ

3

416

55.393

M

Souza

Lúcio Zeferino de Souza

05/04/1953

Rio de Janeiro-RJ

3

419

52.199

M

Ercy

Ercy Rosa de Souza

08/11/1943

Rio de Janeiro-RJ

1

237

35.242

A

Duda

Iluir Pires de Oliveira

16/02/1950

Curitiba-PR

16

6

429

46.236

A

Humberto

Humberto Pedro da Silva

20/06/1950

Conceição das Alagoas-MG

15

7

309

50.450

A

Ramalho

Antônio Augusto Ramalho Correa

15/04/1944

São Luís-MA

14

1

227

30.384

A

Mineirinho

José Gomes de Oliveira

08/07/1954

Goianésia-GO

12

346

58.579

A

Wellington

José Wellington da Silva

22/12/1955

Natal-RN

10

449

60.251

A

Roberto

José Roberto da Silva

20/12/1947

Presidente Prudente-SP

9

4

432

39.358

A

João Ribeiro

João Batista Barbosa Ribeiro

29/05/1949

Pará de Minas-MG

5

2

439

49.169

A

Dino

Francisco Antônio Bernardino Cavalcante

15/05/1954

Rio de Janeiro-RJ

2

462

58.104

A

Jair Brasília

Jair Soares de Melo

03/03/1958

Mossoró-RN

940

65.266

A

Ramilson

Ramilson Martins dos Santos

10/01/1953

Resende-RJ

345

58.581


TREINADORES


Velha

Maurílio José de Souza

14/09/1918

Rio de Janeiro-RJ

8

Rubens de Freitas

Rubens Padovani de Freitas

8

Edilson Braga

Edilson Braga

04/11/1927

Belo Horizonte-MG

3


P = Posição:
G = Goleiro
D = Defensor
M = Meio de Campo
A = Atacante

DN = Data de Nascimento
JD = Jogos Disputados
GM = Gols Marcados

Obs.: Caso o amigo leitor tenha alguma informação adicional, favor encaminhar para o e-mail jrca1957@gmail.com