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segunda-feira, 20 de março de 2023

FORMAÇÕES: Sobradinho - 1989


Na foto abaixo, temos: em pé, da esquerda para a direita, Botelho (preparador físico), Atayde, Régis, Claudinho, Toinzé, Chiquinho e Zé Nilo; agachados: Palhinha, Michael, Wellington, Arthur, Wlad e o massagista Perigo.


Detalhe: nessa foto estão os três filhos do então presidente do Sobradinho, Luiz Gomes: a filha Pamela está à frente do Palhinha, 
o filho Rafael Luís, na frente de Michael e a filha Melissa está na frente de Wellington.

O Sobradinho terminou esse campeonato com a segunda colocação. Perdeu a decisão do 1º turno para o Guará e a do terceiro para o Ceilândia.
Ainda assim, garantiu vaga no quadrangular final, que reuniu, além dos três vencedores de turno (Guará, Taguatinga e Ceilândia, campeões do 1º, 2º e 3º turnos, respectivamente), o Sobradinho, qualificado como o clube que obteve o maior número de pontos ganhos somados os três turnos: 47.



quinta-feira, 16 de julho de 2020

OS GRANDES TIMES DO FUTEBOL BRASILIENSE: Guará - 1983


Uma das formações do Guará que disputou o Campeonato Brasiliense de 1983, ficando na segunda colocação. Disputou 51 jogos, vencendo 21, empatando 20 e sendo derrotado em dez oportunidades. Marcou 55 gols e sofreu 38. Na classificação geral, ficou um ponto a menos que o campeão, o Brasília.

Em pé, da esquerda para a direita: Bocaiúva, Edvaldo, Carlinhos, Índio, Geraldo Galvão e Barão;
Agachados, na mesma ordem: Peba, Zé Maurício, Marcelo, Éder e Maurinho




sábado, 4 de julho de 2020

GRANDES TIMES DO FUTEBOL BRASILIENSE: Ceub - 1975


De 23 a 27 de março de 1975 foi disputado o Torneio Internacional “Osmar Cabral”, em Goiânia (GO), com a participação de Atlético Goianiense, Goiânia, Ceub e Nacional, de Montevidéu, Uruguai.
No dia 23, o Ceub derrotou o Goiânia, por 3 x 2. Quatro dia depois, na decisão do torneio, empatou em 0 x 0 no tempo regulamentar com o Atlético Goianiense e venceu nos pênaltis por 11 x 10, conquistando o título.
Abaixo a formação que enfrentou o Goiânia.

Paulo Victor, Pedro Pradera, Alencar, Emerson, Fernandinho, Joel e Raspinha (massagista);
 Julinho, Péricles, Marco Antônio, Xisté e Gilbertinho


quinta-feira, 30 de abril de 2020

OS GRANDES TIMES DO FUTEBOL BRASILIENSE: Tiradentes - 1988


Kidão, Déo, Luizão, Gilberto, Montanha, Bé, Beto Fuscão e Edson;
Ricardo, Zé Maurício, Ahlá, Moura, Joel, Beto Guarapari e Eron;
Ribeiro, Marco Antônio, Touro, Padilha, Davi, Pedrinho e Egberto.

O ano de 1988 para o Tiradentes começou com a contratação de quatro grandes valores junto ao Guará: Touro, Moura, Zé Maurício e Ricardo.
No dia 28 de fevereiro de 1988, em sua estreia (vitória sobre o Guará, no CAVE), tivemos o primeiro indício de que o time seria um dos mais fortes candidatos ao título do Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão, competição nunca antes conquistada pelo Tiradentes.
Teve como treinadores Jorge Medina, inicialmente, passando por Christovam Ferreira, voltando a Jorge Medina, e, finalmente, o uruguaio Roberto Ruben Delgado.
O Tiradentes ficou com a segunda colocação no 1º turno, um ponto apenas atrás do campeão Taguatinga.
No segundo turno não fez uma boa campanha, mas, ainda assim, ficou com a segunda colocação no geral, fazendo com que enfrentasse o terceiro colocado, Gama, em uma das semifinais.
Com dois gols de Moura e um de Luizão, não deu chances ao seu adversário, vencendo por 3 x 0.
Enfrentaria na final o Guará, de Ailton Lira e Beijoca, que surpreendeu o Taguatinga, dono da melhor campanha no geral, na outra semifinal.
No tempo normal de jogo, o Guará saiu na frente, com gol de Beijoca, o Tiradentes virou para 2 x 1 e no final o Guará empatou. Na prorrogação, Ailton Lira colocou o Guará em vantagem, mas, aos quatro minutos do segundo tempo da prorrogação, Luizão marcou o gol que deu o título de campeão brasiliense pela primeira vez na história do Tiradentes.
Jogou a última partida com Déo, Beto Guarapari, Kidão, Beto Fuscão e Gilberto; Touro (Ricardo), Bé e Zé Maurício; Moura, Luizão e Pedrinho (Marco Antônio). Técnico: Roberto Ruben Delgado.
A campanha do Tiradentes foi a seguinte: 30 jogos, 13 vitórias, 11 empates e 6 derrotas; 44 gols a favor e 27 contra, totalizando 37 pontos.
Teve o melhor saldo de gols e o maior número de vitórias na competição.
Moura foi o artilheiro do campeonato, com 16 gols.

Colaboração: Roberval de Paula Teixeira.



domingo, 22 de março de 2020

OS GRANDES TIMES DO FUTEBOL BRASILIENSE: Defelê - 1960


Em virtude do elevado número de clubes inscritos (16), a Federação Desportiva de Brasília resolveu fazer um torneio para determinar as oito equipes que disputariam o campeonato da Primeira Divisão e as oito que comporiam a Segunda em 1960.
Os 16 clubes foram divididos em quatro grupos. Os clubes com campos em condições de jogo foram cabeças-de-chave. Os dois primeiros colocados de cada grupo disputariam a Primeira Divisão e os outros dois a Segunda, totalizando oito clubes em cada divisão.
O Defelê ficou em terceiro lugar no seu grupo. Já tinha se acostumado com o fato de disputar a Segunda Divisão de 1960, quando surgiu a notícia de que um dos clubes (Edilson Mota) classificados para a Primeira havia encaminhado ofício à Federação, comunicando a sua extinção. Com isto seria realizado um novo torneio entre os não classificados para ver quem ficaria com essa última vaga.
O Defelê chegou, então, à decisão, que seria contra o Alvorada. Poucos dias antes, a Federação recebeu a informação de que outro clube classificado (Consispa), também havia solicitado sua desfiliação. Resolveu a Federação não mais realizar a partida entre Defelê e Alvorada, classificando ambos para a Primeira Divisão.
Com a sorte ao seu lado, o Defelê ganhou o campeonato brasiliense de 1960 com onze pontos ganhos, um de vantagem para Guará e Planalto, segundo e terceiro, respectivamente.
Perdeu apenas o primeiro jogo dos sete que disputou, vencendo os outros cinco e empatando um. Marcou 28 gols e sofreu sete.


Em pé, da esquerda para a direita: Zé Paulo, Bimba, Matil, Loureiro, Osvaldo e Pedrinho; agachados: Ramiro, Vitinho, Fino, Ely e Raimundinho. O técnico foi Didi de Carvalho.



domingo, 15 de março de 2020

OS GRANDES TIMES DO FUTEBOL BRASILIENSE: Dom Pedro II - 2008



Poucos dias antes de começar o Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão de 2008, eram poucas as pessoas que acreditavam numa boa campanha do Dom Pedro II na competição, apostando que seria um dos rebaixados.
Além da falta de estrutura (com treinos apenas uma vez por dia), mudou de técnico a menos de uma semana da estreia na competição: o treinador Marcos Baday desentendeu-se com o presidente Clever Rafael e deixou o clube.
Com passagens por vários clubes do DF, quem assumiu o cargo foi José Lopes de Oliveira, o Risada (treinador do clube nos 14 jogos disputados), que, com o seu conhecimento do futebol local, conseguiu superar vários obstáculos que levaram o Dom Pedro II à melhor campanha de sua história.
Sem dinheiro para grandes contratações, foi obrigado a apostar na base do ano anterior, 2007, quando terminou na sexta colocação, tendo escapado do rebaixamento na última rodada.
De 2007 manteve sete titulares: o lateral Amaral, os zagueiros gêmeos Rodrigo e Renato Mello, os volantes André Bahia e Zé Ricarte e os atacantes Michel e Juninho.
Contou com o reforço de três veteranos do futebol do DF: o goleiro Osmair e os meias Maninho e Mazinho Brasília.
Como num passe de mágica, aconteceu da melhor forma possível o entrosamento treinador/jogadores, passando a apresentar um time bastante competitivo durante o campeonato.
Na estreia, que tanto preocupava por conta da inesperada mudança de comando, empate em 1 x 1 com o Ceilândia, no Abadião.
Nem a derrota para o favorito ao título Brasiliense, por 2 x 1, na segunda rodada, tirou a confiança dos jogadores do Dom Pedro II.
Vieram, na sequência, empate com o Gama (1 x 1), vitórias sobre o Unaí (3 x 1) e Legião (1 x 0), empate com o Brazlândia (1 x 1) e, encerrando o primeiro turno, vitória sobre o Esportivo (3 x 1), resultados que lhe deram o simbólico título de vice-campeão dessa etapa, excelente para quem era apontado como azarão no início da competição.
No embalo dos bons resultados, começou o segundo turno com vitória sobre o Ceilândia, por 2 x 0. Continuou na segunda rodada, quando empatou com o Brasiliense em 0 x 0. Na terceira, surpreendeu o Gama após vencer por 1 x 0.
Após empate em 0 x 0 com o Unaí e vitória de 2 x 0 sobre o Legião, veio o desastre ao ser derrotado em seu campo, pelo Brazlândia, por 4 x 1. Finalizou o segundo turno vencendo o Esportivo, por 2 x 0.
Esses resultados levaram o Dom Pedro II a ser o clube de melhor campanha no segundo turno, um ponto à frente justamente do Brazlândia e do Ceilândia.
Como o campeonato era de pontos corridos, ficou com um brilhante vice-campeonato, atrás, apenas, do Brasiliense: nos 14 jogos disputados, foram sete vitórias, cinco empates e apenas duas derrotas. Marcou 19 gols e sofreu 11. Seu índice de aproveitamento, 61,9%, foi superior ao de 1999 (56,1%), outro ano em que o Dom Pedro II ficou com o vice-campeonato brasiliense.
O Dom Pedro II teve a melhor defesa do campeonato e o artilheiro da competição, Michel, com 9 gols, um à frente de Dimba, do Brasiliense.


sábado, 7 de março de 2020

OS GRANDES TIMES DO FUTEBOL BRASILIENSE: Gama - 1979


Quem acompanhou a campanha do Gama no 1º turno do Campeonato Brasiliense de 1979, jamais imaginaria que esse time fosse se recuperar ao ponto de sagrar-se campeão.
No 1º turno, foi, simplesmente, o último colocado, depois de perder quatro dos cinco jogos que disputou (sua única vitória, curiosamente, foi justamente sobre o Brasília, vencedor dessa etapa).
Veio o 2º turno, a mudança de treinador (Bugue pelo interino Jaime de Souza Santos e Martim Francisco, em definitivo) e a recuperação total. De forma invicta (quatro vitórias e um empate), ficou com o título de campeão do turno.
No 3º turno, dividiu a primeira colocação com o Brasília, ambos com oito pontos e sem conhecer derrotas. Na decisão desse turno, vitória de 1 x 0.
Brasília (campeão do 1º turno) e Gama (campeão do 2º e 3º turnos) foram para o primeiro jogo da grande decisão do campeonato, no dia 19 de agosto de 1979, no Pelezão. Com dois pontos contra um do Brasília (um ponto de bonificação por turno vencido), ao Gama bastava a vitória para conquistar o campeonato; o Brasília teria que vencer para forçar a decisão para uma semana depois).
O título veio após o placar de 2 x 1, de virada, com dois gols de Péricles. Foi o primeiro título de campeão brasiliense da história do Gama, quebrando a série de títulos do Brasília, tricampeão do DF em 1976, 1977 e 1978.
Péricles, com dez gols, e Fantato, com oito, foram os dois principais artilheiros do campeonato.


Em pé, da esquerda para a direita: Raspinha (Massagista), Hélio, Décio, Santana, Kidão, Odair e Floriano Farias (Preparador Físico).
Agachados, na mesma ordem: Roldão, Carlão, Manoel Ferreira, Péricles, Fantato e Robertinho.
Esse time do Gama é apontado por muitos torcedores como o maior de sua história iniciada em 1975, maior até do que aquele que viria a conquistar o Campeonato Brasileiro da Série B de 1998.


sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

OS GRANDES TIMES DO FUTEBOL BRASILIENSE: Brasília - 1980



Brasília, campeão brasiliense, invicto, de 1980. Nos 25 jogos que disputou, venceu 19 e empatou 6.
Em pé, da esquerda para a direita: Leleco (massagista), Luisinho, Mário, Jonas Foca, Déo, Alencar, Zé Mário e Bugue (técnico); agachados, na mesma ordem: William, Marquinhos, Rogério Macedo, Wander, Aloísio, Mário Conceição (roupeiro) e Heitor Kanegae (preparador físico).
O Brasília teve o melhor ataque do campeonato (64 gols), a melhor defesa (sete gols contra), o melhor saldo de gols, o maior número de vitórias (19), o menor número de derrotas (0) e o melhor índice de aproveitamento da competição, com 88,0%.
Na foto não aparece Albeneir, seu principal artilheiro, com 16 gols, o terceiro entre os principais goleadores.
Déo foi o goleiro menos vazado do campeonato, ao sofrer apenas sete gols nos 25 jogos que disputou.
O Brasília também venceu a Taça Eficiência.


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

OS GRANDES TIMES DO FUTEBOL BRASILIENSE: Ceub - 1975


Time do Ceub que disputou o amistoso contra o Galícia, de Salvador (BA), em 16 de julho de 1975: em pé, da esquerda para a direita, Anísio (massagista), Paulo Victor, Emerson, Cláudio Oliveira, Nonoca, Renê e Nenê; Julinho, Péricles, Samarone, Moreirinha e Dinarte.

Ficha técnica desse jogo

CEUB 1 x 1 GALÍCIA (BA)
Data: 16.07.1975
Local: Estádio Presidente Médici, Brasília (DF)
Árbitro: Édson Rezende de Oliveira, de Brasília (DF)
Renda: Cr$ 11.970,00
Público: 1.253 pagantes
Gols: Esquerdinha, 50 e Péricles (pênalti), 69
CEUB: Paulo Victor (Déo), Nonoca (Fernandinho), Cláudio Oliveira, Emerson e Nenê (Nonoca); Renê, Moreirinha e Péricles; Julinho (Junior Brasília), Samarone (Xisté) e Dinarte (Robério). Técnico: João Avelino.
GALÍCIA: Gelson, Roberto, Maurício (Ênio), Cacau e Luiz Carlos; Deco, Meinha (Espinheira) e Esquerdinha; Vazinho (Teles), Nelson e Orlando.

Samarone, ex-Fluminense, deveria ser um dos reforços para o próximo campeonato brasileiro (acabou não acertando). Ele estava tentando sua transferência para o DNER, em Brasília, onde deveria trabalhar.


terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

OS GRANDES TIMES DO FUTEBOL BRASILIENSE: Taguatinga - 1981




Taguatinga campeão brasiliense de 1981: em pé, da esquerda para a direita, Jonas, Édson, Décio, Emerson, Boni e Odair; agachados, na mesma ordem, Paulo Hermes, Marquinhos, Serginho, Péricles e Raimundinho.

O Campeonato Brasiliense de 1981 foi disputado em três turnos, por seis equipes: Brasília, Gama, Guará, Sobradinho, Taguatinga e Tiradentes.
O Taguatinga perdeu o 1º turno para o Guará, após dois jogos, com vitória de 1 x 0 no primeiro, derrota pelo mesmo placar no segundo. Na prorrogação, 0 x 0, e nos pênaltis, vitória do Guará, por 5 x 4.
Também chegou à decisão do 2º turno, contra o Brasília. Depois de dois empates em 1 x 1, um jogo-extra terminou com o placar de 2 x 0 a favor do Brasília.
Veio o terceiro turno e, novamente, o Taguatinga chegou à decisão, levando a melhor sobre o Guará: 0 x 0 e 2 x 0.
Os vencedores dos turnos, então, se encontraram na Fase Final, quando o Taguatinga se sagrou campeão ao derrotar duas vezes cada adversário (Brasília e Guará).
O Taguatinga disputou 27 jogos, venceu 16, empatou sete e perdeu quatro. Ainda teve o artilheiro do campeonato, Péricles, com nove gols, e o segundo, Paulo Hermes, com seis.
Na classificação final, terminou com 12 pontos a mais que o Guará e 19 em relação ao Brasília (no tempo em que a vitória valia dois pontos).


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

OS GRANDES TIMES DO FUTEBOL BRASILIENSE: Rabello - 1965


No ano de 1965, a Federação Desportiva de Brasília promoveu dois campeonatos oficiais: um de clubes amadores e o outro de profissionais.
O campeonato de profissionais foi realizado em turno e returno e vencido pelo Rabello. Foram apenas doze jogos, quando foram assinalados 44 gols (alta média de 3,7 gols por jogo).
O domínio do Rabello foi completo, comprovado pelos números:
1. Melhor ataque do campeonato, com 15 gols;
2. Melhor defesa, com 6 gols contra;
3. Melhor saldo de gols, com 9 gols;
4. Maior número de vitórias: cinco;
5. Menor número de derrotas, junto com o Colombo: uma;
6. Melhor índice de aproveitamento: 83,3%;
7. Maior goleada do campeonato: 06.11.1965, Rabello 5 x 1 Defelê.
Além disso, teve o artilheiro do campeonato, Zezé (juntamente com Otávio, do Defelê), com 4 gols.


Em pé, da esquerda para a direita: Gegê, Zé Walter, J. Pereira, Mello, Jair e Pedrinho; agachados: Zezé, Ceninho, Invasão, Zé Mário e Zoca.


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

OS GRANDES TIMES DO FUTEBOL BRASILIENSE: Brasília - 1977


Seis equipes disputaram o Campeonato Brasiliense de 1977, a saber: Bandeirante, Brasília, Canarinho, Gama, Grêmio e Taguatinga.
O Brasília venceu os dois turnos sem ceder um empate que seja aos seus adversários. Venceu os dez jogos que disputou e ganhou um ponto de bonificação para a Fase Final.
Na Fase Final, na última partida, contra o Bandeirante, é que conheceu o único empate (1 x 1) em toda a sua campanha.
Esse time detém, até hoje, o maior índice de aproveitamento de um clube que se sagrou campeão do certame brasiliense da Primeira Divisão: 96,2%. Disputou 13 jogos, vencendo 12 e empatando um, ou seja, campeão invicto. Marcou 38 gols (melhor ataque do campeonato) e sofreu apenas cinco (melhor defesa), terminando com saldo de 33 gols (o maior de todos). Ainda teve o maior número de vitórias (12) e aplicou a maior goleada (4 x 0) de todo o campeonato em quatro oportunidades.
Teve, também, os dois artilheiros do campeonato brasiliense: Julinho, com 15 gols, em primeiro, e Banana, com dez, em segundo.


Em pé, da esquerda para a direita: Déo, Jonas Foca, Edvaldo, Capela, Luís Carlos e Fernandinho; Agachados: Anísio (massagista), Julinho, Robério, Moreirinha, Banana e Ney. O técnico era Airton Nogueira.


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

OS GRANDES TIMES DO FUTEBOL BRASILIENSE: A. A. Relações Exteriores - 1973


Esse time da A. A. Relações Exteriores estreou no Campeonato Brasiliense no ano de 1973.
Foi muito mal no primeiro turno, quando ficou com a sétima colocação entre os dez clubes participantes.
Recuperou-se muito bem no segundo, quando se sagrou campeão, invicto.
Na decisão, contra o Ceub, campeão do 1º turno, em três jogos, os dois primeiros terminaram empatados em 1 x 1, e no terceiro, vitória do Ceub, por 1 x 0, resultado que deixou o Relações Exteriores como vice-campeão de 1973, a melhor colocação obtida pelo clube nas três participações válidas pelo campeonato brasiliense.


Em pé, da esquerda para a direita: Sirlei, Rodolfo, Zé Mauro, Grossi, Catuca e Wilson. Agachados, na mesma ordem: Bispo, Valete, Humberto Banga, Arnaldo e Zequinha.


quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

OS GRANDES TIMES DO FUTEBOL BRASILIENSE: O Guará de 1988


O Guará começou o ano de 1988 vendendo bons jogadores por pouco dinheiro, como Moura, Touro, Zé Maurício e Ricardo para o Tiradentes.
Por outro lado, chegaram os “medalhões” Ailton Lira e Beijoca. Até conseguir o devido entrosamento, foi muito mal no 1º turno, classificando-se em 7º lugar entre os oito clubes participantes. Foram apenas três vitórias nos 14 jogos disputados.
Recuperou-se amplamente ao vencer o segundo turno, com uma derrota apenas nos 14 jogos disputados. Teve, disparado, o melhor ataque desse turno, com 26 gols, nove a mais que o segundo colocado, o Tiradentes.
Terceiro colocado no geral, nas semifinais enfrentou o Taguatinga, segundo colocado, enquanto o Tiradentes, primeiro, jogaria contra o quarto, o Gama. Isso em jogo único, com a vantagem ao lado dos times com melhores campanhas.
O Guará foi até o Serejão e ganhou de 1 x 0, com gol de Ailton Lira, faltando cinco minutos para o final do jogo.
Na grande final, um jogo cheio de alternativas. No tempo regulamentar, empate em 2 x 2, com Beijoca abrindo o marcador, e Euzébio empatando o jogo quando faltavam dois minutos para o final do jogo.
Veio a prorrogação e o Guará saltou na frente, através de um gol marcado por Ailton Lira. No segundo tempo da prorrogação, aconteceu o empate do Tiradentes, com um gol de Luizão, que deu o título ao Tiradentes.
O time do Guará na decisão formou com Capucho, Bilzinho, Décio, Rafael e Luiz Fernando; Euzébio, Écio Antunes (Dionísio) e Ailton Lira; Ivonildo, Beijoca e Ribamar (Ricardo). Técnico: Nilton Ferreira da Paz (Niltinho).


Em pé, da esquerda para a direita: Bilzinho, Capucho, Luiz Fernando, Décio, Rafael, Euzébio, o fisioterapeuta e Raspinha (treinador de goleiros);
Agachados, na mesma ordem: Beijoca, Écio Antunes, Ribamar, Ailton Lira, Ivonildo e Dionísio.


domingo, 26 de janeiro de 2020

OS GRANDES TIMES DO FUTEBOL BRASILIENSE: Planaltina - 1993


O Planaltina disputa a Primeira Divisão do Campeonato Brasiliense desde 1985 e a melhor classificação final alcançada foi o 4º lugar nos anos de 1991, 1993, 1995 e 1997.
Em todos esses anos, a maior oportunidade de se chegar a uma inédita final de campeonato aconteceu em 1993, quando realizou uma boa campanha no 1º turno, chegando em terceiro lugar. Nas semifinais, enfrentou o Ceilândia, segundo colocado, empatou o jogo em Planaltina (0 x 0) e surpreendeu o mesmo adversário no Abadião, vencendo-o por 1 x 0. A decisão foi contra o Gama, primeiro colocado no turno. No primeiro jogo, no Adonir Guimarães, empate em 1 x 1. Uma semana depois, no Bezerrão, o Gama venceu por 2 x 0 e acabou o sonho do Planaltina de chegar à final do campeonato.
A foto abaixo é do dia da decisão do 1º turno do Campeonato Brasiliense de 1993, no Bezerrão. A ficha técnica desse jogo foi a seguinte:

GAMA 2 x 0 PLANALTINA
Data: 11 de julho de 1993
Local: Bezerrão
Árbitro: Luciano Almeida
Expulsão: Joel, do Planaltina
Gols: Gil, 1 e 70
GAMA: Carlão, Chaguinha, Aquino, Chiquinho e Márcio; Oliveira, Ésio e Anderson (Renato); Gil, Neno (Paulo César) e Jefferson. Técnico: Joel Martins.
PLANALTINA: Capucho, Auro (Marquinhos), Joel, Alípio e Gilberto; Elton, Michael (Toni) e Paulo Henrique; Chico, Dida e Carlos Gomes. Técnico: Bira de Oliveira.

Em pé, da esquerda para a direita: médico do clube, Paulo Henrique, Capucho, Auro, Gilberto, Alípio e Joel; agachados, na mesma ordem: Chico, Carlos Gomes, Michael, Elton e Dida.