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domingo, 20 de abril de 2025

AS SELEÇÕES DE BRASÍLIA: Seleção de Brasília x Santos - 1961


Zoca e Pelé
Realizado no dia 21 de abril de 1961, esse jogo fez parte das festividades em comemoração ao primeiro aniversário de fundação da nova capital do País, Brasília.
Pelé e Zito não jogaram. Mesmo machucado, Pelé seguiu com a delegação santista.
Pouco antes do início da partida, Pelé desceu no gramado, transportado por um helicóptero da FAB e foi alvo de consagradora manifestação popular. Pelé acompanhou toda a partida sentado à margem de uma das laterais do gramado, cercado por uma multidão de fãs.
Como se esperava, não foi difícil para o Santos impor sua melhor categoria. O jogo terminou com o placar de 4 x 0 a favor do Santos.
Sormani e Coutinho, no primeiro tempo, e Zoca e Tite, na etapa complementar, marcaram os gols. Zoca é irmão de Pelé.
O árbitro da partida foi o paulista Olten Aires de Abreu.
O jogo só teve uma nota desagradável a empaná-lo: a expulsão de Nei, aos 23 minutos do segundo, por ter desferido um pontapé sem bola num adversário.
Os quadros atuaram assim:
Seleção de Brasília: Gaguinho, Jair, Edson Galba e Bimba; Luiz Silva e Pacuzinho; Ubaldo, Eli, Dario, Walter Moreira e Joãozinho. Técnico: Didi de Carvalho.
Santos: Laércio (Lalá), Fioti, Mauro (Calvet) e Getúlio; Formiga (Dalmo) e Lima; Dorval, Mengálvio (Nei), Coutinho (Zoca), Sormani e Pepe (Tite).
O prefeito Paulo de Tarso deu o pontapé inicial do embate.
O estádio do Guará inaugurou o seu gramado e abrigou um grande público. Foram cobrados ingressos a preço único de 50 cruzeiros, mas a renda não foi fornecida.




segunda-feira, 9 de outubro de 2023

O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE: a inauguração do estádio do Gama



GAMA 0 x 3 BOTAFOGO (RJ) 
Data: 9 de outubro de 1977
Local: Walmir Campello Bezerra, Gama (DF)
Árbitro: Amphilóphio Pereira da Silva
Renda: Cr$ 236.000,00
Público: 15.021 pagantes
Gols: Mendonça, 10 e Gil, 60 e 75
GAMA: Chico, Carlão (Osvaldo), César, Santana e Ivair (Isaías); Mundinho, Marcos (Lelé) e Adilson (Rildo); Lucas (Careca), Maninho e Roldão (Chicão). Técnico: Eurípedes Bueno de Morais.
BOTAFOGO: Zé Carlos, China (Perivaldo), Osmar, Renê e Rodrigues Neto; Luisinho Rangel, Mendonça e Mário Sérgio; Gil (Ricardo), Nilson Dias (João Paulo) e Paulo César Lima (Tiquinho). Técnico: Danilo Alves.



terça-feira, 22 de agosto de 2023

A ÚLTIMA VEZ A GENTE TAMBÉM NÃO ESQUECE: o último clássico Rabello x Defelê




Defelê e Rabello realizaram o maior clássico do futebol brasiliense na década de 60. A última vez em que se enfrentaram foi em 1968. A ficha técnica desse jogo foi a seguinte:

DEFELÊ 2 x 2 RABELLO
Data: 26 de maio de 1968
Local: Estádio Ciro Machado do Espírito Santo, do Defelê
Árbitro: Eduino Edmundo Lima.
Renda: NCR$ 331,00 (rodada dupla com Guará 1 x 0 Colombo).
Gols: Arnaldo e Sabarazinho para o Defelê; Luís Carlos e Sabará para o Rabello.
DEFELÊ: Zé Walter, Sir Peres, Farneze, Alaor Capella e J. Pereira; Djalma e Sabarazinho; Guairacá, Solon, Paulinho e Arnaldo.
RABELLO: Dico, Wilson, Melo, Carlão (Luís) e Sérgio; João Dutra e Luiz Carlos; Sabará, Aloísio, Cid e Zé Maria.



quarta-feira, 27 de abril de 2022

O SANTOS EM BRASÍLIA


O zagueiro Mello e Pelé trocam flâmulas antes do jogo
Com a finalidade de arrecadar fundos para dar continuidade às obras de acabamento do Estádio Nacional de Brasília, a Federação Desportiva de Brasília convidou o Santos para um amistoso no dia 25 de maio de 1967. 
Inicialmente, foram convocados os seguintes jogadores para os treinamentos da Seleção Brasiliense:
Rabello (14): Zé Walter, Aderbal, Luiz, Melo, Didi, Zé Maria, Sérgio, J. Alves, Tião, Sabará, Roberto, Edinho, Carlinhos e Cid.
Flamengo (2): Beto Pretti e Miranda
Cruzeiro do Sul (6): Waldemar, Grover, Paulada, Juca, Helinho e Buzuca
Pederneiras (3): Pepe, Juarez e J. Pereira
Colombo (3): Sir Peres, Jucy e Crispim
Defelê (6): Tonho, Wilson, Farneze, Quincas, Invasão e Djalma
Guará (6): Alcides, Axel, Arnaldo, Otávio, Walmir e Heitor.
Técnico: Samuel Lopes.
Massagistas: Marreta e Padre Neco.
E a seleção bem que tentou se preparar para fazer frente ao poderoso Santos. Realizou treinamentos nos dias 20, 21, 22, 23 e 24, buscando um mínimo de entrosamento. Nada, porém, conseguiu frear o Santos, que venceu por 5 x 1.
A ficha técnica do jogo foi esta:

SELEÇÃO DE BRASÍLIA 1 x 5 SANTOS
Data: 25 de maio de 1967
Local: Estádio Nacional de Brasília
Árbitro: Jorge Cardoso
Gols: Pelé, 3; Coutinho, 40; Wilson, 63; Douglas, 80; Aderbal, 83 e Toninho, 89.
SELEÇÃO DE BRASÍLIA: Zé Walter, Didi, Melo, Farneze e Aderbal; Zé Maria, Luiz e Beto Pretti (Paulinho); Sabará, Edinho (Cid) e Arnaldo.
SANTOS: Cláudio, Lima, Joel, Orlando (Oberdan) e Rildo; Clodoaldo e Zito (Bougleux); Wilson, Coutinho (Toninho), Pelé (Douglas) e Abel (Edu).


segunda-feira, 25 de abril de 2022

O GAMA VENCE O FLAMENGO NO MARACANÃ


No dia 30 de setembro de 2001 o Gama conseguiu derrubar dois tabus: o de ainda não ter vencido no Maracanã, onde estivera em duas outras ocasiões, contra Botafogo e Fluminense, e de jamais ter vencido o Flamengo em partidas oficiais (cinco derrotas e um empate). Desta vez, a história foi diferente.
Conforme palavras do treinador do Gama, Cláudio Duarte, o Gama respeitou, porém não temeu o Flamengo.
Cláudio Duarte surpreendeu o Flamengo ao armar um esquema ofensivo, apesar da atuação discreta de Anderson, Romualdo e Reinaldo. Por outro lado, neutralizou com marcação eficiente as ações de Vampeta, Edilson e Petkovic, pedindo aos jogadores que exercessem marcação individual nos principais jogadores do Flamengo.
Dentro de campo o destaque foi o armador canhoto do Gama, Luiz Fernando. De pé esquerdo, ele marcou um dos mais belos gols deste campeonato. Aos 17 minutos do primeiro tempo, Luiz Fernando arriscou da intermediária. O goleiro Júlio César tentou, mas perdeu a passada. Antes de entrar no ângulo esquerdo, a bola ainda bateu na trave.
No segundo tempo, quando o Gama buscava o segundo gol, Vampeta, num chute forte, de longe, empatou aos 22 minutos, com enorme colaboração do experiente goleiro Ronaldo.
No entanto, logo depois Luiz Fernando iniciou a jogada que deu a vitória ao Gama e calou os quase 20 mil torcedores rubro-negros presentes. Anderson recebeu livre, na frente do goleiro do Flamengo, mas chutou mal. A bola ia para fora, mas bateu no zagueiro Anderson Luís e sobrou para o atacante Mauro, que entrara no lugar de Romualdo, empurrar para as redes.
A derrota revoltou a torcida do Flamengo. Gritos de olé a cada jogada do Gama e vaias para o volante Vampeta.
Eis a súmula do jogo:

FLAMENGO 1 x 2 GAMA
Data: 30 de setembro de 2001
Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Lourival Lima Filho (BA)
Público: 19.789 pagantes
Gols: Luiz Fernando, 17; Vampeta, 67 e Mauro, 89
Cartões amarelos: Cássio, Vampeta, Petkovic, André Figueiredo e Jairo.
FLAMENGO: Júlio César, Bruno Carvalho, Anderson Luís, André Bahia e Cássio; Jorginho, Vampeta, Rocha (Andrezinho) e Petkovic; Roma (Jackson) e Edilson. Técnico: Zagalo.
GAMA: Ronaldo, André Figueiredo, Jairo, Nen e Paulo Henrique; Deda, Lindomar, Luiz Fernando e Romualdo (Mauro); Reinaldo (Piá) e Anderson (Jefferson). Técnico: Cláudio Duarte.



segunda-feira, 18 de abril de 2022

O PRIMEIRO JOGO ENTRE DEFELÊ E RABELLO


Rabello Futebol Clube, alvinegro fundado em 1957, e Defelê Futebol Clube, alvirubro criado em 1960, dois esquadrões no início do futebol de Brasília. O encontro dos dois clubes se tornou um acontecimento desportivo de larga repercussão na cidade, capaz de levar a campo elevado número de torcedores.
A primeira vez que se encontraram foi no dia 27 de novembro de 1960, em jogo válido pelo campeonato daquele ano. Apesar de bastante disputado, o jogo se arrastava para um 0 x 0, quando, aos 42 minutos do segundo tempo, Joãozinho I marcou o gol decisivo do jogo e da vitória do Rabello por 1 x 0.
O campeonato de 1960 foi realizado em um único turno e o troféu do campeão levou o nome de Taça "Juscelino Kubitschek", indo parar nas mãos do Defelê.
Este foi o primeiro jogo entre Rabello e Defelê que, com o passar dos anos, se tornaria o maior clássico do futebol brasiliense da década de 60.
O jogo foi realizado no Estádio “Paulo Linhares”, campo do Rabello.
O Rabello jogou com Gaguinho, Paulo e Leocádio; Cazuza, Nozinho e Alberto; Joãozinho II (Motorzinho), Calado, Baiano, Nilo e Joãozinho I.
Defelê: Matil, Euclides, Gavião, Zé Paulo, Pedrinho e Loureiro; Ramiro, Ely, Vitinho, Fino e Raimundinho.
O árbitro da partida foi Moacyr Siqueira e a renda de Cr$ 18.000,00.



terça-feira, 5 de abril de 2022

A VITÓRIA DO BRASÍLIA SOBRE O GRÊMIO EM PORTO ALEGRE


Na Loteria Esportiva, a vitória do Brasília representava 9% de probabilidade de acontecer.
Há 14 jogos que o campeão gaúcho Grêmio não perdia no Olímpico.
Esta foi a primeira vez no ano que o técnico Ênio Andrade conseguiu escalar o Grêmio com sua força máxima, inclusive com a presença de Paulo Isidoro, em sua volta da Seleção Brasileira.
E nunca é demais lembrar que o Grêmio acabou se sagrando campeão brasileiro de 1981, ao vencer o São Paulo em pleno Morumbi, por 1 x 0, gol de Baltasar.
A torcida, que compareceu ao estádio certa de assistir a uma goleada de sua equipe, teve seus prognósticos aumentados, pois logo a um minuto e quarenta segundos de jogo, Tarciso abriu o marcador, entrando pelo meio para aproveitar um cruzamento do ponteiro-esquerdo Odair.
O Grêmio passou a rolar a bola, subestimando o adversário. E com alguma razão, pois logo em seguida surgiram novas chances de ampliar o marcador. Mas o Brasília também saiu para o ataque e, antes de empatar a partida, teve duas chances incrivelmente perdidas por seus atacantes. A primeira com Aluísio, quando Leão fez grande defesa. A segunda com Afonso, que chutou por cima.
Aos 22 minutos, Aluísio, de grande atuação, arriscou um chute da intermediária e teve a felicidade de acertar o ângulo direito de Leão, que nada pôde fazer. E aos 25, Wander, da meia-lua, recebeu um cruzamento da esquerda e colocou no mesmo canto.
Já em desvantagem, o Grêmio, mesmo nervoso, continuou criando chances para empatar a partida. Tarciso, Baltasar e Renato Sá perderam gols incríveis. Ao final do jogo, Dirceu marcou aquele que seria o gol de empate, mas o árbitro anulou, assinalando impedimento. Segundo o Jornal do Brasil “erradamente”. Já a Folha de S. Paulo afirma “O árbitro teve uma boa atuação, inclusive na marcação de um impedimento de Dirceu, anulando um gol do Grêmio aos 13 minutos do segundo tempo”.
Eis a súmula do jogo:

GRÊMIO 1 x 2 BRASÍLIA

Data: 15 de fevereiro de 1981
Local: Estádio Olímpico, Porto Alegre (RS)
Árbitro: Iolando Rodrigues (SC)
Público: 13.525
Renda: Cr$ 1.098.200,00
Gols: Tarciso, 1.40; Aluísio, 22 e Wander, 25.
GRÊMIO: Leão, Uchoa, Vantuir, De León e Dirceu; China, Paulo Isidoro e Renato Sá (Vilson Tadei); Tarciso, Baltasar (Éber) e Odair. Técnico: Ênio Andrade.
BRASÍLIA: Déo, Luisinho, Mário, Foca e Zé Mário (Ricardo); Alencar, Marco Antônio e Wander; William, Afonso e Aluísio (Paulinho). Técnico: Alaor Capella.

Fontes: Jornal do Brasil, Folha de S. Paulo e revista Placar.



quinta-feira, 30 de julho de 2020

GRANDES RESULTADOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: Gama x Botafogo na Copa do Brasil de 2004


O PRIMEIRO JOGO

Em partida com oito gols e cheia de alternâncias no placar, Gama e Botafogo empataram no dia 24 de março de 2004, no primeiro confronto da segunda fase da Copa do Brasil, no Bezerrão.
As emoções na partida não ficaram restritas às quatro linhas. Até pouco mais de duas horas antes do confronto havia a ameaça de a bola não rolar por conta de uma guerra de liminares na Justiça comum.
O público de pouco mais de três mil pessoas viu o Gama jogar melhor na maior parte do primeiro tempo, mas sofrer três gols por falha de marcação.

O Botafogo abriu o placar logo na sua primeira investida, aos dois minutos, com Fernando. Os donos da casa não se abalaram e viraram o jogo. O empate foi aos sete, num chute cruzado de Rodriguinho, e a virada, aos 15, numa cabeçada do zagueiro Emerson. A alegria dos torcedores gamenses durou pouco. O Botafogo chegou ao empate aos 22, gol de Camacho. A jovem equipe candanga sentiu o golpe e acabou surpreendida aos 45, quando Alex Alves colocou o alvinegro à frente novamente.
No segundo tempo, com maior domínio do time carioca, o alviverde empatou aos 14 minutos, num golaço de Goeber, que emendou chute de primeira da meia-lua. Logo em seguida, aos 16, Wesley carimbou a trave. O campeão candango, porém, sofreu novo revés aos 18, com gol de Alex Alves. Aos 24, Camacho poderia ter ampliado, mas acertou o travessão. Victor deu números finais à partida ao igualar novamente o marcador, aos 33. Antes, aos 30, Michel Platini também bateu na trave.
Eis os dados do primeiro jogo:

GAMA 4 x 4 BOTAFOGO
Data: 24 de março de 2004
Local: Estádio Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Elvécio Zequetto (MS)
Renda: R$ 30.200,00
Público: 3.020 pagantes
Gols: Fernando, 2; Rodriguinho, 7; Emerson, 15; Camacho, 22; Alex Alves, 45; Goeber, 59; Alex Alves, 63 e Victor, 78.
Cartões amarelos: Goeber, Túlio, Erivaldo, Sandro e Camacho.
GAMA: Osmair, Weider, Carlos Eduardo, Emerson e Bobby; Erivaldo, Goeber, Wesley e Rodriguinho (Macaé); Victor e Michel Platini. Técnico: Everton Goiano.
BOTAFOGO: Jefferson, Ruy, João Carlos, Sandro e Jorginho Paulista (Daniel); Fernando, Túlio (Carlos Alberto), Valdo (Dill) e Camacho; Almir e Alex Alves. Técnico: Levir Culpi.

O SEGUNDO JOGO

Veio o segundo jogo e as emoções continuaram.
Em pleno Maracanã, a equipe alviverde venceu, pela primeira vez em sete confrontos oficiais, o Botafogo por 3 x 2, de virada.
O Gama comemorou a inédita classificação às oitavas-de-final em dez participações na Copa do Brasil.
A classificação teve direito a gol botafoguense anulado em rebote de pênalti, aos 37 minutos do segundo tempo. O atacante Alex Alves, artilheiro da Copa do Brasil, perdeu o nono gol na competição ao acertar o travessão. O lateral Ruy aproveitou a sobra no que daria a vaga ao alvinegro carioca, pois o duelo de ida acabou em 4 x 4 no Bezerrão. No entanto, Alex Alves acertou a bola antes, em lance ilegal: dois toques. O árbitro chegou a confirmar o gol, mas recuou com as reclamações dos jogadores do Gama.
Com todos os jogadores debutando no Maracanã, o Gama sofreu um gol bem cedo. Logo aos 9 minutos, Alex Alves marcou de cabeça. No minuto seguinte, no entanto, veio o empate-relâmpago: Victor, aproveitando rebote do goleiro Jefferson.
Aos 17, a virada, com o zagueiro-volante Thiago em cobrança de falta. Aos 36, o Gama ampliou, novamente através de Victor.
No segundo tempo, o Botafogo partiu para o abafa. Aos 9 minutos, aproveitando furada do lateral Bobby, Alex Alves diminuiu para o Botafogo.
O Gama, então, se encolheu. O meia Camacho ameaçou o empate com chutes aos 16, 19 e 31 minutos. Aos 34, o já citado lance do pênalti perdido por Alex Alves. Três minutos depois, o próprio Alex Alves mandou a vaga para o travessão.
Sem mais nenhum lance emocionante até o apito final do árbitro, o Gama pôde comemorar a histórica classificação.
Eis a súmula do jogo:

BOTAFOGO 2 x 3 GAMA
Data: 7 de abril de 2004
Local: Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Wallace Nascimento Valente (ES)
Renda: R$ 66.951,00
Público: 9.966 pagantes
Gols: Alex Alves, 9; Victor, 10; Thiago, 17; Victor, 36 e Alex Alves, 54.
Cartões amarelos: Ruy, João Carlos, Túlio, Fernando, Carlos Eduardo, Michel Platini, Weider, Goeber e Osmair.
BOTAFOGO: Jefferson, Ruy, João Carlos, Sandro e Jorginho Paulista (Daniel); Fernando, Túlio (Carlos Alberto), Valdo e Camacho; Dill (Hugo) e Alex Alves. Técnico: Levir Culpi.
GAMA: Osmair, Weider, Carlos Eduardo, Emerson e Bobby; Thiago (Leandro Leite), Goeber, Wesley e Rodriguinho; Victor (Macaé) e Michel Platini (Genilson). Técnico: Everton Goiano.



quinta-feira, 20 de setembro de 2018

HÁ 57 ANOS: a exibição do Botafogo em Brasília



No dia do jogo, 17 de setembro de 1961, o jornal Correio Braziliense estampava em sua página de esportes: ESTRELA SOLITÁRIA BRILHA HOJE EM BRASÍLIA.
A expectativa por essa apresentação só terminou na terça-feira anterior, 12 de setembro de 1961, quando a Federação Carioca de Futebol concordou com a antecipação do jogo Botafogo x Canto do Rio, possibilitando, assim, a viagem do Botafogo até Brasília, onde o torcedor local teria, finalmente, a oportunidade de ver se exibir na nova Capital o famoso quadro de Manga, Nilton Santos, Didi, Garrincha, Amarildo e Zagalo.
Na tarde desse domingo, no modesto campo do Guará (estádio Israel Pinheiro), aqueles que puderam acorrer ao estádio, puderam ver de perto o plantel alvinegro, integrado de seus campeões mundiais, os quais fizeram o necessário para arrancar por algumas vezes aplausos dos espectadores presentes.
Foi uma vitória tranquila do Botafogo. Logo nos minutos iniciais, via-se claramente que o Botafogo teria pela frente um quadro apenas lutador. Foi justamente o que aconteceu. A superioridade do time visitante era incontestável e o placar final de 6 x 0 refletiu bem o que foi o jogo.
O Botafogo, sem se empregar a fundo, dominou com categoria e técnica o seu adversário, principalmente na etapa inicial, quando assinalou quatro gols. Nessa etapa, o alvinegro de General Severiano jogou com todos os seus titulares, fazendo com que o espetáculo fosse bem superior ao que se viu na fase derradeira, quando aconteceram várias substituições.
O grande pecado do Guará foi a marcação severa imposta a Garrincha, esquecendo do seu lado esquerdo, onde brechas impressionantes eram encontradas por Zagalo e Amarildo. Estes, durante o primeiro tempo, jogaram completamente à vontade, invadindo o setor direito do Guará sem a menor dificuldade.
Eis a ficha técnica do jogo:

GUARÁ 0 x 6 BOTAFOGO
Data: 17 de setembro de 1961
Local: Estádio Israel Pinheiro. Horário: 16:00 horas.
Renda: CR$ 730.000,00.
Árbitro: Gualter Portela Filho (RJ). Auxiliares: Nilzo de Sá e Joventino Antônio de Oliveira.
Gols: Pampolini, 15; Amoroso, 25; Amarildo, 32 e 44; Garrincha, 47 e Airton, 60
Botafogo: Manga (Adalberto), Cacá, Zé Maria e Chicão (Paulistinha); Pampolini e Nilton Santos (Rildo); Garrincha, Didi (Edson), Amoroso, Amarildo (Airton) e Zagalo (Neivaldo).
Guará: Redola (Matil), Aderbal, Edson Galba (Alan) e Enes (Jaime); Eluff (Paulo) e Bimba; Índio (Sabará), Severo (Heleno), Léo, Barretinho (Mingau) e Joãozinho.


quarta-feira, 22 de outubro de 2014

RABELLO x PLANALTO, FINAL DO TORNEIO INÍCIO DE 1960


A primeira competição oficial da Federação Desportiva de Brasília no ano de 1960 foi o Torneio Início (que levou o nome de Taça "Governador Roberto Silveira"), realizado no dia 4 de setembro de 1960, no Estádio Israel Pinheiro, do Guará.
A imprensa escrita e falada foi incansável no apoio à primeira competição oficial da FDB.
Solicitaram inscrição 16 clubes: Associação Atlética Guanabara, Associação Esportiva Edilson Mota, Brasil Central Atlético Clube, Central Clube Nacional, Clube de Futebol e Regatas Alvorada, Clube de Regatas Guará, Consispa Esporte Clube, Defelê Futebol Clube, Esporte Clube Industrial, Esporte Clube Planalto, Esporte Clube Real de Brasília, Expansão Esporte Clube, Grêmio Esportivo Brasiliense, Pederneiras Esporte Clube, Rabello Futebol Clube e Sobradinho Esporte Clube.
Conforme previa o regulamento, os jogos foram realizados em dois tempos de dez minutos cada, sem intervalo. No caso de empate, haveria a decisão por pênaltis, três para cada equipe, na primeira série. O jogo final foi em dois tempos de 30 minutos cada, com intervalo de dez minutos.
A decisão do torneio, no 15º jogo do dia, entre Rabello e Planalto, agradou aos aficcionados, sendo decidida na prorrogação de dez minutos, quando Nilo, cobrando penalidade máxima aos nove minutos, deu a vitória de 1 x 0 e o título de campeão ao Rabello. Conquistou, assim, o Rabello o primeiro troféu de campeão de sua história.
O Rabello jogou com Gaguinho, Leocádio e Paulo; Capixaba, Antônio e Alberto; Léo, Baianinho, Zé Carlos, Nilo e Motorzinho. Já o Planalto atuou com Issinha, Ventura, Ferreira e Rhodes; Wolney e Cardoso; Ferreira, Moreira, Carlos, Édson Galba e Prego.
Aos campeões foram conferidas medalhas de ouro; aos vice-campeões, medalhas de prata.
Segundo parecer dos técnicos que assistiram a todos os jogos do Torneio Início, o meia-esquerda Nilo, do Rabello, foi a melhor expressão individual e técnica da competição.



segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

GRANDES RESULTADOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: Gama 2 x 2 São Paulo


Poucos dias antes desse jogo, em 19 de março de 1980, o Gama havia sofrido uma goleada em Porto Alegre, diante do Grêmio, por 5 x 1.
Retornando a Brasília, seria a vez de enfrentar outra pedreira, o São Paulo, no dia 23 de março de 1980.
Já aos sete minutos de jogo, Serginho recebeu a devolução de um passe perfeito a Renato, esperou a saída do goleiro Hélio e escolheu o canto para fazer o primeiro gol do São Paulo.
Tudo indicava que o Gama levaria outra goleada. Antes do gol de Serginho, Renato já se encarregara de perder excelente oportunidade, aos quatro minutos. E depois do gol as oportunidades se acumularam.
Zé Sérgio perdeu um gol feito, aos 15 minutos. Aos 17, Teodoro acertou um bom chute a gol, mas Hélio conseguiu defender. Aos 28, era a vez de Ailton Lira participar de um lance perigoso, concluindo para fora.
Com a falta de pontaria dos jogadores do São Paulo, o Gama começou a crescer em campo. As descidas dos laterais Carlão e Odair começaram a complicar o sistema defensivo paulista, já inseguro pela má atuação de Airton e as vaciladas proporcionadas pelo gordo zagueiro Marião.
Os meio-campo do Gama foi crescendo, encolhendo os espaços para as saídas do São Paulo e, nos últimos quinze minutos do primeiro tempo chegou a merecer o empate, que apenas não saiu pelos erros de Fantato e Robertinho, certamente assustados pelas facilidades oferecidas.
No segundo tempo, a pressão do Gama recomeçou com a partida. Aos cinco minutos, três bolas já haviam cruzado a frente do gol de Valdir Peres, sem serem aproveitadas.
Serginho permanecia isolado na frente, enquanto Renato desdobrava-se para auxiliar Teodoro e suprir a “ausência” de Ailton Lira.
Afinal, aos sete minutos, o Gama conseguiu empatar: o ponta Roldão continuou seu passeio pelo setor esquerdo da defesa do São Paulo, cruzou para a cabeça de Manoel Ferreira, que mandou a bola na trave. Na sequência, o artilheiro Fantato apenas empurrou a bola para o fundo do gol.
A passividade do time paulista continuou. Aos 15 minutos, novamente Fantato encontrou-se frente à frente com Valdir Peres, mas perdeu o gol por precipitação no arremate.
Aos 17, Roldão passou por Airton, deu a Santana que, após dois dribles em Gassem e Teodoro, deixou livre o ponta Robertinho. Este ainda deixou Valdir Peres caído, escolheu o canto e desempatou a partida.
Só então Carlos Alberto Silva, técnico do São Paulo, pareceu percebeu que as coisas não iam bem para sua equipe. Fez sair Edu para a entrada de Assis. Aos 23 minutos, Dario Pereyra entrou no lugar de Teodoro, cansado de tanto remendar as falhas grosseiras de sua defesa.
Ainda assim, o Gama continuou melhor, vencendo as divididas no meio-campo, buscando o terceiro gol, que definiria a partida e sua classificação para a segunda fase da Taça de Ouro. Aos 24 minutos, o ponteiro Roldão perdeu nova chance, chutando para fora.
Aos 32 minutos, Serginho foi derrubado na entrada da área, de frente para o gol. Com sua habitual maestria, Ailton Lira chutou à meia altura, no canto esquerdo de Hélio, sem defesa.
Nos minutos finais, as duas equipes pareciam satisfeitas. Ao final, um resultado justo: 2 x 2.
Eis a ficha técnica desse jogo:

GAMA 2 x 2 SÃO PAULO
Data: 23 de março de 1980
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Carlos Costa (RJ)
Renda: Cr$ 672.150,00
Público: 9.633 pagantes
Gols: Serginho, 7; Fantato, 54; Robertinho, 62 e Ailton Lira, 77.
GAMA: Hélio, Carlão, Décio, Roberto Chaves e Odair; Santana, Luís Carlos e Manoel Ferreira; Roldão, Fantato e Robertinho. Técnico: Davi dos Santos.
SÃO PAULO: Valdir Peres, Nei, Marião, Gassem e Airton; Teodoro (Dario Pereyra), Renato e Ailton Lira; Edu (Assis), Serginho e Zé Sérgio. Técnico: Carlos Alberto Silva.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

GOLEADA DO RABELLO SOBRE O GOIÁS


O 1º Subgrupo Centro da IX Taça Brasil (hoje considerado pela CBF como Campeonato Brasileiro) teve como seus integrantes quatro clubes, a saber: Rabello (Brasília-DF), Rio Branco (Vitória-ES), Goytacaz (Campos-RJ) e Goiás (Goiânia-GO).
Apesar de não conseguir classificação para a fase seguinte, o Rabello conseguiu um grande resultado no dia 27 de agosto de 1967: goleou o Goiás por 4 x 1.
A ficha técnica desse jogo foi a seguinte:
RABELLO 4 x 1 GOIÁS
Data: 27 de agosto de 1967
Local: Estádio de Brasília (DF)
Árbitro: Antônio Botasso (GO)
Renda: NCr$ 381,00
Gols: Zezé (2) e Cid (2) para o Rabello e Cabrita, de pênalti, para o Goiás.
RABELLO: Dico, Didi, Pedro Pradera, Pelé e Sérgio; Zé Maria e João Dutra; Zezé, Luizinho, Cid e Sabará.
GOIÁS: Joel, Baltazar, Macalé, Japonês e Dias; Índio e Afonso; Lailson, Ney, Cabrita e Hélio (Marrom).

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

VASCO DA GAMA VENCE SELEÇÃO DO DF


Líder do Campeonato Brasileiro até então, o Vasco da Gama se apresentou com as suas principais estrelas no amistoso disputado no dia 21 de abril de 1992, como parte das festividades de comemoração do 32º aniversário de Brasília. O adversário do clube carioca foi a Seleção do Distrito Federal.
Foram convocados pelo técnico Remo os seguintes jogadores:
Goleiros – Marco Antônio (Guará) e Cláudio (Taguatinga);
Laterais – Chaguinha (Tiradentes) e Chiquinho (Guará);
Zagueiros – Zinha (Taguatinga), Régis e Jânio (Taguatinga);
Meio-de-campo – Josimar e Artur (Guará), Marco Antônio, Ézio e Paulo Lima (Taguatinga) e Renato (Tiradentes);
Atacantes – Gil e Nunes (Guará) e Joãozinho e Serginho (Taguatinga). 

O jogo foi realizado no Estádio Mané Garrincha.
O marcador foi movimentado aos 38 minutos do primeiro tempo, quando Ézio cruzou para Nunes marcar. O primeiro tempo terminou com o placar de 1 x 0 a favor da Seleção do DF. Aos 16 minutos do 2º tempo, Flávio cruzou da esquerda, a defesa brasiliense ficou parada e Bismarck cabeceou para empatar. Dois minutos depois, foi a vez de Edmundo marcar e virar o jogo para o Vasco da Gama. Toda a defesa da Seleção do DF parou, Edmundo recebeu um lançamento e encobriu o goleiro. Aos 26, foi a vez da defesa vascaína parar. Marco Antônio cobrou falta, da direita, e Artur cabeceou, igualando o marcador, mais uma vez. Finalmente, aos 33, Luís Carlos Winck cobrou falta, pela direita, houve bate-e-rebate dentro da área da seleção, do que se aproveitou Bismarck, para fechar o placar em Vasco da Gama 3 x 2 Seleção do DF.
A Seleção do DF atuou com Marco Antônio (Cláudio), Chaguinha, Jânio (Régis), Zinha e Chiquinho; Paulo Lima, Josimar (Renato), Ézio (Marco Antônio) e Artur (Gil); Serginho e Nunes. Técnico: Remo.
Vasco da Gama: Régis (Carlos Germano), Luiz Carlos Winck, Jorge Luís, Sidney (Tinho) e Eduardo; Luizinho, Flávio (Édson Souza) e Macula; Bismarck, Edmundo e Bebeto (Sorato). Técnico: Nelsinho.
Antes do jogo, a torcida organizada Vascandango, prestou uma homenagem a Roberto Dinamite.



terça-feira, 24 de julho de 2012

GAMA 5 x 0 GUARANI



    
No dia 7 de novembro de 2001, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, o Gama aplicou a maior goleada de sua história na Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro. Derrotou o Guarani, de Campinas (SP), por 5 x 0.
Além disso, se afastou da zona de rebaixamento. Com a histórica goleada, subiu uma posição na tabela, da 23ª para a 22ª.
Curiosamente, todos os cinco gols saíram de jogadas pela direita e foram marcados por atletas que já vestiram a camisa do Guarani: Romualdo (2000), Lindomar (2001) e Mauro (1999/2000), artilheiro da tarde com três gols.
Os outros destaques da partida foram o lateral-direito Wilson Goiano, que participou de três gols, e o atacante Anderson, com participação em dois.
O passeio do Gama na etapa inicial foi de deixar o Guarani tonto. Em média, o Gama fez um gol a cada cinco minutos.
O primeiro da série saiu aos seis. Wilson Goiano cobrou falta pela direita e Romualdo desviou de cabeça.
O Guarani nem tinha se recuperado direito quando tomou o segundo, três minutos depois. Wilson Goiano cobrou escanteio, pela direita, e foi a vez de Mauro usar a cabeça para completar.
Para azar dos visitantes, os donos da casa queriam mais. E a goleada começou a tomar forma aos 18 minutos. Anderson avançou pela direita, foi à linha de fundo e deu passe para Romualdo. O atacante fez o corta-luz e Lindomar finalizou.
Três minutos depois, Wilson Goiano recebeu um lançamento na medida de Anderson e cruzou para Mauro, que só teve o trabalho de empurrar a bola para as redes.
Aos 31 minutos, o Gama chegou ao seu quinto gol, com Mauro completando um cruzamento de Romualdo.
No segundo tempo, o Gama colocou o pé no freio. Fez apenas duas tentativas de gol, contra seis do Guarani, sem muito perigo.
Eis a súmula do jogo:
GAMA 5 x 0 GUARANI
Data: 7 de novembro de 2001
Local: Estádio Mané Garrincha, Brasília (DF)
Árbitro: Lourival Dias Lima Filho (BA)
Público e renda: não divulgados.
Gols: Romualdo, 6; Mauro, 9; Lindomar, 18; Mauro, 21 e 31.
Cartões amarelos: Deda, Caio e Henrique.
GAMA: Ronaldo, Wilson Goiano, Nen, Jairo e Rochinha; Deda, Róbston e Lindomar; Romualdo (Valenciano), Mauro (Reinaldo) e Anderson (Gérson). Técnico: Sérgio Alexandre.
GUARANI: Gléguer, Luciano Baiano, Edu Dracena, Sangaletti e Jadílson; Henrique, Caio (Fausto), Eduardo Marques e Fumagalli (Éderson); Léo (Marcinho) e Sinval. Técnico: Zé Mário.



quarta-feira, 30 de maio de 2012

BOTAFOGO x BANGU EM BRASÍLIA


Dois dos melhores times da década de 60 disputaram um amistoso no dia 14 de março de 1967, em Brasília.
A partida amistosa fez parte das festividades da posse do Marechal Costa e Silva na Presidência da República.
O vencedor recebeu o Troféu “Costa e Silva”.
Eis os dados desse grande jogo:
BOTAFOGO 2 x 1 BANGU
Local: Estádio Nacional de Brasília
Árbitro: Airton Vieira de Morais, o Sansão.
Renda: Cr$ 28.850,00
Gols: Rogério, 16 e Paulo César Lima, 44, para o Botafogo e Aladim, aos 59, para o Bangu.
BOTAFOGO: Manga, Paulistinha, Zé Carlos (Chiquinho), Leônidas e Dimas (Valtencir); Nei Conceição e Afonsinho; Rogério (Zélio), Airton, Roberto (Rui Amoroso) e Paulo César Lima. Técnico: Admildo Chirol.
BANGU: Ubirajara Motta, Cabrita, Mário Tito, Luís Alberto e Pedrinho; Ocimar e Jair; Tonho, Paulo Borges, Cabralzinho e Aladim. Técnico: Martim Francisco.

sábado, 28 de abril de 2012

EM 1964 O CEARÁ ENFRENTOU DUAS SELEÇÕES DO DF


No ano de 1964, o Distrito Federal tinha dois campeonatos oficiais: o de amadores e o de profissionais. Quando a Federação Desportiva de Brasília convidou o Ceará Sporting Club para dois amistosos na Capital Federal, tornou-se necessária a formação de duas seleções para enfrentar o alvinegro cearense.
As súmulas desses jogos foram as seguintes:

SELEÇÃO AMADORA DO DISTRITO FEDERAL 2 x 2 CEARÁ
Data: 14 de julho de 1964
Local: Estádio Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Nilzo de Sá
Gols: Toinho e João para a Seleção do Distrito Federal e Charuto (2) para o Ceará.
DISTRITO FEDERAL: Chico, Jair, Eufrásio, Logodô e Alberto; João e Toinho; Lula (Joãozinho), Zezão, Paulinho (Baianinho) e Zezé.
CEARÁ: Aloísio Linhares, William, Alexandre, Mauro e Espanhol; Carlito e Lucena; Edilson, Charuto, Gildo e Marcos (Zé Geraldo).

SELEÇÃO PROFISSIONAL DO DISTRITO FEDERAL 0 x 1 CEARÁ
Data: 17 de julho de 1964
Local: Estádio Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Carlos Ferreira do Amaral
Gol: Charuto.
DISTRITO FEDERAL: Gaguinho, Délio, Firmo, Bimba e Wilson; Paulista (Bolinha) (Farneze) e Beto Pretti, Sabará, Djalma (Bawany), Amaury e Nilo.
CEARÁ: Aloísio Linhares, William, Alexandre, Mauro e Espanhol; Zé Geraldo e Lucena; Edilson, Charuto, Gildo e Marcos.




domingo, 26 de fevereiro de 2012

GRANDES JOGOS DO CAMPEONATO BRASILIENSE


GAMA 2 x 3 CEILÂNDIA
Campeonato Brasiliense de 2005
Data: 20 de março de 2005
Local: Bezerrão (Gama)
Público e renda: 1.555 pagantes (R$ 17.775,00)
Árbitro: Cleuber Roriz
Gols: Tércio, 20; Jonhes, 48; Fabinho, 54 e Victor (G), 56 e 70
Gama: Roger, Patrick, Osmar, Emerson e Bobby; Da Silva, Erivaldo, Diego (Michel Platini) e Paulista (Wesley); Victor e Maia (Cleiton). Técnico: Reinaldo Gueldini.           
Ceilândia: Robson, Johnny (Fábio Moura), Luiz Henrique, Adriano e Tércio; Hernani, Fabinho (Paloma), Leandro Leite e Lucas; Didão e Jonhes (Piu). Técnico: Mauro Fernandes.

BRASILIENSE 5 x 4 PARANOÁ
Campeonato Brasiliense de 2005
Data: 20 de março de 2005
Local: Serejão (Taguatinga)
Árbitro: Renato Acioli
Público e renda: 2.624 pagantes (R$ 5.676,00)
Gols: Agnaldo, 11; Iranildo, 35; Tiano, 47; Agnaldo, 55; Márcio Careca, 60; Bispo, 69; Leonardo, 83; Kaká, 89 e Leonardo, 90
Brasiliense: França, Dida, Gilson, Jairo e Márcio Careca; Deda, Pituca, Iranildo e Wellington Dias; Igor e Agnaldo. Técnico: Valdyr Espinosa.
Paranoá: Heber, Wellington Cássio, Sandro, Rafael e Cacá; Baresi, Nilmar, Alanzinho, Marcelinho e Ederson; Bispo. Técnico: Evilásio.




segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

A REINAUGURAÇÃO DO ESTÁDIO MANÉ GARRINCHA


No dia 15 de dezembro de 1983 a Seleção do Distrito Federal realizou um amistoso contra uma Seleção Brasileira de Novos, na reinauguração do Estádio Mané Garrincha, no Centro Desportivo Presidente Médici, em Brasília.
A Comissão Técnica da Seleção do DF era formada pelo Supervisor Almir de Azevedo Vieira e pelo Técnico Pedro Pradera, os quais convocaram os seguintes jogadores:
Goleiros: Sidney (Brasília) e Bocaiúva (Guará)
Lateral-direito: Ricardo (Brasília) e Cidão (Gama)
Zagueiros: Foca (Brasília) e Zinha (Gama)
Lateral-esquerdo: Ahlá (Brasília) e Auro (Ceilândia)
Meio-campo: Barão (Guará), Marquinhos (Ceilândia), Péricles (Taguatinga) e Marco Antônio e Wander (Brasília)
Ponteiros: Santos (Brasília) e Lino (Gama)
Centro-avantes: Éder (Guará) e Zecão (Taguatinga)
Posteriormente, foram convocados Flávio (Sobradinho), Kleber, Zu e Kidão (Brasília)
Wander, Auro, Flávio e Kleber foram dispensados.
A Seleção Brasileira de Novos derrotou a Seleção do Distrito Federal por 2 x 1.
O árbitro foi José de Assis Aragão e a renda alcançou Cr$ 19.868.500,00 (público: 12.198).
Os gols foram marcados por Marcus Vinícius e Chicão para a Seleção Brasileira e Péricles para a Seleção do DF. As equipes foram assim formadas:
BRASIL: Acácio, Edson, Toninho Carlos, Leiz e Jorginho (Josimar); Alemão, Berg (Renê) e Marcus Vinícius (Paulinho); Geraldo, Chicão e Márcio Fernandes. Técnico: Carlos Alberto Parreira.
DISTRITO FEDERAL: Bocaiúva, Ricardo, Foca, Zinha e Ahlá; Barão, Marquinhos (Marco Antônio) e Péricles; Santos (Luís Carlos), Éder e Lino (Zecão). Técnico: Pedro Pradera.


domingo, 22 de janeiro de 2012

GUARÁ VENCE SELEÇÃO BRASILEIRA DE JUNIORES EM 1981


A Seleção Brasileira se preparava para disputar o Campeonato Mundial Sub-20 de 1981, na Austrália, e realizou diversos amistosos pelo Brasil. Um deles foi contra o Guará, no dia 7 de setembro de 1981, no Estádio do CAVE, no Guará.
O resultado final apontou Guará 3 x 1 Seleção Brasileira de Juniores.
Edson Rezende de Oliveira foi o árbitro da partida.
Os gols foram marcados por Ivonildo, Cidão e Jesus para o Guará e Júlio César para a Seleção Brasileira, todos no primeiro tempo.
Assim formaram as equipes:
GUARÁ: Adriano, Cidão (Paulinho), Luiz Fernando, Geraldo Galvão e Edvaldo; Barão, Niltinho e Jânio; Ivonildo, Jesus (Dionísio) e Éder. Técnico: Carlos Morales.
SELEÇÃO BRASILEIRA: Brigatti (Ponte Preta), Paulo Roberto (Grêmio), Partala (Matsubara) (Luís Antônio – São Bento), Mauro Galvão (Internacional) e Nelsinho (São Paulo); Júlio César (Guarani), Josimar (Botafogo) e Leomir (Coritiba); Lela (Noroeste), Marcelo Vita (Guarani) e Djalma Baía (Matsubara). Técnico: Vavá.


quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

JOGOS HISTÓRICOS: INAUGURAÇÃO DO ESTÁDIO PELEZÃO



SELEÇÃO DO DISTRITO FEDERAL 1 x 3 SIDERÚRGICA (MG)
Data: 21 de abril de 1965
Obs.: Inauguração parcial do Estádio de Brasília (que mais tarde passaria a ser chamado de Pelezão)
Entrada franca (portões abertos)
Árbitro: Jorge Cardoso
Gols: Zé Emílio, 22 (1º gol do novo estádio), Silvestre, 44, Djalma, 51 e Noventa, 85.
SELEÇÃO DO DISTRITO FEDERAL: Zé Walter (Defelê), Aderbal (Rabello), Gegê (Rabello), Sir Peres (Colombo) e Wilson (Defelê); Zé Maria (Rabello) e Beto Pretti (Rabello); Sabará (Rabello) (Nobre), Djalma (Rabello), Sabino (Colombo) (Clarindo - Rabello) e Arnaldo (Defelê). Técnico: Hector Gritta.
SIDERÚRGICA: Djair, Geraldino (Hamilton), Chiquito, Edson (Tim) e Zé Luiz; Dawson e Silvestre (Fiel); Ernâni, Zé Emílio (Altino), Noventa e Canhoteiro (Raimundo).