segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

PERSONAGENS & PERSONALIDADES: João José Pinheiro Veiga

Veiga

No dia 13 de julho de 1967, o então Tenente-Coronel João José Pinheiro Veiga tomou posse como Presidente da Comissão Regional de Desportos, incumbida de superintender os desportos na Capital do Brasil.
Menos de um ano depois, na Assembléia Geral de Clubes de 2 de abril de 1968, foi eleito, por unanimidade, Presidente da Federação Desportiva de Brasília, com 27 votos.
É talvez o caso raro de dirigente que desempenhou a função de Presidente de duas federações desportivas: a de Brasília e a do Rio Grande do Norte.
João José Pinheiro Veiga teve a infelicidade de ser presidente na pior situação em que atravessou o esporte brasiliense, em particular o futebol.
Graças ao seu grande conhecimento e esforço, ele conseguiu ultrapassar essa grande batalha.
Entregou o cargo na Assembléia Geral de 2 de abril de 1970, quando Wilson Antônio de Andrade foi eleito o novo Presidente da FDB.
João José Pinheiro Veiga nasceu no Piauí e, como todo menino daquela época, sonhava um dia ser oficial do Exército. Fez a Escola Militar de Resende, no Rio de Janeiro, foi aprovado com distinção e teve, como prêmio, o primeiro deslocamento para servir em outro Estado. 
No dia 4 de setembro de 1943, aos 22 anos, o então 2º Tenente da Bateria de Engenhos e Canhões Anti-Carros do Exército, João José Pinheiro da Veiga chegou a Natal. Era a época da II Guerra Mundial, Natal vivia o foco das atenções do mundo inteiro como local da Base Aérea de Parnamirim, de onde partiam, diariamente, centenas de aviões, entre caças e bombardeiros.
Antes de transferir-se para Natal, durante o curso na Escola Militar de Resende, o então cadete Veiga chegou a realizar alguns treinos no Botafogo e no São Cristóvão, neste último chegando até a realizar alguns amistosos. Como era mais dedicado ao Exército, encarava o futebol como uma diversão, sem maior interesse em levar adiante a idéia de um dia profissionalizar-se. 
A essa época tinha 20 anos. Com a transferência para Natal, a fim de participar da tropa que estava pronta para qualquer imprevisto durante o conflito mundial, Veiga arquivou os planos de jogar no São Cristóvão, e tomou o rumo do Nordeste, o rumo de Natal.
Tão logo assumiu suas funções no quartel surgiu o primeiro convite para apenas assistir a um treino do Alecrim, no Juvenal Lamartine. O então capitão Fernando Leitão convidou-o a participar da prática. No final do coletivo, os dirigentes o cercam de gentilezas. O meia-esquerda Veiga assinou contrato com o Alecrim. Como não era um elenco muito categorizado, as vitórias também foram escassas no confronto com a dupla ABC e América. Veiga era uma espécie de astro em meio a alguns jogadores de poucos recursos técnicos.
Veiga era um estilista, batia com violência na bola e foi titular da seleção do Rio Grande do Norte. A vitória mais importante de sua curta vivência no futebol aconteceu em 1946: o Sport Recife vinha realizando um giro por todo País. Com a camisa 10 do ABC, Veiga. No final, ABC 1 x 0, gol de Albano, cobrando falta. Veiga vestiu também a camisa rubra do América em vários amistosos contra times do Ceará, Pernambuco e Paraíba.
Veiga não foi só jogador de futebol. Destacou-se como tenista e foi presidente da Federação Norte-riograndense de Tênis. Também presidente da FNF (Federação Norte-riograndense de Futebol) e do Alecrim Futebol Clube em duas oportunidades.
Reformado do Exército, foi Secretário de Segurança Pública do Rio Grande do Norte, nos governos de Tarcísio Maia, Lavosier Maia e Geraldo Melo, comandando esta pasta governamental em um período acumulado de onze anos.
O grande desportista faleceu no dia 12 de dezembro de 2008, com 86 anos.


domingo, 26 de fevereiro de 2012

GRANDES JOGOS DO CAMPEONATO BRASILIENSE


GAMA 2 x 3 CEILÂNDIA
Campeonato Brasiliense de 2005
Data: 20 de março de 2005
Local: Bezerrão (Gama)
Público e renda: 1.555 pagantes (R$ 17.775,00)
Árbitro: Cleuber Roriz
Gols: Tércio, 20; Jonhes, 48; Fabinho, 54 e Victor (G), 56 e 70
Gama: Roger, Patrick, Osmar, Emerson e Bobby; Da Silva, Erivaldo, Diego (Michel Platini) e Paulista (Wesley); Victor e Maia (Cleiton). Técnico: Reinaldo Gueldini.           
Ceilândia: Robson, Johnny (Fábio Moura), Luiz Henrique, Adriano e Tércio; Hernani, Fabinho (Paloma), Leandro Leite e Lucas; Didão e Jonhes (Piu). Técnico: Mauro Fernandes.

BRASILIENSE 5 x 4 PARANOÁ
Campeonato Brasiliense de 2005
Data: 20 de março de 2005
Local: Serejão (Taguatinga)
Árbitro: Renato Acioli
Público e renda: 2.624 pagantes (R$ 5.676,00)
Gols: Agnaldo, 11; Iranildo, 35; Tiano, 47; Agnaldo, 55; Márcio Careca, 60; Bispo, 69; Leonardo, 83; Kaká, 89 e Leonardo, 90
Brasiliense: França, Dida, Gilson, Jairo e Márcio Careca; Deda, Pituca, Iranildo e Wellington Dias; Igor e Agnaldo. Técnico: Valdyr Espinosa.
Paranoá: Heber, Wellington Cássio, Sandro, Rafael e Cacá; Baresi, Nilmar, Alanzinho, Marcelinho e Ederson; Bispo. Técnico: Evilásio.




quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

ESTATÍSTICAS DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1961



CLUBES PARTICIPANTES = 8.
JOGOS REALIZADOS = 53.
GOLS ASSINALADOS = 170.
MÉDIA DE GOLS POR JOGO = 3,2.
MELHOR ATAQUE DO CAMPEONATO = Rabello, com 41 gols a favor.
PIOR ATAQUE DO CAMPEONATO = Sobradinho, 3 gols a favor (só disputou o 1º turno).
MELHOR DEFESA DO CAMPEONATO = Defelê, com 13 gols contra.
PIOR DEFESA DO CAMPEONATO = Sobradinho, 35 gols contra.
MELHOR SALDO DE GOLS = Rabello, 27.
MAIOR NÚMERO DE VITÓRIAS = Defelê, 10.
MENOR NÚMERO DE DERROTAS = Defelê, uma.
MELHOR ÍNDICE DE APROVEITAMENTO = Defelê, com 76,5%.

PRINCIPAIS ARTILHEIROS:
1º - Nilo (Rabello), 12 gols;
2º - Léo (Guará), 11;
3º - Ely (Defelê), 9;
4º - Carioca (Rabello), 8;
5º - Sérgio (Defelê), Arnaldo (Rabello), Brasil (Planalto) e Zezito (Nacional), 7;

ÁRBITROS QUE MAIS ATUARAM:
1º Jorge Cardoso, 16 jogos;
2º Moacir Siqueira, 14;
3º Aristeu Santana, 12;
4º Lourandyr de Castro Gomes, Nilzo de Sá e Josué Costa Araújo, 9; e
5º Francisco Ribeiro Campos, 7

ESTÁDIOS UTILIZADOS:
Os estádios mais utilizados foram os do Guará (Israel Pinheiro) e do Defelê (Ciro Machado do Espírito Santo), ambos com 13 jogos.
Os demais jogos foram realizados no Paulo Linhares (10 jogos), Duílio Costa (9) e Aristóteles Góes (8).

Taça Disciplina – Campeão: Guará.

Relatório das atividades do ano de 1961
Atletas registrados no Departamento de Futebol da FDB (categorias Primeira e Segunda Divisões): 921.




quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

ESTATÍSTICAS DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1984


Total de público no 1º turno: 24.364
Média de público por partida: 812
Maior público: Sobradinho x Taguatinga, no Augustinho Lima: 2.635
Menor público: Ceilândia x Sobradinho, no Serejão: 88
Total de jogos: 30

Total de público no 2º turno: 32.312
Média de público por partida: 1.114
Maior público: Sobradinho x Brasília, no Augustinho Lima: 2.993
Menor público: Ceilândia x Sobradinho, no Serejão: 623
Total de jogos: 29

Total de público no 3º turno: 23.975
Média de público por partida: 773
Maior público: Tiradentes x Taguatinga (30.09), no Chapadinha: 1.492
Menor público: Vasco da Gama x Ceilândia (26.08), no Mané Garrincha: 612
Total de jogos: 31


A PARTIDA QUE DECIDIU O CAMPEONATO DE 1986


SOBRADINHO 1 x 0 TAGUATINGA
Data: 25 de maio de 1986
Local: Estádio Mané Garrincha
Árbitro: Edson Rezende de Oliveira
Renda: Cr$ 129 mil
Gol: Michael, de pênalti, 70
SOBRADINHO: Bocaiúva, Chiquinho, Toinzé, Rildo e Claudinho; Filó, Michael e Wellington; Régis, Toni e Jamil. Técnico: José Antônio.
TAGUATINGA: Ronaldo, Samarino, Bilzão, Zinha e Marcelo; Boni, Som e Dorival (Da Silva); Aguinaldo, Joãozinho e Marcelo Freitas (Mituca). Técnico: Mozair Barbosa.


sábado, 11 de fevereiro de 2012

O ESTÁDIO ADONIR JOSÉ GUIMARÃES


A inauguração do Estádio de Planaltina (que mais tarde ganharia o nome de Adonir José Guimarães) aconteceu no dia 19 de agosto de 1978.
No jogo inaugural, não teve gol. A Seleção de Planaltina empatou com a S. E. do Gama em 0 x 0.
O árbitro da partida foi Francisco José Lopes e as equipes formaram assim:
Seleção de Planaltina: Ivanir, Juarez (Cesário), Remo, Roberto e Izanil; Bosco, Nicácio e Wesley; Paulo, Eduir e Walter.
Gama: Chico, Edvaldo, Luís Antônio, Manoel Silva (Carlão) e Amaro; Santana, Júlio e Manoel Ferreira; Roldão (Clayton), Alcimar e Tico.
O primeiro gol no novo estádio aconteceu no amistoso em que o Comercial local foi derrotado pelo C. R. do Guará, por 2 x 1. Esse jogo foi realizado no dia 17 de setembro de 1978.
Uma semana depois, aconteceu a primeira grande goleada no estádio. No dia 24 de setembro, o Brasília E. C. goleou o Planaltina E. C., por 7 x 2.
Não conseguimos encontrar nas pesquisas em qual desses dois jogos o estádio já tinha o nome de Adonir José Guimarães.
O primeiro jogo interestadual só veio acontecer no dia 17 de dezembro de 1978, no amistoso em que o Comercial empatou com o Vila Nova, de Goiânia (GO), em 1 x 1.
Segundo o Cadastro Nacional de Estádios de Futebol da Confederação Brasileira de Futebol - CBF, a capacidade oficial do Estádio Adonir Guimarães é de 6.000 lugares.
Nota: Adonir José Guimarães era escrivão do Cartório de Registro Civil e Casamentos da Comarca de Planaltina. Grande entusiasta do futebol, pertenceu ao time de Planaltina, onde também era fazendeiro. Tinha problemas de coração e morreu muito jovem, com apenas 33 anos, no dia 15 de fevereiro de 1948, em Cristalina (GO).
Um de seus filhos, Íris de Jesus Lopes Guimarães, ou simplesmente Íris, foi um dos maiores artilheiros do começo do futebol em Brasília.



sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

A EXCURSÃO DO BRASÍLIA EM 1978

De 24 de julho a 15 de agosto de 1978, o Brasília Esporte Clube realizou uma excursão de dez jogos pelo interior de São Paulo e Rio de Janeiro.
Venceu seis, empatou três e perdeu apenas um jogo, o da estréia.
Os resultados alcançados foram estes:

24.07, em Votuporanga (SP), 0 x 2 Votuporanguense
27.07, em Catanduva (SP), 2 x 1 Catanduvense, gols de Albeneir (2)
30.07, em São José do Rio Preto (SP), 3 x 1 América
01.08, em Rio Claro (SP), 1 x 1 Velo Clube, gol de Edmar
04.08, em Santos, 3 x 2 Portuguesa Santista, gols de Edmar (3)
07.08, em Angra dos Reis (RJ), 1 x 0 Seleção de Angra dos Reis, gol de Ney
09.08, em São José dos Campos (SP), 0 x 0 São José
11.08, em Guaratinguetá (SP), 2 x 2 Esportiva, gols de Péricles e Edmar
13.08, em Taubaté (SP), 1 x 0 Taubaté, gol de Albeneir
15.08, em Volta Redonda (RJ), 2 x 0 Volta Redonda, gols de Edmar e Péricles

Defenderam o Brasília: Jonas (Déo), Ferreti, Foca, Emerson (Mário) e Odair (Luiz Carlos); Paulinho (Uel), Péricles e Banana (Moreirinha); Zezinho Maranhão (Bira), Albeneir (Edmar) e Ney (Lucas). Técnico: Cláudio Garcia.



quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

ESTATÍSTICAS DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1960


CLUBES PARTICIPANTES = 8.
JOGOS REALIZADOS = 28.
GOLS ASSINALADOS = 138.
MÉDIA DE GOLS POR JOGO = 4,9.
MELHOR ATAQUE DO CAMPEONATO = Defelê, com 28 gols a favor.
PIOR ATAQUE DO CAMPEONATO = Pederneiras, 4 gols a favor.
MELHOR DEFESA DO CAMPEONATO = Guará, com 4 gols contra.
PIOR DEFESA DO CAMPEONATO = Pederneiras, 36 gols contra.
MELHOR SALDO DE GOLS = Guará, 23.
MAIOR NÚMERO DE VITÓRIAS = Defelê, 5.
MENOR NÚMERO DE DERROTAS = Defelê, Guará, Planalto e Grêmio Brasiliense, todos com apenas uma derrota.
Ely
MELHOR ÍNDICE DE APROVEITAMENTO = Defelê, com 78,6%.

PRINCIPAIS ARTILHEIROS:
1º lugar - Ely e Vitinho (Defelê), ambos com 9 gols;
2º lugar - Joãozinho (Rabello), 8;
3º lugar - Gesil (Planalto), 7;
4º lugar – Severo, Fernandinho, Walter Moreira e Carlinhos (Guará) e Cardoso (Planalto), 5;
5º lugar - Reinaldo (Grêmio), Zezito (Nacional) e Ramiro (Defelê), 4.

ÁRBITROS QUE MAIS ATUARAM:
Jorge Cardoso, Moacir Siqueira e Alex Alves Maia foram os árbitros que mais dirigiram jogos: 5 cada um.
A seguir vieram: Hiraclis Nicolaidis e Lourandyr Castro Gomes (3), Horácio Teixeira Ramos e Nilzo de Sá (2), Vinícius Galba Capone e Joventino A. Oliveira, uma vez cada.

ESTÁDIOS UTILIZADOS:
Os estádios mais utilizados foram os do Guará e Planalto: oito vezes.
Ocorreram seis jogos no campo do Rabello, quatro no do Grêmio e dois no campo do Defelê.




terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

OS MELHORES DO ANO DE 2000


O jornal Correio Braziliense convidou os treinadores dos dez participantes do Campeonato Brasiliense de 2000 para eleger a seleção do torneio.
Como apenas dois técnicos (Valter Ferreira, do Gama, e Remo, do Dom Pedro II) sobreviveram à tradicional dança das cadeiras durante os cinco meses de batalha, o eleitorado ficou restrito aos treinadores que terminaram o torneio à frente de cada um dos dez participantes.
Da mesma forma que a eleição da FIFA, os técnicos foram proibidos de escolherem nomes de seus próprios times.
Com esses mesmos critérios, a eleição dos técnicos para o Correio surgiu no ano passado.
O único reeleito foi o volante Deda, do Gama, que retornou do futebol paulista (Barbarense) na terceira rodada do returno, à tempo de agradar a quatro eleitores.
A novidade deste ano foi a criação de três categorias: técnico, craque e revelação. Artilheiro da competição, com nove gols, ao lado de Alysson, do Brasília, o atacante Jackson, do Bandeirante, foi eleito o melhor jogador, com quatro votos.
Seu companheiro de ataque, Alessandro Bocão, de 21 anos, levou o prêmio de novato do ano, com três votos.
Remo, um dos dois técnicos sobreviventes, ganhou nessa categoria, com seis votos.
Não houve unanimidade.
Com nove votos de máximo, os mais votados foram Remo e o volante Nino, do Brasília, com seis, um a menos que o meia Lindomar, do Gama, recordista no ano passado. Os menos votados desta vez foram Alessandro na categoria revelação e o zagueiro Gerson, do Gama, com três. Empatado com Dias, do Ceilândia, o zagueiro do Gama só entrou na Seleção graças ao primeiro critério de desempate: melhor colocação da equipe.
A única outra igualdade foi na lateral-direita. Viana, do Bandeirante, e Paulo Henrique, do Gama, tiveram quatro votos. Como os dois jogavam nas equipes finalistas e a decisão foi parar no tapetão, o desempate teve que ser feito com outro critério. O jogador do time alvinegro levou a melhor porque começou a jogar na quarta rodada, três antes do rival.
Na equipe ideal, o Gama teve cinco eleitos (Fernando, Nen, Gerson, Deda e Ésio), dois a mais que no ano passado, quando foi tricampeão invicto e consecutivo. O Bandeirante, por sua vez, ficou em segundo na votação, com três atletas: Viana, Júlio César e Jackson.
O Brasília acabou em terceiro no torneio e na eleição, com o volante Nino e o lateral-esquerdo Branco.
O outro semifinalista, o Dom Pedro II, não teve nenhum eleito, o que reforça o valor do treinador vitorioso.
O atacante Ângelo, do rebaixado Luziânia-GO, fecha a lista. Apesar da péssima campanha do seu time, o jogador fez oito gols, liderou a artilharia durante a maior parte do torneio e acabou na vice-artilharia.



sábado, 4 de fevereiro de 2012

II TORNEIO CENTRO OESTE


GRUPO A – Anapolina e Vila Nova, de Goiás, e Guará e Sobradinho, do Distrito Federal.
GRUPO B – Anápolis e Atlético, de Goiás, e Brasília e Taguatinga, do Distrito Federal.

14.04.1984
VILA NOVA 2 x 1 SOBRADINHO
15.04.1984
ANAPOLINA 3 x 3 GUARÁ
BRASÍLIA 4 x 0 ANÁPOLIS
TAGUATINGA 3 x 0 ATLÉTICO
18.04.1984
ATLÉTICO 3 x 1 BRASÍLIA
ANAPOLINA 0 x 0 SOBRADINHO
GUARÁ 2 x 1 VILA NOVA
TAGUATINGA 1 x 1 ANÁPOLIS
21.04.1984
ATLÉTICO 1 x 1 TAGUATINGA
ANÁPOLIS 0 x 1 BRASÍLIA
22.04.1984
SOBRADINHO 0 x 1 VILA NOVA
GUARÁ 3 x 1 ANAPOLINA
26.04.1984
SOBRADINHO 2 x 0 ANAPOLINA
VILA NOVA 1 x 3 GUARÁ
ANÁPOLIS 2 x 0 TAGUATINGA
BRASÍLIA 1 x 0 ATLÉTICO

CLASSIFICAÇÃO

GRUPO A
CF
CLUBES
J
V
E
D
GF
GC
PG
GUARÁ
4
3
1
0
11
6
7
VILA NOVA
4
2
1
1
5
6
5
SOBRADINHO
4
1
1
2
3
3
3
ANAPOLINA
4
0
2
2
4
8
2
GRUPO B
CF
CLUBES
J
V
E
D
GF
GC
PG
BRASÍLIA
4
3
0
1
7
3
6
TAGUATINGA
4
1
2
1
5
4
4
ATLÉTICO
4
1
1
2
4
6
3
ANÁPOLIS
4
1
1
2
3
6
3

FINAL

29.04.1984
Guará 0 x 0 Brasília (nos pênaltis: Guará 4 x 2)

Campeão: Guará.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

PERSONAGENS & PERSONALIDADES: EURÍPEDES BUENO DE MORAIS

Ontem fez uma semana que faleceu, aos 71 anos, uma das principais personagens do futebol do Distrito Federal: o treinador, supervisor e gerente de futebol Eurípedes Bueno de Morais. Isso foi em 26 de janeiro de 2012 e só agora estamos tendo a oportunidade de prestar nossa homenagem.
Eurípedes Bueno de Morais nasceu em Uruana (GO) em 16 de outubro de 1940.
Começou sua curta carreira de jogador no futebol amador de Anápolis, defendendo a equipe do Jundiaí, em 1954. Transferiu-se para o Senai, onde jogou nos anos de 1956 e 1957. Também foi juvenil do Ipiranga, de Anápolis (GO), na ponta-esquerda.
Deixou de ser jogador em 1958 e passou a ser treinador aos 21 anos.
Transferiu-se para Brasília e já como treinador foi vice-campeão com o Vila Matias, no certame amador de 1963.
Em 1964, passou para o Liberdade, e foi terceiro colocado na Liga de Clubes Independentes.
Em 1966 foi quarto lugar do campeonato do Departamento Autônomo da FDB, dirigindo o Pioneira.
Passou para a Associação Desportiva de Taguatinga e foi bicampeão do Departamento Autônomo da FDB.
Em 1969, foi técnico do Brasília, de Taguatinga.
Nos dias 5 e 7 de junho de 1970, em comemoração do 12º aniversário de Taguatinga, aconteceram os jogos Seleção do Plano Piloto x Seleção de Taguatinga. Os jogadores da seleção de Taguatinga eram jogadores do Flamengo e do Brasília. Eurípedes Bueno, técnico do Brasília, de Taguatinga, foi o indicado para responder pela seleção da cidade-satélite.
Em 1973, quando era o representante do Jaguar na Federação Desportiva de Brasília, foi contratado para dirigir o Luziânia no campeonato brasiliense daquele ano.
Em 1974, passou a ser treinador do Pioneira, quando conquistou seu primeiro título de campeão brasiliense, por coincidência com duas vitórias sobre o Jaguar.
No ano seguinte, 1975, a Pioneira acabaria se transformando no Taguatinga Esporte Clube e Eurípedes Bueno continuou como seu técnico.
Em 1976, ainda como técnico do Taguatinga, foi convidado para ser o técnico da Seleção de Brasília que realizou um amistoso contra o Gama em 10 de outubro de 1976.
No dia 21 de abril de 1977, para comemorar mais um aniversário de Brasília, foi promovido o amistoso da Seleção do Distrito Federal contra o Atlético Mineiro. Na preliminar, aconteceu o jogo Seleção do Plano Piloto x Seleção das Cidades Satélites. Eurípedes Bueno de Morais foi o técnico desta última.
Dirigiu a Desportiva Bandeirante no campeonato brasiliense de 1977, quando a equipe ficou com o vice-campeonato.
Em 1978, novamente ficou em segundo lugar no campeonato brasiliense, desta vez dirigindo o Taguatinga.
Depois disso, passou a revezar ao trabalhar como treinador e em comissões técnicas, como na conquista do primeiro troféu de campeão brasiliense do Gama, em 1979.
Treinou o Ceilândia em duas oportunidades:1982 e 1984.
Pelo Taguatinga participou, como supervisor, dos quatro últimos títulos: 1989, 1991, 1992, quando também foi treinador durante a campanha, e 1993.
Já como gerente de futebol, sagrou-se campeão com o Guará, em 1996.
Voltou a ser treinador e levou o Bandeirante ao vice-campeonato de 2000, perdendo o título com dois empates, incluindo uma prorrogação em pleno Bezerrão, contra o Gama.
No ano seguinte, comandou outra campanha surpreendente, na melhor participação do Brazlândia (terceiro lugar), com o título da fase de classificação, mas eliminado pelo Gama nas semifinais.
Em 2002, foi treinador do Brasília e do Brazlândia.
No cargo de supervisor técnico, foi campeão brasiliense da segunda divisão de 2007, pelo Brazlândia.
Em 2009, novamente como supervisor, participou do vice-campeonato do Brasília, quando o Brasiliense foi o campeão.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

TÚNEL DO TEMPO: O QUE ACONTECEU HÁ 50 ANOS (01 a 28.02.1962)


07.02.1962
Em Assembléia Geral realizada nesta data, os clubes Defelê (representado por Ciro Machado do Espírito Santo), Planalto (Maximino Rodrigues Bergmann), Nacional (João Valente de Souza), Colombo (Adolfo Rizza) e Brasil Central (Décio de Souza Reis) consideraram o profissionalismo prejudicial ao futebol em Brasília. Caso as demais equipes quisessem realizar um campeonato profissional que fosse completamente independente. Esses clubes não aceitariam nem a realização de amistosos contra os que adotassem o profissionalismo. Solicitaram ainda que o campeonato de amadores fosse o principal da Federação Desportiva de Brasília.

16.02.1962
Roosevelt Nader assume a Presidência da Federação Desportiva de Brasília. O titular, Jardel Noronha de Oliveira, entrou de férias.

25.02.1962
O Brasil Central Atlético Clube comunica a formação de sua nova diretoria.