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domingo, 19 de julho de 2026

DUELO: Gama x América-RN



Hoje, às 19 horas, na Arena das Dunas, em Natal (RN), Gama e América-RN começarão a decidir quem passará para a próxima fase do Campeonato Brasileiro Série D, as quartas de final. Caso alcancem esta fase, estarão bem mais próximos de atingir o acesso direto à Série C em 2007 (os quatro clubes eliminados ainda disputam uma espécie de repescagem - playoffs - em jogos de ida e volta; os dois vencedores desses confrontos ficam com as duas vagas restantes na Série C).
Será a oitava vez que Gama e América-RN se enfrentam em jogos válidos por competições nacionais, sendo duas pela Copa do Brasil de 2016 e cinco pelo Campeonato Brasileiro, todas elas pela Série B.
A primeira vez foi em 27 de setembro de 2003, no Bezerrão, quando aconteceu empate em 2 x 2.
Três anos depois, em 23 de maio de 2006, vitória do Gama, no Mané Garrincha, por 2 x 1.
No mesmo ano, em 23 de setembro, o troco do América foi grande: goleada de 5 x 1, jogando no antigo Machadão, em Natal.
Em 1º de agosto de 2008, nova vitória do América jogando no Machadão: 2 x 0.
A última vez que se enfrentaram pelo Campeonato Brasileiro foi em 4 de novembro de 2008, empate em 2 x 2.
Resumindo, foram duas vitórias do América, uma do Gama e dois empates.
Já pela Copa do Brasil se enfrentaram na edição de 2016, com vitória para cada lado: o Gama venceu por 1 x 0 e o América por 3 x 2.
Em 2026 chegaram a essa fase donos das duas melhores campanhas de toda a competição: o Gama com 35 pontos ganhos (11 vitórias e dois empates) e o América com 33 (10 vitórias e três empates). Ambos sofreram apenas uma derrota. O Gama marcou 28 gols, contra 24 do América. A defesa do Gama foi vazada em nove oportunidades, a do América em cinco, o que faz com que o saldo de gols de ambos seja positivo de 19. Até nas expulsões foram iguais: uma para cada lado.
Resumo da ópera: deveremos ter dois jogos bem equilibrados, tendentes a ter a vaga decidida na cobrança de pênaltis.
Eis as súmulas de todos os confrontos entre Gama e América-RN, começando pelos cinco jogos válidos pelo Campeonato Brasileiro da Série B.

GAMA 2 x 2 AMÉRICA (RN)
Data: 27.09.2003
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Cléber Wellington Abade (SP)
Renda: R$ 2.610,00
Público: 522 pagantes
Gols: Luciano Fonseca, 1; Victor, 54; Cristiano, 78 e Renatinho, 80
GAMA: Luciano Silva, Jefferson, Nen, Emerson e Rochinha; Daniel (Goeber), Fábio Roberto (Abimael), Rodriguinho e Luciano Fonseca; Victor e Adriano. Técnico: Estevam Soares.
AMÉRICA-RN: Rodrigo, Márcio Alemão, Joatan (Ailton) e Edinho; Lano, Joaci, Ricardo Miranda, Renatinho e Éwerton; Alex (Maurício) e Cristiano. Técnico: Carlos Moura.

GAMA 2 x 1 AMÉRICA (RN)
Data: 23.05.2006
Local: Mané Garrincha, Brasília (DF)
Árbitro: Sérgio Luiz Avelino (MG)
Renda: R$ 3.825,00
Público: 536 pagantes
Gols: Tiago Cavalcanti, 12 e Vanderlei, 19 e 88
GAMA: Alencar, Tiago, Paulão, Bruno Lourenço e Márcio Goiano; Juninho Goiano (Marcelo Goianira), Junio Gomes, Castor e Lindomar (Eraldo); Vanderlei e Éder (Flavinho). Técnico: Vitor Hugo.
AMÉRICA-RN: Fabiano, Eduardo (Paulo Isidoro), Roni, Márcio Santos e Vainer; Luís Maranhão, Du, Adriano Peixe e Souza, Júlio Cesar (Paulinho Kobayashi) e Tiago Cavalcanti (Maiquel). Técnico: Roberval Davino.

AMÉRICA (RN) 5 x 1 GAMA
Data: 23.09.2006
Local: Machadão, Natal (RN)
Árbitro: Emerson Batista da Silva (PB)
Renda: R$ 105.002,00
Público: 9.097 pagantes
Gols: Tiago Cavalcanti, 2; Renan, 6; Fábio Oliveira, 11; Tiago Cavalcanti, 41; Diego, 62 e Renan, 81
AMÉRICA-RN: Fabiano, Roni, Róbson e Fernando Lombardi; Eduardo, Du, Paulinho Kobayashi, Souza (Júlio César) e Renan; Paulo Isidoro (Barata) e Tiago Cavalcanti (Diego). Técnico: Heriberto da Cunha.
GAMA: Everton, Márcio Goiano (Zé Maria), Luiz Fernando, Bruno Lourenço e Rodrigo Ninja; Marcelo Goianira, Juninho, Thiago Matos e Lindomar (Jacques); Fábio Oliveira e Ésley (Castor). Técnico: Édson Porto.

AMÉRICA (RN) 2 x 0 GAMA
Data: 01.08.2008
Local: Machadão, Natal (RN)
Árbitro: Clauber José Miranda (PA)
Renda: R$ 59.865,00
Público: 4.503 pagantes
Gols: Fábio Neves, 31 e Max, 90+2
AMÉRICA-RN: Eduardo Martini, Fabiano, Dida, Robson e Anderson Bill; Juninho Goiano, Júlio Terceiro, Jefferson e Saulo (Rodrigo Santos); Fábio Neves (Reginaldo) (Marquinhos) e Max. Técnico: Ruy Scarpino.
GAMA: Donizeti, Anderson (Maia), Pedro Paulo, João Paulo e Lucas Silva; Fábio Rosa, Aragoney, Thiaguinho e Juliano (Bebeto); Rodrigo Ítalo (Ademar) e Alisson. Técnico: Flávio Barros.

GAMA 2 x 2 AMÉRICA (RN)
Data: 04.11.2008
Local: Mané Garrincha, Brasília (DF)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)
Renda: R$ 1.816,00
Público: 759 pagantes
Expulsão: Luís Maranhão, do América
Gols: Adriano Magrão, 19 e 38; Marcelo Nicácio, 39 e Saulo, 49
GAMA: André Zandoná, Edylton, Pedro Paulo, João Vitor e Rodrigo Ninja; André Silva, Júlio César (Alisson), Edimar (Maia) e Thiaguinho; Bebeto (Landu) e Adriano Magrão. Técnico: Jean Cláudio.
AMÉRICA-RN: Fabiano, Daniel, Róbson, Adalberto e Elias; Saulo, Luís Maranhão, Toni (Jimmy) e Vandinho; Cascata (Bruno) e Marcelo Nicácio (Alexandre). Técnico: Ruy Scarpino.

Na Copa do Brasil, como dissemos, foram dois confrontos, que apresentaram as seguintes fichas técnicas:

GAMA 1 x 0 AMÉRICA (RN)
Data: 14.05.2016
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO)
Renda: R$ 16.140,00
Público: 1.778 pagantes
Expulsão: Gabriel, do América
Gol: Roberto Pítio, 18
GAMA: Maringá, Lucas, Pedrão, João Paulo e Ralph; Eduardo (Marlos), Glaybson (Ítalo), Michel Pires e Fábio Gama; Roberto Pítio (Paulo Roberto) e Rafael Grampola. Técnico: Reinaldo Gueldini.
AMÉRICA-RN: Pantera, Zé Antônio Potiguar, Gabriel, Cazumba e Gustavo; Pedro Ivo (Reis), Felipe Macena, Cascata e João Gabriel (Bruno); Thiago Potiguar e Luiz Eduardo (Richardson). Técnico: Sérgio China.

AMÉRICA-RN (RN) 3 x 2 GAMA
Data: 25.05.2016
Local: Arena das Dunas, Natal (RN)
Árbitro: Antônio Rogério Batista do Prado (SP)
Renda: R$ 33.385,00
Público: 3.274 pagantes
Expulsões: Dudu Gago e Pedrão, do Gama
Gols: Raphael Toledo, 5; Luiz Eduardo, 9; Roberto Pítio, 13; Luiz Eduardo, 37 e Roberto Pítio, 40
AMÉRICA-RN: Daniel, Everton, Gustavo (Maracás), Zé Antônio Potiguar (Mateus) e Richardson (Lúcio Curió); Formigoni, Memo, Raphael Toledo e Elias; Luiz Eduardo e Reis. Técnico: Sérgio China.
GAMA: Maringá, Dudu Gago, Pedrão, Eduardo e Ralph (Murilo); Lucas, Glaybson, Michel Pires e Fábio Gama (Marlos); Roberto Pítio (Jesiel) e Rafael Grampola. Técnico: Reinaldo Gueldini.

Curiosamente, o Gama eliminou o América após esses dois jogos e enfrentou outro clube de Natal na fase seguinte, o ABC, também eliminado pelo alviverde do DF nos pênaltis, após dois empates de 1 x 1.




sábado, 25 de janeiro de 2025

DUELO: Ceilândia x Ceilandense




Ceilândia e Ceilandense farão logo mais o clássico da região mais populosa do Distrito Federal, a Ceilândia, com 489 mil moradores, número menor apenas do que 42 cidades brasileiras, segundo dados da Codeplan. Aparece à frente de seis capitais, entre elas Florianópolis, Vitória e Palmas.
Criada em 1971, somente a partir de 1980 é que a cidade passou a ter um clube na principal divisão do campeonato brasiliense, o Ceilândia Esporte Clube (fundado em agosto de 1979).
A cidade permaneceu com apenas um clube na Primeira Divisão do DF até 1994, quando a Sociedade Esportiva Ceilandense (fundada em 1977, mas inscrita no Campeonato de Futebol Amador de Taguatinga) passaria a também disputar o campeonato brasiliense.
Por ironia do destino, em 1994 o Ceilândia paralisou suas atividades (só voltaria em 1996). Assim sendo, somente em 1996 a cidade pôde contar com a participação de seus dois clubes no campeonato brasiliense da Primeira Divisão.
Ceilândia e Ceilandense continuam disputando as competições oficiais do DF até hoje. O Ceilândia já foi por três vezes campeão do DF (2010, 2012 e 2024), e o Ceilandense (que trocou de nome em 2009 para Sociedade Atlético Ceilandense e, com esse nome funcionou até 2013, voltando ao nome original em 2014), tem como melhor classificação o quarto lugar em 1998 e 2010 (já foi campeã da Segunda Divisão em 2009 e em 2023).
Foram poucos jogos na história da Primeira Divisão do DF entre Ceilândia e Ceilandense. Em apenas quinze vezes se enfrentaram, apresentando os seguintes números:

TOTAL DE JOGOS

15

VITÓRIAS DO CEILÂNDIA

7

VITÓRIAS DO CEILANDENSE

4

EMPATES

4

GOLS A FAVOR DO CEILÂNDIA

23

GOLS A FAVOR DO CEILANDENSE

18


A PRIMEIRA VEZ

A primeira vez que Ceilândia e Ceilandense se enfrentaram foi no dia 30 de março de 1996, no Serejão, em Taguatinga.
Aproveitando-se que seu adversário estava retornando ao campeonato da Primeira Divisão do DF (havia ficado inativo em 1994 e 1995), o Ceilandense não teve dó e goleou o Ceilândia, por 6 x 0.
A ficha técnica desse jogo foi a seguinte:

CEILANDENSE 6 x 0 CEILÂNDIA
Data: 30.03.1996
Local: Serejão
Árbitro: Nilson Carrijo
Expulsões: Marquinhos e Ricardo, do Ceilândia
Gols: Miguelzinho, 3; Márcio, 44; Nildo, 63; Lucas, 85; Kedmo, 88 e Sílvio, 89
CEILANDENSE: Rildo, Axel, Carlão (Lucas), Wilton e Márcio; Sílvio, Divino (Juninho) e Wagner (Nildo); Miguelzinho, Kedmo e Wendel Brasília. Técnico: Jonas Foca.
CEILÂNDIA: Barbosa, Dudinha (Ricardo), Jair, Adauto e Jânio; Marquinhos, Adailton e César (Gil); Ademar, Cassius e André (Vander). Técnico: Aguiman Ribeiro Santiago.

A ÚLTIMA VEZ

No dia 10 de março de 2024, no Abadião, Ceilândia e Ceilandense duelaram pela última vez. O Ceilândia venceu por 2 x 0. Eis a ficha técnica do jogo:

CEILÂNDIA 2 x 0 CEILANDENSE
Data: 10.03.2024
Local: Abadião, Ceilândia (DF)
Árbitro: Marcello Rudá Neves Ramos da Costa
Expulsão: Gabriel Pedra, do Ceilandense
Gols: Bosco, 15 e Elbinho, 49
CEILÂNDIA: Thiago Santos, Paulinho (Emerson Santos), Pedro Henrique, Badhuga e China; Bosco, Pedro Bambu (Júlio César) e Nolasco (Elbinho); Kennedy, Clemente (Edson Reis) e Luís Felipe (Everaldo). Técnico: Adelson de Almeida.
CEILANDENSE: Kaleb, Estevão (Heitor), Somália (Eduardo Elias), Medeiros e Vandinho; Dadinho, Dogão (Henrique) e Rodrigo Menezes; Caio Pirata (Mirandinha), Igor Gomes (Biro Biro) e Gabriel Pedra. Técnico: Gabriel Teixeira.

A MAIOR GOLEADA

Fora a grande goleada da Ceilandense sobre o Ceilândia, citada anteriormente, os demais jogos entre esses clubes sempre foram de muito equilíbrio, com, no máximo, dois gols de diferença.

ONDE FORAM REALIZADOS OS 15 JOGOS

Os 13 jogos entre Ceilândia e Ceilandense foram disputados em apenas dois estádios do Distrito Federal. O Abadião, na Ceilândia, foi o que mais recebeu o duelo: 12 vezes. O outro, foi o Serejão, em Taguatinga, que recebeu os três primeiros duelos da história.




quarta-feira, 27 de março de 2024

DUELO: Capital x Ceilândia




Com méritos, Capital (melhor campanha da competição após duas fases) e Ceilândia (segunda) chegaram à final do Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão de 2024.
Chegarão ao primeiro jogo da final, previsto para 31 de março, com uma só derrota nos onze jogos disputados até o momento. O Capital venceu nove, o Ceilândia sete. O Capital marcou 33 gols, o Ceilândia 28.
Também farão uma final inédita na história do Campeonato Brasiliense. O Capital foi fundado em 2005 e sua melhor colocação até agora foi o terceiro lugar alcançado em 2022. Já o Ceilândia conquistou por duas vezes (2010 e 2012) o Campeonato Brasiliense.
Duelaram poucas vezes em jogos válidos pelo Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão, apenas onze.
A curta história do duelo Ceilândia x Capital é assim contada:

TOTAL DE JOGOS

11

VITÓRIAS DO CAPITAL

5

VITÓRIAS DO CEILÂNDIA

3

EMPATES

3

GOLS A FAVOR DO CAPITAL

20

GOLS A FAVOR DO CEILÂNDIA

16


A PRIMEIRA VEZ

A primeira vez que Ceilândia e Capital se enfrentaram foi, por coincidência, num dia 31 de março (de 2012), no Abadião.
O Ceilândia venceu a partida por 3 x 1. Dimba, duas vezes, e Didão marcaram para o Ceilândia. O gol do Capital foi assinalado por Thiago Eciene contra suas próprias redes. Adriano Menezes foi o árbitro do jogo, que teve renda de Cr$ 1.090,00, com público de 109 pagantes.
As equipes formaram assim:
CEILÂNDIA: Pedro Ferreira, Liel, Thiago Eciene, Felipe e Daniel; Didão, Diego Marangon, Alann Delon (Luiz Fernando) e Breno; Dimba (Cassius) e Claudionor (Rogerinho). Técnico: Adelson de Almeida.
CAPITAL: Diego, Renatinho, Flávio, Márcio Costa e Victor (Warlen); Vinícius, Wallacy Dias, Luiz Paulo (Fernando) e Rochinha; Lucas Silva (Gustavo) e Wisman. Técnico: Gerson Vieira.

A ÚLTIMA VEZ

A última vez que duelaram foi pelo Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão de 2024 e, no dia 8 de fevereiro, o Capital goleou o Ceilândia, por 5 x 1.
A ficha técnica desse jogo foi a seguinte:
CAPITAL 5 x 1 CEILÂNDIA
Data: quinta-feira, 8 de fevereiro de 2024
Local: JK, Paranoá (DF)
Árbitro: Sávio Pereira Sampaio
Renda: R$ 5.840,00
Público: 540 pagantes
Gols: Romarinho, 1; Marconi, 24; Romarinho (Ceilândia), 47; Maycon Lucas, 51; Wallace Pernambucano, 64 e Romarinho, 73
CAPITAL: Luan Santos, Everton Silva (Weriton), Lucas Oliveira, Éder Lima e Renan Luis; Felipe Guedes, Marconi (Maycon Lucas) e Romarinho; Jailson (Leozinho), Deysinho (Rafinha) e Wallace Pernambucano (Deivão). Técnico: Paulinho Kobayashi.
CEILÂNDIA: Henrique, Wisley (Paulinho), Euller, Badhuga e China; Júlio César, Pedro Bambu (Bosco) e Cabralzinho; Kennedy (Elbinho) (Nolasco), Romarinho e Clemente (Edson Reis). Técnico: Adelson de Almeida.

A MAIOR GOLEADA

O jogo citado anteriormente foi a maior goleada registrada num encontro envolvendo Capital e Ceilândia.
Geralmente, é um jogo onde são marcados muitos gols. Em sete dos onze confrontos até agora, foram marcados de três a seis gols. Empate em 0 x 0 apenas um.

ONDE FORAM REALIZADOS OS 11 JOGOS

Os 11 jogos entre Capital x Ceilândia foram disputados em quatro estádios do Distrito Federal. O Abadião foi o que mais recebeu o duelo: seis vezes. O JK e o Mané Garrincha (palco dos dois jogos decisivos de 2024) já receberam esse duelo em duas oportunidades cada um. O Bezerrão fecha a lista dos estádios utilizados, com um confronto.


quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024

DUELO: Brasiliense x Gama




O jogo de logo mais (20:30 horas, no Bezerrão) será o de número 60 dentre os jogos válidos pelo Campeonato Brasiliense, envolvendo Brasiliense e Gama.
Com o declínio enfrentado pelo Brasília nos anos 2000, Brasiliense x Gama, a partir de 2001, passou a ser o maior clássico do futebol brasiliense.
De lá para cá, o duelo Brasiliense x Gama apresenta os seguintes números:

TOTAL DE JOGOS

59

 

VITÓRIAS DO BRASILIENSE

23

39,0%

VITÓRIAS DO GAMA

17

28,8%

EMPATES

19

32,2%

TOTAL DE GOLS MARCADOS

142

 

GOLS A FAVOR DO BRASILIENSE

82

57,7%

GOLS A FAVOR DO GAMA

60

42,3%



A PRIMEIRA VEZ

A primeira vez que Brasiliense e Gama se enfrentaram foi em 18 de fevereiro de 2001, no antigo Mané Garrincha. Campeão da Segunda Divisão de 2000 (ano em que foi fundado), o Brasiliense fazia seu segundo jogo na Primeira Divisão e surpreendeu o Gama, então tetracampeão brasiliense, derrotando-o por 3 x 1. Eis a ficha técnica desse jogo:

BRASILIENSE 3 x 1 GAMA
Data: 18.02.2001
Local: Mané Garrincha, Brasília
Árbitros: Jorge Paulo Gomes e Iêdo Souza
Renda: R$ 2.314,00
Público: 1.485 pagantes
Expulsões: Sidnei (Brasiliense) e Zé Carlos, Rodriguinho e Maninho (Gama)
Gols: Alan, 31; Weldon, 46; Rodrigo Jaú, 64 e Carlos Alberto, 79
BRASILIENSE: Alex (Nei), Wellington, Alan, Zezé e Juninho Goiano (Gilson); Sidnei, Valdenir, Gustavo e Rodrigo Jaú (Otávio); Weldon e Ciro. Técnico: Joãozinho.
GAMA: Fernando, Paulo Henrique, Zé Carlos, Nen e Cacá; Deda, Kabila (Wesley), Rodriguinho e Maninho; Carlos Alberto (Munayer) e Mário Zan (Abimael). Técnico: Wanderley Paiva.

Dois meses depois, em pleno Bezerrão, no dia 18 de abril, o Brasiliense voltou a vencer o Gama, por 2 x 0.
O Gama se recuperaria dessas derrotas nos dois jogos que decidiram o campeonato de 2001. No dia 27 de maio, venceu por 3 x 2. No dia 2 de junho, pela primeira vez uma final de campeonato brasiliense foi disputada com tudo o que as grandes decisões têm direito. Estádio lotado (o Serejão recebeu mais de 34 mil torcedores), transmissão ao vivo pela Rede Globo de Televisão e muita expectativa na torcida. O Gama conquistaria seu quinto título consecutivo de campeão brasiliense ao vencer por 2 x 1. Com esses quatro duelos, tinha início a maior rivalidade do futebol brasiliense nos anos 2000.

AS MAIORES GOLEADAS

A maior goleada do Gama sobre o Brasiliense aconteceu em 23 de março de 2003, no Bezerrão, em mais uma decisão de campeonato brasiliense, quando o Gama venceu por 4 x 1. Nem a presença de Túlio Maravilha no time do Brasiliense impediu que o Gama conquistasse mais um título de campeão brasiliense, o sexto em sete anos (1997 a 2003).
Somente seis anos depois, em 7 de março de 2009, no Serejão, é que o Brasiliense conseguiu aplicar uma goleada em seu adversário. Naquele dia, o resultado foi de 4 x 0 a favor do Brasiliense, placar que se repetiu em 12 de maio de 2021 e em 20 de março de 2022.

SÉRIES INVICTAS

Os dois jogos da final do Campeonato Brasiliense de 2001 foram o ponto de partida para uma série de oito jogos sem derrota do Gama. Ela só foi quebrada em 10 de abril de 2004, quando o Brasiliense venceu o Gama por 1 x 0 e conquistaria o seu primeiro título de campeão do DF (seriam seis consecutivos, de 2004 a 2009).
Exatamente nesse período de predomínio do Brasiliense é que aconteceu a mais longa série de invencibilidade entre os dois clubes. O Brasiliense ficou doze jogos consecutivos sem perder para o Gama, de 10 de abril de 2004 a 16 de fevereiro de 2008. Essa série só foi quebrada em 6 de abril de 2008, no Serejão, quando o Gama venceu por 2 x 0.
Detalhe: o último empate entre Brasiliense e Gama aconteceu em 20 de abril de 2019. Depois disso, foram nove jogos sem acontecer igualdade no marcador.

TÍTULOS

Quando entrarem em campo hoje, Gama e Brasiliense estarão representando o maior número de títulos de campeão brasiliense: 24, sendo 13 do Gama e 11 do Brasiliense.

OS ÚLTIMOS ENCONTROS

De 2021 a 2023, Brasiliense e Gama se enfrentaram sete vezes, com cinco vitórias do Brasiliense e duas do Gama.

OS LOCAIS

Os estádios que mais sediaram o clássico foram o Bezerrão, no Gama (22 vezes) e o Serejão, em Taguatinga (20).
Completam a lista de estádios que já receberam o clássico, o Mané Garrincha, em doze oportunidades, o Abadião e o Ciro Machado do Espírito Santo, com dois, e o Serra do Lago, em Luziânia (GO), com um jogo apenas.






sexta-feira, 27 de janeiro de 2023

DUELO: BRASILIENSE x CEILÂNDIA



No próximo sábado, Brasiliense e Ceilândia farão mais um clássico do futebol do DF.
Fundado em 2000, neste mesmo ano o Brasiliense sagrou-se campeão da Segunda Divisão do DF. A partir de 2001, primeira vez do Brasiliense na divisão principal, o duelo aconteceu em todos esses anos.
O total de confrontos entre os clubes é de 49, considerando apenas o campeonato brasiliense de futebol.
É ampla a vantagem do Brasiliense sobre o Ceilândia. Senão, vejamos:

TOTAL DE JOGOS

49

VITÓRIAS DO BRASILIENSE

26

VITÓRIAS DO CEILÂNDIA

6

EMPATES

17

GOLS A FAVOR DO BRASILIENSE

75

GOLS A FAVOR DO CEILÂNDIA

40


A PRIMEIRA VEZ

A primeira vez que Brasiliense e Ceilândia se enfrentaram pelo campeonato brasiliense foi em 14 de março de 2001, no Estádio Abadião. Naquela ocasião, o Ceilândia venceu por 1 x 0, gol de Cassius.

CEILÂNDIA 1 x 0 BRASILIENSE
Data: 14 de março de 2001
Local: Abadião, Ceilândia (DF)
Árbitro: José de Caldas Souza e Iêdo Souza
Expulsão: Cassius, do Ceilândia
Renda: R$ 615,00
Público: 473 pagantes
Gol: Cassius, 86
CEILÂNDIA: Fabiano, Clayton, Gilson, Fausto e Magal; André Martins, Francinaldo (Diego), Marquinhos Bahia (Disson) e Bobby; Alex (Joacil) e Cassius. Técnico: Adelson de Almeida.
BRASILIENSE: Nei, Júlio César, Alan, Luiz Cláudio e Juninho Goiano; Zezé (Batista), Sidnei, Gustavo (Fábio Moura) e Rodrigo Jaú (Gilson); Weldon e Auecione. Técnico: Joãozinho.

INVENCIBILIDADES

O Ceilândia só voltaria a vencer o Brasiliense no ano de 2010, ano em que se sagrou campeão brasiliense pela primeira vez em sua história. No dia 11 de abril, no Abadião, vitória por 2 x 1, com dois gols de Cafu contra um de Vanderlei. Até isso acontecer, foram dezoito encontros, com doze vitórias do Brasiliense e seis empates.
O Ceilândia também venceu o jogo seguinte, em 24 de abril, o primeiro válido pela decisão do campeonato daquele ano: 3 x 1. Passaria, então, a mais uma série sem vitórias contra o Brasiliense: 10 jogos, com seis empates.
Essa série somente seria quebrada em 20 de fevereiro de 2016, no Abadião, com vitória do Ceilândia por 2 x 0.
O Ceilândia não vence o Brasiliense desde 2018. No dia 11 de março deste ano, venceu por 1 x 0. Depois disso, foram 11 jogos, com oito vitórias do Brasiliense e três empates.

OS MAIORES PLACARES

Apesar da ampla vantagem do Brasiliense sobre o Ceilândia, até o dia 12 de fevereiro de 2020 ainda não havia acontecido uma grande goleada na história do confronto. Nesse dia o tabu foi quebrado, com a goleada de 5 x 0 do Brasiliense sobre o Ceilândia.
Dois anos depois, no dia 13 de fevereiro de 2022, o Brasiliense goleou o Ceilândia, por 5 x 1.
A maior vitória do Ceilândia também aconteceu em 24 de abril de 2010, quando venceu por 3 x 1.

A ÚLTIMA VEZ

O último jogo entre Brasiliense e Ceilândia aconteceu no 9 de abril do ano passado, quando decidiram o Campeonato Brasiliense de 2022.

CEILÂNDIA 1 x 1 BRASILIENSE
Data: 9 de abril de 2022
Local: Abadião, Ceilândia (DF)
Árbitro: Maguielson Lima Barbosa.
Renda: R$ 6.272,00.
Público: 1.500 pagantes
Gols: Gabriel Pedra, 29 e Aldo, 67
CEILÂNDIA: Matheus Kayser, Pedro Medeiros, Gabriel Vidal (Crystian), Igor Ribeiro e China (Gleissinho); Werick, Cabralzinho, Tarta e Mirandinha (Hiwry); Hericlis (Romarinho) e Gabriel Pedra (Romário). Técnico: Adelson de Almeida.
BRASILIENSE: Edmar Sucuri, Andrezinho, Badhuga, Gustavo Henrique e Goduxo; Aldo, Ferrugem (Radamés) e Zotte (Railon); Luquinhas (Tobinha), Daniel Alagoano (Erick Daltro) e Marcão (Aloísio). Técnico: Celso Luiz Teixeira.

ESTÁDIOS

Nos 49 jogos entre Brasiliense e Ceilândia, 26 deles foram disputados no Abadião, na Ceilândia. Depois vem o Serejão, em Taguatinga, com 17. O Mané Garrincha está bem distante desses dois, com quatro jogos. Em outras duas ocasiões foram jogados no Rorizão, em 2002, e Bezerrão, em 2005.


quinta-feira, 26 de janeiro de 2023

DUELO: GAMA x TAGUATINGA




A primeira rodada da 1ª Fase do Campeonato Brasiliense de Futebol, versão 2023, prevê a realização de um clássico histórico: Gama x Taguatinga.
Gama e Taguatinga foram fundados no mesmo ano: 1975. Em 1º de julho de 1975, o Pioneira Futebol Clube efetivou a mudança de nome para Taguatinga Esporte Clube. Poucos meses depois, mais precisamente em 15.11.1975, foi a vez do Gama ser fundado.
O Gama continua disputando o campeonato brasiliense até hoje. O Taguatinga paralisou suas atividades em 1999 e, depois de uma fusão com o C. A. Taguatinga, do Núcleo Bandeirante, retornou em 2018, foi vice-campeão da Segunda Divisão local e garantiu vaga na Primeira em 2019.
O Gama é dono do maior número de títulos de campeão brasiliense: 13. O Taguatinga foi campeão brasiliense em cinco oportunidades.
A partir de 1976, no primeiro campeonato de futebol profissional do DF, Gama e Taguatinga realizaram grandes duelos. E o que ficou para a história desse duelo foi o, por enquanto, predomínio do Taguatinga, senão vejamos:

TOTAL DE JOGOS

81

VITÓRIAS DO TAGUATINGA

29

VITÓRIAS DO GAMA

22

EMPATES

30

GOLS A FAVOR DO TAGUATINGA

91

GOLS A FAVOR DO GAMA

84


A PRIMEIRA VEZ

A primeira vez que Gama e Taguatinga se enfrentaram foi no dia 1º de maio de 1976, no ainda existente estádio Pelezão.
Com um gol de Bira, aos 36 minutos, o Taguatinga venceu a partida por 1 x 0. Jorge Aloise foi o árbitro do jogo, que teve renda de Cr$ 37.000,00. Maurício, do Taguatinga, foi expulso de campo.
As equipes formaram assim:
TAGUATINGA: Carlos José, Aldair (Elmo), Dão (Wanner), Dedinho e Chico; Douradinho, Nemias e Banana; Maurício, Bira e Dinarte. Técnico: Eurípedes Bueno.
GAMA: Noel, Bastos, Bill, Santana e Carlão; Dequinha, Almir e Galego; Carlinhos, Carlos Alberto e Zé Luiz. Técnico: Jaime dos Santos.

A ÚLTIMA VEZ

GAMA 0 x 0 TAGUATINGA
Data: 6 de fevereiro de 2022
Local: Estádio Ciro Machado do Espírito Santo, Brasília (DF)
Renda: Portões Fechados
Árbitro: Rafael Martins Diniz
GAMA: Felipe Mosquete, Alex, Ferrugem, Hícaro Reis e Felipe Saturnino; Vitor (Pedrinho), Graxa e Welton; Abu (Gustavo Mesquita), Milla e Matheus Iacovelli (Lucas Silva). Técnico: Jonilson Veloso.
TAGUATINGA: Lucas Diniz, João Pedro, Gilson Somália, Daniel Felipe e Evanilson; Vena, Wesley e Luan Gontijo; Henrique (Jairo Balotelli), Wisman (Fabrício Teixeira) e Felipe (Foguinho). Técnico: Luiz Carlos Prima.

AS MAIORES GOLEADAS

Gama e Taguatinga sempre fizeram jogos equilibrados, com, geralmente, dois ou menos gols de diferença. Essa “regra” só foi quebrada duas vezes.
A primeira, em 3 de maio de 1998, quando o Gama goleou o Taguatinga, por 4 x 1.
A segunda, em 25 de janeiro de 2020, em outra goleada do Gama sobre o Taguatinga, por 5 x 2, sendo este o maior placar entre ambos.

A MAIOR SÉRIE DE JOGOS INVICTOS

Se considerarmos o período em que o Taguatinga estava na ativa e mais o último jogo entre eles, chegaremos ao total de 16 jogos que o Gama não perde. De 12 de dezembro de 1993 a 2 de maio de 1999 e de 24 de março de 2019 a 6 de fevereiro de 2022, foram onze vitórias do Gama e cinco empates.
Essa série de jogos sem derrota supera a alcançada pelo Taguatinga, de 19 de agosto de 1994 a 5 de junho de 1988: foram oito vitórias do Taguatinga e cinco empates.

ONDE FORAM REALIZADOS OS 81 JOGOS

Os 81 jogos entre Gama e Taguatinga foram disputados em cinco estádios do Distrito Federal. Serejão, em Taguatinga, e o Bezerrão, no Gama, foram os que mais receberam o duelo: 37 vezes. Pelezão e Mané Garrincha já receberam esse duelo em três oportunidades cada um. Em 2022, foi a primeira vez que Gama e Taguatinga jogaram no Estádio Ciro Machado do Espírito Santo, antigo campo do Defelê.