terça-feira, 18 de outubro de 2011

O 1º CAMPEONATO DE FUTEBOL AMADOR DEPOIS DA IMPLANTAÇÃO DO PROFISSIONALISMO


Apesar de a Federação Desportiva de Brasília realizar campeonatos profissionais no período de 1964 a 1968, o derradeiro profissionalismo foi implantado no futebol brasiliense a partir do ano de 1976.
Depois disso, o futebol amador sempre esteve muito ligado ao futebol profissional, com alguns clubes mudando de categoria e muitos jogadores sendo aproveitados nos times profissionais do Distrito Federal.
Em 1978, a então Federação Metropolitana de Futebol abriu i
nscrições para o 1º Campeonato de Futebol Amador do Distrito Federal.
Vinte equipes participaram da competição. Foram elas:
Sociedade Esportiva Maringá, Associação Atlética Gaminha, Guarany Futebol Clube, Lago Norte Esporte Clube, Santos Futebol Clube, Casa Mineira Esporte Clube,  Hoteleiros e Similares Futebol Clube, Esporte Clube Milionários, Raspatac Futebol Clube, Vila Dimas Esporte Clube, Associação dos Servidores da SHIS, Consórcio Engevix/Themag, Associação dos Servidores do MEC – ASMEC, Wagner Refrigeração Futebol Clube, Curitiba Futebol Clube, Bernardo Sayão Futebol Clube, Unidos de Sobradinho Atlético Clube, Associação dos Servidores do INAN, Associação Esportiva Palmeiras e Vasco da Gama Futebol Clube (de Sobradinho).
Na primeira fase foram divididas em cinco chaves (com as respectivas classificações):
A: 1º A. S. da SHIS,S. E. Maringá, Lago Norte e Vila Dimas;
B: 1º ASMEC, 2º Hoteleiros, 3º Engevix/Themag e 4º Casa Mineira;
C: 1º Gaminha, 2º Guarany, 3º Santos e 4º Wagner Refrigeração;
D: 1º Curitiba, 2º Unidos de Sobradinho, 3º Milionários e 4º Bernardo Sayão;
E: 1º Palmeiras, 2º Vasco da Gama, 3º A. S. do INAN e 4º Raspatac.
Na primeira fase, f
oram realizados 30 jogos e assinalados 111 gols.
Os dois primeiros colocados passaram para a fase semifinal, que ficou assim composta:
Chave A – Hoteleiros, SHIS, ASMEC, Curitiba e Maringá;
Chave B – Vasco da Gama, Guarany, Palmeiras, Unidos de Sobradinho e Gaminha.
Classificaram-se para a Fase Final: Hoteleiros e SHIS na Chave A e Guarany e Gaminha, na B.
Na final, realizada no dia 21 de janeiro de 1979, no Estádio Pelezão, o Hoteleiros venceu o Gaminha, por 2 x 1, e ficou com o título de campeão.

Nota:
O Hoteleiros e Similares Futebol Clube foi fundado em 7 de julho de 1977 e tinha sede no Edifício Venâncio II – Loja 49 – 1º e 2º subsolos. Hoje, encontra-se desativado.



segunda-feira, 17 de outubro de 2011

CURIOSIDADES DO FUTEBOL BRASILIENSE: o Memorial Gamense


Funcionário público, casado e apaixonado pelo futebol, Márcio Almeida aprendeu a torcer pelo Gama quando morava na cidade onde nasceu e tem família até hoje. Mas um dia Márcio se encontrou com uma pessoa que teve um passado no Gama e desde então surgiu a vontade de resgatar a história do futebol candango, em especial a do alviverde gamense.
O encontro que marcou sua decisão de resgatar a história do futebol do Gama surgiu quando Márcio encontrou-se com Manoel Cajueiro, técnico do Gama do ano de 1978.
Cajueiro contou a Márcio sobre as dificuldades que encontrou naquela época. O Gama tinha data certa para fechar as portas e seria no final daquele ano. Sem dinheiro e cheio de dívidas, o Gama iria pedir licença para não disputar o campeonato candango de 1979. Disputaria então o último campeonato que era o Torneio Incentivo, uma espécie de torneio preparatório do campeonato brasiliense. Mesmo assim, o Gama foi à decisão do campeonato e o venceu, não mais fechando as portas.
No ano seguinte o Gama recebeu incentivos de empresários locais e também de diversos comerciantes que ajudavam de outras formas e assim conseguiu o primeiro título de sua história: o de campeão brasiliense de 1979.
Márcio também percebeu que vários atletas e dirigentes daquela época estavam morrendo, se mudando ou jogando no lixo os frutos do seu suor no passado. Não poderia simplesmente cruzar os braços e deixar a história destes bravos homens cair no esquecimento.
Desde então Márcio vem colhendo material e guardando em sua residência tudo o que seja relacionado à história do Gama e do futebol de Brasília. Após dois anos de trabalho, Márcio conta com um grande acervo. São fotos, entrevistas, vídeos, revistas, matérias de jornais e camisas utilizadas pelo Gama e outros clubes do DF.
A intenção de Márcio é inaugurar no próximo dia 15 de novembro, quando o Gama estará comemorando 36 anos de existência, o MEMORIAL GAMENSE, um museu virtual com o material que dispõe contando a história do Gama e dos clubes da época.
Os torcedores poderão conferir uma exposição de camisas utilizadas pelo Gama, a Galeria dos Presidentes do clube, na seção Por onde anda você? Jogadores e dirigentes que já passaram pelo Gama, videoteca, galeria de fotos, os artilheiros (ano a ano), hinos, criadores e criaturas, artigos publicados em revistas e jornais, o futebol amador da cidade e um capítulo especial sobre o Coenge.
Apesar de já possuir um belo acervo, Márcio quer tornar o Memorial o mais completo possível e, para isto, pede a quem tiver fotos daquela época que entre em contato. O telefone dele é 9246-0431 e o email: marciosilvadealmeida@yahoo.com.

domingo, 16 de outubro de 2011

ARQUIVOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: Torneio Início de 1962


O Torneio Início do Campeonato Brasiliense de 1962 foi realizado no dia 10 de junho, no Estádio “Ciro Machado do Espírito Santo”, de propriedade do Defelê.
Conforme previsto no regulamento, os jogos tiveram a duração de 20 minutos, com dois tempos de 10 minutos cada.
A ordem dos jogos foi a seguinte:
1. Defelê 0 x 0 Colombo (nos pênaltis, vitória do Defelê por 3 x 1);
2. Rabello 3 x 0 Cruzeiro do Sul, gols de Joãozinho (2) e Arnaldo;
3. Guanabara 0 x 0 Nacional (nos pênaltis, Guanabara 3 x 1);
4. Alvorada 1 x 0 Presidência;
5. Grêmio 1 x 0 Guará;
6. Defelê WO x 0 Planalto;
7. Guanabara 0 x 0 Rabello (nos pênaltis, vitória do Guanabara por 2 x 1);
8. Alvorada 0 x 0 Grêmio (nos pênaltis, vitória do Alvorada por 2 x 1);

Na decisão, no nono jogo do dia, aconteceu empate de 2 x 2 entre Guanabara e Alvorada. Nos pênaltis, vitória do Guanabara por 6 x 5 e o título de campeão para o rubro-negro.
O Guanabara formou com João I, Toninho e Isaías; João II, Raimundo (Da Silva) e Julinho (Aragão); Luisinho, Barbosinha, Valter (Bocaiúva), Gilberto e Joãozinho.



sábado, 15 de outubro de 2011

TÚNEL DO TEMPO: O QUE ACONTECEU HÁ 50 ANOS (16 a 31 de outubro de 1961)


22.10.1961
Prossegue o campeonato brasiliense da Primeira Divisão com mais uma rodada.
Defelê e Rabello continuavam disputando as primeiras colocações, ponto a ponto, e voltaram a vencer seus jogos nesta rodada.
Em seu campo, o Estádio “Ciro Machado do Espírito Santo”, o Defelê marcou 2 x 0 sobre o Grêmio, com gols de Bimba e Bosco. A renda foi de CR$ 17.900,00. O árbitro foi Josué Costa Araújo, que expulsou Geraldo, do Grêmio.
Também jogando em casa, no Estádio “Paulo Linhares”, o Rabello goleou o Alvorada por 4 x 0. Carioca, duas vezes, Nilo e Arnaldo marcaram os gols. O árbitro foi Aristeu Santana e a renda alcançou CR$ 2.400,00.
No terceiro e último jogo da rodada, o Planalto surpreendeu o Guará, dentro de seu estádio, o “Israel Pinheiro”, ao goleá-lo por 5 x 1. Francisco Ribeiro Campos foi o árbitro e os gols foram marcados por Leônidas, Brasil, Vitinho, Rui e Azulinho para o Planalto e Alan para o Guará. Vitinho foi expulso de campo ao desferir um soco no rosto de um adversário.

Em jogo para apenas cumprir tabela no campeonato da Segunda Divisão, o La Salle vence o Real, por 1 x 0, no Estádio Israel Pinheiro, na preliminar de Guará x Planalto. Wilson Francini foi o árbitro.

29.10.1961
Na penúltima rodada do segundo turno do campeonato brasiliense da Primeira Divisão, duas paradas duras para os postulantes ao título de 1961: Defelê e Rabello.
O Defelê foi até o Estádio “Aristóteles Góes” e venceu o Nacional por 1 x 0, gol de Ely. A renda foi de CR$ 12.400,00 e o árbitro Josué Costa Araújo.
O Rabello também jogou fora de casa, no estádio do Planalto, e teve as mesmas dificuldades para vencer o Planalto por 1 x 0. O gol foi de Sabará. Jorge Cardoso foi o árbitro e a renda, a melhor da rodada, de CR$ 16.000,00.
Já sem chances de disputar o título, Guará e Alvorada empataram no Estádio “Ciro Machado do Espírito Santo”, em 2 x 2. Os g
ols foram de João Balbino e Léo para o Guará e Mexicano (2) para o Alvorada. Nilzo de Sá foi o árbitro do jogo.



segunda-feira, 10 de outubro de 2011

CAMPEÕES E VICE-CAMPEÕES DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE JUNIORES


 

ANO

CAMPEÃO

VICE-CAMPEÃO

1976

BRASÍLIA

CAMPINEIRA

1977

BRASÍLIA

GAMA

1978

BRASÍLIA

GUARÁ

1979

GAMA

BRASÍLIA

1980

BRASÍLIA

1981

BRASÍLIA

1982

TIRADENTES

BRASÍLIA

1983

BRASÍLIA

TIRADENTES

1984

TAGUATINGA

CEILÂNDIA

1985

TAGUATINGA

BRASÍLIA

1986

TAGUATINGA

SOBRADINHO

1987

CEILÂNDIA

BRASÍLIA

1988

BRASÍLIA

TAGUATINGA

1989

TIRADENTES

BRASÍLIA

1990

GUARÁ

TAGUATINGA

1991

GUARÁ

BRASÍLIA

1992

GUARÁ

TIRADENTES

1993

PLANALTINA

BRASÍLIA

1994

GAMA

BRASÍLIA

1995

GAMA

GUARÁ

1996

LUZIÂNIA

BRASÍLIA

1997

LUZIÂNIA

SOBRADINHO

1998

GAMA

BRASÍLIA

1999

GAMA

SOBRADINHO

2000

GAMA e GUARÁ

2001

GAMA

GUARÁ

2002

GAMA

BRAZLÂNDIA

2003

BRASILIENSE

GAMA

2004

BRASILIENSE

GAMA

2005

BRASILIENSE

CEILÂNDIA

2006

BRASILIENSE

GAMA

2007

BRASILIENSE

CEILÂNDIA

2008

BRASILIENSE

UNAÍ/ITAPUÃ

2009

BRASILIENSE

CFZ

2010

SANTA MARIA

BANDEIRANTE

2011

GAMA

CRUZEIRO

 

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

AS DECISÕES: Campeonato Brasiliense de 1970


Dez equipes disputaram o campeonato brasiliense de 1970: Carioca, Civilsan, Coenge, Colombo, Defelê, Grêmio, Jaguar, Piloto, Planalto e Serviço Gráfico. Conforme determinado pelo regulamento da competição, somente os seis primeiros colocados da Primeira Fase disputariam a Fase Final, que apontaria o campeão brasiliense daquele ano.
Classificaram-se, pela ordem: Serviço Gráfico, Planalto, Civilsan, Jaguar, Grêmio e Colombo.
Encerrada a Fase Final, de forma surpreendente Civilsan (em 1º) e Grêmio (em 2º) - que ficaram em 3º e 5º, respectivamente, na Primeira Fase - empataram na primeira colocação, com 9 pontos ganhos. Com isso, se qualificaram para disputar o título de 1970.
Mais surpresas estavam reservadas para a série “melhor-de-três”.
No primeiro jogo, disputado no Estádio Pelezão, no dia 24 de janeiro de 1971, o Civilsan aplicou uma goleada de 6 x 2 sobre o Grêmio. Arnaldo marcou quatro vezes e Manoelzinho e Eduardo completaram o marcador para o Civilsan. Paulinho e Nemias fizeram os gols do Grêmio. Takeshi Koressawa foi o árbitro da partida, que teve a renda de NCR$ 542,00.
Após essa goleada, todos achavam que o título do Civilsan seria comemorado uma semana depois (31.01.1971). De forma surpreendente, o Grêmio vence por 2 x 1, obrigando a realização de uma terceira partida. Noé e Cardoso marcaram para o Grêmio e Procópio para o Civilsan. O jogo foi bastante violento, levando o árbitro Aristeu Santana a expulsar quatro jogadores: Sérgio e Noé do Grêmio e Manoelzinho e Procópio do Civilsan.
No terceiro e decisivo jogo, no dia 7 de fevereiro de 1971, novamente no Estádio Pelezão, outra vitória de 2 x 1 deu o título de campeão de 1970 ao Grêmio. O árbitro foi “importado” da Federação Carioca: Gualter Portela Filho e a renda alcançou o montante de NCR$ 1.500,00.
Pedrinho e Cardoso marcaram para o Grêmio e Baiano descontou para o Civilsan.
Assim jogaram as equipes:
GRÊMIO: Sílvio, Maninho, Grossi, Paulinho e Lúcio; Marcos, Nemias e Pedrinho; Cardoso, Santos e Sinval (Orlando). Técnico: Bugue.
CIVILSAN: Maracanã, Nazo, Triste, Didi e Wilson; Aldo e Nenê; Azulinho (Baiano), Invasão, Eduardo e Adilson (Vilela). Técnico: Hector Gritta.


terça-feira, 4 de outubro de 2011

JOGOS ETERNOS: FLA-FLU EM BRASÍLIA


O Fla-Flu foi batizado pelo jornalista Mário Filho de “O Clássico das Multidões”. O clássico carrega essa fama desde os tempos românticos do futebol carioca e de um modo geral do futebol brasileiro.
O escritor e dramaturgo Nelson Rodrigues disse “O Fla-Flu surgiu quarenta minutos antes do nada”.
Em raríssimas ocasiões, o clássico aconteceu fora do Rio de Janeiro. Uma dessas vezes o local escolhido foi Brasília. Foi no dia 27 de janeiro de 1974.
Embora amistosa, a partida foi disputada em ritmo intenso e por vezes violenta.
Os dois times criaram várias situações de gol e procuraram mostrar um futebol vistoso, de muitos dribles e toques. Apesar disso, não tivemos gol anotado no tempo regulamentar.
Encerrada a partida, o árbitro determinou que os times decidissem a Taça “Colméia” (o jogo foi promovido pela Caderneta de Poupança Colméia) e o prêmio de CR$ 1 mil (para cada jogador do time vencedor) nos pênaltis. Todos os pênaltis foram bem cobrados e tanto Félix como Renato não tiveram chance de defendê-los.
O Fluminense venceu por 5 x 4. Marcaram para o Fluminense: Silveira, Manfrini, Lula, Rubens e Carlos Alberto Pintinho; Arilson, Geraldo, Rodrigues Neto e Zico fizeram os gols do Flamengo, tendo Rogério perdido.
O local do jogo foi o Estádio Edson Arantes do Nascimento (Pelezão) e teve como árbitro Adélio Soares Nogueira, auxiliado por Carlos Ferreira do Amaral e Jorge Aloise.
O público foi de aproximadamente 40 mil espectadores.
Assim formaram as equipes:
FLUMINENSE: Félix, Zé Maria (Amauri), Bruñel, Assis e Marco Antônio; Carlos Alberto Pintinho e Cléber; Rubens, Mickey (Silveira), Manfrini e Lula. Técnico: Duque.
FLAMENGO: Renato, Rodrigues Neto, Chiquinho, Jaime (Rondinelli) e Mineiro; Paulinho e Afonsinho (Geraldo); Rogério, Dario (Arilson), Zico e Paulo César Lima. Técnico: Joubert.




sábado, 1 de outubro de 2011

TÚNEL DO TEMPO: O QUE ACONTECEU HÁ 50 ANOS (01 a 15 de outubro de 1961)


01.10.1961
Teve prosseguimento o segundo turno do Campeonato Brasiliense com a realização de mais três jogos.
O Estádio “Ciro Machado do Espírito Santo” recebeu o maior clássico da cidade: Defelê x Rabello. Com gols de Zé Paulo e Sérgio, o Defelê venceu por 2 x 1. Sabará marcou o gol de honra do Rabello. Este mesmo Sabará foi expulso de campo. A renda foi de Cr$ 24.700,00 e a arbitragem foi de Moacyr Siqueira.
No Estádio “Israel Pinheiro”, Planalto e Grêmio fizeram um jogo com muitos gols: 3 x 3. Rui, Azulinho e Moreira marcaram para o Planalto e Djalma, Wilton e Turquinho para o Grêmio. O árbitro foi José Conceição Dantas.
No terceiro jogo da rodada (Nacional x Guará) aconteceu a inauguração do Estádio Aristóteles Góes. Aristóteles Góes foi um dos diretores da Construtora Nacional, que muito fez pelo clube e pelos esportes de Brasília.
O Guará estragou a festa do Nacional ao vencê-lo por 2 x 0, gols de Léo e Barretinho. Ferreira, do Nacional, foi expulso por agressão ao árbitro Nilzo de Sá.

Pelo campeonato da Segunda Divisão, o Guanabara venceu o Real por 3 x 1 e o Colombo goleou o La Salle por 5 x 1

07.10.1961
A Gazeta Esportiva, de São Paulo, apresenta o jornalista Carlos Lúcio Menezes como repórter incumbido de fazer cobertura esportiva no Distrito Federal.

08.10.1961
A terceira rodada do returno do Campeonato Brasiliense teve mais três jogos.
O Defelê continuava na liderança do campeonato ao vencer o Planalto, em seu próprio campo, por 3 x 2. Ely, duas vezes, e Zé Paulo, marcaram para o Defelê, enquanto Euclides e Leônidas assinalaram os gols do Planalto. Jorge Cardoso foi o árbitro.
O Guará continuava com chances de conquistar o título ao vencer o Grêmio, por 1 x 0, gol de Índio. A arbitragem pertenceu a Lourandyr de Castro Gomes.
No outro jogo da rodada, o Nacional venceu o Alvorada por 3 x 0, gols de Zezito (2) e Ferreira. A renda foi de Cr$ 1.300,00 e a arbitragem de José Conceição Dantas.
No único jogo válido pelo certame da Segunda Divisão, Guanabara e Colombo não saíram do 0 x 0.

15.10.1961
Na terceira rodada do returno do Campeonato Brasiliense, o Defelê confirmou sua liderança e praticamente acabou com as chances do Guará ao goleá-lo por 4 x 1. Sérgio, duas vezes, Ely e Ramiro marcaram para o Defelê e Léo descontou para o Guará.
O Rabello continuou sua perseguição ao líder Defelê, jogando fora de casa, no Estádio “Aristóteles Góes”. Derrotou o Nacional por 2 x 1, com gols de Sabará e Nilo, contra um de Ferreira. A renda foi de Cr$ 16.600,00.
Num jogo sem muito interesse, o Grêmio marcou 3 x 0 sobre o Alvorada, gols de Edson Galdino (2) e Turquinho.