segunda-feira, 15 de junho de 2020

ARQUIVOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: Campeonato de Futebol Amador do Distrito Federal - 1993



Participantes:

 

ASMEC - ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA

ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA CANDANGOS

ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA E CLASSISTA NEON TOLDOS

ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA COMERCIAL

ASSOCIAÇÃO JARDIM DE FUTEBOL

ATLÂNTIDA ESPORTE CLUBE

COMERCIAL FUTEBOL CLUBE

DEMOCRATA ESPORTE CLUBE

DM ESPORTE CLUBE

ESPARTA FUTEBOL CLUBE

JUVENTUDE ATLÉTICO CLUBE

MARATONA ESPORTE CLUBE

SOCIEDADE ESPORTIVA MARINGÁ

 

CLASSIFICAÇÃO DA PRIMEIRA FASE

 

GRUPO A

 

 

CF

CLUBES

J

V

E

D

GF

GC

SG

PG

ASMEC

5

3

1

1

8

8

0

7

CANDANGOS

5

2

2

1

6

3

3

6

MARINGÁ

5

2

2

1

7

4

3

6

COMERCIAL F. C.

5

1

4

0

6

4

2

6

JUVENTUDE

5

1

2

2

7

9

-2

4

ATLÂNTIDA

5

0

1

4

4

10

-6

1

 

 

GRUPO B

 

 

CF

CLUBES

J

V

E

D

GF

GC

SG

PG

DEMOCRATA

6

4

1

1

18

10

8

9

NEON TOLDOS

6

3

2

1

10

3

7

8

JARDIM

6

3

2

1

10

4

6

8

MARATONA

6

2

4

0

11

6

5

8

ESPARTA

6

1

3

2

8

8

0

5

A. D. COMERCIAL

5

0

2

3

7

13

-6

2

DM

5

0

0

5

3

23

-20

0

 

 

SEGUNDA FASE

 

14.11.1993

 

ASMEC 2 x 1 MARATONA

NEON TOLDOS 1 x 2 MARINGÁ

DEMOCRATA 2 x 2 COMERCIAL

CANDANGOS 0 x 0 JARDIM

 

21.11.1993

 

ASMEC 3 x 1 MARINGÁ

NEON TOLDOS 3 x 0 MARATONA

DEMOCRATA 0 x 0 JARDIM

CANDANGOS 0 x 1 COMERCIAL

 

28.11.1993

 

ASMEC 0 x 2 NEON TOLDOS

MARINGÁ 5 x 3 MARATONA

DEMOCRATA 0 x 0 CANDANGOS

JARDIM 4 x 1 COMERCIAL

 

CLASSIFICAÇÃO DA SEGUNDA FASE

 

GRUPO C

 

 

CF

CLUBES

J

V

E

D

GF

GC

SG

PG

NEON TOLDOS

3

2

0

1

6

2

4

4

MARINGÁ

2

2

0

0

8

7

1

4

ASMEC

3

2

0

1

5

4

1

4

MARATONA

3

0

0

3

4

10

-6

0

 

 

GRUPO D

 

 

CF

CLUBES

J

V

E

D

GF

GC

SG

PG

JARDIM

3

1

2

0

4

1

3

4

COMERCIAL F. C.

3

1

1

1

4

6

-2

3

DEMOCRATA

3

0

3

0

2

2

0

3

CANDANGOS

3

0

2

1

0

1

-1

2

 

 

SEMIFINAIS

 

05.12.1993

 

NEON TOLDOS 0 x 0 COMERCIAL

Obs.: na cobrança de pênaltis, Comercial 4 x 3 Neon Toldos

 

JARDIM 1 x 0 MARINGÁ

 

FINAL

 

12.12.1993

COMERCIAL 3 x 0 JARDIM

 

CLASSIFICAÇÃO FINAL

 

CF

CLUBES

J

V

E

D

GF

GC

SG

PG

COMERCIAL F. C.

10

3

5

2

13

10

3

12

JARDIM

11

5

4

2

15

8

7

14

NEON TOLDOS

10

5

2

3

16

5

11

13

DEMOCRATA

9

4

4

1

20

12

8

12

ASMEC

8

5

1

2

13

12

1

11

MARINGÁ

8

4

2

2

15

12

3

10

MARATONA

9

2

4

3

15

16

-1

8

CANDANGOS

8

2

4

2

6

4

2

8

ESPARTA

6

1

3

2

8

8

0

5

10º

JUVENTUDE

5

1

2

2

7

9

-2

4

11º

A. D. COMERCIAL

5

0

2

3

7

13

-6

2

12º

ATLÂNTIDA

5

0

1

4

4

10

-6

1

13º

DM

5

0

0

5

3

23

-20

0

 

Artilheiro do campeonato: Ricardo Henrique Dias dos Santos, da Neon Toldos, com 10 gols assinalados.

 

Goleiro menos vazado: Carlos Antônio Cardoso, da A. A. Candangos, que sofreu apenas um gol em cinco jogos que disputou.

 

Campeão da Taça Disciplina: A. A. Classista Neon Toldos.

 

domingo, 14 de junho de 2020

GRANDES RESULTADOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: goleada do Guará sobre o Goiás - 1960


Grande vitória do futebol brasiliense com a goleada aplicada pelo Guará sobre o Goiás, pelo marcador de 6 x 0. O Goiás chegou à Brasília como campeão do Torneio Início de Goiânia.
O jogo foi realizado no dia 12 de junho de 1960, no campo do Guará.
No primeiro tempo, Íris, duas vezes, e Fernandinho, marcaram. No segundo os gols foram de Íris, Fernandinho e Maia.
O Guará formou com Redola, Tostão (Humberto ou Aldemar) e Clemente (Jorge); Pedrinho, Severo e Múcio; Carlinhos (Amálio), Fernandinho, Íris, Eluff e Maia.
Goiás: Waldir, Pedro Peres (Murilo), Dias e José Alair ou Zé Maria; Lazinho e Bergão; Tao, Elzevir, Laércio, Caixeta e Manezinho.
O árbitro foi Horácio Teixeira Ramos, ex-integrante da Liga Araguarina de Futebol.
Vale destacar o trabalho realizado por Íris, o grande goleador da tarde, com três tentos. Não menos importante foi o desempenho de Múcio, cujo trabalho de distribuição o destacou na grande vitória obtida pelo Guará.



sábado, 13 de junho de 2020

HÁ 60 ANOS NO FUTEBOL BRASILIENSE: o Troféu “Israel Pinheiro” - 1960


Por iniciativa do presidente da Construtora Ribeiro Ltda., Cesar Ribeiro, teve início no dia 12 de junho de 1960 o Troféu “Israel Pinheiro”, a ser disputado por equipes de oito companhias construtoras de Brasília: Ribeiro F. C. (da Construtora Ribeiro Ltda., a promotora do torneio), C. C. Nacional, Rabello F. C., Pacheco Fernandes Dantas F. C., Pederneiras, ECRA, Consispa e Cavalcante Junqueira.
Os jogos do dia 12 de junho de 1960 foram:

Grupo 1
RIBEIRO 10 x 1 CAVALCANTE JUNQUEIRA
Local: Campo do Planalto
RIBEIRO: Roberto, Cássio e Lalá; Japonês, Marianelli e Enes; Zé Luís, Viola, Gesil, Nilo e Marreco.
CAVALCANTE JUNQUEIRA: Piano, Vítor, Rui e Gaspar; Gilberto e David; Antônio, Gilson, Lico, Ribeiro e Lelé.

Grupo 2
PACHECO FERNANDES DANTAS 1 x 1 CONSISPA
Local: Campo da Rabello
Árbitro: Gabriel Costa Filho
Gols: Nelson (Consispa) e Paulinho (Pacheco Fernandes Dantas). Na prorrogação de 30 minutos, Pacheco Fernandes Dantas 2 x 1 Consispa (gols de Diniz e Tampinha, contra um de Santana).
PACHECO FERNANDES DANTAS: Marcílio, Benício e Tampinha; Zé Maria, Cláudio e Geraldo; Sebastião, Hermínio, Diniz, Geraldo e Paulinho.
CONSISPA: Noel, Jovino e Jurandir; Benedito, Zózimo e Pedro; João, Santana, Nelson, Erivan e Ribeiro.

Pelo Grupo 3, no campo do Nacional, a ECRA venceu a Pederneiras, por 2 x 1, com dois gols de Paulista, marcados aos sete e quinze minutos do 1º tempo. Wilmar, de pênalti, descontou para o time da Pederneiras, no 2º tempo. O árbitro foi Nilton Ribeiro. A ECRA formou com Gaguinho, Cheirinho, Adinho e Cazuza; Jales e Ribamar; Jocelino, Paulista, Elmano, Cardoso e Alemão.

No Grupo 4, atuando com um time misto, o Rabello foi goleado pelo time da Nacional, por 6 x 2. O jogo foi realizado no campo do Planalto.

Nota:
No mesmo dia, como presente aos trabalhadores da Construtora Rabello, no seu próprio acampamento, o quadro principal da companhia colheu um expressivo triunfo ao vencer a representação do Santana Esporte Clube, da vizinha cidade mineira de Paracatu, pela contagem de 4 x 1.



terça-feira, 9 de junho de 2020

COMISSÕES TÉCNICAS DOS CLUBES QUE DISPUTARAM O CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1983


Obs.: em ordem alfabética

BRASÍLIA

DIRETOR: Almir de Azevedo Vieira e Manoel Ângelo dos Santos Neto
TÉCNICO: Mozair Barbosa
PREPARADOR FÍSICO: Altair Siqueira
MÉDICO: Antônio Rezende Andrade e Francisco Sérgio de Jesus dos Santos
MASSAGISTA: Mário da Conceição e Pedro Masseno Ferreira

CEILÂNDIA

DIRETOR: Antônio Edvan Aires e Ricardo Cosmo da Silva
TÉCNICO: Antônio Fabiano Ferreira (Raimundinho), Herberth Gomes e José Antônio Furtado Leal
PREPARADOR FÍSICO: Rogério Scardini Assis
MÉDICO: José Carlos Mizuno e Jessé de Moura Lima Junior
MASSAGISTA: Noel Pereira Lima e Severino Gomes Canuto

GAMA

DIRETOR: César Lacerda, Luiz Fernando Prado e Márcio Tannus de Almeida
TÉCNICO: Guilhermino dos Santos, Hélio Antônio Alcântara da Silva, Jaime dos Santos e Pedro Pradera
PREPARADOR FÍSICO: Sérgio Manuel da Rocha
MÉDICO: Arnaldo Almeida e José Aparecido Jorge
MASSAGISTA: Joni Gonçalves de Oliveira

GUARÁ

DIRETOR: Airton Getúlio Silveira, Edilson Braga e Gerino de Araújo Santana
TÉCNICO: Alaor Capella dos Santos, Antônio Montanari (Ipojucan) e Waldir “Didi” de Carvalho
PREPARADOR FÍSICO: José Dionísio Filho e Venino José dos Santos
MÉDICO: César Augusto Machado, Jessé de Moura Lima Junior, José Walcio Guimarães e Roberto Gonçalves
MASSAGISTA: Carlos Roberto da Silva, Giovani Rodrigues da Silva e José Cesário.

SOBRADINHO

DIRETOR: Benevides Lopes, Edmilson Arruda da Silva, José Feitosa de Carvalho e Otaziano Ferreira da Silva
TÉCNICO: Jorge Medina e Pedro Pradera
PREPARADOR FÍSICO: Jorge Moreira e Manoel Botelho
MÉDICO: João Camargo e Manoel Botelho
MASSAGISTA: Daimon Domingos dos Santos, Geraldo Magela Santana e João Paz de Araújo

TAGUATINGA

DIRETOR: Carlos Romeiro, Wander Marques Abdalla e Wanderley Matos
TÉCNICO: Ercy Rosa, João Avelino e Jorge Medina
PREPARADOR FÍSICO: Jorge Moreira e Pedro Hugo Barros
MÉDICO: Flory Machado Sobrinho e Geraldo Maciel Piloto
MASSAGISTA: Antônio Serafim Filho (Raspinha) e Raimundo Ribeiro Campos (Marreta)

TIRADENTES

DIRETOR: Alberto Teixeira, Armando Lopes Martins, Joel César Menezes e Roberto César Menezes
TÉCNICO: Carlos Morales, Luiz Artur Gomes e Manoel Cajueiro
PREPARADOR FÍSICO: Dirnei Arno Ferreira
MÉDICO: Satir Lara
MASSAGISTA: Evangelista Lourenço Machado

VASCO DA GAMA

DIRETOR: Carlos Fernando Cardoso Neto, Henrique Mourão, José Roque da Silva e Nemias Marques da Silva
TÉCNICO: Carlos José de Melo Passos, Édson Almeida Souza e José Roque da Silva
PREPARADOR FÍSICO: Aldice Oswaldo Buratti, Célio Vila Verde, Édson Almeida Souza e Wanderley Souza
MÉDICO: Alfredo José dos Santos, Augusto Ferrari, Cleci de Assis Costa, Francisco Doriela, José Maria de Oliveira e Raimundo E. da Silva Barbosa
MASSAGISTA: Jason Pereira da Conceição, Josemir A. Evangelista e Salvador Vicente.




segunda-feira, 8 de junho de 2020

RECORDAR É VIVER: Grêmio vence Atlético Mineiro no Pelezão - 1970



Para comemorar o 10º aniversário de Brasília, a Federação Desportiva de Brasília promoveu uma rodada dupla no dia 21 de abril de 1970, tendo como local o Estádio Pelezão.
No jogo de fundo, o Grêmio, de Porto Alegre, venceu o Atlético Mineiro, por 2 x 0.

GRÊMIO 2 x 0 ATLÉTICO MINEIRO
Árbitro: Armando Marques
Gols: Flecha, 20 e João Severiano, 62
GRÊMIO: Jair, Espinosa, Ari Ercílio, Beto e Jamir; Jadir e Sérgio Lopes; Flecha (Paíca), João Severiano, Volmir e Loivo. Técnico: Carlos Froner.
ATLÉTICO MINEIRO: Hélio, Humberto Monteiro, Normandes, Vander e Vantuir; Vanderlei Paiva e Amauri Horta (Humberto Ramos); Vaguinho, Lola, Lacy (Beto) e Tião. Técnico: Telê Santana.

Na preliminar, Coenge e Tupi, de Juiz de Fora (MG), não mexeram no placar: 0 x 0.

COENGE 0 x 0 TUPI
Árbitro: Mário José da Silva
COENGE: Carlos José, Jaimir, Elias, Mauro e Xixico; Bugue e Divino; Zezé (Augustinho), Zé Carlos, Pelezinho (Pelezão) e Oscar. Técnico: Carlos Morales.
TUPI: Lumumba, Santana, Murilo, Jair e Danilo; Osvaldo (Heleno) e Jailton; Milton (Edinho), Cristóvão (Ercos), Adair e Ninha.

Obs.: Todos os jogadores receberam uma medalha do Presidente da República, Emílio Garrastazu Médici, que estava no estádio para torcer pelo seu clube do coração, o Grêmio.



sábado, 6 de junho de 2020

HÁ 60 ANOS NO FUTEBOL BRASILIENSE: pancadaria generalizada no amistoso - 1960


No dia 5 de junho de 1960, o Defelê empatou com a equipe do Planalto, jogo que terminou em pancadaria generalizada, no Estádio Duílio Costa.
No 1º tempo o Planalto terminou na frente: 2 x 1. Abriu o placar aos 11 minutos do 1º tempo, em uma boa triangulação de Pedrinho, Luizinho e Itiberê, que tocou para Prego finalizar em um belo chute. Aos 20 minutos, o Planalto ampliou, quando Pedrinho, em posição duvidosa, recebeu e passou para Ribamar marcar.
Sem se apavorar, o Defelê diminuiu em uma cobrança de escanteio, por intermédio de Octávio que marcou de cabeça. O mesmo Octávio voltou a marcar aos 2 minutos do 2º tempo.
O tumulto começou aos 20 minutos do segundo tempo, quando o jogador Jalício agrediu Ely, tendo a ajuda de outros companheiros, provocando a intervenção do elenco do Defelê e da torcida. Muitos saíram feridos e cenas degradantes foram registradas. Os bandeirinhas tiveram que se defender com seus instrumentos de trabalho e o árbitro Dirceu Basílio, sem a segurança policial, decidiu dar por encerrada a partida.
As equipes formaram assim:
Planalto - Veludo, Amauri (Louro) e Ferreira; Jalício, Luizinho e Cardoso (Divino); Ribamar, Pedrinho, Itiberê, Edson Galba e Prego.
Defelê - Carlos Magno, Macedo e Zé Carlos; Samuel Silva, Wander e Anésio; Ramiro (Jucão), Ely, Lacir Pedersoli, Édson Galdino e Octávio. 

No mesmo dia, no campo do Nacional, o clube da casa derrotou o Expansão, por 2 x 0, gols de Agostinho e Ubirajara, ambos contra.

E também aconteceu um triangular em Taguatinga com a participação do Taguatinga, Colégio São Francisco, de Anápolis, e Colégio de Brasília.
O torneio foi promovido pela Comissão de Festejos do aniversário de fundação de Taguatinga.




sexta-feira, 5 de junho de 2020

HÁ 60 ANOS NO FUTEBOL BRASILIENSE: empossada a nova diretoria da FDB - 1960


Após um intervalo bastante grande, de exatamente 14 meses, aconteceram eleições para ser escolhida a nova diretoria da Federação Desportiva de Brasília. A reunião foi realizada no dia 3 de junho de 1960, às 20 horas, na Associação Comercial de Brasília, no Núcleo Bandeirante.
Muitos dos clubes que participaram da primeira reunião deixaram de existir. Outros se filiaram.
Eram os seguintes os clubes filiados a FDB: A. A. Brasília (IAPI), A. A. Brasília Palace, A. E. de Taguatinga, A. E. EBE, A. A. Bancária, Assiban (IAPB), Brasil E. C., Brasil Central A.C., C. C. Nacional, C. R. Guará, E. C. Brasília (IPASE), E. C. Planalto, Expansão F. C. (SAPS), Grêmio Esportivo Brasiliense, Novo Horizonte F. C. (IAPETC), Rabello F. C., E. C. Radium (Rádio Nacional), Ribeiro F. C., Kosmos e Pacheco Fernandes Dantas F. C.
Apesar do elevado número de filiados, somente seis representantes de clubes compareceram para votar: Décio de Souza Reis (Brasil Central), Laércio Lamounier (Grêmio), Dirceu Basílio (Planalto), Petrônio de Carvalho (Guará), Ricardo P. Leopold (A. E. de Taguatinga) e José Paulo (Ribeiro).
Orlando Gaglionone, Presidente em exercício, e Luís Gonzaga Contart, Diretor de Futebol, apresentaram seus pedidos de renúncia.
O primeiro presidente da Federação Desportiva de Brasília foi o radialista mineiro Adelchi Leonello Ziller, diretor da Rádio Nacional de Brasília a partir de setembro de 1959. Amigo do presidente Juscelino Kubitschek, acompanhou-o em toda a campanha presidencial. Em Belo Horizonte, mantinha o programa "Brasília, Brasília", na televisão.
Os demais cargos foram assim preenchidos:
1º Vice-Presidente - Jardel Noronha de Oliveira
2º Vice-Presidente - Domingos Gusmão da Cunha (desportista, membro da diretoria do Grêmio durante a construção de Brasília e ex-presidente da Liga de Futebol de Araxá).
3º Vice-Presidente – Lincoln A. Horta
Conselho Fiscal - Efetivos: Inezil Penna Marinho (autor de diversos livros sobre Educação Física), Agnelo Paz Sobreira (advogado e servidor da Novacap em 1960) e José Severiano da Costa Andrade (servidor da Novacap); Suplentes: Geraldo Costa Manso (Diretor-Geral do Tribunal Superior Eleitoral), Cássio Elízio Figueiredo Damásio (engenheiro da EBE - Empreza Brasileira de Engenharia) e Ary Mafla (professor).
Tribunal de Justiça Desportiva - Efetivos: Hugo Mósca (Presidente, jornalista e advogado, vice-diretor da Secretaria do Supremo Tribunal Federal), Lincoln Horta (Vice-Presidente, advogado), Henrique Diniz de Andrada, Nery Kurtz, Roberto Meira Castro, Cláudio Lacombe, Marcelo Varela e Daniel Aarão Reis. Os suplentes eram Carlos Augusto Palhares, Jonas Bahiense, José Carlos Baleeiro e Moacyr Belchior.
Foram também escolhidos os seguintes diretores:
Diretor Secretário - Décio de Souza Reis (administrador, servidor da Novacap e morador do Acampamento da Metropolitana);
Diretor Tesoureiro - Flávio Brun Von Sperling;
Diretor de Relações Públicas - Luiz Gonzaga Contart (repórter do DC-Brasília, edição brasiliense do jornal Diário Carioca, do Rio de Janeiro, a partir de 1959, que circulou antes da inauguração de Brasília).
Diretor de Futebol - Augusto da Costa (técnico de futebol do Clube de Regatas Guará e Tenente da GEB - Guarda Especial de Brasília, jogou no São Cristóvão e no Vasco da Gama).
Também foram nomeados os diretores de Atletismo, Basquetebol, Ciclismo, Futebol de Salão, Natação, Tênis de Mesa, Voleibol e Xadrez, modalidades esportivas controladas pela FDB.
José Ramos de Freitas foi escolhido para ser o representante da FDB junto às confederações esportivas e ao Conselho Nacional de Desportos.
A FDB recomendou aos filiados que tomassem providências no sentido de registrar em cartório os seus estatutos.
Com o passar do tempo, os clubes iam tendo seus estatutos aprovados e comunicando constituição de sua diretoria.
Poucas foram as diretorias que se mantiveram à frente dos clubes nesta nova fase da Federação.
Os clubes solicitaram reversão da condição de atletas não-amadores para amadores.
O primeiro clube a remeter cópia de seus estatutos, solicitando encaminhamento para registro e aprovação, foi o Clube de Regatas Guará.



terça-feira, 2 de junho de 2020

BRASÍLIA ESTÁ COMPLETANDO 45 ANOS DE VIDA


No dia 2 de junho de 1975, liderados por José de Melo e Silva e Vicente de Paula Araújo, um grupo de empresários e profissionais liberais se reuniram na sede da Associação Comercial do Distrito Federal, no Edifício Palácio do Comércio, no Setor Comercial Sul, para fundar um clube esportivo.
Depois de terem sido discutidos os primeiros aspectos da vida do clube e se chegado às primeiras conclusões de como fazer a sua sustentação através de associados contistas e contribuintes, os empresários passaram a escolher aqueles que iriam compor a primeira diretoria provisória, encarregada de organizar a parte estatutária e social do clube que acabava de nascer para disputar o profissionalismo da Capital da República, ao lado de Ceub e Taguatinga.
Ficou assim composta a primeira diretoria do Brasília Esporte Clube: Presidente - Ricardo de Oliveira; Vice-Presidente - Ronaldo de Souza; 1º Secretário - José de Melo e Silva; 2º Secretário - Miguel Setembrino Emery de Carvalho; 1º Tesoureiro - Nabor César Siqueira; 2º Tesoureiro - Ildefonso Gadioli dos Santos; Diretor Médico - Paulo Motta Nardeli; Diretor de Relações Públicas - João Batista Olivieri; Diretor Social - Franklin Roosevelt de Oliveira; Diretor de Patrimônio - Vicente de Paula Araújo; Diretor de Esportes - Rubens Rodrigues da Cunha; Diretor de Futebol - Mário Trigo; Diretor Jurídico - Antônio Carlos Elizalde Osório e Diretor de Educação Física - José Luiz Melo Campos.
José de Melo e Silva foi escolhido Secretário e Coordenador das primeiras atividades do novo clube.
Como não poderia deixar de acontecer, a escolha do nome do clube recaiu no mais representativo e sugestivo que a população poderia esperar: Brasília Esporte Clube.
As razões que levaram os fundadores a colocarem o nome de Brasília Esporte Clube ao invés de Brasília Futebol Clube se basearam no fato de que o nome da cidade deveria ser a bandeira do novo clube de futebol e também pelo fato de deixar abertura para a criação de outras modalidades esportivas com o decorrer do tempo e com o seu natural crescimento e necessidades.
Um dos primeiros debates da diretoria do novo clube foi a escolha das cores oficiais. Alguns defendiam que as cores deveriam se basear nas cores da bandeira de Brasília, que são o verde e o branco. Entretanto, já existia na Federação um clube verde e branco, o Grêmio Esportivo Brasiliense.
Resolveu-se, então, fazer uma votação para escolha de novas cores. Assim, foram apresentadas duas sugestões, a primeira com as cores rubro-anil e a segunda toda vermelha, por sugestão do dentista Mário Trigo. Colocada em votação, venceu facilmente a que opinara pela cor vermelha, à semelhança do América, do Rio de Janeiro.
Posteriormente, um grupo se reuniu para começar a discussão dos primeiros nomes que seriam consultados para iniciar as atividades esportivas do Brasília.
Um técnico foi a primeira coisa que se cogitou, visto que o time teria de iniciar imediatamente sua atividade para poder estar em condições de disputar ainda em 1975 o campeonato da cidade. Então foi convidado para ser treinador Cláudio Garcia, ex-jogador do Fluminense carioca e Ceub, que, juntamente com outros três profissionais, o Professor de Educação Física Caranambu Bessa, considerado pela crítica como dos melhores do Brasil, mais o Professor Banheti e o especialista em medicina esportiva, Paulo Nardeli, passaram a compor o grupo inicial responsável pela escolha e preparação dos atletas.
Foi promovida uma peneira que atraiu cerca de 600 candidatos, dos quais vinte foram selecionados de imediato, entre eles o zagueiro Jonas Foca, que ganharia oito títulos pelo clube.
O primeiro treino dos novos jogadores do Brasília teve início às 8 horas da manhã do dia 19 de junho de 1975, no Pelezão. Sessenta e quatro atletas apareceram para treinar nesse dia.
O Brasília passou a trabalhar com 30 atletas em treinamento, mas Cláudio Garcia, embora achasse que conseguiria armar uma equipe razoável, pediu reforços à diretoria do clube, pois considerava importante a presença de jogadores mais experientes para poder mesclar com os novos valores que constituíam a base do time.
Alguns que já despontavam para fazer parte do time titular, eram, dentre outros, o goleiro Daniel, Junior, Jonas, Luciano, Luiz Carlos, Odair, Capela, Raimundinho, Bernardino, Fernandinho, Ramilson, Wellington, Mineirinho, Nei e Lindário.
Fora dos campos, em 7 de agosto de 1975 aconteceu a assembleia geral que elegeu e empossou o Conselho Deliberativo e o Conselho Diretor do Brasília. O Conselho Diretoria seria encabeçado por José da Silva Neto, presidente que, por motivos de saúde não pôde assumir o cargo. Em seu lugar, passou a exercer as funções o Vice-Presidente Vicente de Paula Rodrigues da Cunha.
Em seguida vieram as primeiras contratações, como a do goleiro Norberto "Mão-de-Onça", ex-Botafogo, de Ribeirão Preto, a do lateral-direito Terezo, ex-América-RJ, a do armador Ercy, que estava no futebol português, e a do atacante Lenilson, ex-Madureira.
Vieram também os primeiros amistosos contra times amadores. No mesmo ano, o Brasília venceu o Torneio Incentivo, paralelo aos jogos do Ceub no Campeonato Brasileiro, disputado contra Campineira e Humaitá.
No dia 10 de setembro de 1975 aconteceu a primeira apresentação oficial do Brasília Esporte Clube contra o Humaitá, no estádio Presidente Médici, com vitória de 2 x 0, gols de Nei e Humberto, nessa ordem.
O Brasília formou com Daniel, Tereso, Jonas Foca, Luiz Carlos e Odair; Raimundinho (Lindário), Bernardino (Ramilson) e Messias; Mineirinho, Humberto e Nei.
Após sucessivas e péssimas administrações, o clube hoje não é nem sombra do Brasília que deteve a hegemonia no futebol brasiliense, com oito títulos entre 1976 e 1987, permanecendo fora da Primeira Divisão do DF desde o ano de 2017.



segunda-feira, 1 de junho de 2020

OLHO NO LANCE!



Lance do jogo Guará 0 x 0 Taguatinga, válido pelo Campeonato Brasiliense de 1978: Wanner, nº 4, de costas, disputando a bola com Boni, do Guará. De frente para o lance Nonato e o goleiro Daniel

GUARÁ 0 x 0 TAGUATINGA
Data: 8 de outubro de 1978
Local: CAVE
Árbitro: Adélio Nogueira
GUARÁ: Adriano, Ricardo, Gilvan, Rafael e Serginho; Boni, Japão (Luís Fernando) e Wilson (Jorge); Paulo Caju, Nicácio e Wellington. Técnico: Airton Luiz Nogueira.
TAGUATINGA: Daniel, Nonato, Dão, Wanner e Araújo; Warlan, Lelé (Renê) e Elmo; Maurício (Wilton), Belo e Zé Vieira. Técnico: Eurípedes Bueno.