domingo, 26 de janeiro de 2020

CLASSIFICAÇÃO FINAL: Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão - 1976


Sete clubes se inscreveram para disputar o Campeonato Brasiliense de 1976, o primeiro após a definitiva implantação do profissionalismo no futebol do DF. Foram eles: Brasília e Ceub, de Brasília, Flamengo, do Cruzeiro, Grêmio, do Núcleo Bandeirante, Humaitá, do Guará, Gama, do Gama, e Taguatinga, da cidade do mesmo nome.
O regulamento previa a disputa em três turnos e, caso necessário, a realização de uma Fase Final, reunindo os vencedores dos turnos.
O regulamento foi respeitado até momentos antes da decisão do 2º turno. O primeiro havia sido vencido pelo Ceub, que também decidiria o segundo (que também venceu) contra o Grêmio.
Antes desta final, a fim de atender às exigências da CBD, abreviando a indicação do representante de Brasília no Campeonato Brasileiro, os clubes reunidos em Assembleia Geral Extraordinária realizada em 5 de julho de 1976 resolveram escolher quatro equipes profissionais em melhores condições de representar Brasília na competição e disputar um torneio que se convencionou denominar “Jorge Mota e Silva”, em homenagem ao Chefe do Gabinete Civil do Governo do Distrito Federal.
O torneio seria disputado pelas equipes do Brasília, Ceub, Humaitá e Taguatinga, as que mais garantias ofereceram sob aspectos administrativos, técnicos e financeiros. O campeão seria aquele que obtivesse maior número de pontos ganhos.
Esse quadrangular começou e... não terminou! Pelos motivos os mais diferentes possíveis, teve início um festival de recursos que culminaram com a perda da vaga de Brasília no Campeonato Brasileiro e também transformasse a competição local, que ia tão bem, numa competição esvaziada e sem interesse.
Em Assembleia Geral, a federação decidiu pela desfiliação do Ceub, por violação do Art. 74 dos estatutos da FMF, Parágrafo Único, letra "g": "rebeldia ostensiva às normas, estatutos e leis da Federação". Tornou sem efeito a publicação no Boletim Oficial que proclamou o Ceub como campeão do 1º e 2º turnos, tendo em vista o pedido do referido clube de afastamento do campeonato, e considerou como nulas todas as partidas que o Ceub realizou no 1º, 2º e 3º turnos.
Depois disso, a Federação proclamou o Humaitá como campeão do 1º turno, e o Grêmio do 2º.
O Brasília venceu o terceiro e assim tivemos um triangular final reunindo os vencedores de turnos Humaitá, Grêmio e Brasília. O Brasília sagrou-se campeão.
Da classificação final abaixo, não consta o Ceub.

CF
CLUBES
J
V
E
D
GF
GC
SG
PG
Aprov.
1º
BRASÍLIA
14
10
3
1
29
7
22
23
82,1%
2º
GRÊMIO
14
7
3
4
21
15
6
17
60,7%
3º
GUARÁ
14
6
5
3
18
11
7
17
60,7%
4º
TAGUATINGA
15
9
4
2
23
14
9
22
73,3%
5º
CANARINHO
15
3
4
8
15
21
-6
10
33,3%
6º
GAMA
14
2
3
9
11
27
-16
7
25,0%
7º
FLAMENGO (Cruzeiro)
14
1
2
11
7
29
-22
4
14,3%


OS GRANDES TIMES DO FUTEBOL BRASILIENSE: Planaltina - 1993


O Planaltina disputa a Primeira Divisão do Campeonato Brasiliense desde 1985 e a melhor classificação final alcançada foi o 4º lugar nos anos de 1991, 1993, 1995 e 1997.
Em todos esses anos, a maior oportunidade de se chegar a uma inédita final de campeonato aconteceu em 1993, quando realizou uma boa campanha no 1º turno, chegando em terceiro lugar. Nas semifinais, enfrentou o Ceilândia, segundo colocado, empatou o jogo em Planaltina (0 x 0) e surpreendeu o mesmo adversário no Abadião, vencendo-o por 1 x 0. A decisão foi contra o Gama, primeiro colocado no turno. No primeiro jogo, no Adonir Guimarães, empate em 1 x 1. Uma semana depois, no Bezerrão, o Gama venceu por 2 x 0 e acabou o sonho do Planaltina de chegar à final do campeonato.
A foto abaixo é do dia da decisão do 1º turno do Campeonato Brasiliense de 1993, no Bezerrão. A ficha técnica desse jogo foi a seguinte:

GAMA 2 x 0 PLANALTINA
Data: 11 de julho de 1993
Local: Bezerrão
Árbitro: Luciano Almeida
Expulsão: Joel, do Planaltina
Gols: Gil, 1 e 70
GAMA: Carlão, Chaguinha, Aquino, Chiquinho e Márcio; Oliveira, Ésio e Anderson (Renato); Gil, Neno (Paulo César) e Jefferson. Técnico: Joel Martins.
PLANALTINA: Capucho, Auro (Marquinhos), Joel, Alípio e Gilberto; Elton, Michael (Toni) e Paulo Henrique; Chico, Dida e Carlos Gomes. Técnico: Bira de Oliveira.

Em pé, da esquerda para a direita: médico do clube, Paulo Henrique, Capucho, Auro, Gilberto, Alípio e Joel; agachados, na mesma ordem: Chico, Carlos Gomes, Michael, Elton e Dida.



O DIA DE HOJE NO FUTEBOL BRASILIENSE


1964
No primeiro dos dois jogos programados para serem disputados contra o Nacional, no dia 26 de janeiro de 1964 o Rabello venceu por 1 x 0, gol olímpico assinalado pelo ponteiro esquerdo Sabarazinho, aos seis minutos do período derradeiro.
O jogo foi disputado no Estádio Paulo Linhares. A renda foi de CR$ 50.000,00.
O Rabello formou com Gaguinho, Luziné, Edilson Braga, Betão e Délio; Paulinho e Nilo; Ramiro (Djalma), Ceninho, Ely e Raimundinho (Sabarazinho). O Nacional jogou com Chico, Toninho, Amazonas, Logodô e Alberto (Caubi); João e Toinho; Barbosinha (Jadir), Zezito, Hugo (Sáudio) e Ferreira.
Na preliminar entre aspirantes, vitória do Rabello por 2 x 0.
A arbitragem foi de Lourandyr Castro Gomes, que fazia sua despedida de Brasília, transferido a serviço para o Rio de Janeiro. Era 1º Tesoureiro da Associação dos Árbitros do Distrito Federal. Foi substituído por Ivan José de Almeida.

Embora integrado por todos os seus principais valores, o Colombo perdeu para o Liberdade, por 4 x 2, em amistoso realizado em Taguatinga.
No jogo de juvenis, entre Colombo e Cometa, venceu o primeiro por 4 x 1.

1969
O Rabello foi até o Estádio Ruy Rossas Nascimento, em Taguatinga, para enfrentar um time da cidade, o Flamengo, no dia 26 de janeiro de 1969.
O Rabello obteve a vitória de 1 x 0, gol de Walmir, aos 40 minutos do 1º tempo.
Jogou o Rabello com Dico, Wilson, Noel, Carlão e Célio; Didi, Luizinho e Sabarazinho; Walmir (Diogo), Zezé (Paulinho) e Arnaldo (Tião). Técnico: Carlos Morales. Já o Flamengo formou com Índio, Zé Maria, Juvenil, Emanuel (Melinho) e Miranda; Andrade e Nilson; Paulinho, Santos, Moisés e Bengala (Badá).



sábado, 25 de janeiro de 2020

OLHO NO LANCE!



Lance do amistoso em que o Taguatinga enfrentou o Vasco da Gama, do Rio de Janeiro, no dia 6 de junho de 1984, no Serejão. Nele, vemos Wilson Bispo (5) desarmando Geovani; à esquerda, Zinha; à direita, Vilson Tadei (hoje técnico do Gama).
A ficha técnica desse jogo foi a seguinte:
TAGUATINGA 0 x 1 VASCO DA GAMA (RJ)
Data: 6 de junho de 1984
Local: Serejão
Árbitro: Édson Rezende de Oliveira
Gol: Vando, 65
Taguatinga: Hélio (Augusto), Junior, Duda, Zinha e Marcelo; Wilson Bispo (Auro), Jânio e Marquinhos; Lino, Serginho e Lula.
Vasco da Gama: Acácio, Edevaldo, Daniel Gonzalez (Nenê), Ivan e Roberto Teixeira; Oliveira, Geovani e Vilson Tadei; Jussiê (Vando), Cláudio José (Marcelo) e Mário.
Obs.: o Vasco da Gama ganhou a Taça José Ornelas.



ANIVERSARIANTE DO DIA: Nilson Dias


Nilson Severino Dias, o Nilson Dias, nasceu no Rio de Janeiro (RJ), no dia 25 de janeiro de 1952.
Surgiu para o futebol nos infantis do Botafogo, do Rio de Janeiro, estreando no dia 10 de fevereiro de 1968, na vitória de 2 x 1 sobre o Madureira.
Sua estreia na equipe principal do Botafogo foi em 21 de abril de 1970, no Maracanã, no empate em 0 x 0 do Botafogo com o Vasco da Gama.
Em 1971, Nilson Dias participou da Seleção Brasileira de Novos que venceu o Torneio de Cannes, na França, conquistando também o segundo lugar no Torneio Sul-Americano de juniores, disputado no Paraguai.
No ano seguinte, sem maiores explicações, foi sacado do grupo que representou o Brasil nos Jogos Olímpicos de Munich, Alemanha.
No mesmo ano de 1972, em junho, encarou seu primeiro grande desafio quando foi emprestado ao Deportivo Cali, da Colômbia, lá permanecendo até fevereiro de 1973.
Nilson Dias abraçou de vez sua condição de titular quando retornou ao Botafogo, em 1973, sendo o principal goleador do time durante o campeonato brasileiro do mesmo ano.

Nilson Dias não deu sorte ao passar pelo Botafogo num período (década de 70) em que o clube viveu um jejum de conquistas. Não precisou ganhar títulos de expressão para se tornar ídolo da torcida do Botafogo.
Um desses títulos, por coincidência, aqui em Brasília. Nos dias 6 e 8 de setembro de 1974, jogando no estádio Mané Garrincha, o Botafogo venceu o Torneio Independência. Além do alvinegro carioca participaram Ceub-DF, Corinthians-SP e Vitória-BA. Para chegar ao título do torneio o Botafogo venceu o Corinthians, por 1 x 0, e o Vitória-BA, também por 1 x 0, os dois gols marcados por Nilson Dias.
Sua partida de despedida aconteceu em 28 de maio de 1978, no Maracanã, no empate do Botafogo com o Flamengo, em 1 x 1.
Faz parte da história do Botafogo como o 13º maior goleador alvinegro. Entre amistosos e competições oficiais, Nilson Dias disputou 302 jogos com a camisa do Botafogo, marcando 127 gols.
Foi artilheiro do Botafogo nos campeonatos cariocas de 1974 e 1975, em ambos com 18 gols marcados.

No dia 13 de novembro de 1975, no Maracanã, ao dividir uma bola com o lateral Zé Maria, do Corinthians, teve fratura no perônio e rompimento dos ligamentos do tornozelo direito.
Foram quase sete meses de recuperação de uma cirurgia com cinco parafusos e uma placa de platina. Em 21 de janeiro de 1976, mais uma cirurgia para retirar o reforço de platina de sua perna. Nilson Dias deu a volta por cima e retornou ao futebol.
Fez parte da equipe do Botafogo que atingiu uma invencibilidade de 52 jogos, entre 1977 e 1978, disputando 48 desses 52 jogos.
Em junho de 1978, Nilson Dias foi negociado com o Universidad Guadalajara, do México.
Retornou ao Brasil em fevereiro de 1981, contratado pelo Internacional, de Porto Alegre (RS), onde fez boas partidas.

Estreou no colorado gaúcho no dia 7 de março de 1981, no Beira-Rio, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro, marcando o gol da vitória de 1 x 0 sobre o Goiás.
Poucos dias depois, marcou os dois gols do empate de 2 x 2 com o Sport Recife.
Continuou marcando gols até o dia 28 de junho de 1981. Em jogo válido pelo campeonato gaúcho, o Internacional venceu o Brasil, de Pelotas, por 2 x 1, com um gol de Nilson Dias. Foi a última vez que defendeu o Internacional. O presidente José Asmuz sempre deixou claro que não pagaria os 40 milhões de cruzeiros pelo seu passe junto ao futebol mexicano. Nem mesmo uma pesquisa promovida pela Rádio Gaúcha, apontando que 65% dos torcedores do Internacional queriam sua permanência, foi o suficiente para Asmuz mudar seus planos.
Assim, foi emprestado pelo clube mexicano ao Santos, onde estreou no dia 16 de agosto de 1981, no Canindé, contra a Portuguesa de Desportos (0 x 0), em jogo do Campeonato Paulista desse ano.
No jogo seguinte, 19 de agosto, na vitória de 2 x 0 sobre o São José, Nilson Dias marcou seu primeiro gol com a camisa do Santos.

Ficou no clube paulista até abril de 1982. No dia 6 desse mês, fez seu último jogo pelo Santos, quando o clube paulista empatou com o Flamengo, no Morumbi, em 1 x 1.
Saindo do Santos, transferiu-se para o Santa Cruz, de Recife, onde chegou já com o campeonato pernambucano em andamento. Estreou no dia 18 de julho de 1982, em Caruaru, marcando o gol da vitória do Santa Cruz por 1 x 0. Permaneceu no clube pernambucano até o final de 1982.
Devolvido ao Santos ao final do contrato com o Santa Cruz, foi emprestado ao São Cristóvão para a disputa do Campeonato Carioca de 1983.
Nilson Dias permaneceu no Botafogo até o setembro de 1978, quando foi negociado com o Universidade Guadalajara (México).
Retornou ao futebol brasileiro em março de 1981 para defender o Internacional (RS).
Em seguida defendeu o Acadêmica, de Coimbra (Portugal), nas temporadas 1983/1984 e 1984/1985 e o Olaria, em 1985.
Algumas fontes registram ainda passagens do jogador pelo Riffa Bahrain (Bahrein), e Central, de Barra do Piraí (RJ).

NA SELEÇÃO BRASILEIRA

Na Seleção Brasileira Sub-23 estreou no dia 26 de novembro de 1971, marcando o gol do empate em 1 x 1 com o Equador. Sua última participação foi em 17 de junho de 1972, na vitória de 4 x 1 sobre o Hamburgo, da Alemanha. Foram oito jogos e três gols.
Na Seleção Principal foram cinco jogos e um gol. Estreou no dia 23 de janeiro de 1977, na vitória de 1 x 0 sobre a Bulgária. Seu último jogo foi em 3 de março de 1977, marcando um gol na goleada de 6 x 1 sobre um Combinado Botafogo/Vasco da Gama.

Depois que largou o futebol, foi professor de uma escolinha de futebol do Iate Clube Jardim Guanabara, na Ilha do Governador.
Também desenvolveu um projeto de organização do Master do Botafogo juntamente com Mendonça, Maurício e outros craques e amigos de sua época, valorizando os tempos áureos do clube da estrela solitária.

NO FUTEBOL DO DF

Aos 35 anos, no dia 2 de maio de 1989, Nilson Dias se apresentou ao Sobradinho, sendo recebido pela diretoria do clube no Aeroporto Internacional de Brasília.
Seu contrato era de quatro meses.
Participou de dois coletivos e, no dia 7 de maio, fez sua estreia com a camisa do Sobradinho, na vitória de 3 x 1 sobre o Taguatinga, no estádio Augustinho Lima. Nilson Dias marcou dois gols.
Dez dias depois, enfrentou o Gama, no Bezerrão: empate em 1 x 1.
No dia 21 de maio, atuou em mais uma vitória do Sobradinho: 1 x 0 sobre o Brasília.
Conheceu sua primeira derrota no dia 25 de maio, diante do Ceilândia. O Sobradinho perdeu por 3 x 2.
Logo após esse jogo, Nilson Dias pediu rescisão de seu contrato, alegando problemas particulares.


sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

DUELO: GAMA x TAGUATINGA


O Campeonato Brasiliense de Futebol, versão 2020, começará amanhã, com a realização de três jogos, sendo um deles um clássico histórico: Gama x Taguatinga.
Gama e Taguatinga foram fundados no mesmo ano: 1975. Em 1º de julho de 1975, o Pioneira Futebol Clube efetivou a mudança de nome para Taguatinga Esporte Clube. Poucos meses depois, mais precisamente em 15.11.1975, foi a vez do Gama ser fundado.
O Gama continua disputando o campeonato brasiliense até hoje. O Taguatinga paralisou suas atividades em 1999 e, depois de uma fusão com o C. A. Taguatinga, do Núcleo Bandeirante, retornou em 2018, foi vice-campeão da Segunda Divisão local e garantiu vaga na Primeira em 2019.
O Gama é dono do maior número de títulos de campeão brasiliense: 12. O Taguatinga foi campeão brasiliense em cinco oportunidades.
A partir de 1976, no primeiro campeonato de futebol profissional do DF, Gama e Taguatinga realizaram grandes duelos.
E o que ficou para a história desse duelo foi o, por enquanto, predomínio do Taguatinga, senão vejamos:

TOTAL DE JOGOS
78
VITÓRIAS DO TAGUATINGA
29
VITÓRIAS DO GAMA
20
EMPATES
29
GOLS A FAVOR DO TAGUATINGA
89
GOLS A FAVOR DO GAMA
78

A PRIMEIRA VEZ

A primeira vez que Gama e Taguatinga se enfrentaram foi no dia 1º de maio de 1976, no ainda existente estádio Pelezão.
Com um gol de Bira, aos 36 minutos, o Taguatinga venceu a partida por 1 x 0. Jorge Aloise foi o árbitro do jogo, que teve renda de Cr$ 37.000,00. Maurício, do Taguatinga, foi expulso de campo.
As equipes formaram assim:
TAGUATINGA: Carlos José, Aldair (Elmo), Dão (Wanner), Dedinho e Chico; Douradinho, Nemias e Banana; Maurício, Bira e Dinarte. Técnico: Eurípedes Bueno.
GAMA: Noel, Bastos, Bill, Santana e Carlão; Dequinha, Almir e Galego; Carlinhos, Carlos Alberto e Zé Luiz. Técnico: Jesus Santos.

A ÚLTIMA VEZ

Dez anos depois do último jogo entre Gama e Taguatinga, no dia 2 de maio de 1999, os clubes voltariam a se enfrentar em 24 de março de 2019, novamente no Bezerrão, no Gama. A vitória foi do Gama, pelo placar de 1 x 0. A ficha técnica do jogo foi a seguinte:

GAMA 1 x 0 TAGUATINGA
Data: 24 de março de 2019
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Maricleber Gois
Renda: R$ 21.115,00
Público: 2.015 pagantes
Gol: Wisman, 57
GAMA: Rodrigo Calaça, Felipe Tavares, Samuel, Emerson e Cleidson; Tiago Gaúcho (Felipe Werley), Wagner Balotelli e Gordo; Wisman (Júlio César), Betinho e Nunes (Gilsinho). Técnico: Vilson Tadei.
TAGUATINGA: Luan, Bruno Brito, Índio e Felipe Lira; Ferrugem (Bruno Croácia), Amaral, Bruno Oliveira, Renato e Leandro Lima (Portugal); Marquinhos Paracatu e Jean Felipe (Ranyelle). Técnico: Gessimar Marques (Flu).

AS MAIORES GOLEADAS

Gama e Taguatinga sempre fizeram jogos equilibrados, com, geralmente, dois ou menos gols de diferença. Essa “regra” só foi quebrada uma vez. No dia 3 de maio de 1998, o Gama goleou o Taguatinga, por 4 x 1, sendo este o maior placar entre ambos.

A MAIOR SÉRIE DE JOGOS INVICTOS

Apesar da diferença de nove vitórias do Taguatinga sobre o Gama, curiosamente, se considerarmos o período em que o Taguatinga estava na ativa e mais o último jogo entre eles, chegaremos ao total de treze jogos que o Gama não perde. De 12 de dezembro de 1993 a 2 de maio de 1999 e no dia 24 de março de 2019, foram nove vitórias do Gama e quatro empates.
Essa série de jogos sem derrota iguala a alcançada pelo Taguatinga, de 19 de agosto de 1994 a 5 de junho de 1988: foram oito vitórias do Taguatinga e cinco empates.

ONDE FORAM REALIZADOS OS 78 JOGOS

Os 78 jogos entre Gama e Taguatinga foram disputados em quatro estádios do Distrito Federal. Serejão, em Taguatinga, e o Bezerrão, no Gama, foram os que mais receberam o duelo: 36 vezes. Pelezão e Mané Garrincha já receberam esse duelo em três oportunidades cada um.