quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

OS CLUBES DO DF NAS COMPETIÇÕES NACIONAIS: O BRASILIENSE NA COPA DO BRASIL DE 2007



Esta edição da Copa do Brasil contou com a presença de 64 equipes.
O Brasiliense estreou no Grupo 8 no dia 21 de fevereiro de 2007, enfrentando o Barra do Garças F. C., no Estádio Zeca Costa, em Barra do Garças (MT).
O Brasiliense não deu chances ao seu adversário e eliminou o Barra após aplicar o placar de 4 x 1.
O Brasiliense abrir o placar através de Jonhes, aos 21 minutos. Ainda no 1º tempo, aos 30 minutos, o clube de Taguatinga aumentou para 2 x 0, com Dimba. No segundo tempo, Pedro Paulo, aos 21, e Padovani, aos 25, ampliaram para 4 x 0. Aos 33, Fernando marcou o gol de honra do Barra.
Com a vitória, o Brasiliense eliminou a partida de volta, e avançou para a segunda fase da Copa do Brasil. Seu adversário seria o Juventude, de Caxias do Sul (RS), que havia eliminado a Ferroviária, de Araraquara (SP).
O público do jogo foi de 1.568 pagantes, que proporcionaram a renda de R$ 13.180,00.
Sob a arbitragem de Marcos Rossi Fernandes, de Goiás, as equipes atuaram assim:
Barra: Santos, Biro, Taroba (Ortega), Nei, Vladimir e Fernando, Robertinho, Gil (Lenon) e Paulista (Jarlei); Duduzinho e Cafu. Técnico: Nei César.
Brasiliense: Guto, Patrick, Ailson, Padovani e Rodriguinho; Coquinho (Toni), Carlos Alberto e Rafael Toledo; Warley (Pedro Paulo), Jonhes e Dimba (Adrianinho). Técnico: Roberto Fernandes.

No dia 14 de março de 2007, no Estádio Serejão, em Taguatinga, o Brasiliense não conseguiu sair do 0 x 0 diante do Juventude, no jogo de ida da 2ª fase da Copa do Brasil. No 1º tempo, o Brasiliense atuou melhor e desperdiçou uma série de oportunidades de definir o jogo. Na etapa complementar, foi a vez do Juventude atuar melhor, mas não aproveitou a chance de sair de Brasília sem a necessidade do jogo de volta.
Desfalcado de sua dupla titular de ataque, Dimba e Warley, contundidos, o Brasiliense começou a partida com apenas um atacante, Jonhes.
Eis os dados do jogo:
BRASILIENSE 0 x 0 JUVENTUDE
Árbitro: Elmo Alves Resende Cunha (GO)
Renda: R$ 10.105,00
Público: 1.919 pagantes e 560 não pagantes
Brasiliense: Guto, Patrick, Ailson, Padovani e Rodriguinho (Antônio); Coquinho, Agenor (Maia), Adrianinho (Kabrine); Carlos Alberto e Allann Delon; Jonhes. Técnico: Roberto Fernandes.
Juventude: Michel Alves, Michel, Fabrício, Ricardo e Márcio Azevedo; Júlio César (Wescley), Radamés, Fábio Rosa (Veiga) e William; Da Silva e Tadeu (Lauro). Técnico: Ivo Wortman.

Uma semana depois, 21 de março de 2007, o Brasiliense foi até o Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS), para enfrentar o Juventude, no jogo de volta.
Quando a partida começou, os times demonstraram que o placar de 0 x 0 dificilmente se repetiria.
Logo aos 8 minutos, Allann Delon inaugurou o placar para o Brasiliense. Quando o Brasiliense começava a dominar o jogo, o Juventude empatou, aos 15 minutos, com um gol de Alex Alves.
Aos 41 minutos, o Brasiliense voltou a ficar na frente do placar, com outro gol de Allann Delon.
No segundo tempo, aos dez minutos, o Juventude empatou, com um gol de William.
O jogo passou, então, a não ter lances de muito perigo. O Brasiliense passou a administrar o placar, enquanto o Juventude, desorganizado, não conseguiu articular nada que pudesse exercer pressão sobre seu adversário.
Aos 40 minutos, o lateral Patrick fez belíssima jogada pela direita, driblou dois marcadores, além do goleiro Michel Alves, e fez um golaço, dando números finais ao jogo: 3 x 2.
O próximo adversário do Brasiliense seria o Cruzeiro, de Belo Horizonte (MG).
Paulo Henrique de Godoy Bezerra, de Santa Catarina, foi o árbitro do jogo, que teve público de 5.045 pagantes, com renda de R$ 47.380,00.
O Brasiliense atuou com Guto, Patrick, Ailson, Padovani e Rodriguinho; Coquinho, Carlos Alberto, Agenor e Adrianinho (Pedro Paulo); Allan Delon (Warley) e Dimba (Maia). Técnico: Roberto Fernandes.
O Juventude foi eliminado jogando com Michel Alves, Michel, Fabrício, Wescley e Márcio Azevedo; Júlio César (Tadeu), Radamés, Lauro e William (Juliano); Da Silva (Cristiano) e Alex Alves. Técnico: Ivo Wortman.

O Brasiliense só voltou a atuar na Copa do Brasil quase um mês depois de seu último jogo. No dia 18 de abril, conseguiu um excelente resultado ao vencer o Cruzeiro, por 1 x 0, em pleno Estádio Mineirão, em Belo Horizonte.
O volante Agenor foi o autor do gol da vitória, logo aos sete minutos de jogo, ao aproveitar um cruzamento na área e marcar de cabeça.
Mesmo com as substituições promovidas pelo técnico Paulo Autuori, o Cruzeiro não conseguiu nada de positivo no jogo, amargando a derrota em casa.
Um público de 14.180 pessoas compareceu ao estádio, deixando nas bilheterias a arrecadação de R$ 158.922,50.
William Marcelo Souza Nery, do Rio de Janeiro, foi o árbitro do jogo e as equipes atuaram com essas formações:
Cruzeiro: Fábio, Jonathan, Luizão, Gladstone e Fábio Santos (Thiago Heleno); Paulinho Dias, Léo Silva, Leandro Domingues (Fellype Gabriel) e Maicosuel (Rômulo); Guilherme e Araújo. Técnico: Paulo Autuori.
Brasiliense: Guto, Patrick, Ailson, Padovani e Rodriguinho; Coquinho (Ademar), Agenor, Carlos Alberto e Allan Dellon (Adrianinho); Dimba (Catatau) e Warley. Técnico: Roberto Fernandes.

O jogo de volta, no dia 25 de abril, no Estádio Serejão, foi um sufoco terrível para o Brasiliense. Mas o Brasiliense mostrou determinação e eliminou outro time da Série A do Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro.
O Brasiliense começou melhor a partida, tentando aproveitar-se do nervosismo dos mineiros. Mas foi o Cruzeiro que saiu na frente. Aos 19 minutos, Fábio Santos cruzou da esquerda e Guilherme desviou. A bola bateu em Padovani antes de balançar a rede.
No entanto, o Brasiliense buscou o empate logo na sequência. Aos 21min, Warley recebeu cruzamento de Patrick e obrigou Fábio a rebater. Dimba apareceu para  decretar o empate, que classificou o Brasiliense, para a próxima fase, onde enfrentaria outro time mineiro, o Ipatinga, que eliminou o Sport Recife (PE), nos pênaltis.
Washington José Alves de Souza, do Amazonas, foi o árbitro do jogo.
O Brasiliense jogou com Guto, Patrick (Catatau), Pedro Paulo, Padovani e Rodriguinho; Coquinho, Agenor, Carlos Alberto e Alan Dellon; Warley (Maia) e Dimba (Adrianinho). Técnico: Roberto Fernandes.
O Cruzeiro atuou com Fábio, Gabriel, Luizão, Gladstone e Fábio Santos; Léo Silva (Leandro Domingues), Ricardinho, Geovanni (Rômulo) e Maicosuel (Felipe Gabriel); Araújo e Guilherme. Técnico: Paulo Autuori.

No dia 2 de maio de 2007, no estádio Serejão, pela abertura das quartas-de-final da Copa do Brasil, jogo de ida, o Brasiliense recebeu o Ipatinga (MG).
Passando outro sufoco, conseguiu arrancar o empate em 2 x 2 aos 50 minutos da 2ª etapa. Com a presença de um bom público, o Brasiliense não soube tirar proveito das várias oportunidades que teve.
A partida começou muito movimentada, com ambas as equipes buscando o caminho do gol a todo instante. Logo aos 7 minutos, Roncato arrancou com a bola pela lateral e cruzou para Charles marcar de cabeça: Ipatinga 1 x 0.
Aos 39 minutos Dimba marcou o gol de empate, e o árbitro Djalma José Beltrami Teixeira, do Rio de Janeiro, apontou para o centro do gramado. Após a comemoração dos jogadores do Brasiliense, e depois de sofrer uma forte pressão de todo o time do Ipatinga, o árbitro voltou atrás e anulou o gol, alegando um toque de mão do atacante do Brasiliense. Aos 42, Charles que já tinha cartão amarelo, cometeu falta violenta em Warley e recebeu cartão vermelho.
Veio o 2º tempo e logo aos dois minutos, Warley foi empurrado por Henrique dentro da área, pênalti. Dimba marcou o gol de empate do Brasiliense.
Aos 13, Roncatto voltou a colocar o Ipatinga na frente.
Aos 50 minutos, já nos acréscimos, Rodriguinho cobrou falta da esquerda dentro da área, Padovani resvalou de cabeça e colocou a bola no fundo das redes: 2 x 2.
O Brasiliense formou com Guto, Patrick (Johnes), Marcelão, Padovani e Vainer (Maia); Coquinho, Agenor (Adrianinho), Rodriguinho e Alan Dellon; Warley e Dimba.
Técnico: Roberto Fernandes.
O Ipatinga atuou com Rodrigo Posso, Mariano, Henrique, Mateus e Beto; Augusto Recife, Charles, Everton e Walter Minhoca (Genalvo); Roncatto (Pachola) e Diego Silva (Adeilson). Técnico: Gilson Kleina.

Na partida de volta, no dia 9 de maio de 2007, o Brasiliense foi até o interior de Minas Gerais, no estádio Ipatingão, e venceu o Ipatinga por 1 x 0, gol do artilheiro Dimba, aos 24 minutos do 2º tempo. Com esse resultado, o Brasiliense avançou para as semifinais da competição, onde enfrentaria o Fluminense, que desclassificou o Atlético Paranaense.
Ao término da partida, os jogadores do Brasiliense comemoraram muito o triunfo que foi a quarta vitória consecutiva atuando fora de casa.
Sálvio Spindola Fagundes Filho, de São Paulo, foi o árbitro e as equipes atuaram assim:
Ipatinga: Rodrigo Posso, Mariano, Henrique, Matheus e Beto; Augusto Recife (Elber), Luciano Sorriso, Everton (Pachola) e Walter Minhoca; Roncatto (Adeilson) e Diego Silva. Técnico: Gilson Kleina.
Brasiliense: Guto, Patrick (Maia), Padovani, Marcelão e Rodriguinho (Vainer); Coquinho, Carlos Alberto e Adrianinho; Dimba (Ailson), Warley e Johnes. Técnico: Roberto Fernandes.

No primeiro jogo das semifinais, no dia 16 de maio de 2007, no Maracanã, o Brasiliense até saiu da frente do placar, diante do Fluminense, com um gol de Rafael Toledo, aos 17 minutos. Mas, depois, só deu Fluminense e acabou tomando a virada e a goleada de 4 x 2, a primeira e única derrota da equipe na competição.
Warley marcou o segundo gol do Brasiliense, aos 23 minutos do 2º tempo, quando o marcador apontava 3 x 1 a favor do tricolor carioca. Thiago Silva (36-1º), Alex Dias (40-1º) e Adriano Magrão (4-2º) haviam marcado os gols do Fluminense, e Carlos Alberto, de pênalti, definiu o placar em 4 x 2, aos 33 do 2º tempo.
O público foi de 31.550 pagantes e a renda de R$ 230.763,00. Héber Roberto Lopes, do Paraná, foi o árbitro.
O Fluminense venceu com Fernando Henrique, Carlinhos, Thiago Silva, Roger e Junior César; Fabinho (Thiago Neves), Arouca, Cícero e Carlos Alberto; Alex Dias e Adriano Magrão (Lenny). Técnico: Renato Gaúcho.
O Brasiliense foi derrotado com Guto, Rafael Toledo (Maia), Padovani, Marcelão e Rodriguinho; Coquinho, Agenor, Carlos Alberto e Allann Delon (Adrianinho); Dimba e Warley. Técnico: Roberto Fernandes.

No jogo de volta das semifinais, no dia 23 de maio de 2007, o Brasiliense recebeu o Fluminense no Estádio Serejão completamente lotado e, ao empatar em 1 x 1, deu adeus ao torneio.
Com maior volume de jogo, o Brasiliense saiu na frente do marcador: logo aos quatro minutos de jogo, Allann Delon tabelou com Warley e recebeu na risca da grande área, chutando forte no canto de Fernando Henrique. Mas, com a expulsão infantil do capitão Carlos Alberto, ainda no 1º tempo (aos 45 minutos), a equipe do Brasiliense não conseguiu alcançar a vantagem de dois gols que precisava. Com o empate, o Fluminense avançou para a final da Copa do Brasil, onde enfrentaria o Figueirense.
O gol do Fluminense surgiu aos 4 minutos do 2º tempo, através de Adriano Magrão.
Depois disso, o que se viu em campo foi uma grande pressão do Brasiliense para cima do Fluminense, mesmo com um jogador a menos, com direito a duas bolas nas traves de Fernando Henrique, por intermédio de Patrick e Marcelão.
Paulo César de Oliveira, de São Paulo, foi o árbitro do jogo e as equipes formaram assim:
Brasiliense: Guto, Patrick, Marcelão, Pedro Paulo e Rodriguinho; Coquinho, Agenor, Carlos Alberto e Allann Delon (Adrianinho); Dimba (Maia) e Warley (Léo Guerreiro). Técnico: Roberto Fernandes.
Fluminense: Fernando Henrique, Carlinhos, Thiago Silva, Luiz Alberto e Junior César (Ivan); Fabinho, Arouca, Cícero (Thiago Neves) e Romeu; Alex Dias e Adriano Magrão (Lenny). Técnico: Renato Gaúcho.

Na classificação geral, o Brasiliense ficou na quarta colocação. Dimba, do Brasiliense, foi um dos artilheiros da Copa do Brasil, com cinco gols, juntamente com Dênis Marques, do Atlético Paranaense, André Lima, do Botafogo, e Victor Simões, do Figueirense.



sábado, 22 de fevereiro de 2014

3ª RODADA DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 2014


FORMOSA 2 x 1 CEILÂNDIA
Data: 01.02.2014
Serra do Lago, Luziânia (GO)
Árbitro: Rafael Diniz
Renda: R$ 525,00
Público: 55 pagantes
Gols: Éder, 46; Tavares, 49 e Éder, 88
FORMOSA: Lauro, Leumir (Kássio), Preto Marabá, André Luiz e Marcelo (Vinícius); Cléber Sousa, Nick, Geovane, Romário (Giva) e Claudionor; Éder. Técnico: Júnior Pezão.
CEILÂNDIA: França, Dudu Gago, Sandro, Cláudio Luiz e Badhuga; Juninho Goiano, Chulapa (Gilmar Here), Thiaguinho e Allann Dellon (Pupu); Valdinei (Cassius) e Tavares. Técnico: Adelson de Almeida.

SANTA MARIA 1 x 0 LEGIÃO
Data: 01.02.2014
Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Gildevan Lacerda
Renda: R$ 2.105,00
Público: 1.621 pagantes
Gol: Ualace, 74

SANTA MARIA: Paulo, Ismaile, Adailson, Ualace e Messias (Adelso); Davi, Junior, Allan, Maurício e Olavo (Léo Borges); Lucas. Técnico: Sérgio Passarinho.
LEGIÃO: Thiago, Bruninho, Somália, Cristiano e Felipe; Diego Xavier (Índio), Rafael, Márcio Costa, Tinga e Jefferson (Juninho); Janiel (Wudson). Técnico: Bira de Oliveira.

BRASILIENSE 1 x 1 BRASÍLIA
Data: 02.02.2014
Serejão, Taguatinga (DF)
Árbitro: Ademário Neves
Renda: R$ 4.157,00
Público: 1.853 pagantes
Gols: Alekito, 59 e Baiano (pênalti), 87
BRASILIENSE: Welder, Bruno, Tavares, Cauê e Ederson; Júlio Bastos, Everton (Peninha), Thomaz (Baiano), Ramon e Edicarlos (Formiga); Laécio. Técnico: Reinaldo Gueldini.
BRASÍLIA: Artur, Tamaré, André Nunes, Márcio Santos e Kaká; Pedro Ayub, Mateuzinho, Clécio (Ismar), Gilmar (Jean Carlos) e Alekito; Claudecir (Van Basty). Técnico: Marcos Soares.

LUZIÂNIA 1 x 0 CAPITAL
Serra do Lago, Luziânia (GO)
Data: 02.02.2014
Árbitro: Sávio Sampaio
Renda: R$ 10.020,00
Público: 1.182 pagantes
Expulsão: Zumba, do Capital
Gol: Aldo, 87
LUZIÂNIA: Edmar Sucuri, Lucas Garcia, Carlão, Erivaldo e Rafinha; Aldo, Thompson (Xuxa), Vaguinho, Rodriguinho e Lúcio Bala (Alceu); Chefe. Técnico: Ricardo Antônio.
CAPITAL: Gusthavo, Renato, Arthur, Nem e Lucas Rodrigues; Zumba, Sávio, Rafael Toledo, Geraldinho e Matheus (Hugo); Anjinho. Técnico: Alex Oliveira.

UNAÍ/PARACATU 0 x 0 CEILANDENSE
Data: 02.02.2014
Frei Norberto, Paracatu (MG)
Árbitro: Paulo Fernando Meireles
Renda: R$ 6.790,00
Público: 679 pagantes
UNAÍ/PARACATU: Arlem, Flavinho, Adriano Paraná, Binha e Alemão; Léo Cruz, Luan, Luizinho; Willian César e Sabino: Reinaldo. Técnico: Gauchinho.
CEILANDENSE: Dida, Clein, Rayllan (Pão de Queijo), Neto e Rigo; Daniel, Kleber, Wesley Brasília, Kiki e Luís André (Lucas Silva); Rodrigo Félix (Romarinho). Técnico: Marcos Sena.

GAMA 1 x 0 SOBRADINHO
Data: 02.02.2014
Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Rodrigo Raposo
Renda: R$ 14.220,00
Público: 2.432 pagantes
Expulsão: Patrick, do Sobradinho
Gol: Fábio Saci, 82
GAMA: Felipe Sobral, Luciano, Ronaldo, Alex e Indio (Thyago Fernandes); Galvão, Diego, Douglas Pará (Wallace), Ferreira e Pimenta (Pablo); Fábio Saci. Técnico: Eduardo Allax.
SOBRADINHO: Donizeti, Patrick, Galego, Rodrigo (Marcelinho) e Kabrine; Didão, Tartá, Rodrigo Alves, Tiago (Romarinho) e Emerson; Dimba (Rodrigo Melo). Técnico: João Carlos Cavalo.



sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

JOGOS INUSITADOS: POEIRA, LEVANTOU POEIRA!


Colombo e Defelê jogavam pelo 2º turno do Campeonato Brasiliense de 1962, no dia 23 de setembro, no Estádio Israel Pinheiro.
Aos 12 minutos, Tião II inaugurou o placar, fazendo 1 x 0 para o Colombo. Não demorou para o Defelê empatar. Isto aconteceu seis minutos depois, quando Ramiro assinalou um gol.
Aos 36 minutos do primeiro tempo, a partida foi interrompida, devido a um forte vento que carregou sobre a cancha uma enorme e espessa nuvem de poeira. Temendo pela saúde dos jogadores e da torcida, o árbitro Lourandyr de Castro Gomes encerrou o jogo. Era flagrante a impossibilidade de ser praticado o futebol.
O Colombo atuava com Itacaramby, Vonges, Nilo e Benê; Índio e Paulista; Almir, Tião II, Tião I, Baiano e Cid.
O Defelê atuava com Walmir, Zé Paulo, Gavião e Wilson Godinho; Alonso Capella e Oswaldo; Ramiro, Agnaldo, Ely, Matarazzo e Sabarazinho.



terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

AS DECISÕES: CAMPEONATO BRASILIENSE DA SEGUNDA DIVISÃO DE 1961

Quatro clubes disputaram o campeonato brasiliense da Segunda Divisão de 1961: Colombo, Guanabara, La Salle e Real.
Ao final dos dois turnos, Colombo e Guanabara tiveram campanhas bastante semelhantes: quatro vitórias e dois empates (entre eles).
Como o regulamento determinava que, em caso de empate no total de pontos ganhos, seria necessária uma decisão em “melhor-de-três”, os dois clubes decidiram o campeonato em três jogos bastante equilibrados.
 
GUANABARA 1 x 1 COLOMBO
Data: 12.11.1961
Local: Israel Pinheiro
Árbitro: Moacyr Siqueira
Renda: Cr$ 20.000,00
Gols: Jorge, 25 e Walfredo, 34
Guanabara: Cláudio, Toninho, Zenildo e Pedrinho; Farneze e Julinho; Nelício, Hélio, Walfredo, João Dutra e Walter.
Colombo: Afrânio, Vonges e Nenê; Dequinha, Paulista e Fuminho; Jorge, Baiano, Tião I, Cid e Tião II.
 
GUANABARA 2 x 2 COLOMBO
Data: 26.11.1961
Local: Israel Pinheiro
Árbitro: Josué Costa Araújo
Renda: Cr$ 6.800,00
Gols: Tião I, 10; Walfredo (pênalti), 15; Tião I e Barbosinha, no 2º tempo
Guanabara: Braga, Zenildo, Hélio e Julinho; Pedrinho e Farneze; Nelício, Walter I (Barbosinha), Walfredo, João Dutra e Walter II.
Colombo: Afrânio, Nenê (Tião II) e Nilo; Dequinha, Paulista e Walter; Vonges, Carrara, Tião I, Baiano e Cid.
 
GUANABARA 1 x 0 COLOMBO
Data: 03.12.1961
Local: Aristóteles Góes
Árbitro: Jorge Cardoso
Renda: Cr$ 20.000,00
Expulsões: Baiano e Dequinha, do Colombo
Gol: Walfredo, 79
Guanabara: Braga, Toninho e Zenildo; Pedrinho, Farneze e Julinho; Nelício, Hélio, Walfredo, João Dutra e Walter (Barbosinha).
Colombo: Maia, Vonges e Nilo; Nenê, Dequinha e Paulista; Tião II, Carrara, Tião I, Baiano e Cid.



segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

A VISITA DO LAGOA SANTA E A DESPEDIDA DE EDILSON BRAGA


Para comemorar o encerramento da carreira de jogador de futebol de Edilson Braga, o Lagoa Santa Esporte Clube (clube que Edilson Braga defendeu por muitos anos), de Minas Gerais, realizou dois jogos em Brasília no mês de junho de 1964.
No primeiro, no dia 17, enfrentou o Defelê e empatou em 1 x 1. O jogo foi realizado no Estádio Ciro Machado do Espírito Santo e teve como árbitro Aristeu Teixeira Santana. A renda foi de CR$ 81.300,00.
Os gols foram marcados no 1º tempo: Miguel, para o Lagoa Santa, aos 35 minutos, e Parola, aos 40.
Assim formaram as equipes:
Defelê: Matil, Matarazzo, Alonso Capella, Parola e Wilson Godinho; Leônidas e Jacaré; Alaor Capella, Bawany, Fernandinho e Arnaldo.
Lagoa Santa: Louro, Bebé, Edinho, Alberto e Canhoto; Ator (Hélio) e Ceci; Joãozinho, Miguel, João de Deus e Toninho.

Dois dias depois, 19 de junho, após estar perdendo por 2 x 0, o Rabello conseguiu empatar o jogo.
No 1º tempo, aos 31 minutos, Hélio abriu o marcador em favor do clube mineiro. Aos 10 minutos do 2º, João de Deus ampliou para 2 x 0. O empate do Rabello veio através dos gols de Amaury, aos 15, e Zé Maria, cobrando pênalti, aos 18 minutos do 2º tempo.
O árbitro foi Eduíno Edmundo Lima e a renda de CR$ 105.000,00. As equipes se apresentaram com as seguintes constituições: Rabello – Chicão (Gaguinho), Aderbal, Betão, Bimba e Ivan; Farneze e Beto Pretti; Sabará, Amaury, Ayres e Vitinho (Zé Maria). Lagoa Santa – Louro, Bebé, Edinho, Alberto e Canhoto; Ator (Hélio) e Ceci; Joãozinho, Miguel, João de Deus e Toninho.



sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1981


CLUBES PARTICIPANTES: 6.
JOGOS REALIZADOS: 59.
GOLS ASSINALADOS: 104.
MÉDIA DE GOLS POR JOGO: 1,7.
MELHOR ATAQUE DO CAMPEONATO: Taguatinga, com 32 gols a favor.
PIOR ATAQUE DO CAMPEONATO: Tiradentes e Sobradinho, 10 gols a favor.
MELHOR DEFESA DO CAMPEONATO: Guará, com 14 gols contra.
PIOR DEFESA DO CAMPEONATO: Sobradinho, com 26 gols contra.
MELHOR SALDO DE GOLS: Taguatinga, 17.
MAIOR NÚMERO DE VITÓRIAS: Taguatinga, com 17.
MENOR NÚMERO DE VITÓRIAS: Sobradinho, 1.
MENOR NÚMERO DE DERROTAS: Taguatinga, 4.
MAIOR NÚMERO DE DERROTAS: Sobradinho, com 10.
MELHOR ÍNDICE DE APROVEITAMENTO: Taguatinga, com 72,2%.
MAIOR GOLEADA DO CAMPEONATO: 27.09.1981, Gama 4 x 0 Sobradinho.
JOGO COM MAIOR NÚMERO DE GOLS MARCADOS: 05.07.1981, Sobradinho 4 x 1 Tiradentes.

Péricles

ARTILHEIROS

1º - Péricles (Taguatinga), 9 gols;
2º - Peba (Taguatinga), 6;
3º - Belini (Sobradinho), 5;
4º - Jussiê (Brasília), Ivonildo (Guará), Caiaba e Serginho (Taguatinga) e Messias (Tiradentes), 4;
5º - Wander (Brasília),Cleiton, Manoel Ferreira e Mazinho (Gama), Éder, Edvaldo e Jânio (Guará), Raimundinho (Taguatinga) e Ciso (Tiradentes), 3;
6º - Luisinho (Brasília), Guilherme (Gama), Cidão e Dionísio (Guará), Gaúcho (Sobradinho), Décio, Heraldo e Zé Vieira (Taguatinga) e Maurício Pradera (Tiradentes), 2; e
7º - Alencar, Aloísio, Décio, Jonas Foca, Marco Antônio, Ricardo, Santos e Willians (Brasília), Moreirinha e Vicente (Gama), Barão, Carioca, Garcia, Jesus, Moreira e Toninho (Guará), Hiran, Iranil e Renê (Sobradinho), Duda (Taguatinga) e Tico (Tiradentes), 1 gol cada.

ÁRBITROS QUE ATUARAM

1° - Edson Rezende de Oliveira, 14 jogos;
2º - Roberto de Freitas Coelho, 9;
3º - Clésio José Penoni, 7;
4º - Ranulfo José Soares e Walterley Pereira, 6
5º - Cacírio Marinho, 3;
6º - Antônio Barbosa, Francisco Portugal, Tolistoi Batista e Vicente de Paulo Lima, 2; e
7º - Antônio Gomes, Carlos Alberto Hagstrom, Francisco José Lopes, José Raimundo Leite, José Vidal da Mota e Osvaldo dos Santos, 1 jogo cada.

ESTÁDIOS UTILIZADOS

1º - Serejão, em Taguatinga, 19 jogos;
2º - Pelezão, em Brasília, 13;
3º - CAVE, no Guará, 12;
4º - Bezerrão, no Gama, 10 e
5º - Augustinho Lima, em Sobradinho, 5.



quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

AS DECISÕES: CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1983


Brasília, campeão do 1º e 4º turnos, Taguatinga, vencedor do 2º e Guará, ganhador do 3º, decidiram, num triangular, o Campeonato Brasiliense de 1983, que foi realizado de 15 de maio a 4 de dezembro e teve a participação de oito clubes.
Os jogos que decidiram o campeonato foram estes:

BRASÍLIA 1 x 1 TAGUATINGA
Data: 27.11.1983
Local: Pelezão
Árbitro: Tolistoi Batista
Renda: Cr$ 1.467.000,00
Público: 1.313 pagantes
Gols: Péricles, 62 e Santos, 78
BRASÍLIA: Sidney, Ricardo, Kidão, Jonas Foca e Ahlá; Pinheiro, Marco Antônio e Wander; Santos, Zeca e Aloísio (Nei). Técnico: Mozair Barbosa.
TAGUATINGA: Adriano, Pacheco, Rubão, Décio e Cuca (Paulo Araújo); Boni, Péricles e Raimundinho (Jânio); Vilmar, Zecão e Luís Carlos. Técnico: Jorge Medina.

TAGUATINGA 1 x 2 GUARÁ
Data: 30.11.1983
Local: Serejão
Árbitro: José Mário Vinhas
Renda: Cr$ 1.412.500,00
Público: 1.364 pagantes
Gols: Zé Maurício, 15; Éder, ??? e Jânio, 56
TAGUATINGA: Adriano, Warlan (Cuca), Rubão, Décio e Pacheco; Boni, Péricles e Jânio; Vilmar (Waldir), Zecão e Luís Carlos. Técnico: Jorge Medina.
GUARÁ: Bocaiúva, Elmo, Carlinhos, Roberto e Geraldo Galvão; Barão, Zé Maurício e Marcelo; Mané (Peba), Mirandinha (Esquerdinha) e Éder. Técnico: Didi de Carvalho.

BRASÍLIA 1 x 0 GUARÁ
Data: 04.12.1983
Local: Pelezão
Árbitro: Hermínio Irani Brás Nunes
Renda: Cr$ 3.758.500,00
Público: 3.799 pagantes (recorde do campeonato)
Gol: Santos, 44
BRASÍLIA: Sidney, Ricardo, Kidão, Jonas Foca e Ahlá; Pinheiro, Marco Antônio e Wander (Edson Queiroz); Santos, Zeca e Aloísio (Nei). Técnico: Mozair Barbosa.
GUARÁ: Bocaiúva, Índio, Carlinhos (Esquerdinha), Roberto e Geraldo Galvão; Barão, Zé Maurício e Marcelo; Mané (Peba), Mirandinha e Éder. Técnico: Didi de Carvalho.



segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

O CLUBE DO REMO EM BRASÍLIA - 1967


Nos dias 16 e 18 de junho de 1967 foi realizado um torneio interestadual em comemoração ao 9º aniversário da cidade de Taguatinga. 

Os jogos foram disputados no recém-inaugurado Estádio do Flamengo, de Taguatinga (que levou o nome de Ruy Rossas do Nascimento), contando com a participação do clube promotor, o Flamengo, Cruzeiro e Defelê, de Brasília, e o Clube do Remo, de Belém (PA).
A primeira rodada apresentou os seguintes jogos (os vencedores decidiriam o torneio):

Flamengo 2 x 3 Cruzeiro
Ruy Rossas do Nascimento
Árbitro: Eduíno Edmundo Lima
Renda: NCr$ 567,00 (da rodada dupla)
Expulsão: Jaime, do Flamengo
Gols: Jaime, 29; Nando, 44; Ademir, 51; Paulada, 55 e Nando, 81
Flamengo: Cláudio (Chico), Luiz, Macedo, J. Pereira (Juarez) e Miranda; Zoca e Beto Pretti; Ademir, Adão (Vitinho), Jaime e Cabeleira (Manoelzinho).
Cruzeiro: Waldemar, Elinho, Juca, Maninho e Abadio (Grover); Alencar e Márcio; Ramalho, Paulada, Nando e Ribamar.

Defelê 0 x 1 Clube do Remo
Ruy Rossas do Nascimento
Árbitro: Silvio Fernandes
Expulsão: Décio
Gol: Edvard, 76
Defelê: Tonho, Boni, Lima (Matarazzo), Farneze e Wilson; Quincas e Sabará; Santos, Invasão (Pepe) (Mozart), Décio e Djalma.
Clube do Remo: Florisvaldo (François), Íris (China), Socó (Nagel) e Edilson; Oberdan e Luís Carlos; Zezé (Adinamar), Américo, Amoroso (Edvard) e Cláudio.

No dia 18 de junho, na preliminar, o Defelê venceu o Flamengo e ficou com a terceira colocação do torneio.

Flamengo 1 x 2 Defelê
Ruy Rossas do Nascimento
Árbitro: Gilberto Nahas
Expulsões: Macedo, do Flamengo, e Sabará, do Defelê
Gols: Jaime, 19; Batista, 26 e Djalma, 48
Flamengo: Chico, Luiz, Macedo, Juarez e J. Pereira; Luís Carlos (Itérbio) e Zoca; Ademir (Manoelzinho), Adão (Vitinho), Jaime (Osvaldo) e Serenata (Cabeleira).
Defelê: Tonho, Boni, Lima, Zé Maurício (Batista), Farneze e Wilson; Quincas e Sabará; Santos, Pepe, Décio e Djalma.

No jogo principal, o Cruzeiro surpreendeu o favorito Remo, ficando com a taça de campeão do torneio.

Cruzeiro 1 x 0 Clube do Remo
Ruy Rossas do Nascimento
Árbitro: Nilzo de Sá
Renda: NCr$ 1.455,00 (da rodada dupla)
Gol: Ribamar, 11
Cruzeiro: Waldemar, Juca, Grover, Maninho e Elinho; Adilson e Alencar; Ramalho, Paulada, Nando e Ribamar (Luciano).
Clube do Remo: Florisvaldo, China, Socó, Nagel e Edilson; Oberdan e Luís Carlos; Zezé, Américo (Edvard), Amoroso e Cláudio.



domingo, 9 de fevereiro de 2014

FICHA TÉCNICA: o artilheiro Joãozinho


João Jerônimo  Moura, o Joãozinho, nasceu em Padre Bernardo (GO), no dia 19 de julho de 1960.
Passava seu tempo de menino jogando bola nas ruas de sua cidade. Levado por seu irmão Antônio começou a jogar bola no Barão E. C., de Padre Bernardo.
Aos 18 anos, Joãozinho se mudou com os pais e os seis irmãos para Brazlândia, onde defendeu clubes amadores como o Auto Esporte, Atlético e o Brazlândia E. C.
Em 16 de março de 1979, aconteceu um amistoso no Bezerrão no qual Joãozinho começaria a mostrar seu futebol para os outros clubes de Brasília: Seleção do Gama 2 x 0 Seleção de Brazlândia. Joãozinho começou no banco e entrou no segundo tempo na Seleção de Brazlândia. Não demorou para ser levado por Antônio Cardoso para fazer um teste no Ceilândia, onde passou a integrar as categorias de base. Na equipe profissional fez sua estreia no dia 15 de maio de 1983, marcando o gol do empate de 1 x 1 com o Gama. Marcou três gols no campeonato daquele ano.
Disputou mais um campeonato pelo Ceilândia, o de 1984, quando marcou oito gols.
No ano seguinte, 1985, foi contratado pelo Taguatinga. Em seu novo clube, marcou 7 gols no campeonato brasiliense.
Tornou-se artilheiro do campeonato brasiliense pela primeira em 1986, quando marcou 16 gols, além de ter sido artilheiro do Torneio Paralelo do Campeonato Brasileiro de 1986 (uma espécie de divisão inferior), com 11 gols.
Seu bom desempenho em 1986 o levou para a Seleção Brasileira de Novos, treinada por Jair Pereira, fato que tem mais mérito ainda por sabermos como é difícil um jogador da Região Centro-Oeste ser chamado para servir o selecionado brasileiro, independente da categoria.
Começou como titular, disputou seis jogos (quatro amistosos e dois oficiais), não marcou nenhum gol e acabou perdendo a vaga de titular para Wallace, do Flamengo, filho do ex-atacante Silva, o Batuta.
Dentre os jogos oficiais, dois foram pelo Campeonato Sul-Americano de Futebol, disputado no Chile, em busca de uma classificação para os Jogos Pan-Americanos de Indianápolis (EUA), em 1987.
Joãozinho disputou o primeiro jogo (1 x 1) contra o Paraguai, em 25.11.1986. Nos jogos contra Bolívia e Colômbia, foi barrado por Wallace, que foi o artilheiro da equipe, com três gols. Voltou a jogar na decisão do 3º lugar, entrando no segundo tempo do jogo em que o Brasil venceu o Chile por 1 x 0, em 06.12.1986. O Brasil ficou em terceiro lugar e garantiu participação nos Jogos Pan-Americanos de 1987. Apesar disso, Joãozinho não foi mais convocado para a seleção no ano seguinte.


Na Seleção Brasileira, agachado, ao centro, 
entre Renê e Gilmar Popoca
A formação básica daquela Seleção Brasileira foi: Rafael, Polaco, Everaldo, Henrique (Marcão) e Dida (Élcio); Dunga, Renê e Gilmar Popoca; Mauricinho (Edson), Joãozinho (Marlon) (Wallace) e Carlos Alberto (Paulinho).
Em fevereiro de 1987, juntamente com Marquinhos Bahia, foi emprestado ao Confiança, de Aracaju (SE). Ficou pouco tempo e retornou ao Taguatinga. Logo depois, foi emprestado ao Bahia, onde chegou a conquistar o título baiano de 1987.
Em 1988, o empresário carioca Bené Ataíde comprou o passe de Joãozinho e o emprestou ao PAOK Salonica, da Grécia. Terminado o empréstimo, foi devolvido ao Taguatinga, onde disputou os campeonatos brasilienses de 1988 e 1989, marcando oito e seis gols, respectivamente. Em 1989 sagrou-se campeão brasiliense pela primeira vez. No mesmo ano, disputou o Brasileiro da Divisão Especial, quando marcou seis gols atuando pelo Taguatinga.


No Taguatinga, em 1990
No ano de 1991, Joãozinho foi campeão brasiliense pela segunda vez. Além disso, foi convocado para a Seleção do Distrito Federal que disputou o Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais de 1991 e para amistosos contra Flamengo e Vasco da Gama. Marcou três gols pelo Taguatinga no Campeonato Brasileiro de 1991.
Seu melhor ano foi o de 1992. Sagrou-se tricampeão brasiliense e artilheiro do campeonato pela segunda vez, decretando o recorde de gols marcados em um campeonato até os dias de hoje: 25. No final do ano, foi um dos vencedores do Troféu ABCD, entregue aos Melhores do Esporte no ano.
Sagrou-se campeão brasiliense pela quarta vez em 1993, ajudando o Taguatinga a chegar ao título com seus 16 gols.

Mais uma vez tentou a sorte no futebol europeu em 1994, desta vez na Alemanha, quando foi emprestado ao VfB Oldenburg, da Segunda Divisão. Depois, retornou ao Brasil, quando disputou o Campeonato Brasileiro daquele ano pelo Taguatinga, marcando cinco gols.
Marcou doze gols no campeonato brasiliense de 1995, seu último ano atuando pelo Taguatinga.
No mesmo ano, realizou um sonho ao participar da fundação da S. E. Brazlândia.
Nos anos de 1996 e 1997, disputou o campeonato brasiliense pelo Brazlândia, marcando onze e oito gols, respectivamente. Teve uma breve passagem pelo América, de Belo Horizonte, em 1997.
Em 1998 marcou cinco gols e tornou-se Presidente do Brazlândia.


No Brazlândia
No ano de 1999 conseguiu um feito inédito: tornou-se goleador máximo das duas divisões do futebol do Distrito Federal num mesmo ano. No primeiro semestre, disputando a primeira divisão ele foi o artilheiro da competição, assinalando 12 gols pelo Brazlândia. No segundo, atuando pelo Comercial, foi o artilheiro do Campeonato Brasiliense da Segunda Divisão, com 8 gols. Desconhecemos outra situação igual em campeonatos estaduais.
A última vez em que Joãozinho balançou as redes defendendo um clube da Primeira Divisão foi em 2000, quando atuava pelo Brazlândia. Foi no empate por 1 x 1 com o Sobradinho, no Augustinho Lima, no dia 13 de fevereiro.
Deixou o futebol, mas foi lembrado pelo Sobradinho para disputar a Segunda Divisão de 2003, depois desse clube amargar o vexatório rebaixamento no primeiro semestre. Estava com 43 anos. Na vitória do Sobradinho por 2 x 0 sobre o Planaltinense, em 17 de agosto de 2003, pela terceira rodada marcou a volta ao futebol do artilheiro Joãozinho.
Marcou seus últimos três gols em sua carreira nos dias 30 de agosto (vitória sobre o Brasília, por 4 x 1), 6 de setembro (3 x 1 sobre o Bosque) e 28 de setembro, na goleada sobre o Planaltinense, por 4 x 0.
Sua experiência e seus gols ajudaram ao Sobradinho retornar à Primeira Divisão.
Mais de uma década depois de pendurar as chuteiras, aos 53 anos e com cinco filhos, Joãozinho trabalha com empreendimentos esportivos e garante que quer ajudar suas duas maiores paixões no futebol de Brasília: quer continuar trabalhando pelo time do Brazlândia e também ajudar o Taguatinga a voltar em 2015.
É considerado pela imprensa esportiva brasiliense o maior goleador da história do futebol do Distrito Federal. Em breve lançará autobiografia.



quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

MELHORES DO ANO - 1971


No mês de dezembro, o jornal Correio Braziliense realizou uma pesquisa para definir quais seriam os melhores do ano de 1971 no futebol de Brasília.

O campeão daquele ano, o Colombo, forneceu seis jogadores para a seleção que os jornalistas apontaram como a ideal.

A seleção ficou assim formada:
Carlos José (Colombo), Maninho (Grêmio), Melinho (Serviço Gráfico), Sir Peres (Colombo) e Paulo Moreira (Colombo); Zoca (Colombo) e Pedro Léo (Colombo); Procópio (Colombo), Walmir (Serviço Gráfico), Eduardo (Grêmio) e Dinarte (Ceub).

O melhor técnico foi Paulista, também do Colombo.



terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

JOGOS INUSITADOS: Maracanã (GO) x Grêmio (DF)


O site JOGOS PERDIDOS tem como principal característica dar atenção aos campeonatos pouco divulgados pela grande mídia e times desconhecidos pela maioria.
Ao pesquisar a história do futebol em Brasília, que nunca teve grande destaque na grande mídia, encontramos alguns jogos no mínimo inusitados. Jogos que, dificilmente, acontecerão novamente.
Por isso, a partir de agora, passaremos a divulgar alguns deles, sempre envolvendo um ou mais clubes de Brasília, uma ou outra situação inusitada. Passem a acompanhar os JOGOS INUSITADOS.

O primeiro jogo a ser lembrado aqui aconteceu no dia 14 de dezembro de 1969, em Anápolis, cidade goiana próxima de Brasília.
Para esta cidade se deslocou o Grêmio Esportivo Brasiliense, que enfrentaria o local Maracanã Esporte Clube.
O Maracanã é de um bairro localizado próximo ao centro de Anápolis e é filiado à Liga Anapolina de Desportos, na qual obteve o segundo lugar nos campeonatos de 1961, 1965, 1969, 1971 e 1972 e o título de campeão de 1973. Até hoje o Maracanã participa do Campeonato Amador de Anápolis, um dos mais disputados do interior de Goiás
Por outro lado, o Grêmio Esportivo Brasiliense disputou o campeonato brasiliense profissional pela última vez em 1978. Antes, havia conquistado os títulos amadores de Brasília nos anos de 1959 e 1970. Hoje funciona apenas como clube social, cuja sede fica no Núcleo Bandeirante.
No amistoso realizado em Anápolis, o Grêmio saiu na frente, com um gol de Ademir logo aos três minutos de jogo. Antes de se encerrar o 1º tempo, aos 40 minutos, Liro marcou o gol de empate para o clube anapolino.
O mesmo Liro desempatou aos oito minutos do 2º tempo. Mas essa vantagem durou pouco pois, dois minutos depois, Nemias empatava para o Grêmio. O empate de 2 x 2 persistiu até o final.
O árbitro do jogo foi Geraldo Delfino, da Federação Desportiva de Brasília, e a renda alcançou a marca dos NCr$ 730,00.
As equipes estiveram assim formadas:
Maracanã: Múcio, Sérgio, Silvio Alves, Zé França e Cirino (Robertinho); David (Geraldo) e Tiãozinho; Carlos Ely, Miro, Liro e Gabriel (Rubens).
Grêmio Brasiliense: Kill, Mário, Tião (Mabinho), Noel e Tadeu; Bugue, Pedrinho (Osvaldinho) e Nemias; Ari, Ademir e Afonsinho.




sábado, 1 de fevereiro de 2014

2ª RODADA DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE FUTEBOL - 2014


CAPITAL 0 x 2 SOBRADINHO
Data: 25.01.2014
Local: Serejão, Taguatinga (DF)

Árbitro: Alan Simei
Renda: R$ 1.470,00
Público: 316 pagantes
Gols: Patrick, 12 e Willian Saroá, 51
CAPITAL: Gusthavo, Renato, Arthur, Nem e Acácio (Amilton); Pedro Medeiros (Sávio), Zumba, Lucas Rodrigues e Rafael Toledo (Leonardo Félix); Anjinho e Matheus. Técnico: Alex Oliveira.
SOBRADINHO: Donizeti, Patrick, Vavá, Rodrigo e Kabrine; Didão, Tartá, Willian Saroá, Emerson (Romarinho) e Rodrigo Alves (Rodrigo Melo); Dimba (Marcelinho). Técnico: João Carlos Cavalo.

FORMOSA 0 x 4 BRASILIENSE
Data: 25.01.2014
Local: Serra do Lago, Luziânia (GO)

Árbitro: Vanderlei Soares de Macedo
Renda: R$ 2.535,00
Público: 261 pagantes
Gols: Cauê, 31; Laécio, 39; Thomaz, 52 e William, 85
FORMOSA: Lauro, Leumir (Kássio), Preto Marabá, André Luiz e Claudionor; Marcelo (Giva), Cléber, Geovane, Vinícius (Romário) e Nick; Éder. Técnico: Júnior Celestino Lourenço “Pezão”.
BRASILIENSE: Welder, Dedê, Rafael Tavares, Cauê e Ederson (Felipe); Júlio Bastos, Éverton, Thomaz, Ramon (Baiano) e Edicarlos; Laécio (William). Técnico: Reinaldo Gueldini.

SANTA MARIA 2 x 1 CEILÂNDIA
Data: 25.01.2014
Local: Bezerrão, Gama (DF)

Árbitro: Rogério Bueno
Renda: R$ 1.945,00
Público: 1.189 pagantes
Gols: Lucas, 9; Allan Dellon, 51 e Robson, 63
SANTA MARIA: Paulo, Ismaile, Ewerton (Adailson), Ualace e Marcos; David (Jorge Afonso), Francisco, Allan, Robson e Maurício (Flávio); Lucas. Técnico: Antônio Sérgio Gonzaga de Jesus “Passarinho”.
CEILÂNDIA: Léo, Dudu Gago, Sandro, Juninho Goiano e Badhuga; Goeber (Jefinho), Pupu (Elvis), Thiaguinho, Wisman (Valdinei) e Allann Dellon; Cassius. Técnico: Adelson de Almeida.

LEGIÃO 1 x 2 BRASÍLIA
Data: 26.01.2014
Local: Bezerrão, Gama (DF)

Árbitro: Rodrigo Raposo
Renda: R$ 705,00
Público: 261 pagantes
Gols: Mateuzinho, 31; Alekito, 53 e Tinga, 81
LEGIÃO: Thiago, Paulinho, Somália, Cristiano e Malaquias (Filipe); Diego Xavier, Índio (Juninho), Márcio Costa, Tinga e Jéferson (Rafael); Wudson. Técnico: Bira de Oliveira.
BRASÍLIA: Artur, Tamaré, André Nunes, Márcio e Ricardo; Pedro Ayub, Mateuzinho (Alex Cambalhota), Clécio, Gilmar (Jean Carlo) e Alekito (Marlon); Claudecir. Técnico: Marcos Soares.

UNAÍ/PARACATU 1 x 0 GAMA
Data: 26.01.2014
Local: Serra do Lago, Luziânia (GO)
Árbitro: Welvis Pereira
Renda: R$ 5.570,00
Público: 382 pagantes
Gol: Reinaldo, 14

UNAÍ/PARACATU: Arlem, Flavinho, Adriano Paraná, Binha e Alemão (Danilinho); Léo Cruz (Douglas Alemão), Luan, Luizinho, Willian Cezar (Fabrício) e Sabino; Reinaldo. Técnico: Paulo Roberto Junges “Gauchinho”.
GAMA: Felipe Sobral, Maycon (Luciano), Ronaldo, Alex e Índio; Thomaz, Pablo, Diego, Thiago Carioca (Wallace) e Pimenta (Léo); Fábio Saci. Técnico: Eduardo Allax Scherpel.

ATLÉTICO CEILANDENSE 1 x 2 LUZIÂNIA
Data: 26.01.2014
Local: Abadião, Ceilândia (DF)

Árbitro: Ademário Neves
Renda: R$ 1.450,00
Público: 360 pagantes
Gols: Rodriguinho (pênalti), 17; Rayllan, 47 e Rodriguinho (pênalti), 77
ATLÉTICO CEILANDENSE: Dida, Clein, Neto, Carlos (Pão de Queijo) e Bolota (Rigo); Rayllan, Kleber, Daniel, China e Thiago (Lucas Silva); Rodrigo Félix. Técnico: Marcos Sena.
LUZIÂNIA: Edmar Sucuri, Apodi (Alceu), Carlão, Erivaldo e Rafinha; Lucas Garcia, Thompson, Aldo, Rodriguinho (Fábio Júnior) e Xuxa (Weberthy); Chefe. Técnico: Ricardo Antônio de Souza Silva.




sábado, 25 de janeiro de 2014

TORNEIO INÍCIO DE PROFISSIONAIS - 1966

Tendo como local o Estádio de Brasília (que viria se chamar Pelezão), o Torneio Início de Profissionais foi realizado no dia 12 de junho de 1966 e apresentou os seguintes resultados:

1º jogo - Pederneiras 1 x 0 Luziânia, gol de Zezito, cobrando pênalti
Árbitro: Jorge Cardoso
Pederneiras: Chico, Tarcísio, Dão, Logodô e Seu Chico; Firmo e Tião; Moisés, Eraldo, Zezito e Deca. Técnico: Zé Maria
Luziânia: Walmir Gato, Cauita, Tiãozinho, Bimba e Coquinho; Bolinha e Tôco; Zé Lopes, Carlos, Bubu e Oscar. Técnico: Wander Abdalla.

2º jogo - Flamengo 0 x 0 Defelê (nos pênaltis, Defelê 3 x 0; Azulinho marcou os três para o Defelê e Jaime perdeu o primeiro para o Flamengo)
Árbitro: Idélcio Gomes de Almeida
Defelê: Tonho, Décio, Alonso Capella, Bosco e Fino; Pedrinho e Azulinho; Bawany, Boni, Fernandinho e Pará.
Flamengo: Moslaves, Cauby, Rui, Carlos Alberto e Miranda; Bolero e Edinho; Antenor, Santos, Jaime e Nogueira.

3º jogo - Colombo 1 x 0 Guará, gol de Almir, 8
Árbitro: Nilzo de Sá
Colombo: Chicão, Edson, Juci, Sir Peres e Oliveira; Paulista e Ari; Almir, Gilson, Tião e Crispim.
Guará: Tarzan, Mabinho, Tavares, Chicão e Raimundo; Léo e Maurício; Zinho, Rosico, Contrato e Amorim.

4º jogo - Rabello 1 x 0 Pederneiras, gol de Roberto
Rabello: Zé Walter, Jair, Mello, Carlão e J. Pereira; Zé Maria e Beto Pretti; Zezé, Roberto, Otávio e Reinaldo.
Pederneiras: Chico, Tarcísio, Dão, Logodô e Seu Chico; Firmo e Tião; Moisés, Eraldo, Zezito e Deca. Técnico: Zé Maria.

5º jogo - Defelê 2 x 0 Colombo, gols de Boni, 4 e 18
Árbitro:
Defelê: Tonho, Décio, Alonso Capella, Bosco e Wilson; Pedrinho e Azulinho; Bawany, Boni, Fernandinho e Zé Grillo.
Colombo: Chicão, Edson, Juci, Sir Peres e Oliveira; Paulista e Ari; Almir, Gilson, Tião e Zezé.

6º jogo - Rabello 3 x 0 Defelê,
Árbitro: Aristeu Santana.
Gols: Otávio, 3 e Beto Pretti, 15 do 1º tempo; Roberto marcou o terceiro no 2º tempo.
Rabello: Zé Walter, Jair, Mello, Carlão e J. Pereira; Zé Maria e Beto Pretti; Zezé, Roberto, Otávio e Reinaldo.
Defelê: Tonho, Décio, Alonso Capella, Bosco e Wilson; Pedrinho e Azulinho; Bawany, Boni, Fernandinho e Pará.



terça-feira, 21 de janeiro de 2014

1ª RODADA DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE FUTEBOL - 2014


CEILÂNDIA 1 x 2 LEGIÃO
Data: 18.01.2014
Local: Abadião

Árbitro: Alan Simei
Público: 326 pagantes
Renda: R$ 3.260,00
Gols: Cassius, 31; Diego, 38 e Bruno Leite, 80
CEILÂNDIA: França, Sandro, Juninho Goiano (Tavares) e Badhuga; Dudu Gago, Goeber, Pupu (Adriano Felício), Thiaguinho (Chulapa) e Valdinei; Allan Delon e Cassius. Técnico: Adelson de Almeida.
LEGIÃO: Thiago Santos; Bruno Leite, Gilson, Cristiano e Diogo (Rafael); Diego, Ivanil, Lucas (Márcio) e Dionatan; Wudson e Jefferson (Filipe). Técnico: Francisco Ubiraci Rodrigues de Oliveira (Bira de Oliveira).

BRASÍLIA WO x 0 FORMOSA
Data: 18.01.2014
Local: Serejão, Taguatinga
Árbitro: Wales Martins

Nota: Um incidente fez com que a equipe do Formosa não pudesse entrar em campo: o ônibus do time, que guardava as chuteiras dos jogadores, desapareceu junto com seu motorista. O árbitro e o delegado da partida aguardaram os 60 minutos previstos no Regulamento Geral das Competições da CBF antes de confirmar o WO e a consequente vitória do Brasília pelo placar de 3 x 0.

BRASILIENSE 2 x 1 SANTA MARIA
Data: 19.01.2014
Local: Serejão, Taguatinga
Árbitro: Sávio Sampaio
Público: 1.262 pagantes
Renda: R$ 2.912,00
Gols: Laécio, 37; Lucas, 64 e Everton, 78
BRASILIENSE: Welder, Dedê, Tavares, Cauê e Bruno Paraíba (Elivelto); Júlio Bastos, Everton, Thomaz (Baiano) e Ramon (Ederson); Laécio e Edicarlos. Técnico: Reinaldo Gueldini.
SANTA MARIA: Paulão (Kanxa); Ismaile, Uallace, Gaúcho e Messias; Davi, Junior, Allan (Quarentinha) (Maurício), Esquerdinha e Lucas; Olavo. Técnico: Antônio Sérgio G. Jesus (Sérgio Passarinho).

ATLÉTICO CEILANDENSE 0 x 1 CAPITAL
Data: 19.01.2014
Local: Abadião, Ceilândia
Árbitro: Rodrigo Raposo
Público: 607 pagantes
Renda: R$ 1.300,00
Expulsão: Sílvio, do Capital
Gol: Rafael Toledo, 89
ATLÉTICO CEILANDENSE: Diego, Clein, Rayllan, Neto e Bolota; Daniel, Kleber, Wesley Brasília (Betinho), Piva (Lucas Silva) e Thiago Silva (China); Rodrigo Félix. Técnico: Marcos Sena.
CAPITAL: Gustavo, Renato, Arthur (Sílvio), Nem e Acácio (Clécio); Medeiros, Zumba, Lucas Rodrigues, Rafael Toledo e Matheus; Igor Rafael (Anjinho). Técnico: Alex Oliveira.

SOBRADINHO 4 x 2 UNAÍ/PARACATU
Data: 19.01.2014
Local: Augustinho Lima, Sobradinho
Árbitro: Vanderlei Soares de Macedo
Público: 1.129 pagantes
Renda: R$ 4.045,00
Gols: Willian Cézar, 21; Dimba (pênalti), 55; Rodrigo Melo, 67; Dimba, 71; Reinaldo Capeta, 75 e Marcelinho, 86
Expulsão: Marcelo, do Unaí/Paracatu
SOBRADINHO: Donizeti, Patrick (Marcelinho), Vavá, Galego e Kabrine (Rodrigo Melo); Didão, Tartá, Rodrigo Alves e Tiago (Romarinho); Dimba e Willian Saroá. Técnico: João Carlos da Silva Bento (João Carlos Cavalo).
UNAÍ/PARACATU: Arlem, Flavinho, Marcelo, Binha e Alemão; Léo Cruz, Luan, Luizinho (Mateus), Willian Cezar (Fabrício) e Sabino; Reinaldo (Amilton). Técnico: Márcio Pereira Monteiro.


GAMA 0 x 1 LUZIÂNIA
Data: 19.01.2014
Local: Bezerrão, Gama
Árbitro: Almir Camargo
Público: 3.441 pagantes
Renda: R$ 20.475,00
Gol: Chefe, 31
GAMA: Felipe Sobral, Maycon, Ronaldo, Alex e Handerson; Thomaz (Galvão), Pablo, Diego, Thyago Fernandes (Thiago Carioca) e Felipinho; Jhon (Fábio Saci). Técnico: Eduardo Allax Scherpel.
LUZIÂNIA: Edmar Sucuri, Thiago Eciene, Carlão, Peri e Rafinha; Lucas Garcia, Thompson (David), Aldo, Rodriguinho (Danillo) e Hallan (Adriano); Chefe. Técnico: Ricardo Antônio de Souza Silva.



sábado, 18 de janeiro de 2014

OS CLUBES DO DF NA COPA SÃO PAULO DE FUTEBOL JUNIOR – Parte XIII e última (2014)


    


Brasília e Capital foram os representantes do DF na Copinha deste ano, a maior de todos os tempos, com a participação de 104 equipes.
O Brasília entrou para a história do futebol do DF, igualando-se ao Brasiliense e ao CFZ que conseguiram passar para as próximas fases em anos anteriores.

Na Primeira Fase, o Brasília disputou seus jogos na cidade de Osvaldo Cruz.
Estreou bem no dia 4 de janeiro ao vencer o Marília pelo placar de 2 x 1. No 1º tempo, o Brasília sofreu com a pressão da equipe paulista. Aos 23 minutos, o atacante Diego, do Marília, cobrou escanteio e Bruninho completou de cabeça, abrindo o placar.
O Brasília chegou ao empate aos 40 minutos, depois que o meia Neto cruzou a bola pela direita e Marlon completou para as redes.
No 2º tempo, com poucos minutos de jogo, o Marília ficou com um jogador a menos, depois que o zagueiro San recebeu cartão vermelho.
A expulsão mudou o panorama do jogo. Porém, o Brasília não soube aproveitar as oportunidades que teve. A equipe só garantiu a vitória no final do jogo, aos 44 minutos, quando Marlon foi derrubado na área e Neto converteu o pênalti.
No outro jogo do grupo, o Internacional venceu o Rio Claro por 3 x 2.
Em sua segunda participação, no dia 7 de janeiro, o Brasília enfrentou o Internacional e arrancou um empate heroico.
O jogo foi bastante truncado, com vantagem do Brasília na manutenção da bola. O Internacional preferiu explorar os contra-ataques. O 1º tempo terminou em 0 x 0.
Logo aos três minutos do 2º tempo, o Internacional inaugurou o marcador, depois que o atacante Bruno Baio recebeu ótimo passe e entrou sozinho na área, chutando sem chances para o goleiro Fernandes.
Depois disso o campo pesado começou a castigar os jogadores de ambos os times. Quando menos se esperava o Brasília fez valer a melhor presença de campo. Em cruzamento do meio de campo, aos 23 minutos, Marlon escorou para o fundo das redes, empatando a partida.
Aos 32 minutos, a zaga do Brasília deu bobeira e novamente Bruno Baio marcou outro gol, colocando novamente o Internacional na frente.
Já nos acréscimos da partida, aos 47 minutos, quando parecia que a fatura já estava liquidada, Brayan sofreu falta na entrada da área. A jogada ensaiada entre Renan e Victor Hugo deu certo e o segundo acertou um belo chute no ângulo, deixando Jacsson sem ação e assegurando o empate heroico.
O Brasília jogou com Fernandes, João, Vitão, Renan e Cleber; Van Basty, Victor Hugo, Fernandinho e Brayan; Marlon e Yago. Técnico: Luiz Carlos Carioca.
No terceiro e último jogo da Primeira Fase, no dia 11 de janeiro, o Brasília venceu o Rio Claro, por 3 x 2, e conseguiu se classificar para a segunda fase da Copa São Paulo de Futebol Junior como um dos seis melhores segundos colocados.
A partida foi bastante movimentada. Bem postado em campo, o Brasília começou procurando encurralar seu adversário. Aos dez minutos, Victor Hugo recebeu cruzamento dentro da área e bateu de primeira, no ângulo, sem chances para o goleiro Lucas: 1 x 0.
Sem nada a perder, o Rio Claro se lançou ao ataque e foi premiado com o gol de empate. Em boa trama pelo lado direito, Francisco rolou para Matheus, que girou e bateu com força, empatando o jogo.
Após a igualdade, o Brasília voltou a dominar as ações. Tocando a bola com tranquilidade, recuperou a vantagem no placar, através de Brayan.
Aos 20 minutos da etapa final, o time do Rio Claro mudou a postura e conseguiu o empate. Tiago marcou depois de receber passe de Matheus.
Empolgado, o Rio Claro foi para cima e quase chegou à vitória. No entanto, o Brasília conseguiu o gol da vitória num contra-ataque, aos 33 minutos, com um gol do meia Yago, que havia acabado de entrar. Com isso, o Brasília terminou em segundo lugar do grupo, com os mesmos sete pontos que o Internacional, mas atrás por causa do saldo de gols (três contra dois).
Na segunda-fase (mata-mata), no dia 14 de janeiro, jogando em Osasco, conseguiu mais um feito historico ao vencer o tradicional Botafogo, do Rio de Janeiro, por 3 x 0, e avançou mais uma vez na competição.
Os gols da vitória foram marcados por Victor Hugo (aos 39 minutos do 1º tempo), Fabinho e Yan (aos 32 e 36 minutos do 2º tempo, respectivamente). Com a vitória, o Brasília se classificou para as oitavas de final, onde enfrentaria o São Paulo, um dos favoritos ao título de campeão da Copinha, no dia 16 de janeiro, em Barueri.
O Brasília entrou na partida pronto para segurar a pressão do São Paulo. Quem mais trabalhou no primeiro tempo foi o goleiro Fernandes, do Brasília. O lance mais perigoso foi a favor do São Paulo, aos 13 minutos, quando Matheus Queiroz mandou a bola na trave. Após o lance, as duas equipes cadenciaram a partida, mas quem manteve a maior posse de bola foi o São Paulo.
Com alterações no intervalo, o Brasília voltou para o 2º tempo com a iniciativa de fazer o gol e com a postura mais ofensiva. Pressionando desde o início, o Brasília dominava o jogo quando conseguiu abrir o placar aos 20 minutos. Vitor Souza cruzou para a área e Marlon, de cabeça, abriu o placar.
Mesmo com o domínio do Brasília, o São Paulo conseguiu o gol de empate aos 32 minutos, após a cobrança de um escanteio. Lucas, sem marcação, cabeceou e mandou a bola para o fundo da rede.
Com o empate, as duas equipes passaram a cadenciar o jogo e acabaram levando a decisão para as penalidades máximas. Nas cobranças, o time do Brasília errou duas oportunidades, com Yan, que chutou na trave, e Marlon, que mandou por cima do gol. Já o São Paulo errou uma com Pedro Bortoluzzo, mas não foi suficiente para impedir a vitória por 4 x 2.

Já o Capital integrou o Grupo V, com jogos disputados na Vila Belmiro, em Santos, juntamente com Alecrim (RN), Criciúma (SC) e o anfitrião Santos.
Seu primeiro jogo foi no dia 5 de janeiro, contra o Criciúma, atual vice-campeão da Copa do Brasil Sub-20. O jogo foi marcado pelos pênaltis perdidos dos dois lados. A vitória pertenceu ao time catarinense, por 2 x 0, com um gol em cada tempo.
O Criciúma partiu para o ataque logo no início da partida e, aos nove minutos, o atacante Bruno Lopes recebeu na área e foi derrubado pelo goleiro Jefferson: pênalti. O camisa um da equipe do Distrito Federal recebeu cartão amarelo no lance. Na cobrança, Bruno Lopes chutou forte no canto direito de Jefferson, que defendeu espalmando para escanteio. Logo depois, Jefferson se machucou, dando lugar a Hudson ainda no 1º tempo.
Jogando nos contra-ataques, o Capital passou a dar trabalho para o time catarinense e, em um deles, o meia Campos fez um belo passe para o atacante Lessa, que dentro da área driblou David, mas foi derrubado na sequência pelo próprio goleiro: mais um pênalti na partida. Lessa chamou a responsabilidade e bateu forte contra a meta de David, que salvou o time catarinense.
Logo na sequência, o castigo para a equipe do Distrito Federal. Em um contra-ataque rápido, aos 30 minutos, o meia Mateus driblou o goleiro e acertou o travessão. Na sobra, o atacante Giovani completou, abrindo o placar: 1 x 0.
Na segunda etapa, o jogo ficou mais aberto, com chances de gols para os dois lados. O Capital foi para o tudo ou nada e apostou na habilidade do seu camisa 10, Campos, enquanto o Criciúma, em vantagem no placar, passou a explorar as várias oportunidades de contra-ataque que o time do Distrito Federal proporcionava.
Após perder duas ótimas oportunidades de ataque, o Capital acabou sofrendo o segundo gol. Aos 26, em um contra-ataque rápido, o Criciúma ampliou. Giovani entrou na grande área, driblou o zagueiro e finalizou para defesa de Hudson, que rebateu para frente nos pés do atacante Bruno Lopes, que desta vez não desperdiçou e mandou no canto esquerdo do goleiro: 2 x 0.
No dia 8 de janeiro, o Capital teve a dura missão de enfrentar os donos da casa, o Santos, atual campeão da Copinha e vencedor da Copa do Brasil Sub-20 e que havia goleado o Alecrim, na primeira rodada, por 8 x 0.
Sem contar com um dos grandes nomes do time, o atacante Neílton, o Santos, que estreou de maneira avassaladora na primeira rodada, não foi o mesmo, apresentando um futebol pouco vistoso. Ainda assim, o Capital não impediu que o Santos conseguisse abrir o placar nos primeiros minutos de jogo. Aos 13, Fernando Medeiros com uma bela cobrança de falta fez o primeiro da partida, que até o fim dos 45 minutos iniciais não teve muita emoção.
Na volta do intervalo, Diego Cardoso (que havia marcado quatro gols no primeiro jogo do Santos) fez o segundo gol do Santos ao receber um cruzamento de Jorge Eduardo. Placar final: Santos 2 x 0 Capital.
Sem chances de classificação, o Capital apenas cumpriu tabela diante do Alecrim na última rodada, no dia 11. Conquistou a primeira vitória após duas derrotas.
O Capital saiu na frente. Aos 25 minutos do 1º tempo, Vilson recebeu na entrada da área e deu um chute forte, sem chances para o goleiro potiguar Danilo.
Aos 31, o Alecrim conseguiu chegar ao empate. Mas o Capital continuou pressionando e conseguiu se colocar novamente à frente do placar. Aos 39 minutos, após tabela entre Juninho e Bassul, o segundo finalizou, anotando o segundo gol do Capital.
No 2º tempo, o Capital continuou dominando a partida e, aos 30 minutos, Cabeça cobrou escanteio e Juninho colocou a bola na rede. Era o terceiro gol do time de Brasília.
Ainda deu tempo de, aos 39 minutos, Victor fazer o quarto gol do Capital e dar números finais ao jogo: 4 x 1.
O Capital, treinado por Leonardo Roquette, somou três pontos e ficou em terceiro lugar.