sexta-feira, 25 de maio de 2012

CURIOSIDADES DO FUTEBOL BRASILIENSE

Em 8 de maio de 1961 foi criada a primeira escola de árbitros do Departamento de Futebol da Federação Desportiva de Brasília, sob a orientação do árbitro Ariovaldo Salles, sendo ministradas aulas teóricas, práticas e preparo físico. Seus auxiliares diretos eram Wilson Machado Soares e Joventino Antônio de Oliveira. Foram matriculados 35 alunos. Efetuaram exames 23. Foram aprovados 15. Aprovados condicionalmente 2. Reprovados 6.


No dia 14 de maio de 1961, o Defelê recebeu em seu campo, para um amistoso, o Valeriodoce, de Itabira (MG). O Valeriodoce era o campeão do interior de Minas Gerais. O placar final surpreendeu a todos os presentes: 6 x 1 a favor do clube mineiro. Fino marcou o único gol do Defelê. Esta foi a maior goleada sofrida pelo Defelê em toda a sua história, com a quebra de uma invencibilidade de 18 jogos, que vinha desde o segundo jogo do campeonato de 1960.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

ESTATÍSTICAS DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1964 (Profissionais)


Neste ano, a Federação Desportiva de Brasília promoveu dois campeonatos oficiais, sendo um de clubes amadores e o outro de profissionais.
Já fizemos o levantamento estatístico do campeonato de amadores. Hoje, faremos do campeonato de profissionais.

CLUBES PARTICIPANTES: 5.
JOGOS REALIZADOS: 20.
GOLS ASSINALADOS: 53.
MÉDIA DE GOLS POR JOGO: 2,7.
MELHOR ATAQUE DO CAMPEONATO: Rabello, com 18 gols a favor.
PIOR ATAQUE DO CAMPEONATO: 1º de Maio, 3 gols a favor.
MELHOR DEFESA DO CAMPEONATO: Rabello, com 4 gols contra.
PIOR DEFESA DO CAMPEONATO: 1º de Maio, 15 gols contra.
MELHOR SALDO DE GOLS: Rabello, 14.
MAIOR NÚMERO DE VITÓRIAS: Rabello, com 7.
MENOR NÚMERO DE VITÓRIAS: 1º de Maio, 0.
MENOR NÚMERO DE DERROTAS: Rabello, 0.
MAIOR NÚMERO DE DERROTAS: 1º de Maio, 7.
MELHOR ÍNDICE DE APROVEITAMENTO: Rabello, com 93,8%.
MAIOR GOLEADA DO CAMPEONATO: 21.03.1965 - Rabello 4 x 1 Defelê.
JOGO COM MAIOR NÚMERO DE GOLS MARCADOS: 08.11.1964 – Defelê 4 x 3 Colombo.

ARTILHEIROS:

1º - Bawani (Defelê), 8 gols;
2º - Tião I (Colombo), 5;
3º - Beto Pretti (Rabello), 4;
4º - Alaor Capella, Arnaldo, Walter e Fernandinho (Defelê), João Dutra (Colombo), Daniel (Luziânia), Sabará, Zé Maria, Ceninho, Djalma, Clarindinho e Wilson (Rabello), 2;
5º Mauro Viegas, Tião II, Paulista e Baiano (Colombo), Raimundinho e Nilo (Rabello), Tôco e Segóvia (Luziânia), Ceará, Cascorel e Clarindo (1º de Maio), 1 gol.

ÁRBITROS QUE MAIS ATUARAM:

1º - Carlos Ferreira do Amaral, 5 vezes;
2º - Jorge Cardoso, Nero Dias Nogueira e Emílio dos Santos Vieira, 4;
3º - Aristeu Teixeira Santana, 3.

ESTÁDIOS UTILIZADOS:

1º - Ciro Machado do Espírito Santo, 6 jogos;
2º - Israel Pinheiro e Francisco das Chagas Rocha (Luziânia), 5;
3º - Paulo Linhares, 4.



segunda-feira, 21 de maio de 2012

OS MELHORES DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 2012


O site CLUBE DO ESPORTE DF realizou pela terceira vez consecutiva o Troféu “Craque do Candangão”.
Como nos anos anteriores, a eleição foi dividida em duas partes: na primeira, a crônica esportiva do Distrito Federal elegeu a seleção do campeonato. Depois, esses onze jogadores foram para a votação aberta ao público, que escolheu o “Craque do Campeonato”.
Nas edições anteriores, dois jogadores do Gama foram os vencedores: 2010 – Ferrugem e 2011 – Fábio Silva.
Em 2012 o vencedor foi Kaká, do Sobradinho.
A seleção do campeonato ficou sendo a seguinte: Welder (Brasiliense), Crispim (Botafogo), Panda (Ceilândia), Perivaldo (Luziânia) e Kaká (Sobradinho); Liel (Ceilândia), Ferrugem (Brasiliense), Allann Delon (Ceilândia) e Kabrine (Luziânia); Dimba (Ceilândia) e Paulo Renê (Gama).
O técnico foi João Carlos Cavalo, do Luziânia.

domingo, 20 de maio de 2012

AS DECISÕES: CAMPEONATO BRASILIENSE DE 2012





LUZIÂNIA 0 x 1 CEILÂNDIA
Data: 13 de maio de 2012
Local: Estádio Serra do Lago, Luziânia (GO)
Árbitro: Nivaldo Nunes
Público: 1.094 pagantes
Renda: R$ 10.940,00
Gol: Dimba, 8
LUZIÂNIA: Edimar, Thompson, Perivaldo, Galego (Thiago Silva) e Rafael; Fagner (Esquerdinha), Zé Ricarte, Bob (Rodrigo) e Kabrine; Nélisson e Chefe. Técnico: João Carlos Cavalo.
CEILÂNDIA: Darci, Liel, André Oliveira, Badhuga e Alcione; Diego Marangon, Didão, Breno e Luís Fernando (Gustavo); Dimba (Daniel) e Cassius (Thiago Eciene). Técnico: Adelson de Almeida.

CEILÂNDIA 0 x 1 LUZIÂNIA
Data: 19 de maio de 2012
Local: Estádio Abadião, Ceilândia (DF)
Árbitro: Almir Camargos
Público: 970 pagantes
Renda: Cr$ 9.700,00
Gol: Chefe, 43
CEILÂNDIA: Darci, Alcione, André Oliveira, Panda e Liel; Badhuga, Didão, Breno e Allann Delon; Dimba (Luís Fernando) e Cassius (Diego). Técnico: Adelson de Almeida.
LUZIÂNIA: Edimar, Thompson, Perivaldo, Galego e Niédson; Rodrigo (Bob), Zé Ricarte (Alan), Kabrine e Thiago Silva (Pedro Henrique); Nélisson e Chefe. Técnico: João Carlos Cavalo.

Obs.: o Ceilândia sagrou-se campeão. Por ter melhor campanha em todo o campeonato, o Ceilândia jogava por dois empates ou por dois resultados iguais.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

FICHA TÉCNICA: Fantato


Rubens Fantato Filho é natural de Campinas (SP), onde nasceu a 21 de março de 1955.
Com o apelido de Rubinho, iniciou sua carreira nas categorias de base da Ponte Preta, onde jogou de 1969 a 1972. Depois, nos anos de 1973 e 1974 esteve no arqui-inimigo da Ponte Preta, o Guarani.
Fantato sempre foi um atacante com um senso de oportunismo muito grande pelos clubes por onde passou. Do Guarani foi para o Colorado (PR), ainda em 1974, tornando-se profissional no Itumbiara (GO), onde jogou nos anos de 1975 (terceiro colocado e vice-artilheiro do Campeonato Goiano) e 1976. Neste mesmo ano de 1976, foi para o Goiânia (GO), sendo de novo vice-artilheiro do campeonato estadual. Permaneceu no alvinegro goiano até o ano de 1978.
Veio para o Gama em 1979 trazido pelo supervisor Almir Vieira para ser a solução de gols que faltava ao time, recebendo conselho do técnico Martim Francisco. Cursou Educação Física enquanto era jogador do Gama.
No seu primeiro ano como centroavante do Gama, em 1979, sagrou-se campeão brasiliense, tornando-se vice-artilheiro da competição com 8 gols e foi escolhido pelo jornal Correio Braziliense para compor a seleção dos melhores da temporada.
No ano seguinte, 1980, foi vice-campeão e artilheiro do campeonato brasiliense com 23 gols (o primeiro jogador a ultrapassar a marca dos 20 gols em uma temporada no DF).
Extra-oficialmente foi o 2º maior artilheiro do Brasil em 1980, com 40 gols, ficando atrás só de Baltazar, do Grêmio, com 51 gols. Dentre os artilheiros de campeonatos estaduais ficou em 3º com 23 (Baltazar ficou com 28 e Cabecinha, do Sampaio Corrêa, com 24).
Na preliminar do jogo entre a Seleção Brasileira contra a Seleção Mineira, marcou o gol da vitória da Seleção de Brasília sobre a Seleção Brasileira de Novos (1 x 0), no dia 1º de maio de 1980.
Em 1981, era o capitão do time. Sagrou-se campeão do Torneio Centro-Oeste, sendo artilheiro da competição, com 7 gols.
Disputou 25 partidas pelo Gama na 1ª divisão do Campeonato Brasileiro e marcou 10 gols.
Foi o primeiro jogador do Gama a ser garoto-propaganda na TV (Imobiliária Brasnil) e jornais em 1981.
Depois que saiu do Gama, passou pela Ferroviária, de Araraquara (SP), nos anos de 1981 a 1983, disputou o Campeonato Brasileiro pelo Joinville (SC) em 1982 e voltou ao futebol do Distrito Federal em 1983 para defender o Taguatinga. Nos anos de 1984 e 1985 esteve no União São João, de Araras (SP). Voltou a jogar no futebol goiano, novamente no Itumbiara, em 1986, passando pelo Santa Helena em 1987 e encerrando a carreira de jogador em 1988, no Quirinópolis, de Goiás.
Sua carreira de treinador teve início no Santa Helena, de Goiás, em 1988.
Treinou ainda os seguintes clubes: Goiatuba (1989, 1990 e 1998), Anapolina (1991), Ferroviária, de Araraquara (1992), Jataiense (1992), Ceres (1992), Goiás (1993), Paysandu (1994) e Barra do Garça (1994).
Também teve experiência no futebol do exterior. Entre 1995 e 1996 foi auxiliar do técnico Nelsinho Batista no Yomiuri Verdi Kawasaky, de Tóquio, Japão.
Retornou ao Brasil e foi treinador do URT, de Patos de Minas-MG (1997) e Itumbiara (1997).
No dia 30 de março de 1998, foi apresentado aos jogadores como o novo treinador do Gama. Fez sua estréia no dia 01.04.1998, contra o Guará. Ficou poucos jogos. No mesmo ano, foi para o Anápolis (GO). Em 1999, foi treinador do Mogi-Mirim (SP).
De 1999 a 2001 foi o coordenador das divisões de base do CRB, de Maceió (AL), no qual também trabalhou como técnico no Campeonato do Nordeste de 2001.
Trabalhou ainda como Coordenador Técnico das Divisões de Base e Treinador das equipes de juniors no Corinthians Alagoano (2001/2002), Anapolina (2002) e Goiânia (2002/2003).
Desde 2004 até hoje é o Coordenador do Departamento de Iniciação Esportiva do Goiás Esporte Clube.

Colaboração: Márcio Almeida (Memorial Gamense)

quarta-feira, 16 de maio de 2012

AS DECISÕES: Campeonato Brasiliense de 1967


RABELLO 1 x 1 CRUZEIRO DO SUL
Data: 12 de novembro de 1967
Local: Estádio de Brasília (futuro Pelezão)
Árbitro: Rubens Pacheco
Gols: João Dutra para o Rabello e Nando para o Cruzeiro do Sul.
RABELLO: Paulo Roberto, Didi, Luiz, Pelé e Sérgio; Zé Maria e João Dutra; Zezé, Luizinho, Cid e Wilson.
CRUZEIRO DO SUL: Vicente, Juca, Milton, Adilson e Elinho; Ercy e Morbeck; Ramalho, Nando, Alencar (Simonal) e Ribamar.
Obs: Com este resultado o Rabello sagrou-se campeão por antecipação.



quarta-feira, 9 de maio de 2012

OS CLUBES DO DF: S. E. Comercial

No dia 28 de novembro de 1976, na Quadra 3, Conjunto F, Lote 41, em Planaltina (DF), reuniram-se alguns moradores desta cidade para fundar um clube esportivo.
Surgiu assim a Sociedade Esportiva Comercial, que teve a primeira diretoria composta da seguinte forma: Presidente: João Alves do Nascimento, Vice-Presidente: José de Ribamar Neves, Diretor-Secretário: Mário César de Souza Castro, Secretário-Adjunto: Luiz Soares Silva, Diretor de Esportes: Benedito de Souza, Supervisor de Esportes: Wadileno Hamú, Diretor do Departamento Jurídico: José Rios Filho, Diretor de Relações Públicas: Paulo Sady Barbosa, Diretor Social: Antônio Leite Pedrosa, Diretor Financeiro: José Eustáquio Ferreira, Diretor de Patrimônio: Gaspar Dutra e Diretor Administrativo: Newton Gonçalves das Neves.
As cores oficiais do novo clube eram azul celeste, amarela e branca.
Os uniformes eram assim compostos: número 1 – camisa azul celeste com mangas e colarinho em branco, calção branco e meias azuis; número 2 – camisa branca com mangas e colarinho em azul celeste, calção azul celeste e meias brancas.
Somente em 20 de janeiro de 1977 a Sociedade Esportiva Comercial solicitou aprovação do estatuto para participar de competições amadoras de futebol.
Sem competições para participar e para se manter em forma, disputou alguns amistosos, sendo o primeiro em 27 de fevereiro de 1977, no Pelezão, contra o Cruzeiro E. C., na preliminar de Seleção de Juvenis de Brasília x Vasco da Gama.
O de maior destaque, porém, foi o do dia 17 de dezembro de 1978, em Planaltina, quando empatou em 1 x 1 com o Vila Nova, de Goiânia (GO).
Inscreveu-se no 2º Campeonato Amador do Distrito Federal, em 1979, não obtendo boa colocação.
Também em 1979, foi convidado e participou do Torneio Cidade de Sobradinho, no Augustinho Lima, realizado de 20 de outubro a 2 de dezembro de 1979, juntamente com Sobradinho, Tiradentes e Desportiva Bandeirante.
Estreou no dia 20 de outubro, com um empate em 1 x 1 com o Sobradinho. Venceu o primeiro turno após ganhar do Tiradentes (1 x 0) e da Desportiva Bandeirante (2 x 1).
Decidiu o torneio com o Sobradinho, vencedor do 2º turno. No dia 2 de dezembro, o Comercial perdeu por 2 x 1.
No ano de 1980, inscreveu-se no campeonato de profissionais do Distrito Federal, representando a cidade de Planaltina, competição esta disputada por um total de nove equipes. A Federação Metropolitana de Futebol decidiu que os cinco primeiros colocados continuariam na Primeira Divisão em 1981 e os outros quatro disputariam um torneio para definir de quem seria a sexta vaga.
No campeonato, o Comercial estreou no dia 18 de maio de 1980, no Bezerrão, perdendo para o Gama, por 3 x 0.
Na classificação final, após 24 jogos (dos quais venceu sete, empatou oito e perdeu nove), o Comercial ficou com a sexta colocação.
Foi para o chamado “Torneio da Morte” com Ceilândia, Tiradentes e Desportiva Bandeirante.
Disputado em turno único, a vaga ficou com o Tiradentes. Perdeu para a Desportiva Bandeirante (0 x 2), empatou com o Tiradentes (1 x 1) e venceu o Ceilândia (2 x 1).
Em 14 de setembro de 1980 aconteceu uma Assembléia Geral Extraordinária que revogou os estatutos do clube, alterando o nome de Sociedade Esportiva Comercial para Planaltina Atlético Clube. O primeiro Presidente foi Wadileno Hamú.

Obs.: José Jorge Farah Neto colaborou com o redesenho do escudo.



segunda-feira, 7 de maio de 2012

AS DECISÕES: 2º turno do Campeonato Brasiliense de 2012


SOBRADINHO 1 x 4 CEILÂNDIA 
Data: 6 de maio de 2012
Local: Estádio Augustinho Lima, Sobradinho
Árbitro: Ademário Neves
Renda: R$ 8.275,00
Público: 2.455 pagantes
Gols: Dimba, 40; Edicarlos, 52; Cassius, 60; Luiz Fernando, 68 e Cassius, 88.
SOBRADINHO: Osmair, Clein (Dudu), Miltão, Everson e David; Kaká, Filipe (Dendel), Coquinho e Diogo (Victor); Jonhes e Edicarlos. Técnico: Reinaldo Gueldini.
CEILÂNDIA: Darci, Liel, Panda (Gustavo) e Badhuga; Alcione, Diego (Daniel), Didão, Breno e Allann Dellon; Dimba (Luiz Fernando) e Cassius. Técnico: Adelson de Almeida.


sábado, 28 de abril de 2012

EM 1964 O CEARÁ ENFRENTOU DUAS SELEÇÕES DO DF


No ano de 1964, o Distrito Federal tinha dois campeonatos oficiais: o de amadores e o de profissionais. Quando a Federação Desportiva de Brasília convidou o Ceará Sporting Club para dois amistosos na Capital Federal, tornou-se necessária a formação de duas seleções para enfrentar o alvinegro cearense.
As súmulas desses jogos foram as seguintes:

SELEÇÃO AMADORA DO DISTRITO FEDERAL 2 x 2 CEARÁ
Data: 14 de julho de 1964
Local: Estádio Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Nilzo de Sá
Gols: Toinho e João para a Seleção do Distrito Federal e Charuto (2) para o Ceará.
DISTRITO FEDERAL: Chico, Jair, Eufrásio, Logodô e Alberto; João e Toinho; Lula (Joãozinho), Zezão, Paulinho (Baianinho) e Zezé.
CEARÁ: Aloísio Linhares, William, Alexandre, Mauro e Espanhol; Carlito e Lucena; Edilson, Charuto, Gildo e Marcos (Zé Geraldo).

SELEÇÃO PROFISSIONAL DO DISTRITO FEDERAL 0 x 1 CEARÁ
Data: 17 de julho de 1964
Local: Estádio Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Carlos Ferreira do Amaral
Gol: Charuto.
DISTRITO FEDERAL: Gaguinho, Délio, Firmo, Bimba e Wilson; Paulista (Bolinha) (Farneze) e Beto Pretti, Sabará, Djalma (Bawany), Amaury e Nilo.
CEARÁ: Aloísio Linhares, William, Alexandre, Mauro e Espanhol; Zé Geraldo e Lucena; Edilson, Charuto, Gildo e Marcos.




quinta-feira, 26 de abril de 2012

AS DECISÕES: Campeonato Brasiliense de 1990


1º jogo
TIRADENTES 0 x 1 GAMA
Data: 21 de abril de 1990
Local: Estádio Serejão, Taguatinga
Público: 2.534
Árbitro: Édson Rezende de Oliveira
Gol: Evandro
TIRADENTES: Deó, Beto Guararapi, Cláudio, Beto Fuscão e Gilberto; Touro, Joel (Wander) e Zé Maurício; Jarbas (Chicão), Bé e Egberto. Técnico: Dadá Maravilha.
GAMA: Nasser, Chaguinha, Zinha, Toinzé e Claudinho; Zé Nilo, Vicente e Augusto (Filó); Zoca, Formiga e Evandro (Arthur). Técnico: Orlando Lelé.

2º jogo
GAMA 0 x 0 TIRADENTES
Data: 28 de abril de 1990
Local: Estádio Bezerrão, Gama
Público: 13.072
Árbitro: Lincoln Costa
GAMA: Nasser, Chaguinha, Zinha, Toinzé e Claudinho; Zé Nilo, Vicente e Augusto (Filó); Zoca, Formiga (Artur) e Evandro. Técnico: Orlando Lelé.
TIRADENTES: Déo, Beto Guarapari, Carlinhos (Cláudio), Beto Fuscão e Jair; Touro (Murilo), Joel e Zé Maurício; Jarbas, Bé e Wander. Técnico: Dadá Maravilha.

NOTA:
Zoca e Evandro eram ex-juniores do Vasco da Gama.



terça-feira, 24 de abril de 2012

ESTREIA DO SOBRADINHO NA TAÇA DE PRATA DO CAMPEONATO BRASILEIRO DE 1985


SOBRADINHO 0 x 0 AMERICANO
Data: 3 de fevereiro de 1985
Local: Augustinho Lima, Sobradinho (DF)
Árbitro: Carlos Alberto Valente (ES)
Renda: Cr$ 5.650.000,00
Público: 2.950

AMERICANO 3 x 1 SOBRADINHO
Data: 10 de fevereiro de 1985
Local: Godofredo Cruz, Campos (RJ)
Árbitro: João Leopoldo Aieta (SP)
Renda: Cr$ 3.448.000,00
Público: 696
Gols: Rubens, 15; Kidão, 19; Vandinho, 23 e Wellington (contra), 63.

Obs.: os vencedores passavam para a Segunda Fase da competição; o Sobradinho foi desclassificado.

Defenderam o Sobradinho nesses dois jogos: Bocaiúva, Cláudio, Kidão, Rildo e Visoto (Zinha); Artur, Filó e Wellington; Régis (Lino), Serginho e Jamil. Técnico: Altair Siqueira.

A ESTREIA DO BRASÍLIA NO CAMPEONATO BRASILEIRO DE 1985


BANGU 1 x 0 BRASÍLIA
Data: 27 de janeiro de 1985
Local: Moça Bonita, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Roberto Nunes Morgado (SP)
Renda: Cr$ 5.540.000,00
Público: 1.090
Gol: Pingo, 75
BANGU: Gilmar, Perivaldo, Jair, Oliveira e Márcio; Israel, Pingo e Mário; Marinho, Fernando Macaé e Gilson (Ado). Técnico: Moisés.
BRASÍLIA: Déo, Beto, Iranil, Jonas Foca e Marinho; Marco Antônio (Cléber), Manuel Ferreira e Wander; Santos, Ramón e João Carlos. Técnico: Jorge Medina.



sexta-feira, 20 de abril de 2012

OS CLUBES DO DF: A. E. Carioca


Depois que Brasília passou a ser Capital do Brasil, em 1960, muitos órgãos foram transferidos dos seus Estados de origem.
Isso também aconteceu com o Tribunal Federal de Recursos, que tinha sede no Rio de Janeiro, e foi um dos órgãos máximos do Poder Judiciário do Brasil, e hoje é o Superior Tribunal de Justiça. A ata da sessão de instalação do órgão em Brasília é de 22 de abril de 1960.
Pouco tempo depois, mais precisamente em 10 de agosto de 1960, funcionários do Tribunal criaram uma associação esportiva que tinha como finalidade proporcionar divertimento ao pessoal do órgão e mantida através do pagamento de mensalidades descontadas nas folhas de pagamento dos seus funcionários.
Passaram-se os anos e em 1º de julho de 1965, alguns desses funcionários reuniram-se no apartamento nº 302 do Bloco 4 da Super Quadra Sul 106 para fundar uma sociedade civil esportiva, cultural e cívica. Surgiu, assim, a Associação Esportiva Carioca.
Com forte influência de torcedores do Flamengo, o uniforme foi assim composto: camisa vermelha com golas e mangas pretas, calção preto e meias vermelhas.
A primeira diretoria da A. E. Carioca foi assim constituída: Presidente – Antônio Villela; Vice-Presidente – Aderbal Silva; Secretário Geral – Jorge Manoel Martins Ferreira; Tesoureiro Geral – Jorge de Carvalho; Diretor de Esportes – Clarindo Custódio Flauzina; Diretor Social e Cultural – Sérgio Luiz Mydosi May e Diretor de Patrimônio – Waldemar Siqueira Domingues.
Também foram eleitos os membros do Conselho Deliberativo e do Conselho Fiscal.
Quando se filiou a Federação Desportiva de Brasília, o Carioca preferiu fazer parte do quadro de clubes do Departamento Autônomo. Na época ainda existiam os departamentos de profissionais e de amadores.
Sua primeira participação em uma competição promovida pela Federação foi o Torneio Início do Departamento Autônomo, disputado em 5 de junho de 1966, e do qual participaram 18 equipes.
Para surpresa de muitos, o Carioca conquistou o título de campeão. No primeiro jogo, venceu o D. A. E. por 1 x 0. Nos pênaltis (3 x 2), passou pelo Vila no segundo jogo. No terceiro, derrotou a A. D. Taguatinga, por 2 x 1. Nas semifinais e final enfrentou dois dos mais poderosos clubes do futebol amador de Taguatinga, Flamengo e Brasília, vencendo a ambos por 1 x 0.
Já no campeonato do Departamento Autônomo de 1966 não obteve o mesmo êxito. A competição foi dividida em seções (Taguatinga, Gama, Sobradinho e Plano Piloto). Nesta última, onde estava o Carioca, apontou como classificados para a fase final o CSU (clube da Universidade de Brasília) e a AEB – Associação dos Economiários de Brasília.
Permaneceu no Departamento Autônomo até o dia 10 de março de 1969, quando a Federação Desportiva de Brasília realizou uma Assembléia Geral Extraordinária com o objetivo de instituir a “Taça Brasília”, evento oficial da qual tomaram parte 24 clubes filiados, quer profissionais, amadores ou componentes do Departamento Autônomo, todos em igualdade de condições, havendo partidas de amadores com profissionais. Esses clubes foram divididos em dois grupos.
A estréia do Carioca foi no dia 20 de abril de 1969, no Estádio Ciro Machado do Espírito Santo, com um grande resultado: empate em 1 x 1 com o Grêmio (que viria a se tornar vice-campeão neste ano).
Na classificação final do Grupo A, o Carioca ficou em sétimo lugar, com a seguinte campanha: 10 jogos, 2 vitórias, 5 empates e 3 derrotas; 15 gols a favor e 16 contra.
O torneio foi em dois turnos, sendo que do segundo só participariam os seis primeiros colocados de cada grupo.
Apesar de obter a classificação para o turno final, o Guará, sexto colocado, solicitou o seu afastamento da competição; o Carioca foi incluído em seu lugar, por ser o clube imediatamente classificado na fase inicial.
Na Fase Final, o Carioca ficou com a décima e antepenúltima posição, somente à frente do Setor Automobilístico e da A. D. Taguatinga.
Nos 11 jogos que disputou, obteve apenas três vitórias (mais dois empates e seis derrotas). Marcou 13 gols e sofreu 22.
Alguns jogadores que defenderam o Carioca em 1969: Goleiro: Walter; Defensores: Paulo, Botija, Zezé, Jair, Moisés, Tulu e Quati; Atacantes: Calora, Wilson, Walter, Nico, Bonfim, Gisélio, Neluir, Arthur, Eraldo e Elói.
No ano de 1970, tomou parte do Torneio “Governador Hélio Prates da Silveira”, ficando na sexta colocação entre oito clubes.
Logo depois, tomou parte do Campeonato Brasiliense de 1970, disputado por dez equipes. Ficou em 9º lugar e não obteve classificação para o turno final (com os seis primeiros colocados).
Em 1971, chegou a participar do Torneio “Governador do Distrito Federal”, juntamente com mais dez equipes. O torneio foi marcado por muitos WO pois muitos clubes estavam irregulares (débito com a Tesouraria da FDB) e suspensos de suas obrigações.
Ficou na quarta colocação, com 13 pontos ganhos (seis vitórias, um empate e três derrotas). 
No dia 21 de junho de 1971, encaminhou ofício para a Federação solicitando seis meses de licença e dispensa da disputa do campeonato oficial de 1971.
No dia 29 de fevereiro de 1972, realizou uma nova Assembléia para escolher sua nova diretoria, assim constituída: Presidente - Oswaldo Marcondes; Vice-Presidente - Aderbal Silva; 1º Secretário - Jorge Manoel Martins Ferreira; 2º Secretário - Antônio de Assis Laus; 
Diretor de Esportes - Clarindo Custódio Flauzina e Diretor Social e Cultural - Sérgio Luiz Mydosi May.
Voltou a disputar uma competição oficial neste mesmo ano de 1972. No dia 20 de agosto de 1972 reestreou no campeonato brasiliense perdendo de 2 x 0 para o Grêmio.
Foi o último colocado dos sete clubes que disputaram o 1º turno, com apenas um ponto ganho.
No segundo turno, ficou com a quinta colocação, o que não o impediu de ficar em último lugar na classificação final do campeonato, vencido pela A. A. Serviço Gráfico.
Defenderam o Carioca nesse ano: Goleiros - Rezende e João Batista; Defensores - Carlinhos, Xavier, Maurício, Zezão, Clarindo e Edson; Atacantes - Baltazar, Jonas, Baiano, Joãozinho, Ivan, Cláudio, Chenco, Newton, Raimundo e Dimas.
Dez clubes disputaram o campeonato brasiliense de 1973 e o Carioca ficou em oitavo lugar no primeiro turno.
Antes do encerramento do segundo turno, o Carioca solicitou desfiliação, perdendo o restante de seus jogos por WO (1 x 0).
O último jogo de sua história foi no dia 16 de dezembro de 1973, no Estádio Pelezão, com derrota de 3 x 0 para o Unidos de Sobradinho.
Alguns dos últimos jogadores a vestirem a camisa do Carioca foram: Goleiros - Telles, Jaime e Chico; Defensores - Arlindo, Bartolomeu, Maurão, Maurílio, Carlinhos, Clarindinho e Raimundo; Atacantes - Chenco, Gordo, Raimundinho, Ari, Berto, João, Peba, Divino e Néviton. Técnico: Clarindo Custódio.
No dia 21 de fevereiro de 1974 foi homologada, por unanimidade, a decisão da Diretoria da Federação Metropolitana de Futebol em desfiliar a Associação Esportiva Carioca, em razão do não cumprimento de obrigações deste clube junto à entidade. A representação do TFR deixou de comparecer a vários compromissos, o que, de acordo com os estatutos da FMF implicava na desfiliação da agremiação infratora.


domingo, 15 de abril de 2012

ESTATÍSTICAS DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1964


Neste ano, a Federação Desportiva de Brasília promoveu dois campeonatos oficiais, sendo um de clubes amadores e o outro de profissionais.
Hoje, faremos o levantamento estatístico do campeonato de amadores. Numa próxima oportunidade, postaremos as informações do campeonato de profissionais.

CLUBES PARTICIPANTES: 7.
JOGOS REALIZADOS: 42.
GOLS ASSINALADOS: 135.
MÉDIA DE GOLS POR JOGO: 3,2.
MELHOR ATAQUE DO CAMPEONATO: Guanabara, com 28 gols a favor.
PIOR ATAQUE DO CAMPEONATO: Pederneiras, 6 gols a favor.
MELHOR DEFESA DO CAMPEONATO: Nacional, com 12 gols contra.
PIOR DEFESA DO CAMPEONATO: Vila Matias e Pederneiras, 28 gols contra.
MELHOR SALDO DE GOLS: Cruzeiro do Sul, 11.
MAIOR NÚMERO DE VITÓRIAS: Guanabara, Dínamo, Nacional e Cruzeiro do Sul, todos com 7.
MENOR NÚMERO DE VITÓRIAS: Vila Matias e Pederneiras, 1.
MENOR NÚMERO DE DERROTAS: Guanabara, 1.
MAIOR NÚMERO DE DERROTAS: Pederneiras, 10.
MELHOR ÍNDICE DE APROVEITAMENTO: Guanabara, com 75,0%.
MAIORES GOLEADAS DO CAMPEONATO: 07.06.1964 - Grêmio 4 x 0 Vila Matias; 30.08.1964 - Nacional 4 x 0 Pederneiras e 25.10.1964 - Cruzeiro do Sul 4 x 0 Pederneiras. 
JOGOS COM MAIOR NÚMERO DE GOLS MARCADOS: 20.09.1964 - Cruzeiro do Sul 3 x 3 Guanabara, 04.10.1964 - Guanabara 3 x 3 Grêmio e 25.10.1964 - Dínamo 3 x 3 Guanabara.

TAÇA EFICIÊNCIA

1º - Cruzeiro do Sul, 111 pontos
2º - Guanabara, 108
3º - Grêmio, 78
4º - Nacional, 75
5º - Dínamo, 69
6º - Vila Matias, 36
7º - Pederneiras, 27

TAÇA DISCIPLINA

1º - Guanabara, sem ponto perdido
2º - Grêmio, 30
3º - Vila Matias, 40
4º - Cruzeiro do Sul, 60
5º - Pederneiras, 65
6º - Dínamo, 110
7º - Nacional, 185

ARTILHEIROS:

1º - Lula (Guanabara) e Zezito (Nacional), 8;
2º - Azulinho (Guanabara), 6;
3º - Jaime (Vila Matias), Abel (Cruzeiro do Sul), Edson Galdino (Grêmio), Genival (Nacional), Justino e Isaías (Dínamo), 5;
4º - Zezé e Nelício (Guanabara), Zezé (Cruzeiro do Sul) e Bugue (Grêmio), 4;
5º - Nilson (Guanabara), Paulinho (Cruzeiro do Sul), Alemão (Nacional) e Goiano (Dínamo), 3;
6º - Paulinho (Guanabara), Zé Paulo, Fino, Mosquito e Eraldo (Cruzeiro do Sul), Chico (Nacional), Macedinho (Vila Matias), Avancini, Joãozinho, Belchior e Matias (Grêmio), Aristides e Deca (Pederneiras) e Saulzinho e Milton (Dínamo), 2;
7º - Lúcio-contra (Guanabara), Ézio, Baianinho, Zezinho e Belini (Cruzeiro do Sul), Índio, Macaíba e Baixinho (Nacional), Pelé, Carneiro, Benicassa, Preá, Eurides e Maranhão (Vila Matias), Hélio Galdino e Eduíno (Grêmio), Russo e Manuelzinho (Pederneiras) Adilson, Baiano, Esperidião, Edinho, Laerte e Zé Paulo (Dínamo), 1.

ÁRBITROS QUE MAIS ATUARAM:

1º - Nilzo de Sá, Moacyr Siqueira e Emílio dos Santos Vieira, 4 vezes;
2º - José Francisco de Souza, Carlos Ferreira do Amaral, Djalma Neves, Jorge Cardoso e Geraldo Delfino, 3;
3º - Pedro Celestino Machado, Onete Alves, Eduino Edmundo Lima e Idélcio Gomes de Almeida, 2;
4º - Aristeu Teixeira Santana, Nero Dias Nogueira, Rubens Pacheco e João da Silva, 1.
Obs.: Sem registros, 3.

ESTÁDIOS UTILIZADOS:

1º - Aristóteles Góes, 17 jogos;
2º - Israel Pinheiro, 15;
3º - Vasco Viana de Andrade, 8;
4º - Ciro Machado do Espírito Santo e Paulo Linhares, 1.



terça-feira, 10 de abril de 2012

AS DECISÕES: Campeonato Brasiliense de Profissionais de 1964


O jogo que decidiria o primeiro campeonato brasiliense de profissionais, no ano de 1964, entre Rabello e Defelê, estava marcado inicialmente para 13 de dezembro. No entanto, foi adiado devido à forte chuva que alagou o gramado do Estádio Paulo Linhares, de propriedade do Rabello.
As atividades da Federação Desportiva de Brasília seriam paralisadas logo depois e a decisão foi transferida para o ano seguinte.
Ambas as equipes encontravam-se com 13 pontos ganhos e a vitória daria o título de primeiro campeão profissional ao Rabello ou ao Defelê.
Mas, no dia 21 de março de 1965, o que se viu foi um passeio do Rabello para cima do Defelê. O alvinegro venceu por 4 x 1.
Eis a súmula do jogo:
RABELLO 4 x 1 DEFELÊ
Data: 21 de março de 1965
Local: Estádio Paulo Linhares
Renda: CR$ 275.000,00.
Árbitro: Carlos Ferreira do Amaral.
Gols de Beto Pretti, Clarindo (2) e Djalma para o Rabello; Walter para o Defelê.
RABELLO: Gaguinho, Délio, Gegê, Aderbal e Ivan; Zé Maria e Beto Pretti; Sabará, Djalma, Clarindo e Aires.
DEFELÊ: Zé Walter, Matarazzo, Parola, Bosco e Wilson; Alaor Capella e Walter; Fernandinho, Bawani, Otávio e Arnaldo.