sábado, 24 de fevereiro de 2018

DUELO: CEILÂNDIA x SOBRADINHO



Assim é contada a história de Ceilândia x Sobradinho, duelo que acontecerá pela 72ª vez no próximo domingo, considerando jogos válidos pelo Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão:

TOTAL DE JOGOS
71
VITÓRIAS DO CEILÂNDIA
24
VITÓRIAS DO SOBRADINHO
19
EMPATES
28
GOLS A FAVOR DO CEILÂNDIA
80
GOLS A FAVOR DO SOBRADINHO
82

A PRIMEIRA VEZ

A primeira vez que se enfrentaram foi em 2 de julho de 1980, no Serejão, quando empataram em 1 x 1. Nesse ano, o Sobradinho não perdeu para o Ceilândia nos três jogos que disputaram.

CEILÂNDIA 1 x 1 SOBRADINHO
Data: 2 de julho de 1980
Local: Serejão, Taguatinga (DF)
Árbitro: Francisco Xavier Portugal
Gols: Júlio, 15 e Messias, 64
CEILÂNDIA: Carlos, Renilton (Moreira), Arlício, Toninho e Marquinhos; Teixeira, Julinho e Zé Vieira; Lelé (Risadinha), Messias e Zé Carlos. Técnico: Francisco Antônio da Silva (Chicão).
SOBRADINHO: Carlos José, Marcos, Remo, Roberto e Serginho; Renê, Júlio (Quincas) e Dino; Toni (Arildo), Jansen e Tico. Técnico: Carlos Fernando.

TABU

Considerando que o Sobradinho não enfrentou o Ceilândia no período de 2006 a 2011, quando esteve na segunda e até na terceira divisão do DF, a última vitória do Sobradinho sobre o Ceilândia aconteceu em 14 de abril de 2002. De lá para cá se enfrentaram doze vezes, com seis vitórias do Ceilândia e igual número de empates.

AS MAIORES GOLEADAS

A maior goleada no confronto aconteceu no dia 14 de abril de 1996, no Augustinho Lima. Com três gols marcados por Dimba, o Sobradinho goleou o Ceilândia por 7 x 0.
As duas maiores goleadas do Ceilândia sobre o Sobradinho foram registradas em 06.02.2005, no Mané Garrincha, e em 06.05.2012, desta vez no Augustinho Lima, em ambos os jogos pelo placar de 4 x 1.

LOCAIS DOS JOGOS

A maioria dos jogos (52%) entre Ceilândia e Sobradinho aconteceu no estádio Augustinho Lima, em Sobradinho. Foram 37 jogos. O Abadião, na Ceilândia, recebeu 19 jogos. Completando a lista dos cinco estádios que receberam o duelo, temos o Serejão, em Taguatinga, com 11, o Mané Garrincha, em Brasília, com 3, e o Bezerrão, no Gama, com apenas um.


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