sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025

Excursão do Civilsan pelo interior de Minas Gerais - 1970


Nos dias 30 e 31 de maio de 1970, a S. E. Serveng-Civilsan realizou dois amistosos nas cidades mineiras de Paracatu e João Pinheiro.
Chegou a Paracatu às 11 horas e o jogo estava marcado para as 16 horas do dia 30, quando venceu o Amoreiras Esporte Clube local por 1 x 0, gol de Ditão, aos 44 minutos do 1º tempo.
O Amoreiras atuou com a seguinte constituição: Nivaldo, Lolô, Maurício, Jonas e Manuel; Paulão e Dito; Ovídio, Ratinho, Vilmunde e Zezinho.
Formou o Civilsan com Raspinha, Ditão (Sir Peres), Pedro Pradera, Alaor Capella e Wilson; Bugue, Heitor e Sabará; Manoelzinho, Moisés e Eduardo. Técnico: Otaziano.
A renda foi de NCr$ 1.600,00.

Após o jantar em Paracatu, por volta de 23 horas do sábado, a delegação do Civilsan seguiu para João Pinheiro, onde hospedou-se no Hotel Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.
Em João Pinheiro, às 16 horas do dia 31 de maio, enfrentou a A. A. e Recreativa Pinheirense. O resultado foi o empate em 0 x 0. As equipes formaram assim:
Pinheirense: Auro, Bezerra, Wilson, Gonzaga e Joaquim; Feira e Piazza; Arara, Ita (Mansinho), Galeno e Tizinho.
Civilsan: Ernâni, Ditão (Sir Peres), Pedro Pradera, Alaor Capella e Wilson; Bugue (Nenê), Heitor e Sabará; Manoelzinho, Moisés e Eduardo (Cid) (Baiano). Técnico: Otaziano.

O árbitro dos dois jogos foi Oswaldo dos Santos, de Brasília.




quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025

# PASSARAM POR AQUI: Djalma Santos



Djalma Santos nasceu no bairro do Bom Retiro, em São Paulo (SP), no dia 27 de fevereiro de 1929, e faleceu em Uberaba (MG), em 23 de julho de 2013, aos 84 anos.
Começou no futebol da várzea paulistana e, depois de testes frustrados no Ypiranga e no Corinthians, foi para a Portuguesa de Desportos, onde estreou em 16 de agosto de 1948, na Vila Belmiro, contra o Santos, com derrota de 3 x 2.
Djalma Santos foi ídolo da Portuguesa de Desportos, onde disputou 453 jogos. Fez parte de uma das melhores equipes do clube em todos os tempos, ao lado de jogadores como Brandãozinho, Julinho e Pinga, e conquistou o Torneio Rio-São Paulo em 1952 e 1955 e a Fita Azul em 1951 e 1953. É o segundo maior recordista de jogos disputados pelo clube.
Sua despedida aconteceu em 29 de abril de 1959, pelo Torneio Rio-São Paulo, com vitória de 6 x 3 sobre o Palmeiras.
Transferiu-se para o Palmeiras, onde jogou 498 partidas durante nove anos e conquistou vários títulos. É o sétimo jogador que mais vestiu a camisa da equipe alviverde. Foi no Palmeiras que Djalma Santos conquistou o maior número de títulos de sua carreira: o Campeonato Paulista em 1959, 1963 e 1966; a Taça Brasil de 1960 e 1967. Além disso, venceu o Torneio Rio-São Paulo em 1965.
Estreou no dia 30 de maio de 1959, no Pacaembu, na goleada sobre o Comercial, da capital paulista, por 6 x 1.
Se despediu do Palmeiras em 12 de fevereiro de 1967, no Palestra Itália, num amistoso contra o Náutico.
Encerrou sua carreira no Atlético Paranaense, onde jogou de 1968 a 1972, encerrando sua carreira aos 42 anos de idade, outra marca pouco comum para jogadores de futebol. Conquistou o campeonato paranaense de 1970.
Apesar de ter defendido apenas três clubes na carreira, Djalma Santos vestiu uma vez a camisa do São Paulo, mesmo pertencendo na época ao Palmeiras. No dia 9 de novembro de 1960, jogou como convidado nos festejos da inauguração do Estádio do Morumbi, na vitória de 3 x 0 sobre o Nacional, do Uruguai.

Disputou 114 jogos pela Seleção Brasileira (a primeira delas em 10 de abril de 1952, Brasil 0 x 0 Peru, em Santiago, Chile), marcando três gols. Conquistou a Copa do Mundo de 1958 e 1962; a Taça Oswaldo Cruz em 1955, 1956, 1958, 1961 e 1962; a Taça Bernardo O'Higgins em 1955, 1959 e 1961 e a Taça do Atlântico em 1956 e 1960.
Seu último jogo pela Seleção Brasileira foi em 9 de junho de 1968, Brasil 2 x 0 Uruguai, no Pacaembu, em São Paulo.
Nos anos de 1997 e 2000, Djalma Santos foi eleito pela FIFA como o maior lateral-direito de todos os tempos.
Participou do plantel da Seleção Brasileira em quatro Copas do Mundo: 1954, 1958, 1962 e 1966.

Ao lado de Pelé, são os únicos a iniciarem pelo menos uma partida como titular da Seleção Brasileira em quatro Copas do Mundo.
Djalma Santos e Franz Beckenbauer são os dois únicos jogadores no mundo a terem sido escolhidos três vezes o melhor jogador em sua posição em Copas do Mundo. Djalma foi eleito para o All-Star Team da Copa do Mundo de 1954, 1958 e 1962.
Terminou a carreira sem ter sido expulso uma única vez.
Na partida final da Copa do Mundo de 1958, Brasil x Suécia, entrou no lugar do titular De Sordi, que estava contundido. Em apenas noventa minutos, foi eleito o melhor jogador da posição no Mundial, que foi o primeiro conquistado pelo Brasil em toda a história.

Em 1963, foi o único brasileiro a integrar a seleção da FIFA, que enfrentou a Inglaterra em um amistoso no Estádio de Wembley.
Após parar de jogar, Djalma seguiu para ser treinador, e teve como primeiro desafio comandar o time do Vitória, de Salvador (BA).

Pouco tempo antes de falecer, Djalma Santos era professor de futebol das escolinhas públicas de Uberaba (MG).

PASSAGEM POR BRASÍLIA

Quando chegou a Brasília, Djalma Santos tornou-se o segundo bicampeão mundial a trabalhar na capital do Brasil: o outro era Nilton Santos, que trabalhava no DEFER.
No dia 23 de fevereiro de 1989, dirigiu o primeiro coletivo como técnico do Guará.

Djalma Santos no Guará
Poucos dias depois, concedeu uma entrevista ao Jornal de Brasília, da qual reproduzimos algumas partes abaixo.
JBr - Sua contratação foi cogitada pela primeira vez em dezembro de 1988, depois dada como irrealizável, mas afinal concretizada. Por que acabou aceitando o convite do Guará?
DS - Meu retorno para a Itália, onde trabalho para um clube da Terceira Divisão, só vai acontecer em setembro, após o término da temporada 1988/89. Dessa forma não há mais impedimento para que oriente uma equipe no Brasil. A proposta do Guará não era a melhor que tinha, mas minha amizade com o Wander Abdalla, presidente do Guará, e com o Nilton Santos, que trabalha no DEFER, influiu bastante. Fico até setembro.
JBr - E o elenco, agradou?
DS - Temos condições de ganhar o título. Entretanto, o trabalho de quinta-feira foi o segundo da rapaziada com bola. Estamos atrasados, alguns jogadores estão meio gordos e vamos precisar de uma atividade intensa.
JBr - Atividade intensa se tem com período integral. Alguns jogadores do Guará tem outro emprego.
DS - É verdade. Isso dificulta, mas os que puderem trabalhar com o futebol integralmente deverão fazê-lo. Vou querer muita atividade com bola, mesmo na preparação física, pois com ela o jogador tem mais motivação.
JBr - Esse duplo emprego denota ainda uma dose de amadorismo, mesmo para o vice-campeão brasiliense. Que ideia tem do futebol no Distrito Federal?
DS - Aqui, apenas dois ou três times deverão ter chances reais de chegar ao título, o que não torna o campeonato muito difícil. A maioria dos times enfrenta mais problemas que o nosso. A rigor, só temos que, comparativamente, recuperar o tempo perdido.
A estreia de Djalma Santos no comando do Guará aconteceu em 5 de março de 1989, no CAVE, com vitória de 3 x 0 sobre o Planaltina.
O Guará foi o primeiro colocado do Grupo B, com cinco vitórias e duas derrotas, e decidiu o 1º turno com o vencedor do Grupo A, o Sobradinho.
Após dois jogos, empate no CAVE e vitória no Augustinho Lima, o Guará conquistou o título de campeão do 1º turno.
No segundo turno o Guará não foi nada bem, vencendo apenas um jogo nos sete que disputou.
A sequência de maus resultados continuou no terceiro turno. 
No dia 14 de junho de 1989, quando o Guará foi derrotado pelo Ceilândia, por 2 x 1, no CAVE, Djalma Santos manifestou seu desejo de deixar o clube pela primeira vez. Na oportunidade, Wander Abdalla alegou que a decisão poderia estar sendo tomada precitadamente.
Uma nova derrota no dia 18 de junho, pelo mesmo marcador, diante do Tiradentes, acabou convencendo Djalma Santos de que era mesmo a hora de sair.
Djalma Santos deixou o Guará após dirigi-lo por 19 jogos, nos quais obteve sete vitórias, seis empates e seis derrotas.
No dia 20 de junho de 1989, pela manhã, antes do início dos treinamentos no estádio do CAVE, Djalma Santos anunciou a todo o elenco do Guará que não era mais o técnico da equipe.
Pediu demissão do cargo ao presidente Wander Abdalla na noite de segunda-feira, 19 de junho, ponderando que não estava conseguindo resultados positivos no comando do time, o que vinha desgastando-o e a equipe. Toda a Comissão Técnica (o preparador físico Jorge Moreira, seu auxiliar Maranhão, o médico Júlio Stohler e o assistente de supervisão Manoel Cajueiro) se demitiu junto com o treinador.
O Guará ficaria com a quarta colocação ao final do campeonato.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025

O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE: Brasília x Botafogo-RJ - 1983


Em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro da Série A, o Brasília foi até o Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ), enfrentar o Botafogo, ambos com apenas três pontos ganhos e lutando por uma vaga na repescagem, quase sem chances de classificação entre os três primeiros colocados do grupo.
A imprensa chegou a noticiar que era o jogo do ruim contra o pior!
Em um jogo de baixíssima qualidade técnica, o Botafogo conseguiu uma vitória fácil diante do Brasília. O jogo só serviu para mudar a posição de ambos no grupo. Com a vitória, o Botafogo passou a ter um ponto a mais que o Brasília, decretando a desclassificação do colorado brasiliense para a sequência da Taça de Ouro.

BOTAFOGO-RJ 3 x 0 BRASÍLIA
Data: 26 de fevereiro de 1983
Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Alvimar Gaspar dos Reis (MG)
Renda: Cr$ 2.167.000,00
Público: 5.060 pagantes
Expulsão: Paulo Sérgio, do Brasília, e Jérson, do Botafogo
Gols: Té, 6, 63 e 83
BOTAFOGO: Paulo Sérgio, Paulo Verdum, Abel, Cristiano e Josimar; Alemão, Ataíde e Jérson; Geraldo, Té (Chicão) e Édson (Serginho). Técnico: Zé Mário.
BRASÍLIA: Déo, Ricardo, Kidão, Jonas Foca e Nilton; Paulo Sérgio, Zu e Wander (Wilson Bispo); Márcio, Larry e Zé Carlos. Técnico: Bugue.



terça-feira, 25 de fevereiro de 2025

OS CLUBES DO DF: CEUB


No dia 25 de fevereiro de 1971, aconteceu a fundação do Ceub - Centro Esportivo Universitário de Brasília (*), através da Resolução nº 01, do Centro de Ensino Unificado de Brasília - CEUB, dessa mesma data.

(*) Esse nome seria alterado em reunião da diretoria do CEUB realizada no dia 17 de agosto de 1972. Através de Assembleia Geral, o clube decidiu mudar mais uma vez o nome da entidade, passando a chamar-se de agora em diante Ceub Esporte Clube.

Foram sócios fundadores: Alberto Péres, João Herculino de Souza Lopes, Máximo Joaquim Calvo Villar, Flávio Labouriau Barroso, Lauro Franco Leitão, Edmur Carlos Gonçalves de Oliveira, Genulpho da Fraga Rogério, Osmar Gomes Ramagem, Ayrton Klier Péres, Adilson Klier Péres, Humberto de Mendonça Gomes, Luiz Roberto Bastos Serejo, José de Oliveira Neves, Fausto de Vasconcellos Padrão, Hezir Espíndola Gomes Moreira e Jésus Augusto Péres.
E sócios contribuintes: Renato de Aguiar Attuch, Álvaro José Lindoso Veiga, Álcio Carvalho Portela, José Airton Aquino de Oliveira, Flatônio José da Silva, Carlos Alberto Arold Faria, Ramon Geraldo Lopes, Paulo Peres, Ivo Krebs Montenegro, Jupyratan Klier e Pio Pacelli Moreira Lopes.
O Ceub passou a adotar três uniformes: 1º - Camisa amarela, calção branco e meias brancas; 2º - Camisa azul, calção azul e meias azuis e amarelas; e 3º - Camisa com listras amarelas e azuis, calção azul com friso amarelo e meias azuis com faixa amarela.

O Ceub solicitou sua filiação à Federação Desportiva de Brasília no dia 1º de março de 1971. Foi exarado o seguinte despacho: “Tratando-se de nova agremiação, cujas bases patrimoniais, associativas e financeiras conhecemos, aceitamos sua filiação precária “ad referendum” da Assembleia Geral, estipulando um prazo de 30 (trinta) dias para complementação. Publique-se. Em 01/03/1971. a) Dr. Wilson de Andrade - Presidente”.




sábado, 22 de fevereiro de 2025

OS CLUBES DO DF: S. E. Serveng-Civilsan


A EMPRESA

Para entendermos como surgiu a Sociedade Esportiva Serveng-Civilsan, é preciso voltarmos no início da formação dessas duas empresas.
Após participar da construção de um novo bairro em Guaratinguetá (SP), trabalhando na Construtora Nelson Luiz do Rego S. A., Pelerson Penido decidiu comprar a Pedreira Itaguassu Ltda., em Aparecida (SP), para suprir a demanda de brita nas obras da região, plantando a semente do que viria a ser o Grupo Serveng.
Com o crescimento dos negócios iniciados pela pedreira, foi fundada em 29 de maio de 1958 a Serveng Serviços de Engenharia Ltda., pelos sócios Vicente de Paula Penido, David Fernandes Coelho e Luiz Alves Coelho.
Os negócios são diversificados, com o início das atividades de transporte de passageiros no final da década de 50.
Em 1960, a Serveng Serviços de Engenharia Ltda. ultrapassou os limites do Vale do Paraíba para ajudar a construir Brasília. Foi uma das primeiras empresas a acreditar na ideia da capital federal, participando da construção de grande parte da infraestrutura de água e esgoto, de rodovias, de diversos conjuntos residenciais de Brasília, do Ministério da Justiça e do Superior Tribunal Militar, além de construir as embaixadas do Chile, Paraguai, Venezuela e Líbano e trabalhar na restauração e melhoria da pista de pouso do Aeroporto Internacional de Brasília (em São Paulo, a empresa participou da construção do estádio do Morumbi - Cícero Pompeu de Toledo, de propriedade do São Paulo Futebol Clube).
Em novembro de 1967, a Serveng incorporou a Civilsan Engenharia Civil e Sanitária S. A., tornando-se Serveng-Civilsan S. A. Empresas Associadas de Engenharia.

A Civilsan, Engenharia Civil e Sanitária S. A. foi das primeiras empresas construtoras a chegarem a Brasília. Sua presença data de agosto de 1957. Sua primeira obra foi a das instalações elétricas do Hotel de Turismo (Brasília Palace), o que executou em apenas 95 dias. Logo após, foi convidada a projetar e executar todo o serviço de águas pluviais do Setor Sul, passagens e esgotamentos da Asa Norte, Estação de Tratamento de esgotos sanitários e toda a rede de dutos telefônicos.




PARTICIPAÇÃO NO FUTEBOL DE BRASÍLIA

Uma das primeiras notícias sobre o futebol na Civilsan data de abril de 1961, bem antes de acontecer sua filiação à Federação Desportiva de Brasília.
No dia 9 de abril de 1961, a equipe do Civilsan Futebol Clube foi goleada num amistoso pela Associação Atlética Imprensa Nacional, pelo placar de 6 x 2.
Logo depois, foi realizado um torneio quadrangular como parte dos festejos do primeiro aniversário de fundação da nova Capital Federal, no campo do Saturnino de Brito F. C., com a participação das seguintes equipes: E. C. Brasília. A. A. Três Poderes, Civilsan Futebol Clube e A. A. Imprensa Nacional. O curioso é que o torneio foi dividido em duas etapas: pela manhã jogaram os segundos quadros e à tarde as equipes principais. Não foi possível encontrar o desfecho desse torneio.
Como toda empresa que atuava na construção de Brasília, a Civilsan também tinha o seu acampamento, que ficava na atual Avenida das Nações, e onde não podia faltar um campo de futebol para as peladas dos seus operários.
Não demorou muito para, em 21 de junho de 1964 serem inauguradas as novas instalações da sede social da Associação dos Funcionários da Civilsan.
Ainda em 1964, a Civilsan teve participação ativa na campanha de doação de material para a construção do Estádio de Brasília (que seria inaugurado no ano seguinte), oferecendo, através de seu engenheiro titular em Brasília, José Maia Leite, vários caminhões de madeira para a construção do canteiro de obras.
De forma um pouco mais organizada, a primeira competição que a Civilsan tomou parte foi o Torneio Início da União dos Clubes Independentes, realizado no dia 11 de abril de 1965, no campo do Nacional. Tomaram parte 13 equipes.
Fez sua estreia no sétimo jogo do dia, derrotando o Flamengo por 1 x 0 e, no décimo, perdeu para o Esporte Clube W-3 (que seria campeão do torneio), por 2 x 1.
Ao final do 1º turno, no dia 27 de junho de 1965, o Civilsan era o oitavo colocado, junto com Flamengo e Schindler, todos com 11 pontos perdidos.
No dia 29 de maio de 1966, em prosseguimento aos preparativos para a disputa do primeiro campeonato de futebol do Departamento Autônomo da FDB, o Civilsan enfrentou e venceu o conjunto dos Economiários, por 2 x 1, gols marcados por Roberto e Ceará. Formou com Sinval, Maracanã, Ferreira, Gil e Maurizan (Carabina); Bigode e Feio (Martelo); Roberto, Ceará, Adilson e Albino.
No dia 5 de junho de 1966, participou do Torneio Início do Departamento Autônomo. No segundo jogo, venceu o CSU, por 3 x 2 e, no 11º, foi derrotado pelo Taguatinga, pelo mesmo placar (ambos nos pênaltis).
O Civilsan disputou o Campeonato do Departamento Autônomo da Federação Desportiva de Brasília de 1966, integrando na Primeira Fase a Série Plano Piloto. Entre os quadros principais, o Civilsan ficou em terceiro, junto com o Flamengo, com 12 pontos perdidos, entre nove clubes. Daniel, do Civilsan, foi o quarto artilheiro da competição, com oito gols. A defesa do Civilsan foi a segunda menos vazada, tendo sofrido 18 gols, enquanto que seu ataque foi o quinto, com 26 gols marcados.
Na categoria de aspirantes, o Civilsan foi o vice-campeão dessa série, com oito pontos perdidos. Por outro lado, o Civilsan venceu o Supercampeonato de Aspirantes (disputado pelos dois primeiros colocados das três séries). Na última rodada, no dia 20 de novembro de 1966, venceu o Brasília, de Taguatinga, por 3 x 2, e sagrou-se campeão invicto. Marcaram pelo Civilsan Adilson (2) e Celestino. Formou com Valdomiro, Vilson (Elias), Zequinha (Wilson), Carabina e Zezinho; Dudu e Eduardo (Raimundo); Feio, Rui, Adilson e Celestino.
No dia 4 de dezembro de 1966, o Civilsan tomou parte de um quadrangular que também reuniu Grêmio, do Núcleo Bandeirante, e Vila Matias e Brasília, de Taguatinga, no campo da Metropolitana. Primeiramente, venceu o Grêmio por 2 x 1, com dois tentos de Rui. Formou com Sinval, Wilson, Zé Luís, Maracanã e Jaime; Zezinho e Azulinho; Ceará, Adilson, Rui e Melro (Alemão).
No domingo seguinte, 11 de novembro, o torneio teve prosseguimento e o Civilsan foi goleado pelo Brasília, por 5 x 1, formando com Sinval, Wilson, Maracanã, Melro e Zezinho; Azulinho e Ceará; Santos, Sabará, Rui e Adilson. Rui marcou o único gol do Civilsan.
Em 1967, mais uma vez classificou-se entre os dois primeiros colocados da Série do Plano Piloto e, no Supercampeonato do Departamento Autônomo (que só terminou em março de 1968) ficou em quarto lugar entre sete equipes. O Brasília, de Taguatinga, foi o campeão. Atuou mais vezes com Valdomiro, Totó (Geraldo), Carabina, Manoel e Zezinho; Eduardo e Ceará; Adilson (Fafá), Paulinho, Azulinho e Guido.
No dia 14 de julho de 1968, o Civilsan venceu o torneio de futebol promovido pela Confederação Nacional de Indústria, que ainda reuniu as equipes da VASP, Codipe, SESI (com duas equipes) e TCB, e foi realizado no Estádio Ciro Machado do Espírito Santo, campo do Defelê.
Venceu a VASP por 2 x 1 e o SESI A. C., na final, por 1 x 0. Formou com Moacir, Labine, Heitor, Elias e Totó; Pierre e Ceará; Raimundo, Maracanã, Adilson e Zezinho (Cardoso).
Depois de vencer a série do Plano Piloto, disputou o Supercampeonato do Departamento Autônomo de 1968. A fase final reuniu Civilsan, Gaminha, Coenge, Brasília, Setor Automobilístico, Manufatura e Meta.
Foi necessária uma superdecisão entre Civilsan, Gaminha e Coenge, todos com três pontos perdidos, para se conhecer o campeão de 1968, que acabou sendo o Coenge. Nos últimos jogos, o Civilsan atuou com Sinval, Bira, Wilson, Fred e Zezinho; Eduardo e Ceará; Jorge, Baiano, Silva e Adilson.
No dia 1º de maio de 1969, o Civilsan promoveu e venceu o torneio realizado nas festividades comemorativas do Dia do Trabalhador. Os jogos foram realizados no Campo dos Eucaliptos. No 1º jogo, venceu a equipe da Rádio Alvorada, por WO. No quarto jogo, vitória sobre o Minas e Energia, por 2 x 1, gols de A. Maria e Milton. Na final, 1 x 0 sobre o Correio Braziliense, gol contra de Stuckart. Formou com Raspinha, Elias, Virmondes, Paulo e Zezinho; Ceará e Nenen (Martiniano); Teixeira (Lott), A. Maria, Adilson e Milton.
Aproveitou-se do momento de transição no futebol brasiliense, após a bagunça do campeonato de 1969, que foi disputado por times profissionais e amadores, para formar um grande time para 1970. Trouxe para técnico o experiente Otaziano. Passou a contar com jogadores que trabalharam com Otaziano numa das melhores seleções profissionais que em Brasília foram formadas: Bugue, Zé Walter (para revezar com Raspinha, no gol), Cid, Baiano, Wilson, Melo, Pará, Paulinho, Sabará e outros que jogaram pelo Rabello e Defelê.

Logo da empresa
A definitiva fusão da Civilsan e da Serveng no futebol aconteceu em 22 de fevereiro de 1970, quando foi fundada a Sociedade Esportiva Serveng Civilsan.
Sua primeira diretoria foi assim composta: Presidente – Milton Almeida Soares da Silva; Vice-Presidente – Clorisval Gomes Pereira; Diretor Secretário – Luiz José de Oliveira; Tesoureiro – Ênio Lumazzini; Diretor Social – Laíze de Freitas; Diretor de Desportos – Hafes Hallal e Diretor de Futebol – João Wellington Moura.
No final do mês de maio de 1970, o Civilsan realizou uma pequena excursão ao interior de Minas Gerais. No dia 30 de maio, obteve uma vitória em Paracatu, sobre o Amoreiras Esporte Clube, por 1 x 0, gol do lateral-direito Ditão. No dia seguinte, um empate em João Pinheiro, sem abertura de contagem, com a A. A. Pinheirense.
Curiosidade: em Paracatu, a equipe do Civilsan estranhou muito a irregularidade do gramado do estádio Frei Norberto (que hoje é utilizado pelo Paracatu no Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão).
Jogou com Raspinha (Ernâni), Ditão (Sir Peres), Zé Pedro, Alaor Capella e Wilson; Bugue (Nenen), Heitor e Sabará; Manoelzinho, Moisés e Eduardo (Cid) (Baiano). Técnico: Otaziano.
Logo depois, no dia 5 de julho de 1970, fez sua estreia no Torneio “Governador Hélio Prates da Silveira”. No estádio Pelezão, venceu o Gaminha, por 3 x 2, com dois gols de Baiano e um de Moisés.
Terminou a competição na terceira colocação (com a mesma pontuação do vice-campeão Coenge), entre oito equipes, após a seguinte campanha: sete jogos, quatro vitórias, dois empates e uma derrota; marcou 16 gols e sofreu 10.
Baiano, do Civilsan, foi o principal artilheiro dessa competição, com seis gols.
Pelo campeonato oficial de 1970, fez sua estreia no dia 6 de setembro, vencendo o Grêmio por 2 x 0, no Pelezão, com gols de Baiano e Da Silva.
Terminou a Primeira Fase na terceira colocação, o suficiente para disputar a Fase Final com os demais cinco melhores classificados. Foram nove jogos, com três vitórias, cinco empates e uma derrota; 14 gols a favor e dez contra.
No turno final, ficou na primeira colocação, junto com o Grêmio, ambos com nove pontos ganhos, com quatro vitórias e um empate, com saldo de gols melhor que seu adversário.
O regulamento determinava que nesse caso fosse disputado o título em uma série melhor de três.
No primeiro jogo, disputado no dia 24 de janeiro de 1971, o Civilsan aplicou uma goleada no Grêmio: 6 x 2. Arnaldo, quatro vezes, Manoelzinho e Eduardo marcaram os gols do Civilsan, que passou a ser favorito para a conquista do título.
Mas o título de campeão não veio. Nos dois jogos seguintes, 31 de janeiro e 7 de fevereiro, vitórias do Grêmio pelo mesmo placar (2 x 1) e o sonho desfeito.
No último jogo, o Civilsan atuou com Maracanã, Nazo, Triste, Didi e Wilson; Aldo e Nenê; Azulinho (Baiano), Invasão, Eduardo e Adilson (Vilela). Técnico: Hector Gritta.
Arnaldo, do Civilsan, foi o principal artilheiro da competição, com oito gols, e Invasão, o segundo, com seis.
A última competição que o Civilsan tomou parte foi o Torneio Governador do Distrito Federal, disputado de 21 de março a 13 de junho de 1971, no qual o Civilsan ficou na terceira colocação, entre onze equipes. Seu último jogo aconteceu em 6 de junho de 1971, com vitória de 3 x 1 sobre o Planalto, do Gama, no Pelezão. Eduardo, Manoelzinho e Vilela marcaram os gols.
No dia 13 de agosto de 1971, aconteceu a Assembleia que desfiliou seis clubes, dentre eles a Serveng Civilsan.




sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025

AS SELEÇÕES DE BRASÍLIA: contra a Seleção Brasileira em 1976


Anísio (massagista), Terezo, Fabinho, Luís Carlos, Alencar, Nego, 
Nenê e Inácio Milani; Agachados: Junior, Marquinhos, Nei, Léo e Xisté
Na segunda fase do futebol profissional brasiliense (1976 até hoje), a primeira convocação de uma Seleção de Brasília aconteceu em fevereiro de 1976. O adversário seria a Seleção Brasileira.

No dia 12 de fevereiro de 1976 foi formada a Comissão Técnica, que ficou assim formada:
Supervisor: Roulien Rodrigues
Técnico: Cláudio Garcia (Ceub)
Auxiliar Técnico: Inácio Milani (Grêmio)
Assessor: José Jorgito
Preparadores Físicos: Caranambu Bessa (Brasília) e Rubens Freitas (Grêmio)
Médicos: Túlio Vasconcelos (Federação) e Flory Machado (Ceub)
Massagista: Anísio Cabral (Brasília)
Enfermeiro: Edson Alves de Oliveira (Brasília)
Roupeiro: Antônio Português (Grêmio)
No dia seguinte, 13 de fevereiro de 1976, às 20:30 horas, os 22 jogadores convocados se apresentaram na sede da Federação Metropolitana de Futebol. Foram eles:
Goleiros: Nêgo (Grêmio) e Norberto (Brasília)
Zagueiros: Terezo (Brasília), Luís Carlos Lopes (Grêmio), Fabinho (Grêmio), Luís Carlos Teixeira (Brasília), Sidney (Brasília), Grimaldi (Grêmio), Nenê (Ceub) e Décio (Ceub)
Médios: Renê (Ceub), Raimundinho (Brasília), Alencar (Ceub), Marquinhos (Grêmio), Xisté (Ceub) e Hamilton (Grêmio)
Atacantes: Junior - que mais tarde passaria a ser chamado de Junior Brasília (Ceub), Humberto (Brasília), Léo (Grêmio), Mineirinho (Brasília), Gilbertinho (Ceub) e Nei (Brasília)
O primeiro treino aconteceu no dia 17 de fevereiro, no campo do Corpo de Bombeiros, no Setor Policial Sul. Os titulares, de camisas amarelas, formaram com Nego, Terezo, Luís Carlos Teixeira, Fabinho e Grimaldi; Alencar, Raimundinho e Xisté; Junior, Léo e Nei. Os reservas, com camisas azuis, foram Norberto, Luís Carlos Lopes, Décio, Sidney e Nenê; Marquinhos, Renê e Hamilton; Mineirinho, Humberto e Gilbertinho. No decorrer do treino, que durou 90 minutos, Cláudio Garcia trocou Grimaldi por Nenê, Xisté por Marquinhos e Nei por Humberto.
Os titulares venceram por 5 x 0, com gols de Terezo (2), Léo, Xisté e Humberto.
No dia 19 de fevereiro foi realizado o segundo treino, no campo da SLU - Serviço de Limpeza Urbana. Os titulares voltaram a vencer, desta vez por 2 x 1, com dois gols de Léo, enquanto que Humberto descontou para os suplentes.
Assim que terminou o treino, quatro jogadores foram cortados: Grimaldi, Décio, Mineirinho e Gilbertinho. Grimaldi foi examinado no treino e ficou constatado que sofreu uma distensão no músculo lombar e não tinha condição de se recuperar até o momento do jogo.
No dia do jogo, 21 de fevereiro, a seleção brasiliense entrou em campo com camisas verdes de golas e punhos brancos, calções e meiões brancos.
Valdir Peres saindo do gol para defender a bola
Quando a bola começou a rolar, o que se viu foi uma seleção brasiliense jogando um futebol alegre e objetivo. Não fosse o nervosismo de alguns, principalmente o centroavante Léo, que andou perdendo muitas bolas, talvez o resultado do jogo fosse outro, pois ficou nítida a falta de entrosamento entre os jogadores da seleção brasileira.
O gol da seleção brasileira surgiu aos 36 minutos do 1º tempo. Após uma investida pela direita, com Nelinho, a defesa brasiliense interceptou a jogada. O centroavante Léo, que jogava muito recuado, recebeu a bola e sozinho tentou ultrapassar o meio campo. Adiantou demais a bola e esta se ofereceu para Chicão. Percebendo a defesa adiantada, Chicão esticou um passe para Flecha. O goleiro Nego fez que ia sair do gol e parou. Quando saiu, não deu mais tempo, pois Flecha chegou primeiro na bola e marcou o único gol da partida.
Aberta a contagem pensava-se que a seleção brasiliense se apavoraria, temendo uma goleada. Isso não aconteceu.
Na segunda etapa, a seleção brasiliense apresentou-se muito melhor que o selecionado brasileiro. Com muita bravura, o time buscou o empate e só não conseguiu por falta de sorte. Alencar e Marquinhos tomaram conta do meio campo e todo o ataque se mexia muito. Aos 16 minutos, a seleção brasiliense já poderia ter empatado a partida. Percebendo a penetração de Marquinhos, Junior fez um excelente passe. Marquinhos driblou Rivelino e tocou para Nei, que entraria na área para finalizar, mas foi derrubado. Falta perigosa, que Xisté cobrou na barreira.
Minutos depois, a seleção de Brasília perdeu a melhor oportunidade para o empate. Xisté desceu pela ponta esquerda e enfiou um passe para Léo, dentro da área. O centroavante livrou-se do primeiro marcador e quando tinha tudo para marcar, perdeu o equilíbrio e permitiu que Miguel salvasse a defesa do apuro.
Após esses dois ataques, a seleção brasileira tratou de acordar e cuidou mais do meio campo.
Ainda houve um lance de Junior, que fez um cruzamento para a área, Valdir Peres espalmou e a bola bateu na trave.
O mesmo Junior foi um dos destaques do jogo, ao infernizar a vida de Marinho Chagas, chegando a dar um balão e vários dribles no lateral esquerdo da Seleção Brasileira.
O empate acabou não acontecendo.
Junior, Alencar, Marquinhos e Nenê foram as grandes figuras da partida. Pelo lado da seleção brasileira, somente Nelinho e Amaral mereceram destaques.
A ficha técnica do jogo foi a seguinte:

SELEÇÃO BRASILEIRA 1 x 0 SELEÇÃO DO DISTRITO FEDERAL
Data: 21 de fevereiro de 1976
Local: Estádio Presidente Médici (atual Mané Garrincha)
Árbitro: Armando Marques
Renda: Cr$ 305.780,00
Público: 27.935 pagantes
Gol: Flecha, 36
BRASIL: Valdir Peres, Nelinho (Getúlio), Miguel, Amaral e Marinho Chagas; Chicão, Geraldo e Rivelino; Flecha (Edu), Palhinha e Lula (Falcão). Técnico: Osvaldo Brandão.
DISTRITO FEDERAL: Nêgo, Terezo, Luís Carlos Teixeira, Fabinho e Nenê; Alencar, Marquinhos e Xisté; Junior, Léo e Nei (Humberto). Técnico: Cláudio Garcia.

Nota:
O presidente Ernesto Geisel e o secretário norte-americano Henry Kissinger estiveram no estádio. No intervalo do primeiro para o segundo tempo, Marinho e Nelinho foram à Tribuna de Honra do estádio e ofereceram as camisas do Botafogo e da Seleção Brasileira às duas autoridades.


quinta-feira, 20 de fevereiro de 2025

FICHA TÉCNICA: Wanner


NOME COMPLETO: Wanner Alves Costa
APELIDO: Wanner
LOCAL E DATA DE NASCIMENTO: Belo Horizonte (MG), 20 de fevereiro de 1956
POSIÇÃO EM CAMPO: Zagueiro

INÍCIO
Descoberto por Raimundinho, na ocasião técnico do SESI, de Taguatinga, foi campeão na categoria dente-de-leite, na época em que jogavam Roberto César (já falecido e que brilhou no Cruzeiro-MG) e Banana. Depois foi jogar no infanto-juvenil do Ceub.

CARACTERÍSTICAS

Segundo o treinador Raimundinho, Wanner era um zagueiro mais técnico do que vigoroso e tinha muito senso de cobertura.

CARREIRA NO FUTEBOL BRASILIENSE

Taguatinga


ANOS

COMPETIÇÕES

CLUBES

JOGOS

GOLS

1976

CAMPEONATO BRASILIENSE

TAGUATINGA

1

1977

CAMPEONATO BRASILIENSE

TAGUATINGA

9

1978

CAMPEONATO BRASILIENSE

TAGUATINGA

17

1979

CAMPEONATO BRASILIENSE

TAGUATINGA

13

1979

CAMPEONATO BRASILEIRO - Série “A”

GUARÁ

3

1980

CAMPEONATO BRASILIENSE

TIRADENTES

6

1981

CAMPEONATO BRASILIENSE

TIRADENTES

?

?

1983

CAMPEONATO BRASILIENSE

VASCO DA GAMA

42

1

1984

CAMPEONATO BRASILIENSE

VASCO DA GAMA

16



Vasco da Gama-DF - 1983: segundo, em pé, da esquerda para a direita

REGISTROS

Ao lado do saudoso goleiro Félix (e com Dirceu Lopes na
meia-esquerda), no amistoso contra o Fluminense, em 23.04.1978

Jogou três anos no Saad, de São Caetano do Sul, de 1973 a 1975, chegando a jogar ao lado do ex-zagueiro Gomes, campeão brasileiro pelo Guarani em 1978. Também ficou onze meses na Tuna Luso, de Belém (PA), entre os anos de 1986 e 1987.

Disputou o Torneio Imprensa de 1977 pelo Sporth Club Corinthians, do Guará.

Wanner foi convocado para integrar a Seleção Brasiliense que enfrentou o Atlético Mineiro, em 21 de abril de 1977, nas festividades do 17º Aniversário de Brasília, porém, não participou do jogo.

Depois que deixou os gramados como jogador, passou a ser treinador das categorias de base do Tiradentes, junto com o também ex-jogador Elmo, irmão de Banana.

Vasco da Gama-DF: 1984