segunda-feira, 10 de outubro de 2011

CAMPEÕES E VICE-CAMPEÕES DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE JUNIORES


 

ANO

CAMPEÃO

VICE-CAMPEÃO

1976

BRASÍLIA

CAMPINEIRA

1977

BRASÍLIA

GAMA

1978

BRASÍLIA

GUARÁ

1979

GAMA

BRASÍLIA

1980

BRASÍLIA

1981

BRASÍLIA

1982

TIRADENTES

BRASÍLIA

1983

BRASÍLIA

TIRADENTES

1984

TAGUATINGA

CEILÂNDIA

1985

TAGUATINGA

BRASÍLIA

1986

TAGUATINGA

SOBRADINHO

1987

CEILÂNDIA

BRASÍLIA

1988

BRASÍLIA

TAGUATINGA

1989

TIRADENTES

BRASÍLIA

1990

GUARÁ

TAGUATINGA

1991

GUARÁ

BRASÍLIA

1992

GUARÁ

TIRADENTES

1993

PLANALTINA

BRASÍLIA

1994

GAMA

BRASÍLIA

1995

GAMA

GUARÁ

1996

LUZIÂNIA

BRASÍLIA

1997

LUZIÂNIA

SOBRADINHO

1998

GAMA

BRASÍLIA

1999

GAMA

SOBRADINHO

2000

GAMA e GUARÁ

2001

GAMA

GUARÁ

2002

GAMA

BRAZLÂNDIA

2003

BRASILIENSE

GAMA

2004

BRASILIENSE

GAMA

2005

BRASILIENSE

CEILÂNDIA

2006

BRASILIENSE

GAMA

2007

BRASILIENSE

CEILÂNDIA

2008

BRASILIENSE

UNAÍ/ITAPUÃ

2009

BRASILIENSE

CFZ

2010

SANTA MARIA

BANDEIRANTE

2011

GAMA

CRUZEIRO

 

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

AS DECISÕES: Campeonato Brasiliense de 1970


Dez equipes disputaram o campeonato brasiliense de 1970: Carioca, Civilsan, Coenge, Colombo, Defelê, Grêmio, Jaguar, Piloto, Planalto e Serviço Gráfico. Conforme determinado pelo regulamento da competição, somente os seis primeiros colocados da Primeira Fase disputariam a Fase Final, que apontaria o campeão brasiliense daquele ano.
Classificaram-se, pela ordem: Serviço Gráfico, Planalto, Civilsan, Jaguar, Grêmio e Colombo.
Encerrada a Fase Final, de forma surpreendente Civilsan (em 1º) e Grêmio (em 2º) - que ficaram em 3º e 5º, respectivamente, na Primeira Fase - empataram na primeira colocação, com 9 pontos ganhos. Com isso, se qualificaram para disputar o título de 1970.
Mais surpresas estavam reservadas para a série “melhor-de-três”.
No primeiro jogo, disputado no Estádio Pelezão, no dia 24 de janeiro de 1971, o Civilsan aplicou uma goleada de 6 x 2 sobre o Grêmio. Arnaldo marcou quatro vezes e Manoelzinho e Eduardo completaram o marcador para o Civilsan. Paulinho e Nemias fizeram os gols do Grêmio. Takeshi Koressawa foi o árbitro da partida, que teve a renda de NCR$ 542,00.
Após essa goleada, todos achavam que o título do Civilsan seria comemorado uma semana depois (31.01.1971). De forma surpreendente, o Grêmio vence por 2 x 1, obrigando a realização de uma terceira partida. Noé e Cardoso marcaram para o Grêmio e Procópio para o Civilsan. O jogo foi bastante violento, levando o árbitro Aristeu Santana a expulsar quatro jogadores: Sérgio e Noé do Grêmio e Manoelzinho e Procópio do Civilsan.
No terceiro e decisivo jogo, no dia 7 de fevereiro de 1971, novamente no Estádio Pelezão, outra vitória de 2 x 1 deu o título de campeão de 1970 ao Grêmio. O árbitro foi “importado” da Federação Carioca: Gualter Portela Filho e a renda alcançou o montante de NCR$ 1.500,00.
Pedrinho e Cardoso marcaram para o Grêmio e Baiano descontou para o Civilsan.
Assim jogaram as equipes:
GRÊMIO: Sílvio, Maninho, Grossi, Paulinho e Lúcio; Marcos, Nemias e Pedrinho; Cardoso, Santos e Sinval (Orlando). Técnico: Bugue.
CIVILSAN: Maracanã, Nazo, Triste, Didi e Wilson; Aldo e Nenê; Azulinho (Baiano), Invasão, Eduardo e Adilson (Vilela). Técnico: Hector Gritta.


terça-feira, 4 de outubro de 2011

JOGOS ETERNOS: FLA-FLU EM BRASÍLIA


O Fla-Flu foi batizado pelo jornalista Mário Filho de “O Clássico das Multidões”. O clássico carrega essa fama desde os tempos românticos do futebol carioca e de um modo geral do futebol brasileiro.
O escritor e dramaturgo Nelson Rodrigues disse “O Fla-Flu surgiu quarenta minutos antes do nada”.
Em raríssimas ocasiões, o clássico aconteceu fora do Rio de Janeiro. Uma dessas vezes o local escolhido foi Brasília. Foi no dia 27 de janeiro de 1974.
Embora amistosa, a partida foi disputada em ritmo intenso e por vezes violenta.
Os dois times criaram várias situações de gol e procuraram mostrar um futebol vistoso, de muitos dribles e toques. Apesar disso, não tivemos gol anotado no tempo regulamentar.
Encerrada a partida, o árbitro determinou que os times decidissem a Taça “Colméia” (o jogo foi promovido pela Caderneta de Poupança Colméia) e o prêmio de CR$ 1 mil (para cada jogador do time vencedor) nos pênaltis. Todos os pênaltis foram bem cobrados e tanto Félix como Renato não tiveram chance de defendê-los.
O Fluminense venceu por 5 x 4. Marcaram para o Fluminense: Silveira, Manfrini, Lula, Rubens e Carlos Alberto Pintinho; Arilson, Geraldo, Rodrigues Neto e Zico fizeram os gols do Flamengo, tendo Rogério perdido.
O local do jogo foi o Estádio Edson Arantes do Nascimento (Pelezão) e teve como árbitro Adélio Soares Nogueira, auxiliado por Carlos Ferreira do Amaral e Jorge Aloise.
O público foi de aproximadamente 40 mil espectadores.
Assim formaram as equipes:
FLUMINENSE: Félix, Zé Maria (Amauri), Bruñel, Assis e Marco Antônio; Carlos Alberto Pintinho e Cléber; Rubens, Mickey (Silveira), Manfrini e Lula. Técnico: Duque.
FLAMENGO: Renato, Rodrigues Neto, Chiquinho, Jaime (Rondinelli) e Mineiro; Paulinho e Afonsinho (Geraldo); Rogério, Dario (Arilson), Zico e Paulo César Lima. Técnico: Joubert.




sábado, 1 de outubro de 2011

TÚNEL DO TEMPO: O QUE ACONTECEU HÁ 50 ANOS (01 a 15 de outubro de 1961)


01.10.1961
Teve prosseguimento o segundo turno do Campeonato Brasiliense com a realização de mais três jogos.
O Estádio “Ciro Machado do Espírito Santo” recebeu o maior clássico da cidade: Defelê x Rabello. Com gols de Zé Paulo e Sérgio, o Defelê venceu por 2 x 1. Sabará marcou o gol de honra do Rabello. Este mesmo Sabará foi expulso de campo. A renda foi de Cr$ 24.700,00 e a arbitragem foi de Moacyr Siqueira.
No Estádio “Israel Pinheiro”, Planalto e Grêmio fizeram um jogo com muitos gols: 3 x 3. Rui, Azulinho e Moreira marcaram para o Planalto e Djalma, Wilton e Turquinho para o Grêmio. O árbitro foi José Conceição Dantas.
No terceiro jogo da rodada (Nacional x Guará) aconteceu a inauguração do Estádio Aristóteles Góes. Aristóteles Góes foi um dos diretores da Construtora Nacional, que muito fez pelo clube e pelos esportes de Brasília.
O Guará estragou a festa do Nacional ao vencê-lo por 2 x 0, gols de Léo e Barretinho. Ferreira, do Nacional, foi expulso por agressão ao árbitro Nilzo de Sá.

Pelo campeonato da Segunda Divisão, o Guanabara venceu o Real por 3 x 1 e o Colombo goleou o La Salle por 5 x 1

07.10.1961
A Gazeta Esportiva, de São Paulo, apresenta o jornalista Carlos Lúcio Menezes como repórter incumbido de fazer cobertura esportiva no Distrito Federal.

08.10.1961
A terceira rodada do returno do Campeonato Brasiliense teve mais três jogos.
O Defelê continuava na liderança do campeonato ao vencer o Planalto, em seu próprio campo, por 3 x 2. Ely, duas vezes, e Zé Paulo, marcaram para o Defelê, enquanto Euclides e Leônidas assinalaram os gols do Planalto. Jorge Cardoso foi o árbitro.
O Guará continuava com chances de conquistar o título ao vencer o Grêmio, por 1 x 0, gol de Índio. A arbitragem pertenceu a Lourandyr de Castro Gomes.
No outro jogo da rodada, o Nacional venceu o Alvorada por 3 x 0, gols de Zezito (2) e Ferreira. A renda foi de Cr$ 1.300,00 e a arbitragem de José Conceição Dantas.
No único jogo válido pelo certame da Segunda Divisão, Guanabara e Colombo não saíram do 0 x 0.

15.10.1961
Na terceira rodada do returno do Campeonato Brasiliense, o Defelê confirmou sua liderança e praticamente acabou com as chances do Guará ao goleá-lo por 4 x 1. Sérgio, duas vezes, Ely e Ramiro marcaram para o Defelê e Léo descontou para o Guará.
O Rabello continuou sua perseguição ao líder Defelê, jogando fora de casa, no Estádio “Aristóteles Góes”. Derrotou o Nacional por 2 x 1, com gols de Sabará e Nilo, contra um de Ferreira. A renda foi de Cr$ 16.600,00.
Num jogo sem muito interesse, o Grêmio marcou 3 x 0 sobre o Alvorada, gols de Edson Galdino (2) e Turquinho.



quinta-feira, 29 de setembro de 2011

AS DECISÕES: DEFELÊ x GUARÁ, EM 1960

O campeonato de 1960 foi disputado por oito equipes, mas apenas duas delas tinham chance de se sagrar campeã na última rodada.
O empate favoreceria o Defelê; ao Guará, só a vitória interessava.
No dia 29 de janeiro de 1961, as duas equipes entraram no Estádio “Israel Pinheiro”, campo do Guará, debaixo de grande expectativa.
Muito equilíbrio durante o primeiro tempo, que terminou em 0 x 0.
O nervosismo e a pressão aumentaram ainda mais no segundo tempo. Três jogadores foram expulsos: Luís Maia, do Guará e Zé Paulo e Ely, do Defelê.
Os dois gols foram assinalados através da cobrança de pênaltis: Walter Moreira para o Guará e Vitinho para o Defelê.
No final, o empate de 1 x 1 deu o título ao Defelê, que somou 11 pontos ganhos contra 10 do Guará.
A renda foi de CR$ 49.900,00 e o árbitro Alex Alves Maia.
Jogou o Defelê com Matil, Zé Paulo, Euclides e Oswaldo; Pedrinho e Loureiro; Ramiro, Vitinho, Ely, Fino e Raimundinho.
Defenderam o Guará: Edson, Camilo, Duque e Enes; Tobias e Bimba; Jorge (Carlos), Sabará, Severo, Walter Moreira e Maia.



domingo, 25 de setembro de 2011

FICHA TÉCNICA: Emerson


Muitos não sabem, mas um dos mais novos convocados de Mano Menezes para a Seleção Brasileira que irá enfrentar a Seleção da Argentina no “Superclássico das Américas”, o zagueiro Emerson, começou a jogar futebol aqui em Brasília.
Emerson dos Santos da Silva nasceu em Taguatinga (DF), no dia 3 de maio de 1983.
No Gama desde 1999, quando chegou pelas mãos de Flu, então treinador dos juvenis (Sub-17), Emerson amargou a reserva no primeiro semestre de 2001.
Emerson só começou a jogar no segundo semestre de 2001, na Segunda Divisão brasiliense. Com a camisa do Brasília, convertido em time de aluguel do alviverde Gama, que usou o rival como laboratório dos juniors, Emerson acabou como titular e campeão.
Em janeiro de 2002, de volta ao Gama, disputou a prestigiada Copa São Paulo de juniors. Apesar da eliminação na primeira fase, com uma vitória, um empate e uma derrota, o garoto aproveitou a oportunidade para subir para o time principal.
Com o terceiro cartão amarelo da dupla de zaga titular Gerson e Jairo (que começaram a jogar juntos no Gama em 1995), o garoto de 18 anos estreou com a camisa da equipe principal no dia 16 de fevereiro de 2002, pela quinta rodada do Campeonato do Centro-Oeste, na vitória de 2 x 0 sobre o Palmas, de Tocantins.
Neste campeonato do Centro-Oeste Emerson teve a chance de ganhar seu primeiro título com a camisa do Gama, na final contra o Goiás. O Gama chegou a vencer o primeiro jogo no Bezerrão (3 x 2), no dia 5 de maio de 2002 mas o Goiás reverteu essa vantagem uma semana depois, ao vencer por 3 x 0 e ficar com o título.
Voltou para a reserva do Gama no campeonato brasiliense de 2002, até que a vaga entre os
 titulares apareceu depois da contusão de Jairo, operado do joelho esquerdo. Seu primeiro jogo no Campeonato Brasiliense de 2002 foi no dia 29 de junho de 2002, no Estádio Adonir Guimarães, no empate de 1 x 1 com o CFZ. O técnico no campeonato era Cuca.
Firmou-se como titular e acabou conquistando o título de campeão brasiliense no ano de 2003. Também disputou o campeonato de 2004, ficando na segunda colocação.
Logo após o encerramento do campeonato brasiliense de 2005, Emerson acertou empréstimo de um ano com o São Caetano, de São Paulo, para disputar o Campeonato Brasileiro da Série A. O clube paulista não foi nada bem na competição, ficando com o 17º lugar entre 22 equipes (por coincidência o último colocado e um dos rebaixados para a Segunda Divisão foi justamente o rival local Brasiliense).
 
Ao retornar para o Gama, não aceitou a redução salarial proposta pelo clube e resolveu não aparecer no clube até que a situação fosse acertada.
O Gama recusou ofertas de Bragantino e Portuguesa de Desportos. Além desses, o jogador não aceitou a proposta do Atlético Goianiense.
Com essa situação e com vínculo até agosto de 2006, o zagueiro amargou a reserva em dois dos quatro jogos do Gama no campeonato brasiliense.
Foi aí que Emerson resolveu dar entrada na Confederação Brasileira de Futebol contra o Gama para recuperar seus direitos federativos.
Sob a acusação de fraude em sua documentação junto ao Gama, Emerson aproveitou a situação e rescindiu o contrato com o clube. No dia 23 de fevereiro de 2006, apresentou-se ao Guarani, de Campinas (SP).
Mesmo com o clube paulista rebaixado para a Segunda Divisão estadual, em abril Emerson foi contratado pelo Flamengo, do Rio de Janeiro (RJ).
No clube carioca, como quase todo o futebol brasileiro, parado por conta da Copa do Mundo, disputou apenas dois amistosos no mês de junho de 2006.
Transferiu-se, então, para o Veranópolis, do interior do Rio Grande do Sul, com o clube realizando ótima campanha no Campeonato Gaúcho de 2007, chegando na terceira colocação, atrás apenas de Grêmio e Juventude e à frente do Internacional. Além disso, fez parte da Seleção dos Melhores do Campeonato Gaúcho, ao lado de jogadores como William, Lucas, Diego Souza, Tcheco e Carlos Eduardo, destaques do campeão Grêmio.
Pelo clube gaúcho ainda disputou a Copa do Brasil, sendo eliminado pelo Cruzeiro, de Belo Horizonte (MG), em dois jogos bem disputados: 0 x 0 e 0 x 1, nos dias 21 e 28 de fevereiro de 2007, respectivamente.
Encerrado o campeonato gaúcho, em maio de 2007 trocou o Veranópolis pelo Fortaleza, por onde disputou o Campeonato Brasileiro da Série B. Por muito pouco o tricolor cearense não foi promovido à Série A. Ficou na quinta colocação, três pontos atrás do quarto colocado, o Vitória (BA).
Iniciou o ano de 2008 no Sertãozinho, de São Paulo, porém, dois meses depois rescindiu seu contrato com o intuito de jogar no Avaí, de Florianópolis (SC).
Emerson fez sua estréia pelo Avaí no dia 5 de março de 2008, num amistoso internacional diante da Seleção da Jamaica, com vitória por 2 x 0.
Tornou-se um dos grandes destaques do time na conquista do acesso à Série A no Campeonato Brasileiro da Série B de 2008 (o Avaí chegou em terceiro lugar, atrás de Corinthians e Santo André).
No ano de 2009, além da conquista do campeonato catarinense (fato que não acontecia desde 1997), Emerson teve grande destaque na melhor campanha de um clube catarinense na Série A do Campeonato Brasileiro: o Avaí terminou em 6º lugar.
No dia 21 de fevereiro de 2010 alcançou a marca de cem jogos pelo Avaí, no empate de 1 x 1 com o Joinville. Conquistaria o bicampeonato catarinense no mesmo ano, além de colaborar para que o Avaí se sustentasse na Série A do Campeonato Brasileiro.
Após praticamente dois anos de Avaí, quando disputou 155 jogos no Avaí e marcou 27 gols, no começo do ano de 2011 foi anunciado como reforço do Coritiba para a temporada de 2011.
No clube paranaense se tornou um dos grandes destaques do time. Titular absoluto, no ano de 2011 conquistou o campeonato paranaense de forma invicta (sendo também eleito o melhor zagueiro da competição), o recorde brasileiro de vitórias consecutivas (fazendo, inclusive, o gol da vitória sobre o Caxias, pela Copa do Brasil, em 28 de abril, que garantiu o recorde ao Coritiba), o vice-campeonato da Copa do Brasil, chegando à sua primeira convocação para a Seleção Brasileira de Futebol.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

PERSONAGENS & PERSONALIDADES: Raspinha


Antônio Serafim Filho, o Raspinha, nasceu em Uberaba (MG), no dia 7 de setembro de 1930.
Motivo do apelido: em toda a sua carreira manteve a cabeça raspada!
Sempre como goleiro, iniciou sua carreira no futebol em Cravinhos, interior de São Paulo, onde fez uma longa peregrinação, defendendo a A. A. Francana, A. D. Araraquara, Sertãozinho e Santa Rosa.
Transferiu-se para o Paraná e defendeu o Nacional, de Rolândia, o C. R. E. Apucaranense, de Apucarana, e o E. C. Comercial, de Cornélio Procópio.
Voltou ao seu estado natal e defendeu o Paraisense, de São Sebastião do Paraíso.
Em Goiás, jogou no Goianésia, Ceres e Goiânia.
Em Brasília, assinou contrato em 15 de setembro de 1960, com o Planalto. Convocado para a primeira seleção de futebol de Brasília, em 1960. Em 1963 passou para o Rabello, onde ficou pouco tempo. Depois jogou seguidamente por Pederneiras, Guanabara (em 1965) e Civilsan, em 1970. Neste mesmo ano, encerrou a carreira de jogador e iniciou a de massagista. Trabalhou no Defelê, Ceub, Demabra (Bandeirante), Gama de 1977 a 1979, Taguatinga (foi campeão), Brasília, Guará, onde foi vice-campeão e treinador de goleiro por muito tempo, e Sobradinho.
Além do futebol, esteve por 19 anos na AABB, Tiradentes, Minas Brasília Tênis Clube e Assefe.
Hoje, aposentado, mora na Vila Planalto.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

OS CLUBES DO DF: A. A. e Cultural Mariana


A Associação Atlética e Cultural Mariana do Gama foi fundada em 11 de novembro de 1962 e tinha por finalidade criar cursos de alfabetização e profissionais, desenvolver a Educação Física e os desportos, promovendo e organizando jogos, exercícios desportivos e reuniões sociais capazes de favorecer o desenvolvimento cultural, físico, social e cívico da mocidade do Gama.
Eram duas as categorias de sócios: os efetivos, que eram todos os membros da Congregação Mariana Nossa Senhora Divina Pastora e São Sebastião, do Gama, e os honorários, aqueles que, pertencendo ou não ao corpo social, merecessem essa distinção por deliberação da Assembléia Geral.
Jader Carrijo foi o primeiro Presidente da Cultural Mariana.
As cores oficiais da associação eram o verde, o azul, o amarelo e o branco.
Os uniformes eram os seguintes: um com as camisas verdes, com golas e punhos amarelos, e o outro branco com duas listras horizontais, punhos e golas azuis. Os calções e meiões eram azul ou branco.
A única participação da A. A. Cultural Mariana no campeonato de futebol de Brasília aconteceu em 1969, quando 24 equipes disputaram a competição (divididas em dois grupos). Na estréia, no dia 13 de abril daquele ano, foi derrotado pelo Brasília Futebol Clube, de Taguatinga (que nada tem a ver com o Brasília Esporte Clube, fundado em 2 de junho de 1975), por 3 x 0.
Uma semana depois, em seu campo, derrotou outro time de Taguatinga, o Flamengo, por 2 x 1. Zé Maria (contra) e Parada marcaram os seus gols.
Terminou a primeira fase na terceira colocação, apenas atrás do Brasília e do Coenge (que acabaria vencendo o campeonato). Foram doze jogos, oito vitórias e quatro derrotas. Vinte e quatro gols a favor e quinze contra.
Na fase final, disputada pelos 12 melhores colocados da primeira fase (seis de cada grupo), empatou muitos jogos (seis) e ficou na sétima colocação, com 12 pontos ganhos (mesma pontuação de Brasília e Serviço Gráfico, que levaram vantagem após aplicação dos critérios de desempate. Foram onze jogos, com três vitórias, seis empates e duas derrotas. Marcou 16 gols e sofreu 13. Curiosamente, não foi derrotado pelo campeão Coenge (2 x 2) e pelo vice-campeão Grêmio Brasiliense (1 x 1).
Os jogadores que defenderam a Cultural Mariana foram:
Goleiros: Sindásio e Faustino; 
Defensores: Domingos, Fernando, Crente, Juvenil, Barbosa, Fula, Chiquinho, Barreto e Dimenor; 
Atacantes: Tadeu, Ivan, Paulinho, Mangabeira, Gildásio, Baiano, Jorge e Parada.
No dia 8 de fevereiro de 1970, Amado Inocêncio, presidente da entidade, convocou uma Assembléia Geral Extraordinária, que foi realizada na sede social do clube, onde foi decidida a troca do nome do clube, argumentando que o clube atravessava uma fase muito difícil e que não encontrava apoio da população da cidade. Surgia, assim, o Clube Atlético Planalto.
O grande legado que a A. A. Cultural Mariana deixou para o futebol do Gama e do Distrito Federal foi o seu campo de futebol. Naquele local hoje fica a sede da Sociedade Esportiva do Gama.

Colaboração: Márcio Almeida.


segunda-feira, 19 de setembro de 2011

A EXCURSÃO DO CEUB AO INTERIOR DE SÃO PAULO - 1975



No período de 16 de fevereiro a 2 de março de 1975, o Ceub Esporte Clube realizou uma pequena excursão ao interior do Estado de São Paulo, lá disputando cinco jogos, quando conseguiu duas vitórias, dois empates e uma derrota.
A estréia aconteceu no dia 16 de fevereiro, em Barretos, quando empatou em 0 x 0 com o Barretos.
No dia 20 de fevereiro, obteve sua primeira vitória em Ribeirão Preto, ao vencer a tradicional equipe do Comercial, por 2 x 1, com dois gols de Gilbertinho. Dilson marcou para o Comercial.
No jogo seguinte, 23 de fevereiro, em Catanduva, a única derrota, frente ao Catanduvense, por 3 x 1.
Voltou a empatar em 26 de fevereiro, em Araçatuba: 1 x 1 diante do Araçatuba.
Encerrou a excursão com vitória, no dia 2 de março, em Andradina, com vitória de 3 x 1 sobre o clube de mesmo nome.
A equipe base do Ceub foi Paulo Vitor (Déo), Fernandinho, Pedro Pradera, Cláudio Oliveira e Nenê; Alencar, Renê e Xisté; Julinho (Cardosinho), Marco Antônio e Gilbertinho (Ariston).
Os jogadores Pedro Pradera, Alencar, Marco Antônio, Ariston, Humberto e Gilbertinho, estavam todos sem contrato e em experiência.