sábado, 18 de janeiro de 2020

SÚMULAS: Jogos do Gama no Campeonato Brasileiro da Série B - 2 de agosto a 10 de setembro de 2005


GAMA 2 x 1 GUARANI
Data: 02.08.2005
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Enéas Eugênio Aguiar (MG)
Renda: R$ 8.380,00
Público: 838 pagantes
Gols: Lindomar, 36; Maia (pênalti), 57 e Jonas, 75
GAMA: Alencar, Patrick, Gilvan, Bruno Lourenço (Thiago Junio) e Ronildo; André Luís, Bruno Soares, Lindomar (Chicão) e Rodriguinho; Anselmo (Djalma) e Maia. Técnico: Heriberto da Cunha.
GUARANI: Jean, Andrei, César e João Leonardo (Jonas); Mariano, Roberto (Rodrigo Mota), Rodrigo Sá, Héverton e Galego; Wagner (Fábio Costa) e Edmilson. Técnico: Luiz Carlos Ferreira.

PAULISTA 1 x 1 GAMA
Data: 13.08.2005
Local: Jaime Cintra, Jundiaí (SP)
Árbitro: Willian Marcelo Souza Neri (RJ)
Renda: R$ 9.860,00
Público: 1.689 pagantes
Expulsão: Canela, do Gama
Gols: Gilvan, 63 e Bosco, 73
PAULISTA: Rafael, Bosco, Réver, Alex Alves e Julinho; Gleidson, Gabriel (Cristian), Juliano (Edu) e Márcio Mossoró (Wilson); Victor Santana e Léo. Técnico: Vágner Mancini.
GAMA: Alencar, Patrick (Wesley), Gilvan, Tiago Junio e Ronildo; Goeber, Bruno Soares, Rodriguinho (Djalma) e Lindomar; Anselmo (Cahê) e Canela. Técnico: Heriberto da Cunha.

GAMA 2 x 0 NÁUTICO
Data: 19.08.2005
Local: Mané Garrincha, Brasília (DF)
Árbitro: Rogério Pereira da Costa (MG)
Público: Portões fechados
Gols: Bruno Soares, 61 e Goeber, 82
GAMA: Alencar, Wesley, Gilvan, Bruno Lourenço e Bruno de Jesus; Goeber, Bruno Soares, Lindomar e Rodriguinho (Djalma); Maia (Cahê) e Anselmo (Diogo Galvão) Técnico: Heriberto da Cunha.
NÁUTICO: Marcelo Pitol, Bruno Carvalho (David), Marcelo Ramos, Henrique e Aldivan; Tozo, Cleisson, Miltinho e Danilo (Almir Sergipe); Romualdo e Betinho (Paulo Mattos). Técnico: Roberto Cavalo.

CRICIÚMA 1 x 0 GAMA
Data: 26.08.2005
Local: Heriberto Hulse, Criciúma (SC)
Árbitro: Carlos Jack Rodrigues Magno (PR)
Renda: R$ 16.585,00
Público: 2.566 pagantes
Gol: Vander, 16
CRICIÚMA: Zé Carlos, Daniel, Kléber, Sérgio e Élton (Athos); Erick, Alex Sandro, Vander (Ricardo Lobo) e Saulo; Éder e Renato Martins (Rodrigo). Técnico: Édson Gaúcho.
GAMA: Alencar, Wesley, Gilvan, Bruno Lourenço e Rodriguinho; Goeber (Diogo Galvão), Bruno Soares, Djalma (Carlinhos) e Lindomar; Anselmo (Cahê) e Maia. Técnico: Heriberto da Cunha.

GAMA 1 x 0 CEARÁ
Data: 30.08.2005
Local: Mané Garrincha, Brasília (DF)
Árbitro: Álvaro Azeredo Quelhas (MG)
Renda e Público: portões fechados
Gol: Lindomar, 80
GAMA: Éverton, Carlinhos (Wesley), Gilvan, Bruno Lourenço e Ronildo; Goeber, Bruno Soares, Lindomar e Rodriguinho (Cahê); Canela e Diogo Galvão (Chicão). Técnico: Heriberto da Cunha.
CEARÁ: Adilson, Jamur, Duílio, Váldson e Cássio; Hélder, Germano, Sandro Silva (Flávio) e Paulinho Macaíba (Camanducaia); Maurílio (Capitão) e Reinaldo Aleluia. Técnico: Valdir Espinosa.

SPORT RECIFE 0 x 2 GAMA
Data: 10.09.2005
Local: Ilha do Retiro, Recife (PE)
Árbitro: Wagner dos Santos Rosa (RJ)
Renda: R$ 21.593,00
Público: 4.535 pagantes
Expulsão: Ramalho, do Sport Recife
Gols: Maia, 39 e 52
SPORT RECIFE: Maizena, Sérgio, Baggio, Sandro e Possato (Marcos Tamandaré); Ramalho, Leanderson, Éder (Marco Antônio) e Cleiton Xavier (Gadelha); Bibi e Jadilson. Técnico: Neco.
GAMA: Alencar, Carlinhos, Thiago Junio, Gilvan e Ronildo; Goeber, Bruno Soares, Lindomar e Rodriguinho (Djalma); Diogo Galvão (Canela) e Maia. Técnico: Heriberto da Cunha.


O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE


1959

No dia 18 de janeiro de 1959 foi fundado o Pederneiras Esporte Clube, assim denominado em homenagem à Companhia Construtora Pederneiras S. A.
A reunião aconteceu na casa de Walfredo Aleixo Martins e Souza, situada no Acampamento “Dr. Sérgio Seixas Corrêa”, na Vila Planalto, em Brasília (DF).
Além de Walfredo, que foi escolhido primeiro Presidente do clube, compareceram Edgardo Coutinho Gomes, Antônio Batista do Sacramento, Cícero Bezerra da Silva, Aloísio Queiroz de Araújo, Leorne Feitosa Dantas, Walderez Marques da Silva, Waldir de Souza Fonseca, Edgard dos Santos, Manoel de Jesus Tôrres Bouéres e Antônio Batista da Silva.
Na mesma reunião, foram definidas as cores oficiais do novo clube: azul celeste e branca e também os uniformes, sendo o número 1 constando de camisas listradas nas cores azul e branca no sentido vertical, com gola e punhos brancos, calção azul e meias brancas com detalhes em azul; o número dois seria a camisa toda branca com gola e punhos azuis e os calções azuis e meias iguais ao número 1.



JOGOS INUSITADOS: Goiânia (GO) x Ribeiro (DF) - 1960


Um desastre para o mais novo clube de Brasília, o Ribeiro, que pertencia à construtora do mesmo nome. 
Em amistoso disputado no Estádio Pedro Ludovico, em Goiânia (GO), no dia 19 de maio de 1960, o clube brasiliense foi goleado pelo Goiânia por 8 x 2.
Depois de terminar o primeiro tempo vencendo por 2 x 1, deu visíveis sinais de completo esgotamento físico no segundo tempo, permitindo a reviravolta no marcador.
Foi a estreia interestadual do Ribeiro.
Assim formaram as equipes:
Goiânia: Agildo, Manduca, Lair (Jorginho) (Neco) e Atenísio (Fabiano); Gilberto e Telé (Cisquinho); Escurinho (Foca), Célio, Tachinha (Lili), Orestes (Zizinho)e Carlinhos. Técnico: Joaquim da Veiga Jardim.
Ribeiro: Roberto, Cássio, Lalá e Enes; Marianelli e Japonês; Zé Luiz, Paulinho, Atílio, Nilo e Nilson. Técnico: Salvador Pereira.
Os gols foram marcados por Atílio, 5; Paulinho, 25; Lalá (contra), 45; Carlinhos, 49; Lili, 51; Cisquinho, 59; Carlinhos, 70; Foca (pênalti), 75; Lili, 85 e Foca, 88.



sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

SÚMULAS: Jogos do Gama no Campeonato Brasileiro da Série B - 27 de maio a 25 de junho de 2005


GAMA 3 x 2 SANTA CRUZ
Data: 27.05.2005
Local: Mané Garrincha, Brasília (DF)
Árbitro: Álvaro Azevedo Quelhas (MG)
Renda e Público: portões fechados
Expulsão: Roberto, do Santa Cruz
Gols: Márcio Luiz, 29; Diogo Galvão, 36; Maia, 55; Leonardo, 84 e Reinaldo, 86
GAMA: Alencar, Thiago Junio, Luís Henrique e Junior Paulista; Patrick, Emerson (Cuca), Márcio Luiz (Gilvan), André Luís e Jean; Maia (Wesley) e Diogo Galvão. Técnico: Caio Junior.
SANTA CRUZ: Cléber, Osmar, Roberto, Róbson Baiano e Peris (Jamerson); Neto, Andrade, Zada (Rosembrink) e Piá (Leonardo); Carlinhos Bala e Reinaldo. Técnico: Givanildo Oliveira.

ITUANO 4 x 0 GAMA
Data: 04.06.2005
Local: Novelli Júnior, Itu (SP)
Árbitro: Marcelo Venito Pacheco (RJ)
Renda: R$ 3.670,00
Público: 386 pagantes
Gols: Joelson, 43; Erivelton, 51; Ricardo Lopes, 80 e Junior Paulista (contra), 90
ITUANO: André Luís, Ricardo Lopes, Neguete (Jeci), Erivelton e Wellington; Pierre, Wilson Matias, Paulo Santos (Lau) e Sandro; Rômulo e Joelson (Marco Aurélio). Técnico: Válter Ferreira.
GAMA: Alencar, Thiago Junio, Luís Henrique e Junior Paulista; Patrick (Cleiton), Emerson, André Luís (Wesley), Márcio Luiz (Daniel Vilela) e Jean; Diogo Galvão e Maia. Técnico: Caio Júnior.

SANTO ANDRÉ 4 x 3 GAMA
Data: 11.06.2005
Local: Bruno José Daniel, Santo André (SP)
Árbitro: Fábio Dornelas Calabria (RJ)
Renda: R$ 7.745,00
Público: 1.246 pagantes
Gols: Sandro Gaúcho, 18; Denni, 24; Sandro Gaúcho, 40; Maia, 41; Denni, 49 e Tico Mineiro, 61 e 89
SANTO ANDRÉ: Júlio César, Diego Padilha (Da Guia), Max Sandro e Valdomiro; Alexandre, Rodrigo Sá (Ronaldo), Denni, Rafinha e André Luís; Sandro Gaúcho e Makanaki (Edmilson). Técnico: Sérgio Soares.
GAMA: Alencar, Thiago Junio, Gilvan e Junior Paulista; Cleiton (Márcio Luiz), André Luís, Wesley, Luís Marques (Goeber) e Jean; Maia e Diogo Galvão (Tico Mineiro). Técnico: Caio Júnior.

GAMA 3 x 2 PORTUGUESA DE DESPORTOS
Data: 14.06.2005
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: William Marcelo Souza Néri (RJ)
Renda: R$ 6.670,00
Público: 677 pagantes
Gols: Tico Mineiro, 1; Leonardo, 7; Michael, 14 e Maia, 63 (pênalti) e 72
GAMA: Alencar, Patrick, Thiago Junio (Márcio Luiz), Gilvan e Jean; André Luís, Goeber, Emerson e Rodriguinho (Diogo Galvão); Maia e Tico Mineiro (Luís Marques). Técnico: Caio Júnior.
PORTUGUESA DE DESPORTOS: Gleguer, Bruno, Du Lopes (Maurício), Sílvio Criciúma e Leonardo; Rodrigo Pontes, Rai (Silas), Almir e Cléber; Wilton Goiano (Renan) e Michael. Técnico: Giba.

GAMA 1 x 1 UNIÃO BARBARENSE
Data: 25.06.2005
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Cléber Elias Leite (GO)
Renda: R$ 8.500,00
Público: 850 pagantes
Gols: Melinho, 35 e Diogo Galvão, 88
GAMA: Alencar, Patrick (Cleiton), Junior Paulista, Édson Santos e Jean; Goeber, Emerson (Luís Marques), Márcio Luiz e Rodriguinho (Diogo Galvão); Tico Mineiro e Maia. Técnico: Heriberto da Cunha.
UNIÃO BARBARENSE: Neneca, Valdir, Xandão e Leonel; Fabinho, Alexandre Dorta (Valter), Bruno Lazaroni, Adriano Iversen (Daniel Tobias), Melinho (Lairson) e Diogo Pires; Gilson Batata. Técnico: José Carlos Serrão.



O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE


1965

Bom encontro de futebol realizaram as equipes do Rabello e do Ipiranga, de Anápolis, no dia 17 de janeiro de 1965, no Estádio Paulo Linhares, campo do Rabello.
O jogo teve transcurso movimentado e o resultado de empate de 1 x 1 foi considerado justo.
Os gols só foram marcados no 2º tempo. Aderbal, contra, marcou para o Ipiranga. Djalma empatou para o Rabello.
Sob o comando de Eduíno Edmundo Lima as equipes se apresentaram com as seguintes constituições:
RABELLO - Gaguinho, Sanches, Aderbal, Bimba e Leocádio; Silva (Zé Maria) e Tião; Sabará, Wilson (Zoca), Raimundinho, Ceninho (Djalma) e Nilo.
IPIRANGA - Sérgio, Ferreira, Altamiro, França e Amaury; Pelé (Carioca) e Luiz; Adilson; Rodney (Fernando Antônio), Bim e Fernando (Luiz Antônio).
A renda foi de Cr$ 100.500,00.



quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

O DIA DE HOJE DA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE


1968

No dia 16 de janeiro de 1968 foi realizada Assembleia para se conhecer a nova diretoria do Esporte Clube Real de Brasília.
Ficou assim composta:
Presidente: Valdivino Pereira de Melo
Vice-Presidente Patrimonial: Lúcio Lima Reis
Vice-Presidente de Esportes: Gonçalo da Costa Neto
Vice-Presidente Social: Venerando Vieira Neto
1º Secretário: Abílio José Neto
2º Secretário: Raimundo Maia Filgueiras
1º Tesoureiro: Nilson Faria
2º Tesoureiro: Aristeu Aragão Filho

Também nesse dia. Juci e Crispim, ambos do Colombo, se transferiram para o América, de Belo Horizonte (MG).



SÚMULAS: Jogos do Gama no Campeonato Brasileiro da Série B - 23 de abril a 21 de maio de 2005


O Campeonato Brasileiro da Série B de 2004 teve a participação de 22 equipes. O Gama foi o representante do futebol do Distrito Federal.

Na Primeira Fase, os clubes jogaram entre si, em turno único. 

Os oito melhores colocados classificavam-se para a outra fase. 

O Gama não conseguiu passar de fase, ao obter a 13ª colocação no geral.

GAMA 2 x 1 GRÊMIO
Data: 23.04.2005
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Luiz Alberto Sardinha Bites (GO)
Renda: R$ 17.700,00
Público: 1.770 pagantes
Expulsão: Marcelo Oliveira, do Grêmio
Gols: Anderson, 3; Maia, 53 e Victor, 81
GAMA: Alencar, Patrick, Thiago Junio, Luís Henrique e Jean; Emerson, Goeber, Wesley (Daniel Vilela) e Adriano; Victor (Cuca) e Jonhes (Maia). Técnico: Mauro Fernandes.
GRÊMIO: Eduardo, Alessandro, Alessandro Lopes, Marcelo Oliveira e Marcinho (Roberto Saraiva); Marcus Vinícius, Nunes, Bruno e Anderson (Samuel); Márcio Oliveira (Dênis) e Somália. Técnico: Mano Menezes.

ANAPOLINA 2 x 1 GAMA
Data: 30.04.2005
Local: Jonas Duarte, Anápolis (GO)
Árbitro: Mário Martins Rodrigues (MT)
Renda: R$ 19.670,00
Público: 1.909 pagantes
Gols: Maia, 31; Anderson, 72 e Cristiano, 84
ANAPOLINA: Luís Almeida, Jonathan, Cristiano, Ademir (Fabrício) e Róbson Goiano (Éder Silva); Juninho, Ricardo Araújo (Adriano Magrão), Donizete e Cacá; Wilsinho e Anderson. Técnico: Aderbal Lana.
GAMA: Alencar, Patrick, Tiago Junio, Luís Henrique e Jean; Emerson, Goeber, Adriano (Cuca) e Wesley (Tico Mineiro); Victor e Maia. Técnico: Mauro Fernandes.

GAMA 1 x 1 VILA NOVA
Data: 07.05.2005
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Manoel Paixão do Santos (MS)
Renda: R$ 18.040,00
Público: 1.804 pagantes
Gols: Marquinhos Paraná, 34 e Victor, 72
GAMA: Alencar, Patrick, Thiago Junio, Luís Henrique e Jean (Wesley); Goeber (Márcio Luiz), Emerson (Adriano), Lucas e Fabinho; Victor e Maia. Técnico: Mauro Fernandes.
VILA NOVA: Michel, André, Higo, Cláudio Luiz e Anderson; Marquinhos Paraná (Victor), Heleno, Fábio Bahia e Itaqui (Leandro Matera); Wando e Leonardo Manzi (Rodrigo). Técnico: Hermógenes Neto (interino).

CAXIAS 3 x 0 GAMA
Data: 10.05.2005
Local: Centenário, Caxias do Sul (RS)
Árbitro: José Acácio da Rocha (SC)
Renda: R$ 13.450,00
Público: 1.885 pagantes
Gols: Gil Baiano, 10 e 66 e Bebeto, 80
CAXIAS: Humberto, Camozzato, Samuel, Luciano e Cris; Wellington Monteiro, Edinho (Bebeto), Éder Lazzarini e Gil Baiano (Guilherme); Flávio (Giovani) e Canhoto. Técnico: Bagé.
GAMA: Alencar, Patrick, Thiago Junio, Luís Henrique e Jean; Goeber, Lucas, André Luís (Adriano) e Fabinho (Wesley); Victor e Maia. Técnico: Mauro Fernandes.

BAHIA 1 x 0 GAMA
Data: 21.05.2005
Local: Fonte Nova, Salvador (BA)
Árbitro: Fernando Rogério de Oliveira Assunção (AL)
Renda: R$ 185.585,00
Público: 23.336 pagantes
Gol: Dill (pênalti), 61
BAHIA: Emerson, Marcus Vinícius, Reginaldo, Alysson e Badé; Neto, Fernando Miguel, Cícero (Hernani) e Guaru (Luís Alberto); Dill (Jajá) e Uesléi. Técnico: Zetti.
GAMA: Alencar, Patrick, Thiago Junio, Luís Henrique e Wesley; Emerson, Goeber (Daniel Vilela), Lucas (Junior Paulista) e Marco Túlio (Marcinho); Diogo Galvão e Michel Platini. Técnico: Caio Júnior.


quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

RESENHA: o que aconteceu na 1ª quinzena de janeiro de 2020


Principais acontecimentos envolvendo o futebol do DF na primeira quinzena de janeiro de 2020.

04
No CT do Jaguar, o Taguatinga venceu o amistoso contra um time misto do Ceilandense (Sub-20 e profissionais) pelo placar de 3 x 0.
O primeiro gol foi marcado no 1º tempo, por Léo Veloso. No segundo tempo, após diversas modificações nos times, foi a vez do uruguaio Beto Acosta deixar o dele. Lucas Victor fechou o placar.

O Gama foi até o Estádio Valdeir de Oliveira, em Goianésia, e voltou de lá com uma derrota de 1 x 0 para o time local do mesmo nome.

07
Times de Goiás e do Distrito Federal se enfrentaram em dois amistosos de preparação para seus campeonatos estaduais.
O Real foi até Goiânia e venceu a Aparecidense por 2 x 1. O jogo foi realizado no CT Buriti Sereno, que pertence ao Goiás.
A equipe do Unaí foi até Patos de Minas (MG) e foi derrotada por 2 x 0.

08
Pela terceira e última rodada da Primeira Fase da Copa São Paulo de Juniores, o Real garantiu a vaga na Segunda fase ao ganhar do Juventus (SP), por 2 x 1, de virada.

09
O Capital foi até Goiânia e acabou sendo derrotado pela equipe principal do Vila Nova, por 3 x 0.

O Gama precisava vencer o Rio Claro (SP) e ainda torcer para um empate ou triunfo do Atlético Paranaense diante do Paulista. O alviverde brasiliense goleou seu adversário por 5 x 2 e viu o rubro-negro paranaense aplicar outra goleada, dando a classificação ao time do DF.

Obs.:
Pela primeira vez na história da Copinha, as duas equipes do DF se classificaram para a Segunda Fase dessa competição.

10
Pela Segunda Fase da Copa São Paulo de Juniores, em Indaiatuba o Gama empatou no tempo normal com o Tupi, de Juiz de Fora (MG), em 1 x 1, e foi eliminado da competição na cobrança de pênaltis, com o placar de 6 x 5 a favor dos mineiros.

O Luziânia definiu o nome de Sebastião Rocha, de 65 anos, para comandar sua equipe no Campeonato Brasiliense de 2020.
Natural do Rio de Janeiro (RJ), ex-técnico de categorias de base do Flamengo e do Fluminense, ambos do Rio de Janeiro, passou oito temporadas comandando equipes do Oriente Médio. Aqui no Brasil treinou Mogi Mirim (SP), Rio Branco (ES), Serra (ES), São Raimundo (PA) e Angra dos Reis (RJ), seu último clube.

A CFB definiu os detalhes dos confrontos dos times do DF na Copa do Brasil 2020. O Brasiliense enfrentará o Paysandu (PA) no dia 6 de fevereiro, no estádio Serejão. O Gama jogará no Bezerrão no dia 12 de fevereiro, contra o Brasil, de Pelotas (RS).

O Ceilândia também definiu o seu treinador para o Campeonato Brasiliense de 2020. O nome escolhido foi o de Marcelo Conte, que recentemente foi campeão do Paulista Cup Sub-20, pelo Grêmio Barueri (SP).
Comandou equipes de São Paulo, como Votoraty, União São João, de Araras, Penapolense e Grêmio Barueri.

11
O outro clube do DF na Segunda Fase da Copa São Paulo de Juniores, o Real, também foi eliminado, após perder pelo placar de 1 x 0 para a Chapecoense (SC).

Mais um time do DF, desta vez o Brasiliense, foi até Goianésia e voltou de lá com derrota: 2 x 1, de virada.

O Real foi até Anápolis (GO) e empatou com o Anápolis F. C. em 1 x 1.

Em Guarani de Goiás (GO), o Formosa acabou sendo derrotado pelo Guarani, pelo placar de 1 x 0.

O Unaí começou perdendo o amistoso diante da Patrocinense (MG) por 2 x 0, mas reagiu e conseguiu empatar a partida em 2 x 2.

12
O Gama foi até Goiânia (GO) para enfrentar a Aparecidense e com um gol de Jefferson Maranhão venceu o amistoso por 1 x 0.

15
No estádio Serra do Lago, o Luziânia enfrentou o Rio Preto, de Unaí-MG em seu primeiro amistoso de preparação para o Campeonato Brasiliense de 2020 e venceu por 2 x 0, gols de Rodrigo Menezes e Marreta.



O DIA DE HOJE DA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE


1967
Às 15 horas do dia 15 de janeiro de 1967 teve início as eliminatórias pela disputa da vaga de representante da Região “Centro-Oeste”, com os dois primeiros jogos do Grupo III do V Campeonato Brasileiro de Futebol Amador.

Com uma atuação de alta categoria, o selecionado de Goiás conseguiu tranquila vitória sobre o Estado do Rio de Janeiro, por 3 x 1, na preliminar de Brasília x Guaporé. Eis os dados técnicos:
GOIÁS 3 x 1 RIO DE JANEIRO
Local: Estádio de Brasília
Árbitro: José Nobre da Conceição (DF)
Gols: Sílvio, 11; Tuíra, 32; Elder, 45 e Zezinho (pênalti), 58
Goiás: Mauro, Aldemir, Paulo, Alencar e Carlinhos; Afonso e Sílvio; Fernando, Helder, Tuíra e Virgílio.
Rio de Janeiro: Tono, Edmilson, Célio, Alédio e Roberto (Russo); Sidney (Hélcio) e Palito; Zezinho, Afonso, Pelé e Renatinho.

A Seleção do DF estreou vencendo por 3 x 0 a equipe representativa de Guaporé. Depois de marcar 2 x 0 na etapa inicial com gols de Hermes, aos 9 e aos 36 minutos, chegou a três aos 31 minutos da etapa final, através de Walmir.
A ficha técnica desse jogo foi a seguinte:
DISTRITO FEDERAL 3 x 0 GUAPORÉ
Local: Estádio de Brasília
Árbitro: Urias Crescente Alves Junior (GO)
Gols: Hermes, 9 e 36 e Walmir, 71
Distrito Federal: Sílvio, Lima, Noel, Juarez e Sérgio; Axel e Luizinho; Guairacá, Hermes, Walmir e Cabeleira.
Guaporé: Gainete, Aldísio, Jordão, Bezerra e Miranda; Bell e Willibaldo; Calama, Chico, Chagas e Ruy.

Renda da rodada dupla: NCr$ 1.875,00.


terça-feira, 14 de janeiro de 2020

CLUBES DE BRASÍLIA: 60 anos de Defelê

Se em atividade estivesse, o Defelê Futebol Clube teria completado 60 anos de existência no último dia 1º de janeiro.
No dia 1º de janeiro de 1960, na Avenida W-3, Quadra 13, Casa 17, em Brasília, foi fundado o Defelê Futebol Clube, a maior glória do esporte no início de Brasília, sendo campeão brasiliense nos anos de 1960, 1961, 1962 e 1968.
Somente em 30 de agosto de 1960, os estatutos do Defelê foram registrados no Livro 2, fls. 26/27, número de ordem 17, no Cartório do 2º Ofício de Luziânia, Estado de Goiás.
Previam que seria considerado como sócio-fundador aquele que houvesse ingressado no quadro social até 30 de setembro de 1960.
Assim sendo, os fundadores do Defelê foram Antônio William Ramalho, Carlos Magno Maia Dias, Ciro Machado do Espírito Santo, David Calixto Dib, Esdras Martins, Francisco Troncha, Lincoln de Senna Gonçalves, Murilo Maia Dias, Paulo Levenhagen de Mello, Waldir de Carvalho e Wils de Alvarenga.
Lincoln de Senna Gonçalves e Wander Marques Abdalla tinham um time que foi um dos embriões do Defelê, chamado Fiscalização, e que se juntou ao time da Associação Esportiva EBE (Empresa Brasileira de Engenharia, contratada pela Novacap para executar a instalação de rede elétrica em Brasília), que disputou o campeonato brasiliense de 1959, e outros jogadores que foram contratados para trabalhar no Departamento de Força e Luz.
O time era chamado de Fiscalização porque eram todos apontadores-fiscais da EBE. Da EBE vieram os dirigentes Cleóbulo Mesquita e Roberto Soares (pai do centro-avante Ely).
Para dar mais poder ao time do Defelê, foi convidado (e ele aceitou por alguns dias), Paulo Levenhagen de Mello para Presidente. Logo depois, ele indicou Ciro Machado do Espírito Santo para substituí-lo.

A comissão formada por Ciro, Carlos Magno e Wils elaborarou o estatuto do Defelê e o registrou na Federação Desportiva de Brasília e na CBD nos idos de 1960.
Os jogadores contratados trabalhavam no DFL e tinham autorização para participar de apenas dois treinos à tarde, por semana.
Na primeira leva, foram contratados ou se juntaram ao time, Marreta, Alaor Capella, Vitinho, Anésio (o 1º goleiro), Matil, Sabarazinho, Pará, Manoelzinho, Bimba, Loureiro, Isaac, Euclides, Vitão, Dito Carneiro, Gilberto Grillo, Wilson Godinho, Zequinha, Cauby, Victor Motta e Aguinaldo Evangelista, Édson Galdino, Ely, Macedo, Ramiro, Murilo Maia Dias, Lacyr Pedersoli.
Além desses, compareceram ao primeiro treino do Defelê Carlos Magno, Benedito Raimundo, Samuel Silva Nascimento, Inácio Mota Fraga, Ramiro, Paulo Márcio Maia Dias (irmão do Carlos Magno) e vários outros, que formaram a estrutura que faria do Defelê campeão brasiliense de 1960.
Seu primeiro treino aconteceu em 25 de dezembro de 1959, pela manhã, no acampamento do DFL. Não havia nome ainda e noção de bola só mesmo tinham Wander, Samuel e Lacyr Pedersoli. O primeiro jogo foi uma derrota de 5 x 0 frente ao time da EBE, no acampamento desta, que lhe presenteou com um jogo de camisas pretas, que depois foram trocadas por vermelhas, que eram as cores oficiais do Defelê.
Na revanche, a equipe foi reforçada inclusive com Eluff, do Guará. Ganhou de 6 x 1.
Incentivados pelas vitórias que começaram a surgir, os diretores do DFL começaram a dar apoio, fundaram o clube oficialmente em 1º de janeiro de 1960, e quando precisavam contratar funcionários devia ser alguém que jogasse futebol.
O curioso é que o Defelê chegou a pensar em não disputar o primeiro campeonato brasiliense. Como clube amador que era, a situação financeira sempre foi muito complicada.




O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE


1962
Aproveitando a paralisação do certame oficial, os clubes procuravam fazer amistosos visando a assegurar boa estrutura para suas equipes.
No dia 14 de janeiro de 1962, aconteceram três amistosos.
A convite da A. E. Cruzeiro do Sul, o Carioca visitou o campo do Cruzeiro, no popular bairro do “Gavião”, para a disputa de um amistoso.
O Cruzeiro venceu por 4 x 3, marcando para o clube mandante Vitinho (2) e Raimundinho (2), enquanto que Élcio, duas vezes, e Paulo marcaram os gols do Carioca.
O Cruzeiro formou com David, Cardoso, Fernando, Wilson e Pedrinho; Wander e Baiano; Macau (Milton), Vitinho, Pelé e Raimundinho; o Carioca jogou com Roberto, Carioca, Russo e Dorival; Nelson e Cabeça; Jorginho, Élcio, Paulo, Lula e Jurandir.
O árbitro foi Gilson Alexandre Sales.

Perante boa assistência que compareceu ao pequeno campo do IPASE, defrontaram-se os conjuntos principais do IPASE e da Presidência, terminando com a vitória do time da casa pelo apertado escore de 2 x 1. Marcaram Sílvio e Jair para o IPASE e Medalha para a Presidência.
Sob a arbitragem de Francisco Campos, as equipes formaram assim: IPASE - Darcy, Fernando, Lauro (Geraldo) e Zezinho; Ginho e Zeca; Nelício, Sílvio, Pará (Binha), Mexicano e Jair; Presidência - Mariano, Toninho, Arnaldo e Xavier; Bruno e Jair; Manteiga, Medalha, Léo, Juca e Luisinho.

Após marcar 3 x 0 no primeiro tempo, com três gols de Arthur, o Alvorada quase deixou escapar a vitória sobre o Guarani, de Taguatinga. No segundo tempo, o Guarani marcou dois gols, através de Paulista e Moacyr.
Formou o Alvorada com Portilho, Ibê, Nelson e Cremonez; Gia e Pel; Dias, Jasson, Moacyr (Walmir), Zezito e Arthur. O Guarani atuou com Djalma, Carlos Alberto, Zé Guedes e Moacyr; Paulista e Jorge; José, Ney, Zezé, Delcino e Coelho.
Pedro Celestino foi o árbitro do jogo.

1967
No dia 14 de janeiro de 1967 aconteceu a inauguração da sede social do Clube Atlético Colombo. Ficava ao lado da 11ª DP, na Avenida Central, 1.190, no Núcleo Bandeirante.


segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

PIONEIRA VENCE TORNEIO QUADRANGULAR - 1966


Estava programada para o mês de novembro de 1966 uma excursão do time de futebol da Pioneira às cidades de Araçatuba e Guararapes, ambas do Estado de São Paulo, locais de onde vieram para Brasília os irmãos Matsunaga, proprietários da empresa. O primeiro jogo seria em Araçatuba, no dia 13 de novembro, e o segundo, em Guararapes, no dia 15.
Como acabou não se concretizando a excursão, o Pioneira tomou parte, no mesmo período, de um torneio quadrangular realizado sob o patrocínio do Correio de Taguatinga, que ofereceu uma taça ao primeiro colocado, nos dias 13 e 20 de novembro de 1966, envolvendo os quadros do Pioneira, Setor Automobilístico, Meta e Colégio Marista.
No primeiro jogo, no dia 13, o Pioneira conseguiu superar a equipe do Setor Automobilístico, pela contagem de 3 x 1, formando o quadro vencedor com João, Bolinha, Tati, Sudevando e Eurípedes; Ronaldo (Magno) e Xavier; Pelé (Hélio), Camilo, João França e Bismarck.
Na partida de fundo, o Colégio Marista aplicou o mesmo placar sobre o Meta.
No dia 20 foi decidido o torneio. O Pioneira sagrou-se campeão ao vencer o jogo por 1 x 0, gol de Hélio. O Pioneira alinhou com João, Bolinha (Germano), Sudevando, Jaime e Eurípedes; Ronaldo e Xavier (Pelé); Edmilson (Tikara), João França, Camilo e Bismarck (Hélio). Na preliminar, em disputa da Taça “Irmãos Matsunaga”, o quadro de aspirantes do Pioneira derrotou o quadro do Colégio Marista, por 2 x 1.


PASSARAM POR AQUI: Beto Acosta


Alberto Martín Acosta Martínez, mais conhecido como Beto Acosta, ou simplesmente Acosta, nasceu em Montevidéu, Uruguai, em 13 de janeiro de 1977.
Acosta iniciou sua carreira no Defensor Sporting em 1994. Em 1997, foi para o Platense e, no ano seguinte, para o Cerrito, onde conquistou o Campeonato Uruguaio da segunda divisão em 2003. Transferiu-se para o Peñarol em 2005 e conquistou a Copa Montevideo em 2006.
No início de 2007, Acosta transferiu-se para o Náutico, onde se transformou em grande ídolo. Após marcar alguns gols no Campeonato Pernambucano deste ano, destacou-se no Campeonato Brasileiro da Série A, assinalando 19 gols. Foi o vice-artilheiro da competição, abaixo apenas do atacante do Paraná, Josiel, que fez vinte gols. Em vista disso, foi indicado como melhor atacante do campeonato junto a Josiel para a Bola de Prata, da revista Placar e para a premiação oficial da CBF.

Graças ao bom futebol demonstrado, passou a ser sondado por outras grandes equipes do futebol brasileiro. Foi contratado pelo Corinthians, time pelo qual disputou a Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro. Depois de alguns jogos, acabou indo para a reserva. Porém, Acosta surpreendeu e ficou marcado por ser um jogador de grande velocidade, e marcando gols importantes durante a Copa do Brasil de 2008, fazendo dupla com o argentino Herrera. Ambos levaram o Corinthians a final da competição, perdendo para o Sport Recife. Durante a disputa do Campeonato Brasileiro da Série B de 2008, Acosta fraturou a perna mas, ainda assim, conquistou o título. Também conquistou o Campeonato Paulista de 2009.
A passagem de Acosta pelo Corinthians não foi das melhores. O jogador, que tinha um dos mais altos salários do elenco, não repetiu as atuações do Náutico e, para piorar, ainda sofreu uma fratura na tíbia da perna esquerda que o deixou oito meses longe dos gramados. Em 2009 ele voltou a trabalhar com os companheiros, mas, com o Corinthians tendo contratado atacantes como Souza, Jorge Henrique e, principalmente, Ronaldo, o atleta não chegou a ser utilizado pelo técnico Mano Menezes. Sem chances de atuar pelo clube paulista, com quem tinha contrato até o final de 2009, Acosta pediu para ser liberado e o Corinthians atendeu.
Em maio de 2009, Acosta retornou por empréstimo ao Náutico. No entanto, como não conseguiu manter uma boa sequência de jogos, devido ao acúmulo de lesões sofridas, o uruguaio foi devolvido ao Corinthians em setembro desse mesmo ano. Depois, em outubro, novamente retornou ao Náutico, mas ao final do ano, com o rebaixamento do clube pernambucano para a Série B do Campeonato Brasileiro, regressou ao Corinthians.
No dia 28 de novembro de 2012 foi anunciado como novo reforço do Resende para disputa do Campeonato Carioca de 2013. Também em 2013 foi para o Santos, do Amapá, onde foi campeão amapaense, sendo que fez um gol na fina e, no mesmo ano, foi para o União Barbarense (SP), onde não foi bem e voltou para o Santos amapaense. Porém, com uma lesão grave no braço esquerdo, Acosta só retornou ao time para a disputa do Campeonato Brasileiro da Série D de 2014.
Foi para o Taboão da Serra e nesse clube atuou na Série A-3 do Campeonato Paulista, sendo o artilheiro da equipe, com nove gols, ajudando o clube a chegar as quartas de final.
Defendeu o Atlético Carioca na Série C do Campeonato Carioca de 2019.

PASSAGEM PELO FUTEBOL BRASILIENSE

Em fevereiro de 2010 cogitou-se sua ida para o Oeste, de Itápolis, mas após indefinição na liberação por seu clube uruguaio, o Cerrito, Acosta acabou permanecendo no Uruguai, chegando a fazer parte do elenco do Defensor Sporting. Em julho, Acosta acertou sua transferência para o Brasiliense. Em sua primeira temporada no clube do DF disputou 18 jogos pelo campeonato local, sem marcar um gol sequer. No ano seguinte, 2011, além de conquistar o título de campeão brasiliense de 2011 (12 jogos e três gols marcados), também esteve presente em oito jogos válidos pelo Campeonato Brasileiro da Série C. Permaneceu no clube do DF no ano de 2012, quando disputou o campeonato brasiliense (sete jogos e quatro gols) e o Campeonato Brasileiro da Série C.
Sua segunda passagem pelo futebol brasiliense aconteceu em 2016, quando defendeu o Botafogo no Campeonato Brasiliense da Segunda Divisão.
No final do ano passado, acertou sua transferência para o Taguatinga, onde vai atuar na temporada 2020.


FICHA TÉCNICA: Zinha


NOME COMPLETO
Osias Oliveira Bonfim

APELIDO
Zinha

POSIÇÃO
Zagueiro

LOCAL E DATA DE NASCIMENTO
Natal (RN), 13 de janeiro de 1962.

CLUBES QUE DEFENDEU
Gama-DF (1978, 1980 a 1983 e 1988 a 1990)
Taguatinga-DF (1984 a 1987 e 1990 a 1994)
Guará-DF (1996)
Luziânia-GO (1997)

TÍTULOS CONQUISTADOS
Campeão do Torneio Centro-Oeste de 1981, pelo Gama.
Campeão brasiliense de 1990, pelo Gama.
Tricampeão brasiliense de 1991 a 1993, pelo Taguatinga.
Campeão brasiliense de 1996, pelo Guará.

PRÊMIOS INDIVIDUAIS
Dez jogos pela Seleção do DF, entre os anos de 1982 e 1992.
Escolhido para fazer parte da Seleção do Ano de 1983 e eleito Craque do Campeonato, pelo Jornal de Brasília.
Integrou a relação dos Melhores do Esporte da Associação Brasiliense de Cronistas Desportivos - 1992.



Nota:
Parou de jogar no ano de 1997.