terça-feira, 26 de abril de 2022

ARQUIVOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: Torneio "Governador Hélio Prates da Silveira" de 1970


05.07.1970

Gaminha 2 x 3 Civilsan
Local: Estádio Pelezão.
Árbitro: Luiz Cavalcanti.
Gols de Chiquinho e Costa para o Gaminha; Baiano (2) e Moisés para o Civilsan.

Piloto 1 x 1 Jaguar
Local: Estádio Pelezão.
Árbitro: Ademar Pereira da Cruz.
Gols de Nenê para o Piloto e Cascorel para o Jaguar.

Grêmio 5 x 1 Carioca
Local: Estádio da A. A. Cultural Mariana.
Árbitro: Carlos Ferreira do Amaral.
Gols de Pedrinho, Marcos, Wanderley, Nemias e Inaldo (contra) para o Grêmio; Gisélio para o Carioca.

Coenge 3 x 1 Planalto
Local: Estádio da A. A. Cultural Mariana.
Árbitro: Takeshi Koressawa.
Gols de Oscar e Bi Santiago (2) para o Coenge; Reco para o Planalto.

12.07.1970

Piloto 4 x 1 Gaminha
Local: Estádio da A. A. Cultural Mariana.
Árbitro: Alaor Ribeiro.
Gols de Nenê, Lula, Totó (2) para o Piloto e ??? para o Gaminha.

Grêmio 2 x 0 Civilsan
Local: Estádio Pelezão.
Árbitro: Takeshi  Koressawa.
Gols de Wanderley e Marcos.

Coenge 1 x 1 Jaguar
Local: Estádio da A. A. Cultural Mariana.
Árbitro: Luiz Cavalcanti.
Gols de Baú para o Coenge e Cascorel para o Jaguar.

Planalto 2 x 1 Carioca
Local: Estádio Pelezão.
Árbitro: Rafael de Carvalho.
Gols de Parada e Reco para o Planalto e Almir para o Carioca.

19.07.1970

Planalto 1 x 2 Civilsan
Local: Estádio da A. A. Cultural Mariana.
Árbitro: Amphilóphio Pereira da Silva.

Gaminha 1 x 3 Grêmio
Local: Estádio da A. A. Cultural Mariana.
Árbitro: Ademar Pereira da Cruz.

Carioca 1 x 3 Jaguar
Local: Estádio Pelezão.
Árbitro: Jorge Aloise.

Coenge 2 x 0 Piloto
Local: Estádio Pelezão.
Árbitro: Carlos Ferreira do Amaral.

26.07.1970

Coenge 4 x 0 Gaminha
Local: Estádio da A. A. Cultural Mariana.
Árbitro: Amphilóphio Pereira da Silva.
Gols de Paulinho (2), Augustinho e Raul.

Planalto 1 x 4 Grêmio
Local: Estádio Pelezão.
Árbitro: Ademar Pereira da Cruz.
Gols de Deija para o Planalto; Zezé (2) e Noé (2) para o Grêmio.

Carioca 3 x 0 Piloto
Local: Estádio da A. A. Cultural Mariana.
Árbitro: Oswaldo dos Santos.
Gols de Dedeco, Gisélio e Elvídio.

Jaguar 2 x 2 Civilsan
Local: Estádio Pelezão.
Árbitro: Alaor Ribeiro.
Gols de Oliveira e Gildo para o Jaguar; Pedro e Zé Pedro para o Civilsan.

02.08.1970

Gaminha 1 x 1 Planalto
Local: Estádio da A. A. Cultural Mariana.
Árbitro: Geraldo Delfino.
Gols de Gilson para o Gaminha e Walter para o Planalto.

Carioca 2 x 7 Coenge
Local: Estádio da A. A. Cultural Mariana.
Árbitro: Carlos Ferreira do Amaral.
Gols de Gisélio e Paulinho para o Carioca; Paulinho (3), Ary (2), Oscar e Augustinho para o Coenge.

Jaguar 1 x 1 Grêmio
Local: Estádio Pelezão.
Árbitro: Ademar Pereira da Cruz.
Gols de Oliveira para o Jaguar e Santos para o Grêmio.

Civilsan 2 x 1 Piloto
Local: Estádio Pelezão.
Árbitro: Amphilóphio Pereira da Silva.
Gols de Eduardo e Jackson para o Civilsan; Nenê para o Piloto.

09.08.1970

Carioca 3 x 2 Gaminha
Local: Estádio Pelezão.
Árbitro: Djalma Neves.
Gols de Maurício (2) e Aldo para o Coenge; Ademar e Rogério para o Gaminha.

Jaguar 0 x 1 Planalto
Local: Estádio da A. A. Cultural Mariana.
Árbitro: Ademar Pereira da Cruz.
Gol de Parada.

Coenge 1 x 1 Civilsan
Local: Estádio da A. A. Cultural Mariana.
Árbitro: Oswaldo dos Santos.
Gols de Mário para o Coenge e Baiano para o Civilsan.

Piloto 1 x 3 Grêmio
Local: Estádio Pelezão.
Árbitro: Carlos Ferreira do Amaral.
Gols de Tião para o Piloto; Noé, Santos e Wanderley para o Grêmio.

16.08.1970

Gaminha 0 x 4 Jaguar
Local: Estádio da A. A. Cultural Mariana.
Árbitro: Ademar Pereira da Cruz.

Civilsan 6 x 1 Carioca
Local: Estádio Pelezão.
Árbitro: Oswaldo dos Santos.

Piloto 1 x 1 Planalto
Local: Estádio da A. A. Cultural Mariana.
Árbitro: Djalma Neves.

Grêmio 2 x 1 Coenge
Local: Estádio da A. A. Cultural Mariana.
Árbitro: Carlos Ferreira do Amaral.
Gols de Zezé e Santos para o Grêmio; Grossi para o Coenge.
Expulsos: Nemias (Grêmio) e Divino (Coenge).
Grêmio: Sílvio, Pedrinho, Grossi, Paulinho e Luiz; Orlando e Nemias; Noé, Santos, Zezé e Marcos.
Coenge: Maurício, Márcio, Elias, Mauro e Pereira; Santiago e Divino; Augustinho, Ari (Américo), Paulinho (Mário) e Oscar.

CLASSIFICAÇÃO FINAL

 

CF

CLUBES

J

V

E

D

GF

GC

PG

GRÊMIO

7

6

1

0

20

6

13

COENGE

7

4

2

1

19

7

10

CIVILSAN

7

4

2

1

16

10

10

JAGUAR

7

2

4

1

12

7

8

PLANALTO

7

2

2

3

8

12

6

CARIOCA

7

2

0

5

12

25

4

PILOTO

7

1

2

4

8

13

4

GAMINHA

7

0

1

6

7

22

1

 

Principais artilheiros: 

1º - Baiano (Civilsan), 6 gols;

2º - Noé (Grêmio) e Ari (Coenge), 5.


Goleiro menos vazado: Sílvio (Grêmio).


segunda-feira, 25 de abril de 2022

O GAMA VENCE O FLAMENGO NO MARACANÃ


No dia 30 de setembro de 2001 o Gama conseguiu derrubar dois tabus: o de ainda não ter vencido no Maracanã, onde estivera em duas outras ocasiões, contra Botafogo e Fluminense, e de jamais ter vencido o Flamengo em partidas oficiais (cinco derrotas e um empate). Desta vez, a história foi diferente.
Conforme palavras do treinador do Gama, Cláudio Duarte, o Gama respeitou, porém não temeu o Flamengo.
Cláudio Duarte surpreendeu o Flamengo ao armar um esquema ofensivo, apesar da atuação discreta de Anderson, Romualdo e Reinaldo. Por outro lado, neutralizou com marcação eficiente as ações de Vampeta, Edilson e Petkovic, pedindo aos jogadores que exercessem marcação individual nos principais jogadores do Flamengo.
Dentro de campo o destaque foi o armador canhoto do Gama, Luiz Fernando. De pé esquerdo, ele marcou um dos mais belos gols deste campeonato. Aos 17 minutos do primeiro tempo, Luiz Fernando arriscou da intermediária. O goleiro Júlio César tentou, mas perdeu a passada. Antes de entrar no ângulo esquerdo, a bola ainda bateu na trave.
No segundo tempo, quando o Gama buscava o segundo gol, Vampeta, num chute forte, de longe, empatou aos 22 minutos, com enorme colaboração do experiente goleiro Ronaldo.
No entanto, logo depois Luiz Fernando iniciou a jogada que deu a vitória ao Gama e calou os quase 20 mil torcedores rubro-negros presentes. Anderson recebeu livre, na frente do goleiro do Flamengo, mas chutou mal. A bola ia para fora, mas bateu no zagueiro Anderson Luís e sobrou para o atacante Mauro, que entrara no lugar de Romualdo, empurrar para as redes.
A derrota revoltou a torcida do Flamengo. Gritos de olé a cada jogada do Gama e vaias para o volante Vampeta.
Eis a súmula do jogo:

FLAMENGO 1 x 2 GAMA
Data: 30 de setembro de 2001
Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Lourival Lima Filho (BA)
Público: 19.789 pagantes
Gols: Luiz Fernando, 17; Vampeta, 67 e Mauro, 89
Cartões amarelos: Cássio, Vampeta, Petkovic, André Figueiredo e Jairo.
FLAMENGO: Júlio César, Bruno Carvalho, Anderson Luís, André Bahia e Cássio; Jorginho, Vampeta, Rocha (Andrezinho) e Petkovic; Roma (Jackson) e Edilson. Técnico: Zagalo.
GAMA: Ronaldo, André Figueiredo, Jairo, Nen e Paulo Henrique; Deda, Lindomar, Luiz Fernando e Romualdo (Mauro); Reinaldo (Piá) e Anderson (Jefferson). Técnico: Cláudio Duarte.



sábado, 23 de abril de 2022

OS MELHORES DE 1999



A convite do jornal Correio Braziliense, representantes (na maioria, treinadores) dos dez clubes filiados à Federação Brasiliense de Futebol escolheram os melhores do campeonato de 1999.

Cada eleitor não podia votar em jogador de seu clube.
Participaram da eleição Michael Bastos (representando o Sobradinho), Jorgenei Néri (Brasília), Roberto Delgado (Brazlândia), Ronaldo Araújo (Ceilândia), Déo de Carvalho (Ceilandense), Mozair Barbosa (Dom Pedro II), Sérgio Alexandre (Gama), Ricardo Freitas (Guará), Pedro Mendes (Luziânia) e Bira de Oliveira (Taguatinga).
Os eleitos foram:
GOLEIRO: Capucho (Taguatinga), 3 votos
LATERAL-DIREITO: Avelino (Guará), 4
ZAGUEIRO-CENTRAL: Paulo César (Dom Pedro II), 5
QUARTO-ZAGUEIRO: Vagner (Gama), 4
LATERAL-ESQUERDO: Nescau (Sobradinho), 4
1º VOLANTE: Deda (Gama), 4
2º VOLANTE: Aristides (Sobradinho), 2
1º ARMADOR: Evilásio (Luziânia), 4
2º ARMADOR: Lindomar (Gama), 7
1º ATACANTE: Joãozinho (Brazlândia), 5
2º ATACANTE: Marquinhos (Brasília), 4.



sexta-feira, 22 de abril de 2022

AS DECISÕES - 1999: Gama x Dom Pedro II


Dez clubes disputaram, em dois turnos, o campeonato brasiliense de 1999.
Quatro chegaram até as semifinais, que tiveram os confrontos assim definidos: Gama x Guará e Dom Pedro II x Luziânia.
O Gama levou a melhor sobre o Guará após um empate (1 x 1) e uma vitória (2 x 0). Na outra semifinal, o Dom Pedro II derrotou o Luziânia duas vezes (1 x 0 e 3 x 2).
Após estes resultados, Gama e Dom Pedro II qualificaram-se para disputar a final. Por ter melhor campanha, o Gama jogava por dois resultados iguais.
Mas nem precisou fazer uso desse privilégio, vencendo a duas partidas e conquistando o título de forma invicta: foram 22 jogos, 15 vitórias e 7 empates. Teve ainda o melhor ataque do campeonato (44 gols) e a melhor defesa (13 gols), ficando com 31 de saldo. No final, somou 52 pontos (79% de aproveitamento), 15 a mais que o Dom Pedro II.
Eis os detalhes dos dois jogos da decisão:

GAMA 1 x 0 DOM PEDRO II 
Data: 20.06.1999 
Local: Bezerrão, Gama 
Árbitro: Jamir Carlos Garcez
Público e renda: não divulgados
Gol: Robertinho, 87
GAMA: Marcelo Valença, Ceará (Helder), Nen, Vagner e Pipoca; Deda, Kabila, Luciano e Lindomar; Romualdo (Mário Zan) e Joilson (Robertinho). Técnico: Sérgio Alexandre.
DOM PEDRO II: Osmair, Baiano, Cláudio (Luizinho), Paulo César e Alex Souza (Almir); Tata, Pituca, Glauber (Freitas) e Jairo; Santos e Denilson. Técnico: Mozair Barbosa.

GAMA 2 x 1 DOM PEDRO II 
Data: 27.06.1999 
Local: Bezerrão, Gama 
Árbitro: Luciano Almeida
Expulsão: Almir (Dom Pedro II)
Público: 3.419 pagantes
Renda: R$ 17.095,00
Gols: Kabila, 35; Lindomar, 41 e Baiano, 54
GAMA: Marcelo Valença, Ceará (Helder), Nen, Vagner e Pipoca; Deda, Kabila, Luciano e Lindomar; Romualdo (Mário Zan) e Joilson (Robertinho). Técnico: Sérgio Alexandre.
DOM PEDRO II: Osmair, Baiano, Cláudio (Luizinho), Paulo César e Alex Souza (Almir); Tata, Pituca, Glauber (Freitas) e Jairo; Santos e Denilson. Técnico: Mozair Barbosa.




quinta-feira, 21 de abril de 2022

O 21 DE ABRIL NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE


O 17º aniversário de inauguração de Brasília foi comemorado com um amistoso realizado no dia 21 de abril de 1977, entre a Seleção do DF e o Atlético Mineiro.
Antes disso, a Federação Metropolitana de Futebol promoveu a convocação dos jogadores e da comissão técnica.
A Comissão Técnica foi assim formada:
Supervisor: Almir de Azevedo Vieira
Técnico: Joaquim Cristiano de Araújo Neto (Bugue), do Grêmio;
Auxiliares: João da Silva (Canarinho) e Waldir de Carvalho (Didi)
Preparadores físicos: Cássio Poli (Brasília) e Manuel Cajueiro (Cruzeiro)
Médicos: Júlio César Meirelles e Flory Machado
Massagista: Anísio Cabral (Brasília)
Roupeiros: Mário da Conceição e Alicate
Os jogadores convocados foram:
Do Canarinho: Zé Vieira, Robson, Bolinha e Peba;
Corinthians: Cláudio, Mineirinho e Emerson;
Cruzeiro: Rodrigues, Edu e Aloísio;
Demabra: Nemias e Carlos José;
Gama: Carlão, Dão e Lelé;
Grêmio: Tonhão, Careca e Leocrécio;
Olímpico: Beleza e Anselmo;
Taguatinga: Aldair, Wanner, Maurício e Bira;
Brasília: Déo, Julinho, Léo, Banana, Jonas Foca, Edvaldo, Sidney, Rogério e Paulinho.
No dia 19 de abril, o selecionado brasiliense realizou o único treino de 90 minutos antes do amistoso.
O time titular começando jogando com Déo, Carlão, Jonas Foca, Sidney e Anselmo; Paulinho (Bira), Lelé e Rogério; Julinho, Ernâni Banana e Léo. Os reservas formaram com Carlos José, Odair, Dão, Emerson e Edvaldo; Maurício, Bolinha e Peba; Edu, Tonhão e Bira (Aloísio). O técnico Bugue ainda trocou alguns jogadores da equipe reserva durante o treino.
Bugue reclamou bastante do time titular, o qual achou que estava embolando muito, fato que o obrigou a reunir os jogadores no meio de campo após o encerramento da primeira fase do treinamento e chamar a atenção para esse detalhe.
No dia do jogo, o Atlético Mineiro não precisou jogar tudo o que sabe para vencer uma seleção brasiliense formada e treinada há menos de uma semana.
No 1º tempo o Atlético Mineiro ainda manteve na equipe todos os seus titulares e chegou facilmente a marcar três gols, todos de lançamentos em profundidade, onde a condição física fez prevalecer a superioridade dos atacantes sobre os zagueiros de Brasília.
Se mais gols não marcou deveu-se à boa colocação do goleiro Déo, que em quatro oportunidades salvou o que se poderia chamar de gols feitos.
Claramente sem entrosamento, a seleção de Brasília não oferecia resistência ao clube mineiro.
Na primeira boa oportunidade que teve, aos nove minutos, o Atlético Mineiro aproveitou para marcar o seu gol. Foi esticada uma bola para Reinaldo, que correu junto com os zagueiros Jonas Foca e Sidney, chegando primeiro que os dois e, ante a saída do goleiro Déo, tocou por cima, entrando a bola no canto esquerdo, marcando 1 x 0 para o Atlético Mineiro.
Para surpresa de todos, o selecionado brasiliense conseguiu empatar pouco tempo depois, aos treze minutos. Julinho foi lançado pela ponta-direita e foi obstruído por Dionísio. Falta que o próprio Julinho cobrou e que Ortiz não defendeu, com a bola se oferecendo no meio da área, com Léo chutando para dentro do gol.
Um minuto depois, querendo aplicar a tática de impedimento, a defesa da seleção de Brasília se deu mal e Getúlio entrou sozinho na área para marcar o segundo gol atleticano, lance de consideração duvidosa e que motivou muitas reclamações por parte dos jogadores locais.
Lançado por Paulo Isidoro. Toninho Cerezo marcou o terceiro gol do Atlético Mineiro aos 29 minutos. Com 3 x 1 no marcador terminou o primeiro tempo.
No segundo, o Atlético Mineiro se poupou visivelmente e trocou meio time, bem como o selecionado brasiliense, que ainda se beneficiou um pouco com as suas substituições e conseguiu aguentar mais o ritmo do Atlético Mineiro.
O quarto e último gol do Atlético Mineiro surgiu aos 28 minutos do 2º tempo, de um lançamento de Ângelo, da altura da lateral-esquerda, para Heleno, que visualizou Marcelo bem colocado e lhe fez o passe para que este marcasse o gol.
Quando faltavam dois minutos para o encerramento do jogo surgiu o segundo e último gol da Seleção de Brasília. Léo entrou na área atleticana, entregou a Julinho, que chutou forte. O goleiro João Leite soltou nos pés de Paulinho, que definiu o marcador.

Eis a ficha técnica do jogo:
SELEÇÃO DO DISTRITO FEDERAL 2 x 4 ATLÉTICO MINEIRO
Data: 21 de abril de 1977
Local: Pelezão, Brasília (DF)
Árbitro: Édson Rezende de Oliveira (DF), auxiliado por Vicente de Paula e Francisco Portugal, ambos de Brasília
Gols: Reinaldo, 9; Léo, 13; Getúlio, 14; Toninho Cerezo, 29; Marcelo, 73 e Paulinho, 88.
SELEÇÃO DO DF: Déo (Brasília), Carlão (Gama), Jonas Foca (Brasília), Sidney (Brasília) e Anselmo (Olímpico) (Edvaldo - Brasília); Lelé (Gama), Rogério (Brasília) e Ernâni Banana (Brasília) (Paulinho - Brasília); Julinho (Brasília), Léo (Brasília) e Bira (Taguatinga) (Tonhão - Grêmio). Técnico: Bugue (Grêmio).
ATLÉTICO MINEIRO: Ortiz (João Leite), Getúlio, Modesto, Vantuir e Dionísio; Toninho Cerezo (Ângelo), Danival (Pastoril) e Paulo Isidoro (Heleno); Marinho, Reinaldo (Marcinho) e Marcelo. Técnico: Barbatana.

NOTAS

HOMENAGEM A JAIRO

Said, Jairo e Mário de Castro

Um dos maiores ídolos do futebol mineiro na sua fase amadorística foi o artilheiro Jairo, que juntamente com Said e Mário de Castro formou o famoso “Trio Maldito” do Atlético Mineiro.


Na época como médico do setor de biometria do Hospital Distrital de Brasília, Jairo residia na cidade e foi homenageado pelo Atlético Mineiro, quando deu o pontapé inicial da partida e entrou em campo com a camisa que jogou pela última vez no Atlético Mineiro.



PRELIMINAR

Na preliminar, aconteceu o amistoso Seleção do Plano Piloto x Seleção das Cidades Satélites. O árbitro escalado foi Francisco Lopes.
Jogadores convocados para a Seleção do Plano Piloto:
Olímpico: Fernandinho, Aderbal, Cesar, Nelson, Marco Antônio, Marinho, Adão e Ramalho;
Cruzeiro: Milton e Carlinhos;
Brasília: Maurício, Pará, Lindário, Vilmar, Edmar, Capela e Wellington;
Grêmio: Cleyton e Mattos.

Jogadores convocados para a Seleção das Cidades Satélites:
Corinthians: Carlão, Serginho, Toninho, Wilson, Pedrinho e Sabará;
Demabra: Zecão, Goes, Assis, Mundinho, Zé Carlos, Geraldo, Paraibinha e Aroldo;
Taguatinga: Kim, Gilvan, Elmo, Arnaldo e Cruzeiro;
Canarinho: Ivan, Robertinho, Belo, Raimundo e Maninho;
Gama: Adilson e Toinho.
Eurípedes Bueno de Morais foi o técnico dessa seleção.

Não foi possível encontrar o resultado desse jogo.




quarta-feira, 20 de abril de 2022

ÚNICO JOGO REALIZADO ENTRE CEILÂNDIA E BOTAFOGO

 


VOCÊ SABIA que Ceilândia e Botafogo só se enfrentaram uma vez na história? Foi num amistoso realizado em 1987, cuja ficha técnica apresentou as seguintes informações:

CEILÂNDIA 1 x 2 BOTAFOGO

Data: quarta-feira, 29 de julho de 1987

Local: Serejão, Taguatinga (DF)

Árbitro: Aldemir Padilha

Gols: Helinho e Berg para o Botafogo e Wladi para o Ceilândia

CEILÂNDIA: Dias, Chaguinha, Tião (Atos), Paulão e Marcelo; Chicão, Edmilson e Dirson (Tita); Carlinhos, Marquinhos e Wladi. Técnico: Hércules Brito Ruas.

BOTAFOGO: Jorge Lourenço, Josimar, Ronaldo, Wilson Gottardo e Wagner Pepeta; Vítor, Carlos Magno e Berg; Helinho, De Lima e Marcinho (Mazolinha). Técnico: Jair Pereira.