terça-feira, 5 de setembro de 2023

CRAQUES DE ONTEM E DE HOJE: Péricles - 2ª parte




Quando Péricles e Gama tentavam se entender para a renovação de um contrato até o final da temporada de 1980, o jogador foi vendido para o Guarani, de Campinas (SP). Tudo começou dias antes, quando Cláudio Garcia, admirador do futebol de Péricles, assinou contrato como treinador do time paulista. Logo depois surgiu o interesse do Guarani por Péricles. Criado o impasse e após várias reuniões, o Gama repassaria Péricles para o Cruzeiro, de Belo Horizonte, em troca de outro jogador do clube mineiro. Dias depois, Péricles comunicou que não houve acerto com o Cruzeiro e viajou até Campinas, quando acertou seu ingresso no Guarani. Quase na mesma época, o Brasília vendeu o passe de Ernâni Banana ao Guarani.
O primeiro jogo de Péricles no Guarani aconteceu no dia 9 de fevereiro de 1980, no amistoso realizado em São José dos Campos (SP), quando o clube de Campinas venceu o São José por 2 x 0. Péricles substituiu Nardela.
O Guarani tinha um grande time, com destaques para Zenon e Careca, e não foi fácil para Péricles conseguir um lugar no time, permanecendo na reserva na maioria das vezes.
Poucos dias depois desse amistoso, participou do primeiro jogo do Guarani pelo Campeonato Brasileiro de 1980. Foi no dia 24 de fevereiro de 1980, no Engenheiro Araripe, em Cariacica (ES), com derrota de 1 x 0 diante da Desportiva (ES). Desta vez, Péricles entrou no lugar de Paulo César.
Permaneceu no Guarani para o campeonato paulista, quando disputou seu primeiro jogo em 22 de maio de 1980, em Franca, na vitória sobre a Francana, por 3 x 0. Novamente substituiu Nardela.

Como não conseguia se firmar entre os titulares, Péricles foi emprestado ao Grêmio Maringá, onde encontrou Junior Brasília, para a disputa do campeonato paranaense, a partir de agosto desse ano. O Maringá não conseguiu classificação para o quadrangular decisivo, ficando na quinta colocação.
Retornou ao Guarani após o final dessa competição e, em 10 de março de 1981, desembarcou em Brasília, na companhia do supervisor Edilson Braga, que foi a Campinas para o acerto final com o Guarani. Do aeroporto, Péricles seguiu para o escritório do Presidente do Taguatinga, Froylan Pinto, quando foi sacramentado o acordo. Dois dias depois, o Taguatinga deu entrada na Federação Metropolitana de Futebol do contrato de Péricles.
Cinco dias após sua chegada a Brasília, Péricles fazia sua estreia no Taguatinga. Foi no dia 15 de março de 1981, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro da Terceira Divisão - Taça de Bronze. Depois de conquistar a vaga no Torneio Seletivo do DF, o Taguatinga teve como adversário o vencedor do Torneio Seletivo de Goiás, o Itumbiara. Venceu o primeiro jogo em Taguatinga por 1 x 0, no dia 8 de março, e perdeu em Itumbiara pelo marcador de 3 x 0, nesse dia 15. Com melhor saldo de gols, o clube goiano passou para a Segunda Fase.
Devido à ausência de compromissos, o Taguatinga só voltaria a se apresentar na primeira rodada do Campeonato Brasiliense de 1981. No dia 7 de junho de 1981, no Bezerrão, Péricles voltaria a disputar um jogo válido pelo campeonato brasiliense. Gama e Taguatinga empataram em 2 x 2.
Já no jogo seguinte, em 14 de junho, o Taguatinga foi até o Augustinho Lima e derrotou o Sobradinho por 2 x 1, com um gol de Péricles.
O Taguatinga perdeu o 1º turno para o Guará, após dois resultados iguais (1 x 0 para cada um). Na disputa de pênaltis, deu Guará.
Novamente o Taguatinga perdeu um turno, o segundo, após três jogos contra o Brasília. No primeiro empate, Péricles marcou para o Taguatinga.
Finalmente, em 11 de outubro de 1981, o Taguatinga venceu um turno. Na partida decisiva, vitória de 2 x 0 sobre o Guará, com um gol de Péricles.
No triangular decisivo, o Taguatinga pôde comemorar o seu primeiro título de campeão brasiliense, após vencer Brasília (2 x 0 e 1 x 0) e Guará (1 x 0 e 1 x 0). Péricles marcou o gol da vitória sobre o Guará, em 1º de novembro de 1981, no CAVE.
Ao final da competição, Péricles era novamente artilheiro, com nove gols, três a mais que seu companheiro de equipe Paulo Hermes. Disputou vinte e seis jogos de um total de 27 do Taguatinga.
Também fez parte da relação dos melhores jogadores da temporada de 1981, conforme análise da equipe de esportes do Jornal de Brasília.
Passou a ter, então, invejável retrospecto no futebol de Brasília: todos os três campeonatos que disputou - sempre por times diferentes - ele ganhou: 1978, no Brasília, 1979, no Gama e 1981, no Taguatinga. 

Em 1982, transferiu-se para o Uberlândia. 
Péricles chegou ao Uberlândia num período em que o clube estava sem atividades, fora da duas divisões do Campeonato Brasileiro desse ano e tendo como próxima competição o campeonato mineiro, no segundo semestre.
Assim, para manter a forma dos jogadores, o Uberlândia disputava amistosos, com um em destaque, nas festividades de inauguração do Parque do Sabiá, no dia 6 de junho de 1982: uma goleada de 4 x 0 sobre o Santos.
De forma oficial, Péricles fez o primeiro jogo pelo Uberlândia no dia 18 de julho de 1982, válido pelo campeonato mineiro. No Parque do Sabiá, empate em 0 x 0 com o Cruzeiro. O técnico do Uberlândia era Bugue.
Péricles foi o artilheiro do Uberlândia no campeonato mineiro e quarto no geral, com 12 gols, mesmo número alcançado por Reinaldo, do Atlético Mineiro.
Seu último jogo pelo campeonato mineiro aconteceu em 5 de dezembro de 1982, no Parque do Sabiá, na vitória do Uberlândia sobre o Vila Nova, por 2 x 0.
Retornou ao futebol brasiliense em 1983, novamente para defender o Taguatinga.
De 6 a 23 de março de 1983, o Taguatinga realizou excursão pelo interior de Minas Gerais. Segundo jornais de Belo Horizonte, os grandes destaques da equipe do técnico João Avelino foram o goleiro Adriano, Péricles, Fantato e Julinho.
Voltou a defender o Taguatinga em 14 de maio de 1983, no Serejão, na vitória de 2 x 1 sobre o Guará, marcando o primeiro gol do jogo.
Péricles disputou onze jogos pelo campeonato brasiliense de 1983, marcando quatro gols. O Taguatinga ficou com a terceira colocação no geral, após ser batido por Brasília e Guará num triangular final. A curiosidade desse triangular foi que Péricles tentou o título defendendo o Taguatinga. No banco do Guará, como treinador, estava o pai de Péricles, Didi de Carvalho, e, no campeão Brasília, seu irmão mais novo Wander.
No dia 17 de outubro de 1983, Péricles foi operado dos meniscos. Depois que se recuperou, foi convocado para a Seleção do DF que enfrentou a Seleção Brasileira de Novos, no dia 15 de dezembro de 1983, na reinauguração do estádio Mané Garrincha, depois de sete anos fechado. A Seleção do DF perdeu por 2 x 1, com Péricles marcando seu gol. Também foi expulso nesse jogo.
Em agosto de 1984, retornou ao Taguatinga. Já estava rolando o terceiro turno do campeonato brasiliense. Em seu primeiro jogo, na vitória do Taguatinga sobre o Gama por 1 x 0, em 19 de agosto de 1984, Péricles foi expulso de campo.
O Taguatinga ficou em terceiro lugar no campeonato brasiliense, após ser superado por Sobradinho e Brasília no triangular final.
Péricles ainda disputou 16 jogos, tendo marcado 9 gols, ficando em terceiro lugar na artilharia da competição.
Em 1985, Péricles disputou poucos jogos oficiais pelo Taguatinga. No total, seis, todos pelo campeonato brasiliense, quando marcou apenas dois gols. O Taguatinga perdeu a decisão para o Sobradinho e ficou com a segunda colocação no certame do DF.
Em nossas pesquisas não conseguimos descobrir por onde Péricles andou nos anos de 1986 e 1987.
A única referência a esse período foi uma pequena matéria na revista Placar de 03.02.1986, sob título ‘O GALO GASTA 2,5 BILHÕES”, onde dizia: “Foram comprados Zenon (ex-Corinthians, 800 milhões), Renato (ex-Botafogo-RJ, 700 milhões) e ... O clube ainda conseguiu Péricles (ex-Uberlândia), trocado por Murilo.”
Acontece que pesquisamos revistas, blogs e sites contendo fichas técnicas dos jogos do Atlético Mineiro nesse período e não encontramos nenhuma referência a essa passagem. Caso algum amigo tenha conhecimento, favor informar aqui nos comentários.
Péricles voltou ao futebol brasiliense em 1988, seu último ano como jogador de um clube do DF. Disputou 26 jogos pelo campeonato brasiliense, tendo marcado apenas dois gols. A primeira partida foi em 28 de fevereiro de 1988, no Bezerrão, no empate Gama 0 x 0 Taguatinga, e a última em 7 de agosto de 1988, no Serejão, quando perdeu o jogo para o Guará e a chance de disputar mais uma final. O Taguatinga ficou novamente na terceira colocação.
Depois que encerrou sua carreira, andou trabalhando como comentarista esportivo em rádio e TV de Brasília. Nunca quis ser treinador ou outra função no futebol. 
Em todos esses anos no futebol do DF, Péricles disputou 124 jogos pelo campeonato brasiliense e marcou 44 gols.
“Um artilheiro que vinha de trás, tabelando com seus companheiros, que quase nunca era visto dentro da área, mas, que, na hora da finalização, estava sempre bem colocado.” Essa foi a melhor definição de Péricles.



segunda-feira, 4 de setembro de 2023

CRAQUES DE ONTEM E DE HOJE: Péricles - 1ª parte


Considerado por muitos como o maior jogador produzido pelo futebol brasiliense em todos os tempos, Péricles de Carvalho nasceu em Uberaba (MG), no dia 4 de setembro de 1954.

Defelê 1960: Péricles, mascote, Didi de Carvalho,
treinador (de branco) 
Veio para Brasília acompanhando seu pai, Waldyr de Carvalho, que foi um dos primeiros técnicos a vir trabalhar no futebol do Distrito Federal, trazido do interior de Minas Gerais para treinar o Defelê. Didi de Carvalho chegou à Brasília em julho de 1960, passando a fazer parte do quadro de funcionários do Departamento de Força e Luz - DFL e, a convite de Ciro Machado do Espírito Santo, passou a treinar o Defelê, onde se tornou bicampeão em 1960 e 1961.
Antes mesmo de completar 16 anos, Péricles foi registrado pelo Defelê, para disputar o campeonato brasiliense de 1970 (ainda amador). No entanto, não disputou um jogo sequer. O Defelê foi muito mal na competição, ficando em décimo e último lugar no primeiro turno, não conseguindo classificação para a Segunda Fase.
Em 13 de agosto de 1971 o Defelê foi desfiliado da Federação Metropolitana de Futebol.
Um ano depois, em agosto de 1972, foi concedida ao jogador Péricles a transferência, sem estágio, do Defelê para o Piloto Atlético Clube, visto tratar-se de agremiação desfiliada da Federação há mais de um ano.
A estreia de Péricles no Piloto aconteceu em 19 de agosto de 1972, na derrota diante da A. A. Serviço Social, por 4 x 1. O técnico do Piloto era o pai de Péricles, Didi de Carvalho.
No dia 30 de setembro de 1972, Péricles marcou os dois gols da vitória de 2 x 1 do Piloto sobre o Carioca.
Fez seu último jogo com a camisa do Piloto em 28 de outubro de 1972, no Pelezão, com derrota de 3 x 2 para o Colombo. Foram nove jogos de Péricles pelo Piloto, tendo marcado quatro gols. O Piloto ficou em quarto lugar no campeonato.
Em 3 de novembro de 1972, Péricles encaminhou requerimento à Federação Metropolitana de Futebol solicitando o cancelamento de sua inscrição como atleta amador e outro qualquer vínculo com o Piloto A. C.
Ceub - 1973
Em 1973, o único clube profissional do Distrito Federal era o CEUB. Este mantinha uma equipe amadora para disputar o campeonato dessa categoria em Brasília e uma profissional para disputar o Campeonato Brasileiro. Nesta última foi que Péricles passou a jogar.
Sua estreia no CEUB, porém, aconteceu em um dos amistosos preparatórios do clube para o Campeonato Brasileiro. Foi no dia 31 de março de 1973, no Pelezão, marcando o gol do CEUB no empate em 1 x 1 com o Atlético Mineiro.
Quando o CEUB fez sua estreia no Campeonato Brasileiro de 1973, no Pelezão, contra o Botafogo (0 x 0), em 25 de agosto de 1973, Péricles era um dos titulares da equipe, poucos dias antes de completar 19 anos de idade.
Entre todos os convidados a participar do Campeonato Brasileiro desse ano, nenhum como o CEUB estava tão despreparado. Por isso tornou-se uma das agradáveis surpresas desse campeonato. Tirou pontos dos grandes (Botafogo, Cruzeiro, São Paulo, Corinthians e América-RJ deixaram pontos em Brasília), mas, por outro lado, entregou para os pequenos (perdeu, em casa, para CRB, Moto Clube e Fortaleza).
Essa campanha irregular fez com que o CEUB ficasse na 33ª colocação entre os 40 clubes disputantes.
O CEUB disputou um total de 28 jogos. Péricles atuou em quinze deles, marcando quatro gols. 
Em 1974 o CEUB disputou 19 jogos válidos pelo Campeonato Brasileiro, tendo Péricles participado de 14 deles, sem marcar gols.
No ano seguinte, 1975, foram 16 jogos do CEUB no Campeonato Brasileiro e 14 de Péricles, que voltou a marcar quatro gols.
De 1º de maio a 13 de junho de 1975, Péricles esteve com a equipe do CEUB numa excursão por gramados de países da África e Europa. Foi a primeira vez que uma equipe de futebol do DF excursionava por gramados do exterior.
O CEUB realizou um total de 16 jogos. Péricles foi um dos destaques da equipe nos melhores resultados obtidos, na Espanha: no dia 7 de junho, o CEUB venceu o La Coruña, por 2 x 0, com um gol de Péricles. Três dias depois, Péricles marcaria o gol da vitória do CEUB sobre o Betis, por 2 x 1. Segundo o jornal espanhol ABC, os melhores jogadores do CEUB foram o goleiro Paulo Vitor e o armador Péricles.
Em 1975, Péricles atuou pela primeira na Seleção de Brasília. No dia 13 de julho de 1975, no Mineirão, a seleção brasiliense empatou em 0 x 0 com a seleção mineira, que representou o Brasil na Copa América desse ano.
Em 19 de janeiro de 1976 aconteceu a transferência de Péricles para o Goiânia Esporte Clube. Juntamente com ele foram o zagueiro Emerson e o atacante Marco Antônio.
Seu primeiro jogo no novo clube foi em 11 de fevereiro de 1976, no estádio Serra Dourada, na vitória do Goiânia sobre o Rio Verde, por 1 x 0.
Péricles não conseguiu se firmar como titular. Dos 24 jogos que o Goiânia disputou, Péricles atuou em dez deles, tendo marcado dois gols. O Goiânia ficou em terceiro lugar no campeonato goiano de 1976. Permaneceu no Goiânia para a disputa do Campeonato Brasileiro de 1976, marcando dois gols, não o suficiente para tirar o Goiânia da nona e última colocação do Grupo D.
Logo depois de encerrado o ano de 1976, Péricles retornou ao futebol do DF. Para o segundo Torneio Imprensa, que foi realizado de 5 de março a 7 de maio de 1977, o Corinthians, do Guará, montou um bom time e conseguiu o empréstimo de Péricles junto ao Goiânia. Péricles não disputou todas as partidas. No dia 19 de março de 1977, marcou os dois gols da vitória de 2 x 0 sobre o Taguatinga. O Corinthians ficou em terceiro lugar, entre nove clubes.
O Corinthians não quis disputar o campeonato brasiliense de 1977 e Péricles acertou sua transferência para o Mixto, de Cuiabá (MT).
Péricles chegou ao Mixto no final do 1º turno do campeonato matogrossense. Sua primeira participação aconteceu em 17 de abril de 1977, na vitória do Mixto sobre o Operário, de Várzea Grande. Aos 18 minutos do 1º tempo, Péricles marcou um dos gols do Mixto. Paulo Victor, que já tinha passado pelo futebol brasiliense, era o goleiro do Operário.
Voltaria a marcar um gol no dia 8 de maio, no empate em 3 x 3 com o Comercial, e o gol da vitória de 1 x 0 sobre o União, em 19 de maio.
O Mixto foi terceiro colocado no 1º turno e quarto no segundo. Logo depois de encerrado o campeonato matogrossense, Péricles ainda disputou pelo Mixto o Torneio Seletivo que apontaria o representante do Mato Grosso no Campeonato Brasileiro de 1978, contra Dom Bosco e Operário-VG. Seu último jogo com a camisa do Mixto foi em 2 de outubro de 1977, com derrota de 2 x 1 para o Operário-VG.
Quando começaram as atividades nos clubes do DF, em janeiro de 1978, Péricles passou a treinar no Brasília E. C., no começo apenas para manter a forma, e depois, em abril de 1978, acertando seu ingresso no novo clube.
O Campeonato Brasileiro de 1988 já estava rolando quando Péricles fez sua estreia com a camisa do Brasília. Foi no dia 16 de abril de 1978, no Pelezão, na vitória de 1 x 0 sobre o Rio Branco (ES). Com um bom time, formado por muitos jogadores jovens, onde se destacavam o goleiro Paulo Victor, os zagueiros Jonas Foca e Emerson, Ernani Banana e o atacante Edmar, o Brasília conseguiu classificar-se em sexto do seu grupo (integrado por 12 equipes) e passou para a Segunda Fase, onde foi desclassificado.
O último jogo de Péricles pelo Campeonato Brasileiro desse ano foi em 24 de junho de 1978, no Pelezão, diante do Coritiba.
Um mês depois teve início uma excursão do Brasília pelo interior de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. A excursão tinha por objetivo preparar a equipe para o campeonato brasiliense de 1978, quando o Brasília estaria buscando a conquista do tricampeonato. Foram onze jogos disputados até o dia 15 de agosto de 1978. Péricles marcou dois gols.
No dia 10 de setembro de 1978, o Brasília goleou o Sobradinho, por 6 x 0. Foi a estreia de Péricles no Brasília em jogos oficiais. Marcou dois gols.
O Brasília não deu a menor chance para os demais seis adversários, conquistando o tricampeonato de forma invicta, com doze vitórias e três empates nos quinze jogos que realizou. Péricles disputou quatorze desses jogos e foi o segundo artilheiro do campeonato, com oito gols, um a menos que o primeiro, seu companheiro de clube, Edmar.
O bom momento de Péricles valeu-lhe um espaço na reportagem da revista Placar de 17.11.1978, intitulada GOL DO BRASIL - Os Artilheiros de Norte a Sul.
No final do ano, quando saíram as tradicionais enquetes para escolher os melhores do ano, os dois principais jornais de Brasília, o Correio Braziliense e o Jornal de Brasília, colocaram Péricles entre as seleções do campeonato. O Correio Braziliense escolheu Péricles como o “craque do campeonato”.
De 7 a 23 de fevereiro de 1979, Péricles fez parte da delegação do Brasília que excursionou ao interior de Minas Gerais e São Paulo, disputando os sete jogos.
No dia 28 de fevereiro, teve seu contrato encerrado com o Brasília, e como era dono do passe aceitou fechar um contrato para jogar uma temporada pelo Gama, que lhe ofereceu melhores condições financeiras que o Brasília.
Poucos dias depois, 4 de março de 1979, Péricles fez sua estreia no Gama, com vitória de 2 x 1 sobre o Sobradinho, no Bezerrão, jogo válido pelo Torneio Seletivo, promovido com a finalidade de escolher o clube que ocuparia a segunda vaga reservada para o Distrito Federal no Campeonato Brasileiro de 1979. 
Os primeiros gols de Péricles com a camisa do Gama foram anotados (os dois) no dia 21 de março de 1979, no Bezerrão, na vitória de 2 x 0 sobre o Sobradinho.
O Gama perdeu essa oportunidade ao ser derrotado pelo Guará na final realizada em 15 de abril de 1979, no Bezerrão. Mais tarde, o Gama ficou com a terceira vaga para o DF no Campeonato Brasileiro que teve o absurdo número de 94 participantes.
No dia 22 de abril de 1979, no Bezerrão, Péricles disputou sua segunda partida com a camisa da Seleção do DF, no empate de 1 x 1 com a Seleção de Goiás.
Contra o Sobradinho, em 29 de abril de 1979, no estádio Augustinho Lima, Péricles estreou no Gama pelo campeonato brasiliense. E foi com derrota de 3 x 0.
No jogo seguinte, contra o Brasília, em 6 de maio de 1979, no Bezerrão, Péricles marcou os dois gols da vitória do Gama por 2 x 1.
Nada disso, porém, impediu que o Gama fosse o último colocado do primeiro turno, com apenas dois pontos ganhos (justamente a vitória sobre o Brasília).
O Gama se recuperaria plenamente no segundo turno, quando passou a contar com o comando do treinador Martim Francisco, e ficou com a primeira colocação de forma invicta, vencendo quatro jogos e empatando um. Essa campanha teve início no dia 3 de junho de 1979, no Bezerrão, na vitória de 1 x 0 sobre o Sobradinho, gol de Péricles. Uma semana depois, na vitória de 4 x 2 sobre o Brasília, Péricles anotou dois gols.

O Gama também venceu o terceiro turno de forma invicta (três vitórias e dois empates). Na decisão do campeonato, contra o Brasília (campeão do 1º turno), no Pelezão, em 19 de agosto de 1979, o Gama sofreu o primeiro gol e virou para 2 x 1, com dois gols de Péricles, conquistando seu primeiro título de campeão brasiliense.
Dos 17 jogos disputados pelo Gama para chegar a essa conquista, Péricles esteve em quinze deles. Além de capitão da equipe, foi a “voz” de Martim Francisco dentro de campo e tornou-se artilheiro do campeonato, com 10 gols, dois a mais que seu companheiro de equipe, Fantato.
Logo após o encerramento do Campeonato Brasiliense de 1979, a Editoria de Esportes do Correio Braziliense escolheu “Os Melhores do Ano” no futebol do Distrito Federal. Além de fazer parte da seleção do campeonato, Péricles foi eleito o “Craque do Campeonato”.
Veio o Campeonato Brasileiro e o Gama fez sua estreia nessa competição no dia 16 de setembro de 1979, no Bezerrão, vencendo o Atlético Goianiense por 4 x 3, com dois gols de Péricles. Voltaria a marcar mais três vezes e ajudou o Gama a ficar em primeiro lugar do Grupo C e a se classificar para a Segunda Fase. Nesta fase, o Gama foi muito mal e ficou em oitavo e último lugar no Grupo L, não conseguindo classificação para a terceira fase do campeonato.
O último jogo de Péricles com a camisa do Gama foi em 28 de novembro de 1979, no Arrudão, em Recife (PE), no empate de 2 x 2 com o Náutico.
No começo de 1980 a Associação Brasiliense de Cronistas Desportivos - ABCD divulgou a relação dos destaques de 1979 em todas as modalidades esportivas existentes no Distrito Federal.
A eleição foi apurada através dos votos de todos os cronistas desportivos do Distrito Federal e de dirigentes que acompanharam de perto tudo o que ocorreu no desporto brasiliense em 1979. No FUTEBOL, foram dois os destaques: futebol amador - Marco Antônio, do Brasília, e futebol profissional - Péricles, do Gama. Além disso, Péricles fez parte da “seleção brasiliense de 1979” e também recebeu o prêmio como “artilheiro do ano”.



domingo, 3 de setembro de 2023

ARQUIVOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: Campeonato Brasiliense da Segunda Divisão - 1999 - 2ª parte




2º TURNO

BOSQUE FORMOSA 1 x 0 ITAPUÃ
Data: 26/09/1999
Local: Diogão, Formosa (GO)
Árbitro: Vilmar da Silva
Gol: José Nilton, 40

ATLÂNTIDA 1 x 4 PLANALTINA
Data: 26/09/1999
Local: Serejão, Taguatinga (DF)
Árbitro: Jocilê Pires Lima
Gols: Zé Márcio, 35 // Merrê, 15; Dequinha, 27; Aristides, 62 e Leandro, 74

SAMAMBAIA 0 x 0 COMERCIAL
Data: 26/09/1999
Local: Rorizão, Samambaia (DF)
Árbitro: Iêdo Souza

COMERCIAL 2 x 0 BOSQUE FORMOSA
Data: 03/10/1999
Local: Metropolitana, Núcleo Bandeirante (DF)
Árbitro: Paulo Renato Viana Coelho
Gols: Joãozinho, 20 e Bira, 65

ITAPUÃ 3 x 0 ATLÂNTIDA
Data: 03/10/1999
Local: Rio Preto, Unaí (MG)
Árbitro: Adir de Oliveira
Gols: William, 1; Robson, 74 e João Batista, 85

PLANALTINA 2 x 2 SAMAMBAIA
Data: 03/10/1999
Local: Adonir Guimarães, Planaltina (DF)
Árbitro: Marcos Barbosa
Gols: Mycon, 29 e Leandro, 90 // Gugu, 34 e Dedé, 37

PLANALTINA 0 x 1 ITAPUÃ
Data: 08/10/1999
Local: Adonir Guimarães, Planaltina (DF)
Árbitro: Iêdo Souza
Gol: Ziel, 8

ATLÂNTIDA 0 x 4 COMERCIAL
Data: 09/10/1999
Local: Serejão, Taguatinga (DF)
Árbitro: José de Caldas Souza
Gols: Avelino, 2; Joãozinho, 30; Jackson, 38 e Joãozinho, 40

BOSQUE FORMOSA 5 x 1 SAMAMBAIA
Data: 10/10/1999
Local: Diogão, Formosa (GO)
Árbitro: Adir de Oliveira
Gols: Robervaldo, 15; Canguçu, 49; Marcos Nunes, 65; Ademilson, 80 e José Nilton, 85 // Celso Morais, 69

COMERCIAL 4 x 2 PLANALTINA
Data: 16/10/1999
Local: Metropolitana, Núcleo Bandeirante (DF)
Árbitro: Sérgio Bach
Gols: Bira, 3; Cassius, 38 e 42 e Joãozinho, 57
Marcos C. Neto, 14 e Alemão, 67

SAMAMBAIA 0 x 1 ITAPUÃ
Data: 17/10/1999
Local: Rorizão, Samambaia (DF)
Árbitro: Paulo Renato Viana Coelho
Gol: Robson, 35

ATLÂNTIDA 0 x 2 BOSQUE FORMOSA
Data: 17/10/1999
Local: Metropolitana, Núcleo Bandeirante (DF)
Árbitro: José Renê Costa Galdino
Gols: Canguçu, 61 e 89

SAMAMBAIA 1 x 2 ATLÂNTIDA
Data: 21/10/1999
Local: Rorizão, Samambaia (DF)
Árbitro: Jocilê Pires Lima
Gols: Celso Morais, 51 // Zé Márcio, 72 e 83

ITAPUÃ 4 x 4 COMERCIAL
Data: 23/10/1999
Local: Rio Preto, Unaí (MG)
Árbitro: Vilmar da Silva
Gols: Vilmar, 9; Ziel, 45 e 47 e Gelo, 52 // Gil, 17; Márcio Franco, 39; Cassius, 44 e Avelino, 90+1

BOSQUE FORMOSA 3 x 0 PLANALTINA
Data: 23/10/1999
Local: Diogão, Formosa (GO)
Árbitro: Edson Anunciação
Gols: Canguçu, 14 e 70 e José Nilton, 87

CLASSIFICAÇÃO FINAL

CF

CLUBES

J

V

E

D

GF

GC

SG

PG

BOSQUE FORMOSA

10

6

3

1

15

5

10

21

COMERCIAL

10

6

2

2

23

10

13

20

ITAPUÃ

10

6

2

2

18

10

8

20

PLANALTINA

10

4

2

4

18

13

5

15

SAMAMBAIA

10

1

3

6

7

17

-10

6

ATLÂNTIDA

10

1

0

9

4

29

-25

3


PRINCIPAIS ARTILHEIROS:
1º - Joãozinho (Comercial), 8 gols
2º - Mycon (Planaltina) e Canguçu (Bosque Formosa), 7
3º - Gelo (Itapuã), 6.





sábado, 2 de setembro de 2023

ARQUIVOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: Campeonato Brasiliense da Segunda Divisão - 1999 - 1ª parte


PARTICIPANTES:

1. ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA COMERCIAL (Núcleo Bandeirante)
2. ATLÂNTIDA ESPORTE CLUBE (Taguatinga)
3. BOSQUE FORMOSA ESPORTE CLUBE (Formosa-GO)
4. PLANALTINA ESPORTE CLUBE (Planaltina)
5. SAMAMBAIA FUTEBOL CLUBE (Samambaia)
6. SOCIEDADE ESPORTIVA ITAPUÃ (Unaí-MG)

1º TURNO

ITAPUÃ 2 x 2 BOSQUE FORMOSA
Data: 22/08/1999
Local: Rio Preto, Unaí (MG)
Árbitro: Cleuber Roriz Souza
Gols: Gelo, 74 e Mazinho, 90+4 // Canguçu, 25 e Eraldo, 36

COMERCIAL 2 x 0 SAMAMBAIA
Data: 22/08/1999
Local: Metropolitana, Núcleo Bandeirante (DF)
Árbitro: Vilmar da Silva
Gols: Joãozinho, 16 e 55

ATLÂNTIDA 0 x 3 ITAPUÃ
Data: 28/08/1999
Local: Serejão, Taguatinga (DF)
Árbitro: Vilmar da Silva
Gols: Gelo, 5, 27 e 79

SAMAMBAIA 1 x 2 PLANALTINA
Data: 28/08/1999
Local: Rorizão, Samambaia (DF)
Árbitro: Cleuber Roriz Souza
Gols: Dedé, 34 // Mycon, 12 e 88

BOSQUE FORMOSA 1 x 0 COMERCIAL
Data: 29/08/1999
Local: Diogão, Formosa (GO)
Árbitro: José Renê Costa Galdino
Gol: Sérgio Teodoro, 54

ITAPUÃ 1 x 0 PLANALTINA
Data: 02/09/1999
Local: Rio Preto, Unaí (MG)
Árbitro: Edson Anunciação
Gol: Gelo, 49

COMERCIAL 3 x 0 ATLÂNTIDA
Data: 04/09/1999
Local: Metropolitana, Núcleo Bandeirante (DF)
Árbitro: Iêdo Souza
Gols: Evilásio, 7; Jackson, 41 e Ivo, 55

PLANALTINA 6 x 0 ATLÂNTIDA
Data: 07/09/1999
Local: Adonir Guimarães, Planaltina (DF)
Árbitro: Cleuber Roriz Souza
Gols: Aristides, 19; Cristiano, 22 e Mycon, 56, 78, 86 e 88

BOSQUE FORMOSA 0 x 0 SAMAMBAIA
Data: 07/09/1999
Local: Diogão, Formosa (GO)
Árbitro: José de Caldas Souza

ITAPUÃ 2 x 0 SAMAMBAIA
Data: 12/09/1999
Local: Rio Preto, Unaí (MG)
Árbitro: Adir de Oliveira
Gols: Ziel, 6 e Robson, 89

PLANALTINA 2 x 1 COMERCIAL
Data: 12/09/1999
Local: Adonir Guimarães, Planaltina (DF)
Árbitro: Jocilê Pires Lima
Gols: Aristides, 2 e Alemão, 4 // Joãozinho, 55

BOSQUE FORMOSA 1 x 0 ATLÂNTIDA
Data: 12/09/1999
Local: Diogão, Formosa (GO)
Árbitro: Paulo César de Sena
Gol: Canguçu, 46

COMERCIAL 3 x 1 ITAPUÃ
Data: 19/09/1999
Local: Metropolitana, Núcleo Bandeirante (DF)
Árbitro: Raimundo Lobo
Gols: Baiano, 3; Joãozinho, 10 e Ivo, 75 // Robson, 29

PLANALTINA 0 x 0 BOSQUE FORMOSA
Data: 19/09/1999
Local: Adonir Guimarães, Planaltina (DF)
Árbitro: Erizone Alves

SAMAMBAIA 2 x 1 ATLÂNTIDA
Data: 19/09/1999
Local: Rorizão, Samambaia (DF)
Árbitro: José de Caldas Souza
Gols: Célio Lino, 2 e Rosildo, 39 // Jairo, 70.




sexta-feira, 1 de setembro de 2023

O QUE ACONTECEU HÁ 60 ANOS: 01 a 30.09.1963




01.09.1963

No Estádio Israel Pinheiro, em jogo antecipado, válido pelo Campeonato Brasiliense, Guará e Grêmio empataram em 3 x 3. Idélcio Gomes de Almeida foi o árbitro e a renda de CR$ 5.600,00. Os gols foram marcados por Contrate (2) e Roldão para o Guará e Parada (2) e Sérgio para o Grêmio.

Terminou o campeonato da Liga dos Clubes Independentes. A classificação final foi esta: Campeão: Camargo Corrêa, 3 pontos perdidos; 2º E. C. W-3, 6; 3º Imprensa Nacional, 7; 4º Correio Braziliense, 15; 5º Drago, 16; 6º Planalto, 17 e 7º Guarani, 18.
O W-3 vinha se mantendo na liderança invicta do certame, com dois pontos perdidos, até o jogo do dia 1º de setembro, quando o Camargo Corrêa o derrotou por 3 x 0, assumindo a ponta do campeonato.
O W-3 foi o campeão da categoria de aspirantes.

08.09.1963

Complementando a rodada iniciada no dia 1º, mais três jogos foram realizados pelo Campeonato Brasiliense.
No Estádio Mazzili, Colombo e Alvorada não mexeram no placar: 0 x 0.
Em compensação, no Estádio Paulo Linhares foram marcados muitos gols, todos pelo Rabello, que venceu o Guanabara por 5 x 0. Julinho e Hélio marcaram contra suas redes. Completaram o marcador Joãozinho e Lindemberg, duas vezes.
Com gols de Ceninho e Beto Pretti, o Cruzeiro venceu o Nacional por 2 x 0, no Estádio Vasco Viana de Andrade. Nilson, do Nacional, foi expulso.

12.09.1963

Teve início o movimento pró-fundação da Federação Brasiliense de Futebol e a conseqüente implantação do profissionalismo em Brasília, antes liderado pelo Cruzeiro do Sul, agora encampado pelo Defelê, através de seu dirigente Ruy Rossas Nascimento.

15.09.1963

Impossibilitada de contar com o policiamento para os quatro estádios, a Federação Desportiva de Brasília suspendeu a rodada do dia 15 de setembro de 1963 do campeonato brasiliense de futebol.
Outro grave problema que a entidade enfrentava era em relação aos árbitros. Nada menos que sete clubes, da primeira e segunda divisões, se encontravam em débito com a Federação Desportiva de Brasília e não poderiam jogar no dia 15 de setembro de 1963. Tratava-se do Guará e Alvorada, da primeira, e os demais da segunda. Entre as dívidas que esses clubes ainda não saldaram estavam as cotas de alguns árbitros que, inclusive, comunicaram ao diretor do Departamento de Árbitros que não dirigiriam jogos das citadas agremiações enquanto não recebessem suas taxas de arbitragem.

21.09.1963

No Estádio Mazzili, novo empate em 0 x 0 do Alvorada, desta vez com o Guanabara.

22.09.1963

No jogo que poderia decidir o campeonato a favor do Rabello, contra o Cruzeiro, as duas equipes atuaram nervosas e sem render tudo o que sabiam, mas mesmo assim conseguiram realizar um bom espetáculo, corrido e movimentado durante todo o seu transcurso.
O jogo só definido aos 43 minutos do segundo tempo, por intermédio de Quarteroli, que marcou o gol da vitória de 1 x 0 do Cruzeiro.
Lourandyr de Castro Gomes foi o árbitro e a renda de CR$ 132.000,00.
Nos outros dois jogos da rodada, o mesmo placar: 2 x 2.
No Estádio Aristóteles Góes, empate entre Nacional e Defelê. Ferreira e Naelson marcaram para o Nacional e Vitinho e Zé Paulo para o Defelê.
No Estádio Israel Pinheiro, igualdade entre Guará e Colombo, com gols de Tião I e Almir para o Colombo e Pelé (2) para o Guará.

29.09.1963

No Estádio Israel Pinheiro, o Rabello esteve aquém de suas verdadeiras possibilidades contra o Colombo e cedeu o empate por um tento, deixando pela primeira vez no campeonato de ser líder.
Os gols foram marcados por Joãozinho para o Rabello e Tião II para o Colombo.
O novo líder do campeonato, o Cruzeiro, não encontrou dificuldades para golear o Guará, por 4 x 0. Ceará, Quarteroli, Ceninho e Beto Pretti marcaram os gols do time azulino.
Jogando em seu estádio, o Nacional venceu o Grêmio por 2 x 1, com dois gols de Nilson. Parada marcou para o Grêmio.
Aconteceu empate de 2 x 2 entre Guanabara e Defelê no Estádio Mazzili. Zequinha e Manoelzinho marcaram para o Defelê, enquanto Agassis e Jair assinalaram os gols do Guanabara.