sexta-feira, 20 de abril de 2018

OS CLUBES DO DF NO CAMPEONATO BRASILEIRO DA SÉRIE D - 3ª parte - 2015 a 2017


2015

O Gama foi o representante do futebol brasiliense na Série D do Campeonato Brasileiro de 2015 e fez parte do Grupo A-6, juntamente com o Botafogo, de Ribeirão Preto (SP), CRAC, de Catalão (GO), Duque de Caxias (RJ) e Villa Nova, de Nova Lima (MG).
Depois de quatro anos, o alviverde candango voltava a disputar uma competição nacional.
Apesar de somar o mesmo número de pontos que o segundo colocado, o Botafogo-SP, o Gama foi eliminado ainda na Primeira Fase. Realizou a mesma campanha que o tricolor paulista (3 vitórias, 4 empates e uma derrota), mas teve saldo de gols pior, três contra seis do Botafogo-SP e ficou na terceira colocação.
No fim das contas, a única e desastrosa derrota dentro do estádio Bezerrão para o lanterna do grupo, o Villa Nova-MG, na 6ª rodada, acabou fazendo toda a diferença. Caso tivesse feito seu papel e pelo menos empatado, ficaria com a segunda vaga. Se tivesse vencido o jogo, o Gama também teria encerrado a primeira fase como segundo colocado do grupo, com 16 pontos, apenas dois atrás do líder CRAC.

2016

Ceilândia e Luziânia foram os representantes do futebol do DF no Campeonato Brasileiro da Série D de 2016.
Na Primeira Fase, o Ceilândia integrou o Grupo A-10, ao lado da Aparecidense (GO), Comercial (MS) e Araguaia (MT), e, após seis jogos, somou 15 pontos, terminando o grupo na primeira colocação. Foram cinco vitórias e uma derrota.
Já o Luziânia, fez parte do Grupo A-11, juntamente com Anápolis (GO), 7 de Setembro (MS) e Sinop (MT). Venceu apenas uma partida e ficou distante dos dois primeiros colocados no grupo, 7 de Setembro e Anápolis, não passando para a Segunda Fase.

SEGUNDA FASE

A tabela determinou que o adversário do Ceilândia na segunda fase voltasse a ser a Aparecidense, de Goiás, adversário do clube do DF na Primeira Fase.
Um empate em 0 x 0 fora, no primeiro jogo, e uma vitória de 2 x 1 em casa, no segundo, deram a passagem ao Ceilândia para a Terceira Fase.

TERCEIRA FASE

O Fluminense, de Feira de Santana (BA) foi o adversário do Ceilândia na Terceira Fase.
No primeiro jogo, no dia 14 de agosto de 2016, em Feira de Santana, o Ceilândia surpreendeu ao vencer por 1 x 0.
Uma semana depois, um empate bastava ao Ceilândia para passar de fase. Mas não foi isso que aconteceu. Quando todos achavam que o jogo terminaria empatado sem abertura do marcador, nos acréscimos do segundo tempo o tricolor baiano marcou o gol da vitória, tornando obrigatória a decisão da vaga para a Quarta Fase na cobrança de pênaltis, quando o Fluminense foi melhor e venceu por 4 x 3.

2017

Pelo segundo ano consecutivo, Ceilândia e Luziânia representaram o futebol do DF no Campeonato Brasileiro da Série D em 2017.
Assim como aconteceu em 2016, o Ceilândia classificou-se para a Segunda Fase e o Luziânia, não, apesar da campanha invicta que realizou.
O Ceilândia fez parte do Grupo A-10, ao lado de Anápolis-GO, Comercial-MS e Sinop-MT. Da mesma forma que um ano antes, o Ceilândia foi o primeiro colocado de seu grupo, após vencer três jogos e empatar um. O saldo de gols definiu a primeira colocação em favor do Ceilândia, pois teve o mesmo número de pontos ganhos que o segundo colocado, o Comercial-MS, com um saldo de gols melhor: três contra um.
Já o Luziânia chegou aos mesmos dez pontos do segundo colocado do Grupo A-11, a Aparecidense-GO, mas teve uma vitória a menos que o clube goiano: duas contra três. União, de Rondonópolis-MT (primeiro colocado), e 7 de Setembro-MS (último) foram os demais integrantes desse grupo.

SEGUNDA FASE

Coube ao Ceilândia novamente enfrentar o Comercial-MS. Classificou-se para a Terceira Fase depois de ganhar o jogo em Campo Grande-MS (1 x 0) e empatar o segundo no Abadião (1 x 1).

TERCEIRA FASE

O América, de Natal-RN, foi o adversário do Ceilândia na Terceira Fase. O clube potiguar levou a melhor nos dois confrontos e desclassificou o clube do DF: no Abadião, 1 x 0, e na Arena das Dunas, 2 x 1.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

OS CLUBES DO DF NO CAMPEONATO BRASILEIRO DA SÉRIE D - 2ª parte - 2012 a 2014


2012

A edição de 2012 do Campeonato Brasileiro da Série D foi a primeira em que a Confederação Brasileira de Futebol - CBF custearia as despesas de todos os clubes.
Devido ao imbróglio que impediu o seu início e à demora em sua resolução, muitos clubes desistiram de disputar a Série D em 2012. O campeão brasiliense desse ano, o Ceilândia, seria o único representante do Distrito Federal na competição. Um dos que desistiu de participar foi o Gurupi, de Tocantins. Nenhuma outra equipe desse Estado se interessou pela vaga, assim como nenhuma equipe de Goiás, Estado melhor posicionado no Ranking Nacional das Federações - RNF. O Luziânia, vice-campeão do DF, recusou o convite sendo este oferecido ao Sobradinho, ambos do Distrito Federal, segunda federação melhor posicionada no RNF.
Após quase um mês de guerra nos bastidores, a bola enfim rolou. O longo período de espera para o Ceilândia serviu como uma espécie de preparação para a competição, que apresentou novos reforços e disputou amistosos. Por outro lado, devido às circunstâncias, o Sobradinho usou a base do time que terminou em terceiro lugar no campeonato brasiliense e passou a ter pouco mais de uma semana para planejar a sua participação.
Os clubes do DF integraram o Grupo A-5, do qual faziam parte também o CRAC, de Catalão, e Aparecidense, de Aparecida de Goiânia, ambos do Estado de Goiás, e o CENE, de Campo Grande (MS).
Como era de se esperar, as duas equipes realizaram campanhas bem diferentes. Na última rodada, já classificada à próxima fase da competição, o Ceilândia foi goleado pela eliminada Aparecidense (segunda derrota seguida) no estádio Abadião e deixou escapar o primeiro lugar do grupo para o CRAC. O clube goiano recebeu em seu campo o já eliminado Sobradinho, que encerrou sua participação na Série D sem conseguir ao menos uma vitória.
O adversário do Ceilândia na Segunda Fase foi a Friburguense, de Nova Friburgo (RJ).
No primeiro jogo, no dia 2 de setembro de 2015, no Estádio Abadião, as equipes não mexeram no marcador, resultado que não era tão ruim para o Ceilândia que poderia conseguir qualquer empate com gols no jogo de volta para ficar com a vaga nas quartas de final da competição.
No jogo de volta, no dia 9 de setembro, no Estádio Eduardo Guinle, em Nova Friburgo, o Ceilândia saiu na frente, manteve o 1 x 0 ao final do 1º tempo, mas sofreu a virada na etapa complementar, dando adeus à Série D de 2012.

2013

O único representante do Distrito Federal no Campeonato Brasileiro da Série D de 2013, o Brasília, fez sua estreia na competição fora de casa, no dia 8 de junho, sendo goleado pela Aparecidense, de Aparecida de Goiânia (GO), por 3 x 0.
A seguir, todas as competições promovidas pela CBF foram paralisadas para a realização da Copa das Confederações.
Quando voltou a atuar pela Série D, no dia 7 de julho, no Bezerrão, o Brasília teve que correr atrás do prejuízo para arrancar pelo menos o empate em 1 x 1 com o Águia Negra, de Rio Brilhante (MS).
No terceiro jogo, novamente no Bezerrão, diante do líder do grupo, o Mixto, de Cuiabá (MT), nem a mudança do comando técnico das mãos de Gauchinho para Marcos Soares, foi suficiente para renovar os ânimos do Brasília. Os visitantes venceram por 2 x 1 e o Brasília passou a ser o lanterna do grupo.
No dia 21 de julho, o Brasília deixou o campo de jogo mais uma vez sem saber o que é vencer na Série D. Jogando no estádio Valdeir de Oliveira, em Goianésia (GO), o Brasília até que atuou bem, mas acabou derrotado pelo Goianésia, por 1 x 0. Foi a terceira derrota do Brasília em quatro jogos disputados. Com mais essa derrota, o Brasília se afundou ainda mais na lanterna do grupo e praticamente deu adeus ao sonho de se classificar à próxima fase.
O Brasília, enfim, sentiu o gosto da vitória (1 x 0) no dia 27 de julho. O time comandado por Marcos Soares foi até Cuiabá enfrentar o Mixto, líder da chave, e voltou para Brasília com os três pontos na bagagem, aumentando as esperanças de classificação para a segunda fase.
O Brasília passaria, a partir desse jogo, a disputar três verdadeiras finais em seus últimos compromissos na Série D.
Mas, logo na primeira dessas “finais”, o sonho do acesso à Série C do Campeonato Brasileiro acabou para o Brasília. No dia 3 de agosto, voltando a atuar no estádio Bezerrão, o Brasília foi apático em grande parte do jogo e deixou o gramado com a quarta derrota na Série D, a segunda para o Goianésia, por 3 x 2.
Cumprindo tabela, o Brasília foi até Rio Brilhante no dia 11 de agosto, para enfrentar o Águia Negra. Voltou para o DF com um empate na bagagem: 1 x 1. Com o empate, o Brasília chegou a seis pontos e continuava na lanterna do grupo A-5.
Finalizando seu calvário na Série D, o Brasília recebeu a Aparecidense no dia 18 de agosto, no estádio Bezerrão. Assim como em grande parte dos jogos em casa, o Brasília cometeu falhas defensivas e sofreu a virada no placar (vencia por 2 x 1), perdendo por 3 x 2.

2014

A Confederação Brasileira de Futebol havia estipulado que o Campeonato Brasileiro da Série D de 2014 seria disputado por 40 clubes, mas com o rebaixamento de cinco equipes da Série C de 2013, a Série D foi disputada por 41 equipes em 2014.
Após conciliação realizada no Superior Tribunal de Justiça Desportiva, o Rio Branco foi reintegrado a competição depois de ser excluído em 2012, após determinação judicial requerida pelo Treze. Com o acréscimo de uma equipe, excepcionalmente um dos grupos contou com 11 equipes e o outro com 10. A CBF definiu, então, que cinco equipes seriam rebaixadas para a Série D de 2014, sendo três equipes do grupo A e duas do grupo B.
Brasiliense, um dos rebaixados da Série C em 2013, e o Luziânia, campeão do DF em 2014, foram os representantes do futebol do Distrito Federal.
Na Primeira Fase, o Brasiliense fez parte do Grupo A-5, juntamente com Anapolina (GO), Estrela do Norte (ES), Itaporã (MS) e Villa Nova (MG). Os adversários do Luziânia no Grupo A-6 foram Goianésia (GO), Grêmio Barueri (SP), Operário-VG (MT) e Tombense (MG).
O Brasiliense pensava em se recuperar no ano de 2014, após ser eliminado em torneios no qual era favorito no primeiro semestre: o campeonato brasiliense e a Copa Verde. O Luziânia apostava na força do conjunto: apenas dois jogadores do elenco campeão brasiliense havia deixado o clube.
Iniciaram a competição no dia 20 de julho, de maneiras bem diferentes. O Brasiliense visitou o Villa Nova, em Nova Lima (MG), voltando de lá com a vitória de 2 x 1. O Luziânia não teve a mesma sorte: jogando em casa, no Serra do Lago, perdeu de 1 x 0 para o Tombense.
Uma semana depois, o Luziânia se recuperou e foi até a Arena Barueri para derrotar o Grêmio Barueri, por 1 x 0. No mesmo dia 27 de julho, jogando em casa, o Brasiliense fez o “dever de casa”, com a vitória de 3 x 0 sobre o Estrela do Norte por 3 x 0.
As duas equipes brasilienses só voltaram a campo no dia 10 de agosto. Neste dia, atuando no Abadião, na Ceilândia, o Brasiliense construiu com tranquilidade o placar de 4 x 0 sobre o Itaporã. Já o Luziânia foi até Cuiabá e enfrentou muito mais dificuldades diante do Operário, de Várzea Grande. Saiu perdendo por 1 x 0 e virou o placar para 2 x 1 com um gol aos 46 minutos do 2º tempo.
No dia 16 de agosto, voltando a jogar em casa, o Luziânia derrotou o Goianésia por 3 x 1 e chegou aos nove pontos no Grupo A-6. No dia seguinte, o Brasiliense foi até Anápolis e voltou de lá com o empate de 1 x 1 com a Anapolina, perdendo o aproveitamento de 100% até então em sua participação na Série D.
Essa quinta rodada teve um destaque negativo: o Grêmio Barueri protagonizou o primeiro WO em um jogo de Campeonato Brasileiro. Com dois meses de salários atrasados e há quatro meses sem receber direitos de imagem, os jogadores se negaram a enfrentar o Operário-VG. Em solidariedade, os rivais também protestaram: deitaram em campo para simbolizar a morte do futebol brasileiro.
Na abertura do returno, no dia 23 de agosto, jogando em casa, no Serra do Lago, o Luziânia desperdiçou a oportunidade de assumir a liderança isolada do grupo ao empatar em 0 x 0 com o Operário, com quem passou a dividir o primeiro lugar, ambos com dez pontos ganhos, com o Luziânia perdendo no critério saldo de gols.
Um dia depois, o Brasiliense viajou até Dourados (MS) e voltou a empatar (0 x 0), desta vez com o Itaporã. Apesar do segundo empate consecutivo, o Brasiliense mantinha com folga a liderança. Esse jogo também foi marcado pelo protesto dos jogadores do Itaporã, que não recebiam salários há 50 dias. Entraram em campo com uma braçadeira preta e, inspirados no movimento Bom Senso, se deitaram no gramado antes do início da partida.
Vice-líder do Grupo A-6, o Luziânia visitou o estádio Valdeir de Oliveira, em Goianésia (GO), no dia 30 de agosto, pensando em assumir o 1º lugar do grupo (caso vencesse e Operário perdesse para o Grêmio Barueri). Nada disso aconteceu! O Luziânia empatou em 1 x 1 com o Goianésia e o Operário derrotou o clube paulista.
Uma vitória no dia 31 de agosto diante da Anapolina, no estádio Serejão, daria ao Brasiliense a classificação para as oitavas-de-final com três rodadas de antecedência. Mas, diante da expulsão do meia Rodrigo, logo aos 14 minutos do 1º tempo, um novo empate (1 x 1) ficou de bom tamanho.
A situação do Brasiliense era tão boa que, mesmo com o terceiro empate consecutivo e folgando na próxima rodada, poderia se classificar para a fase seguinte sem entrar em campo, dependendo só dos resultados das outras equipes.
Com uma rodada de antecipação e o quarto empate consecutivo, O Brasiliense avançou para as oitavas-de-final. No dia 14 de setembro, em Cachoeiro do Itapemirim, empatou em 1 x 1 com o Estrela do Norte. Para terminar a primeira fase em primeiro lugar, bastaria ao Brasiliense não perder por uma diferença maior do que três gols na próxima rodada, contra o lanterna Villa Nova, no Serejão.
Um dia antes, em casa, o Luziânia goleou o Grêmio Barueri por 4 x 0 e chegou aos 14 pontos, um a menos que o líder Tombense. Com esse resultado, na última rodada teria que ganhar do Tombense, em Tombos, e torcer por um tropeço do Operário (que tinha 13 pontos) e enfrentaria em casa o Goianésia. Poderia até se classificar com a derrota, desde que o Operário não vencesse o Goianésia.
Deu tudo errado na última rodada, disputada em 21 de setembro! O Luziânia foi goleado pelo Tombense (que chegou aos 18 pontos), com todos os três gols do time mineiro acontecendo após os 33 minutos do 2º tempo, e o Operário venceu o Goianésia, passando a ter 16 pontos.
No Serejão, o Brasiliense venceu o Villa Nova, por 2 x 1, e avançou em primeiro lugar.

SEGUNDA FASE

O adversário do Brasiliense na Segunda Fase da competição foi o Clube do Remo, de Belém (PA).
O primeiro jogo foi disputado no dia 28 de setembro, no Mangueirão, em Belém. O Brasiliense conseguiu uma grande vitória pelo placar de 2 x 1 e encaminhou a classificação para as quartas-de-final, pois poderia jogar em casa, na partida de volta, com a vantagem do empate.
No dia 4 de outubro, no Serejão, aconteceu o segundo jogo entre Brasiliense e Remo, partida com muita catimba, repleta de faltas e nove cartões amarelos. Ao final dos 90 minutos, o Brasiliense segurou o empate em 1 x 1 e garantiu sua passagem para as quartas-de-final.

TERCEIRA FASE

Nas quartas-de-final o Brasiliense enfrentou o Brasil, de Pelotas.
No primeiro jogo, disputado em 12 de outubro, o Brasiliense até largou na frente no Estádio Bento de Freitas, em Pelotas (RS), mas não conseguiu segurar o placar, sofrendo a virada.
Uma semana depois, no Serejão, o Brasiliense devolveu o placar, que obrigou a uma decisão por pênaltis para ver quem ficaria com uma das vagas para a Série C de 2015. No tempo regulamentar de jogo, parecia que o Brasiliense ficaria com a classificação. Logo aos 14 minutos, Luiz Carlos abriu o placar. Aos 42, o mesmo Luiz Carlos ampliou. Porém, aos 45 minutos do 1º tempo, o Brasil diminuiu. No segundo tempo, o Brasil usou de todos os meios para garantir o resultado, o que acabou acontecendo. Nas cobranças de pênaltis, 4 x 3 a favor do Brasil.
Na classificação final, o Brasiliense foi o quinto colocado, a melhor participação de um clube do DF na história do Campeonato Brasileiro da Série D.


quarta-feira, 18 de abril de 2018

OS CLUBES DO DF NO CAMPEONATO BRASILEIRO DA SÉRIE D - 1ª parte - 2009 a 2011


No próximo sábado, 21 de abril, o Ceilândia estará fazendo sua estreia na Série D do Campeonato Brasileiro. No dia seguinte, 22, será a vez do Brasiliense.
Esta será mais uma oportunidade, a décima, para que um clube do DF tente realizar uma boa campanha e consiga ao menos uma das quatro vagas que lhe dará acesso à Série C em 2019.
Oficialmente criada em 2008, para ser disputada a partir de 2009, a Série D é uma competição que reúne representantes de todos os Estados do Brasil. Foram 39 em 2009, 40 nos anos de 2010 a 2013, 41 em 2014 e 40 em 2015. Esse total passou a ser de 68 em 2016 e permanecerá inalterado em 2017.
Nos próximos três dias, estaremos contando como foi a participação dos clubes do DF nessa competição.

2009

O Campeonato Brasileiro da Série D de 2009 foi a primeira edição da quarta divisão do futebol brasileiro.
Inicialmente estavam previstas 40 equipes, mas nenhum clube do Estado do Acre se habilitou para a disputa, reduzindo o número de clubes participantes para 39.
O único representante do DF nessa competição foi o Brasília. A vaga foi garantida após perder a final do campeonato brasiliense de 2009 para o Brasiliense, que fazia parte neste ano da Série B.
Após nove anos, o Brasília voltava a disputar uma competição de nível nacional. A última vez foi no ano de 2000, quando atuou no módulo branco (uma espécie de terceira divisão) da Copa João Havelange.
Na primeira fase, os 39 clubes foram divididos em nove grupos de quatro clubes cada e um de três clubes, agrupados regionalmente. Os dois primeiros de cada grupo classificaram-se à fase seguinte.
Com pouco tempo de preparação, a equipe comandada pelo técnico Augusto César contava com alguns jogadores experientes para conseguir uma das duas vagas para a segunda fase. O maior destaque do time era o habilidoso canhoto Wellington Dias.
O Brasília fez parte do Grupo 8, juntamente com Anapolina, de Anápolis, e CRAC, de Catalão, ambos de Goiás e o Araguaia, de Alto Araguaia (MT). Classificou-se em segundo lugar e passou para a Segunda Fase.
Na segunda fase, os 20 clubes classificados jogaram em sistema eliminatório em jogos de ida e volta, qualificando o clube vencedor para a terceira fase.
Coube ao Brasília enfrentar o vencedor do Grupo 7, o Uberaba (MG). No primeiro jogo, no Bezerrão, em 15 de agosto de 2009, o Brasília saiu perdendo de 2 x 0 e demonstrou um grande poder de superação, ao virar o marcador para 3 x 2. Uma semana depois, em 22 de agosto, no segundo jogo, desta vez no Uberabão, o Brasília não teve a mesma sorte e perdeu por 2 x 0, dando adeus à competição.
Na classificação final, o Brasília ficou com a 19ª colocação, com essa campanha: 8 jogos, 2 vitórias, 3 empates e 3 derrotas; marcou 14 gols e sofreu 15.
Edicarlos foi o seu principal artilheiro, ao marcar cinco gols. Os demais tentos do Brasília foram assinalados por Adriano Cacareco, Bira, Cassius, Djalminha, Edmar, Iron, Thiago Silva e Wellington Dias, um gol cada, além de um marcado contra, de Neilson, da Anapolina.

2010

O Campeonato Brasileiro da Série D de 2010 contou com a participação de 40 clubes na Primeira Fase, quando foram divididos em dez grupos, cada um com quatro equipes, jogando entre si, em turno e returno, classificando os dois primeiros para a Segunda Fase.
Ao contrário da primeira edição, 2009, quando o DF teve apenas um representante (o Brasília), em 2010 foram três: Botafogo-DF, Brasília e Ceilândia. A eles se juntou no Grupo A-6, na Primeira Fase, o Araguaína, de Tocantins. Esse grande número de clubes do DF chegou a levar alguns torcedores a acreditar que haveria uma grande possibilidade de, pela primeira vez, dois clubes brasilienses passarem para a Segunda Fase. Mas, não foi isso que aconteceu. O clube de Tocantins acabou sendo um dos promovidos para a Série C de 2011, ao chegar na terceira colocação na classificação final.
As quatro equipes chegaram à sexta e última rodada com chances de classificação para a Segunda Fase da competição.
Num dos jogos, o Ceilândia - que chegou como líder do grupo - precisava apenas de um empate para assegurar a vaga. Já o Brasília precisava vencer o Ceilândia para garantir sua classificação. E foi o que aconteceu. O Brasília levou a melhor e garantiu o passaporte para a próxima fase da competição e de quebra como líder do grupo.
No outro jogo da última rodada, a tarefa era bastante complicada para o Botafogo-DF se classificar. Sem nenhuma vitória na Série D, o Botafogo-DF precisava vencer o Araguaína, na casa do adversário, e torcer por uma combinação de resultados para continuar disputando a competição. Mas o time de Tocantins venceu por 1 x 0 e garantiu a classificação para a segunda fase, ao lado do Brasília.
Na Segunda Fase, os 20 clubes foram divididos em dez grupos com dois clubes cada. Jogaram em ida e volta, dentro de cada grupo. Os vencedores de cada chave passavam para a terceira fase.
O adversário do Brasília na Segunda Fase foi o Fluminense, de Feira de Santana (BA). No primeiro jogo, na cidade baiana, o Fluminense venceu por 1 x 0. No jogo de volta, o Brasília não tomou conhecimento do Fluminense e da vantagem que esse time tinha para seguir em frente na Série D. No dia 12 de setembro, o Brasília fez bonito ao superar o rival por 3 x 0, garantindo-se na próxima fase da competição.
Na Terceira Fase, os 10 clubes classificados foram divididos em cinco grupos com dois clubes cada. Jogaram em ida e volta, dentro de cada grupo. Classificavam-se os vencedores de cada grupo e mais os três melhores perdedores com base na campanha no torneio.
O adversário do Brasília na Terceira Fase foi, novamente, o Araguaína, a quem já havia enfrentado na Primeira Fase, em dois jogos, ambos empatados.
No primeiro jogo, em 25 de setembro, o Brasília desperdiçou uma grande oportunidade de sair em vantagem no confronto com o Araguaína. Jogando no estádio Mirandão, o Brasília abriu uma vantagem de 3 x 0, mas sofreu uma inacreditável virada do Araguaína, que fez 4 x 3 na segunda etapa, em apenas 16 minutos (do 23º minuto ao 39º do segundo tempo).
No dia 2 de outubro, o Brasília desperdiçou, mais uma vez, outra chance de sair com a vitória. Além de perder a partida, o Brasília deu adeus e acabou eliminado da próxima fase da Série D do Brasileiro. Venceu o 1º tempo por 1 x 0. No segundo tempo veio uma nova virada e a desclassificação da Série D para o Brasília.

2011

Gama e Bosque Formosa foram os representantes do futebol do DF no Campeonato Brasileiro da Série D de 2011. O Gama, por ter sido rebaixado no Campeonato Brasileiro da Série C de 2010, ao chegar na 19ª e penúltima colocação, e o Bosque Formosa como terceiro colocado do Campeonato Brasiliense de 2011, atrás do Gama e do Brasiliense (com vaga na Série C).
Pela primeira vez na competição cinco clubes compuseram os grupos: nas duas edições anteriores, os grupos foram integrados por quatro equipes. Também pela primeira vez os clubes do DF tentaram a classificação para a Segunda Fase em grupos diferentes: o Gama no A-5, juntamente com Anapolina, de Anápolis, e Itumbiara, ambos de Goiás, Tocantinópolis, de Tocantins, e o Tupi, de Juiz de Fora (MG). Fizeram companhia ao Bosque Formosa no grupo A-6 o São Mateus, do Espírito Santo, Audax, do Rio de Janeiro (ex-Sendas), Villa Nova, de Nova Lima (MG) e o Volta Redonda, do Rio de Janeiro.
Gama e Bosque Formosa não conseguiram classificação para a Segunda Fase. As campanhas das duas equipes foram tão parecidas que ambas chegaram na quarta colocação em seus grupos, com duas vitórias, três empates e três derrotas.


terça-feira, 17 de abril de 2018

HÁ 50 ANOS NO FUTEBOL BRASILIENSE: eleições na Federação Desportiva de Brasília


Na Assembleia Geral realizada no de 2 de abril de 1968, foi eleito Presidente da Federação Desportiva de Brasília, por unanimidade, o Tenente-Coronel João José Pinheiro da Veiga, com 26 votos.
Os clubes presentes foram Rabello, Guará, Colombo, Flamengo, Alvorada, Defelê e Guanabara; não compareceram os representantes do Cruzeiro do Sul, Vila Matias, Grêmio e Real.
Nos termos do Estatuto da Federação aprovado na Assembleia do dia 23 de agosto de 1966, os clubes tiveram os seguintes votos:
RABELLO - 7 votos;
GUARÁ - 5;
DEFELÊ, COLOMBO, CRUZEIRO DO SUL, FLAMENGO e GUANABARA - 3;
VILA MATIAS, ALVORADA, GRÊMIO e REAL DE BRASÍLIA - 2 votos, cada um.
Só puderam votar os clubes que estivessem em dia com seus encargos financeiros para com a entidade.
Os demais membros da diretoria da FDB foram:
1º Vice-Presidente: Armando Celso Rodrigues
2º Vice-Presidente: Wanderley Mattos
3º Vice-Presidente: Luiz Fernando Muniz
Diretor do Departamento de Futebol Profissional: Major Abeguar Herdy
Diretor do Departamento de Futebol Amador: Ariovaldo Sales
Diretor do Departamento Autônomo: Theodorico Barbosa Fernandes
Diretor do Departamento Financeiro: Major Osmar Oliveira Ferreira
Diretor do Departamento de Árbitros: Tenente João Sereno Firmo
Secretário-Geral Administrativo: Luiz Gonzaga Pereira do Nascimento.


segunda-feira, 16 de abril de 2018

HÁ 40 ANOS NO FUTEBOL BRASILIENSE: inauguração do estádio do CAVE


A Capital da República vivia uma fase de euforia, principalmente nas cidades-satélites, ante a proximidade da inauguração dos vários estádios construídos pelo Governo do Distrito Federal.
O do Guará foi inaugurado às 11 horas do dia 16 de abril de 1978, numa bonita festa, que contou com a presença do Governador do Distrito Federal, Elmo Serejo Farias, e todo o seu secretariado. De imediato o estádio passou a ser chamado de CAVE, iniciais de Centro Administrativo Vivencial e Esportivo.
O jogo de inauguração reuniu o S. C. Corinthians, do Guará, e o Vitória, de Salvador (BA), e acabou com a vitória do rubro-negro baiano por 2 x 0, gols de Sena, aos quarenta minutos do 1º tempo, e Mardoni, logo aos dois minutos do segundo.
Apesar de muito violento no segundo tempo, o amistoso agradou, porque contra a maior categoria dos baianos, o time corintiano, ainda em fase de formação, mostrou uma garra elogiável e somente por falta de sorte não conseguiu melhor resultado.
A ficha técnica do jogo foi esta:

S. C. CORINTHIANS, DO GUARÁ 0 x 2 VITÓRIA, DE SALVADOR (BA)
Renda: Cr$ 36.260,00
Árbitro: Edson Rezende de Oliveira
Gols: Sena, 40 e Mardoni, 47.
CORINTHIANS: Wilmar (Lúcio), Ricardo, Luciano, Gilberto e Newton (Gilvan); Boni, Marquinhos e Augusto; Edu (Orlando), Aloísio (Chiquinho) e Wellington. Técnico: Bugue.
VITÓRIA: Gelson (Pavão), Valdir, Edson Paulista, Zé Alberto (Xaxa) e Válder; Joel Zanata (Edson Baiano), Lulinha e Sena (Mário); Mardoni, João Carlos (Joãozinho) e Sivaldo. Técnico: Pinguela.

Obs.: os jogadores do Corinthians eram quase todos oriundos do Grêmio Esportivo Brasiliense.

domingo, 15 de abril de 2018

OS TÉCNICOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: Miluir Macedo



Manoel Miluir Macedo Cunha nasceu na cidade de Pedro Avelino, no Rio Grande do Norte, no dia 15 de abril de 1948. Está, portanto, completando 70 anos no dia de hoje.
Sua família se mudou para Goiânia (GO), em 1951, e para o Distrito Federal em 1961.
Em 1966 fez parte da equipe do Pederneiras que conquistou, de forma invicta, o campeonato brasiliense da categoria de juvenis. Na partida decisiva, reunindo o Pederneiras, campeão da divisão de profissionais, contra o Vila Matias, campeão da divisão de amadores, no dia 6 de novembro de 1966, a vitória coube ao Pederneiras, por 2 x 0. O time campeão foi assim formado: Laudislon, Dão, Pedro Pradera, Manoelzinho e Amazonas; Assis e Tota; Miluir, Luiz, Geraldo e Melo. Técnico: Zé Maria.
No ano seguinte, 1967, ainda com idade para disputar competições juvenis, voltou a sagrar-se campeão da categoria, desta vez pelo Rabello.
Mais na reserva do que como titular, em 1968 foi vice-campeão brasiliense na equipe de profissionais do Rabello. Neste clube, passou a admirar o trabalho do treinador argentino Hector Gritta, sua maneira de ser, como atuava, manejava o grupo de uma forma ímpar, achava aquilo espetacular, era um líder nato. Miluir treinava admirando-o e isso o marcou muito.
Em 1969, transferiu-se para a Associação Esportiva Carioca, onde disputou o campeonato de 1969. O fato curioso é que no dia 26 de outubro de 1969, na derrota de 2 x 1 diante do Grêmio, Miluir jogou improvisado de goleiro do Carioca, em sua última partida válida pelo campeonato brasiliense desse ano.
Depois de passar um pequeno período de 1970 no Coenge, do Gama, retornou ao Carioca para a disputa do campeonato brasiliense. Nos oito jogos que disputou, marcou quatro gols.

Minas-Brasília
Suas últimas atuações como jogador de futebol aconteceram em 1971, na equipe do Minas Brasília Tênis Clube.
Cedo, ainda, resolveu parar de jogar futebol e investir numa nova carreira, a de preparador físico. Para isso, fez a Faculdade de Educação Física Dom Bosco, em Brasília-DF, e o curso de Pós-Graduação na Escola de Educação Física de Goiânia.
Iniciou sua carreira de preparador físico nos juvenis do Brasília Esporte Clube, em 1980, e nesse mesmo ano também da seleção brasiliense de juvenis, aqui permanecendo por três anos.
Em 1981, foi escolhido como o melhor preparador físico do campeonato brasiliense, em votação feita pela equipe de esportes do Jornal de Brasília.
Em novembro de 1981, viajaria em uma excursão do Brasília, na condição de técnico e preparador físico da equipe. Não pôde viajar pois estava à disposição da seleção brasiliense de juniores.
Depois do Brasília, foi preparador físico na Sociedade Esportiva do Gama (1981), onde também teve sua primeira experiência como treinador, em julho de 1982. Voltou a desempenhar as funções de preparador físico no Taguatinga (1983).

Sporting
De 1984 a 1986 foi técnico das equipes de base da ASBAC-DF e da seleção de juniores de Brasília e, a partir de 1987, passou a trabalhar no exterior. Em 1987 desenvolveu seu trabalho treinando “Os Marialvas”, equipe portuguesa da Segunda Divisão. No início de 1988 assumiu o Calheta F. C, clube da Ilha de São Jorge - Açores, Portugal. Seguindo sua trajetória, a convite de José Bonetti (ex-dirigente da FIFA), foi para o Sporting Clube de Portugal, para treinar as equipes juvenis e juniores, onde permaneceu por seis anos. Durante a sua permanência no Sporting, Miluir desenvolveu um bom trabalho com os jovens jogadores, descobrindo Luís Figo e outros jogadores de destaque no futebol português.

Depois, foi para Angola, a pedido do próprio clube do Sporting, treinar o Sport Club Luanda. Ao retornar de Angola trabalhou com o Elvas, equipe portuguesa da segunda divisão, em 1994. Logo após, 1997, esteve em Hong Kong (Ásia) trabalhando no Happy Valley e, quando retornou a Portugal, recebeu o convite para treinar a Seleção Nacional de Andorra. Permaneceu em Andorra por três anos, de 1997 a 1999, disputou as eliminatórias do Euro-2000, contra a França, Rússia, Ucrânia, Irlanda, Armênia e Estônia, tornando-se o segundo treinador brasileiro a comandar uma seleção na Europa.
Curiosidade: Miluir Macedo era o técnico da seleção de Andorra que enfrentou o Brasil, em Paris, no dia 3 de junho de 1998 (vitória do Brasil por 3 x 0).
Após dirigir a Seleção de Andorra, Miluir dirigiu-se para o México, onde trabalhou (junto com José Bakero) no Puebla, em 1999. Em 2000 esteve no Cintra-Constellación, de Yaoundé, em Camarões e, no mesmo ano, voltou para Portugal e permaneceu no S. C. Freamunde até setembro de 2001. Em 2002 desenvolveu seu trabalho no Juan Aurich, no Peru.
A trajetória internacional de Miluir durou quinze anos, retornando ao Brasil em 2002. Estreou no dia 3 de março de 2002, no comando do Brasília, lanterna do Campeonato Brasiliense, contra o Sobradinho, no Augustinho Lima. Não completou nem um mês, deixando o clube alegando problemas particulares.

Em novembro do mesmo ano foi para o Potiguar, de Mossoró (RN), onde em 2004, pela primeira vez, o clube foi campeão estadual. 
Posteriormente esteve nos Emirados Árabes, no AJMAN F. C., e retornou em 2005 para o Rio Grande do Norte, passando a treinar o Baraúnas, também de Mossoró, onde realizou excelente trabalho na Copa do Brasil. 
Ainda nesse ano, contribuiu para o acesso do América à Série B do Campeonato Brasileiro. Em 2006, foi treinador do Potiguar, de Mossoró, e em 2007, do Baraúnas.

Voltou ao Emirados Árabes em 2007, para ser treinador do Al Orooba. De novo no Brasil, nos anos de 2008, esteve à frente do Potiguar, de Mossoró. Em 2010, foi técnico do Assu - RN, e voltou ao futebol brasiliense, quando foi o treinador do Cruzeiro na Segunda Divisão do DF. Foram seis jogos à frente dessa equipe.
Depois de mais algumas idas e vindas ao Potiguar, de Mossoró, Miluir Macedo também treinou o Tigres do Brasil na Série B do Campeonato Carioca e, em 2018, é o atual treinador do Sub-20 do Boa Esporte, de Minas Gerais.



CURSOS E CONGRESSOS (FUTEBOL)

Curso Técnico e Tático de Futebol - São Paulo/SP
Curso de Preparação Física e Técnica no Futebol - Rio De Janeiro/RJ
Curso de Extensão em Educação Física (especialização em musculação para atletas de futebol)
Curso "Futebol e seus Sistemas" - UNB - Brasília/DF
III Curso de Reabilitação em Traumatologia no Desporto - Coimbra / Portugal
Curso de Preparação Física no Futebol (participando como orador e organizador) - UNB - Brasília/DF
Curso de Técnico de Futebol Profissional - realizado pela Federação Brasiliense de Futebol - Brasília - DF
Curso de Pós-Graduação em Técnico de Futebol - realizado na Escola Superior de Educação Física de Goiânia/GO
Congresso Sul-Americano de Futebol - São Paulo/SP
Seminário de Futebol - Associação de Futebol de Lisboa, Portugal
UEFA - Course for European Coaches Educators – La Valleta, Malta
UEFA - Conference Youth Coaches Course 1 - Bruxelas, Bélgica
Curso Nacional de Treinador de Futebol Nível Pro - Andorra
UEFA - FIFA - 3rd Conference for European National Coaches, Frankfurt - Alemanha
UEFA - Conference Youth Coaches Course 2 - Barcelona, Espanha
6° Curso de Informações Gerais do Futebol Moderno – realizado pelo Sindicato dos Treinadores de Futebol Profissional do Estado do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro/RJ.

CURSOS E CONGRESSOS (MEDICINA)

XXI Congresso de Medicina Desportiva - Brasília/DF
Curso de Medicina Preventiva e Psicologia - Brasília/DF
Jornada Médica do Sporting Clube de Portugal - Lisboa - Portugal
Congresso Internacional de Medicina no Desporto - Futebol Clube do Porto - Porto - Portugal
III Curso de Reabilitação em Traumatologia no Desporto - Coimbra /Portugal
IV Curso de Reabilitação em Traumatologia no Desporto - Coimbra /Portugal.


sábado, 14 de abril de 2018

OS CAMPEÕES: Rabello - 1967



O Rabello não deu a menor chance aos seus adversários para chegar à conquista do tetracampeonato brasiliense em 1967.
Terminou a competição de forma invicta, com oito vitórias e dois empates nos dez jogos que disputou.
Marcou 29 gols e sofreu apenas oito. Seu percentual de aproveitamento foi de 90%.
Utilizou 18 jogadores durante a campanha, dos quais cinco participaram de todos os jogos: Carlão, Didi, João Dutra, Luizinho e Cid.
Teve um treinador apenas, o argentino Hector Gritta.
Cid, com 10 gols, e Luizinho, com 9, foram os principais artilheiros do campeonato.
O desempenho dos 18 jogadores utilizados pelo Rabello foi esse:

P

APELIDO

NOME COMPLETO

JD

GM

GS

G

Dico

Frederico Chimiti Neto

8

5

G

Paulo Roberto

Paulo Roberto Dias

3

3

Z

Carlão

Carlos Fernandes Tomaz

10

Z

Didi

Paulo Barros da Costa

10

Z

Serginho

Sérgio Dutra Correa

9

Z

Luiz

Luiz Carlos de Freitas

9

Z

César

Raimundo Cesar Ferreira Campos

1

Z

Mello

Moacyr Tremendani dos Santos

1

MC

João Dutra

João Dutra Correa

10

4

MC

Zé Maria

José Maria Eufrásio de Oliveira

9

MC

Tião

Sebastião Mendes Vieira

2

2

A

Luizinho

Aluísio Souza de Carvalho

10

9

A

Cid

Tarcílio Natal da Silva

10

10

A

Zezé

José Gomes Pereira

9

3

A

Sabará

Agostinho Pereira Ventura

6

A

Wilson

Wilson Gontijo

5

A

Aluísio

Aluísio Moura dos Santos

1

1

A

Roberto

José Roberto da Silva

1

 

P = posições: G - goleiro, Z - zagueiro, MC - meio-campo e A - atacante

JD = jogos disputados

GM = gols marcados

GS = gols sofridos