segunda-feira, 5 de outubro de 2015

SEGUNDA DIVISÃO DO CAMPEONATO BRASILIENSE - 2015 - JOGOS REALIZADOS E CLASSIFICAÇÃO ATUAL


Planaltina-GO: líder com 
100% de aproveitamento

26.09.2015 
DOM PEDRO II 0 x 0 GUARÁ
CAPITAL 1 x 3 PLANALTINA-DF
LEGIÃO 0 x 2 PLANALTINA-GO
27.09.2015
TAGUATINGA 5 x 0 BRAZLÂNDIA
BOTAFOGO 1 x 1 BOLAMENSE
PARANOÁ 5 x 0 CFZ

30.09.2015 
CFZ 1 x 1 LEGIÃO
DOM PEDRO II 0 x 5 TAGUATINGA
BRAZLÂNDIA 3 x 1 BOTAFOGO
01.10.2015 
PLANALTINA-DF 0 x 2 PARANOÁ
PLANALTINA-GO 1 x 0 CAPITAL
BOLAMENSE 2 x 1 GUARÁ

03.10.2015 
DOM PEDRO II 1 x 1 BOTAFOGO
04.10.2015 
CAPITAL 1 x 3 LEGIÃO
PLANALTINA-GO 1 x 0 PARANOÁ
PLANALTINA-DF 3 x 0 CFZ
BRAZLÂNDIA 1 x 2 BOLAMENSE
TAGUATINGA 1 x 2 GUARÁ

CLASSIFICAÇÃO APÓS TRÊS RODADAS

 

CF

CLUBES

J

V

E

D

GF

GC

SG

PG

PLANALTINA-GO

3

3

0

0

4

0

4

9

BOLAMENSE

3

2

1

0

5

3

2

7

TAGUATINGA

3

2

0

1

11

2

9

6

PARANOÁ

3

2

0

1

7

1

6

6

PLANALTINA-DF

3

2

0

1

6

3

3

6

LEGIÃO

3

1

1

1

4

4

0

4

GUARÁ

3

1

1

1

3

3

0

4

BRAZLÂNDIA

3

1

0

2

4

8

-4

3

BOTAFOGO

3

0

2

1

3

5

-2

2

10º

DOM PEDRO II

3

0

2

1

1

6

-5

2

11º

CFZ

3

0

1

2

1

9

-8

1

12º

CAPITAL

3

0

0

3

2

7

-5

0

 

JOGOS REALIZADOS: 18

GOLS ASSINALADOS: 51

MÉDIA DE GOLS/JOGO: 2,8


OS ARTILHEIROS: CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1992


Joãozinho
1º - Joãozinho (Taguatinga), 26 gols;
2º - Silva (Sobradinho), 17;
3º - Júlio César (Tiradentes), 11;
4º - Dias (Taguatinga), 10;
5º - Ricardo (Tiradentes), 9;
6º - Marcos (Brasília), 8;
7º - Palhinha (Brasília), Robson (Ceilândia), Serginho (Taguatinga) e Carlinhos (Tiradentes), 7;
8º - Ésio (Brasília) e Gil (Guará), 6;
9º - Filó (Sobradinho), 5;
10º - Josimar (Brasília), Marcelo (Gama), Flávio (Guará), Toni (Planaltina), Jefferson (Sobradinho) e Lima (Taguatinga), 4;
11º - Edmar e Marcelo França (Brasília), Lula (Ceilândia), Artur e Jânio (Guará), Auro, Carlos Gomes e Joel (Planaltina), Eudes (Sobradinho), Júlio César (Taguatinga) e Aloísio Guerreiro, Ney e Pita (Tiradentes), 3;
12º - Pedro César, Rubens e Sidney (Gama), Dias, Oliveira e Wadi (Guará), Carlinhos, Dequinha e Dida (Planaltina), Paulo Lima, Rogério e Tuta (Taguatinga), Dário, Raildo e Toninho (Tiradentes), 2;
13º - Amorim, Gustavo e Pires (Brasília), Carlinhos, César, Marco Aurélio, Mário, Mário Luís e Vanderley (Ceilândia), Adão, Ismael e Marco Aurélio - contra (Gama), Anderson, Chiquinho, Paulinho, Paulo César e Touro (Guará), Alípio, Chico e Genilson (Planaltina), Michael, Rildo, Serginho e Zé Nilo (Sobradinho), Djalma Lima, Gomes, Jânio, Márcio, Marco Antônio e Paulão (Taguatinga) e Aquino, Claudinei, Jorge Luís e Tico (Tiradentes), 1 gol cada.


domingo, 4 de outubro de 2015

AS DECISÕES: O BAGUNÇADO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1976

Originalmente, o Campeonato Brasiliense de 1976 era para ser disputado em três turnos, no sistema todos x todos, com o vencedor de turno garantindo uma vaga na fase final.

O primeiro turno, realizado de 21 de abril a 5 de junho, foi vencido com méritos pelo Ceub: nos sete jogos que disputou, venceu seis e empatou um.
Antes do início do campeonato, o presidente da CBD - Confederação Brasileira de Desportos, Heleno Nunes, esteve em Brasília no dia 7 de abril de 1976, para a posse do Presidente da Federação Metropolitana de Futebol, Wilson Antônio de Andrade, e anunciou que o representante de Brasília no Campeonato Brasileiro seria o campeão regional local.
O campeonato transcorria normalmente até que, próximo ao final do primeiro turno, a CBD exigiu a redução do prazo no calendário, no sentido de que fosse apontado o campeão do DF 40 dias antes do início do Campeonato Brasileiro, ou seja, a 18 de julho de 1976. A tabela do returno foi reformulada e os clubes separados em duas chaves para atender o prazo estipulado.
Novamente a reta de chegada seria atingida com pleno êxito, quando, novamente, um noticiário da CBD provocou segunda alteração nas regras, visando a apuração do campeão até 10 de julho. Impossibilitada de atender esta inesperada exigência, a Federação Metropolitana de Futebol fez sentir o problema ao Presidente da CBD, ante a precariedade de datas. O Presidente da CBD, Heleno Nunes, sugeriu a realização de um torneio extra, nos moldes de Goiás, em que o vencedor representaria Brasília em 1976 e o Campeão regional da temporada seria o representante em 1977.
A primeira alteração no regulamento do campeonato brasiliense: visando atender a injunções provocadas pela antecipação da indicação do representante do Distrito Federal no Campeonato Brasileiro e visando manter o objetivo e interesse das competições do Campeonato Estadual, os clubes filiados à FMF, reunidos em Conselho Arbitral, resolveram alterar o sistema de disputa dos dois últimos turnos do Campeonato de 1976, adotando a seguinte alteração:
1. O returno será disputado pelos oito filiados divididos em dois grupos (A e B), ficando quatro em cada um;
2. A composição dos grupos será através de sorteio dentre os primeiros quatro colocados no turno, completando-se os referidos grupos com o sorteio dos últimos quatro colocados na mesma fase do Campeonato;
3. Os componentes de cada grupo disputarão entre si uma única série de jogos, apontando-se os campeões dos grupos A e B;
4. Os campeões dos grupos A e B estarão automaticamente classificados para o 3º turno;
5. Os campeões dos grupos A e B disputarão uma partida entre si para se saber qual o campeão do returno, que terá um ponto de vantagem para o 3º turno;
6. Se o campeão do returno for o mesmo do turno, levará dois pontos para o 3º turno, ficando classificados para o mesmo o campeão de um dos grupos e os vice-campeões dos grupos A e B;
7. Se os campeões dos grupos A e B não coincidirem com o campeão do turno, estarão classificados para o 3º turno, juntamente com o campeão da Taça Brasília (1º turno);
8. Os vice-campeões dos grupos A e B disputarão entre si uma partida extra para apontar o quarto representante do 3º turno;
9. O terceiro turno começará de zero, respeitados os direitos dos campeões do turno e returno;
10. Se o campeão do turno for um dos vice-campeões de um dos grupos "A" e "B”, ficarão classificados para o 3º turno os dois campeões e os dois vice-campeões, automaticamente.
Já a segunda, também a fim de atender às exigências da CBD, foi a de antecipar a indicação do representante de Brasília no Campeonato Brasileiro. Os clubes reunidos em Assembleia Geral Extraordinária resolveram escolher quatro equipes profissionais em melhores condições de representar Brasília no Campeonato Brasileiro de 1976 e disputar um torneio, que se convencionou denominar "Jorge Mota e Silva", em homenagem ao Chefe do Gabinete Civil do Governo do Distrito Federal.
O torneio seria disputado pelas equipes do Ceub E. C., Taguatinga E. C., Humaitá E. C. e Brasília E. C., que mais garantias ofereceram sob os aspectos administrativos, técnico e financeiro.
A disputa seria entre os referidos quatro clubes com rodadas duplas nos dias 6, 8 e 10 de julho, jogando entre si.
Conhecido o vencedor, logo após o último jogo, a Federação comunicaria a CBD o resultado e daria o início imediato às providências para recomeçar o returno do Campeonato na sua forma original, mantidos os resultados.
O returno, que já havia sido iniciado em 15 de junho, ficaria sem efeito face à necessidade de se atender às exigências do Torneio “Jorge Mota e Silva”.
Assinaram o regulamento do torneio (em 5 de julho) Wilson Antônio de Andrade (Presidente da FMF), José da Silva Neto, Adilson Péres, Justo Magalhães Costa e Waldyr de Carvalho Thiessen, presidentes do Brasília, Ceub, Taguatinga e Humaitá, respectivamente.
Após a realização dos jogos do torneio seletivo, o Brasília ficou com a primeira colocação. Os resultados foram esses:
06.07.1976
Brasília 1 x 0 Taguatinga e Ceub 0 x 0 Humaitá
08.07.1976
Ceub 0 x 0 Taguatinga e Brasília 2 x 0 Humaitá
10.07.1976
Taguatinga 1 x 1 Humaitá e Brasília 1 x 1 Ceub
Foi aí que começou um festival de processos, recursos, liminares, documentação irregular e anulações de jogos, ficando a aprovação desses jogos "sub-judice" até posterior decisão do TJD.
Resumo da ópera: Brasília perdeu a vaga no campeonato brasileiro para a Ponte Preta (a sétima representante do Estado de São Paulo no campeonato brasileiro). Segundo as más línguas, foi uma operação política do antigo partido ARENA, que acabou por tirar a vaga de Brasília e repassá-la para Campinas.
Voltando ao campeonato brasiliense, a FMF, em seu Boletim Oficial nº 45, de 27 de julho de 1976, proclamou o Ceub Esporte Clube como campeão do 2º turno do campeonato de profissionais de 1976.
Com a perda da vaga no Campeonato Brasileiro, o 3º turno do campeonato brasiliense foi ainda mais bagunçado. Iniciado em 31 de julho, teve vários casos de infringência ao regulamento geral. O Ceub perdeu o interesse em continuar disputando a competição, provocando situações em que era seguidamente punido, principalmente por colocar em campo mais de três jogadores amadores, o que não era permitido. O Humaitá chegou a iniciar uma partida com sete jogadores (com a contusão de um deles, a partida foi encerrada). 
No começo de agosto de 1976, o Ceub desistiu de participar do 3º turno. Consequentemente, os pontos foram invertidos em favor dos seus adversários. Assim, o Humaitá, segundo colocado do 1º turno passou a ser o campeão; o Grêmio, vice-campeão do 2º, passou a ser o primeiro colocado. Para completar, o Brasília venceu o 3º turno.
Detalhe técnico: pouco antes de ser iniciada a fase final, o Humaitá mudou o nome, passando a ser chamado de Guará.
Os jogos do triangular decisivo foram esses:

GUARÁ 1 x 1 GRÊMIO 
Data: 09.10.1976 
Local: Pelezão 
Árbitro: Cacírio Marinho 
Gols: Léo (pênalti), 79 e Renildo, 86
GUARÁ: Bonomo, Aderbal, Ivair, Zé Mauro e Pedrinho; Heitor, Pedro Soares e Bira; China, Renildo e Redi (Julinho). Técnico: Luiz Alberto Brasil.
GRÊMIO: Careca, Leocrécio, Luciano, Grimaldi e Arlindo; Timóteo, Pedro Léo e Pedro Nunes (Carlos); Gonçalves, Léo e Levi (Cleiton). Técnico: Otaziano Ferreira da Silva.

BRASÍLIA 2 x 1 GRÊMIO 
Data: 12.10.1976 
Local: Pelezão 
Árbitro: Edson Rezende de Oliveira
Renda: Cr$ 12.890,00
Gols: Léo, 51; Rogério (pênalti), 59 e Duda, 68
BRASÍLIA: Norberto, Sidnei (Maurício Pradera), Jonas Foca, Luís Carlos e Odair; Uel, Rogério e Lindário; Ramalho (Duda), Humberto e Wellington. Técnico: Edilson Braga.
GRÊMIO: Careca, Leocrécio (Ricardo), Grimaldi, Luciano e Arlindo; Pedro Léo, Pedro Nunes (Balduíno) e Gaguinho; Gonçalves, Léo e Cleiton. Técnico: Otaziano Ferreira da Silva.

BRASÍLIA 3 x 0 GUARÁ 
Data: 16.10.1976 
Local: Pelezão 
Árbitro: Adélio Nogueira Soares 
Expulsões: Zequinha (Guará) e Duda (Brasília)
Gols: Humberto, 19; Rogério, 39 e Duda, 53
BRASÍLIA: Norberto, Maurício Pradera, Jonas Foca, Luís Carlos e Odair; Uel, Ercy e Rogério; Wellington (Mineirinho), Humberto e Duda. Técnico: Edilson Braga.
GUARÁ: Bonomo (Batista), Aderbal (Pedro Soares), Zé Mauro, Ivair e Pedrinho; Heitor, Renildo e Zequinha; China, Redi e Palito. Técnico: Luiz Alberto Brasil.

sábado, 3 de outubro de 2015

ESTATÍSTICAS DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1997


CLUBES PARTICIPANTES: 10.
JOGOS REALIZADOS: 96.
GOLS ASSINALADOS: 273.
MÉDIA DE GOLS POR JOGO: 2,8.
MELHORES ATAQUES DO CAMPEONATO: Gama e Brasília, 45 gols a favor em 22 jogos.
PIOR ATAQUE DO CAMPEONATO: Comercial, 16 gols a favor.
MELHOR DEFESA DO CAMPEONATO: Gama, 19 gols contra em 22 jogos.
PIOR DEFESA DO CAMPEONATO: Brazlândia, 40 gols contra.
MELHOR SALDO DE GOLS: Gama, com 26.
MAIOR NÚMERO DE VITÓRIAS: Gama, com 13.
MENOR NÚMERO DE VITÓRIAS: Comercial, com duas.
MENOR NÚMERO DE DERROTAS: Gama e Brasília, cinco em 22 jogos; Planaltina, cinco em 20 jogos; Ceilandense e Guará, cinco em 18 jogos.
MAIOR NÚMERO DE DERROTAS: Dom Pedro II e Brazlândia, com 11.
MELHOR ÍNDICE DE APROVEITAMENTO: Gama, com 65,2%.
MAIOR GOLEADA DO CAMPEONATO: 20.04.1997, Gama 6 x 0 Brazlândia.
JOGO COM MAIOR NÚMERO DE GOLS MARCADOS: 18.05.1997 - Ceilandense 5 x 2 Brazlândia e 25.05.1997 - Brasília 5 x 2 Sobradinho.  

ARTILHEIROS

Mazinho
1º - Mazinho e Serginho (Brasília), 12 gols;
2º - Romualdo (Gama), 11;
3º - Baiano (Luziânia), 9;
4º - Cilas (Brasília) e Joãozinho (Brazlândia), 8;
5º - Anderson e Ludo (Gama) e Alysson (Guará), 7;
6º - Creison (Brasília), Raí (Luziânia) e Jorge Luís (Sobradinho), 6;
7º - Moreno (Ceilandense), Demé (Comercial), Adriano (Gama) e Da Silva (Sobradinho), 5;
8º - Aristides e Jairo (Ceilandense), Kanu (Luziânia), Gil e Oliveira (Planaltina) e Giubá (Sobradinho), 4;
9º - Milton (Brasília), Neto (Brazlândia), Gomes (Ceilandense), Duílio e Washington (Comercial), Carlos Roberto, Junior, Toni e Zé Augusto (Dom Pedro II), Jackson (Gama), Romero (Luziânia), Ronaldinho (Planaltina) e Alex Alves, Carlão e Washington (Sobradinho), 3;
10º - Cassius (Brasília), Cléber, Mário Zan e Ricardo (Brazlândia), Tobi (Ceilandense), William (Dom Pedro II), Jairo, Maninho e Paulo Henrique (Gama), Éder Antunes e Fábio Rafael (Guará), Dodô (Luziânia), Ricardo e Rildo (Planaltina) e Evilásio e Fábio (Sobradinho), 2; e
11º - Edmar e Paulão-contra (Brasília), Alesson, Jorjão e Saulo (Brazlândia), Célio Lino, Da Silva, Dourado, Lira, Maycon, Régis e Simbo (Ceilandense), Alessandro, Bononi, Ismael, Rosemberg e Silvio (Comercial), Carlos Roberto-contra, Chiquinho, Moreno e Roberto (Dom Pedro II), Chiquinho-contra, Dario, Evilânio-contra, Flávio, Gilmar e Trajano-contra (Gama), Asterson, Avelino, Carlos Eduardo, Carlos Márcio, Elson, Francielder, Luiz Fábio, Márcio Santos e Romero (Guará), Dequinha, Edu, Junior Mineiro e Zé Carlos (Luziânia), Bazé, Capucho, Chico, Edinho, Marquinhos, Marquinhos Carioca, Merrê, Nescau e Paulo César (Planaltina), Alex Souza, Clécio-contra, Mina e Oliveira (Sobradinho), 1 gol cada.

Goleiro menos vazado: Rogério Santos Reis - Roger (Gama), 19 gols em 22 jogos.

Taça Disciplina: Sobradinho, 132 pontos negativos em 20 jogos.

ÁRBITROS QUE MAIS ATUARAM

1º - Sérgio Carvalho, 13 jogos;
2º - Etevaldo Batista, Jamir Carlos Garcez e Luciano Almeida, 12;
3º - Arudá Pires Lima, Jorge Paulo Gomes e Nilton Castro de Souza, 8;
4º - Iêdo Souza, 7;
5º - Alexandre Andrade, 6;
6º - Paulo César de Sena, 5;
7º - Eremilson Xavier Macedo, 4; e
8º - José Renê Costa Galdino, 1 jogo.

ESTÁDIOS UTILIZADOS

1º - Serejão, 14 jogos;
2º - Mané Garrincha, 13;
3º - Bezerrão, 12;
4º - Metropolitana, 11;
5º - Adonir Guimarães, Augustinho Lima, CAVE e Serra do Lago, 10; e
6º - Abadião, 6 jogos.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

JOGOS INUSITADOS: UM JOGO EM PIRES DO RIO (GO)


O Monteirão 

Além das dificuldades financeiras, público pequeno e consequentemente rendas irrisórias, alguns clubes de futebol do Distrito Federal tiveram que enfrentar a falta de estádios para sediar seus jogos, válidos pelo Campeonato Brasiliense de 1996 (fato que vem acontecendo nos últimos anos, corriqueiramente!).

Há apenas um dia da abertura do campeonato, Samambaia, Planaltina, Ceilandense e Ceilândia tiveram de transferir o mando de campo para outras cidades. Seus estádios ou não tinham o mínimo de estrutura ou só estavam sendo reformados pouco antes do início do campeonato.
O Estádio Rorizão, em Samambaia, não pôde ser utilizado na segunda rodada, pois a Administração Regional estava fazendo o recapeamento do gramado e a obra só deveria estar pronta em cerca de 60 dias. O Diretor de Esportes, Gilberto Cardoso, explicou que durante o recesso do campeonato profissional, o estádio continuou a ser utilizado por times amadores e por isso não foi possível fazer as reformas. Justificou: “A prioridade de utilização é para o time profissional, mas o estádio também está à disposição da comunidade. Não podemos beneficiar apenas um segmento”.
Assim, em 17 de março de 1996, o Samambaia teve de jogar contra o Tiradentes, em Pires do Rio (GO), fazendo com que esse passasse a ser o único jogo a acontecer nessa cidade em toda a história do campeonato brasiliense.
E os poucos torcedores que foram ao estádio nem puderam ver gols no jogo.
A ficha técnica desse jogo foi a seguinte:

SAMAMBAIA 0 x 0 TIRADENTES 
Data: 17.03.1996
Local: Edson Monteiro de Godoy, Monteirão, Pires do Rio (GO)
Árbitro: Iêdo Souza 
SAMAMBAIA: Jajá, Fernandes Neto (Batista), Daniel, Wagner e Zé Carlos; Fabinho, Serginho (Junior) e Lino; Carioca (Irmão), Juarez e Beka. Técnico: Sílvio de Jesus.
TIRADENTES: Augusto, Adailton, Flávio, Zé Márcio (Greison) e Marcelo; Udmy, Valtinho e Carlinhos (Manoel); Dário, Edu e Marquinhos Carioca. Técnico: Jorge Marçal do Nascimento.



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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

O QUE ACONTECEU HÁ 50 ANOS NO FUTEBOL BRASILIENSE: 01 a 31.10.1965



01.10.1965

O Tribunal de Justiça Desportiva da Federação Desportiva de Brasília esteve reunido e suspendeu por três jogos o atleta Cid, do Colombo.

A Confederação Nacional das Indústrias ofereceu o Troféu “Roberto Simonsen” para ser disputado pelos clubes profissionais de Brasília.

03.10.1965



Pela terceira rodada do campeonato brasiliense de profissionais, o Rabello foi surpreendido em seu campo pelo Colombo, que o venceu por 2 x 1. Sir Peres e Cascorel marcaram os gols do Colombo ainda no 1º tempo, enquanto Beto Pretti descontou para o Rabello, no segundo.

10.10.1965

Prosseguiu o campeonato brasiliense de profissionais com a goleada do Guará sobre o Defelê, por 4 x 1. Aderbal, duas vezes, Caboclo e Sabará assinalaram os tentos do time vencedor. Alaor Capella marcou o gol de honra do Defelê.

17.10.1965

Teve início o primeiro campeonato de futebol mirim, promovido pelo Brasil Atlético Clube, contando com a participação de 17 clubes de Brasília.
Inscreveram-se Xavantes A. C., River F. C., ASCADE, Brasil A. C., Lá Vai Bola, Magnatas, Civilsan, Dreher, Unidos de Taguatinga, Imprensa Nacional, Atlético E. C., Cometa F. C., Carioca, Os Gatos, Banlavoura, IAPI e Belenenses.

20.10.1965

O Colombo voltou a vencer pelo campeonato brasiliense de profissionais. Novamente visitando seu adversário, foi até o Estádio Ciro Machado do Espírito Santo e derrotou o Defelê por 3 x 2. Chegou a abrir 3 x 0 no 1º tempo, através de dois gols de Tião I e um de Zezé. No 2º tempo, Otávio marcou dois gols no intervalo de três minutos, não o suficiente para o Defelê empatar o jogo. O jogo teve portões abertos.

22.10.1965

Ariovaldo Salles foi nomeado Diretor de Relações Públicas da Federação Desportiva de Brasília.

28.10.1965

Em amistoso realizado no Jonas Duarte, em Anápolis, o Colombo teve quebrada sua sequência de vitórias, ao ser derrotado pela Anapolina, por 3 x 2. A renda do jogo foi de Cr$ 246.900,00.