sábado, 21 de janeiro de 2023

FICHA TÉCNICA: Coquinho


NOME COMPLETO: Luiz Oliveira dos Santos Junior
APELIDO: Coquinho
LOCAL E DATA DE NASCIMENTO: Brasília (DF), 21 de janeiro de 1980
POSIÇÃO EM CAMPO: Volante.


Nota: Começou a sua carreira no juvenil do Luziânia, em 2000, com o técnico Elizeu Bernardo.

ANO

COMPETIÇÕES

CLUBES

REGISTROS

2000

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

LUZIÂNIA

2001

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

LUZIÂNIA

2002

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

BANDEIRANTE

2002

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

METROPOLITANA

2003

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

LUZIÂNIA

2003

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

SOBRADINHO

Campeão brasiliense da Segunda Divisão

2004

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

LUZIÂNIA

2004

TAÇA BRASÍLIA

PARANOÁ

Campeão

2005

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

LUZIÂNIA

2005

COPA DO BRASIL

BRASILIENSE

2005

CAMPEONATO GOIANO 2D

ATLÉTICO-GO

Campeão goiano da Segunda Divisão

2006

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

BRASILIENSE

Campeão brasiliense da Primeira Divisão

2006

COPA DO BRASIL

BRASILIENSE

2006

CAMPEONATO BRASILEIRO Série B

BRASILIENSE

2007

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

BRASILIENSE

Campeão brasiliense da Primeira Divisão

2007

COPA DO BRASIL

BRASILIENSE

2007

CAMPEONATO BRASILEIRO Série B

BRASILIENSE

2008

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

BRASILIENSE

Campeão brasiliense da Primeira Divisão

2008

COPA DO BRASIL

BRASILIENSE

2008

CAMPEONATO BRASILEIRO Série B

BRASILIENSE

2009

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

BRASILIENSE

Campeão brasiliense da Primeira Divisão

2009

COPA DO BRASIL

BRASILIENSE

2009

CAMPEONATO BRASILEIRO Série B

BRASILIENSE

2010

CAMPEONATO CEARENSE 1D

FORTALEZA-CE

Campeão cearense da Primeira Divisão

2010

COPA DO BRASIL

FORTALEZA-CE

2011

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

BRASILIENSE

Campeão brasiliense da Primeira Divisão

2011

COPA DO BRASIL

BRASILIENSE

Tornou-se recordista de jogos pelo Brasiliense na Copa do Brasil: 24 jogos.

2011

CAMPEONATO BRASILIENSE 2D

LUZIÂNIA

2011

CAMPEONATO GOIANO 2D

ITUMBIARA-GO

2011

CAMPEONATO BRASILEIRO Série D

ITUMBIARA-GO

2012

CAMPEONATO BRASILEIRO Série D

SOBRADINHO

2012

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

SOBRADINHO

2013

CAMPEONATO BRASILIENSE 1D

CAPITAL

2013

CAMPEONATO GOIANO 1D

CRAC-GO

2013

COPA DO BRASIL

CRAC-GO

2013

CAMPEONATO BRASILEIRO Série C

CRAC-GO

2014

CAMPEONATO GOIANO 1D

CRAC-GO

2015

CAMPEONATO GOIANO 1D

CRAC-GO

Atuou como jogador e foi treinador interino em dois jogos


GOLS E LANCES DE COQUINHO:


FOTOS

Juniores do Luziânia - 2000


Luziânia


Brasiliense - 2006


CRAC - GO





Fortaleza




sexta-feira, 20 de janeiro de 2023

CRAQUES DE ONTEM E DE HOJE: Edmar




Edmar Bernardes dos Santos, o Edmar, nasceu em Araxá (MG), em 20 de janeiro de 1960.
Caçula de nove irmãos, com três anos de idade, Edmar mudou-se para Brasília com toda a família.
Moleque, ainda, já conhecia todos os campos de pelada próximos à QNG onde morava, em Taguatinga.
Dividia seu tempo entre a escola e as peladas. Já no colégio, passou a disputar os torneios interclasses.
 
Seu primeiro time foi o Flamenguinho, do Setor Norte de Taguatinga. Ele tinha 13 anos na época e já era ponta-de-lança. Nesse mesmo time jogava também o Duda, que depois defendeu o Taguatinga. O técnico do Flamenguinho era Picolé, muito conhecido no futebol amador de Taguatinga.
Jogou ainda por outras duas equipes amadoras de Taguatinga: Imperial e Botafoguinho.
Em 1974 esteve no Ceub por dois meses. O técnico do juvenil era Airton Nogueira. Mas, Edmar não ficou por lá porque o horário dos treinamentos estava chocando com o do colégio. Então, voltou a bater peladas em Taguatinga e a ajudar suas irmãs numa loja que tinham no Mercado Norte.
Quando tinha 16 anos, foi para o Brasília. O mesmo Airton Nogueira era técnico da categoria juvenil e já o conhecia. Treinou uma vez e foi selecionado para um jogo que houve no dia seguinte, válido pelo campeonato de juvenis.
O jogo foi contra o Humaitá. Começou na reserva e, quando entrou, marcou dois gols. O Brasília foi o campeão e Edmar ficou em quarto lugar entre os artilheiros, mesmo jogando só nas últimas cinco partidas.
Depois do final do campeonato brasiliense de juvenis, Edmar estava entre os convocados para a Seleção do Distrito Federal que disputou vários amistosos contra clubes de outros Estados e seleções de cidades próximas ao Distrito Federal, sendo o de maior destaque o do dia 12 de março de 1977, quando perdeu para a Seleção Brasileira que se preparava para disputar o 1º Campeonato Mundial de Juniors, na Turquia.
Evaristo de Macedo, técnico da Seleção Brasileira, declarou na época que ficou bastante impressionado com o futebol de dois jogadores da Seleção de Brasília: Lindário e Edmar. Disse, ainda, que só não os convocava porque não havia mais tempo.
Quando retornou ao Brasília, quase em seguida passou para a equipe de profissionais. Airton Nogueira assumiu o comando dos profissionais e o promoveu. Sua estreia na equipe principal foi contra o Canarinho, num amistoso. Depois, participou de alguns jogos durante o campeonato brasiliense de 1977, também vencido pelo Brasília.


Veio o Campeonato Brasileiro de 1977 e, depois de jogar contra o Vasco da Gama, no dia 23 de outubro, foi efetivado como titular no dia 5 de novembro, no Pelezão, quando o Brasília venceu o Goytacaz por 2 x 1, com um gol de Edmar. No jogo seguinte, no dia 9 de novembro, também no Pelezão, contra o Londrina, nova vitória de 2 x 1, com outro gol de Edmar. O time se classificou para a outra fase, quando enfrentou América-RJ, Corinthians, Internacional e São Paulo e foi desclassificado.
Em 1978, foi novamente campeão do Distrito Federal pelo Brasília, tornando-se artilheiro da competição com 9 gols e fazendo parte da seleção dos melhores do campeonato eleitos pelo jornal Correio Braziliense.
Na estreia do Brasília pelo Campeonato Brasileiro de 1978, no dia 26 de março, em Campo Grande, Edmar marcou um gol, deu passe para o outro e foi o melhor jogador da partida (Brasília 2 x 0 Operário, de Campo Grande). Na volta para Brasília, concedeu muitas entrevistas e a partir dali virou notícia. A imprensa começou a destacar as atuações de Edmar, que foi o jogador que mais atuou pelo Brasília: dos 20 jogos, participou de 19, só ficando de fora contra o Caxias.
Logo depois aconteceu a excursão do Brasília por cidades do interior de São Paulo e Rio de Janeiro e Edmar foi o artilheiro da equipe, marcando sete gols nos nove jogos. Pela primeira vez clubes paulistas manifestaram interesse em sua contratação.
No começo de 1979, como era o período de férias para o time profissional, Edmar foi relacionado na equipe que participou da Taça São Paulo de Juniores. Neste torneio Edmar também teve boas exibições, a melhor delas no dia 10 de janeiro, na vitória de 3 x 1 sobre o Atlético Mineiro, com os três gols de sua autoria. O Brasília não se classificou para a segunda fase pois perdeu para o Corinthians (1 x 0) e para o Marília (2 x 1). Este último, inclusive, foi campeão do torneio.
 
Atlético Mineiro, Grêmio e São Paulo quiseram contratar Edmar, mas acabaram recuando quando souberam que ele já tinha contrato assinado com o Brasília.
Em 1979 o Brasília perdeu o título de campeão brasiliense para o Gama. Foi o último ano de Edmar em Brasília.
Em 1980, após rápida passagem pelo Cruzeiro, de Belo Horizonte, transferiu-se para o modesto Taubaté, onde foi artilheiro do Campeonato Paulista, com 17 gols.
 
Em 1981, retornou ao Cruzeiro para ser vice-artilheiro do campeonato mineiro daquele ano, com 14 gols (dois a menos que o artilheiro Vágner, do América).
 
Teve rápida passagem pelo Grêmio, em 1982, antes de ser negociado com o Flamengo, onde ficou
 até 1984 (ano, curiosamente, que teve mais oportunidades na equipe titular. Destacou-se inclusive na Libertadores da América. No Flamengo, disputou 48 jogos e marcou 11 gols.
Em 1985, Edmar retornou ao futebol paulista para defender o Guarani, de Campinas, no qual consagrou-se artilheiro do Campeonato Brasileiro, com 20 gols.
 
Comprou o próprio passe e o alugou no ano seguinte ao Palmeiras. Não foi goleador no Palmeiras (30 jogos e 8 gols), não por falta de oportunismo, mas porque não teve bom relacionamento com alguns companheiros de equipe, principalmente Mirandinha, concorrente da camisa 9. Desgastado, Edmar mudou-se ao final do Campeonato Paulista de 1986 para o grande rival do Palmeiras, o Corinthians, onde seguiu sua sina de artilheiro (95 jogos e 51 gols).
No Parque São Jorge, Edmar foi dono absoluto da camisa 9 e seu futebol cresceu ainda mais, sendo artilheiro do Campeonato Paulista de 1987, com 19 gols.
No ano seguinte, 1988, mais uma vez o Corinthians chegou à final do Campeonato Paulista, desta vez sendo campeão. Naquele ano, foi convocado para a Seleção Brasileira que conquistou o Torneio Bicentenário da Austrália e também apareceu defendendo a Seleção Olímpica do Brasil nos Jogos de Seul, quando obteve a medalha de prata. Pela seleção principal, disputou seis jogos e marcou três gols. Na seleção olímpica foram 9 jogos e 3 gols.
Antes do final do Campeonato Paulista de 1988, Edmar teve seu passe negociado com o Pescara, da Itália.
 
Jogou três anos na Itália, para retornar ao Brasil em 1991, indo jogar no Atlético Mineiro, onde conquistou o título estadual daquele ano.
De 1992 a 1994 só defendeu clubes paulistas. Em 1992 jogou no Santos, em 1993, no Rio Branco, de Americana, e em 1994, novamente no Guarani, de Campinas.
Em 1995, aceitou o desafiou de jogar no desconhecido Brummel Sendai, do Japão, onde ficou até 1997.
Em 1998 Edmar fundou o Campinas F. C., juntamente com o também ex-jogador Careca, onde encerrou a carreira.
F
oi presidente do Campinas Futebol Clube, clube do qual Careca era dono de 65% das ações. O Campinas Futebol Clube foi vendido em 2010 para a Red Bull, nome que foi adotado pela equipe.



quinta-feira, 19 de janeiro de 2023

PASSARAM POR AQUI: Fio Maravilha


João Batista de Sales, o Fio Maravilha, nasceu em Conselheiro Pena (MG), no dia 19 de janeiro de 1945.
Levado por seu irmão Germano (ex-jogador do Flamengo, Milan e Palmeiras, já falecido) ao Flamengo, Fio começou a carreira no rubro-negro da Gávea aos 15 anos. O jogador nunca foi um craque, sempre teve um certo folclore em torno de sua carreira, era desengonçado, mas também muito querido pela torcida flamenguista. Ficou conhecido pela facilidade em driblar os adversários e, logo depois, perder gols “feitos”.
O primeiro jogo de Fio no Flamengo foi em 21 de abril de 1965, quando o Flamengo foi derrotado pelo Bahia, por 3 x 0. O técnico do Flamengo era Valter Miraglia.
Ganhou o apelido de "Fio Maravilha", após marcar o gol da vitória (1 x 0) de uma partida da equipe carioca contra o Benfica, de Portugal, no Maracanã, em 15 de janeiro de 1972. Estava no banco de reservas e a torcida rubro-negra começou a gritar o nome de Fio. O técnico Zagalo prontamente atendeu o pedido. Aos 33 minutos do segundo tempo, Fio realizou uma jogada genial e marcou um golaço. Driblou dois zagueiros, venceu o goleiro José Henrique e deu a vitória ao Flamengo com um gol sensacional que mereceu, ao final da partida, o seguinte comentário de Zagalo: “Fio só entrou porque Arilson sentiu o joelho, mas a verdade é que me surpreendeu. Não posso pensar em dispensar um jogador que faz um gol desses”. Apaixonado torcedor do Flamengo, estava no estádio o cantor e compositor Jorge Ben, que descreveu em versos a jogada: “Tabelou, driblou dois zagueiros, deu um toque, driblou o goleiro, só não entrou com bola e tudo porque teve humildade”. Foi homenageado pelo cantor Jorge Benjor com a música que virou um grande sucesso nacional.

Defendida por Maria Alcina, a música “Fio Maravilha” ganhou o Festival Internacional da Canção de 1972 e virou clássico da MPB.
Assim que Jorge Ben ficou sabendo da ação que o advogado de Fio movia contra ele, por conta própria, magoado, passou a cantar “Filho Maravilha”. Fio ficou com a fama de oportunista.
Pelo Flamengo, Fio marcou 77 gols em 281 jogos.
No ano de 1972, levado pelo técnico Valter Miraglia, teve uma rápida passagem pelo Avaí, de Florianópolis (SC). Fez um único jogo pelo Avaí, no dia 2 de outubro de 1972, no estádio Adolpho Konder, contra o Pinheiros, do Paraná, pelo Torneio Integração Paraná-Santa Catarina.
No ano de 1973, disputou o Campeonato Brasileiro pela Desportiva Ferroviária, do Espírito Santo. Uma coisa que poucos sabem foi que Fio não era o jogador que os diretores da Desportiva queriam levar. Ney Ventura, vice-presidente da Desportiva, foi até o Rio de Janeiro em busca de uma contratação de impacto para chamar o público aos jogos da equipe capixaba. André Richer, então presidente do Flamengo, tinha um bom relacionamento com Ney, o que facilitou a conversa. Os dois observavam os atletas da base do Flamengo quando Ney apontou para um atleta franzino que o interessou. Zagalo, então técnico rubro negro, vetou na hora, e ofereceu Fio Maravilha em seu lugar. O jogador que Zagalo não deixou a Desportiva levar era Arthur Antunes Coimbra, o Zico.

Contratado mais como atração (os dirigentes sonhavam com altas arrecadações) do que para fazer os gols que pudessem classificar o time para a fase final do Brasileiro, Fio não marcou gol em 14 jogos disputados e chegou a ser barrado pelo técnico Artêmio Sarcinelli, que achou melhor o time sem Fio no restante do campeonato. A Desportiva teve uma participação discreta, terminando o Campeonato Brasileiro na 27ª colocação, em um ano em que a competição contou com 40 participantes.
Logo depois, Fio disputou o campeonato paraense de 1973 pelo Paysandu, de Belém.
Teve breve passagem pelo tradicional São Cristóvão, onde, em 29 de março de 1975, participou do jogo em que o São Cristóvão derrotou o Flamengo em pleno Maracanã, por 3 x 2, de virada, após Fio ter atuação destacada, dando, inclusive o passe para o terceiro gol do São Cristóvão. No mesmo ano, defendeu o Ceub.
Voltaria a defender o São Cristóvão, tendo disputado o campeonato carioca de 1977, chegando a atuar como treinador em alguns jogos de 1978.

No início dos anos 80, Fio mudou-se para os Estados Unidos, onde foi atuar no New York Eagles. Defendeu a equipe durante meia temporada (quatro meses) e depois recebeu um convite para defender um time semiprofissional de Los Angeles, o Monte Belo Panthers, onde passou mais quatro meses. Foi naquela época que Fio conheceu San Francisco, onde passou a defender o San Francisco Mercury, onde jogou apenas pouco mais de um mês e resolveu parar de jogar. Gostou tanto da cidade que resolveu ficar por lá, mesmo que tivesse que abandonar a carreira. Foi o que fez, tornando-se entregador de pizzas. Logo se tornou técnico e treinador de equipes de futebol infanto-juvenis.
Em entrevista a jornalista Wania Westphal, do Jornal da Tarde, Fio Maravilha disse que chegou a se arrepender de ir jogar futebol nos Estados Unidos.
Em 2007, Fio disse numa entrevista em rede nacional que seu processo contra Jorge Benjor fora um mal entendido e autorizava o cantor a voltar a cantar a música da forma original, utilizando seu apelido.

PASSAGEM POR BRASÍLIA

Depois de atuar pelo São Cristóvão, Fio foi contratado para reforçar o Ceub no Campeonato Brasileiro de 1975.
Estreou no dia 24 de agosto de 1975, na derrota de 2 x 1 para o Goiânia, no Serra Dourada. O Ceub atuou com Paulo Victor, Nonoca, Pedro Pradera, Emerson e Adalberto; Renê (Moreirinha), Alencar e Moreira (Julinho); Péricles, Fio e Dinarte. Técnico: Marinho Rodrigues.
Marcou seu primeiro gol com a camisa do Ceub em 10 de setembro de 1975, no Pelezão, na vitória de 2 x 1 sobre o Campinense. Voltaria a marcar no dia 24 de setembro de 1975, novamente no Pelezão, na vitória de 2 x 1 sobre o América-RN. Seu último gol pelo Ceub aconteceu em 25 de outubro de 1975, no Presidente Médici (atual Mané Garrincha), na vitória de 2 x 0 sobre a Desportiva Ferroviária.
Disputou 15 jogos pelo Ceub, todos válidos pelo Campeonato Brasileiro de 1975.
Sua última participação aconteceu no 8 de novembro de 1975, no Arrudão, em Recife (PE), quando o Ceub foi derrotado pelo Náutico, pelo placar de 3 x 0. Formou o Ceub com Jair Bragança, Renê, Cláudio Oliveira, Emerson e Nenê (John Paul); Alencar e Moreira; Junior Brasília, Gilberto, Fio e Moreirinha (Julinho). Técnico: Raimundinho.





terça-feira, 17 de janeiro de 2023

FICHA TÉCNICA: Coutinho


Estevão Cirilo Dantas Neto, o Coutinho, como é mais conhecido, nasceu em Orizona (GO), no dia 17 de janeiro de 1963.
Iniciou sua carreira profissional em 1981, como atleta do Atlético Goianiense, sendo artilheiro do Campeonato Goiano de Juniores em 1981 e 1982, sendo convocado, em seguida, para a Seleção Goiana de Juniores em 1982 e 1983.
Depois atuou no Brasília Esporte Clube em 1987 (quando foi campeão brasiliense) e 1989. No primeiro ano, foram 14 jogos e quatro gols; no segundo, 11 jogos e um gol.
Em 1988 foi jogar no CSA, de Maceió (AL), sagrando-se novamente campeão.
Na década de 90 atuou pela Catuense (BA), nos anos de 1991, 1992 e 1993. Ainda em 1993, foi contratado pelo Ferroviário (CE), clube que Coutinho escolheu para encerrar a carreira como atleta.

CARREIRA COMO TÉCNICO

Após encerrar a carreira, Coutinho também teve um bom desempenho como técnico, tendo passagens vitoriosas por onde trabalhou.
De 1995 a 1997 foi tricampeão goiano Infanto-Juvenil pelo Atlético Clube Goianiense. Depois, foi treinador do time Sub-20 do rubro-negro goiano. Neste clube, foi auxiliar técnico de Renê Simões e Paulo César Gusmão.
No ano de 2000 foi Campeão Goiano Infanto-Juvenil, campeão da Taça Goiás Sub-14 e Sub-16 pelo Atlético Goianiense. No mesmo ano o treinador conseguiu levar o clube ao título de campeão da 9ª Copa Colina de Futebol Infantil Nacional. Neste torneio os jogadores Hugo Leonardo, Marcos Paulo e Dieguinho foram todos convocados para a Seleção Brasileira de Futebol na Categoria sub-17, sob o comando do treinador Coutinho.
Pelo seu ótimo trabalho nas categorias de base, o técnico foi chamado para assumir a equipe profissional do Atlético Clube Goianiense em 2002, obtendo a quarta colocação no Campeonato Goiano daquele ano. Neste mesmo ano foi eleito pela Associação dos Cronistas Esportivos de Goiás como o treinador revelação. Também em 2002, o Atlético Goianiense participou do Campeonato Brasileiro da Série “C” ficando em 9º lugar dentre os 92 clubes participantes.

No ano seguinte, Coutinho comandou novamente o Atlético Goianiense onde se tornou o único treinador daquela equipe a permanecer mais de um ano no cargo nos últimos 25 anos.
Já em 2004, foi contratado pela diretoria do Luziânia para tentar salvar o clube do rebaixamento no Campeonato do Distrito Federal, em substituição ao técnico Alfinete. Venceu três das últimas seis partidas (mais um empate), fazendo jus ao contrato e livrando a equipe da queda para a Segunda Divisão.
Em 2005, voltou novamente para Atlético Goianiense participando do acesso à 1ª Divisão do Campeonato Goiano.
Depois de algumas passagens pelo Atlético Goianiense, algumas como Auxiliar Técnico, em 2011 foi ser treinador do Inhumas, na Divisão de Acesso do Campeonato Goiano.
Em 2016, Coutinho chegou a Catuense, com o desafio de ajudar o clube a subir, mas não conseguiu.

No início do ano de 2017, Coutinho comandou a equipe Sub-19 do Jaraguá no campeonato goiano e realizou uma ótima campanha. O time só não se classificou para a fase semifinal ao ter pior saldo de gols do que o Atlético-GO; América, de Morrinhos-GO (onde salvou a equipe do rebaixamento na Divisão de Acesso) e Jaraguá (campeão goiano da Terceira Divisão, onde tentaria levar o time para a Divisão de Acesso em 2018).
Treinou em 2018 o Operário, de Várzea Grande (MT), o Jaraguá na Segunda Divisão de Goiás e o Raça, de Goiânia, da terceira goiana.
Suas últimas equipes, em 2019, foram o Novo Horizonte, de Ipameri-GO, da Primeira Divisão de Goiás, e o América, de Morrinhos, da Segunda, em 2019, e ASEEV, de Guapó (GO), de 2020 a 2022.


segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

OS CLUBES DO DF NAS COMPETIÇÕES NACIONAIS: Campeonato Brasileiro Série C – 1995 – 2ª parte




PLANALTINA 3 x 1 CALDAS (GO)
Data: sábado, 16 de setembro de 1995
Local: Adonir Guimarães, Planaltina (DF)
Árbitro: Sérgio da Silva Carvalho (DF)
Gols: Rogério, 11 e 47; Bazé, 60 e Alexandre, 84
PLANALTINA: Edmilson, Avelino, Joel, Rogério (Marquinhos) e Edinho; Serginho, Ze Carlos, Gilberto e Bazé (Ronaldo); Elton (Filó) e Ernesto. Técnico: Bira de Oliveira.
CALDAS: Helder, Jairo, Euri (Luiz Cláudio), Wanderson e Sulyman (Biro-Biro); Reidiner, Ricardo e Maurinho; Carlos Henrique (David), Alexandre e Wellington Dias. Técnico: Filinto Holanda.

GAMA 0 x 0 ITUMBIARA (GO)
domingo, 17 de setembro de 1995
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Jamir Carlos Garcez (DF)
Renda: R$ 660,00
Público: 132 pagantes
GAMA: Edivaldo, Chaguinha, Márcio Araújo, Jairo e Paulo Henrique; Mozer, China, Renato (Carlinhos) e Pacheco (Vital); Marcelo França (Gilmar) e Romualdo. Técnico: Joel Martins.
ITUMBIARA: Iúna, Reginaldo (Edmar), China, Fabrício Lana e Marco Aurélio; Mendonça, Bila, Vanílcio e Cacá (Toinho); Gallo e Ricardo Boiadeiro. Técnico: Walter Gabriel Santana "Waltinho".

RIO VERDE (GO) 2 x 1 BRASÍLIA
Data: domingo, 17 de setembro de 1995
Local: Velosão, Rio Verde (GO)
Árbitro: Cléver Assunção Gonçalves (MG)
Expulsão: Adilson, do Rio Verde
Gols: Verona, 29; Renato, 37 e Cilas, 49
RIO VERDE: Rogério, Cleiton, Pereira, Edson e Renato; Robson, Adilson, Verona (Reginaldo) e Wandinho; Gustavo (Juninho) e César Paraíba. Técnico: Luizinho.
BRASÍLIA: Gilberg, Janisson, Wesley, Trajano e Alexandre; Serginho (Dimba), Claudivan, Wender (Milton) e Mazinho (Mário Sérgio); Creison e Cilas. Técnico: Remo.

VILA NOVA (GO) 1 x 0 CEILANDENSE
Data: domingo, 17 de setembro de 1995
Local: Serra Dourada, Goiânia (GO)
Árbitro: Joelmes Jesus da Costa (MT)
Gol: Luciano Goiano, 47
VILA NOVA: Enéias, Eduardo Almeida, Wesley, Jorge Batata (Valter) e Adriano; Fabinho, André, Luciano Goiano e Rubinho (Gilvan); Christian (Dudu) e Cacá. Técnico: Paulinho.
CEILANDENSE: Ronaldo, Emerson (Boni), Carlão, Tião e Serginho; Divino, Sílvio, Douglas (Gilson) e Jackson; Joãozinho e Rogerinho (Raimundinho). Técnico: Mozair Barbosa.

ATLÉTICO GOIANIENSE (GO) 2 x 0 GUARÁ
Data: domingo, 17 de setembro de 1995
Local: Antônio Accioly, Goiânia (GO)
Árbitro: Antônio William Gomes (MG)
Gols: Bé, 35 e Humberto, 55
ATLÉTICO GOIANIENSE: Josenildo, Wellington, Leandro, Alexandro e Adinan; Vanderlei, Babau, Romerito, Claudinho (Ésio) e Humberto; Bé e Oscar (Wesnalton). Técnico: Reinaldo de Souza.
GUARÁ: Chaguinha, Wendell, César, Wilton e Carlos Eduardo; Marquinhos, Marquinhos Paraíba (Aristides), Júlio César (Lidu) e Marcinho; Kedmo e Itamar. Técnico: Déo de Carvalho.

TIRADENTES 0 x 1 ANÁPOLIS (GO)
Data: domingo, 17 de setembro de 1995
Local: Serejão, Taguatinga (DF)
Árbitro: Luciano Augusto Almeida (DF)
Expulsão: Renato, do Tiradentes
Gol: Aelson, 87
TIRADENTES: Augusto, Adailton, Renato, Flávio Negão e Valtinho; Waldir, Marcelo, Dário e Coronel (André); Pereira (Luiz Cláudio) e Christian. Técnico: Jorge Marçal.
ANÁPOLIS: Edson Luiz, Lucas, Marcelo Henrique, Wladimir e Marco Antônio (Giovane); Sílvio, Fernando (Gleison), Beto e Tuta (Joel); Aelson e Benevan. Técnico: Nei Ladeira.

SEGUNDA FASE

GAMA 5 x 0 ARAGUAINENSE (TO)
domingo, 24 de setembro de 1995
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Lindonor Ribeiro dos Santos (GO)
Renda: R$ 1.070,00
Público: 214 pagantes
Gols: Carlinhos, 4; Pacheco, 10; Carlinhos, 14 e Marcelo França, 37 e 75
GAMA: Márcio, Chaguinha, Gerson, Jairo e Paulo Henrique; Mozer, Flávio Katioco e Pacheco (Romualdo); Carlinhos, Marcelo França (Oliveira) e Gilmar (Helinho). Técnico: Joel Martins.
ARAGUAINENSE: Ciro, Judson, Zé Carlos, Flávio (Gilmar) e Fábio (Dudé); Itamar, Renasson e Taboca; Mauro, Bala e Genival. Técnico: Sérgio Antônio Diniz Belfort.

GURUPI (TO) 3 x 1 GUARÁ
Data: domingo, 24 de setembro de 1995
Local: Resendão, Gurupi (TO)
Árbitro: Juscelino Miranda Silva
Gols: Kedmo, 44; Pacato, 50; Pará, 67 e Pacato, 79
Expulsões: Wilton e Júlio César, do Guará, e Dudé, do Gurupi
GURUPI: Valtinho, Dudé, Barbosinha, Ronnie (Paulo Fernando) e Cleiton; Dalmo, Cristiano, Gurupi e João Sales (Pelezinho); Pacato e Pará. Técnico: Carlos Magno.
GUARÁ: Chaguinha, Claudineli (Aristides), Adriano, Wilton e Carlos Eduardo; Marquinhos, Marcinho, Marquinhos Paraíba e Júlio César; Kedmo e Ronaldo (Elson). Técnico: Déo de Carvalho.

ARAGUAINENSE (TO) 1 x 1 GAMA
domingo, 1 de outubro de 1995
Local: Gauchão, Araguaína (TO)
Árbitro: Antônio Vidal da Silva (GO)
Expulsão: Márcio Araújo, do Gama.
Gols: Marcelo França, 14 e Bala, 20
ARAGUAINENSE: João Carlos, Judson, Luiz (Carlos José), João Luís e Gilmar; Itamar, Marcos Piauí (Edmar) e Zé Wilton; Mauro, Bala e Charles. Técnico: Sérgio Antônio Diniz Belfort.
GAMA: Márcio, Chaguinha, Gerson (Oliveira), Jairo e Dal (Márcio Araújo); Mozer, China e Pacheco (Renato); Carlinhos, Marcelo França e Gilmar. Técnico: Joel Martins da Fonseca.

GUARÁ 3 x 0 GURUPI (TO)
Data: domingo, 1 de outubro de 1995
Local: CAVE, Guará (DF)
Árbitro: João Ferreira Menezes
Expulsões: Pacato, do Gurupi, e Marquinhos, do Guará
Gols: Romero, 55 e Kedmo, 72 e 84
GUARÁ: Alexandre, Wendel, Adriano, Nilton (Jarbas) e Carlos Eduardo; Marquinhos, Aristides, Marquinhos Paraíba e Romero (Lidu); Kedmo e Ronaldo. Técnico: Déo de Carvalho.
GURUPI: Valtinho, Pelezinho, Barbosinha, Ronnie e Cleiton; Dalmo, Cristiano, Gurupi (Formigão) e Paulo Fernando; Pacato e Maurinho (João Sales). Técnico: Robson Mendes Pereira.

TERCEIRA FASE

MARÍLIA (SP) 0 x 0 GUARÁ
Data: domingo, 8 de outubro de 1995
Local: Bento de Abreu, Marília (SP)
Árbitro: Moacir Pereira Pinto Junior (MS)
Expulsões: Luís Eduardo, do Guará, e Josenilton, do Marília
MARÍLIA: Denilton, Carlos Sodré, Marco Antônio, Helton e Antônio Carlos; Paulo Moreira, Ronaldo (Christian), Josenilton e Vanderlei; Jefferson e Carlos Alberto (Paulo César). Técnico: Márcio Rossini.
GUARÁ: Alexandre, Nilton (Marcinho), Adriano, Wilton e Carlos Eduardo; Júlio César, Aristides, Lidu e Romero (César); Kedmo e Ronaldo. Técnico: Déo de Carvalho.

GAMA 1 x 1 UBERLÂNDIA-MG
terça-feira, 10 de outubro de 1995
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: João F. Menezes
Renda: R$ 1.390,00
Público: 278 pagantes
Expulsões: Gerson e Oliveira, do Gama
Gols: Marcelo França, 16 e Amaury, 29
GAMA: Márcio, Chaguinha, Gerson, Jairo e Paulo Henrique; Mozer, Oliveira e Gilmar; Carlinhos, Marcelo França e Renato (China). Técnico: Joel Martins.
UBERLÂNDIA: Ângelo, Erly (Helder), Castro, Cica e Zé Valdo; Amaury, Chiquinho e Fabiano (Wenver); Marcelo Araxá, Pael e Miltinho. Técnico: Borba Filho.

UBERLÂNDIA (MG) 2 x 2 GAMA
domingo, 15 de outubro de 1995
Local: Parque do Sabiá, Uberlândia (MG)
Árbitro: Marques Dias da Fonseca (GO)
Expulsões: Peninha, do Uberlândia, e Mozer, do Gama
Gols: Carlinhos, 23; Mozer, 30; Castro, 54 e Pael, 89
UBERLÂNDIA: Ângelo, Erly (Helder), Castro, Peninha e Zé Valdo (Paracatu); Amaury, Chiquinho e Fabiano (Alexandre Lima); Wenver, Pael e Miltinho. Técnico: Borba Filho.
GAMA: Márcio, Chaguinha, Márcio Araújo, Jairo e Paulo Henrique; Mozer, China (Deda) e Vital (Flávio Katioco); Carlinhos, Marcelo França (Pacheco) e Gilmar. Técnico: Joel Martins.

GUARÁ 0 x 0 MARÍLIA (SP)
Obs.: no desempate através da cobrança de pênaltis, Guará 3 x 1 Marília. Converteram para o Guará Romero, Marcinho e Jarbas. Para o Marília, Vanderlei converteu e Jefferson, Paulo Moreira e Luís Antônio não.
Data: domingo, 15 de outubro de 1995
Local: CAVE, Guará (DF)
Árbitro: Antônio Vidal da Silva (GO)
GUARÁ: Alexandre, Nilton, Elson, Wilton e Carlos Eduardo; Marquinhos, Aristides (Marcinho), Marquinhos Paraíba e Júlio César (Jarbas); Kedmo e Ronaldo (Romero). Técnico: Déo de Carvalho.
MARÍLIA: Denilton, Carlos Sodré, Helton, Hilton e Antônio Carlos; Luís Antônio, Paulo Moreira, Ronaldo (Christian) e Vanderlei; Jefferson e Carlos Alberto (Claudinei). Técnico: Márcio Rossini.

QUARTA FASE

ICASA (CE) 1 x 1 GAMA
domingo, 22 de outubro de 1995
Local: Mauro Sampaio, Juazeiro do Norte (CE)
Árbitro: Emílio Porto
Expulsões: Aluísio, do ICASA, e Oliveira, do Gama
Gols: Gilmar, 30 e Aluísio, 57
ICASA: Banana, Sílvio César, Arimatéia, João Neto e Roberto Maguila (Zim); Rômulo, Bonato e Aluísio; Elieser, Vivi (Niltinho) e Cristóvão. Técnico: Sebastiao Alves da Silva.
GAMA: Márcio, Márcio Araújo, Gerson, Jairo e Paulo Henrique; Oliveira, China e Vital (Dal) (Pacheco); Carlinhos, Marcelo França (Romualdo) e Gilmar. Técnico: Joel Martins da Fonseca.

GUARÁ 2 x 2 RIO BRANCO (ES)
Data: domingo, 22 de outubro de 1995
Local: CAVE, Guará (DF)
Árbitro: Lindonor Ribeiro dos Santos (GO)
Gols: Aristides, 22; Edivaldo, 24; Carlos Custódio, 35 e Romero, 53
Expulsão: Carlos Fernando Custódio, do Rio Branco
GUARÁ: Alexandre, César, Adriano, Nilton (Lidu) e Carlos Eduardo; Marquinhos, Marcinho, Marquinhos Paraíba e Aristides (Jarbas); Kedmo e Ronaldo (Romero). Técnico: Déo de Carvalho.
RIO BRANCO: Cláudio Márcio, Alex Gomes, Davi, Everaldo e Carlinhos; Arildo (Dinho), Ademilson (Leandro), Jean Carlos e Quarentinha; Tico e Edivaldo. Técnico: Marcos Nunes Garcia.

GAMA 2 x 0 ICASA (CE)
domingo, 29 de outubro de 1995
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Marques Dias da Fonseca (GO)
Renda: R$ 6.935,00
Público: 1.387 pagantes
Gols: Gilmar, 69 e Mozer, 85
GAMA: Márcio, Chaguinha, Gerson, Jairo e Márcio Araújo; Mozer, China e Paulo Henrique (Romualdo); Carlinhos, Marcelo França e Gilmar. Técnico: Joel Martins.
ICASA: Banana, Sílvio César, Arimatéia, João Neto e Zim; Barrote, Bonato e Val (Niltinho); Elieser, Vivi (Junior Milagres) e Rômulo. Técnico: Sebastião Alves da Silva.

RIO BRANCO (ES) 0 x 0 GUARÁ
Data: domingo, 29 de outubro de 1995
Local: Kléber Andrade, Cariacica (ES)
Árbitro:  Marco Antônio Cunha
Expulsão: Júlio César, do Guará
RIO BRANCO: Cláudio Márcio, Alex Gomes, Davi, Everaldo e Carlinhos; Arildo, Ademilson, Paulo César e Tico; Marcelo (Alex Passos) e Jean Carlos. Técnico: Marcos Nunes Garcia.
GUARÁ: Alexandre, César, Adriano, Wilton e Carlos Eduardo (Jarbas); Marquinhos, Aristides (Marcinho), Marquinhos Paraíba e Júlio César; Kedmo e Romero. Técnico: Déo de Carvalho.

QUARTAS DE FINAL

GAMA 1 x 0 ABC (RN)
domingo, 5 de novembro de 1995
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Antônio Vidal da Silva (GO)
Renda: R$ 11.550,00
Público: 2.310 pagantes
Expulsões: Júlio e Bila, do ABC
Gol: Marcelo França, 79
GAMA: Márcio, Chaguinha (Oliveira), Gerson, Jairo e Márcio Araújo (Romualdo); Mozer, China e Pacheco; Carlinhos, Marcelo França e Flávio Katioco (Helinho). Técnico: Joel Martins.
ABC: Oscar, Júlio, Glad, Bila e Walaci; Adenilton, Gilmar e Netinho (Tito); Henrique (Sílvio), Zé Ivaldo e Junior (Edmar). Técnico: Ferdinando José A. Teixeira.

ABC (RN) 2 x 1 GAMA
domingo, 12 de novembro de 1995
Local: Machadão, Natal (RN)
Árbitro: Genival Batista Lima Junior
Expulsão: Romildo, do ABC
Gols: China, 34; Junior, 72 e Dirceu, 89
ABC: Oscar, Tito (Gilmar), Edmar, Romildo e Walaci; Ivanildo, Silvério e Adilson (Dirceu); Henrique (Ivan), Junior e Barata. Técnico: Ferdinando José A. Teixeira.
GAMA: Márcio, Chaguinha, Gerson, Jairo e Dal (Oliveira); Mozer, China e Pacheco (Helinho); Carlinhos, Marcelo França (Neno) e Gilmar. Técnico: Joel Martins.

SEMIFINAIS

XV DE PIRACICABA (SP) 2 x 0 GAMA
domingo, 19 de novembro de 1995
Local: Barão de Serra Negra, Piracicaba (SP)
Árbitro: Dalmo Bozzano (SC)
Gols: Serginho Brasília, 26 e 81
XV DE PIRACICABA: Mica, Ferreira, Biluca, Luís Fernando e Cléber Lima; Carlão (Silvinho), Ivanildo e Cléber Gaúcho (Leives); Serginho Brasília, Wagner (Marinho) e Almir. Técnico: Oswaldo Alvarez (Vadão).
GAMA: Edivaldo, Chaguinha, Gerson, Deda e Márcio Araújo; Oliveira, China e Pacheco (Neno); Carlinhos, Marcelo França e Gilmar (Flávio Katioco). Técnico: Joel Martins.

GAMA 1 x 0 XV DE PIRACICABA (SP)
domingo, 26 de novembro de 1995
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Antônio Vidal da Silva (GO)
Renda: R$ 47.030,00
Público: 9.406 pagantes
Gol: Carlinhos, 88
GAMA: Márcio, Chaguinha (Neno) (Flávio Katioco), Gerson, Jairo e Márcio Araújo; Oliveira, Mozer e Pacheco (Helinho); Carlinhos, Marcelo França e Gilmar. Técnico: Joel Martins da Fonseca.
XV DE PIRACICABA: Mica, Ferreira, Biluca, Cleber Lima e Lucas; Carlão, Anderson e Cléber Gaúcho (Silvinho); Serginho Brasília (Marinho), Leives e Alemão (Lê). Técnico: Oswaldo Alvarez (Vadão).