domingo, 26 de abril de 2020

RECORDAR É VIVER: o Brasília no Campeonato Brasileiro da Série A - 1983


Em sua estreia no Campeonato Brasileiro da Série A (então chamado de Taça de Ouro), o Brasília enfrentou o Botafogo, do Rio de Janeiro, no Estádio Pelezão.
Veloz e com personalidade, o Brasília iniciou o jogo atacando e já aos dez minutos vencia por 1 x 0, gol de Zé Carlos. O Botafogo tentou a reação em jogadas de contra-ataque e teve a chance dois minutos depois: Té foi derrubado na área, o árbitro marcou o pênalti, que Édson cobrou na trave. Aos 21 minutos a chance foi do Brasília: novo pênalti, que Zé Carlos bateu e Paulo Sérgio defendeu.
O Botafogo empatou aos 29 minutos, através do zagueiro Abel (hoje, técnico do Vasco da Gama), de cabeça. Um resultado injusto que o segundo tempo desfez: o Brasília marcou o seu segundo gol aos 15 minutos, com Bife aproveitando uma dupla falha de Gaúcho e Abel, e chegou aos 3 x 1 aos 37 minutos com novo gol de Bife. O Botafogo conseguiu diminuir dois minutos depois, em bela jogada individual de Té.

Seu Mário (roupeiro), Déo, Ricardo, Jonas Foca, Wilson Bispo, Kidão e Zu;
Lino, Marco Antônio Thimóteo, Bife, Zé Maurício e Zé Carlos

A ficha técnica desse jogo foi a seguinte:

BRASÍLIA 3 x 2 BOTAFOGO-RJ
Data: 23 de janeiro de 1983
Local: Pelezão, Brasília (DF)
Árbitro: Emídio Marques de Mesquita (SP)
Renda: Cr$ 6.186.400,00
Público: 13.776 pagantes
Gols: Zé Carlos, 10; Abel, 29; Bife, 60 e 82 e Té, 84
BRASÍLIA: Déo, Ricardo, Kidão, Jonas Foca e Zu; Wilson Bispo, Marco Antônio Thimóteo e Zé Maurício (Aloísio); Lino, Bife e Zé Carlos (Kleber). Técnico: Bugue.
BOTAFOGO: Paulo Sérgio, Josimar, Abel, Gaúcho e Gilmar; Serginho, Alemão e Jérson; Geraldo (Chicão), Té e Édson (Luisinho). Técnico: Zé Mário.




sábado, 25 de abril de 2020

OS PIONEIROS: Ramiro


Zé Paulo, Negrito, Walmir, Lima, Quincas e Zé Grillo;
Ramiro, Alaor Capella, Solon, Gaúcho e Pará

Raimundo Ramiro Sampaio Carneiro, o Ramiro, nasceu em Coroatá (MA), no dia 25 de abril de 1939.
Atuava como ponteiro direito.
Começou a jogar futebol no Rio Negro, de Teresina (PI), transferindo-se para o Defelê em 1960, onde se sagrou tricampeão brasiliense de futebol nos anos de 1960 (disputou sete jogos e marcou quatro gols), 1961 (14 jogos) e 1962 (17 jogos).
No Rabello, atuou em 1963 e 1964, sagrando-se campeão brasiliense de profissionais em 1964.
Voltou ao Defelê, onde atuou nos anos de 1967 e 1968, neste último ano conquistando mais um título de campeão brasiliense.
Foi convocado uma vez para a Seleção do DF, que empatou com o Fluminense, do Rio de Janeiro, em 2 x 2, no dia 24 de maio de 1961.



sexta-feira, 24 de abril de 2020

FICHA TÉCNICA: Mozer


NOME COMPLETO: Marcos dos Santos Silva
POSIÇÃO: Meio de Campo
DATA E LOCAL DE NASCIMENTO: 24 de abril de 1966 - Rio de Janeiro-RJ

CARREIRA:
Formado nas categorias de base do Vasco da Gama, do Rio de Janeiro
Barretos-SP (1991)
Paraguaçuense-SP (1993)
Novo Horizonte, de Ipameri-GO (1993)
Tiradentes-DF (1993) - 17 jogos, 1 gol
Samambaia-DF (1994) - 9 jogos
Gama-DF (1995) - 22 jogos, 2 gols
ABC-RN (1996)
Gama-DF (1997) - Campeonato Brasileiro da Série B - 12 jogos
América-RN (1997)
Taguatinga-DF (1998) - 3 jogos
Moto Club-MA (1999)
Dom Pedro II-DF (2000) - 16 jogos, 1 gol
Bandeirante-DF (2000) - Campeonato Brasileiro da Série B - 10 jogos
Ceilândia-DF (2001) - 5 jogos
Brasília-DF (2002) - 11 jogos, 1 gol
Sobradinho-DF (2003) - 4 jogos.

TÍTULOS:
Campeão brasiliense de 1995, pelo Gama.

Nota: após encerrar a carreira de jogador profissional, passou a trabalhar na área de segurança privada.


Bandeirante - 2000: Mozer é o segundo, em pé, da esquerda para a direita

Colaboração: Roberval de Paula Teixeira.


quinta-feira, 23 de abril de 2020

RECORDAR É VIVER: Taguatinga na Série B do Campeonato Brasileiro - 1986


A Série B do Campeonato Brasileiro de 1986, também chamado de Torneio Paralelo, foi disputado por 36 clubes, que foram divididos em 4 grupos, cada um com 9 equipes. O primeiro colocado de cada grupo classificava-se para a Segunda Fase da Taça de Ouro.
O representante do Distrito Federal, o Taguatinga, integrou o Grupo F, que teve ainda os seguintes clubes: Americano e Goytacaz (RJ), Catuense e Fluminense (BA), Central (PE), Confiança (SE), CRB (AL) e Desportiva (ES). Terminou em 7º lugar, à frente somente de Fluminense, de Feira de Santana (BA) e Confiança, de Aracaju (SE).

A foto acima é do jogo Taguatinga 3 x 0 Fluminense, de Feira de Santana (BA), disputado no dia 14 de setembro de 1986, no Serejão.
Em pé, da esquerda para a direita: Heitor Kanegae (Preparador Físico), Da Silva, Ricardo, Visoto, Adilson, Bilzão e Ronaldo. Agachados: Aguinaldo, Joãozinho, Marquinhos Bahia, Dorival, Zé Mauricio e Paulo Emílio (Massagista).

A ficha técnica desse jogo foi a seguinte:

TAGUATINGA 3 x 0 FLUMINENSE (BA)
Data: 14 de setembro de 1986
Local: Serejão, Taguatinga (DF)
Árbitro: Josenil dos Santos Souza
Renda: Cz$ 11.250,00
Público: 558 pagantes
Gols: Joãozinho, 24, 42 e 87
TAGUATINGA: Ronaldo, Ricardo, Bilzão, Adilson e Visoto; Dorival, Da Silva e Zé Maurício (Moura); Aguinaldo (Boni), Joãozinho e Marquinhos. Técnico: Mozair Barbosa.
FLUMINENSE: Quincas, Araújo, Raimundo, Tanta e Paulo César; Zelito, Washington e Emo; Junior (Régis), Paulo e Nascimento.


quarta-feira, 22 de abril de 2020

1º ANIVERSARIANTE DO DIA: Fernandinho


Por coincidência, temos dois craques “cariocas/brasilienses”, contemporâneos, comemorando aniversário no dia de hoje: Fernandinho e Nei.
Como os de mais idade tem preferência rsrsrs, vamos começar pelo Fernandinho e logo depois falamos um pouco do Nei.

Fernando José Xavier Ferreira, o Fernandinho, nasceu no Rio de Janeiro (RJ), em 22 de abril de 1951.
Seu pai foi para Brasília, transferido em 1963. No ano seguinte, 1964, no Colégio Dom Bosco foi campeão do primeiro Campeonato Estudantil.
Morava na 414 Sul e nesta quadra montaram um time e um campo entre prédios chamado GREMAER (Grêmio da Aeronáutica), onde Fernandinho também passou a jogar.
Em 1966 foi convidado pelo treinador Morales para jogar no juvenil do Rabello, sagrando-se campeão brasiliense dessa categoria. Jogava como cabeça de área.

Novamente sagrou-se campeão juvenil em 1968 pelo Rabello. Foi considerado o melhor jogador da competição. Fernandinho e o zagueiro Emerson foram fazer testes no Cruzeiro, de Belo Horizonte (MG).
Não ficou no Cruzeiro e nos anos de 1969 e 1970 foi estudar no Rio de Janeiro, no Colégio Batista, sendo campeão estudantil.
De 1970 a 1972 jogou futebol de praia no Areia, do Leme, sendo campeões na época em que Junior “Capacete” jogava pelo Juventus, e o zagueiro Edinho pelo Copaleme.

CEUB - 1975
Fez vestibular e passou, em 1972, para Economia, na Faculdade Cândido Mendes.
Em 1973 fez um teste para jogar no CEUB. Aprovado pelo Cláudio Garcia, transferiu a Faculdade para Brasília, onde também conseguiu emprego de estagiário no GEIPOT, órgão vinculado ao Ministério dos Transportes.
Já como titular da equipe, disputou doze jogos e marcou um gol no campeonato brasiliense de 1973, primeiro e único título do CEUB nessa competição.
Só foi profissionalizar-se em 1974 e no ano seguinte participou da grande excursão que o Ceub fez por gramados da Europa e África.

Excursão à Europa e África
Com a extinção do CEUB, em 1976, Fernandinho foi contratado pelo Brasília, onde estreou no dia 1º de maio de 1977, no Pelezão, com derrota de 1 x 0 para o Cruzeiro, de Belo Horizonte, onde teve grande atuação depois de marcar o arisco ponteiro Joãozinho.
Sagrou-se campeão brasiliense em 1977 e também participou de uma boa campanha do Brasília no Campeonato Brasileiro de 1977.
Em março de 1978 operou o joelho e não teve o contrato renovado com o Brasília, indo jogar, em 1979, no Guará, onde se sagrou campeão do Torneio Seletivo contra o Gama na casa do Gama. Vencemos por 2 a 1.
Campeão do Seletivo
Em agosto de 1979 foi para o Rio de Janeiro, onde arrumou o emprego de Economista na empresa Portus, largando o futebol. Trabalhou nessa empresa por 34 anos, aposentando-se em julho de 2013.

CEUB - 1974


Brasília - 1976

Brasília - 1977



terça-feira, 21 de abril de 2020

PARABÉNS, BRASÍLIA!!!



AS DECISÕES: Campeonato Brasiliense de 1971


Na verdade, o campeonato brasiliense de 1971, disputado por apenas cinco clubes, já havia sido decidido uma semana antes.
A expectativa era se o Colombo iria conseguir manter sua invencibilidade no último jogo do campeonato. Por outro lado, o Ceub queria ir à forra da goleada que sofreu no primeiro turno, quando foi derrotado pelo placar de 5 x 1.
O resultado final de 0 x 0 acabou sendo justo, notadamente pelas atuações de Luiz Henrique de um lado e Carlos José de outro, sem dúvidas os melhores goleiros da temporada.
O Ceub tomou mais a iniciativa do jogo, pensando em quebrar a invencibilidade do Colombo e “carimbar” sua faixa de campeão.
O Colombo jogou tranquilo, ficando mais na defesa e explorando os contra-ataques para tentar o arco do Ceub.

COLOMBO 0 x 0 CEUB
Data: 7 de novembro de 1971
Local: Pelezão
Árbitro: Djalma Neves
COLOMBO: Carlos José, Gonçalves, Jonas Foca, Sir Peres e Paulo Moreira; Zoca e Pedro Léo; Procópio, Diogo, Hermes (Nêgo) e Macalé (Joãozinho). Técnico: Paulista.
CEUB: Luiz Henrique, Sérgio, Lúcio, Carlinhos e Aderbal; Darse e Carlos Alberto; Adilson (Gedeon), Paulinho, Dinarte e Gustavo (Wilfrido). Técnico: Gualter Portela Filho.


sábado, 18 de abril de 2020

HÁ 50 ANOS NO FUTEBOL BRASILIENSE: decisão do torneio de Taguatinga


Flamengo, de Taguatinga
No dia 19 de abril de 1970, aconteceu a decisão do Torneio de Taguatinga, promovido pelo Flamengo local.
Na disputa pelo terceiro lugar, com arbitragem de Geraldo Delfino, o Flamengo venceu o Flama, por 2 x 1.
Na decisão do 1º lugar, o Brasília venceu o Piloto, de virada, e conquistou o troféu de campeão.

BRASÍLIA 2 x 1 PILOTO
Data: 19 de abril de 1970
Local: Ruy Rossas Nascimento, Taguatinga-DF
Árbitro: Amphilóphio Pereira da Silva
Gols: Paulinho, 12; Wanderley, 30 e 38
BRASÍLIA: Índio, Jonas, Ivan, Triste e Getúlio; Freire (Jaime) e Nego; Neves, Negão, Wanderley e Cabeleira.
PILOTO: Tião (Barbosa), Luiz, Célio, César e Toinho; Chico (Jackson) e Luizinho; Sabino, Lula, Paulinho e Nenê (Zé Grillo).

No mesmo dia, Colombo e Grêmio empatavam a disputa do Troféu “Roberto Veloso”, quando o jogo foi encerrado, aos 29 minutos do 2º tempo, dada a escuridão que se verificava no campo.

COLOMBO 1 x 1 GRÊMIO
Data: 19 de abril de 1970
Local: Metropolitana, Núcleo Bandeirante-DF
Árbitro: Oswaldo dos Santos
Gols: Gonçalves (pênalti), 34 e Santos, 73
COLOMBO: Negão, Gonçalves, Edson, Quim e Paulista; Índio e Nemias; Paulinho (Joãozinho), Diogo, Heitor e Zequinha.
GRÊMIO: Sílvio, Rodolfo, Grossi, Paulinho e Tadeu; Zoca e Pedrinho; Noé, Ademir (Santos), Roberto e Coquinho.




quinta-feira, 16 de abril de 2020

RECORDAR É VIVER: inauguração do CAVE - 1978


Brasília vivia uma fase de euforia, principalmente nas cidades-satélites, ante a proximidade da inauguração dos vários estádios construídos pelo Governo do Distrito Federal.
O do Guará foi inaugurado às 11 horas do dia 16 de abril de 1978, numa bonita festa, que contou com a presença do Governador do Distrito Federal, Elmo Serejo Farias, e todo o seu secretariado. De imediato o estádio passou a ser chamado de CAVE, iniciais de Centro Administrativo Vivencial e Esportivo.
O jogo de inauguração reuniu o S. C. Corinthians, do Guará, e o Vitória, de Salvador (BA), e acabou com a vitória do rubro-negro baiano por 2 x 0, gols de Sena, aos quarenta minutos do 1º tempo, e Mardoni, logo aos dois minutos do segundo.
A ficha técnica do jogo foi esta:
S. C. CORINTHIANS, do Guará 0 x 2 VITÓRIA, de Salvador (BA)
Data: 16 de abril de 1978
Local: CAVE, Guará-DF
Renda: Cr$ 36.260,00
Árbitro: Edson Rezende de Oliveira
Gols: Sena, 40 e Mardoni, 47.
CORINTHIANS: Wilmar Gato (Lúcio), Ricardo, Luciano, Gilberto e Newton Careca (Gilvan); Boni, Lelé e Augusto; Edu (Orlando), Aloísio (Chiquinho) e Wellington. Técnico: Bugue.
VITÓRIA: Gelson (Pavão), Valdir, Edson Paulista, Zé Alberto (Xaxa) e Válder; Joel Zanata (Edson Baiano), Lulinha e Sena (Mário); Mardoni, João Carlos (Joãozinho) e Sivaldo. Técnico: Pinguela.

Em pé, da esquerda para a direita: Wilmar Gato, Ricardo, Luciano, Gilberto, Newton Careca e Boni; 
Agachados: Edu, Augusto, Aloísio, Wellington, Lelé e Marreta (massagista).



terça-feira, 14 de abril de 2020

A PRIMEIRA VEZ A GENTE NÃO ESQUECE: o primeiro Brasília x Gama


Por muito tempo, Brasília x Gama foi o maior clássico do futebol brasiliense.
A primeira vez que Brasília e Gama se enfrentaram pelo campeonato brasiliense foi em 11 de maio de 1976, no Estádio Pelezão.
Naquela ocasião, o Brasília atravessava uma má fase técnica e lutava por uma reabilitação. Vinha de um empate diante do Canarinho (1 x 1) e de uma derrota para o Humaitá (3 x 1).
O Gama, até aqui, ainda não havia conseguido nenhum ponto positivo. Sofreu duas goleadas (6 x 0, para o Ceub, em sua estreia, e 5 x 1 para o Grêmio) e duas derrotas por placares menores (2 x 0 para o Humaitá e 1 x 0 para o Taguatinga).
Mesmo não estando bem, o Brasília era favorito contra o Gama.
A diretoria do clube estava muito insatisfeita com a atuação da equipe e chegou a ameaçar barrar alguns jogadores considerados estrelas.
No Gama, o ambiente era de tranquilidade. Conscientes de suas possibilidades e de suas limitações, os jogadores iriam fazer o máximo para complicar a vida de seus adversários, como já fizeram contra o Taguatinga no dia 1º de maio, quando perderam pela contagem mínima.
Mesmo não apresentando um futebol que justificasse a sua pretensão de chegar ao título do primeiro Campeonato Brasiliense de profissionais, o Brasília venceu o Gama com folga, por 4 x 1, mais pela fragilidade do adversário do que propriamente por seus méritos.
O Gama cumpriu seu papel. Defendeu-se como pode, sem apresentar em momento algum comportamento que preocupasse o Brasília. Com isso, o Brasília pode marcar quatro gols no primeiro tempo, sem sofrer nenhum.
O primeiro gol foi feito após uma jogada individual do ponteiro-direito Ramalho. Lançado pelo seu setor, conseguiu a penetração, driblou quem encontrou pela frente e atirou cruzado sem chances de defesa para Noel.
Coube a Humberto marcar o segundo gol cinco minutos depois do primeiro. A bola foi lançada para a área, tinha-se a impressão que sairia. Rogério foi bastante rápido e conseguiu dominá-la a tempo e fazer um estupendo passe a Humberto que, de frente para o gol, só teve o trabalho de completar para as redes.
O terceiro gol foi em jogada semelhante a do primeiro, só que desta feita o lançamento foi pelo lado esquerdo. Duda recebeu a bola e próximo à risca da grande área chutou de pé esquerdo, marcando 3 x 0 no placar.
Três minutos antes de terminar o primeiro tempo, Humberto marcou o último gol do Brasília. Novo lançamento para a área e a defesa do Gama deu uma tremenda pixotada. Humberto levou a bola como quis e atirou livre no meio do gol.
No segundo tempo o Brasília perdeu mais algumas oportunidades de ampliar o marcador.
O gol de honra do Gama foi marcado quase no final do jogo, através de Galego, que viu o goleiro Norberto adiantado e jogou a bola por cima dele.

BRASÍLIA 4 x 1 GAMA
Data: 11 de maio de 1976
Local: Pelezão
Árbitro: Eano do Carmo Correa
Renda: Cr$ 25.860,00 (preliminar de Grêmio x Humaitá)
Gols: Ramalho, 20; Humberto, 25; Duda, 34; Humberto, 42 e Galego, 84
BRASÍLIA: Norberto, Tereso, Jonas Foca, Luiz Carlos e Odair; Renê, Rogério e Lindário; Ramalho, Humberto e Duda (Mineirinho). Técnico: Rubens de Freitas.
GAMA: Noel, Bill, Bastos (Santana), Manoel Silva e Carlão; Rildo, Galego e Carlos Roberto; Almir, Carlinhos e Dequinha. Técnico: Jesus Santos.



segunda-feira, 13 de abril de 2020

RECORDAR É VIVER: Guará - 1979


Da esquerda para a direita, em pé: Ricardo, Leocrécio, Boni, Serginho, Remo e Santos.
Agachados: Piau, Belo, Nicácio, Jânio e Tita. O treinador era Mozair Barbosa.



domingo, 12 de abril de 2020

HÁ 50 ANOS NO FUTEBOL BRASILIENSE: torneio em Taguatinga


No dia 12 de abril de 1970, foi realizado um torneio em Taguatinga, promovido pelo Flamengo local, cujo troféu levou o nome de “Ernesto Bernardino dos Santos”.
No primeiro jogo, o Brasília derrotou o Flama, por 3 x 0, com gols de Negão, aos 8 e 28 minutos do 1º tempo e Santos aos 38 do segundo. O árbitro foi Raphael Santos e as equipes formaram assim: Brasília - Índio, Ivan, Triste, Luizinho e Xavier; Nego e João; Neves, Santos, Negão e Getúlio. Flama - Renato, Ildomar, Lima, Bebê e Chiquinho; Pedrinho e Ademar; Laerte, Soldado, Wagner e Leomar.
No segundo jogo, o Piloto venceu o Flamengo por 1 x 0, gol de Nenê, aos 15 minutos do 2º tempo. Atuou o Piloto com Tião, Luiz, César, Célio e Toinho; Quincas e Luizinho; Sabino, Paulinho, Boraes (Alemão) e Nenê (Zé Grillo). O Flamengo jogou com Dedé, Piauí, Cauby, Emanuel e Germano; Edmilson e Nilson; Galeno, Toinho, Pedrinho e Preá.
Com esses resultados, qualificaram-se para decidir o torneio Brasília e Piloto, que aconteceria uma semana depois.

No mesmo dia, aconteceu a revanche Colombo x Coenge, ainda em disputa do troféu que foi instituído para comemorar o 10º aniversário do Colombo. Novamente não teve um vencedor.

COLOMBO 1 x 1 COENGE
Data: 12 de abril de 1970
Local: Estádio Adolfo Rizza, Núcleo Bandeirante-DF
Árbitro: Mário José da Silva
Gols: Zé Carlos, 40 e Zequinha, 59
Colombo: Negão, Gonçalves, Edson, Quim e Paulista; Heitor e Nemias; Paulinho, Diogo, Wanderley (Tião) e Zequinha.
Coenge: Carlos José, Ferraz (Elias), Bi, Mauro e Pereira; Bugue, Santiago e Divino; Augustinho, Zezé (Marcos) e Zé Carlos.




sábado, 11 de abril de 2020

RECORDAR É VIVER: Brasília no Campeonato Brasileiro da Série A de 1984


Em pé, da esquerda para a direita: Sidnei, Barão, Ahlá, Ricardo, Jonas Foca e Kidão;
Agachados: Santos, Marco Antônio, Nilson, Wander, Paulinho e Sr. Mário (roupeiro).

Agradecimento ao grupo de Whats App de ex-jogadores do Brasília E. C. pela identificação dos jogadores.


sexta-feira, 10 de abril de 2020

OS CAMPEÕES: A. E. Cruzeiro do Sul - 1963


Quem acompanhou o início da campanha da A. E. Cruzeiro do Sul no Campeonato Brasiliense de 1963 (nos quatro primeiros jogos, três empates, sendo dois deles em 0 x 0, e uma derrota de 3 x 0), marcando seu primeiro gol no quarto desses encontros, não imaginaria que 12 jogos depois (vencendo onze deles), estaria diante do campeão brasiliense desse ano.
O Campeonato Brasiliense de 1963 foi disputado por nove clubes, em dois turnos, por pontos corridos.
Para quebrar a sequência do tricampeão Defelê e conquistar seu primeiro e único título de campeão brasiliense, o Cruzeiro do Sul realizou a seguinte campanha: 16 jogos, 11 vitórias, 4 empates e 1 derrota; marcou 39 gols e sofreu 14, alcançando os 26 pontos, com um índice de aproveitamento de 81,3%.
Utilizou 28 jogadores, sendo que apenas dois deles, Edilson Braga e Beto Pretti, disputaram todos os 16 jogos.
Teve dois treinadores na campanha, primeiramente Juvenal, e posteriormente Gil Campos.
O desempenho dos campeões brasilienses de 1963 foi o seguinte:

P
APELIDO
NOME COMPLETO
JD
GM
GS
G
Zezinho
11
9
G
João Luís
6
5
Z
Edilson Braga
Edilson Braga
16
Z
Mello
Moacyr Tremendani dos Santos
12
Z
Morales
Carlos Barbosa Morales
12
Z
Pedersoli
Lacir Pedersoli
9
Z
Aderbal
Aderbal da Silva Carvalho
5
Z
Humberto
5
Z
Pedrinho
Pedro Gonçalves de Oliveira
5
Z
Davis
Mário Lopes Davis
2
Z
Macau
1
Z
Russo
1
MC
Beto Pretti
Alberto José Pretti Filho
16
3
MC
Quarteroli
José Gomes Ferreira
10
1
MC
Valdemar
6
1
MC
Belini
Umbelino Ferreira Nunes
6
MC
Moisés
Moisés Capo da Silva
2
9
MC
Remis
Remnes de Oliveira
1
A
Ceninho
Avatênio Antônio da Costa
13
10
A
Raimundinho
Antônio Fabiano Ferreira
12
1
A
Zezé
José Maria Gomes de Souza
11
6
A
Paulinho
Paulo Roberto Amaral
7
A
Zezito
Ézio Ribeiro
5
3
A
Paulo Reis
Paulo Caetano Reis
4
A
Foguinho
3
2
A
Ceará
2
A
Omar
Omar Lima de Oliveira
2
A
Isnard
Isnard Batista Machado
2
Gols contra
3

P = posições: G - goleiro, Z - zagueiro, MC - meio-campo e A - atacante
JD = jogos disputados
GM = gols marcados
GS = gols sofridos