domingo, 29 de junho de 2025

OS CLUBES DO DF: Real


O Esporte Clube Real de Brasília foi fundado em 29 de junho de 1960, numa reunião realizada na residência de Francisco Alves Vieira, localizada no Acampamento do DVO, na Metropolitana, “em virtude do mal tratamento dado aos atletas desse acampamento pelo Grêmio Esportivo Brasiliense”.
Além de Francisco Alves Vieira, compareceram Aldair da Silva Pacheco, Antônio Pereira Reis, Antônio Rodolfo Filho, Aristeu Aragão Filho, Edson Martins de Deus, Fernando Rodrigues Nunes, Getúlio Fernandes Pereira, José Carlos Lima Cauby, José Eufrásio Feitosa, José Fonseca Guimarães, José Honestino de Carvalho, José Nobre da Conceição, José Vieira de Paiva, Mires Lopes de Oliveira, Nilson Faria, Osiel Simão de Sousa, Raimundo Maia Filgueiras, Salvador de Sá Guimarães, Trajano Augusto Sento Sé, Walter Barnabé da Silva, Weldas Dias Alves e Wilson Faria.
O nome, aprovado por unanimidade, foi uma homenagem ao Real Madrid, da Espanha.
Sua primeira diretoria era composta por Trajano Augusto Sento Sé (Presidente), Aldair da Silva Pacheco (Vice-Presidente), Salvador de Sá Guimarães (1º Secretário), Weldas Dias Alves (2º Secretário), Francisco Alves Vieira (1º Tesoureiro) e Wilson Faria (2º Tesoureiro) e José Nobre da Conceição (Diretor de Esportes).

Foram aprovados dois uniformes: o primeiro, composto de camisa grená com punhos e golas em azul, calção azul com filete grená dos lados e meias grenás; já o segundo uniforme era assim: camisa azul, calção branco e meias azuis.
Um dos primeiros jogos do Real foi um amistoso no dia 7 de agosto de 1960, empatando em 2 x 2 com o Brasil Central. Aldair marcou primeiro para o Real. Martins, com dois gols, virou para o Brasil Central ainda no 1º tempo. Aldair voltou a marcar no 2º tempo e decretou o empate em 2 x 2. O jogo foi realizado no campo do Ginásio Brasília.
Três dias depois, 10 de agosto de 1960, o Real teve o seu estatuto aprovado pela Federação Desportiva de Brasília.
No dia 4 de setembro de 1960, tomou parte da primeira competição oficial promovida pela Federação, o Torneio Início, para o qual solicitaram inscrição 16 clubes. Conforme previa o regulamento, os jogos foram realizados em dois tempos de dez minutos cada, sem intervalo. No caso de empate, haveria a decisão por pênaltis, três para cada equipe, na primeira série. No quarto jogo do dia, o Real foi derrotado pelo Sobradinho, por 1 x 0. Formou o Real com Weldas, Baganha, Walter e Hugo; Paiva e Nilson; Norberto, Silva, Valentim, Joãozinho e Hildeu. 
Duas semanas depois, em virtude do elevado número de clubes inscritos (16), teria início o torneio que determinaria as oito equipes que disputariam o campeonato da Primeira Divisão e as oito que comporiam a Segunda.

O Real fez parte do Grupo D, com jogos no campo do Rabello, juntamente com o clube anfitrião, o Alvorada e o Nacional.
Na primeira rodada do torneio classificatório, no dia 18 de setembro, o Real empatou em 1 x 1 com o Alvorada.
Uma semana depois, 25 de setembro de 1960, não resistiu ao poderio do Rabello, sendo goleado por 6 x 1.
Na terceira e última rodada do torneio classificatório, no dia 9 de outubro, aconteceu a primeira vitória do Real: 2 x 1 sobre o Nacional.
Após estes resultados, Nacional e Real estavam com três pontos ganhos na classificação do Grupo D. A goleada sofrida diante do Rabello fez com que ficasse em terceiro, no critério de desempate saldo de gols.
Aguardando pelo início dos jogos do campeonato da Segunda Divisão, em 16 de outubro de 1960 realizou um amistoso no campo do Grêmio. O Real venceu o Defelê, por 1 x 0, gol de Valentim.
Porém, antes disso, em 13 de outubro de 1960, um dos clubes classificados para disputar a Primeira Divisão, a A. E. Edilson Mota encaminhou ofício a F.D.B. comunicando a sua extinção.
Para preencher a vaga na Primeira Divisão, a F.D.B. promoveu um torneio eliminatório entre os clubes da Segunda, iniciado em 30 de outubro de 1960. O Real não deu sorte e teve pela frente a fortíssima equipe do Defelê (que acabaria vencendo o campeonato daquele ano de 1960). Resultado: 6 x 1 a favor do Defelê e o sonho de passar para a Primeira Divisão desfeito.

Voltando a se preparar para disputar o campeonato da Segunda Divisão, em 21 de novembro disputou um amistoso com o Brasil Central, vencendo-o por 3 x 0.
O campeonato da Segunda Divisão contou com a participação de seis equipes. Além do Real, estiveram presentes: Guanabara, Brasil Central, Industrial, Sobradinho e o Trópicos. Foi disputado em turno único e o Real ficou com o vice-campeonato, apresentando a seguinte campanha: cinco jogos, três vitórias, um empate e uma derrota. Marcou 13 gols e sofreu 6. Somou sete pontos, dois a menos que o campeão Sobradinho.
Os resultados do Real foram: 04.12 – 2 x 0 Industrial, 11.12 – 3 x 0 Brasil Central, 18.12 – 2 x 2 Guanabara, 15.01.1961, 1 x 3 Sobradinho e 22.01.1961, 5 x 1 Trópicos.
O jogador Bugue (que mais tarde seria treinador de destaque no futebol de Brasília) foi a revelação do Real.
Veio o ano de 1961 e a primeira participação do Real no ano foi o Torneio Início da Segunda Divisão. Ele aconteceu em 9 de julho de 1961. Logo no primeiro jogo, foi derrotado pelo Colombo, por 1 x 0.
No dia 12 de março de 1961, o Real foi até a cidade de Paracatu (MG) enfrentar o Amoreiras local e de lá trouxe a vitória de 1 x 0, gol marcado por Valentim.
No campeonato da Segunda Divisão, de 6 de agosto a 22 de outubro de 1961, não foi nada bem, vencendo apenas um jogo nos seis disputados (sofreu cinco derrotas nos demais).
A situação no Real não era nada boa no ano de 1962. Primeiramente, não enviou representante para a Assembléia de Clubes realizada no dia 12 de janeiro de 1962. Logo depois, através do Ofício nº 6/62, de 23 de maio, o Real solicitou dispensa do campeonato de futebol de 1962.
Com isso, perdeu seus dois melhores atletas para o Grêmio Brasiliense: o goleiro Weldas e o já citado Bugue.
Resolveu retornar em 1963 e disputou o campeonato da Segunda Divisão com outros quatro clubes: Clube de Regatas Barroso, Vila Matias E. C., Dínamo F. C. e Pederneiras F. C. O campeonato teve início no dia 13 de julho e término em 5 de outubro de 1963. O Real teve um péssimo desempenho, ficando na última colocação. O campeão foi o Dínamo, time da Polícia Militar.
No dia 8 de novembro de 1963, aconteceu a Assembleia Geral que aprovou a implantação do profissionalismo no futebol de Brasília. Na mesma reunião também foi decidida a desfiliação do Real.



quarta-feira, 25 de junho de 2025

ESTÁDIOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: Metropolitana




Não se sabe ao certo quando foi que o campo foi utilizado pela primeira vez. Alguns dizem que foi em 1958, quando funcionários da Companhia Metropolitana de Construções (CMC) resolveram capinar um terreno ao lado do acampamento para jogarem uma pelada.
O certo é que, comprovado através de matérias em páginas do Diário Carioca, único jornal que circulava em Brasília antes mesmo de sua inauguração, o campo da Metropolitana ou campo do Grêmio foi palco de dois dos três jogos da decisão do campeonato brasiliense de 1959.
Nos dias 15 e 22 de novembro de 1959, Grêmio e Planalto fizeram o segundo e o terceiro jogo, respectivamente, da melhor de três que decidiu o campeonato daquele ano a favor do Grêmio.
Oficialmente conhecido por estádio “Vasco Viana de Andrade” e popularmente chamado de estádio da Metropolitana ou campo do Grêmio, fica localizado no bairro da Metropolitana, no Núcleo Bandeirante.
No dia 21 de agosto de 1960, o Grêmio venceu o Planalto por 1 x 0, em jogo amistoso. Antes de iniciar-se o jogo, diversas solenidades foram preparadas pela diretoria do Grêmio, visto que seriam inaugurados na oportunidade os melhoramentos no estádio.
Pouco tempo depois, em 8 de setembro de 1960, o estádio passou por vistoria para realização de jogos oficiais promovidos pela Federação Desportiva de Brasília.
No amistoso realizado em 5 de novembro de 1960 (Grêmio 2 x 2 Rabello), aconteceu a inauguração dos refletores do campo do Grêmio, que passou assim a ser o primeiro clube de Brasília a contar com este tipo de recurso.
O primeiro jogo válido pelo campeonato brasiliense de 1960 aconteceu no dia 27 de novembro, quando o Grêmio venceu o Pederneiras por 4 x 1. Além dessa vez, o estádio foi utilizado em mais três ocasiões em 1960.
O estádio não foi utilizado no campeonato de 1961, mas em 1962 voltou a ser, sediando 13 jogos do campeonato brasiliense desse ano.
No dia 5 de maio de 1963, o campo do Grêmio foi palco do primeiro amistoso internacional realizado no Distrito Federal, quando o Defelê venceu a seleção do Chile, por 2 x 1.

1963

Logo depois, para atender as exigências da Confederação Brasileira de Desportos - CBD com o objetivo de possibilitar a participação de um clube de Brasília na Taça Brasil, o campo do Grêmio passou por grandes reformas.
Imprimiu-se novo ritmo de trabalho para a plantação de grama, construção de alambrados, cerca e arquibancada, bem como a remodelação dos vestiários do estádio. As obras foram supervisionadas por Vasco Viana de Andrade, que era Engenheiro-Chefe da DVO (Departamento de Viação e Obras) do Governo do Distrito Federal e Assessor Técnico do Prefeito Paulo de Tarso, que criou um programa de incentivo aos clubes brasilienses.
O Grêmio iniciou o serviço de plantio de grama através de donativos particulares e da colaboração de firmas, principalmente da M. M. Quadros, que se incumbiu de fazer gratuitamente os trabalhos de terraplanagem.
Assim, no dia 21 de julho de 1963, o Defelê estreava na Taça Brasil, enfrentando o Vila Nova, de Goiânia, no campo do Grêmio.
Com a inauguração do Estádio de Brasília (que viria a ser chamado de Pelezão), em 1965, a quantidade de jogos no campo do Grêmio diminuiu drasticamente: um jogo em 1965 e nenhum no período de 1966 a 1968.
Voltou a sediar jogos pelo campeonato brasiliense em 1969, quando recebeu 17 partidas.
No dia 20 de fevereiro de 1970, o vice-presidente administrativo do Grêmio, Carlos Lúcio Balduíno, anunciou que o estádio Vasco Viana de Andrade seria novamente reformado.
Durante quase três décadas, isso mesmo, décadas, o estádio ficou sem receber jogos válidos pelo campeonato brasiliense. Foi quase que totalmente esquecido em função da concorrência que passou a ter de diversos estádios inaugurados, principalmente na década de 70, e só voltaria a ser sede de um jogo oficial no dia 2 de abril de 1995, quando a Associação Desportiva Comercial Bandeirante empatou com o Ceilandense, em 2 x 2.
A partir de então, o estádio da Metropolitana passou a receber apenas “maquiagens” que garantissem a realização de jogos válidos pelo campeonato brasiliense.
Segundo a última edição do Cadastro Nacional de Estádios de Futebol, da CBF, o Estádio Vasco Viana de Andrade tem capacidade para 3.000 espectadores.
Nos últimos campeonatos brasilienses, o estádio não pôde receber público, pois não possuía alvará de funcionamento para jogos profissionais, faltando a vistoria do Corpo de Bombeiros. Além disso, há muita sujeira nas arquibancadas, onde o desconforto toma conta. Sem cadeiras, nem cobertura, o público não tem onde se esconder do sol ou da chuva.








segunda-feira, 23 de junho de 2025

A PRIMEIRA VEZ A GENTE NÃO ESQUECE: os primeiros jogos da Sociedade Esportiva do Gama


O PRIMEIRO JOGO DA HISTÓRIA DO GAMA

Mesmo com o prazo concedido aos clubes para que regularizassem suas situações e fizessem suas inscrições no campeonato de futebol do Distrito Federal, conforme constava do regulamento para competições oficiais de equipes profissionais, os clubes de Brasília não conseguiram regularizar seus atletas e por isso não foi possível o início da Taça Brasília (primeiro turno do campeonato). Em seu lugar passou a ser disputado o Torneio Imprensa, que se tornou a primeira competição oficial no novo regime profissional do DF.
A competição contou com a participação de seis clubes: Brasília, CEUB, Gama, Grêmio, Humaitá e Pioneira.
Os jogos foram realizados às 15 e 17 horas dos sábados, sempre em rodada dupla, cabendo à equipe vencedora 60% da arrecadação, cujos ingressos teriam preço único de 10 cruzeiros, as arquibancadas, e 20 as cadeiras numeradas.
Na preliminar do jogo Seleção Brasileira 1 x 0 Seleção do Distrito Federal, no Estádio Presidente Médici, no dia 21 de fevereiro de 1976, aconteceu o primeiro jogo da história do Gama.

GAMA 2 x 0 HUMAITÁ
Data: 21.02.1976
Local: Presidente Médici, Brasília (DF)
Árbitro: Racib Elias Ticby
Gols: Pedrinho e Zequinha
GAMA: Wilson, Zé Mauro, Marcus Vinicius, Ricardo (Beleléu) e Santos; Renildo, Pedrinho e Palito; Lula, Redi e Zequinha (Odair). Técnico: Esmerindo Valeriano da Silva.
HUMAITÁ: Daniel, Aderbal, Carlinhos, Grossi e Pedrinho; Heitor e Pedro Soares; Palito (Odair), Renildo (Julinho), Zequinha e Moisés. Técnico: Luiz Alberto Brasil de Carvalho.

O PRIMEIRO JOGO PELO CAMPEONATO BRASILIENSE

CEUB 6 x 0 GAMA
Obs.: jogo principal da rodada dupla com Taguatinga x Flamengo
Data: 21.04.1976
Local: Pelezão
Árbitro: Edson Rezende de Oliveira
Renda: Cr$ 25.000,00
Gols: Eduardo, 20; Moreirinha, 27; Xisté, 35; Lucas, 78, 79 e 83
CEUB: Paulo Vítor, Nonoca, Cláudio Oliveira, Décio (Mauro) e Aripe; Alencar, Moreirinha (Lucas) e Xisté; Lino, Eduardo e Gilbertinho. Técnico: João Francisco.
GAMA: Noel, Robertinho, Bill, Manoel Silva e Carlão; Santana, Carlinhos e Dequinha; Almir (Galego), Carlos Alberto e Zé Luiz. Técnico: Jaime de Souza Santos.

O PRIMEIRO JOGO INTERESTADUAL

Na inauguração do estádio Bezerrão, o Gama recebeu o Botafogo, do Rio de Janeiro.

GAMA 0 x 3 BOTAFOGO-RJ
Data: 09.10.1979
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Amphilóphio Pereira da Silva
Renda: Cr$ 286.460,00
Público: 16.360 pagantes
Gols: Mendonça, 9 e Gil, 57 e 74
GAMA: Chico, Carlão (Osvaldo), César, Santana e Ivair (Isaías); Mundinho, Marcos (Lelé) e Adilson (Rildo); Lucas (Careca), Maninho e Roldão (Chicão). Técnico: Eurípedes Bueno.
BOTAFOGO: Zé Carlos, China (Perivaldo), Osmar, Renê e Rodrigues Neto; Luisinho, Mendonça e Mário Sérgio; Gil (Ricardo), Nilson Dias (João Paulo) e Paulo César (Tiquinho).

O PRIMEIRO JOGO INTERNACIONAL

GAMA 4 x 0 SELEÇÃO DA NIGÉRIA
Data: 06.12.1979
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Édson Rezende de Oliveira
Gols: Manoel Ferreira, 24; Fantato, 25, 35 e 89.
Gama: Daniel, Carlão, Kidão, Décio (Maurício Pradera) e Odair (Ricardo); Santana, Péricles e Manoel Ferreira; Roldão (Lino), Fantato e Robertinho. Técnico: Martim Francisco.
Seleção da Nigéria: Best, Patrick, Okey, Obgein e Tunda; George, Segun e Martin; Eyo Martins (Onwachi), Muda e Adokye (Ogboe). Técnico: Carl O’Dwyer.

O PRIMEIRO JOGO PELO CAMPEONATO BRASILEIRO

GAMA 4 x 3 ATLÉTICO GOIANIENSE
Data: 16.09.1979
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: João Leopoldo Aieta (SP)
Renda: Cr$ 386.260,00
Público: 8.570 pagantes
Gols: Robertinho, 7 e 10; Reinaldo, 23; Gilberto, 28; Péricles, 77 e 82 e Reinaldo, 85
GAMA: Hélio, Carlão, Décio, Kidão e Odair; Santana, Péricles e Manoel Ferreira (Boni); Roldão (Lino), Fantato e Robertinho. Técnico: Martim Francisco.
ATLÉTICO GOIANIENSE: Itamar, Wilson, Carlúcio, Darci Menezes e Ademar; Celso (Valtair), Maurinho e Duarte; Reinaldo, Gilberto e Bugre. Técnico: Paulo Gonçalves.

O PRIMEIRO JOGO PELA COPA DO BRASIL

GAMA 0 x 1 SPORT RECIFE
Data: 21.02.1991
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Wilson Carlos dos Santos (RJ)
Expulsão: Lopes, do Sport Recife.
Gol: Hélio, 27
GAMA: Marco Antônio, Claudinho, Chaguinha, Gilmar e Hélvio; Cláudio, Augusto, Osvaldo (Zuza) e Kito; Zoca (Jefferson) e Evandro. Técnico: Paulo Roberto Simões.
SPORT RECIFE: Paulo Victor, Givaldo, Aílton, Assis e Lopes; Agnaldo, Ataíde, Neco e Tato (Alencar); Marcus Vinícius e Hélio (Mirandinha). Técnico: Roberto Brida.



domingo, 22 de junho de 2025

ARQUIVOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: Mini Súmulas do Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão - 1979


Sociedade Esportiva do Gama

EQUIPES PARTICIPANTES:

DESPORTIVA BANDEIRANTE (Núcleo Bandeirante)
BRASÍLIA ESPORTE CLUBE (Brasília)
CLUBE DE REGATAS GUARÁ (Guará)
SOBRADINHO ESPORTE CLUBE (Sobradinho)
SOCIEDADE ESPORTIVA DO GAMA (Gama)
TAGUATINGA ESPORTE CLUBE (Taguatinga)

1º TURNO

GUARÁ 1 x 0 TAGUATINGA
Data: 29 de abril de 1979
Local: CAVE
Gol: Ivonildo

DESPORTIVA BANDEIRANTE 0 x 3 BRASÍLIA
Data: 29 de abril de 1979
Local: Pelezão
Gols: Banana (2) e Julinho

SOBRADINHO 3 x 0 GAMA
Data: 29 de abril de 1979
Local: Augustinho Lima
Gols: Rafael, Maurício e Careca

GAMA 2 x 1 BRASÍLIA
Data: 6 de maio de 1979
Local: Bezerrão
Gols: Péricles (2) - Edmar

TAGUATINGA 3 x 1 SOBRADINHO
Data: 6 de maio de 1979
Local: Serejão
Gols: Moreirinha (2) e Léo - Pebinha

GUARÁ 0 x 1 DESPORTIVA BANDEIRANTE
Data: 6 de maio de 1979
Local: CAVE
Gol: Aguinaldo

GAMA 1 x 2 TAGUATINGA
Data: 13 de maio de 1979
Local: Bezerrão
Gols: Péricles - Zé Vieira (2)

GUARÁ 0 x 1 BRASÍLIA
Data: 13 de maio de 1979
Local: CAVE
Gol: Julinho

SOBRADINHO 0 x 0 DESPORTIVA BANDEIRANTE
Data: 16 de maio de 1979
Local: Augustinho Lima

GAMA 1 x 3 DESPORTIVA BANDEIRANTE
Data: 20 de maio de 1979
Local: Bezerrão
Gols: Careca - Aloísio (3)

SOBRADINHO 1 x 2 GUARÁ
Data: 20 de maio de 1979
Local: Augustinho Lima
Gols: Eduir - Belo (2)

TAGUATINGA 0 x 2 BRASÍLIA
Data: 20 de maio de 1979
Local: Serejão
Gols: Edmar e Banana

SOBRADINHO 0 x 1 BRASÍLIA
Data: 27 de maio de 1979
Local: Augustinho Lima
Gol: Luisinho

GUARÁ 1 x 0 GAMA
Data: 27 de maio de 1979
Local: CAVE
Gol: Remo

TAGUATINGA 1 x 2 DESPORTIVA BANDEIRANTE
Data: 27 de maio de 1979
Local: Serejão
Gols: Moreirinha - Cláudio e Gilberto

2º TURNO

BRASÍLIA 1 x 0 DESPORTIVA BANDEIRANTE
Data: 2 de junho de 1979
Local: Serejão
Gol: Luiz Carlos

TAGUATINGA 0 x 0 GUARÁ
Data: 3 de junho de 1979
Local: Serejão

GAMA 1 x 0 SOBRADINHO
Data: 3 de junho de 1979
Local: Bezerrão
Gol: Péricles

GAMA 4 x 2 BRASÍLIA
Data: 10 de junho de 1979
Local: Bezerrão
Gols: Péricles (2), Niltinho e Robertinho - Edmar e Julinho

SOBRADINHO 0 x 2 TAGUATINGA
Data: 10 de junho de 1979
Local: Augustinho Lima
Gols: Léo e Zé Vieira

GUARÁ 1 x 1 DESPORTIVA BANDEIRANTE
Data: 10 de junho de 1979
Local: CAVE
Gols: Piau - Mundinho

SOBRADINHO 1 x 2 DESPORTIVA BANDEIRANTE
Data: 17 de junho de 1979
Local: Augustinho Lima
Gols: Zé Afonso - Moisés e Aloísio

GAMA 2 x 0 TAGUATINGA
Data: 17 de junho de 1979
Local: Bezerrão
Gols: Santana e Robertinho

GUARÁ 2 x 3 BRASÍLIA
Data: 17 de junho de 1979
Local: CAVE
Gols: Xavier e Jânio - Julinho, Ney e Banana

GAMA 2 x 0 DESPORTIVA BANDEIRANTE
Data: 24 de junho de 1979
Local: Bezerrão
Gols: Fantato e Roldão

GUARÁ 1 x 2 SOBRADINHO
Data: 24 de junho de 1979
Local: CAVE
Gols: Ricardo - Careca e Rafael

TAGUATINGA 0 x 3 BRASÍLIA
Data: 24 de junho de 1979
Local: Serejão
Gols: Ney (2) e Julinho

SOBRADINHO 0 x 2 BRASÍLIA
Data: 1 de julho de 1979
Local: Augustinho Lima
Gols: Luiz Carlos e Ney

GAMA 2 x 2 GUARÁ
Data: 1 de julho de 1979
Local: Bezerrão
Gols: Fantato (2) - Belo e Boni

TAGUATINGA 2 x 0 DESPORTIVA BANDEIRANTE
Data: 1 de julho de 1979
Local: Serejão
Gols: Nilson e Warlan

3º TURNO

SOBRADINHO 2 x 1 DESPORTIVA BANDEIRANTE
Data: 7 de julho de 1979
Local: Augustinho Lima
Gols: Baduca e Zé Afonso - Messias

GUARÁ 0 x 3 BRASÍLIA
Data: 8 de julho de 1979
Local: CAVE
Gols: Julinho (2) e Banana

GAMA 1 x 1 TAGUATINGA
Data: 8 de julho de 1979
Local: Bezerrão
Gols: Fantato - Wilton

SOBRADINHO 1 x 1 BRASÍLIA
Data: 15 de julho de 1979
Local: Augustinho Lima
Gols: Zé Afonso - Banana

TAGUATINGA 2 x 2 DESPORTIVA BANDEIRANTE
Data: 15 de julho de 1979
Local: Serejão
Gols: Dario e Warlan - Messias e Wanner (contra)

GAMA 4 x 1 GUARÁ
Data: 15 de julho de 1979
Local: Bezerrão
Gols: Fantato, Péricles, Roldão e Robertinho - Piau

GUARÁ 3 x 1 TAGUATINGA
Data: 22 de julho de 1979
Local: CAVE
Gols: Rafael (2) e Antônio Carlos - Elmo

GAMA 2 x 1 SOBRADINHO
Data: 22 de julho de 1979
Local: Bezerrão
Gols: Fantato e Péricles - Gaúcho

BRASÍLIA 1 x 0 DESPORTIVA BANDEIRANTE
Data: 22 de julho de 1979
Local: Pelezão

SOBRADINHO 0 x 1 GUARÁ
Data: 28 de julho de 1979
Local: Augustinho Lima
Gol: Antônio Carlos

GAMA 4 x 1 DESPORTIVA BANDEIRANTE
Data: 29 de julho de 1979
Local: Bezerrão
Gols: Fantato (2), Santana e Manoel Ferreira - Aloísio

TAGUATINGA 0 x 1 BRASÍLIA
Data: 29 de julho de 1979
Local: Serejão
Gol: Edmar

SOBRADINHO 1 x 0 TAGUATINGA
Data: 5 de agosto de 1979
Local: Augustinho Lima
Gol: Zé Afonso

GUARÁ 2 x 1 DESPORTIVA BANDEIRANTE
Data: 5 de agosto de 1979
Local: CAVE
Gols: Dionísio (2) - Vanderlei

BRASÍLIA 0 x 0 GAMA
Data: 5 de agosto de 1979
Local: Pelezão

GAMA 1 x 0 BRASÍLIA
Data: 12 de agosto de 1979
Local: Bezerrão
Gol: Robertinho

FINAL

BRASÍLIA 1 x 2 GAMA
Data: 19 de agosto de 1979
Local: Pelezão
Gols: William - Péricles (2)



quarta-feira, 18 de junho de 2025

O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE: Cruzeiro vence Remo e conquista torneio interestadual - 1967


Nos dias 16 e 18 de junho de 1967 foi realizado o torneio interestadual em comemoração ao 9º aniversário de Taguatinga. Os jogos foram realizados no recém-inaugurado estádio do Flamengo (Ruy Rossas Nascimento), contando com a participação do clube promotor, o Flamengo, A. E. Cruzeiro do Sul e Defelê, de Brasília, e o Clube do Remo, de Belém (PA).
O Clube do Remo vinha depois de obter grandes resultados, anteriormente: havia empatado com o campeão carioca de 1966, o Bangu (0 x 0), foi vice-campeão do torneio hexagonal de Recife, vencendo os locais Sport Recife (4 x 1) e Santa Cruz - campeão do torneio (2 x 1) e tornou-se campeão do torneio quadrangular de Salvador-BA (levando a melhor sobre Bahia, Leônico e Vitória), dentre outros bons resultados. Além disso, trazia na delegação o técnico Pinheiro (ex-zagueiro do Fluminense e da Seleção Brasileira) e o atacante Amoroso (que antes havia passado com brilho por Botafogo e Fluminense, ambos do Rio de Janeiro); é tio de Amoroso, que começou no futebol do DF e passou por diversas equipes do futebol mundial e defendeu a seleção brasileira.

Amoroso
A primeira rodada, realizada na noite de sexta-feira, dia 16 de junho, apresentou os seguintes jogos (os vencedores decidiriam o torneio): Flamengo 2 x 3 Cruzeiro e Defelê 0 x 1 Clube do Remo.
No dia 18 de junho, domingo à tarde, na preliminar, o Defelê derrotou o Flamengo, por 2 x 1.
No jogo principal, apesar de as atenções estarem voltadas para o Clube do Remo, levando em consideração os bons valores que possuía essa equipe, o título de campeão acabou ficando com a equipe de Brasília. A despeito do campo sem grama e dos fatores contra, o Remo não conseguiu passar pelo Cruzeiro, que foi muito melhor em campo, merecendo o triunfo pela contagem mínima.
A superioridade do Cruzeiro sobre o Remo foi bem definida durante quase todo o transcorrer da partida, e se o clube paraense tentou reorganizar-se na segunda etapa, dando a impressão de que iria modificar o placar, teve pela frente uma marcação quase perfeita dos homens da defesa cruzeirense.
O primeiro tempo pertenceu praticamente todo ele ao Cruzeiro, que iniciou o jogo dando a impressão de que poderia decidir a partida logo nos minutos iniciais. E isso realmente aconteceu, pois num ataque rápido pela direita, a bola foi cruzada para a meta do Remo, saindo Florisvaldo para a defesa, mas sem conseguir detê-la, dando oportunidade a que Ribamar de dentro da pequena área abrisse a contagem, assinalando o único gol da partida aos 11 minutos.
Daí para frente, conseguiu o Cruzeiro defender-se bem, vendo-se em situação difícil uma vez, quando Waldemar teve de praticar excelente intervenção numa cabeçada de Amoroso.

Nando
Na etapa derradeira, o Remo tentou a todo custo o gol de empate, chegando mesmo a perder a cabeça no final da partida, quando Cláudio e Amoroso, aos 42 e 43 minutos, respectivamente, foram expulsos pelo árbitro Nilzo de Sá.

CRUZEIRO 1 x 0 CLUBE DO REMO
Data: 18 de junho de 1967
Local: Ruy Rossas do Nascimento
Árbitro: Nilzo de Sá
Renda: NCr$ 1.455,00 (da rodada dupla) - dando um prejuízo de aproximadamente cinco mil cruzeiros novos aos promotores do torneio.
Gol: Ribamar, 11
CRUZEIRO: Waldemar, Juca, Grover, Maninho e Elinho; Adilson e Alencar; Ramalho, Paulada, Nando e Ribamar (Luciano).
CLUBE DO REMO: Florisvaldo, China, Socó, Nagel e Edilson; Oberdan e Luís Carlos; Zezé, Américo (Edvard), Amoroso e Cláudio.


terça-feira, 17 de junho de 2025

ESQUECIDOS PELO TEMPO: Juscelino


NOME COMPLETO: Juscelino Costa da Conceição
APELIDO: Juscelino
POSIÇÃO: Zagueiro
LOCAL E DATA DE NASCIMENTO: Goiânia-GO, 17 de junho de 1961

Começou nas categorias de base do Goiânia-GO, onde conquistou dois títulos estaduais de juniores.
No começo do mês de maio de 1980, ou seja, antes de completar 19 anos, foi contratado pelo Comercial, de Planaltina, junto ao Goiânia-GO.
Demorou um pouco para estrear em seu novo time, pois seus papéis junto à Federação Metropolitana de Futebol atrasaram para serem aprovados.
Assim, só estreou no Comercial no dia 1º de junho de 1980, no estádio Adonir Guimarães, quando teve atuação destacada no empate diante do Brasília, em 1 x 1.
O Comercial terminou o segundo turno na quarta colocação entre os nove clubes participantes muito em função das boas atuações de Juscelino.
Seu bom desempenho e como ainda tinha idade de junior, o levaram a ser convocado pelo técnico Ercy Rosa para a Seleção Brasiliense da categoria que excursionou à Bolívia e Peru no período de 18 de setembro a 3 de outubro de 1980.
No primeiro jogo, em 20 de setembro de 1980, na derrota de 3 x 2 para o Jorge Wilsterman, fez uma boa apresentação e teve o prazer de marcar Jairzinho, o “Furacão da Copa” que reforçava o clube boliviano e, que, mesmo assim, marcou dois gols.
No segundo jogo, contra o Bolívar, fraturou o tornozelo esquerdo contra o Bolívar, numa entrada maldosa do jogador Aragonés, que foi expulso após o lance.
Resultado: voltou da excursão com uma bota de gesso em seu tornozelo esquerdo.
Demorou para retornar, não sendo possível mais disputar nenhum jogo pelo campeonato brasiliense de 1980.
Seu retorno aos treinamentos somente aconteceu após ser convocado para a Seleção Brasiliense que disputou o Campeonato Brasileiro Sub-20 em Goiânia (GO). Na primeira fase, o Distrito Federal integrou um dos seis grupos formados, juntamente com as seleções de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, não conseguindo classificação para a Segunda Fase.
Contratado pelo Brasília em 1981, foi mantido na equipe de juniores, que chegou ao título de campeão brasiliense da categoria de forma invicta, vencendo doze dos 14 jogos disputados.
No dia 14 de outubro de 1981, Juscelino integrou a zaga da Seleção Brasiliense de Juniores que empatou em 0 x 0 com a Seleção Brasileira da mesma categoria e que se preparava para disputar o Torneio Internacional de Moscou, em janeiro de 1982. Um dos adversários de Juscelino foi Jussiê, seu companheiro no Brasília, e que integrava o selecionado brasileiro.
No mês de dezembro de 1981, foi um dos jogadores do Brasília convocado para a seleção brasiliense de juniores que disputou o Campeonato Brasileiro da categoria. Novamente o DF não conseguiu passar para a Segunda Fase.
Ainda assim, disputou um jogo entre os profissionais, que acabou sendo sua estreia na equipe principal do Brasília, no dia 4 de outubro de 1981, no Pelezão, no empate em 1 x 1 com o Guará. O Brasília formou com Haroldo, Aldair, Juscelino, Jonas Foca e Souza; Marco Antônio, Décio (Zé Maurício) e Gaspar; Willians (Mardone), Nather e Aloísio. Técnico: Ercy Rosa.
Em 1982, enfrentando a concorrência de Kidão e Jonas Foca, zagueiros titulares, não conseguiu se firmar como titular do Brasília, mas disputou cinco jogos e fez parte da equipe que conquistou o campeonato brasiliense deste ano.
Fez parte do elenco do Brasília que disputou o Campeonato Brasileiro da Série A de 1983, de 23 de janeiro a 17 de abril deste ano. Passou mais um tempo no Brasília e depois foi contratado pelo Ceilândia, onde estrearia no dia 3 de setembro de 1983, no Serejão, no empate em 0 x 0 com o Gama. Foram 14 jogos válidos pelo Campeonato Brasiliense deste ano.
Permaneceu no Ceilândia até o ano de 1986. Foram 64 jogos com a camisa do Ceilândia em partidas válidas pelo Campeonato Brasiliense. Marcou apenas um gol, no empate em 1 x 1 com o Planaltina, no Abadião, em 11 de agosto de 1985.
Em 1987, foi contratado pelo Gama, onde ficou até 1989, depois de disputar 45 jogos por esse clube.
Voltaria a marcar um gol já como atleta do Guará, no dia 11 de fevereiro de 1990, no empate em 1 x 1 com o Brasília, no antigo Mané Garrincha. Foram 15 jogos pelo Guará no campeonato brasiliense deste ano, também de sua última participação em um jogo de futebol profissional: no dia 15 de abril de 1990, despediu-se do futebol na vitória de 1 x 0 sobre o Brasília, em jogo realizado no CAVE.



sábado, 14 de junho de 2025

OS TÉCNICOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão de 1992


BRASÍLIA - 30 jogos


Carlos Alberto do Carmo Reis (Remo): 4 jogos, de 14 a 28 de junho;
Pedro Hugo de Barros: 10 jogos, de 5 de julho a 26 de agosto; e
Heitor de Oliveira: 16 jogos, de 7 de setembro a 15 de novembro.

CEILÂNDIA - 28 jogos

Cláudio Irineu da Silva (Chokito): 4 jogos, de 14 a 28 de junho;
Rubens Ferreira Meireles: 23 jogos, de 4 de julho a 28 de outubro; e
Carlos José Melo Passos: um jogo, no dia 31 de outubro.

GAMA - 28 jogos

Antônio Fabiano Ferreira (Raimundinho): 2 jogos, 14 e 20 de junho;
José Rodrigues da Silva (Pedreira): 3 jogos, de 24 de junho a 5 de julho;
Carlos Alberto do Carmo Reis (Remo): 23 jogos, de 12 de julho a 1º de novembro.

GUARÁ - 28 jogos

Hércules Brito Ruas: 7 jogos, de 14 de junho a 19 de julho;
Roberto Peres: 1 jogo, no dia 26 de julho;
Jonas Francisco dos Santos (Foca): 12 jogos, de 2 de agosto a 30 de setembro; e
Marcelino Carvalho: 8 jogos, de 4 de outubro a 1º de novembro.

PLANALTINA - 28 jogos

Francisco Ubiraci de Oliveira (Bira): 28 jogos, de 14 de junho a 31 de outubro.

SOBRADINHO - 28 jogos

Eli de Oliveira: 19 jogos, de 14 de junho a 26 de setembro;
Manoel Botelho: um jogo, no dia 30 de setembro; e
José de Arimatéia Menezes Bonfim (Matéia): 8 jogos, de 4 de outubro a 1º de novembro.

TAGUATINGA - 32 jogos

Mozair Barbosa: 8 jogos, de 14 de junho a 26 de julho;
Eurípedes Bueno de Morais: 4 jogos, de 2 a 15 de agosto; e
Heitor Mitsuaki Kanegae: 20 jogos, de 22 de agosto a 15 de novembro.

TIRADENTES - 30 jogos

Adelmar Carvalho Cabral (Déo): 20 jogos, de 14 de junho a 23 de setembro; e
Mozair Barbosa: 10 jogos, de 26 de setembro a 31 de outubro.