sábado, 26 de novembro de 2011

CLASSIFICAÇÃO FINAL DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE JUNIORES DE 1997



 

CF

CLUBES

J

V

E

D

GF

GC

PG

1º

LUZIÂNIA

13

8

4

1

27

9

28

2º

SOBRADINHO

13

6

3

4

14

12

21

3º

GUARÁ

11

7

2

2

14

5

23

4º

BRAZLÂNDIA

11

5

2

4

24

16

17

5º

DOM PEDRO II

9

4

4

1

21

6

16

6º

GAMA

9

3

2

4

14

16

11

7º

PLANALTINA

9

2

3

4

4

8

9

8º

CEILANDENSE

9

2

2

5

11

22

8

9º

BRASÍLIA

9

1

3

5

4

12

6

10º

BANDEIRANTE

9

0

1

8

7

37

1

 

Artilheiro: Mário Zan, do Brazlândia, com 10 gols

Goleiro menos vazado: Cledson, do Guará, 5 gols em 11 jogos.


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

AS DECISÕES: CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1978


GAMA 0 x 1 BRASÍLIA
Data: 17 de dezembro de 1978
Local: Estádio Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Edson Rezende de Oliveira
Renda: Cr$ 30.160,00
Gol: Nei, 38
Brasília: Jonas, Ferretti, Foca, Emerson e Luizinho; Paulinho, Péricles (Odair) e Raimundinho; Banana (Albeneir), Edmar e Nei.
Gama: Chico, Manoel Silva, Kidão, Santana (Junior) e Edvaldo; Uel, Manoel Ferreira e Vicente; Roldão, Niltinho e Júlio (Carlão).


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

ARQUIVOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: TORNEIO INÍCIO DE 1986


Disputado no Estádio “Mané Garrincha”, em Brasília, no dia 26 de janeiro de 1986, apresentou os seguintes resultados:

PLANALTINA 1 x 0 CEILÂNDIA, gol: Tico.
BRASÍLIA 0 x 0 SOBRADINHO (nos pênaltis: Brasília 5 x 4).
TAGUATINGA 1 x 0 TIRADENTES, gol: Ahlá (contra).
GAMA 1 x 0 GUARÁ, gol: Rogério.
BRASÍLIA 0 x 0 PLANALTINA (nos pênaltis: Brasília 5 x 4).
TAGUATINGA 1 x 0 GAMA, gol: Joãozinho.
TAGUATINGA 5 x 4 BRASÍLIA (nos pênaltis: Taguatinga 5 x 4)

Campeão: Taguatinga.



quarta-feira, 16 de novembro de 2011

TÚNEL DO TEMPO: O QUE ACONTECEU HÁ 50 ANOS (16 a 30 de novembro de 1961)


19.11.1961
No segundo jogo da “melhor-de-três” para se conhecer o campeão brasiliense de 1961 novamente deu empate. No Estádio “Israel Pinheiro”, do Guará, Defelê e Rabello não marcaram gols. Jorge Cardoso foi o árbitro e a renda alcançou CR$ 61.200,00.

21.11.1961
Em Assembléia Geral os clubes filiados à Federação Desportiva de Brasília aprovaram o seguinte:
1. Abrir inscrições para o Campeonato de Futebol na categoria de Classista e Popular;
2. Abrir inscrições, no período de 1º de dezembro de 1961 a 28 de fevereiro de 1962 para as associações de futebol que desejarem adotar o profissionalismo.

22.11.1961
Criado o Departamento de Futebol Popular e Classista, para o qual foi nomeado Diretor Juventino Oliveira.

A série para se conhecer o campeão de Brasília continuava empatada após o jogo Rabello 1 x 1 Defelê, disputado no Estádio “Aristóteles Góes”. Zé Paulo marcou para o Defelê e Carioca assinalou o gol do Rabello. Pela terceira vez, Jorge Cardoso foi o árbitro do encontro, que teve a renda de CR$ 99.600,00.

26.11.1961
A Segunda Divisão também continuava a sua fase decisiva, com o segundo jogo da série “melhor-de-três”. Guanabara e Colombo voltaram a empatar, desta vez em 2 x 2. Tião II marcou os gols do Colombo e Walfredo e Barbosinha os do Guanabara. O jogo teve como local o Estádio “Israel Pinheiro” e foi arbitrado por Josué Costa Araújo. A renda foi de CR$ 6.800,00.


quarta-feira, 9 de novembro de 2011

AS DECISÕES: CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1969


Coenge

A rodada de 19 de outubro, apesar de não ser a última, acabou sendo a rodada que decidiu o campeonato brasiliense de 1969.
Líder da competição, o Grêmio Esportivo Brasiliense precisava só manter seu favoritismo diante do Flamengo, de Taguatinga, para ficar com o título.
Torcendo contra esse prognóstico encontrava-se o Coenge, do Gama, que, além de torcer pela vitória do Flamengo tinha que ganhar de outro time de Taguatinga, o Brasília.
Durante a semana, estranhamente a Federação inverteu o mando de campo do jogo do Flamengo com o Grêmio, passando o mesmo de Taguatinga (estádio do Flamengo) para a Metropolitana (estádio Vasco Viana de Andrade, onde o Grêmio mandava seus jogos).
Toda a alta direção da Federação e a imprensa se dirigiram para a Metropolitana. No jornal Correio Braziliense do dia seguinte, existem detalhes apenas do jogo Grêmio x Flamengo, visto que os demais jogos ficaram sem cobertura da imprensa.
Alguns disseram que a equipe do Grêmio já entrou em campo com as faixas de campeão e a imprensa o considerava o virtual campeão.
Mas o que se viu foi o time do Flamengo carimbar a faixa dos gremistas em uma tarde chuvosa, vencendo-os por 2 x 1, com dois gols de Ari. Zé Carlos descontou para o Grêmio. O rubro-negro jogou com Maia (Fernandes), Emanuel, Chiquinho, Adorival e Odair; Silvinho e Dirceu; Agostinho, Ari, Deija (Jaime) e Edmilson. Defenderam o Grêmio Kill, Tião, Emábio, Joãozinho e Edson; Bugue e Pedrinho; Jorge (Procópio), Ademir, Zé Carlos e Osvaldinho. O árbitro foi Geraldo Delfino, que expulsou Bugue (Grêmio) e Jaime (Flamengo).
No estádio da A. A. Cultural Mariana, no Gama, o Coenge tinha que vencer o Brasília para aproveitar o tropeço do Grêmio.
E, apesar do resultado final, o Coenge não teve vida fácil. No primeiro tempo o Brasília desperdiçou um pênalti, cobrado por Toinho, na trave. O primeiro tempo terminou 2 x 1 a favor do Coenge, gols marcados por Oscar e Divino para o Coenge e Cabeleira para o Brasília. No segundo tempo, o Coenge dominou as ações e marcou mais três gols, sendo dois de Noé e um de Marcos.
A partida foi dirigida por Mario José da Silva, auxiliado por Alaor Ribeiro e Orsi José da Silva.
O time campeão atuou com Hugo, Ferraz, Tatá, Mauro e Xixico; Pelezão (Eustáquio) e Divino; Márcio Minhoca, Pelezinho, Noé e Oscar. O Brasília jogou com Maracanã, Luizinho, Gildásio, Triste e Getúlio; Jorrânio e Nemias; Zé Botão, Negão, Toinho e Cabeleira.
A combinação de resultados, derrota do Grêmio para o Flamengo e a vitória do Coenge sobre o Brasília, deu o título de campeão brasiliense de 1969 ao Coenge.

Colaboração: Márcio Almeida.


terça-feira, 8 de novembro de 2011

OS CLUBES DO DF: Olímpico


O Olímpico Atlético Clube foi fundado em 31 de março de 1976, em uma reunião realizada na sede da ASMINTER – Associação dos Servidores do Ministério do Interior, no 11º andar do Edifício Sede do Ministério do Interior, no Setor de Autarquias Sul, em Brasília (DF).

Estiveram presentes à Assembleia que fundou o novo clube Waldyr Mattos Magno, Presidente da Mesa, Aluízio de Melo Cavalcanti, Secretário da Mesa, Antônio Gomes de Magalhães Bastos, Presidente da ASMINTER, Ayrton Emmanuel Leal Chaves, 1º Secretário da ASMINTER, Gentil Rodrigues do Nascimento, Cid Sebastião Leal Chaves, Carlos Eduardo Ferreira, Ivo José Batista e Romildo Moreira Dias.
Foram eleitos por aclamação Ayrton Emmanuel Leal Chaves para Presidente do Olímpico, Gentil Rodrigues do Nascimento para Vice-Presidente e Cid Sebastião Leal Chaves para Diretor de Futebol.
O Olímpico era uma sociedade vinculada a ASMINTER através do seu Departamento de Esportes, com personalidade jurídica distinta da de seus sócios.
As cores oficiais do Olímpico eram vermelha, branca e azul.
No dia 9 de outubro de 1976 aconteceu outra Assembleia que aprovou a desvinculação do Olímpico da ASMINTER.
O novo clube não teve nenhuma atividade entre os profissionais no ano de 1976. Por outro lado, inscreveu-se no campeonato brasiliense de juniores, quando foi 5º colocado no primeiro turno, e segundo do Grupo A no 2º turno, quando os dez clubes participantes foram divididos em duas chaves, cada uma com cinco clubes.
No ano seguinte, resolveu investir para fazer boa campanha no campeonato de 1977. Contratou jogadores bastante conhecidos no futebol brasiliense como o goleiro Elizaldo, o lateral-artilheiro Aderbal e o centroavante Humberto.
Estreou no Torneio Imprensa (disputado por 9 equipes) no dia 8 de março de 1977, vencendo o Taguatinga, por 2 x 1. Além desse jogo, teve uma sequência de quatro jogos sem derrota (0 x 0 Corinthians, 1 x 1 Gama, 2 x 0 Grêmio e 0 x 0 Demabra), até conhecer sua primeira derrota em 16 de abril, diante do Canarinho (2 x 1).
Terminou o torneio na quinta colocação, com a seguinte campanha: 8 jogos, 2 vitórias, quatro empates e duas derrotas, a segunda delas para o campeão Brasília, em 7 de maio de 1976.
Depois disso, ficou de fora do Torneio Incentivo e do campeonato oficial de 1977. Não voltou a atuar em competições promovidas pela Federação Metropolitana de Futebol.


domingo, 6 de novembro de 2011

ARQUIVOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: os Torneios Inícios de 1965


No ano de 1965, o futebol de Brasília tinha dois campeonatos: o de amadores e o de profissionais. Sendo assim, também foram realizados dois Torneios Início.
O dos amadores foi o primeiro, disputado no dia 30 de maio de 1965 e que apresentou os seguintes resultados:
Grêmio 0 x 0 Cruzeiro do Sul (nos pênaltis: Grêmio 3 x 1)
Pederneiras 1 x 0 Guanabara
Vila Matias 1 x 0 Grêmio
Vila Matias 1 x 0 Pederneiras

Campeão: Vila Matias

Já o Torneio Início da Divisão de Profissionais foi realizado no dia 12 de setembro de 1965 e contou com a participação de Guará, Rabello, Colombo e Defelê. Os jogos foram os seguintes:
Guará 1 x 0 Defelê, gol de Heitor;
Rabello 4 x 0 Colombo, gols de Beto Pretti, Zoca, Invasão e Zezé;
Rabello 0 x 0 Guará (nos pênaltis: Rabello 2 x 1)

Campeão: Rabello.


quarta-feira, 2 de novembro de 2011

AS DECISÕES: CAMPEONATO BRASILIENSE DA 1ª DIVISÃO - 2005


O Brasiliense conquistou o bicampeonato brasiliense com uma grande exibição sobre seu maior rival, o Gama. Foi o maior placar sobre o rival em 19 confrontos até então. O Gama já havia vencido seu adversário por goleada na decisão do campeonato brasiliense de 2003, quando aplicou 4 x 1, no Estádio Bezerrão.
O Brasiliense jogava por um empate ou, até mesmo uma derrota, desde que não houvesse uma goleada no outro confronto da rodada, entre Ceilândia e Paranoá.
O primeiro gol saiu logo aos 12 minutos. Márcio Careca começou a jogada pela esquerda e rolou para Iranildo. Este serviu Marcelinho Carioca, que chutou para a rebatida do goleiro Ângelo. Iranildo pegou o rebote, de frente para o gol, e mandou a bola no canto esquerdo.
O Gama tentou manter o jogo equilibrado. O goleiro Donizeti marcou presença em dois chutes perigosos, e em seqüência, de Wesley e Maia.
Do outro lado, Ângelo também procurava segurar o ímpeto dos adversários. Fez grandes defesas em finalizações de Giovani, Dida, Marcelinho Carioca e Iranildo. Com isso, ele garantiu que o marcador permanecesse em 1 x 0 ao fim do primeiro tempo.
Na volta para o segundo tempo, não demorou para que o Brasiliense ampliasse. Igor aproveitou cruzamento de Iranildo para conferir, de cabeça. Ele acabou com um jejum de nove partidas.
Tiano substituiu Giovani aos 17 minutos do segundo tempo. Na primeira vez que tocou na bola, no mesmo minuto em que entrou em campo, decretou a goleada. O lançamento de Iranildo, pelo meio, encontrou o baixinho sozinho, na direita. Ele chutou cruzado.
O Gama ainda tentou diminuir o prejuízo, mas as tentativas paravam nas mãos de Donizeti.
Eis a súmula do jogo:

BRASILIENSE 3 x 0 GAMA
Data: 17 de abril de 2005
Local: Estádio Serejão (Taguatinga)
Árbitro: Jamir Garcez
Público: 6.195 pagantes
Renda: R$ 13.684,00
Gols: Iranildo, 12; Igor, 60 e Tiano, 62
Brasiliense: Donizetti, Dida, Padovani, Jairo e Márcio Careca (Rochinha); Deda, Robston, Iranildo (Leandro Tavares) e Marcelinho Carioca; Igor e Giovani (Tiano). Técnico: Valdyr Espinosa.
Gama: Ângelo, Patrick (Cleiton), Cabrerizo, Émerson e Bobby; Agenor, Goeber (Erivaldo), Diego e Wesley; Victor e Maia (Da Silva). Técnico: Ivan Araújo (interino).


terça-feira, 1 de novembro de 2011

TÚNEL DO TEMPO: O QUE ACONTECEU HÁ 50 ANOS (01 a 15 de novembro de 1961)


03.11.1961
Faleceu Gabriel da Costa Filho, pioneiro dos desportos em Brasília, fundador do Central Clube Nacional, grande incentivador do campeonato de futebol de 1959, um dos fundadores da Federação Desportiva de Brasília no mesmo ano e reorganizador em 1960.

05.11.1961
O campeonato brasiliense da Primeira Divisão chegou à sua última rodada do segundo turno.
No Estádio “Ciro Machado do Espírito Santo”, Planalto e Alvorada empataram em 3 x 3. Rui (2) e Negão marcaram para o Planalto e Moacir marcou os três gols do Alvorada. Josué Costa Araújo foi o árbitro da partida.
O Nacional venceu o Grêmio por 2 x 1, com dois gols de Zezito, contra um de Ilídio. O jogo foi disputado no Estádio Paulo Linhares e foi arbitrado por Lourandyr de Castro Gomes.
No terceiro jogo da rodada, o Rabello visitou o Estádio Israel Pinheiro, do Guará, e venceu o clube local por 1 x 0, gol de Arnaldo. A renda foi de CR$ 25.000,00 e teve a arbitragem de Jorge Cardoso. Esse resultado qualificou o Rabello a decidir, em melhor-de-três, com o Defelê, o campeonato brasiliense de 1961.

07.11.1961
O Clube de Regatas Guará encaminhou Ofício nº 227, desta data, solicitando que fosse convocada Assembléia para discutir sobre a possibilidade de ser criada uma divisão extra do profissionalismo.

12.11.1961
No primeiro jogo da “melhor-de-três” para se conhecer o campeão brasiliense de 1961 deu empate. No Estádio “Aristóteles Góes”, do Nacional, Rabello e Defelê ficaram no 1 x 1. Joãozinho marcou para o Rabello e Raimundinho assinalou o tento do Defelê. Jorge Cardoso foi o árbitro e a renda alcançou CR$ 75.800,00.

Quem também começou a decisão em “melhor-de-três” foi a Segunda Divisão.
Por coincidência, Guanabara e Colombo também empataram em 1 x 1, gols de Walfredo para o Guanabara e Jorge para o Colombo. O jogo teve como local o Estádio “Israel Pinheiro” e foi arbitrado por Moacir Siqueira. A renda foi de CR$ 20.000,00.


quarta-feira, 26 de outubro de 2011

ARQUIVOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: o Torneio Início de 1967


Tendo como local o Estádio Nacional de Brasília (posteriormente chamado de Pelezão), foi realizado no dia 11 de junho o Torneio Início do Campeonato Brasiliense de 1967.
Os jogos tiveram essa ordem:
1. Cruzeiro do Sul 0 x 0 Guará (nos pênaltis, Cruzeiro do Sul 3 x 0);
2. Rabello 1 x 0 Flamengo, gol de Sabará;
3. Colombo 1 x 0 Defelê, gol de Paulinho;
4. Cruzeiro do Sul 0 x 0 Rabello (nos pênaltis, Cruzeiro do Sul 3 x 2);
5. Decisão: Colombo 1 x 0 Cruzeiro do Sul, gol de Milton (contra).

Campeão: Colombo
Vice-Campeão: Cruzeiro do Sul.



sábado, 22 de outubro de 2011

REGISTROS HISTÓRICOS: O CAMPEONATO DA LIGA DOS CLUBES INDEPENDENTES DE 1963


No dia 2 de junho de 1963 aconteceu a realização do Torneio Início da Liga dos Clubes Independentes, no campo do Esporte Clube W-3, com a participação de 1º de Maio, Guarani, Imprensa Nacional, Correio Braziliense, W-3 e Esporte Clube Drago.
O campeão foi o time da Imprensa Nacional que, na final, venceu o E. C. Drago, nos pênaltis, por 5 x 4.
A primeira rodada do campeonato da Liga foi realizada em 9 de junho. Além dos participantes do Torneio Início, também tomaram parte o Camargo Correa e o Planalto.
A classificação final do campeonato da Liga dos Clubes Independentes foi a seguinte: Campeão: Camargo Corrêa, 3 pontos perdidos; Vice-Campeão: E. C. W-3, 6; 3º Imprensa Nacional, 7; 4º Correio Braziliense, 15; 5º Drago, 16; 6º Planalto, 17 e 7º Guarani, 18.
O W-3 vinha se mantendo na liderança invicta do certame, com dois pontos perdidos, até o jogo do dia 1º de setembro, quando o Camargo Corrêa o derrotou por 3 x 0, assumindo a ponta do campeonato e dando passo importante para a conquista do título.
O W-3 foi o campeão da categoria de aspirantes.



quarta-feira, 19 de outubro de 2011

ESTÁDIOS DE BRASÍLIA: Serejão/Boca do Jacaré


Localizado na cidade de Taguatinga e com o nome oficial de “Elmo Serejo Farias” (homenagem ao governador do Distrito Federal no período de 1974 a 1979), o estádio teve sua inauguração parcial no dia 29 de agosto de 1976, quando o Taguatinga venceu o Vila Nova, de Goiânia (GO), por 1 x 0, gol olímpico de Dinarte aos 42 minutos do segundo tempo.
O Taguatinga atuou com Carlos José, Mundinho, Edair, Mauro e Chico; Nelson, Elmo e Maurício; Bira (Zé Vieira), Ruy e Dinarte. O árbitro da partida foi Adélio Soares Nogueira.
As obras para a conclusão do estádio passaram, então, a um ritmo bastante lento e, somente em 23 de abril de 1978 é que a cidade de Taguatinga pôde festejar a entrega do seu primeiro grande estádio.
Naquele dia, o Taguatinga recebeu a equipe juvenil do Fluminense, um timaço de garotos! Resultado: Fluminense 4 x 1 Taguatinga. Os gols foram marcados por Cléber (o primeiro gol do novo estádio), Gilcimar e Robertinho (2), para o Fluminense, e Belo, para o Taguatinga. Coincidentemente, o árbitro foi o mesmo da inauguração parcial: Adélio Soares Nogueira.
Jogou o Taguatinga com Félix, Nonato, Wanner, Aldair e Luiz Fernando; Renê, Joãozinho (Maurício) e Dirceu Lopes; Belo, Peba e Paulo César. Destaques: o goleiro Félix e o meio-de-campo Dirceu Lopes foram especialmente convidados para o evento.
Já o Fluminense formou com João Luís, Joel (Vanderlei), William (Flávio), Jorge Luís e Zezinho; Cléber Silva, Cléber e Marcos; Gilcimar, Robertinho e Mário (Cláudio Adão).
O Taguatinga mandou seus jogos no Serejão até o ano de 1999. Naquele ano, no dia 3 de junho, fez seu último jogo pelo campeonato brasiliense, quando foi derrotado pelo Guará: 3 x 1.
O estádio ainda foi palco de jogos da Segunda Divisão em 1999, sendo o último em 9 de outubro quando o Atlântida (time de Taguatinga) foi goleado pelo Comercial, do Núcleo Bandeirante, por 4 x 0.
Com a extinção dos dois times de Taguatinga, o estádio foi praticamente abandonado, chegando ao ponto de não ser sede de nenhum jogo pelo campeonato brasiliense de 2000.
Em abril de 2001 a diretoria do Brasiliense arrendou o estádio junto à Administração Regional com o intuito de realizar as partidas do Brasiliense. A reforma inicial do estádio, financiada pelo Brasiliense Futebol Clube, durou 70 dias e solucionou problemas antigos, como o reparo de alambrados e refletores, remodelação dos vestiários, cuidados básicos com o gramado e todas as medidas necessárias para deixar o Serejão em condições de jogo.
Uma vitória marcou o início da trajetória do Brasiliense em sua nova casa que passaria a ser conhecida como “Boca do Jacaré” (O apelido Boca do Jacaré se deve ao mascote do Brasiliense, um jacaré). No dia 25 de abril de 2001, o Brasiliense venceu o Brasília por 3 x 1. O primeiro gol foi marcado por Weldon, do Brasiliense. A final do estadual daquele ano proporcionou o maior público da história do estádio: 34.228 torcedores assistiram ao jogo Brasiliense 1 x 2 Gama. Além dos jogos do Brasiliense na Série C, o estádio ainda recebeu, no ano de sua reabertura, jogos da Série A do Campeonato Brasileiro e acolheu times como Botafogo, Cruzeiro, Corinthians, Palmeiras, Atlético (MG) e Fluminense em duelos pela competição nacional. O Flamengo também escolheu a Boca do Jacaré como o palco para as partidas da Copa Mercosul 2001.
No ano seguinte, no entanto, a maior atração dos gramados da Boca do Jacaré foi o próprio Brasiliense. O Brasiliense foi campeão da Série C do Campeonato Brasileiro e chegou à final da Copa do Brasil, quando acabou sendo derrotado pelo Corinthians.
Em 2004, foi na Boca do Jacaré que o Brasiliense comemorou o acesso para a elite do futebol brasileiro, a Série A.
Em 2005, o Brasiliense empreendeu uma ampla reforma na Boca do Jacaré. No campo, foi plantada grama Esmeralda, o terreno foi nivelado e o sistema de drenagem recuperado. Os alambrados foram reforçados e os bancos de reservas, construídos. O sistema de iluminação do estádio foi aperfeiçoado e os vestiários, completamente remodelados, incluindo o acesso ao campo. A sala de musculação anexa ao vestiário do Brasiliense também foi erguida durante esta intervenção. A tribuna de honra foi ampliada e as condições das cabines de rádio foram melhoradas. O campo de apoio foi revitalizado, e o Brasiliense passou a treinar também no estádio.
As acomodações na Boca do Jacaré são divididas em setores: norte e sul, situadas atrás das balizas, oeste e leste, cadeiras e tribuna de honra. O setor leste corresponde a uma nova arquibancada em estrutura metálica, acrescida ao estádio em 2005, que expandiu a capacidade de espectadores no estádio. Recentemente, cadeiras que foram retiradas do Mané Garrincha foram instaladas nos setores oeste e leste do estádio, propiciando mais conforto ao torcedor do Jacaré.
E a Boca do Jacaré vai ser ampliada nos próximos anos, quando fará parte da infra-estrutura de Brasília para a Copa do Mundo de 2014. O estádio servirá de local de apoio para os treinos das seleções que disputarem os jogos na capital federal e a completa reestruturação do estádio está na pauta de obras na cidade para o Mundial do Brasil.

Colaboração: Roberto Naves