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quarta-feira, 30 de maio de 2012

BOTAFOGO x BANGU EM BRASÍLIA


Dois dos melhores times da década de 60 disputaram um amistoso no dia 14 de março de 1967, em Brasília.
A partida amistosa fez parte das festividades da posse do Marechal Costa e Silva na Presidência da República.
O vencedor recebeu o Troféu “Costa e Silva”.
Eis os dados desse grande jogo:
BOTAFOGO 2 x 1 BANGU
Local: Estádio Nacional de Brasília
Árbitro: Airton Vieira de Morais, o Sansão.
Renda: Cr$ 28.850,00
Gols: Rogério, 16 e Paulo César Lima, 44, para o Botafogo e Aladim, aos 59, para o Bangu.
BOTAFOGO: Manga, Paulistinha, Zé Carlos (Chiquinho), Leônidas e Dimas (Valtencir); Nei Conceição e Afonsinho; Rogério (Zélio), Airton, Roberto (Rui Amoroso) e Paulo César Lima. Técnico: Admildo Chirol.
BANGU: Ubirajara Motta, Cabrita, Mário Tito, Luís Alberto e Pedrinho; Ocimar e Jair; Tonho, Paulo Borges, Cabralzinho e Aladim. Técnico: Martim Francisco.

terça-feira, 29 de maio de 2012

ARQUIVOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: O CAMPEONATO DE PROFISSIONAIS DE 1966


PARTICIPANTES:
CLUBE ATLÉTICO COLOMBO (Núcleo Bandeirante)
CLUBE DE REGATAS FLAMENGO DE BRASÍLIA (Taguatinga)
CLUBE DE REGATAS GUARÁ (Guará)
DEFELÊ FUTEBOL CLUBE (Brasília)
LUZIÂNIA ESPORTE CLUBE (Luziânia-GO)
PEDERNEIRAS ESPORTE CLUBE (Brasília)
RABELLO FUTEBOL CLUBE (Brasília)

1º TURNO

DEFELÊ 3 x 0 GUARÁ
18.06.1966

Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Idélcio Gomes de Almeida
Gols: Alaor Capella, Vitinho e Bawany

COLOMBO 3 x 2 PEDERNEIRAS
19.06.1966
Paulo Linhares
Árbitro: Rubens Pacheco
Gols: Cid (2) e Baiano / Zezito e Moisés

RABELLO 3 x 0 FLAMENGO
19.06.1966
Estádio de Brasília
Árbitro: Carlos Ferreira do Amaral
Gols: Beto Pretti, Zé Maria e Zezé

PEDERNEIRAS 2 x 0 FLAMENGO
25.06.1966
Israel Pinheiro
Árbitro: Nilzo de Sá
Gols: Eraldo e Zeca

LUZIÂNIA 3 x 1 DEFELÊ
26.06.1966
Estádio de Brasília
Árbitro: Aristeu Teixeira Santana
Gols: Tôco, Sabará e Bubu / Walter

RABELLO 3 x 1 GUARÁ
26.06.1966
Paulo Linhares
Árbitro: Jorge Cardoso
Gols: Otávio (3) / Juvenil

COLOMBO 4 x 1 FLAMENGO
30.06.1966
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Djalma Neves
Gols: Baiano (3) e Cid / Bolero

DEFELÊ 1 x 2 RABELLO
03.07.1966
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Carlos Ferreira do Amaral
Gols: Alaor Capella / Otávio e Roberto

LUZIÂNIA 3 x 1 PEDERNEIRAS
03.07.1966
Francisco das Chagas Rocha, Luziânia
Árbitro: José Francisco de Souza
Gols: Tôco (2) e Sabará / Eraldo

COLOMBO 3 x 2 LUZIÂNIA
07.07.1966
Estádio de Brasília
Árbitro: Jorge Cardoso
Gols: Baiano (2) e Crispim / Sabará (2)

DEFELÊ 0 x 2 PEDERNEIRAS
10.07.1966
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Idélcio Gomes de Almeida
Gols: Zezito e Eraldo

GUARÁ 2 x 2 FLAMENGO
10.07.1966
Israel Pinheiro
Árbitro: Onete Alves
Gols: Maurício e Mauro / Jaime e Raimundo (contra)

RABELLO 3 x 3 PEDERNEIRAS
17.07.1966
Paulo Linhares
Árbitro: Antônio Sampaio Nascimento
Gols: Zezé (2) e Zé Maria / Zezito, Eraldo e Doca

LUZIÂNIA 2 x 2 FLAMENGO
17.07.1966
Francisco das Chagas Rocha, Luziânia
Árbitro: Rubens Pacheco
Gols: Bubu e Hermes / Santos (2)

COLOMBO 5 x 0 GUARÁ
17.07.1966
Estádio de Brasília
Árbitro: Nilzo de Sá
Gols: Baiano (2), Gilson (2) e Cid

GUARÁ 0 x 0 PEDERNEIRAS
23.07.1966
Estádio de Brasília
Árbitro: Geraldo Delfino

RABELLO 0 x 1 LUZIÂNIA
24.07.1966
Paulo Linhares
Árbitro: Jorge Cardoso
Gol: Raimundinho

COLOMBO 1 x 2 DEFELÊ
24.07.1966
Israel Pinheiro
Árbitro: Rubens Pacheco
Gols: Cid / Alaor Capella (2)

DEFELÊ 1 x 2 FLAMENGO
30.07.1966
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Carlos Alberto de Andrade
Gols: Alaor Capella / Santos e Jaime

RABELLO 1 x 1 COLOMBO
31.07.1966
Estádio de Brasília
Árbitro: Jorge Cardoso
Gols: Invasão / Cid

GUARÁ 0 x 3 LUZIÂNIA
31.07.1966
Paulo Linhares
Árbitro: José Mattos Sobrinho
Gols: Sabará (2) e Raimundinho

2º TURNO

DEFELÊ 1 x 0 PEDERNEIRAS
13.08.1966
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Carlos Ferreira do Amaral
Gol: Alaor Capella

FLAMENGO 3 x 8 LUZIÂNIA
14.08.1966
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Idélcio Gomes de Almeida
Gols: Antenor, Santos e Edinho / Hermes (3), Oscar, Tôco, Raimundinho, Sabará e Bolinha

GUARÁ 0 x 1 COLOMBO
14.08.1966
Israel Pinheiro
Árbitro: José Mendonça
Gol: Crispim

DEFELÊ 1 x 4 RABELLO
18.08.1966
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Djalma Neves
Gols: Djalma / Otávio (2), Reinaldo e Zoca

COLOMBO 4 x 1 FLAMENGO
20.08.1966
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Jorge Cardoso
Gols: Cid (2), Pino e Baiano / Santos

DEFELÊ 2 x 1 LUZIÂNIA
21.08.1966
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Carlos Ferreira do Amaral
Gols: Bawany e Delson / Raimundinho

PEDERNEIRAS 3 x 2 RABELLO
21.08.1966
Vasco Viana de Andrade
Árbitro: Nilzo de Sá
Gols: Zezito (2) e Aderbal (contra) / Reinaldo (2)

DEFELÊ 2 x 2 COLOMBO
27.08.1966
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Idélcio Gomes de Almeida
Gols: Alaor Capella e Djalma / Gilson e Cid

PEDERNEIRAS 1 x 2 LUZIÂNIA
28.08.1966
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: José Mattos Sobrinho
Gols: Zezito / Hermes e Raimundinho

GUARÁ 0 x 2 RABELLO
28.08.1966
Israel Pinheiro
Árbitro: Leon Kurc
Gols: Zoca e Zé Maria

COLOMBO 3 x 0 PEDERNEIRAS
07.09.1966
Estádio de Brasília
Árbitro: Jorge Cardoso
Gols: Cid, Ivan e Gilson

RABELLO 4 x 2 FLAMENGO
10.09.1966
Estádio de Brasília
Árbitro: Carlos Ferreira do Amaral
Gols: Otávio (3) e Walmir / Goiano (2)

FLAMENGO 3 x 1 GUARÁ
11.09.1966
Estádio de Brasília
Árbitro: Nilzo de Sá
Gols: Santos, Jaime e Antenor / Ireide

GUARÁ 0 x 1 LUZIÂNIA
14.09.1966
Israel Pinheiro
Árbitro: Nilzo de Sá
Gol: Sabará

GUARÁ 0 x 1 PEDERNEIRAS
17.09.1966
Israel Pinheiro
Árbitro: Jorge Cardoso
Gol: Moisés

DEFELÊ 3 x 1 FLAMENGO
17.09.1966
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: José Mattos Sobrinho
Gols: Bawany, Delson e Ely / Santos

RABELLO 3 x 0 COLOMBO
18.09.1966
Estádio de Brasília
Árbitro: Rubens Pacheco
Gols: Zezé, Walmir e Roberto

PEDERNEIRAS 4 x 2 FLAMENGO
24.09.1966
Estádio de Brasília
Árbitro: José Mattos Sobrinho
Gols: Zezito, Doca, Eraldo e Zeca / Santos e Edinho

LUZIÂNIA 1 x 3 RABELLO
25.09.1966
Francisco das Chagas Rocha, Luziânia
Árbitro: Rubens Pacheco
Gols: Sabará / Roberto (2) e Beto Pretti

GUARÁ 0 x 2 DEFELÊ
01.10.1966
Israel Pinheiro
Árbitro: Carlos Ferreira do Amaral
Gols: Bawany e Djalma

LUZIÂNIA 2 x 1 COLOMBO
01.10.1966
Francisco das Chagas Rocha, Luziânia
Árbitro: Rubens Pacheco
Gols: Tôco e Hermes / Cid

CLASSIFICAÇÃO FINAL

CF
CLUBES
J
V
E
D
GF
GC
PG
RABELLO
12
8
2
2
30
14
18
LUZIÂNIA
12
8
1
3
29
17
17
COLOMBO
12
7
2
3
28
16
16
DEFELÊ
12
6
1
5
19
18
13
PEDERNEIRAS
12
5
2
5
19
19
12
FLAMENGO
12
2
2
8
19
38
6
GUARÁ
12
0
2
10
4
26
2

domingo, 27 de maio de 2012

O TEMPO ESQUENTOU!

No começo do ano de 1963, alguns times de Brasília, para entrosarem seus conjuntos, realizaram amistosos contra clubes de Anápolis (GO). O futebol goiano acabara de se profissionalizar.
No primeiro dia, 17 de fevereiro de 1963, em Brasília o Cruzeiro do Sul marcou 3 x 1 sobre a Anapolina, enquanto que, em Anápolis, houve empate no jogo Anápolis x Colombo: 2 x 2.
No dia 9 de março, em Anápolis, o Ipiranga aplicou uma tremenda goleada sobre o Grêmio Brasiliense: 8 x 2.
Oito dias depois (17 de março), mais uma vez em Anápolis, foi a vez de um clube de Brasília dar o troco, vencendo este mesmo Ipiranga. O Colombo marcou 3 x 2 sobre o clube anapolino.
O tempo esquentou de vez no dia 31 de março: em Brasília, o Grêmio tentou de todas as maneiras uma desforra diante do Ipiranga, mas não conseguiu. Placar final: 1 x 0 a favor do Ipiranga.
Em Anápolis, o Cruzeiro do Sul estava retribuindo a visita a Brasília da Anapolina. O placar apontava Anapolina 1 x 3 Cruzeiro do Sul (mesmo resultado de Brasília) quando o tempo fechou devido a uma confusão generalizada entre os jogadores dos dois clubes; foram expulsos muitos jogadores e o Cruzeiro do Sul ficou sem o número mínimo de jogadores exigido pela norma. Com isso, o jogo não chegou ao seu final.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

CURIOSIDADES DO FUTEBOL BRASILIENSE

Em 8 de maio de 1961 foi criada a primeira escola de árbitros do Departamento de Futebol da Federação Desportiva de Brasília, sob a orientação do árbitro Ariovaldo Salles, sendo ministradas aulas teóricas, práticas e preparo físico. Seus auxiliares diretos eram Wilson Machado Soares e Joventino Antônio de Oliveira. Foram matriculados 35 alunos. Efetuaram exames 23. Foram aprovados 15. Aprovados condicionalmente 2. Reprovados 6.


No dia 14 de maio de 1961, o Defelê recebeu em seu campo, para um amistoso, o Valeriodoce, de Itabira (MG). O Valeriodoce era o campeão do interior de Minas Gerais. O placar final surpreendeu a todos os presentes: 6 x 1 a favor do clube mineiro. Fino marcou o único gol do Defelê. Esta foi a maior goleada sofrida pelo Defelê em toda a sua história, com a quebra de uma invencibilidade de 18 jogos, que vinha desde o segundo jogo do campeonato de 1960.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

ESTATÍSTICAS DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1964 (Profissionais)



Neste ano, a Federação Desportiva de Brasília promoveu dois campeonatos oficiais, sendo um de clubes amadores e o outro de profissionais.
Já fizemos o levantamento estatístico do campeonato de amadores. Hoje, faremos do campeonato de profissionais.

CLUBES PARTICIPANTES: 5.
JOGOS REALIZADOS: 20.
GOLS ASSINALADOS: 53.
MÉDIA DE GOLS POR JOGO: 2,7.
MELHOR ATAQUE DO CAMPEONATO: Rabello, com 18 gols a favor.
PIOR ATAQUE DO CAMPEONATO: 1º de Maio, 3 gols a favor.
MELHOR DEFESA DO CAMPEONATO: Rabello, com 4 gols contra.
PIOR DEFESA DO CAMPEONATO: 1º de Maio, 15 gols contra.
MELHOR SALDO DE GOLS: Rabello, 14.
MAIOR NÚMERO DE VITÓRIAS: Rabello, com 7.
MENOR NÚMERO DE VITÓRIAS: 1º de Maio, 0.
MENOR NÚMERO DE DERROTAS: Rabello, 0.
MAIOR NÚMERO DE DERROTAS: 1º de Maio, 7.
MELHOR ÍNDICE DE APROVEITAMENTO: Rabello, com 93,8%.
MAIOR GOLEADA DO CAMPEONATO: 21.03.1965 - Rabello 4 x 1 Defelê.
JOGO COM MAIOR NÚMERO DE GOLS MARCADOS: 08.11.1964 – Defelê 4 x 3 Colombo.


ARTILHEIROS:

1º - Bawani (Defelê), 8 gols;
2º - Tião I (Colombo), 5;
3º - Beto Pretti (Rabello), 4;
4º - Alaor Capella, Arnaldo, Walter e Fernandinho (Defelê), João Dutra (Colombo), Daniel (Luziânia), Sabará, Zé Maria, Ceninho, Djalma, Clarindinho e Wilson (Rabello), 2;
5º Mauro Viegas, Tião II, Paulista e Baiano (Colombo), Raimundinho e Nilo (Rabello), Tôco e Segóvia (Luziânia), Ceará, Cascorel e Clarindo (1º de Maio), 1 gol.

ÁRBITROS QUE MAIS ATUARAM:

1º - Carlos Ferreira do Amaral, 5 vezes;
2º - Jorge Cardoso, Nero Dias Nogueira e Emílio dos Santos Vieira, 4;
3º - Aristeu Teixeira Santana, 3.

ESTÁDIOS UTILIZADOS:

1º - Ciro Machado do Espírito Santo, 6 jogos;
2º - Israel Pinheiro e Francisco das Chagas Rocha (Luziânia), 5;
3º - Paulo Linhares, 4.

terça-feira, 22 de maio de 2012

CLUBES DE BRASÍLIA: DOM BOSCO/CEILÂNDIA


Em homenagem ao campeão brasiliense de 2012, o Ceilândia, vamos contar um pouco da história da cidade e do clube que lhe deu origem.

Em 1969, com apenas 9 anos de fundação, Brasília já tinha mais de setenta mil favelados, que moravam em mais de quatorze mil barracos, para uma população de 500 mil habitantes em todo o Distrito Federal.
Naquele ano, foi realizado em Brasília um seminário sobre problemas sociais no DF. Reconhecendo a gravidade do problema das favelas e suas conseqüências, o governador Hélio Prates da Silveira ordenou ao seu Secretário de Serviços Sociais, Otomar Lopes Cardoso, a erradicação das favelas de Brasília.
Foi criado então um grupo de trabalho que mais tarde se transformou em Comissão de Erradicação de Favelas, ao mesmo tempo em que era lançada pela primeira dama, Vera de Almeida Silveira, a Campanha de Erradicação das Invasões (CEI).
Dois anos depois, já estavam demarcados 17.619 lotes de 205 metros quadrados numa área de 20 quilômetros quadrados, ampliada para 231,96 quilômetros quadrados em 1988, ao norte de Taguatinga, nas antigas terras da fazenda Guariroba, de Luziânia - GO. Para ali foram transferidos os moradores das invasões do IAPI, Vila Tenório, Esperança, Bernardo Sayão, Colombo, morros do Querosene e do Urubu, Curral das Éguas e placa das Mercedes, invasões com mais de 15 mil barracos e mais de 80 mil moradores.
A Novacap fez a demarcação em 97 dias, com início em 15 de outubro de 1970.
Em 27 de março de 1971, o governador Hélio Prates da Silveira lançava a pedra fundamental da nova cidade, no local onde hoje está a Caixa D’Água. Às 9 horas daquele sábado, tinha início também o processo de assentamento das 20 primeiras famílias da invasão do IAPI. O secretário Otomar Lopes Cardoso deu à localidade o nome de Ceilândia, inspirado na sigla CEI, com o sufixo “lândia”, de origem inglesa e que significa cidade, então na moda. Foi oficiado, à chegada das famílias ao assentamento, um culto ecumênico em ação de graças.

O clube que deu origem ao Ceilândia foi
o Dom Bosco Esporte Clube, fundado em 1963 por Francisco da Silva, o "Seu Chicão", na Vila do IAPI.
A partir de 1975, o futebol do Distrito Federal começou a se profissionalizar. Surgiram Brasília e Gama. O Campineira foi a base do Sobradinho, o Pioneira deu origem ao Taguatinga, mas a Ceilândia continuava sem um representante nas competições oficiais do Distrito Federal.
Somente em 1977 surgiram as primeiras tentativas no sentido de profissionalizar o Dom Bosco.
Finalmente, em 27 de março de 1978, aconteceu a Assembléia que aprovou os estatutos do Dom Bosco, devidamente registrados em cartório. Até então o time existia apenas de fato.
Waldir Papa da Fonseca foi o seu primeiro Presidente.
Nessa assembléia foram definidas as cores oficiais do Dom Bosco: preta e branca.
O uniforme oficial número 1 foi definido assim: camisa branca com escudo preto na frente e no centro, calção branco e meias brancas.
Por sugestão da Deputada Maria de Lourdes Abadia, sugeriu-se que o nome do time mudasse, guardando as cores preta e branca do Dom Bosco, mas trocando o escudo acima por uma imagem estilizada da caixa d’água da cidade.




Foi assim que, em 23 de agosto de 1979, o estatuto do time foi alterado mudando o nome de Dom Bosco Esporte Clube para Ceilândia Esporte Clube.
O primeiro jogo oficial do Ceilândia foi disputado contra o Brasília, no Serejão, em 18 de novembro de 1979. O Ceilândia perdeu por 2 x 1, mas Francisco Alves dos Santos, o Risadinha, aos 25 minutos do 2º tempo, fez o gol histórico: o primeiro gol do Ceilândia Esporte Clube.
Formou o Ceilândia com Edson, Renilton, Cidão, Luciano e Adilson; Jura, Paulinho e Chinésio; Mardônio, Risadinha e Zé Carlos. Técnico: João da Silva.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

OS MELHORES DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 2012


O site CLUBE DO ESPORTE DF realizou pela terceira vez consecutiva o Troféu “Craque do Candangão”.
Como nos anos anteriores, a eleição foi dividida em duas partes: na primeira, a crônica esportiva do Distrito Federal elegeu a seleção do campeonato. Depois, esses onze jogadores foram para a votação aberta ao público, que escolheu o “Craque do Campeonato”.
Nas edições anteriores, dois jogadores do Gama foram os vencedores: 2010 – Ferrugem e 2011 – Fábio Silva. Em 2012 o vencedor foi Kaká, do Sobradinho.
A seleção do campeonato ficou sendo a seguinte: Welder (Brasiliense), Crispim (Botafogo), Panda (Ceilândia), Perivaldo (Luziânia) e Kaká (Sobradinho); Liel (Ceilândia), Ferrugem (Brasiliense), Allann Delon (Ceilândia) e Kabrine (Luziânia); Dimba (Ceilândia) e Paulo Renê (Gama). O técnico foi João Carlos Cavalo, do Luziânia.

domingo, 20 de maio de 2012

AS DECISÕES: CAMPEONATO BRASILIENSE DE 2012





LUZIÂNIA 0 x 1 CEILÂNDIA
Data: 13 de maio de 2012
Local: Estádio Serra do Lago, Luziânia (GO)
Árbitro: Nivaldo Nunes
Público: 1.094 pagantes
Renda: R$ 10.940,00
Gol: Dimba, 8
LUZIÂNIA: Edimar, Thompson, Perivaldo, Galego (Thiago Silva) e Rafael; Fagner (Esquerdinha), Zé Ricarte, Bob (Rodrigo) e Kabrine; Nélisson e Chefe. Técnico: João Carlos Cavalo.
CEILÂNDIA: Darci, Liel, André Oliveira, Badhuga e Alcione; Diego Marangon, Didão, Breno e Luís Fernando (Gustavo); Dimba (Daniel) e Cassius (Thiago Eciene). Técnico: Adelson de Almeida.

CEILÂNDIA 0 x 1 LUZIÂNIA
Data: 19 de maio de 2012
Local: Estádio Abadião, Ceilândia (DF)
Árbitro: Almir Camargos
Público: 970 pagantes
Renda: Cr$ 9.700,00
Gol: Chefe, 43
CEILÂNDIA: Darci, Alcione, André Oliveira, Panda e Liel; Badhuga, Didão, Breno e Allann Delon; Dimba (Luís Fernando) e Cassius (Diego). Técnico: Adelson de Almeida.
LUZIÂNIA: Edimar, Thompson, Perivaldo, Galego e Niédson; Rodrigo (Bob), Zé Ricarte (Alan), Kabrine e Thiago Silva (Pedro Henrique); Nélisson e Chefe. Técnico: João Carlos Cavalo.

Obs.: o Ceilândia sagrou-se campeão. Por ter melhor campanha em todo o campeonato, o Ceilândia jogava por dois empates ou por dois resultados iguais.

CRUZEIRO VENCE TRIANGULAR EM BRASÍLIA


Em maio de 1964, o Estádio Ciro Machado do Espírito Santo, de propriedade do Defelê, inaugurou o seu sistema de iluminação.
Para comemorar, o Defelê promoveu um triangular e convidou o seu maior rival, o Rabello, e o Cruzeiro, de Belo Horizonte, que já contava com o craque Tostão.
O nome do troféu levou o nome do Deputado Guilhermino de Oliveira.
O Cruzeiro sagrou-se campeão, vencendo os dois jogos contra os clubes de Brasília. Eis as súmulas dos jogos:

RABELLO 0 x 1 CRUZEIRO
Data: 3 de maio de 1964
Local: Estádio Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Alcebíades Dias
Renda: Cr$ 761.000,00
Gol: Nísio, 87.
RABELLO: Gaguinho, Aderbal, Melo, Délio e Wilson; Nilo e Beto Pretti; Djalma (Toninho), Amauri (Zé Maria), Ceninho (Calado) e Sabará.
CRUZEIRO: Fábio, Juca, Vavá, Raul Fernandes e Emerson; Nuno (Ilton Chaves) e Piazza; Nerival (Gradim), Paulo (Nísio), Tostão e Hilton Oliveira.

DEFELÊ 1 x 4 CRUZEIRO
Data: 6 de maio de 1964
Local: Estádio Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Alcebíades Dias
Renda: Cr$ 928.000,00
Gols: Nerival, 36; Tostão, 47; Fernandinho, 53; Tostão 56 e ???
DEFELÊ: Matil, Euclides, Parola, Nelson e Matarazzo; Leônidas e Reinaldo; Manoelzinho, Bawani, Fernandinho e Arnaldo (Alaor Capella).
CRUZEIRO: Fábio (Tonho), Juca, Vavá, Raul Fernandes (Dirceu) e Emerson; Ilton Chaves (Brandãozinho) e Nuno; Nerival (Gradim), Paulo (Nísio), Tostão e Hilton Oliveira.

No outro jogo pelo torneio triangular, o resultado foi: Defelê 3 x 1 Rabello.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

CRAQUES DE ONTEM E DE HOJE: FANTATO




Rubens Fantato Filho é natural de Campinas (SP), onde nasceu a 21 de março de 1955.
Com o apelido de Rubinho, iniciou sua carreira nas categorias de base da Ponte Preta, onde jogou de 1969 a 1972. Depois, nos anos de 1973 e 1974 esteve no arqui-inimigo da Ponte Preta, o Guarani.
Fantato sempre foi um atacante com um senso de oportunismo muito grande pelos clubes por onde passou. Do Guarani foi para o Colorado (PR), ainda em 1974, tornando-se profissional no Itumbiara (GO), onde jogou nos anos de 1975 (terceiro colocado e vice-artilheiro do Campeonato Goiano) e 1976. Neste mesmo ano de 1976, foi para o Goiânia (GO), sendo de novo vice-artilheiro do campeonato estadual. Permaneceu no alvinegro goiano até o ano de 1978.
Veio para o Gama em 1979 trazido pelo supervisor Almir Vieira para ser a solução de gols que faltava ao time, recebendo conselho do técnico Martim Francisco. Cursou Educação Física enquanto era jogador do Gama.
No seu primeiro ano como centroavante do Gama, em 1979, sagrou-se campeão brasiliense, tornando-se vice-artilheiro da competição com 8 gols e foi escolhido pelo jornal Correio Braziliense para compor a seleção dos melhores da temporada.
No ano seguinte, 1980, foi vice-campeão e artilheiro do campeonato brasiliense com 23 gols (o primeiro jogador a ultrapassar a marca dos 20 gols em uma temporada no DF).
Extra-oficialmente foi o 2º maior artilheiro do Brasil em 1980, com 40 gols, ficando atrás só de Baltazar, do Grêmio, com 51 gols. Dentre os artilheiros de campeonatos estaduais ficou em 3º com 23 (Baltazar ficou com 28 e Cabecinha, do Sampaio Corrêa, com 24).
Na preliminar do jogo entre a Seleção Brasileira contra a Seleção Mineira, marcou o gol da vitória da Seleção de Brasília sobre a Seleção Brasileira de Novos (1 x 0), no dia 1º de maio de 1980.
Em 1981, era o capitão do time. Sagrou-se campeão do Torneio Centro-Oeste, sendo artilheiro da competição, com 7 gols.
Disputou 25 partidas pelo Gama na 1ª divisão do Campeonato Brasileiro e marcou 10 gols.
Foi o primeiro jogador do Gama a ser garoto-propaganda na TV (Imobiliária Brasnil) e jornais em 1981.
Depois que saiu do Gama, passou pela Ferroviária, de Araraquara (SP), nos anos de 1981 a 1983, disputou o Campeonato Brasileiro pelo Joinville (SC) em 1982 e voltou ao futebol do Distrito Federal em 1983 para defender o Taguatinga. Nos anos de 1984 e 1985 esteve no União São João, de Araras (SP). Voltou a jogar no futebol goiano, novamente no Itumbiara, em 1986, passando pelo Santa Helena em 1987 e encerrando a carreira de jogador em 1988, no Quirinópolis, de Goiás.
Sua carreira de treinador teve início no Santa Helena, de Goiás, em 1988.
Treinou ainda os seguintes clubes: Goiatuba (1989, 1990 e 1998), Anapolina (1991), Ferroviária, de Araraquara (1992), Jataiense (1992), Ceres (1992), Goiás (1993), Paysandu (1994) e Barra do Garça (1994).
Também teve experiência no futebol do exterior. Entre 1995 e 1996 foi auxiliar do técnico Nelsinho Batista no Yomiuri Verdi Kawasaky, de Tóquio, Japão.
Retornou ao Brasil e foi treinador do URT, de Patos de Minas-MG (1997) e Itumbiara (1997).
No dia 30 de março de 1998, foi apresentado aos jogadores como o novo treinador do Gama. Fez sua estréia no dia 01.04.1998, contra o Guará. Ficou poucos jogos. No mesmo ano, foi para o Anápolis (GO). Em 1999, foi treinador do Mogi-Mirim (SP).
De 1999 a 2001 foi o coordenador das divisões de base do CRB, de Maceió (AL), no qual também trabalhou como técnico no Campeonato do Nordeste de 2001.
Trabalhou ainda como Coordenador Técnico das Divisões de Base e Treinador das equipes de juniors no Corinthians Alagoano (2001/2002), Anapolina (2002) e Goiânia (2002/2003).
Desde 2004 até hoje é o Coordenador do Departamento de Iniciação Esportiva do Goiás Esporte Clube.

Colaboração: Márcio Almeida (Memorial Gamense)

quarta-feira, 16 de maio de 2012

AS DECISÕES: CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1967

RABELLO 1 x 1 CRUZEIRO DO SUL
Data: 12 de novembro de 1967
Local: Estádio de Brasília (futuro Pelezão)
Árbitro: Rubens Pacheco
Gols: João Dutra para o Rabello e Nando para o Cruzeiro do Sul.
RABELLO: Paulo Roberto, Didi, Luiz, Pelé e Sérgio; Zé Maria e João Dutra; Zezé, Luizinho, Cid e Wilson.
CRUZEIRO DO SUL: Vicente, Juca, Milton, Adilson e Elinho; Ercy e Morbeck; Ramalho, Nando, Alencar (Simonal) e Ribamar.
Obs: Com este resultado o Rabello sagrou-se campeão por antecipação.

sábado, 12 de maio de 2012

O CEUB NO CAMPEONATO BRASILEIRO DE 1973



A terceira edição do Campeonato Brasileiro contou com a presença de 40 clubes, representando 20 Federações.
Dos 26 clubes participantes do campeonato anterior, apenas o ABC (RN) perdeu a vaga. Se incorporaram 15 novas equipes, dentre elas pela primeira vez uma de Brasília: o Ceub.
Na primeira fase, as equipes foram divididas em dois grupos de 20 clubes cada uma. Inicialmente, o Ceub integrou o Grupo A, colocando-se em 15º lugar, com a seguinte campanha:


DATA

LOCAL

PLACAR

ADVERSÁRIO

GOLS DO CEUB

25.08

Pelezão

0

x

0

Botafogo-RJ

29.08

Belfort Duarte

1

x

2

Coritiba

Péricles

31.08

Pelezão

2

x

1

Figueirense

Péricles (2)

05.09

Pelezão

2

x

0

Cruzeiro

Dario e Marco Antônio

08.09

Brinco de Ouro

1

x

3

Guarani

Cláudio Garcia

12.09

Pelezão

0

x

0

Bahia

15.09

Pelezão

1

x

2

CRB

Péricles

19.09

Pelezão

1

x

1

Sport Recife

Dario

26.09

Pelezão

0

x

0

São Paulo

29.09

Vivaldo Lima

0

x

1

Nacional

03.10

Pelezão

1

x

0

América-RJ

Cláudio Garcia

06.10

Pelezão

0

x

1

Internacional

13.10

Pelezão

1

x

2

Moto Clube

Oldair

17.10

Pelezão

0

x

1

Fluminense

20.10

Pelezão

1

x

2

Fortaleza

Dario

28.10

Pelezão

0

x

1

América-MG

31.10

Pelezão

2

x

1

Corinthians

Juarci (2)

03.11

Evandro Almeida

1

x

0

Paysandu

Juraci

07.11

Alberto Silva

1

x

2

Tiradentes

Xisté

Obs.: após o jogo contra o Fortaleza, João Avelino foi demitido; Cláudio Garcia entrou em seu lugar.

RESUMO DA CAMPANHA DO CEUB NA PRIMEIRA FASE


J

V

E

D

GF

GC

PG

19

5

4

10

15

20

14

Todos os clubes passaram para a Segunda fase, levando os pontos conquistados na primeira. Nesta etapa, o Ceub fez parte do Grupo 4, chegando em 7º lugar, apresentando estes resultados:


DATA

LOCAL

PLACAR

ADVERSÁRIO

GOLS DO CEUB

11.11

Eng. Araripe

0

x

1

Desportiva

14.11

Arrudão

0

x

3

Sport Recife

18.11

Arrudão

0

x

2

Náutico

25.11

Pelezão

2

x

1

Comercial-MS

Fernandinho e Xisté

28.11

Pedro Ludovico

0

x

3

Goiás

02.12

Pelezão

3

x

1

Paysandu

Gilberto, Rildo e Fernandinho

09.12

Pelezão

1

x

0

Moto Clube

Juraci

12.12

Pelezão

2

x

2

Santa Cruz

Xisté e Juraci

15.12

Pelezão

0

x

0

Remo

RESUMO DA CAMPANHA DO CEUB NA SEGUNDA FASE


J

V

E

D

GF

GC

PG

9

3

2

4

8

13

8

Passaram para a terceira fase as 20 equipes com a maior soma de pontos nas duas etapas anteriores, independente da colocação no seu respectivo grupo.
Os resultados alcançados pelo Ceub o deixaram com a 33ª colocação e, portanto, de fora da terceira fase.
A campanha completa do Ceub foi:


J

V

E

D

GF

GC

PG

28

8

6

14

23

33

22

A competição totalizou Cr$ 80.535.492,00, para uma média de Cr$ 122.767.00. O público foi de 10.141.674 pagantes, que proporcionaram a média de 15.460, nos 656 jogos.
Foram marcados 1.202 gols, média de 1,83 por jogo.
O Palmeiras sagrou-se bicampeão brasileiro e o goleador da competição foi Ramon, do Santa Cruz, com 17 gols.

JOGADORES QUE DEFENDERAM O CEUB


GOLEIROS

Rogério e Valdir

ZAGUEIROS

Oldair, Noel, Lauro, Paulo Lumumba, Pedro Pradera, Émerson, Adevaldo, Cláudio Oliveira e Rildo

ARMADORES

Jadir, Alencar, Roberto Dias, Cláudio Garcia, Renê, Gilberto, Rogério Macedo, Péricles e Xisté

ATACANTES

Marco Antônio, Julinho, Dario, Juraci, Valmir e Fernandinho.

JOGO DE ESTRÉIA DO CEUB NO CAMPEONATO BRASILEIRO

CEUB 0 x 0 BOTAFOGO
Data: 25 de agosto de 1973
Local: Estádio Pelezão
Árbitro: Oscar Scolfaro (SP)
Renda: Cr$ 268.500,00 (a maior de toda a primeira rodada do Campeonato)
Ceub: Rogério, Oldair, Paulo Lumumba, Émerson e Rildo; Jadir e Cláudio Garcia; Marco Antônio, Dario, Péricles e Valmir.
Botafogo: Wendell (Cao), Miranda, Brito, Osmar e Marinho Chagas; Carlos Roberto e Marco Aurélio; Zequinha, Nilson Dias, Fischer e Dirceu.

Veteranos como Oldair, aos 34 anos, que estava no Atlético Mineiro, Rildo, Cláudio Garcia e Dario, se mostraram entusiasmados com a possibilidade de ajudar o Ceub a se projetar nacionalmente.
Ceub se preparando para o Campeonato Brasileiro
Amistosos em Cuiabá e Campo Grande
Em Cuiabá, empate de 3 x 3 com o Dom Bosco. Em Campo Grande, vitória de 3 x 1 sobre o Operário local.
O treinador Marinho foi dispensado depois de apenas 23 dias de trabalho, após desentendimento com o dirigente Djalma Nogueira.
Assumiu Cláudio Garcia, ex-jogador do Fluminense.

Destaques na imprensa

Ceub: o caçula do futebol brasileiro está incomodando.
Ceub: uma das agradáveis surpresas desse Campeonato.
O Ceub era amador. Entre todos os convidados a participar do Campeonato Brasileiro nenhum como ele estava tão despreparado ...
A diretoria do Ceub conseguiu reunir um bom grupo de jogadores, sob o comando de João Avelino, de 44 anos.
Para o gol Rogério, terceiro reserva do Coritiba, e Valdir, ex-Vasco da Gama, autor de um incrível gol contra em 1969, num jogo com o Bangu; os laterais são dois veteranos: Oldair e Rildo; também é experiente o zagueiro-central Paulo Lumumba, que joga ao lado do garoto Émerson, filho do supervisor Edilson Braga; no meio-de-campo, o também veterano Jadir, ex-Grêmio, forma dupla com Péricles, de 18 anos; no ataque, junto de Cláudio Garcia, ex-Fluminense, Dario, ex-América-MG, e Xisté, ex-Palmeiras, há outro jovem, o ponta-direita Marco Antônio, de 17 anos.
Dos novatos, Péricles era o melhor.
O Ceub foi uma espécie de Robin Hood: tirou pontos dos grandes (Botafogo, Cruzeiro, São Paulo, Corinthians e América-RJ deixaram pontos em Brasília) e deu para os pequenos (perdeu, em casa, para CRB, Moto Clube e Fortaleza).
Quando não se tinha mais dúvida sobre a participação do Ceub no Campeonato Brasileiro ...
O último detalhe que faltava para confirmar o representante de Brasília era a reforma do Estádio Pelezão. Os três novos lances de arquibancada somados aos lugares das arquibancadas cobertas, já existentes, darão ao estádio a capacidade para um público de 43.850 pessoas.
A FDB também cuidou da reforma do gramado, vestiários, sanitários e bares.