sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

ANIVERSARIANTE DO DIA: Jonas Foca


Brasília-1976
Jonas Francisco dos Santos, o Jonas Foca, nasceu em Caruaru, cidade do agreste pernambucano, em 31 de janeiro de 1953.
Com 16 anos, já era titular do time principal do Brasília, de Taguatinga.
Passou, depois, para o Colombo, do Núcleo Bandeirante, onde jogou nos anos de 1971 e 1972, conquistando seu primeiro título de campeão brasiliense em 1971.
Como o futebol do DF era completamente amador, Jonas Foca resolveu trabalhar como vigia noturno no shopping Conjunto Nacional até 1975. Foi quando leio num jornal o anúncio de uma peneira no Brasília, time fundado nesse ano e que estava recrutando jogadores para o seu primeiro time.
Aprovado no teste, passou treze anos consecutivos como titular do Brasília, de 1975 a 1987. Nesse período, conquistou oito títulos de campeão brasiliense defendendo as cores do Brasília: 1976, 1977, 1978, 1980, 1982, 1983, 1984 e 1987.
Com isso, se tornou o terceiro jogador (só perde para Deda e Rodriguinho) a conquistar mais títulos na história do futebol brasiliense: 9.
Brasília-1977
E é o quarto jogador com mais campeonatos brasilienses disputados em todos os tempos: 17.
As poucas saídas do Brasília foram para disputar o Campeonato Brasileiro da Série B de 1982, com a camisa do Guará e quando disputou jogos por seu último clube no futebol brasiliense, o Gama, em 1988.
Sempre como zagueiro viril, foi escolhido para a seleção dos Melhores do Ano de 1980, escolhido pelo Jornal de Brasília. Em 1982, foi a vez do jornal Correio Braziliense colocá-lo na seleção dos melhores do ano. Em 1984 foi agraciado com Troféu “Mané Garrincha”, ofertado aos melhores do futebol brasiliense.
Em oito ocasiões foi convocado para a Seleção do DF, nos anos de 1975, 1977, 1980 e 1983. No ano de 1980, fez parte da seleção do DF que venceu o Torneio Centro-Oeste de Seleções, disputando os dois jogos contra a seleção de Goiás.
Depois que encerrou a carreira de jogador, se tornou técnico. Seu primeiro clube como treinador foi o Ceilândia, em 1991. Além deste clube, treinou Guará (1992), Samambaia (1994), Ceilandense (1996) e Comercial (1996 e 1997).
No Samambaia, em 1994, recebeu o Troféu “Mané Garrincha” como melhor técnico.


O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE


1965
O Anápolis explorou bem as deficiências apresentadas pelo Rabello no jogo de 31 de janeiro de 1965 e o venceu por 1 x 0.
O único gol do jogo foi marcado aos 18 minutos do 1º tempo, por intermédio de Deca.
O jogo foi realizado no Estádio Paulo Linhares e teve como árbitro Eduíno Edmundo Lima.
Jogaram as equipes com as seguintes formações: Rabello - Chicão, Sanches (Gegê), Aderbal, Bimba e Leocádio; Zé Maria e Tião; Djalma, Ceninho, Wilson (Sabará) e Raimundinho (Nilo). Anápolis - Itamar, Baiano (Carlinhos), Osmar e Dito; Genésio e Nilo; Felício, Nelson, Pádua (Meia Lua), Eudécio e Deca.
Na preliminar, a equipe juvenil do Rabello empatou com o Santana, do Gama, em 2 x 2.

1980
A Seleção da Indonésia, que se preparava em Brasília, sob o comando dos treinadores Ceninho e Raimundinho, para disputar uma vaga para a Copa do Mundo de 1982, disputou no dia 31 de janeiro de 1980 um jogo-treino contra a Desportiva Bandeirante, derrotando-a por 2 x 0.
O local da partida foi o campo do Corpo de Bombeiros da Vila Planalto e os dois gols da vitória dos indonésios foram marcados por Rully Nere, que entrou no segundo tempo.
A Desportiva Bandeirante formou com Wilson, Chicão, Gilberto, Chuvisco e Déo; João Leite, Maurício e Geraldo; China (Alécio), Aloísio e Roberto (Eugênio). A Seleção da Indonésia contou com Endang Tirtana, Christian Wakano, Nazir Salasa, Berthy Tutuarima e Didik Dharmahd; Suapri, Subangkit e Joko Irianto; Salim Al Katiri (Bambamg Narto), Bambamg Nurdiansyah (Rully Nere) e David Sulaksmono.


quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

OLHO NO LANCE!



O lance é válido pelo Campeonato Brasiliense e ocorrido no dia 30 de setembro de 1962, no Estádio Paulo Linhares. Rabello e Colombo se enfrentaram e o resultado final apontou a vitória do Colombo, por 3 x 1.
Vemos: o zagueiro Ditinho, do Rabello, subindo para afastar a bola de sua grande área. À esquerda, Cid, do Colombo, aguardando pelo desfecho do lance.
O Rabello perdeu jogando com Gaguinho, Délio e Ditinho; Calado, Bugre e Pernambuquinho; Alaor, Marcos, Joãozinho, Nilo e Arnaldo. Técnico: Juvenal.
O Colombo venceu atuando com Itacarambi, Landulfo e Vonges; Índio, Paulista e Benê; Nenê, Cid, Tião I, Baiano e Tião II. Técnico: Edvard Brandão.
A partida foi arbitrada por Jorge Cardoso.


OS GRANDES TIMES DO FUTEBOL BRASILIENSE: O Guará de 1988


O Guará começou o ano de 1988 vendendo bons jogadores por pouco dinheiro, como Moura, Touro, Zé Maurício e Ricardo para o Tiradentes.
Por outro lado, chegaram os “medalhões” Ailton Lira e Beijoca. Até conseguir o devido entrosamento, foi muito mal no 1º turno, classificando-se em 7º lugar entre os oito clubes participantes. Foram apenas três vitórias nos 14 jogos disputados.
Recuperou-se amplamente ao vencer o segundo turno, com uma derrota apenas nos 14 jogos disputados. Teve, disparado, o melhor ataque desse turno, com 26 gols, nove a mais que o segundo colocado, o Tiradentes.
Terceiro colocado no geral, nas semifinais enfrentou o Taguatinga, segundo colocado, enquanto o Tiradentes, primeiro, jogaria contra o quarto, o Gama. Isso em jogo único, com a vantagem ao lado dos times com melhores campanhas.
O Guará foi até o Serejão e ganhou de 1 x 0, com gol de Ailton Lira, faltando cinco minutos para o final do jogo.
Na grande final, um jogo cheio de alternativas. No tempo regulamentar, empate em 2 x 2, com Beijoca abrindo o marcador, e Euzébio empatando o jogo quando faltavam dois minutos para o final do jogo.
Veio a prorrogação e o Guará saltou na frente, através de um gol marcado por Ailton Lira. No segundo tempo da prorrogação, aconteceu o empate do Tiradentes, com um gol de Luizão, que deu o título ao Tiradentes.
O time do Guará na decisão formou com Capucho, Bilzinho, Décio, Rafael e Luiz Fernando; Euzébio, Écio Antunes (Dionísio) e Ailton Lira; Ivonildo, Beijoca e Ribamar (Ricardo). Técnico: Nilton Ferreira da Paz (Niltinho).


Em pé, da esquerda para a direita: Bilzinho, Capucho, Luiz Fernando, Décio, Rafael, Euzébio, o fisioterapeuta e Raspinha (treinador de goleiros);
Agachados, na mesma ordem: Beijoca, Écio Antunes, Ribamar, Ailton Lira, Ivonildo e Dionísio.


quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

ANIVERSARIANTE DO DIA: Samambaia Futebol Clube


O Samambaia Futebol Clube foi fundado em 29 de janeiro de 1993. 
Suas cores, registradas na Federação Brasiliense de Futebol, eram verde, marrom e branca. O clube é de uma das cidades mais pobres do Distrito Federal, Samambaia.
O Samambaia foi fundado especialmente para ser logo profissional, isto é, sem passar pelos campeonatos amadores e da Segunda Divisão.
Pouco antes de começar o campeonato de 1993, o Samambaia recebeu o convite do presidente Tadeu Roriz, teve sua entrada oficializada e somente a partir dessa certeza, é que o time foi fundado e iniciou os treinamentos.
O plantel foi composto com jogadores emprestados pelo Taguatinga e clubes do interior de Goiás.
Fez sua estreia no Campeonato Brasiliense sendo derrotado pelo Brasília, por 2 x 1, no dia 14 de março de 1993, no Estádio Mané Garrincha. O primeiro gol da história do Samambaia foi marcado aos 39 minutos do 2º tempo, pelo lateral Nildo, que colocou a bola no ângulo superior esquerdo do goleiro Gildo numa cobrança de falta.

O Samambaia atuou com Adão, Nildo, Marcelo, Carlão e Niltinho; Toninho, Gilson e Rivelino; Lúcio (Reginaldo), Pablo e Paulo César (Zé Carlos). Técnico: Dodô.
Pelo fato de permanecer até setembro de 1993 sem vencer nenhuma partida do Campeonato Brasiliense, a imprensa local passou a chamar o Samambaia de “Íbis do DF”.
A primeira (e também a única) vitória aconteceu no dia 5 de setembro de 1993, no Serejão, quando venceu o Ceilândia, por 2 x 1, com gols de Rivelino e Nenê.
Foi último colocado no campeonato de 1993, com uma péssima campanha: nos 32 jogos que disputou, venceu apenas um, empatou sete e perdeu vinte e quatro. Marcou 19 gols e sofreu 68, ficando com um déficit de 49 gols.
O ano de 1994 foi totalmente diferente para o Samambaia. Na classificação geral chegou em 4º lugar entre os dez participantes. Foram 20 jogos, quando conseguiu vencer sete, empatar seis e perder sete. Marcou 19 gols e sofreu 21.
Dois momentos marcantes em 1994: o primeiro aconteceu diante do Tiradentes, no dia 7 de maio, no Serejão. Até os cinco minutos do 2º tempo, o Samambaia vencia por 4 x 1. Quinze minutos depois, o jogo estava empatado em 4 x 4, com grande parcela de contribuição do goleiro do Samambaia, Marcelo. Faltando dois minutos para terminar o jogo, aconteceu a virada do Tiradentes para 5 x 4.
O segundo foi quando deixou escapar a chance de disputar a final do campeonato, ao ser derrotado pelo Gama na decisão do 2º turno, após dois jogos.
Voltou a realizar campanha muito ruim em 1995, ficando com a nona e penúltima colocação, na frente apenas do Comercial. Nos 18 jogos que disputou, venceu apenas três. Por sorte ainda não havia rebaixamento.

Situação que não pôde evitar no ano seguinte, 1996. O campeonato passou a ter 14 participantes e o regulamento previa que os oito primeiros colocados permaneceriam na Primeira Divisão e os demais disputariam um torneio para classificar os dois primeiros e rebaixar os dois últimos. Sem vencer um jogo sequer, foi rebaixado para a Segunda Divisão, que teria sua primeira edição em 1997.
Pediu licença junto à Federação Brasiliense de Futebol e não disputou a Segunda Divisão em 1997, fato que ocorreu em 1998, quando chegou na sexta e penúltima colocação da competição, um ponto à frente apenas do Atlântida.
Em 1999 repetiu o mal desempenho, ficando em quinto e penúltimo lugar, por coincidência apenas na frente do Atlântida, clube sobre o qual obteve sua única vitória na competição.
O ano de 2000 foi mais um de fraco desempenho. O campeonato da Segunda Divisão passou a ter 14 equipes e o Samambaia ficou em quinto lugar no Grupo B, não passando para as semifinais. Nos 12 jogos, obteve três vitórias.
A situação piorou ainda mais em 2001, quando foi último colocado no Grupo B, sem vencer um jogo sequer entre os 14 que disputou. Marcou apenas dois gols!
Em 2002 foi mais um ano sem conseguir bons resultados, ficando em quarto lugar no seu grupo, condição que o deixava de fora da tentativa de chegar à final do campeonato.

Melhorou bastante em 2003 quando chegou a disputar uma das semifinais com o Sobradinho, vencendo um jogo e perdendo outro, combinação que o deixou de fora da final, mais uma vez. Sobradinho e Paranoá, os finalistas, foram promovidos.
Em 2004 foi o primeiro colocado do seu grupo, mas não conseguiu ficar com uma das duas vagas da Segunda Fase que o colocaria nas semifinais.
Em 2005, chegou em 7º entre os oito participantes, mais uma vez sem obter uma vitória sequer. Por pouco não foi parar na Terceira Divisão em 2006.
Seu melhor ano na Segunda Divisão aconteceu em 2006, quando ficou com o vice-campeonato, dois pontos atrás do Esportivo Guará, o campeão e promovido. Foram seis vitórias nos oito jogos que disputou. Uma das duas derrotas que sofreu, no dia 29 de outubro, diante do Esportivo (2 x 1) definiu a classificação final da Segunda Divisão.
Foi quarto colocado em 2007, entre os nove clubes que disputou a competição, e sexto entre oito em 2008.
Estranhamente e em cima da hora desistiu de participar do campeonato de 2009 e foi rebaixado para a Terceira Divisão.
Como a Terceira Divisão do DF teve seu último campeonato disputado no ano anterior, em 2010 não disputou nenhuma competição oficial.
No ano seguinte, 2011, foi o décimo-primeiro colocado entre os quinze participantes da Segunda Divisão daquele ano.

Após ficar dois anos (2012 e 2013) sem disputar a Segunda Divisão do DF, o clube seria excluído da Federação Brasiliense de Futebol caso não disputasse a edição de 2014.
Então, o Samambaia resolveu retornar às atividades. Em 2014, a diretoria investiu pesado para a formação do elenco. Contratou Carlos Félix para ser Gestor de Futebol, Reinaldo Gueldini para técnico e recebeu cinco jogadores do Brasiliense (com quem tinha uma parceria) por empréstimo: o zagueiro Somália, o volante Lucas, os meias Elivelto e Carlyle e o atacante Daniel, além de contratar nomes como Thyago Fernandes, o goleiro Donizzeti (que no meio do campeonato foi contratado pelo CRAC-GO para a disputa do Brasileiro da Série C) e Allann Delon, considerado a grande estrela do time.
Com tanto investimento, o Samambaia passou a ser o favorito. E não decepcionou. Na primeira fase, a equipe se classificou para a Primeira Divisão de 2015 com uma rodada de antecedência e foi para a final da Segunda Divisão, depois de vencer as cinco partidas disputadas. Na final, disputada contra o Cruzeiro, bastava empatar para o time ser campeão, mas o Samambaia fez melhor que isso, venceu o jogo por 2 x 0, gols de Edicarlos e Cassius. Edicarlos se tornou artilheiro da competição. Com este resultado, o Samambaia conquistou a Segunda Divisão do DF de 2014, seu primeiro título oficial desde sua fundação.
Em 2015 o Samambaia iria voltar a disputar a Primeira Divisão do Campeonato Brasiliense, depois de 18 anos. Porém, o clube desistiu de participar da competição na última hora por motivos não divulgados. Com isto a competição passou a contar apenas com onze clubes e o Samambaia foi automaticamente rebaixado para a segunda divisão de 2016. Também não participou do certame da Segunda Divisão de 2016.

Só voltaria em 2017, quando novamente armou um bom time, treinado por Ricardo Antônio, e chegou na segunda colocação, garantindo uma das vagas na Primeira Divisão de 2018.
Manteve-se invicto durante a primeira fase da competição, quando disputou cinco jogos, vencendo quatro e empatando o outro, com direito a uma super goleada de 10 x 1 sobre o Planaltina. Além desse jogo, empatou com o Botafogo (1 x 1) e venceu os demais (1 x 0 Cruzeiro, 2 x 1 CFZ e 1 x 0 Brazlândia).
Na semifinal, voltou a enfrentar o Botafogo e o venceu nas duas ocasiões, ambas por 1 x 0, qualificando-se para a final do campeonato.
Na final, contra o Bolamense, chegou a abrir o marcador no final do primeiro tempo, mas sofreu a virada no segundo, depois que o segundo gol foi marcado nos acréscimos. Placar final, 2 x 1 para o Bolamense, terminando o campeonato com quatro pontos a mais que o clube campeão.
Gilvan, do Samambaia, foi o artilheiro da competição, com seis gols.

Conquistaria o segundo título de campeão em 2017, em sua história, ao se tornar o vencedor do Campeonato Brasiliense Sub-15 (Infantil).
Realizou péssima campanha na Primeira Divisão de 2018 e foi novamente rebaixado. Nos onze jogos que disputou, ganhou apenas um e foi derrotado em oito.
Os eternos problemas financeiros quase fizeram com que o Samambaia abdicasse da vaga que teria na Segunda Divisão de 2019. Aos trancos e barrancos, resolveu disputar. E foi um desastre: último colocado dentre os dez participantes, empatando um jogo e perdendo oito.
Não se sabe até o momento se o Samambaia vai disputar a Segunda Divisão do DF de 2020.


OS GOLEIROS DO FUTEBOL BRASILIENSE: Joaldo


Fazendo aniversário no dia de hoje o ex-goleiro Joaldo.
Joaldo Santos de Novais nasceu em Vitória da Conquista-BA em 29 de janeiro de 1957.
Antes de chegar ao futebol brasiliense, jogou no Vitória-BA, de 1976 a 1978, no Taubaté-SP (onde foi campeão paulista da Divisão Intermediária em 1979), e no Cruzeiro, de São Paulo, em 1981 e 1982, sagrando-se campeão da Terceira Divisão de Profissionais de São Paulo em 1981.
No DF, jogou em 1983, no Sobradinho (39 jogos), teve uma rápida passagem pelo Taguatinga (onde disputou jogos válidos pelo Torneio Seletivo e II Torneio Centro-Oeste) e, depois, não conseguindo chegar a um acordo com a diretoria do Taguatinga, em maio de 1984 foi para o Brasília, onde disputou 21 jogos e conquistou o título de campeão brasiliense.
Depois ainda jogaria no Apucarana, do Paraná, de 1987 a 1989.
Foi considerado o melhor goleiro do DF no ano de 1983, depois que a editoria de esportes do Jornal de Brasília escolheu os melhores de 1983. O zagueiro Zinha, do Gama, foi escolhido o melhor jogador do DF. Ele, o goleiro Joaldo, do Sobradinho, e o veterano meio campista Raimundinho, do Taguatinga, foram os únicos que tiveram unanimidade na votação por posição.


terça-feira, 28 de janeiro de 2020

ANIVERSARIANTES DO DIA 28 DE JANEIRO


Genivaldo Cosme Neves dos Anjos, o Mituca, está comemorando 54 anos nesse dia. Nasceu em 28 de janeiro de 1966, no Rio de Janeiro (RJ). Atuando como atacante ou meia-atacante, Mituca começou nas categorias de base do Taguatinga, sagrando-se campeão dos juniores no ano de 1984, ano em que também passou para o time de profissionais. Jogou no Taguatinga até o ano de 1987. Outro clube do DF que Mituca defendeu foi o Planaltina, em 1994.

Quem também está apagando mais uma velinha no dia de hoje é Sidney Costa Neves, o Sidney. Nasceu em 28 de janeiro de 1970, em Brasília (DF). Ponteiro que jogava tanto pela direita quanto pela esquerda, defendeu o Brasília no período de 1989 a 1991. Em 1992, atuou pelo Gama.

O mais novo dos aniversariantes do dia é Tcharles Augusto de Souza da Cunha, o Formiga, que nasceu em Brasília (DF), no dia 28 de janeiro de 1992. 
Começou na base do Gama e já tem a seguinte carreira: 2011 e 2012 - Gama-DF; 2012 - Ceilândia-DF; 2013 e 2014 - Brasiliense-DF; 2013 - Capital-DF; 2015 e 2016 - Gama-DF; 2016 a 2019 - Ceilândia-DF; 2018 - Brazlândia (Segunda Divisão do DF) e 2019 - Jequié-BA.
Sagrou-se campeão brasiliense em 2015, defendendo o Gama.

PARABÉNS AOS ANIVERSARIANTES!


OS TÉCNICOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: João Francisco


João Francisco Nóbrega da Silva nasceu em Mangaratiba (RJ), no dia 28 de janeiro de 1947.
Como jogador, foi lateral-direito do Flamengo e do Fluminense, ambos do Rio de Janeiro, nos anos 60.
Como técnico, dirigiu inúmeras equipes do Brasil e do exterior, conquistando vários títulos estaduais e também fora do Brasil.
Começou sua carreira de treinador em 1969, ao dirigir o Villa Nova, de Nova Lima (MG). Depois trabalhou como Preparador Físico do Cruzeiro no período de 1970 a 1972, quando se transferiu para o ESAB e conquistou seu primeiro título como treinador, o do Campeonato Mineiro - Módulo II (uma espécie de segunda divisão), em 1974.

Ainda foi campeão estadual pelo Vila Nova-GO (1977), Cruzeiro-MG (1984), Joinville-SC (1985), Criciúma-SC (1990), Vitória-BA (1989 e 1992) e Bahia-BA (1993).
Também ganhou o título nacional dos Emirados Árabes, com o Al Ain, em 1987. Venceu a Copa do Qatar, temporada 1982-83, com o Al-Arabi, e a Copa da Arábia Saudita em 1999, com o Al-Shabab.
Era técnico do Uberlândia quando o clube mineiro se tornou vice-campeão brasileiro da Série C de 2000.
Além disso, João Francisco é o sexto técnico a dirigir mais vezes o Bangu em sua história: 111 jogos, e o quarto técnico com mais jogos na história do Vitória (BA): 125.

PASSAGEM PELO FUTEBOL DO DF

Na primeira quinzena de março de 1976, João Francisco chegou à Brasília, para ser o treinador do Ceub, em substituição a Barbatana, que foi para o Atlético Mineiro.
Como o Ceub disputava muitos amistosos, se preparando para disputar o Campeonato Brasileiro deste ano, sua estreia no Ceub aconteceu no dia 4 de abril de 1976, um amistoso no Serra Dourada, em Goiânia, com derrota de 1 x 0 para o Vila Nova local.
A estreia em jogos oficiais ocorreu no dia 21 de abril de 1976, no Pelezão, quando o Ceub venceu o Gama por 6 x 0.
Dirigiu o Ceub nos dois primeiros turnos do Campeonato Brasiliense de 1976, ambos vencidos pelo Ceub, até quando surgiu a notícia de que Brasília deveria realizar um torneio extra para apontar seu representante no Campeonato Brasileiro. Um desses jogos, no dia 8 de julho de 1976, contra o Taguatinga, foi o seu último jogo à frente do Ceub.
Como Brasília perdeu a vaga na competição nacional e, logo depois, o Ceub foi extinto, preferiu se transferir para o Vila Nova, de Goiânia (GO).
No amistoso de inauguração parcial do estádio Serejão, quando esse mesmo Vila Nova enfrentou o Taguatinga (vitória do clube do DF, por 1 x 0), João Francisco era o treinador do alvirrubro goiano.
Nunca mais dirigiu um clube do Distrito Federal até o final de sua carreira de treinador, no ano de 2013.


O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE


1962
Em amistoso realizado no Estádio Israel Pinheiro, no dia 28 de janeiro de 1962, o time da casa, o Guará, venceu o Rabello por 1 x 0. Esta foi a primeira de uma série de duas partidas que foram acertadas entre os dois clubes.
O Guará venceu graças, especialmente, ao excelente trabalho desenvolvido na primeira etapa, quando chegou a entusiasmar sua torcida, de há muito desejosa de assistir a uma exibição como a deste jogo.
O único gol do jogo foi marcado por intermédio de Orlando, aos oito minutos do 1º tempo, aproveitando um cruzamento de Fernandinho.
Aos 35 minutos do 2º tempo, o atacante Joãozinho, do Rabello, não recebeu bem uma marcação do árbitro Josué Costa Araújo e investiu contra o mesmo, agredindo-o, sendo expulso de campo, o que gerou um princípio de tumulto, tendo sido o campo invadido por cerca de uma centena de pessoas. Não havia um só policial em campo.
O Guará venceu com Campeão (Redola), Jair, Moreira e Clemente; Dengoso e Porto Velho; Heleno (Graúna), Orlando, Fernandinho, Valter Moreira (Raimundinho) e Wilson (Eluff). O Rabello foi derrotado com Gaguinho, Délio, Leocádio e Enes; Paulo e Bimba; Roberto (Arnaldo), Calado, Baianinho, Nilo (França) e Joãozinho.
Na preliminar, entre juvenis, empate em 2 x 2.

1968
No dia 28 de janeiro de 1968, no Estádio Ciro Machado do Espírito Santo, o Rabello venceu o Anápolis, de Goiás, por 3 x 2.
O 1º tempo terminou empatado em 1 x 1, gols de Zezé para o Rabello e Altino, para o Anápolis. No começo do 2º tempo, Zezito, cobrando pênalti, virou para o Anápolis. Zezé e Zé Maria assinalaram os gols que deram a nova virada ao Rabello no 2º tempo.
O Rabello venceu com Paulo Roberto, Zé Luís, Luiz, Carlão e Wilson Godinho; Zé Maria e João Dutra; Zezé, Luizinho, Aloísio e Wilson. O Anápolis perdeu com Bacau (David), Nina, Paô, Bosco e Sidney (Lúcio); Altino e Da Silva; Nélson Parrilla, Dida, Walter Prado e Tim.
Wilson Godinho, que pertencia ao Defelê, fez sua estréia no Rabello. Zé Luís veio da Portuguesa carioca.
O árbitro foi Sylvio Fernandes e a renda de NCr$ 350,00.


segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

LEAL CAMPEÃO DA COPA ARIZONA - Centro-Oeste - 1979


No mês de maio de 1979, o Leal Esporte Clube, de Taguatinga, conquistou a sua segunda taça dentro da Copa Arizona. Depois de levantar o título do DF, quando venceu o Musa, também de Taguatinga, a equipe foi até Cuiabá (MT) e conseguiu a taça da região Centro-Oeste, com direito a ir a São Paulo para as disputas da final nacional.
No primeiro jogo atuaram Kerescia, de Aquidauana (MS) e Metalúrgico, de Goiás. Os goianos conseguiram sobrepujar o adversário e venceram por 3 x 0, com gols de Grace, Inácio e Laércio.
A segunda partida alinhou Nono BEC, do Mato Grosso, e Leal. A representação do DF conseguiu uma vitória justa e qualificou-se para a disputa da final. Russo e César marcaram os gols que deram a classificação ao Leal. Bolinha foi o maior nome da partida.
A partida decisiva, no estádio Presidente Dutra, com a presença do presidente da Federação Brasiliense de Futebol, Ruy Telles, o prefeito de Cuiabá, o presidente da Câmara Municipal e o comandante do Batalhão de Caçadores, além de um ótimo público, foi disputada entre Leal e Metalúrgico.
No tempo regulamentar, o jogo terminou empatado em 1 x 1, com César marcando aos 15 minutos do segundo tempo, e Abdon empatando aos 45. Com isso, tornou-se necessária uma prorrogação para se conhecer o campeão. No primeiro tempo da prorrogação, aos 12 minutos, Bolinha marcou o gol que deu a vitória ao Leal e o título da fase regional da Copa Arizona 1979.
O Leal sagrou-se campeão do Centro-Oeste com Hélio, Antônio Carlos, Bolinha, Tonhão e Domingos; Gustavo (Guará) e Vaca; Russo, Toninho, César (Nilton) e Flávio.

Nota: o Leal ficaria em terceiro lugar na Fase Nacional da Copa Arizona, disputada em São Paulo ainda no mês de maio de 1979.


O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE


1965
Em eleição ocorrida no dia 27 de janeiro de 1965, foi conhecida a nova diretoria do 1º de Maio Esporte Clube para o biênio 1965/1966.
Presidente: Idelson Gadioli dos Santos
Vice-Presidente: Raimundo Nonato da Silva
1º Secretário: Roberto Pozzatti
2º Secretário: Aldemar Sampaio
1º Tesoureiro: José Gadioli dos Santos
2º Tesoureiro: Alberto Evangelista Rêgo
Orador: Manoel Barros da Costa
Conselho Fiscal: José Norberto da Silva, Francisco Lourenço de Carvalho, Antônio Pedro Filho, Raimundo de Souza Carvalho e Adelino Avelino da Rocha.
Diretor de Esportes: Itamar Jardim Lopes
Representantes na FDB: Ariovaldo Salles, Antônio Gomes de Souza e Roberto Pozzatti.


domingo, 26 de janeiro de 2020

PLACAR DA RODADA: primeira rodada do Campeonato Brasiliense - 1ª Divisão - 2020


A edição 2020 do Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão teve início nesse final de semana, com a realização de seis jogos.

No sábado, um festival de gols. Em um dos jogos, o Gama, atual campeão, goleou o Taguatinga, por 5 x 2. O Gama chegou a abrir 3 x 0 no placar, assustou-se com a reação do Taguatinga, que marcou dois gols em cinco minutos, mas garantiu a vitória com mais dois gols marcados. O destaque ficou para os dois gols marcados pelo veterano Beto Acosta, que estreou de forma oficial no Taguatinga.
Outro veterano que estreava, Marcos Aurélio, de 35 anos (com passagem por 19 clubes diferentes do Brasil), foi o responsável pela vitória do Brasiliense, ao marcar os dois da vitória de 2 x 0 sobre o Sobradinho. O jogo foi realizado no Serejão, que não pôde receber público devido aos fatos ocorridos na última partida da Série D de 2019, quando torcedores revoltados com a eliminação da competição, atiraram objetos na Tribuna de Honra e depredaram parte do estádio. O STJD puniu o Brasiliense com dois jogos sem a presença de público.
Fechando a rodada de sábado, outra goleada. No estádio Serra do Lago, o Real derrotou o Formosa, por 4 x 0.

A excelente média de mais de quatro gols por jogo no sábado, caiu drasticamente no domingo, depois que dois jogos terminaram com o placar de 1 x 0 e um em 2 x 0.
Pela manhã, no estádio Bezerrão, o Capital venceu o Ceilandense, por 1 x 0, mesmo placar da vitória do Luziânia sobre o Paranoá. No outro jogo do domingo, o Unaí recebeu o Ceilândia e o venceu, por 2 x 0.

A classificação de momento é a seguinte:

CF
CLUBES
PG
J
V
E
D
GF
GC
SG
Aprov.
REAL
3
1
1
0
0
4
0
4
100,0%
GAMA
3
1
1
0
0
5
2
3
100,0%
BRASILIENSE
3
1
1
0
0
2
0
2
100,0%
UNAÍ
3
1
1
0
0
2
0
2
100,0%
LUZIÂNIA
3
1
1
0
0
1
0
1
100,0%
CAPITAL
3
1
1
0
0
1
0
1
100,0%
PARANOÁ
0
1
0
0
1
0
1
-1
0,0%
CEILANDENSE
0
1
0
0
1
0
1
-1
0,0%
SOBRADINHO
0
1
0
0
1
0
2
-2
0,0%
10º
CEILÂNDIA
0
1
0
0
1
0
2
-2
0,0%
11º
TAGUATINGA
0
1
0
0
1
2
5
-3
0,0%
12º
FORMOSA
0
1
0
0
1
0
4
-4
0,0%

Nos seis jogos realizados foram marcados 17 gols, perfazendo a excelente média de 2,8 gols/jogo.