sábado, 25 de janeiro de 2020

OLHO NO LANCE!



Lance do amistoso em que o Taguatinga enfrentou o Vasco da Gama, do Rio de Janeiro, no dia 6 de junho de 1984, no Serejão. Nele, vemos Wilson Bispo (5) desarmando Geovani; à esquerda, Zinha; à direita, Vilson Tadei (hoje técnico do Gama).
A ficha técnica desse jogo foi a seguinte:
TAGUATINGA 0 x 1 VASCO DA GAMA (RJ)
Data: 6 de junho de 1984
Local: Serejão
Árbitro: Édson Rezende de Oliveira
Gol: Vando, 65
Taguatinga: Hélio (Augusto), Junior, Duda, Zinha e Marcelo; Wilson Bispo (Auro), Jânio e Marquinhos; Lino, Serginho e Lula.
Vasco da Gama: Acácio, Edevaldo, Daniel Gonzalez (Nenê), Ivan e Roberto Teixeira; Oliveira, Geovani e Vilson Tadei; Jussiê (Vando), Cláudio José (Marcelo) e Mário.
Obs.: o Vasco da Gama ganhou a Taça José Ornelas.



ANIVERSARIANTE DO DIA: Nilson Dias


Nilson Severino Dias, o Nilson Dias, nasceu no Rio de Janeiro (RJ), no dia 25 de janeiro de 1952.
Surgiu para o futebol nos infantis do Botafogo, do Rio de Janeiro, estreando no dia 10 de fevereiro de 1968, na vitória de 2 x 1 sobre o Madureira.
Sua estreia na equipe principal do Botafogo foi em 21 de abril de 1970, no Maracanã, no empate em 0 x 0 do Botafogo com o Vasco da Gama.
Em 1971, Nilson Dias participou da Seleção Brasileira de Novos que venceu o Torneio de Cannes, na França, conquistando também o segundo lugar no Torneio Sul-Americano de juniores, disputado no Paraguai.
No ano seguinte, sem maiores explicações, foi sacado do grupo que representou o Brasil nos Jogos Olímpicos de Munich, Alemanha.
No mesmo ano de 1972, em junho, encarou seu primeiro grande desafio quando foi emprestado ao Deportivo Cali, da Colômbia, lá permanecendo até fevereiro de 1973.
Nilson Dias abraçou de vez sua condição de titular quando retornou ao Botafogo, em 1973, sendo o principal goleador do time durante o campeonato brasileiro do mesmo ano.
Nilson Dias não deu sorte ao passar pelo Botafogo num período (década de 70) em que o clube viveu um jejum de conquistas. Não precisou ganhar títulos de expressão para se tornar ídolo da torcida do Botafogo.
Um desses títulos, por coincidência, aqui em Brasília. Nos dias 6 e 8 de setembro de 1974, jogando no estádio Mané Garrincha, o Botafogo venceu o Torneio Independência. Além do alvinegro carioca participaram Ceub-DF, Corinthians-SP e Vitória-BA. Para chegar ao título do torneio o Botafogo venceu o Corinthians, por 1 x 0, e o Vitória-BA, também por 1 x 0, os dois gols marcados por Nilson Dias.
Sua partida de despedida aconteceu em 28 de maio de 1978, no Maracanã, no empate do Botafogo com o Flamengo, em 1 x 1.
Faz parte da história do Botafogo como o 13º maior goleador alvinegro. Entre amistosos e competições oficiais, Nilson Dias disputou 302 jogos com a camisa do Botafogo, marcando 127 gols.
Foi artilheiro do Botafogo nos campeonatos cariocas de 1974 e 1975, em ambos com 18 gols marcados.
No dia 13 de novembro de 1975, no Maracanã, ao dividir uma bola com o lateral Zé Maria, do Corinthians, teve fratura no perônio e rompimento dos ligamentos do tornozelo direito.
Foram quase sete meses de recuperação de uma cirurgia com cinco parafusos e uma placa de platina. Em 21 de janeiro de 1976, mais uma cirurgia para retirar o reforço de platina de sua perna. Nilson Dias deu a volta por cima e retornou ao futebol.
Fez parte da equipe do Botafogo que atingiu uma invencibilidade de 52 jogos, entre 1977 e 1978, disputando 48 desses 52 jogos.
Em junho de 1978, Nilson Dias foi negociado com o Universidad Guadalajara, do México.
Retornou ao Brasil em fevereiro de 1981, contratado pelo Internacional, de Porto Alegre (RS), onde fez boas partidas.
Estreou no colorado gaúcho no dia 7 de março de 1981, no Beira-Rio, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro, marcando o gol da vitória de 1 x 0 sobre o Goiás.
Poucos dias depois, marcou os dois gols do empate de 2 x 2 com o Sport Recife.
Continuou marcando gols até o dia 28 de junho de 1981. Em jogo válido pelo campeonato gaúcho, o Internacional venceu o Brasil, de Pelotas, por 2 x 1, com um gol de Nilson Dias. Foi a última vez que defendeu o Internacional. O presidente José Asmuz sempre deixou claro que não pagaria os 40 milhões de cruzeiros pelo seu passe junto ao futebol mexicano. Nem mesmo uma pesquisa promovida pela Rádio Gaúcha, apontando que 65% dos torcedores do Internacional queriam sua permanência, foi o suficiente para Asmuz mudar seus planos.
Assim, foi emprestado pelo clube mexicano ao Santos, onde estreou no dia 16 de agosto de 1981, no Canindé, contra a Portuguesa de Desportos (0 x 0), em jogo do Campeonato Paulista desse ano.
No jogo seguinte, 19 de agosto, na vitória de 2 x 0 sobre o São José, Nilson Dias marcou seu primeiro gol com a camisa do Santos.
Ficou no clube paulista até abril de 1982. No dia 6 desse mês, fez seu último jogo pelo Santos, quando o clube paulista empatou com o Flamengo, no Morumbi, em 1 x 1.
Saindo do Santos, transferiu-se para o Santa Cruz, de Recife, onde chegou já com o campeonato pernambucano em andamento. Estreou no dia 18 de julho de 1982, em Caruaru, marcando o gol da vitória do Santa Cruz por 1 x 0. Permaneceu no clube pernambucano até o final de 1982.
Devolvido ao Santos ao final do contrato com o Santa Cruz, foi emprestado ao São Cristóvão para a disputa do Campeonato Carioca de 1983.
Nilson Dias permaneceu no Botafogo até o setembro de 1978, quando foi negociado com o Universidade Guadalajara (México).
Retornou ao futebol brasileiro em março de 1981 para defender o Internacional (RS).
Em seguida defendeu o Acadêmica, de Coimbra (Portugal), nas temporadas 1983/1984 e 1984/1985 e o Olaria, em 1985.
Algumas fontes registram ainda passagens do jogador pelo Riffa Bahrain (Bahrein), e Central, de Barra do Piraí (RJ).

NA SELEÇÃO BRASILEIRA

Na Seleção Brasileira Sub-23 estreou no dia 26 de novembro de 1971, marcando o gol do empate em 1 x 1 com o Equador. Sua última participação foi em 17 de junho de 1972, na vitória de 4 x 1 sobre o Hamburgo, da Alemanha. Foram oito jogos e três gols.
Na Seleção Principal foram cinco jogos e um gol. Estreou no dia 23 de janeiro de 1977, na vitória de 1 x 0 sobre a Bulgária. Seu último jogo foi em 3 de março de 1977, marcando um gol na goleada de 6 x 1 sobre um Combinado Botafogo/Vasco da Gama.

Depois que largou o futebol, foi professor de uma escolinha de futebol do Iate Clube Jardim Guanabara, na Ilha do Governador.
Também desenvolveu um projeto de organização do Master do Botafogo juntamente com Mendonça, Maurício e outros craques e amigos de sua época, valorizando os tempos áureos do clube da estrela solitária.

NO FUTEBOL DO DF

Aos 35 anos, no dia 2 de maio de 1989, Nilson Dias se apresentou ao Sobradinho, sendo recebido pela diretoria do clube no Aeroporto Internacional de Brasília.
Seu contrato era de quatro meses.
Participou de dois coletivos e, no dia 7 de maio, fez sua estreia com a camisa do Sobradinho, na vitória de 3 x 1 sobre o Taguatinga, no estádio Augustinho Lima. Nilson Dias marcou dois gols.
Dez dias depois, enfrentou o Gama, no Bezerrão: empate em 1 x 1.
No dia 21 de maio, atuou em mais uma vitória do Sobradinho: 1 x 0 sobre o Brasília.
Conheceu sua primeira derrota no dia 25 de maio, diante do Ceilândia. O Sobradinho perdeu por 3 x 2.
Logo após esse jogo, Nilson Dias pediu rescisão de seu contrato, alegando problemas particulares.


sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

DUELO: GAMA x TAGUATINGA


O Campeonato Brasiliense de Futebol, versão 2020, começará amanhã, com a realização de três jogos, sendo um deles um clássico histórico: Gama x Taguatinga.
Gama e Taguatinga foram fundados no mesmo ano: 1975. Em 1º de julho de 1975, o Pioneira Futebol Clube efetivou a mudança de nome para Taguatinga Esporte Clube. Poucos meses depois, mais precisamente em 15.11.1975, foi a vez do Gama ser fundado.
O Gama continua disputando o campeonato brasiliense até hoje. O Taguatinga paralisou suas atividades em 1999 e, depois de uma fusão com o C. A. Taguatinga, do Núcleo Bandeirante, retornou em 2018, foi vice-campeão da Segunda Divisão local e garantiu vaga na Primeira em 2019.
O Gama é dono do maior número de títulos de campeão brasiliense: 12. O Taguatinga foi campeão brasiliense em cinco oportunidades.
A partir de 1976, no primeiro campeonato de futebol profissional do DF, Gama e Taguatinga realizaram grandes duelos.
E o que ficou para a história desse duelo foi o, por enquanto, predomínio do Taguatinga, senão vejamos:

TOTAL DE JOGOS
78
VITÓRIAS DO TAGUATINGA
29
VITÓRIAS DO GAMA
20
EMPATES
29
GOLS A FAVOR DO TAGUATINGA
89
GOLS A FAVOR DO GAMA
78

A PRIMEIRA VEZ

A primeira vez que Gama e Taguatinga se enfrentaram foi no dia 1º de maio de 1976, no ainda existente estádio Pelezão.
Com um gol de Bira, aos 36 minutos, o Taguatinga venceu a partida por 1 x 0. Jorge Aloise foi o árbitro do jogo, que teve renda de Cr$ 37.000,00. Maurício, do Taguatinga, foi expulso de campo.
As equipes formaram assim:
TAGUATINGA: Carlos José, Aldair (Elmo), Dão (Wanner), Dedinho e Chico; Douradinho, Nemias e Banana; Maurício, Bira e Dinarte. Técnico: Eurípedes Bueno.
GAMA: Noel, Bastos, Bill, Santana e Carlão; Dequinha, Almir e Galego; Carlinhos, Carlos Alberto e Zé Luiz. Técnico: Jesus Santos.

A ÚLTIMA VEZ

Dez anos depois do último jogo entre Gama e Taguatinga, no dia 2 de maio de 1999, os clubes voltariam a se enfrentar em 24 de março de 2019, novamente no Bezerrão, no Gama. A vitória foi do Gama, pelo placar de 1 x 0. A ficha técnica do jogo foi a seguinte:

GAMA 1 x 0 TAGUATINGA
Data: 24 de março de 2019
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Maricleber Gois
Renda: R$ 21.115,00
Público: 2.015 pagantes
Gol: Wisman, 57
GAMA: Rodrigo Calaça, Felipe Tavares, Samuel, Emerson e Cleidson; Tiago Gaúcho (Felipe Werley), Wagner Balotelli e Gordo; Wisman (Júlio César), Betinho e Nunes (Gilsinho). Técnico: Vilson Tadei.
TAGUATINGA: Luan, Bruno Brito, Índio e Felipe Lira; Ferrugem (Bruno Croácia), Amaral, Bruno Oliveira, Renato e Leandro Lima (Portugal); Marquinhos Paracatu e Jean Felipe (Ranyelle). Técnico: Gessimar Marques (Flu).

AS MAIORES GOLEADAS

Gama e Taguatinga sempre fizeram jogos equilibrados, com, geralmente, dois ou menos gols de diferença. Essa “regra” só foi quebrada uma vez. No dia 3 de maio de 1998, o Gama goleou o Taguatinga, por 4 x 1, sendo este o maior placar entre ambos.

A MAIOR SÉRIE DE JOGOS INVICTOS

Apesar da diferença de nove vitórias do Taguatinga sobre o Gama, curiosamente, se considerarmos o período em que o Taguatinga estava na ativa e mais o último jogo entre eles, chegaremos ao total de treze jogos que o Gama não perde. De 12 de dezembro de 1993 a 2 de maio de 1999 e no dia 24 de março de 2019, foram nove vitórias do Gama e quatro empates.
Essa série de jogos sem derrota iguala a alcançada pelo Taguatinga, de 19 de agosto de 1994 a 5 de junho de 1988: foram oito vitórias do Taguatinga e cinco empates.

ONDE FORAM REALIZADOS OS 78 JOGOS

Os 78 jogos entre Gama e Taguatinga foram disputados em quatro estádios do Distrito Federal. Serejão, em Taguatinga, e o Bezerrão, no Gama, foram os que mais receberam o duelo: 36 vezes. Pelezão e Mané Garrincha já receberam esse duelo em três oportunidades cada um.



OS GRANDES TIMES DO FUTEBOL BRASILIENSE: Ceilândia - 1987


Para muitos o melhor time que o Ceilândia já teve antes de conquistar o título de campeão brasiliense nos anos de 2010, 2012 e 2017.
Esse time foi o que enfrentou o Brasília no dia 22 de março de 1987, no Abadião.


Em pé, da esquerda para a direita: Tião, Paulão, Dias, Chicão, Chaguinha e Marcelo Maia.
Agachados: Dirson, Edmilson, Gildásio, Carlinhos e Wlad.
Não ganhou o certame desse ano, mas foi o que chegou mais perto de um troféu de campeão, o referente ao 1º turno de 1987. Chegou à frente dos poderosos Brasília e Gama e, na decisão desse turno, foi derrotado pelo Brasília, por 1 x 0.
Veio o segundo turno e foi muito mal, ficando em sétimo entre os oito participantes. No terceiro turno, ficou em quinto. Na classificação geral, terminou com a quarta colocação, a melhor do Ceilândia até então.
A ficha técnica desse jogo foi a seguinte:
CEILÂNDIA 0 x 0 BRASÍLIA
Data: 22.03.1987
Local: Abadião
Árbitro: Luiz Vilhena do Nascimento
CEILÂNDIA: Dias, Chaguinha, Paulão, Tião e Marcelo Maia; Chicão, Edmilson e Dirson; Carlinhos, Gildásio e Wlad. Técnico: Hércules Brito Ruas.
BRASÍLIA: Wanderley, Freitas, Iranil, Filgueira e Valdo; Oliveira, Décio (Marco Antônio) e Bolão; Erasmo, Coutinho e Nei. Técnico: Antônio Montanari (Ipojucan).


OLHO NO LANCE!



O lance é da primeira vez que o Taguatinga entrou em campo para disputar uma competição nacional. Foi no dia 8 de março de 1981, no Serejão. Serginho, o nº 9, cabeceia para marcar o gol da vitória de 1 x 0 do Taguatinga sobre o Itumbiara, de Goiás, válido pela Primeira Fase da Taça de Bronze, que teve 24 participantes separados em doze grupos de dois clubes cada.
Jogaram em partidas de ida e volta, classificando-se os vencedores para a Segunda Fase.
Depois de conquistar a vaga no Torneio Seletivo do DF, o Taguatinga teve como primeiro adversário o Itumbiara, vencedor do Torneio Seletivo de Goiás. Venceu o primeiro jogo em Taguatinga por 1 x 0 e perdeu em Itumbiara pelo marcador de 3 x 0. Com melhor saldo de gols, o clube goiano passou para a Segunda Fase.
TAGUATINGA 1 x 0 ITUMBIARA
Data: 8 de março de 1981
Local: Serejão, Taguatinga (DF)
Árbitro: Silvio das Neves Rodrigues (MS)
Renda: Cr$ 26.950,00
Gol: Serginho, 17
TAGUATINGA: Jonas, Aldair, Duda, Emerson e Odair; Jairo, Warlan (Geraldo Galvão) e Euzébio; Paulo Hermes (Dácio), Serginho e Wilton. Técnico: Bugue.
ITUMBIARA: Donizete, Cacá, Kleber, Hélio e Tuíde; Souza, Rubinho e Donato; Osmar, Jorge Luís (Nilton Galinha) e Henrique. Técnico: Juci.


O DIA DE HOJE NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE


1965
Ganhando praticamente o jogo nos seus minutos iniciais, quando conseguiu assinalar dois gols “relâmpagos”, o Rabello conseguiu uma grande vitória sobre o Goiás por 3 x 1 no dia 24 de janeiro de 1965, atuando em seu estádio, o Paulo Linhares.
Os gols foram marcados por Zé Maria, a um minuto de jogo, e Sabará, aos 6 minutos do 1º tempo. No 2º tempo, Cid diminuiu aos 35 minutos e Sabará deu números finais ao jogo depois que marcou o terceiro gol do Rabello, aos 44 minutos.
Eduíno Edmundo Lima foi o árbitro do jogo, que teve renda de Cr$ 130.500,00.
O Rabello venceu com Gaguinho, Délio (Aderbal); Gegê, Bimba e Leocádio; Zé Maria (Raimundinho) e Tião; Sabará, Wilson, Ceninho e Nilo. 
O Goiás perdeu com Célio, Licinho, Paulo Lázaro, Japonês e Dias; Viana e Aleixo; Benício (Beto), Eurípedes, Raul e Almeida (Cid).


quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

CAMPANHAS DE TODOS OS CAMPEÕES BRASILIENSES - 1960 a 2019


ANO
CAMPEÃO
J
V
E
D
GF
GC
SG
PG
Aprov.
1960
DEFELÊ
7
5
1
1
28
7
21
11
78,6%
1961
DEFELÊ
16
9
5
2
24
11
13
23
71,9%
1962
DEFELÊ
17
8
6
3
27
19
8
22
64,7%
1963
CRUZEIRO DO SUL
16
11
4
1
39
14
25
26
81,3%
1964-A
GUANABARA
12
7
4
1
28
18
10
18
75,0%
1964-P
RABELLO
8
7
1
0
18
4
14
15
93,8%
1965-A
PEDERNEIRAS
8
6
2
0
23
6
17
14
87,5%
1965-P
RABELLO
6
5
0
1
15
6
9
10
83,3%
1966
RABELLO
12
8
2
2
30
14
16
18
75,0%
1967
RABELLO
10
8
2
0
28
8
20
18
90,0%
1968
DEFELÊ
8
6
1
1
19
5
14
13
81,3%
1969
COENGE
23
16
6
1
55
16
39
38
82,6%
1970
GRÊMIO
17
10
3
4
25
18
7
23
67,6%
1971
COLOMBO
8
5
3
0
12
3
9
13
81,3%
1972
SERVIÇO GRÁFICO
15
5
8
2
22
10
12
18
60,0%
1973
CEUB
20
14
3
3
41
15
26
31
77,5%
1974
PIONEIRA
12
9
2
1
21
5
16
14
58,3%
1975
CAMPINEIRA
17
11
2
4
32
18
14
24
70,6%
1976
BRASÍLIA
14
10
3
1
29
7
22
23
82,1%
1977
BRASÍLIA
13
12
1
0
38
5
33
25
96,2%
1978
BRASÍLIA
15
12
3
0
37
6
31
27
90,0%
1979
GAMA
17
10
3
4
29
19
10
23
67,6%
1980
BRASÍLIA
25
19
6
0
64
7
57
44
88,0%
1981
TAGUATINGA
27
16
7
4
32
15
17
39
72,2%
1982
BRASÍLIA
29
12
12
5
28
19
9
36
62,1%
1983
BRASÍLIA
52
22
19
11
67
42
25
63
60,6%
1984
BRASÍLIA
31
16
9
6
53
25
28
41
66,1%
1985
SOBRADINHO
25
14
9
2
40
14
26
37
74,0%
1986
SOBRADINHO
21
11
7
3
25
14
11
29
69,0%
1987
BRASÍLIA
26
12
10
4
32
17
15
34
65,4%
1988
TIRADENTES
30
13
11
6
44
27
17
37
61,7%
1989
TAGUATINGA
29
12
11
6
31
20
11
50
86,2%
1990
GAMA
18
10
7
1
29
9
20
27
75,0%
1991
TAGUATINGA
32
18
12
2
39
13
26
48
75,0%
1992
TAGUATINGA
32
20
10
2
62
24
38
50
78,1%
1993
TAGUATINGA
44
21
13
10
65
47
18
55
62,5%
1994
GAMA
22
13
6
3
39
18
21
32
72,7%
1995
GAMA
30
15
11
4
36
13
23
53
88,3%
1996
GUARÁ
23
12
10
1
35
19
16
53
66,7%
1997
GAMA
22
13
4
5
45
19
26
43
65,2%
1998
GAMA
24
16
6
2
46
15
31
56
77,8%
1999
GAMA
22
15
7
0
44
13
31
52
78,8%
2000
GAMA
22
12
8
2
42
17
25
44
66,7%
2001
GAMA
22
12
3
7
34
19
15
39
59,1%
2002
CFZ
26
19
7
0
58
14
44
64
82,1%
2003
GAMA
15
10
5
0
29
11
18
35
77,8%
2004
BRASILIENSE
15
10
4
1
38
12
26
34
75,6%
2005
BRASILIENSE
16
11
4
1
37
17
20
37
77,1%
2006
BRASILIENSE
14
11
2
1
29
9
20
35
83,3%
2007
BRASILIENSE
14
9
4
1
32
16
16
31
73,8%
2008
BRASILIENSE
14
9
3
2
28
12
16
30
71,4%
2009
BRASILIENSE
22
15
5
2
45
12
30
50
75,8%
2010
CEILÂNDIA
22
9
7
6
23
22
1
34
51,5%
2011
BRASILIENSE
22
13
7
2
36
14
22
46
69,7%
2012
CEILÂNDIA
17
11
3
3
31
14
17
36
70,6%
2013
BRASILIENSE
19
12
5
2
22
7
15
41
71,9%
2014
LUZIÂNIA
17
9
5
3
15
6
9
32
62,7%
2015
GAMA
16
10
2
4
18
8
10
32
66,7%
2016
LUZIÂNIA
17
10
7
0
26
10
16
37
72,5%
2017
CEILÂNDIA
17
10
5
2
31
15
16
35
68,6%
2018
SOBRADINHO
17
10
3
4
24
16
8
33
64,7%
2019
GAMA
17
14
3
0
34
9
25
45
88,2%