Total de visualizações de página

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

QUEM SOU EU?





1. Estou na foto acima. No dia de hoje, estou completando 64 anos de vida.
2. Nasci em Caruaru, cidade do agreste pernambucano.
3. Comecei no futebol do DF no Brasília, de Taguatinga.
4. A primeira vez que coloquei uma faixa de campeão brasiliense foi em 1971, atuando pelo Colombo.
5. Sempre como zagueiro, disputei 13 temporadas consecutivas com a camisa do Brasília, de 1975 a 1987
6. Conquistei oito títulos de campeão brasiliense defendendo as cores do Brasília.
7. Disputei o Campeonato Brasileiro da Série B de 1982 com a camisa do Guará.
8. Meu último clube no futebol brasiliense foi o Gama.
9. Depois que encerrei a carreira de jogador, me tornei técnico.
10. Meu primeiro clube como treinador foi o Ceilândia. Além deste clube, treinei Guará, Samambaia, Ceilandense e Comercial.

QUEM SOU EU???

NOTA:
O último “Quem Sou Eu?”, postado no dia 3 de janeiro de 2017, foi com Lindário.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

CRAQUES DE ONTEM E DE HOJE: Otávio



Otávio Augusto Barbosa nasceu em Andradas (MG), no dia 30 de janeiro de 1946. Ainda criança foi morar em Niterói (RJ), pois seu pai foi exercer o cargo de Defensor Público no antigo Distrito Federal. Em 1960, seu pai transferiu-se para Brasília, onde passaria a ocupar o cargo de Promotor de Justiça e depois Juiz de Direito.
Otávio estudou no Colégio Bom Bosco e começou a praticar futebol. Começou no juvenil do Rabello, em 1962. Nessa categoria já mostrava sua marca de goleador e foi campeão do DF, em 1963.
Em 1964 foi para o Defelê, onde fez sua estreia no time principal num amistoso realizado no dia 30 de julho de 1964, na derrota de 2 x 1 para o Luziânia. No segundo tempo, substituiu Fernandinho.
Em março de 1965, com 19 anos de idade, Otávio sofreu ferimentos graves num acidente de veículo ocorrido na rodovia Brasília-Belo Horizonte, quando o Jeep que dirigia, capotou. 
Quando passou a titular do time principal, tornou-se artilheiro do Campeonato Brasiliense de 1965, com quatro gols nos seis jogos que o Defelê disputou (Zezé, do Rabello, também marcou quatro gols).
Na edição de 1º de outubro de 1965, do jornal Correio Braziliense, consta a seguinte nota: “O ponta de lança Otávio, que brilhou domingo último diante do Rabello, recebeu um convite para treinar no Santos. O presidente Athiê Jorge Cury telefonou ao presidente Ruy Rossas, pedindo o craque para um período de experiência”.
No final de 1965 foi convocado pela primeira vez para defender a Seleção do DF. Foram dois jogos contra o campeão brasiliense Rabello, o primeiro no dia 5 de dezembro (empate em 1 x 1) e o segundo no dia 12 de dezembro (vitória do selecionado, por 2 x 1; os dois gols da seleção foram marcados por Otávio).

Defelê
Após o encerramento da temporada de 1965, o jornal Correio Braziliense escolheu os destaques do ano no futebol brasiliense. Otávio fez parte da “Seleção do Ano”. Eis como ficou: Zé Walter (Rabello), Aderbal (Guará), Gegê (Rabello), Sir Peres (Colombo) e J. Pereira (Rabello); João Dutra (Colombo) e Beto Pretti (Rabello); Zezé (Rabello), Otávio (Defelê), Baiano (Colombo) e Zoca (Rabello).
Em 13 de janeiro de 1966, Otávio esteve em Santos, treinando entre os companheiros de Pelé, a convite de Athiê Jorge Cury, presidente do clube paulista. 
Todos acreditavam que, em razão de suas excelentes qualidades como homem de área, com excelente visão de gol, Otávio reunia todas as condições exigidas a um ponta de lança e que ele deveria assinar contrato com o Santos.
Porém, aluno da UnB, Otávio não conseguiu acertar seu ingresso no Santos pois o contrato oferecido prejudicaria a continuação de seus estudos.
Ainda nesse mesmo mês de janeiro de 1966, chegou a Brasília, procedente da cidade de Lavras (MG), o desportista Vicente de Carvalho, irmão do treinador Didi de Carvalho, para tentar contratar alguns jogadores para clubes do Sul de Minas Gerais. Otávio foi um deles e também recusou utilizando a mesma justificativa apresentada ao Santos.
No dia 10 de abril de 1966, voltou a defender as cores do Rabello e foi o artilheiro da equipe na excursão a Patos de Minas (MG), marcando três gols contra o São Vicente e um contra a URT. 
Poucos dias antes, mais precisamente em 20 de março de 1966, o Defelê disputou um amistoso contra o Rabello e venceu por 3 x 0, com dois gols de Otávio.
Nessa mesma temporada, Otávio teve a honra de jogar contra a Seleção do Veteranos do Rio de Janeiro, que contou, dentre outros, com a presença do goleiro Barbosa, Nilton Santos, Zizinho e Telê Santanta.
Otávio foi campeão brasiliense e vice-artilheiro da competição de 1966, com 9 gols em dez dos doze jogos disputados pelo Rabello nesse ano. Esteve ausente de dois por estar acompanhando a delegação de futebol de salão da Universidade de Brasília - UnB que participava dos Jogos Abertos de São Lourenço, no interior de Minas Gerais.
Foi convocado para defender a Seleção do DF no amistoso diante da Seleção Paulista, no dia 11 de maio de 1966. Reunia as preferências para ser titular na ponta de lança, mas foi dispensado, a pedido, pois sendo universitário de Direito, viajou no dia 27 de abril de 1966, com a equipe de futebol de salão da Universidade de Brasília, para disputar o certame estudantil que se realizaria em Fortaleza (CE).
Também foi convocado para o amistoso contra a Seleção de Goiás no dia 23 de novembro de 1966, mas não participou do jogo.
Pelo segundo ano consecutivo, Otávio fez parte da enquete promovida pelo jornal Correio Braziliense que apontou a Seleção do Ano no futebol brasiliense.
Otávio voltou a se destacar na artilharia do Torneio “Engenheiro Plínio Cantanhede”, realizado de 23 de outubro a 20 de novembro de 1966, marcando sete gols. Esse torneio contou com a participação de sete equipes e tinha por finalidade apontar os quatro representantes do Distrito Federal na Taça Brasília-Goiânia. O Rabello foi o campeão, mas, posteriormente foi penalizado pelo Tribunal de Justiça Desportiva com a perda de 8 pontos por utilizar o jogador Heitor sem condições de jogo.
Em 1967 se transferiu para a equipe do Guará. Em sua estreia, no dia 21 de abril de 1967, marcou o gol da vitória de 2 x 1 sobre o Cruzeiro (DF). No dia 16 de maio, na vitória do Guará sobre o Pederneiras por 6 x 3, Otávio marcou três gols.
Foi convocado, mas não participou do amistoso da Seleção do DF contra o Santos, de São Paulo, no dia 25 de maio de 1967.

Guará - 1967
Disputou o campeonato brasiliense de 1967 pelo Guará, marcou quatro gols, mas não pôde evitar que o clube, formado por vários jogadores jovens, terminasse a competição em sexto e último lugar.
Retornou ao Defelê, em 1968, sagrando-se campeão brasiliense desse ano. Era jogador desse clube quando a Federação Desportiva de Brasília decidiu pela organização de uma Seleção Profissional de Futebol, em caráter permanente. Logo depois, Logo depois, a Federação decidiu que a Seleção Permanente iria vestir a camisa do Rabello e representá-lo na Taça Brasil.
Em abril de 1968, foi convocado para defender a seleção de futebol de salão da UnB que disputaria um torneio em São Paulo, junto com Guairacá, Axel e Arnaldo.
Em maio de 1968, Otávio recebeu uma proposta para fazer testes no Atlético Mineiro. Porém, ao chegar em Belo Horizonte, ficou sabendo que, em um momento inicial, seria emprestado para atuar no interior do estado. Então, resolveu voltar para Brasília.
No futebol de salão, Otávio foi por diversas vezes campeão de Brasília pela UnB. O time formado por Valtinho, Axel, Guairacá, Otávio e Arnaldo é considerado por muitos que acompanham o esporte como o maior da história do salonismo brasiliense.
Por exigência de seu pai, a prática de esporte foi permitida com a condição de tirar boas notas nos estudos. E assim Otávio fez. Ao término do 2º grau, ingressou no Curso de Direito da UnB e, paralelamente aos estudos e ao futebol de campo, participava do time de futebol de salão da universidade.

Deixou a Advocacia, pois foi aprovado como servidor do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, em 1975, sendo assessor do Desembargador Lúcio Arantes. Não parou de estudar e se tornou Juiz de Direito, em 1980, na 4ª Vara Criminal de Planaltina. No dia 27 de agosto de 1992 tomou posse como Desembargador do TJDFT, sendo ele o primeiro aluno da UnB a ocupar tal cargo. 
Ocupou a presidência daquela corte de 2010 a 2012.
Apesar de ter ingressado em um mundo totalmente diferente do futebol e galgado todos os degraus até chegar a presidência da Corte máxima da Justiça do Distrito Federal, Otávio fez questão de ressaltar em seu pronunciamento de posse a sua passagem pelo futebol de Brasília nos time Rabello, Defelê e Guará.

domingo, 29 de janeiro de 2017

A PRIMEIRA VEZ A GENTE NÃO ESQUECE: Samambaia



O Samambaia Futebol Clube foi fundado em 29 de janeiro de 1993, especialmente para ser logo profissional, isto é, sem passar pelos campeonatos amadores e da Segunda Divisão.
Pouco antes de começar o campeonato de 1993, o Samambaia recebeu o convite do então presidente da Federação Brasiliense de Futebol, Tadeu Roriz, teve sua entrada oficializada e somente a partir dessa certeza, é que o time foi fundado e iniciou os treinamentos.
O plantel foi composto com jogadores emprestados pelo Taguatinga e clubes do interior de Goiás.

O PRIMEIRO JOGO DO SAMAMBAIA

BRASÍLIA 2 x 1 SAMAMBAIA 
Data: 14.03.1993 
Local: Mané Garrincha 
Árbitro: Brasil Gadelha de Oliveira
Expulsão: Junior, do Brasília
Gols: Rondinelli, 29; Fabrício, 49 e Nildo, 84
BRASÍLIA: Gildo, Fabinho, Junior, Rildo e Joel; Edmar, Manoel Ferreira e Filó; Tadeu (Fabrício), Marcelo França e Rondinelli (Kelvis). Técnico: Almir Vieira.
SAMAMBAIA: Adão Pereira, Nildo, Marcelo, Carlão e Niltinho; Toninho, Gilson e Rivelino; Lúcio (Reginaldo), Pablo e Paulo César (Zé Carlos). Técnico: Dodô.

A PRIMEIRA VITÓRIA

CEILÂNDIA 1 x 2 SAMAMBAIA
Data: 05.09.1993 
Local: Serejão
Árbitro: Jorge Paulo Gomes 
Gols: Lola para o Ceilândia e Rivelino e Júlio César para o Samambaia.
CEILÂNDIA: Ronaldo, Flávio, Mesquita, Trajano e Pereira; Cimar (Wadi), Lola e Dorival; Lima, Arruda (Leto) e Raimundinho.
SAMAMBAIA: William, Marcelo, Carlão, Ismael e Niltinho; Serginho, Toninho e Rivelino; Mário (Neto), Júlio César e Zé Edmilson. Técnico: Zé Vieira.

Nota: Pelo fato de permanecer até setembro de 1993 sem vencer nenhuma partida do Campeonato Brasiliense, a imprensa local passou a chamar o Samambaia de “Íbis do DF”.

A PRIMEIRA DECISÃO

Somente uma vez em sua história o Samambaia esteve numa decisão: a do 2º turno do Campeonato Brasiliense de 1994, quando foi derrotado pelo Gama, após dois jogos.

SAMAMBAIA 0 x 0 GAMA 
Data: 18.09.1994 
Local: Rorizão 
Árbitro: Nilton Castro de Souza 
SAMAMBAIA: Germano, Jander, Ganda, Pedrinho e Niltinho; Serginho, Mozer e Júlio César; Tuta (Lino), Bino (Jairo) e Batata. Técnico: Jonas Foca.
GAMA: Gildo, Chaguinha, Leandro, Dias Baiano e Paulo Henrique; Teco, Pacheco e Ésio; Carlinhos (Neno), Anderson e Niltinho (Flávio Katioco). Técnico: Joel Martins.

GAMA 4 x 0 SAMAMBAIA 
Data: 25.09.1994 
Local: Bezerrão 
Árbitro: Luciano Almeida 
Renda: R$ 7.655,00
Público: 3.062 pagantes
Gols: Chaguinha, 8; Anderson, 21; Carlinhos, 54 e Anderson, 80
GAMA: Gildo, Chaguinha, Leandro, Dias Baiano e Paulo Henrique; Teco, Pacheco (Jorge) e Ésio; Carlinhos, Anderson e Niltinho (Flávio Katioco). Técnico: Joel Martins.
SAMAMBAIA: Germano, Jander, Ganda, Pedrinho e Niltinho; Serginho, Mozer e Lino; Tuta, Jairo e Batata (Lula). Técnico: Jonas Foca.

A PRIMEIRA VEZ NO RORIZÃO

O Estádio Joaquim Domingos Roriz, apelidado de Rorizão, está situado em Samambaia.
Foi inaugurado em 14 de agosto de 1994, com o jogo Samambaia 1 x 0 Taguatinga. O gol do novo estádio foi marcado por Jairo.
O árbitro do jogo foi Aldemir Padilha e as equipes formaram assim:
SAMAMBAIA: Germano, Zé Márcio, Ganda, Carlos Roberto (Batata) e Niltinho; Correa, Júlio César e Bino; Mozer, Lula (Jairo) e Tuta.
TAGUATINGA: Val, Márcio Franco, Zinha, Marião e Zé Carlos; Gilson, Paulo Lima e Vital; Gil, Henry (Flávio) e Edinho.

OS PRIMEIROS PRÊMIOS INDIVIDUAIS

No dia 29 de setembro de 1994, no Eron Brasília Hotel, aconteceu a solenidade de entrega do XI Troféu “Mané Garrincha”.
Participaram do comitê os radialistas Armando Sobral, Márcio Ferreira e Ailton Dias, o jornalista Hélio Oliveira e os técnicos Remo e Heitor de Oliveira.
Da seleção do campeonato brasiliense de 1994 fez parte o meio-campista Lino, do Samambaia.
Além dele, foi escolhido como melhor técnico do campeonato Jonas Foca, do Samambaia.
João Durval Ferreira, do Samambaia, foi eleito o melhor Presidente.

A PRIMEIRA TAÇA

Foi no Campeonato Brasiliense da Segunda Divisão de 2006, quando ficou com o vice-campeonato, dois pontos atrás do Esportivo Guará, o campeão e promovido. Foram seis vitórias nos oito jogos que disputou. Uma das duas derrotas que sofreu, no dia 29 de outubro, diante do Esportivo (2 x 1) definiu a classificação final da Segunda Divisão.

O PRIMEIRO GRITO DE “É CAMPEÃO”

Após desistência de cinco clubes, o Campeonato Brasiliense da Segunda Divisão começou no dia 2 de agosto de 2014.
Naquele dia, o Samambaia recebeu o Cruzeiro no Serejão, em Taguatinga, e venceu por 3 x 1. Carlyle abriu o placar para o Samambaia aos 10 minutos do primeiro tempo. Aos 24, Edicarlos ampliou o marcador. Oito minutos depois, Pedrinho descontou para o Cruzeiro. Mas aos 23 minutos da segunda etapa, Lucas Paiva fechou a fatura e confirmou a vitória do Samambaia.

No dia 20 de agosto, após os estádios da Capital Federal estarem interditados pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, a Federação Brasiliense de Futebol conseguiu a liberação e a bola, enfim, pode voltar a rolar.
No estádio Bezerrão, no Gama, o Bandeirante recebeu o Samambaia. Os gols só saíram no segundo tempo. Aos três minutos, Rafael abriu o placar para o time do Núcleo Bandeirante. Contudo, o Samambaia partiu pra cima e virou o placar. Aos 36, Somália empatou e, quatro minutos depois, Allann Delon virou o placar e garantiu os 100% de aproveitamento do Samambaia.

O Samambaia chegou aos nove pontos ganhos em três jogos (100% de aproveitamento) no dia 23 de agosto de 201, quando venceu de virada o Botafogo-DF, no Serejão. 
O Botafogo saiu na frente, através de Wallace, aos 12 minutos do 1º tempo. A virada do Samambaia veio logo no início do segundo tempo, com gols de Carlyle, aos três minutos e Edicarlos, aos seis.

Depois de 18 anos, o Samambaia retornou à primeira divisão do futebol brasiliense. E a volta foi confirmada com uma vitória de 1 x 0 sobre o Guará, no dia 30 de agosto de 2014, no estádio Serejão.
Aos oito minutos, Cassius cruzou e Edicarlos desviou para o gol, abrindo o placar para o Samambaia.

Edicarlos foi o artilheiro do campeonato
No dia 3 de setembro de 2014, no estádio Serejão, em Taguatinga, o Samambaia – já classificado para a final – recebeu o Paranoá. E o time comandado por Reinaldo Gueldini não teve dó: Edicarlos marcou três vezes e o Samambaia venceu por 3 x 0.

A decisão da segunda divisão do Campeonato Brasiliense, entre Samambaia e Cruzeiro, aconteceu no dia 13 de setembro, às 15h30, no estádio Serejão, em Taguatinga. O Samambaia jogava pelo empate, por ter somado quinze pontos (100% de aproveitamento) contra sete do Cruzeiro.

Apesar do melhor início do Cruzeiro quem abriu o placar foi o Samambaia. Em uma bela jogada pela direita Edicarlos recebeu a bola dentro da área e chutou forte para o fundo das redes.
Aos 32 minutos Edicarlos partiu em velocidade para o ataque, deixando para trás dois marcadores. Ao entrar na área foi parado com um carrinho pelo zagueiro Índio. O árbitro assinalou a penalidade e expulsou o defensor do Crueiro. Cassius cobrou no canto oposto ao escolhido por Marlon e sacramentou o título inédito para o Samambaia.
O Samambaia formou com Rafael, Douglas, Somália, Leandro e Dudu; Lucas Paiva, Thyago Fernandes (Bruno), Willian e Allann Delon (Pedro); Cassius (Daniel) e Edicarlos. Técnico: Reinaldo Gueldini.

sábado, 28 de janeiro de 2017

OS CLUBES DO DF NA COPA VERDE - 4ª parte - Registros e Estatísticas



OS CLUBES PARTICIPANTES

O Distrito Federal teve quatro representantes nas três edições da Copa Verde: Brasília, Brasiliense, Luziânia e Gama.

Quando estrear amanhã, o Ceilândia estará se tornando o quinto clube do DF a disputar a Copa Verde.






DESEMPENHO DAS EQUIPES DO DF

CLUBES
2014
2015
2016
PARTICIPAÇÕES
Brasília
16º
3
Brasiliense
1
Gama
1
Luziânia
10º
1


PODIUM



EDIÇÃO
2014
Brasília (DF)
Paysandu (PA)
Brasiliense (DF)
2015
Cuiabá (MT)
Remo (PA)
Paysandu (PA)
2016
Paysandu (PA)
Gama (DF)
Remo (PA)


DESEMPENHO DAS FEDERAÇÕES ESTADUAIS (2014/2016)

CF
UF
PG
J
V
E
D
GF
GC
SG
PA
95
48
29
8
11
97
55
40
DF
50
30
14
8
8
39
26
13
MT
42
26
12
6
8
29
28
1
AM
27
24
6
9
9
28
38
-10
GO
22
12
6
4
2
15
7
8
RO
7
7
2
1
4
11
11
0
ES
5
8
0
5
3
4
8
-4
AP
3
6
0
3
3
8
13
-5
MS
2
6
0
2
4
1
8
-7
10º
TO
1
6
0
1
5
4
13
-9
11º
AC
1
7
0
1
6
3
13
-10
12º
RR
0
6
0
0
6
3
22
-19


RANKING GERAL

CF
CLUBES
PG
J
V
E
D
GF
GC
SG
% Aprov.
TD
Paysandu (PA)
49
22
15
4
3
52
20
32
74,2%
3
Remo (PA)
37
20
11
4
5
36
25
9
61,7%
3
Cuiabá (MT)
29
16
8
5
3
19
12
7
60,4%
3
Brasília (DF)
21
14
6
3
5
16
11
5
50,0%
3
Nacional (AM)
16
12
3
7
2
16
16
0
44,4%
3
Brasiliense (DF)
15
6
5
0
1
11
6
5
83,3%
1
Vila Nova (GO)
12
6
3
3
0
7
1
6
66,7%
1
Gama (DF)
12
8
3
3
2
10
7
3
50,0%
1
Aparecidense (GO)
10
6
3
1
2
8
6
2
55,6%
1
10º
Princesa do Solimões (AM)
10
8
3
1
4
11
14
-3
41,7%
2
11º
Luverdense (MT)
10
8
3
1
4
7
11
-4
41,7%
2
12º
Águia de Marabá (PA)
6
2
2
0
0
4
0
4
100,0%
1
13º
Vilhena (RO)
4
6
1
1
4
9
10
-1
22,2%
2
14º
Genus (RO)
3
1
1
0
0
2
1
1
100,0%
1
15º
Independente (PA)
3
2
1
0
1
2
4
-2
50,0%
1
16º
Mixto (MT)
3
2
1
0
1
3
5
-2
50,0%
1
17º
Estrela do Norte (ES)
3
4
0
3
1
3
4
-1
25,0%
1
18º
Santos (AP)
3
6
0
3
3
8
13
-5
16,7%
3
19º
Luziânia (DF)
2
2
0
2
0
2
2
0
33,3%
1
20º
Desportiva (ES)
1
2
0
1
1
1
2
-1
16,7%
1
Plácido de Castro (AC)
1
2
0
1
1
0
1
-1
16,7%
1
22º
Espírito Santo (ES)
1
2
0
1
1
0
2
-2
16,7%
1
Comercial (MS)
1
2
0
1
1
0
2
-2
16,7%
1
24º
CENE (MS)
1
4
0
1
3
1
6
-5
8,3%
2
25º
Interporto (TO)
1
4
0
1
3
1
8
-7
8,3%
2
Fast Club (AM)
1
4
0
1
3
1
8
-7
8,3%
1
27º
Tocantinópolis (TO)
0
2
0
0
2
3
5
-2
0,0%
1
28º
Paragominas (PA)
0
2
0
0
2
3
6
-3
0,0%
1
29º
São Raimundo (RR)
0
2
0
0
2
0
4
-4
0,0%
1
30º
Rio Branco (AC)
0
5
0
0
5
3
12
-9
0,0%
2
31º
Náutico (RR)
0
4
0
0
4
3
18
-15
0,0%
2


TD = Torneios Disputados