quinta-feira, 31 de maio de 2018

TÚNEL DO TEMPO: 28 de maio de 1967 - Inauguração parcial do estádio do Flamengo, de Taguatinga



Ruy Rossas Nascimento
No dia 24 de maio de 1967, num jantar em homenagem à crônica esportiva, na Churrascaria Ave Branca, o Flamengo, de Taguatinga, fez uma exposição sobre o que seria o seu estádio. O presidente do Conselho, Ruy Rossas Nascimento, fez um relato completo de tudo o que foi feito até esse momento, para a concretização do grande sonho do rubro-negro de Taguatinga. Conforme as palavras do dirigente, a praça de esportes seria construída em apenas seis meses, com capacidade inicial para 25 mil pessoas, contando ainda com um ginásio para esportes, quadras de tênis, basquetebol, voleibol e futebol de salão.
O anteprojeto foi elaborado pelo arquiteto Carlos Porto.

O jogo que serviu de inauguração parcial do Estádio Ruy Rossas Nascimento aconteceu no dia 28 de maio de 1967. O prefeito Wadjô Gomide esteve presente, cortando a fita simbólica e dando o pontapé inicial do encontro.
Com um público que proporcionou uma renda de quase mil cruzeiros (NCr$ 927,00), Flamengo e Defelê conseguiram agradar aos torcedores, começando melhor o Defelê, mas cedendo depois terreno ao seu adversário, ficando a igualdade de dois gols como o resultado mais junto de um jogo bem disputado.
Buscando a vitória, o Flamengo começou com um ataque e terminou o jogo mudando toda a sua linha ofensiva, além de processar alterações em outras posições.
A contagem foi aberta pelo Defelê, através de Ely, aos vinte minutos do primeiro tempo, enquanto que no segundo foram marcados mais três gols: Toinho e J. Pereira, para o Flamengo, e novamente Ely para o Defelê, sendo os dois últimos tentos assinalados nos acréscimos, em face das interrupções durante a partida.
Rubem Pacheco foi o árbitro da partida e os times formaram assim:

FLAMENGO 2 x 2 DEFELÊ
Data: 28 de maio de 1967
Local: Ruy Rossas Nascimento, Taguatinga (DF)
Árbitro: Rubem Pacheco
Renda: NCr$ 927,00
Gols: Ely, 19; Toinho, 90; J. Pereira, 90+2 e Ely, 90+4
Flamengo: Cláudio, Luiz, Macedo, Itérbio e Miranda (J. Pereira); Luís Carlos e Zoca (Beto Pretti); Ademir (Mendes), Fernando (Jaime), Adão (Toinho) e Serenata (Cabeleira).
Defelê: Walmir, Pedrinho, Lima, Quincas e Wilson; Ely e Sabará (Melro); Santos (Ramiro), Djalma, Invasão (Maurício) e Reinaldo.



quarta-feira, 30 de maio de 2018

PLANALTINA ESPORTE CLUBE ESTÁ COMPLETANDO 55 ANOS DE VIDA!


O Planaltina Esporte Clube foi fundado em 30 de maio de 1963 quando 33 desportistas se reuniram na residência de Epaminondas Lopes Trindade, na rua Hugo Lobo, em Planaltina (DF).
O nome do novo clube foi sugestão do professor Rogaciano Bragança, após a apresentação de vários nomes.
A primeira diretoria eleita foi assim composta: Presidentes de Honra – Rogaciano Bragança, Luiz Gonzaga Salgado e Elísio Vaz; Presidente – Epaminondas Lopes Trindade; Vice-Presidente – Bunny Gustavo Persijn; 1º Secretário – Wilson Brasil Guimarães; 2º Secretário – Adail Ribeiro de Souza; 1º Tesoureiro – Joaquim Marques de Brito e 2º Tesoureiro – Izanei Jardim Lopes. Conselho Fiscal: Luiz Jaime Dantas, Sizelmo Souza Silveira e Joaquim Vieira (membros efetivos) e Sebastião José Pereira, Aécio Silva Campos e José David Lopes Vaz (suplentes).
Epaminondas Lopes
Também ficou decidido na reunião as cores oficiais do novo clube, que passaram a ser vermelha e branca.
Os primeiros anos de existência do Planaltina, como de vários outros clubes do Distrito Federal, foram de muitas dificuldades financeiras.
A situação só melhorou um pouco a partir de 1967, quando o Aeroclube da cidade, que havia perdido a licença para funcionar, resolveu doar o terreno de 427 m², incluindo o galpão. O clube ganhava, assim, sua sede. O galpão virou logo fonte de renda, pois a diretoria passou a promover bailes, rifas e bingos. Mesmo assim, o dinheiro era insuficiente.
Continuou no amadorismo por muitos anos. Em 1982, resolveu disputar o campeonato oficial de amadores promovido pela Federação Metropolitana de Futebol, realizando boa campanha e ficando entre os dez primeiros colocados (vinte clubes disputaram).
No ano seguinte, 1983, foi sexto (entre 16 clubes) no 1º turno e 5º no Grupo A no 2º. Neste mesmo ano, o ano ficou mais complicado para o Planaltina depois que Epaminondas Lopes Trindade deixou a presidência.
Em 1984, o Planaltina venceu o 1º turno do campeonato de amadores e decidiu a competição contra o Pratão (campeão do 2º) e Copobol (clube com maior número de pontos nos dois turnos). Ficou com o vice-campeonato, depois de perder a final para o Pratão.
Julgando que tinha uma boa estrutura e se aproveitando do fato de já existir o estádio Adonir Guimarães na cidade, a diretoria do Planaltina resolveu encarar o futebol profissional em 1985.
Porém, sua campanha e sua estréia provaram justamente o contrário.
Sua estréia foi um vexame:  no dia 7 de julho de 1985, em pleno Adonir Guimarães, foi impiedosamente goleado pelo Sobradinho, por 10 x 0. Foi o último colocado entre os oito clubes que participaram do campeonato. Dos 21 jogos que disputou, venceu apenas três e sofreu treze derrotas. Foi a pior defesa do campeonato (52 gols sofridos) e seu ataque marcou apenas 15 gols (pouco mais de meio gol por jogo).
Mesmo assim, continuou disputando o campeonato de profissionais até 1998, sempre conseguindo classificações intermediárias, geralmente acima do quinto lugar. Suas melhores participações foram quatro quartos lugares nos anos de 1991, 1993, 1995 e 1997.
A única vez que o Planaltina pôde comemorar um título de campeão brasiliense foi em 1993, na categoria de juniores.
José Olinto
Também nesta década de 90, mais precisamente em 1990, o então presidente José Olinto Ferreira resolveu vender a sede do clube, alegando que, com o dinheiro, compraria um terreno maior para construir uma nova sede. O negócio foi fechado por 380 mil cruzados novos, divididos em duas parcelas. Acontece que houve um erro na escritura, na qual a medida do terreno não conferia com o especificado na Administração Regional. Resultado: até que o problema fosse resolvido se passaram 60 dias. Atraso na papelada, atraso no pagamento. Quando a segunda parcela finalmente foi quitada, o dinheiro já tinha se desvalorizado (época de inflação alta) e não dava mais para comprar o terreno pretendido. Com isso, o dirigente resolveu empregar o dinheiro na compra de material esportivo para o clube.
Em 1995 aconteceu a única participação do Planaltina em uma competição de âmbito nacional. Naquele ano, disputou a Terceira Divisão. Fez parte de um grupo com Gama, do DF, e os goianos Caldas e Itumbiara. Nos seis jogos que disputou, venceu apenas um (3 x 1 sobre o Caldas), empatou três e perdeu dois. Não se classificou para a fase seguinte. Formou, basicamente, com Capucho, Viana (Avelino), Joel, Tita e Zé Carlos (Edinho); Edicarlos (Elton), Serginho e Filó; Gil, Toni (Ernesto) e Bazé. O técnico foi Bira de Oliveira.
Poucos dias antes de estrear na competição, venceu o Atlético Mineiro em um amistoso realizado no Estádio Adonir Guimarães. Foi no dia 13 de agosto de 1995, com o placar apontando Planaltina 3 x 2 Atlético Mineiro. Os gols foram marcados nesta ordem: Paulão, 2; Canela, 43; Edicarlos, 72; Bazé, 74 e 88. Formou o Planaltina com Capucho (Neneca), Avelino (Viana), Joel, Tita e Edinho (Marquinhos); Edicarlos, Serginho, Bazé e Zé Carlos (Adilson); Gil e Toni, (Zequinha). Técnico: Bira de Oliveira. O Atlético Mineiro foi derrotado com Adilson, Alcir, Paulão (Ademir), Ronaldo Guiaro e Dinho; Éder Lopes (Evandro), Cairo (Carlos) e Canela (Edgar); Euller, Ézio e Cleiton (Leandro Tavares). Técnico: Gaúcho.
Foi o último colocado em 1998, quando foi rebaixado para a Segunda Divisão do Campeonato Brasiliense.
Em 1999 foi o quarto colocado entre os seis clubes que disputaram a Segunda Divisão, não conseguindo retornar à Primeira. Nunca mais o time voltou a disputar o campeonato de futebol do Distrito Federal.

Nota:
Jadson
Um ilustre jogador revelado pelo clube foi o zagueiro Lúcio, campeão mundial pela Seleção Brasileira em 2002 e atualmente no Brasiliense.
Além do zagueiro Lúcio, outros jogadores saíram de Planaltina para brilhar no futebol brasileiro: os volantes Sandro, ex-Internacional e ex-Tottenham Hotspur, da Inglaterra, e Jadson, ex-Botafogo, que esteve na Udinese, da Itália, e atualmente defende o Fluminense; e os atacantes Renaldo, artilheiro do campeonato brasileiro de 1996 pelo Atlético Mineiro, e Dimba, artilheiro do campeonato brasileiro de 2003 defendendo o Goiás e que já esteve em vários clubes do Brasil.



terça-feira, 29 de maio de 2018

OS TÉCNICOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão de 1982



CLUBES/Técnicos
JOGOS
BRASÍLIA
29
Ercy Rosa
29


CEILÂNDIA
18
Eurípedes Bueno de Morais
11
Otaziano Ferreira da Silva
3
Antônio César Castelo Branco
1
Geraldino Pinto Barreto
1
Rogério Scardini Assis
1
Geninho
1


GAMA
24
Carlos Barbosa Morales
9
Paulo Murilo Ferreira
9
Manoel Miluir Macedo Cunha
6


GUARÁ
29
Antônio Fabiano Ferreira (Raimundinho)
16
Waldyr "Didi" de Carvalho
13


SOBRADINHO
18
Jorge Cardoso Medina
8
Benevides Lopes
6
Antônio Souza Arantes
2
Djane Welton
1
Manoel Esperidião Pereira (Manoelzinho)
1


TAGUATINGA
21
Carlos Barbosa Morales
15
Antônio Humberto Nobre (Canhoto)
6


TIRADENTES
27
Luiz Artur Gomes
18
Airton Luiz Nogueira
9



segunda-feira, 28 de maio de 2018

O FUTEBOL NAS CIDADES SATÉLITES: a Taça "Cidade de Taguatinga" - 1961


No dia 28 de maio de 1961, foi realizado no campo da Associação Desportiva de Taguatinga, a Taça “Cidade de Taguatinga”, torneio que contou com a participação de seis equipes.
Essa competição marcou o início da formação da Liga Desportiva de Taguatinga, de acordo com entendimentos havidos entre os diretores de todos os clubes da cidade.
Tomaram parte as seguintes equipes: Fátima F. C., Torino F. C., São Jorge F. C., União F. C., Liberdade F. C. e A. D. de Taguatinga.

Os jogos tiveram início às 10 horas e seguiram a seguinte tabela:
1º jogo - Fátima x Taguatinga
2º jogo - São Jorge x União
3º jogo - Torino x Liberdade
Logo após, o vencedor do primeiro jogo enfrentaria o ganhador do segundo e o vencedor desse confronto jogaria com o vencedor do terceiro jogo.

Eis os jogadores inscritos para disputar essa competição:

A. D. de Taguatinga: Veludo, King, Sarrafo, Adolfo, Carlos, Amaury, Pelé, Cremonês, Ticha, Zé Maria, Tim, Batista, Morbeck, Benedito, Claudiovil, Joãozinho, Eurides e China.

São Jorge: Antenor, Campos, João Rodrigues, Jaime Santana, Fernando, Antônio, Agenor Pereira, Pedrinho, Mendes, Manoel José, Mineiro, José Baiano e Dilson Santana.

Fátima: Escurinho, Galego, Eudice, Valdir, Ailton, Valter I, Aparecido, Valter II, Jamil, Milton, Turco, Zuza, Nelson, José, Santista, Nilson, Carlos e Antônio.

União: Mário, Piauí, Nanau, Luiz, Ramiro, Francisco, Careca, Adalberto, Índio, Tião, Ataliba, Juraci Santos, Rômulo, Francisco, Geraldo e Antônio.

Torino: Capixaba, Clésio, Estevão, Antônio, Sinval, Teté, Cacareco, Nego Léo, Nery, Pernambuco, Nenê, Índio, Ceará, José, Luiz e Darcy.

Liberdade: Cabrinha, Ismael, Sergipe, Vieira, Antônio, Pernambuco, Dalzino, Gonçalo, Silva, Paraíba, Batata, Manoel, Nelson, Enes e Pedro.

Infelizmente, não foi possível encontrar o clube vencedor do torneio.



domingo, 27 de maio de 2018

BATE BOLA COM SAULO MURUIM


Nome completo?
Saulo Barbosa Souto.

Local e Data de Nascimento?
Paracatu-MG, 19 de setembro de 1969.

Quem colocou esse apelido?
Um excelente professor, das categorias de base, Sílvio (Lobita).

Posição em campo? Suas principais características em campo?
Atacante. Completo em todos os fundamentos e excelente nas finalizações.

Para aqueles que não o viram jogar, qual o jogador no futebol de hoje executa uma função semelhante a que você fazia?
Eu me espelhava bastante no baixinho Romário.

Faça uma resenha de sua carreira no futebol. Onde iniciou?
Tive várias oportunidades de me profissionalizar quando mais novo, sempre indo nos clubes para fazer os testes e muitas das vezes para ficar nos times profissionais, acabava abandonando e não mais voltava. Sempre gostei do futebol amador, sentia satisfação em fazer o torcedor feliz. Em 1997 recebi um convite do Itapuã, da cidade de Unaí-MG e acabei aceitando. Fui campeão da Segunda Divisão e artilheiro. Disputei mais três anos a Primeira Divisão e em 2001 encerrei a carreira.

Qual seu primeiro treinador?
Bugue.

Por onde você andou durante a sua carreira? Por quais clubes você jogou?
Itapuã (Unaí-MG) e Luziânia GO.

Onde e quando parou com o futebol?
Como profissional parei em 2001.

Como veio parar no futebol brasiliense?
Através do clube Itapuã, da cidade de Unaí-MG.

Você lembra do seu primeiro jogo? Como foi?
Contra o Taguatinga, no dia 24 de maio de 1997, no estádio da Metropolitana. Marquei o gol do Itapuã no empate em 1 x 1.

Qual o momento inesquecível da sua carreira?
Ser campeão fazendo gol diante dos meus torcedores.

Qual o seu jogo inesquecível?
Itapuã x Brasília, no Mané Garrincha, na preliminar do Fla-Flu, em 31 de janeiro de 1998, pelo campeonato brasiliense da primeira divisão.
N. R.: o Itapuã atuou com Vicente, Paulo Henrique, Gê, Cleiton e Cleomar; Magno, Renato, Norberto e Rogerinho; João Batista e Muruim. Técnico: Oswaldo Pereira da Silva (Metralha).

Qual o gol mais bonito que você marcou?
Um em especial foi contra o Cristalinense, no estádio Urbano Adjuto (Rio Preto), em 27 de julho de 1997 (vitória de 2 x 1).

Como foi a sua passagem pelos gramados fora do DF? Era muito diferente jogar lá e jogar aqui?
Sempre tentei fazer o melhor em cada lugar diferente em que eu atuava.

Uma pessoa importante na sua vida?
Minha filha.

Fez muitos amigos no futebol?
O pouco tempo que vivenciei o profissionalismo, me restou em especial grandes amigos. Genivaldo, zagueiraço, Valdez, Cleiton Mineiro, Ziel, Renatinho (Zagaia), Rogerinho, Willian (Irmão), PC e Magal, dentre outros.

No futebol do DF, qual o marcador que lhe deu mais trabalho durante a sua carreira?
Rochinha, do Gama. Sempre travava grandes duelos!

Aqui no DF, algum jogador que você tenha enfrentado que era verdadeiramente um craque?
Os três melhores foram Edicarlos (Guará), Rogerinho (Itapuã) e Valdez (Itapuã).

Quais os três melhores técnicos com quem você já trabalhou? Bugue, Elizeu Bernardo e Osvaldo Metralha.

Fazendo de conta que você é o treinador, escale de 1 a 11, a sua seleção brasiliense de todos os tempos, dentre aqueles com quem jogou.
1 - Tesourinha, 2 - Valdez, 3 - Gerson, 4 - Genivaldo e 6 - Rochinha; 5 - Silvestre, 7 - Mazinho, 8 - Maninho e 10 - Rogerinho; 11 - Muruim e 9 - Joãozinho.

E os três melhores dirigentes?
Edvan Aires, Evilásio e Daltinho.

Como foi largar o futebol? Estava na hora de parar? Ou dava para ter continuado?
Não esperava que esse dia chegaria. Quando chegou, parecia que estavam tirando os meus braços e as minhas pernas.

Quando você parou de jogar, o clube teve a preocupação de promover seu último jogo?
Sim, ele foi promovido na cidade de Unaí-MG.

O que o futebol te deixou de lição?
Grandes amizades.

Você continua acompanhando futebol? Você costuma ir aos estádios?
Sim.

Qual o conselho que você deixa para quem está começando agora com o futebol?
Dê valor às pessoas que te querem bem e nunca deixe ser levado pelo sucesso.

Um sonho que você ainda não realizou no futebol?
Conquistei tudo o que podia.

O que você faz da vida hoje? Depois que encerrou a carreira de jogador, exerceu alguma atividade relacionada ao futebol, tais como treinador, dirigente de clube, árbitro de futebol, massagista, preparador físico etc.?
Sou Presidente de uma equipe de futebol amador da cidade de Paracatu-MG, o RSEC - Real Sociedade Esporte Clube.

E como está o futebol do Distrito Federal hoje? Alguma perspectiva de um clube brasiliense voltar à elite do futebol brasileiro?
Nível fraquíssimo.

Qual sua opinião sobre o futebol de Brasília, sabidamente um futebol que não é valorizado pela imprensa local e brasileira? O que o futebol de Brasília tem de fazer para voltar a ser um dos melhores do Brasil?
Dificilmente veremos um futebol de alto nível no Distrito Federal.

Durante sua carreira de atleta, você deve ter vivido várias situações engraçadas, alguma em especial para nos contar?
Foram várias e tem uma que eu nunca me esqueço. Jogo contra o Taguatinga válido pela final da Segunda Divisão de 1997, no estádio Serejão. Um repórter da cidade de Unaí-MG, nos cornetou durante toda a semana e foi para Taguatinga, trabalhar na partida. Logo no início do jogo, sob forte chuva, eu fiz 1 x 0 e ele veio para cima de mim, para comemorar. Dei uma voadora na cintura dele, que foi parar dentro d’água. Eu estava p... da vida com ele. Ao retornar para a cidade de Unaí-MG com o bom resultado alcançado, ele disse que ficou superfeliz por eu ter “comemorado” o gol junto com ele. kkk


Comida? Feijão tropeiro, torresmo, churrasco.

Bebida? Cerveja.

Hobby? Futebol.

Time do Coração? Flamengo.

Ídolo no Futebol? Romário.

Cantor? Raça Negra.

Música? Todas do grupo Raça Negra

Livro? Ausente.

Um Lugar Bonito? Rio de Janeiro.

Ator?  Chuck Norris.

Atriz? Júlia Roberts.