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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

OS CAMPEÕES BRASILIENSES: 1997

RELAÇÃO DOS JOGADORES QUE DEFENDERAM A SOCIEDADE ESPORTIVA DO GAMA E CONSAGRARAM-SE CAMPEÕES BRASILIENSES NO ANO DE 1997

Obs.: jogadores que atuaram ou estiveram no banco de reservas.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

OS TÉCNICOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: AIRTON NOGUEIRA

Airton Nogueira, no Gama, em 1980

Airton Luiz Nogueira nasceu no dia 31 de maio de 1947, na cidade de Goiânia (GO).
Chegou a Brasília em 1964. Teve curta atuação como jogador. Foi jogador dos juvenis do Pederneiras, Nacional e Defelê. Um mau jeito na clavícula acabou com a carreira de um promissor médio-volante. Passou então a atuar como treinador, função em que teve suas primeiras experiências no time de futebol de salão do Pederneiras, ainda em 1965.
Logo depois passou a ser treinador de várias equipes de dentes-de-leite e infanto-juvenis. Dirigiu a equipe de “dente-de-leite” do Defelê em 1966, voltou para o Pederneiras e conquistou seu primeiro título, no ano seguinte, na categoria juvenil. Retornou para o Defelê e treinou as equipe infanto-juvenil e juvenil.
No ano de 1970, em uma de suas “garimpagens” descobriu o talento do ponteiro Junior Brasília. Com apenas 12 anos, foi levado por Airton Nogueira para jogar no dente-de-leite do Defelê.
Em 1971, conquistou o campeonato brasiliense da categoria dente-de-leite pelo Defelê. Nesse meio tempo, conjugava os treinamentos com sua escola de datilografia.
Em 1972 foi o técnico da Seleção Infantil do Distrito Federal na primeira Mini-Copa “Dedinho”, competição para garotos de 13 e 14 anos,
patrocinada pelo Ministério de Educação e Cultura – MEC e disputada no Estádio Pelezão por seleções dente-de-leite do Distrito Federal, Estado do Rio, Goiás, Guanabara, Minas Gerais e São Paulo. O maior destaque desse torneio foi o centro-avante Reinaldo, de Minas Gerais.
Nota: Dedinho era o personagem central de uma revista em quadrinhos, criada em 1971 pelo então Departamento de Educação Física e Desportos (DED), do Ministério da Educação e Cultura.
Sem condições financeiras para continuar no Defelê, em 1972 Airton Nogueira foi convidado a trabalhar na AABB, do diretor Gilson Macedo, sendo campeão no infantil e infanto-juvenil naquele ano.
No ano seguinte, passou a dividir seu tempo entre as categorias de base da equipe da Novacap (que contava com atletas do nível de Paulo Victor, Nenê e Jorge Luís) e o time do Jaguar, 4º colocado no campeonato brasiliense de 1973.
Seu trabalho à frente dessas equipes fez com que a enquete realizada pelo jornal Diário de Brasília “Melhores do Esporte de Brasília em 1973” o indicasse como melhor técnico de futebol naquele ano.
Em 1974, foi treinador da equipe adulta do Jaguar, que disputou o campeonato brasiliense de amadores e foi vice-campeão, passando, depois, a treinador da equipe de juvenis do Ceub.
Começou o ano de 1975 como técnico do Ceub, onde conquistou o título de campeão em um torneio na cidade de Goiânia (que reuniu também Atlético Goianiense, Goiânia e Vila Nova), deixando-o em seguida para ser o treinador do mais novo clube da Capital Federal, o Brasília, o qual levou até o quarto lugar no campeonato brasiliense daquele ano.
Para o campeonato de 1976 o Brasília contratou Velha, experiente treinador do futebol brasileiro e Airton Nogueira passou para a categoria de juvenis do Brasília, onde passou a trabalhar com jogadores como Edmar, William, Wilmar e Maurício e conquistou o título brasiliense da categoria.
Em 1977, assumiu o time titular e deu preferência para trabalhar com a garotada que já conhecida, sagrando-se campeão do Torneio Incentivo, do Campeonato Brasiliense e classificou a equipe para o Campeonato Brasileiro.
Deu o primeiro título profissional da Sociedade Esportiva do Gama em 1978, conquistando o Torneio Imprensa e participando de boa parte da campanha do bicampeonato da mesma competição.
Foi para o Guará, quando dirigiu a equipe no Campeonato Brasiliense de 1978 e colocou o clube no Campeonato Brasileiro de 1979, eliminando o próprio Gama dentro do Bezerrão, calando mais de 20 mil torcedores alviverdes.
Depois, voltou para o Brasília e foi vice-campeão do Distrito Federal em 1979, perdendo para o Gama, mas marcando mais pontos que o adversário.
Em 1980 foi técnico do Comercial (de Planaltina) e voltou para o time do Gama, para a disputa do campeonato brasiliense daquele ano.
Dirigiu o Tiradentes no Campeonato Brasiliense de 1981 e, no mesmo ano, foi técnico do Gama no Campeonato Brasileiro da Segunda Divisão.
Voltou a ser treinador do Tiradentes em 1982, mesmo ano em que foi técnico da Seleção Brasiliense de Juniors no Campeonato Brasileiro da categoria.
Resolveu mudar de ares e, em 1983, foi contratado para ser treinador do Brasil, de Pelotas (RS). Dirigiu a equipe em apenas onze jogos.
Pouco tempo depois aceitou uma proposta para ser treinador do Fast Clube, de Manaus (AM). No estado amazonense realizou excelente trabalho com a seleção de juniors, classificando-a para a segunda fase do Campeonato Brasileiro. Foi escolhido pela crônica do Estado como o melhor treinador de 1983.
Em circunstâncias não muito claras, morreu afogado na tarde do dia 26 de fevereiro de 1984, no igarapé denominado “Meriti”, no município de Manacapuru, no Amazonas.
Airton sempre deixou claro que não sabia nadar e evitava tomar banho em rios ou lagos.
Segundo versão da imprensa local, o acidente aconteceu por volta das 13:50 horas de domingo, quando o treinador estava tomando banho em companhia de três amigos e mais o presidente do Fast Clube, Maurício Pereira.
Desejoso de conhecer a cidade de Manacapuru, no dia anterior ao acidente o treinador foi até lá com amigos, tendo se encontrado com o presidente do Fast. De manhã, retornavam a Manaus, quando decidiram parar na localidade “Meriti” (banho público), para um banho e almoço. Airton ainda chegou a participar de uma pelada.
Foi então que ele teria dado a ideia de irem tomar banho, pois logo após o almoço continuariam viagem, pois ele pretendia assistir aos jogos do Torneio Intermunicipal de Seleções, à tarde em Manaus.
Foi quando viram ele se afogando a nada puderam fazer, muito embora o local estivesse lotado de gente. Foi levado imediatamente para a cidade de Manacapuru (distante poucos quilômetros do local do acidente), mas ele já estava morto.
Chegou a dizer que estava pretendendo retornar ao Distrito Federal, após receber seu salário, e estudava proposta feita por seu amigo e treinador do Flamengo na época, Cláudio Garcia, para treinar as categorias de base do clube carioca.
No futebol amazonense Airton Nogueira vinha desempenhando papel de olheiro, indicando jovens e promissores jogadores para os clubes de outros centros. Era praticamente o representante do Guarani, de Campinas, em Manaus.
Ele havia deixado o comando do Fast Clube no dia 22 de fevereiro de 1984, quando conversou demoradamente com o presidente Maurício Pereira, ao qual informava a não possibilidade de continuar à frente do clube.
No dia seguinte, Airton Nogueira comunicou que tentaria vender o convênio do Guarani e da Portuguesa de Desportos ao Libermorro e ao Penarol.
Airton Luiz Nogueira era bacharel em Matemática e estudante de Psicologia. Nomes como Junior Brasília, Paulo Victor, Edmar, Déo, Moreirinha, Wilmar, Gilberto, Luís Carlos, Marco Antônio, Robério e Rogério são alguns dos craques que Airton Nogueira ajudou a lapidar para o nosso futebol.

Colaboração: Márcio Almeida.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

FORMAÇÕES BÁSICAS DOS CLUBES QUE DISPUTARAM O CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1972


CARIOCA

Goleiros:
Rezende e João Batista; Defensores: Carlinhos, Xavier, Maurício, Zezão, Clarindo e Edson; Atacantes: Baltazar, Jonas, Baiano, Joãozinho, Ivan, Cláudio, Chenco, Newton, Raimundo e Dimas.

CEUB

Goleiros:
Elizaldo, Rubens, Zé Walter e Luiz Henrique; Defensores: Buglê, Sérgio, Vanderberg, Sílvio, Noel, Gaúcho, Lúcio e Iodalto; Atacantes: Ademir, Rogério Macedo, Valter, Carlos Alberto, Miguel, Paulinho, Dinarte, Darse, Marco Antônio, Osni e Hamilton. Técnico: Carlos Morales.

COLOMBO

Goleiros:
Carlos José e Wilson; Defensores: Luiz Gonçalves, Sir Peres, Jonas, Zoca, Gentil e Paulo Moreira; Atacantes: Joãozinho, Gonçalves, Wanderlei, Pedro Léo, Zé Carlos, Cid, Roque, Baiano, Macalé, Jorge e Miguel.

GRÊMIO

Goleiros:
Adriano, Carlos e Claudionor; Defensores: Paulinho, Didi, Mário Lúcio, Nívio, Aristeu, Orlando, Bugue, Nenê, Wilson Godinho e Odair; Atacantes: Marcos, Osvaldinho, Pedrinho, Aloísio, Santos, Rio Grande, Gilberto, Eduardo, Batista e Arnaldo.

PILOTO

Goleiros:
Bonomo, Toninho, Waldemar e Ernani; Defensores: Célio, Walter, Junior, Quarenta, Lima, Amaury e Piau; Atacantes: Manoelzinho, Paiva, Sabará, Heitor, Paulinho, Valdecy, Tião, Péricles, Zé Grilo e Zequinha.

SERVIÇO GRÁFICO

Goleiros:
Sinézio, Manoel Carlos e Jairo; Defensores: Ximenes, Eraldo, Melinho, Juarez, Vavá, Toinho, Axel, Marquinhos, Paraguai e Branco; Atacantes: Carlos Gomes, Tião, Jairo Bueno, Clemilton, Celino, Walmir, Dazinho, Edu, Arthur e Marcos. Técnico: Rui Márcio.

SERVIÇO SOCIAL

Goleiros:
Laudislon, Tadeu e Daniel; Defensores: Pereira, Ivanildo, Maninho, Ivan, Triste, Farneze, Santiago, Felipe, Zacarias e Lourival; Atacantes: Zé do Norte, Merlo, Bazan, Carlos Alberto, Oscar, Solon, Valmir, Zinho, Santos, Divino, Manoel e Ari.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

COMISSÕES TÉCNICAS DOS CLUBES QUE DISPUTARAM O CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1997

Mirandinha, técnico do Botafogo-Sobradinho

BOTAFOGO-SOBRADINHO

DIRETOR: Luiz Gomes, Márcio Rezende, Délio Cardoso e Álvaro Boêmio de Oliveira
TÉCNICO: Luiz Carlos Cruz e Francisco Ernandi Lima da Silva (Mirandinha).
PREPARADOR FÍSICO: Marcelo Nunes, José Murilo Ribeiro e Wellington Vicente de Paula
MÉDICO: Flávio Oliveira
MASSAGISTA: Mário da Conceição e Otacílio Souza Santos.

BRASÍLIA

DIRETOR: Paulo Roberto Alves
TÉCNICO: Carlos Alberto do Carmo Reis (Remo)
PREPARADOR FÍSICO: Roberto Peres
MÉDICO: Flory Machado
MASSAGISTA: Abel Ramos de Paula.

BRAZLÂNDIA

DIRETOR: Moacir Ruthes e Nicodemos Ribeiro Sampaio
SUPERVISOR: José Eduardo Moura
TÉCNICO: Valdson Pereira da Silva (Som) e Roberto Rubem Delgado
PREPARADOR FÍSICO: Eugênio César Nogueira
MÉDICO: Luciano Pina Gois
MASSAGISTA: José Soares e Afonso Junior.

CEILANDENSE

DIRETOR: Manoel da Silva Santos
SUPERVISOR: Eurípedes Bueno de Morais e Ariston Costa dos Santos
TÉCNICO: Marco Antônio da Silva (Marquinhos) e Mozair Barbosa
PREPARADOR FÍSICO: Manoel Ferreira, Eugênio César Nogueira e Paulo Henrique M. de Oliveira
MÉDICO: Flory Machado
MASSAGISTA: Salvador Vicente.

COMERCIAL

DIRETOR: Carlos Andrade de Oliveira
TÉCNICO: Jonas Francisco dos Santos (Foca), Carlos Andrade de Oliveira e Germano Antônio Alves da Costa
PREPARADOR FÍSICO: Germano Antônio Alves da Costa, Luís Carlos Vicente, Marcelo Rocha e Vannewton Costa Capone
MASSAGISTA: Genival Pereira de Souza (Amendoim), Duílio Costa Souza e Luiz Antônio Borges Figueiredo.

DOM PEDRO II

DIRETOR: Cléver Rafael Santos e Jorge do Carmo Pimentel
TÉCNICO: Roberto Mauro Soares
PREPARADOR FÍSICO: Rogério Neves de Sousa e Paulo Fernandes
MÉDICO: Estevam José M. Guimarães
MASSAGISTA: Noé Ferreira da Cruz.

GAMA

DIRETOR: Antônio Edvan Aires
TÉCNICO: Álvaro Matoso Fernandes, Filinto Holanda e Francisco Ubiraci de Oliveira (Bira)
PREPARADOR FÍSICO: Joy Teixeira Lobo
MÉDICO: Walter Rios Zambrana
MASSAGISTA: Edvaldo Lisboa de Sousa e Paulo Ferreira da Silva.

GUARÁ

DIRETOR: Manoelino Rodrigues
SUPERVISOR: Roberval de Paula Teixeira
TÉCNICO: Adelmar Carvalho Cabral (Déo) e Elvis Paulo Bellato
PREPARADOR FÍSICO: Jorge Moreira e Altair Siqueira
MÉDICO: Walter Rios Zambrana
MASSAGISTA: Edivaldo Lisboa de Sousa.

LUZIÂNIA

DIRETOR: Cleone Dias, Eurípedes Bueno de Morais e Francisco Salles Sampaio
TÉCNICO: Jorge Marçal e Francisco Ubiraci de Oliveira (Bira)
PREPARADOR FÍSICO: Waldecir Diniz Silva e Francisco Edilásio Barbosa
MÉDICO: Célio Antônio Silveira
MASSAGISTA: Sílvio dos Santos César.

PLANALTINA

DIRETOR: Arnaldo Paulino de Melo, Eurípedes Bueno de Morais e Ubirajara Azeredo Sobrinho
TÉCNICO: Ronaldo Araújo Silva e Adelmar Carvalho Cabral (Déo)
PREPARADOR FÍSICO: Alexandre C. B. Coutinho e Jorge Moreira
MASSAGISTA: Amauri Carlos Batista, Genival Pereira de Sousa e Bianor Lucas Nascimento.

domingo, 13 de outubro de 2013

CLUBES DE BRASÍLIA: ATLÉTICO CEILANDENSE


O embrião da Sociedade Atlético Ceilandense foi um time de supermercado. Um grupo de companheiros de trabalho, liderado por Manoel da Silva Santos (então um vendedor de aparelhos de som no Jumbo, primeiro hipermercado do Grupo Pão de Açúcar) resolveu criar em 1976 uma equipe para bater uma bolinha nos finais de semana. Nascia o Tagua-Jumbo, de Taguatinga.
Santos logo notou que o time tinha condições de disputar um campeonato de amadores.
Às nove horas do dia oito de outubro de 1977 reuniram-se à QNM 19, Conjunto J, Casa 46, Ceilândia, para tratar da fundação da Sociedade Esportiva e Recreativa L Norte. Dentre os presentes estavam Manoel da Silva Santos (eleito Presidente), Antenor Veloso Borges, José Carlos Augusto de Oliveira, Hermes Alves Porto, Marcos Antônio R. Veloso, Agenor Veloso Borges, Paulo Henrique R. Veloso, Carlos José Melo Passos, Anísio P. de Sousa e José Jacinto de Freitas.
A nova equipe foi inscrita no Campeonato de Futebol Amador de Taguatinga. Nessa época, boa parte dos jogadores pioneiros não atuava mais e os novos atletas eram escolhidos pela cidade mesmo. A equipe participou ainda dos campeonatos da própria L Norte e da Ceilândia – neste último conquistou dois títulos invicta.
Em 1993, Santos deixou o L Norte um pouco de lado para assumir a comissão que dirigiria o Ceilândia Esporte Clube no Campeonato Brasiliense, em lugar do presidente Antônio Cardoso.
No ano seguinte, Santos não quis continuar na comissão e resolveu profissionalizar seu próprio clube.
No dia 10 de março de 1994 foi realizada uma assembleia com a participação de todos os diretores e sócios para alteração da razão social da associação. A Sociedade Esportiva e Recreativa L Norte passou a se chamar Sociedade Esportiva Ceilândia. Foi acrescentada aos estatutos do clube a seguinte redação sobre o escudo do novo clube: “terá em sua insígnia a cabeça de um dragão ao centro envolvido por duas bolas e uma coroa simbolizando a caixa d’água na cabeça do mesmo, desenhada em vermelho e azul com fundo branco, cores oficiais do clube”. Nota: a caixa d’água é o monumento mais famoso da Ceilândia. Fica no centro da cidade, erguida no local onde foi fixada a pedra fundamental de Ceilândia.
Pouco mais de um mês depois o nome sofreu outra alteração. Em assembleia de 15 de abril de 1994 foi alterado, por unanimidade, de Sociedade Esportiva Ceilândia para Sociedade Esportiva Ceilandense. Na mesma assembleia, Antônio Roberto Reis foi escolhido para ocupar o cargo de Vice-Presidente.
A estreia do Ceilandense no campeonato brasiliense de profissionais aconteceu no dia 1º de maio de 1994. Naquele dia, foi até o Estádio Adonir Guimarães e empatou em 1 x 1 com o time da casa, o Planaltina.
Lourival Perseguini, o Lola, foi o autor do primeiro gol da história da Ceilandense.
O técnico Bira de Oliveira mandou a campo a seguinte equipe: Canela, Flávio, Tonho, Tião e Lira; Bezerra, Boni e Lola; Marquinhos, Paulinho e Vlad.
Em seu segundo jogo, uma semana depois, conseguiu um grande resultado ao empatar em 0 x 0 com o Gama, que acabaria vencendo o campeonato daquele ano.
Porém, a equipe, modesta, terminou na nona colocação, na frente apenas do Comercial, do Núcleo Bandeirante. Menos mal que ainda não havia rebaixamento para a Segunda Divisão.
Foram 18 jogos, com quatro vitórias e cinco empates. Marcou apenas dez gols e sofreu dezessete. Somou 13 pontos na classificação final.
Em 1995 melhorou um pouco, ficando com a sexta colocação entre dez participantes, à frente de Tiradentes e Taguatinga, por exemplo.
Neste mesmo ano, participou, pela primeira vez do Campeonato Brasileiro, integrando a Terceira Divisão ou Série C. Fez parte do Grupo 9, ao lado de Tiradentes, de Brasília, e dos goianos Anápolis e Vila Nova.
Na estreia, no dia 27 de agosto, com a equipe reformulada, fez o que para muitos parecia impossível: venceu o campeão goiano, Vila Nova, por 1 x 0, no Serejão, gol de Wendell, aos 30 minutos do segundo tempo. Chegou aos nove pontos ganhos, não suficiente para passar de fase. Foram três vitórias e três derrotas.
No ano em que o Campeonato Brasiliense foi disputado por 14 clubes, 1996, o Ceilandense ficou com a sexta colocação, à frente de clubes maiores como Brasília, Tiradentes, Taguatinga e Ceilândia, por exemplo.
Quinto colocado no Brasiliense de 1997, neste ano voltou a disputar o Brasileiro da Série C, sem também conseguir resultados de expressão. Jogando contra Palmas e Tocantinópolis, ambos de Tocantins, e o Brasília, ficou em quarto e último lugar. As duas vitórias conseguidas foram contra os clubes de Tocantins.
Permaneceu na Primeira Divisão do Campeonato Brasiliense até 1999, quando chegou em nono e penúltimo lugar, sendo rebaixado para a Segunda Divisão.
No ano seguinte, quase voltou, perdendo a chance de garantir uma das duas vagas para a Primeira Divisão ao ser eliminado, após dois jogos, pela ARUC, nas semifinais.
Em 2001, perdeu outra chance de retornar à elite do campeonato brasiliense, ao ser novamente derrotada nas semifinais, desta vez pelo Brasília.
Permaneceu mais um ano na Segunda Divisão em 2002, depois de não vencer um jogo sequer dentre os oito que disputou.
Em 2003, novamente ficou de fora da disputa pelas vagas para a Primeira Divisão, ao chegar em terceiro lugar no seu grupo (classificavam-se para as semifinais os dois primeiros colocados dos grupos A e B).
Chegou na oitava colocação no campeonato de 2004 e ainda não foi desta vez que conseguiu retornar à Primeira Divisão.
Em 2005, chegou muito perto de retornar para a Primeira Divisão. Na final, após dois jogos contra o Capital, ficou com o vice-campeonato (apenas o campeão era promovido).
Foi quarto colocado em 2006, quinto em 2007 e terceiro em 2008. Em 2009, finalmente, conseguiu retornar para a Primeira Divisão, após campanha bastante regular, perdendo apenas um jogo dos nove disputados. Na final, derrotou o Botafogo-DF, por 2 x 1. Edicarlos, do Ceilandense, foi o artilheiro do campeonato, com 7 gols, ao lado de Túlio Maravilha, do Botafogo-DF.
Na final, o time formou com Veloso, Alex, Lídio, André Nunes e Djalminha; Betson, Oliveira (Gustavo), Iron e Kabrine (Gleison); Edicarlos e Geraldo (Keké). O técnico foi o ex-zagueiro Gerson Vieira.
Foi o primeiro caneco de campeão levantado pela Ceilandense.

Em 2010, o clube mudou mais uma vez de escudo e de uniforme. Devido a uma parceria entre o Ceilandense e o Atlético Goianiense, o clube mudou seu nome, seu escudo, seu uniforme e seu mascote, passando a se chamar Sociedade Atlético Ceilandense.
O Atlético Ceilandense fez uma boa campanha em sua volta à Primeira Divisão, chegando em quarto lugar no campeonato de 2010.
O clube conseguiu um sexto lugar em 2011 e em 2012 quase foi rebaixado, ficando com o mesmo número de pontos ganhos do 11º colocado, o Formosa.
Neste ano de 2013 foi o sexto lugar entre os doze participantes, garantindo, assim, sua presença na Primeira Divisão de 2014.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

A EXCURSÃO DO RABELLO AO NORTE DO BRASIL - 1967

 

Pelo vôo 220 da Vasp, às 8 horas e 30 minutos do dia 14 de abril de 1967, a delegação do Rabello viajou rumo a Belém (PA), onde começaria sua excursão por gramados do norte do Brasil.
Seria a primeira excursão de um clube brasiliense ao norte do Brasil, jogando, mais precisamente, em Belém (PA) e Teresina (PI).
A delegação estava assim composta: Chefe – Aliatar Pinto de Andrade; Técnico – Samuel Lopes; Jornalista – Márcio Télio; Enfermeiro – Fuminho e Massagista, Roupeiro – Marreta e 18 jogadores, a saber: Dico, Paulo Roberto, Dão, Mello, Carlão, Luiz, Wantuil, Didi, Tião, Zé Maria, Paulinho, Zezé, Sabará, Cid, Carlinhos, Edinho, Hélio e Jonas.
Zé Walter apresentou um problema de última hora, que não pôde ser resolvido em tempo suficiente para que seu nome fosse incluído entre os que viajaram. Também não viajaram João Dutra e Serginho.

OS JOGOS

O alvinegro brasiliense disputou cinco jogos nessas cidades, obtendo duas vitórias, dois empates e uma derrota.

A ESTREIA DIANTE DO PAYSANDU

Sua estreia aconteceu no dia 16 de abril de 1967, no Estádio da Curuzu, diante do Paysandu, que estreava o ex-goleiro Carlos Castilho como seu treinador. O Paysandu venceu por 3 x 1. Bené marcou os três gols do bicolor paraense.

EMPATE COM O CLUBE DO REMO

No dia 19 de abril de 1967 o Rabello enfrentaria outro grande time de Belém, o Clube do Remo. Conquistou um grande resultado ao empatar em 1 x 1. Paulinho, aos 15 minutos do 1º tempo marcou o gol do Rabello. O alvinegro sustentou essa vantagem até faltarem dez minutos para o encerramento do jogo, quando sofreu o empate, por intermédio de Luís Carlos.
O empate fez justiça ao bom futebol apresentado pelas duas equipes. Houve oportunidades perdidas dos dois lados, servindo a trave como a salvação do Rabello em dois lances, com Dico batido. Também o Rabello perdeu mais de duas oportunidades de gol.
Paulinho, Edinho, Zé Maria e Wantuil foram os nomes de maior destaque no Rabello.
Jogou o Rabello com Dico, Didi, Mello, Wantuil e Hélio (Dão); Luiz, Zé Maria e Paulinho (Tião); Zezé, Cid e Edinho. O Clube do Remo atuou com Florisvaldo, Ribeiro (Íris), Socó, Nagel e Assis; Oberdan e Luís Carlos; Magalhães, Rangel, Zezé (Edvard) (Afonso) e Neves.
O árbitro foi Antônio Santos, da Federação Paraense de Futebol, e a renda alcançou NCr$ 40.950,00.

SEGUNDO JOGO CONTRA O REMO

Como era comum na época, tendo acontecido empate no primeiro encontro, normalmente os clubes disputavam outro jogo. E este aconteceu no dia 23 de abril de 1967: novo empate em 1 x 1 entre Remo e Rabello.No Remo, o destaque era o atacante Amoroso, ex-Botafogo, do Rio de Janeiro.

1º JOGO NO PIAUÍ: VITÓRIA SOBRE O FLAMENGO

O Rabello deixou Belém no dia 24 de abril de 1967 e seguiu para Teresina, capital do Piauí, onde o aguardava dois outros encontros contra clubes da cidade. A delegação do Rabello hospedou-se no Hotel Central.
Estreando em gramados piauienses, no dia 27 de abril de 1967, no Estádio Lindolfo Monteiro, o Rabello conquistou sua primeira vitória, ao derrotar o Flamengo local por 1 x 0, gol de Edinho, aos 40 minutos do 2º tempo.
O goleiro Dico e o zagueiro Wantuil foram os destaques do Rabello.
O Rabello jogou com Dico, Dão (Hélio), Mello, Wantuil e Didi; Luiz, Zé Maria e Tião; Zezé (Sabará), Cid e Edinho. Flamengo: Luiz Mário, Maneca, Amadeu, Estácio e Matintim; Gringo e Nilson (Salvador); Massarico, Evandro, Mano e Edu.

NOVA VITÓRIA EM TERESINA

Encerrando a sua temporada em gramados do Norte/Nordeste, o Rabello colheu um grande triunfo no dia 30 de abril de 1967, ao vencer o River, por 3 x 0, no mesmo Estádio Lindolfo Monteiro, em Teresina (PI).
No 1º tempo, Carlinhos inaugurou o marcador aos 43 minutos. No 2º, Cid marcou duas vezes, aos 30 e 40 minutos, definindo o placar de 3 x 0 a favor do Rabello.
O árbitro foi David Pinto de Almeida e a renda de NCr$ 3.977,20.
Jogaram as equipes assim: RABELLO - Dico, Didi, Mello, Wantuil e Hélio; Luiz (Carlão), Zé Maria e Tião; Zezé (Sabará), Cid e Carlinhos (Edinho). RIVER - Antônio João, Gildo, Gereba, Paulo e Louro; Mariano e Wilmar; Mariola, Valdeck (Clemilson), Tassu (Riba) (Paulinho) e Escurinho.
Tempos depois, o goleiro Dico e o atacante Roberto transferiram-se para o Clube do Remo. Dico se tornou um dos maiores ídolos da história do Clube do Remo, conquistando seis títulos paraenses e se tornando o goleiro mais vitorioso desde que o futebol do Pará foi profissionalizado.

O DESEMBARQUE EM BRASÍLIA

A delegação do Rabello desembarcou no Aeroporto Internacional de Brasília às 17:45 horas do dia 1º de maio de 1967.
Além de inúmeros familiares dos membros da comitiva, um grande número de torcedores aguardava a delegação.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

OS CAMPEÕES BRASILIENSES: 1996


Éder Aleixo disputou onze jogos e marcou um gol


RELAÇÃO DOS JOGADORES QUE DEFENDERAM O CLUBE DE REGATAS GUARÁ
E CONSAGRARAM-SE CAMPEÕES BRASILIENSES NO ANO DE 1996

Obs.: jogadores que atuaram ou estiveram no banco de reservas.

sábado, 5 de outubro de 2013

COMISSÕES TÉCNICAS DOS CLUBES QUE DISPUTARAM O CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1996



Dé Aranha, técnico do Botafogo-Sobradinho


 
BOTAFOGO-SOBRADINHO

DIRETOR: Brasil Castilho, Délio Cardoso, Luiz Gomes e Roberval de Paula Teixeira
TÉCNICO: Domingos Elias Alves Pedra (Dé Aranha) e Alexandre Coutinho
PREPARADOR FÍSICO: Nardo Siqueira e Alexandre Coutinho
MÉDICO: Glauco Japiassu e Flory Machado
MASSAGISTA: Elias Lucas (Black) e Jorge Paulo.

BRASÍLIA

DIRETOR: Paulo Roberto Alves
TÉCNICO: Carlos Alberto do Carmo Reis (Remo)
PREPARADOR FÍSICO: Alexandre César Bonfim Coutinho, Elvis Paulo Bellato e Roberto Peres Patu
MASSAGISTA: Abel Ramos de Paula.

BRAZLÂNDIA

DIRETOR: José Eduardo Moura e Roberval de Paula Teixeira
TÉCNICO: Mozair Barbosa, Altair Siqueira, Waldson Pereira da Silva (Som)
PREPARADOR FÍSICO: Altair Siqueira, Moacir Ruthes e Eugênio César Nogueira
MÉDICO: Luciano Pina Gois
MASSAGISTA: Afonso Junior.

CEILANDENSE

DIRETOR: Manoel da Silva Santos
TÉCNICO: Jonas Foca, Mozair Barbosa, Manoel da Silva Santos e José Vieira da Silva
PREPARADOR FÍSICO: Sebastião Teixeira de Freitas
MÉDICO: Daniel Rincon e Jovaci Alves dos Reis
MASSAGISTA: Tião Magu e Salvador Vicente Reis.

CEILÂNDIA

DIRETOR: Miguel Félix
TÉCNICO: Aguiman Ribeiro Santiago e Josemar Macedo
PREPARADOR FÍSICO: Francisco Fernandes
MASSAGISTA: Antônio Luiz (Tonhão).

COMERCIAL

DIRETOR: Ariston Costa dos Santos e Erminias Moreira de Souza
TÉCNICO: Uel Pinto Ribeiro, Jânio Pinto, Erminias Moreira de Souza, Adilson Alves Pereira e Jonas Foca
PREPARADOR FÍSICO: Adilson Alves Pereira
MÉDICO: José Alberto Barbosa
MASSAGISTA: Henrique Viana e Cleiton Ferreira.

DOM PEDRO II

DIRETOR: Reynaldo João de Souza Coelho, Carlos Alberto Ferreira e Jorge do Carmo Pimentel
TÉCNICO: Cléver Rafael Santos
PREPARADOR FÍSICO: Rosenkranz Maciel Nogueira e Antônio Abreu T. Filho
MÉDICO: Wanderley Ricardo de Paula e Estevam José M. Guimarães
MASSAGISTA: Noé Ferreira da Cruz e Melquiades João da Silva.

GAMA

DIRETOR: Antônio Edvan Aires
TÉCNICO: Walter Zaparolli, Hélio Alcântara e Joel Martins da Fonseca
PREPARADOR FÍSICO: Joy Teixeira Lobo
MÉDICO: Júlio César Brandão Stohler
MASSAGISTA: Paulo Ferreira da Silva e Alessandro Silva de Oliveira.

GUARÁ

DIRETOR: Eurípedes Bueno de Morais
TÉCNICO: Adelmar Carvalho Cabral (Déo)
PREPARADOR FÍSICO: Jorge Moreira de Souza Filho
MÉDICO: Walter Rios Zambrana
MASSAGISTA: Edivaldo Lisboa de Souza.

LUZIÂNIA

DIRETOR: Francisco Carlos Salles Sampaio
TÉCNICO: Nilson Ramos Siqueira e Antônio Dias dos Santos (Toninho Baiano)
PREPARADOR FÍSICO: Carlos Alberto Augusto
MÉDICO: Célio Antônio Silveira
MASSAGISTA: Carlos Santiago e Sílvio dos Santos César.

PLANALTINA

DIRETOR: João Lopes Neto e Arnaldo P. de Melo
TÉCNICO: Francisco Ubiraci “Bira” de Oliveira
PREPARADOR FÍSICO: Paulo Roberto (Paulão)
MASSAGISTA: Amauri Carlos Batista e Edenilson F. Brito.

SAMAMBAIA

DIRETOR: Durval Ferreira Franco e José Vieira de Souza Irmão
TÉCNICO: Sílvio de Jesus e Toninho Lopes
PREPARADOR FÍSICO: Germano Antônio Alves Costa, Jefferson Peixoto Pinto e João Benedito Mendes
MÉDICO: Manoel Netto, Sílvio R. R. Cunha e Cid Fernandes Félix
MASSAGISTA: Marcos Antônio e Raimundo Nonato.

TAGUATINGA

DIRETOR: Albergo Juvêncio Diniz e Felisbel Silva dos Santos
TÉCNICO: Mário Lúcio Leal (Mossoró) e Michael José Bastos
PREPARADOR FÍSICO: Carlos Félix e Silva
MÉDICO: Geraldo Piloto Maciel

TIRADENTES

DIRETOR: Carlos Fernando Cardoso Neto e Evaldo Santos
TÉCNICO: Jorge Marçal do Nascimento
PREPARADOR FÍSICO: Anderson Borges Petra e Fábio Alves de Oliveira
MÉDICO: Marcelo Faveri
MASSAGISTA: Sílvio dos Santos César, Douglas Alexandre Belarmino, Fabiano Félix da Silva e José Gildo de Souza.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

O QUE ACONTECEU HÁ 50 ANOS: OUTUBRO DE 1963


03.10.1963

Em jogo adiado e que deveria ter sido realizado em 25 de agosto, o Cruzeiro goleou o Guanabara, assumindo a liderança do campeonato brasiliense de 1963, juntamente com o Rabello. O jogo foi realizado no campo do Guanabara (Estádio Mazzili). Os gols foram marcados por Beto Pretti, Ceninho, Quarteroli, Raimundinho e Zezé para o Cruzeiro do Sul e Farneze para o Guanabara.

06.10.1963

Última rodada do campeonato brasiliense de 1963. Apenas dois clubes ainda tinham chances de comemorar a conquista do título de campeão: Cruzeiro e Rabello, ambos com 23 pontos ganhos.
No Estádio Aristóteles Góes, o Nacional recebeu o Rabello. Mais uma vez não conseguindo reproduzir suas melhores atuações, o Rabello foi superado pelo Nacional, perdendo por 3 x 2. O Rabello começou melhor, abrindo a contagem, através de Ramiro. O Nacional empatou com um gol de Nilson e virou no 2º tempo com gols de Nilson e Martelo. Délio ainda marcou para o Rabello.
Restava ao Rabello torcer por uma derrota do Cruzeiro diante do Grêmio, em seu estádio.
E isso quase aconteceu! O primeiro tempo terminou com o placar de 2 x 1 a favor do Grêmio. Mas, veio o segundo período e os comandados de Gil Campos passaram a controlar o jogo, empataram o encontro, passaram à frente e foram folgando aos poucos, mercê de atuação excelente de seu ataque. Resultado final: Cruzeiro 5 x 3 Grêmio e o título de campeão pela primeira vez para o clube azulino. Marcaram no 1º tempo Nobre e Parada para o Grêmio e Beto Pretti para o Cruzeiro. Quarterolli, duas vezes, Zezé e Guido (contra) marcaram os gols que deram o título ao Cruzeiro no segundo tempo. O único gol do Grêmio nesta etapa foi de Edilson Braga, contra.
Formou o Cruzeiro com Zezinho, Aderbal, Edilson Braga, Morales e Pedersoli; Paulinho e Beto Pretti; Ceará (Raimundinho), Ceninho, Quarteroli e Zezé.
Mesmo terminando a partida com apenas 9 jogadores, o Colombo encerrou sua participação no campeonato brasiliense ao derrotar o Guanabara por 3 x 2. Tião II, João Dutra e Almir marcaram para o Colombo e Barbosinha e Farneze para o Guanabara.
O Defelê fez suas despedidas do certame brasiliense abatendo o Alvorada pelo dilatado placar de 5 x 0, em jogo realizado no Estádio Mazzili. Mauro Viegas foi o destaque da partida ao marcar quatro gols. Vitinho completou o placar.

09.10.1963

OS MELHORES DE 1963
A editoria de esportes do jornal Diário Carioca-Brasília divulgou a relação dos destaques do ano de 1963. Ei-los:

SELEÇÃO DO ANO
Gaguinho (Rabello), Délio (Rabello), Eufrásio (Nacional), Sir Peres (Guará) e Enes (Rabello); Calado (Rabello) e Beto Pretti (Cruzeiro); Nobre (Grêmio), Ceninho (Cruzeiro), Quarteroli (Cruzeiro) e Arnaldo (Rabello).
O CRAQUE DO CAMPEONATO
Beto Pretti (Cruzeiro).
MELHOR TREINADOR
Gil Campos (Cruzeiro).

12.10.1963

Encerramento dos II Jogos Ginásio-Colegiais de Brasília. Na modalidade futebol, os três primeiros colocados foram estes: 1º Colégio Dom Bosco, 2º Escola Agro-Técnica e 3º Colégio La Salle.

13.10.1963

Em amistoso realizado na cidade de Luziânia, o visitante Rabello derrotou o time da casa por 1 x 0, gol assinalado por Calado, no período complementar.

17.10.1963

Foram convocados os jogadores da seleção juvenil de Brasília a fim de iniciarem os treinamentos visando jogos amistosos em Goiás e Minas Gerais. Foram chamados, inicialmente, 40 atletas, dos diversos clubes da cidade. Após os treinos, serão feitos os primeiros cortes. O Rabello, campeão da categoria, cedeu cinco jogadores.
O treinador era Jair, do Guanabara, e o massagista, Marreta.

No mesmo dia, os jogadores Ely e Alonso Capela, que pertenciam ao Defelê, e João, ex-jogador do Nacional, assinaram contrato com o Rabello.

20.10.1963

Promovendo outro amistoso contra clubes de Brasília, o Luziânia derrotou o Alvorada por 2 x 0. Os gols foram marcados por Aldo e Carlos, ambos no segundo tempo.

23.10.1963

O movimento que vinha sendo articulado por alguns clubes para implantar o regime profissionalista em Brasília foi oficializado no dia 23 de outubro de 1963, quando foi encaminhado ofício ao Presidente da Federação Desportiva de Brasília, Ademar Gomes Moreira.
O documento foi assinado por Antônio Ramalho, representando o Defelê, Romeu Casadei (Rabello) e Armando Barreto (Grêmio).

O Cruzeiro não foi feliz em sua primeira apresentação após a conquista do título de campeão brasiliense. Em Goiânia, foi derrotado pelo Atlético Goianiense, por 3 x 0.
O jogo fez parte das comemorações do 30º aniversário da cidade de Goiânia.

25.10.1963

Depois de alguns meses de intensos trabalhos, foi totalmente gramado o campo do Defelê.

27.10.1963

Realizado o primeiro jogo da melhor-de-três em disputa do direito de acesso, entre Dínamo (campeão da Segunda Divisão) e Alvorada (último colocado da Primeira).
O Alvorada venceu por 1 x 0. O único tento do jogo foi consignado por Azulinho, cobrando pênalti aos 21 minutos do 1º tempo.

No mesmo dia, Luziânia x Grêmio disputaram um amistoso na cidade de Luziânia. Resultado final: 0 x 0.