Total de visualizações de página

segunda-feira, 30 de junho de 2014

AS GRANDES GOLEADAS - Parte I


 


No torneio classificatório para o campeonato brasiliense de 1960, quando seriam definidos os clubes que integrariam a primeira e a segunda divisões, aconteceram as duas primeiras grandes goleadas na história do futebol brasiliense, ambas no mesmo dia, 25 de setembro de 1960, e no mesmo local, o Estádio Israel Pinheiro.
Na preliminar, iniciada às 14 horas, o Guará aplicou uma tremenda goleada no Industrial, pelo placar de 11 x 1. O árbitro do jogo foi João da Silva e os gols foram marcados por Severo (5), Carlinhos (3), Beto (2) e Tanga para o Guará, enquanto Tirano marcou o único gol do Industrial.
No jogo principal, com início às 16 horas, como que inspirado pelo acontecido na preliminar, o Edilson Mota atropelou o Sobradinho pelo placar de 11 x 0. Os gols foram marcados por Gesil (4), Dario (3), Brasil (3) e Pedrão. Carlos Drumond foi o árbitro.

Após essa definição de divisões, no campeonato da Primeira foi registrada outra grande goleada: no dia 18 de dezembro de 1960, também no Estádio Israel Pinheiro, o Guará venceu o Pederneiras por 10 x 0, com gols de Carlinhos (4), Fernandinho (2), Severo (2) e Walter Moreira (2). Hiraclis Nicolaidis foi o árbitro desse jogo.

No campeonato da Primeira Divisão de 1961, o “saco de pancadas” do Sobradinho (que nada tem a ver com o Sobradinho de hoje, fundado em 1975) conseguiu a proeza de sofrer três grandes goleadas numa única competição.
Na primeira delas, em 23 de julho de 1961, no Estádio Ciro Machado do Espírito Santo, foi goleado pelo Alvorada, pelo marcador de 9 x 1. Élcio (2), Jason (2), Mexicano (2), Moacir, Nelson e Chico marcaram para o Alvorada e Ceará fez o gol de honra do Sobradinho. O árbitro foi Antônio Alves Mattos.
Uma semana depois, novo vexame do Sobradinho. No dia 30 de julho de 1961, no Estádio Paulo Linhares, sob arbitragem de Jorge Cardoso, o Sobradinho sofreu a astronômica goleada de 12 x 0 perante o Rabello. Nilo marcou cinco gols, Arnaldo três, Carioca dois e Joãozinho e Roberto, um cada. Esta é a maior goleada já registrada na Primeira Divisão do campeonato brasiliense de futebol em todos os tempos.
Duas semanas depois, outra grande goleada foi aplicada ao Sobradinho. No dia 13 de agosto de 1961, no Estádio Duílio Costa, o Planalto não teve dó do Sobradinho, vencendo-o por 9 x 1, com gols de Brasil (5), Lima (2) e Azulinho (2), contra um de Valmir. Moacir Siqueira foi o árbitro do jogo.
Logo após esses vexames, o Sobradinho solicitou à Federação Desportiva de Brasília para não mais disputar os jogos restantes, em virtude da crise financeira que atravessava.

A Associação Esportiva Presidência estreou na Primeira Divisão do Campeonato Brasiliense em 1962. Um dos piores momentos de sua curta existência ocorreu no dia 4 de agosto de 1962. Naquele dia, sofreu uma tremenda goleada diante do Colombo, pelo placar de 10 x 0. O jogo foi disputado no Estádio Israel Pinheiro e os gols do Colombo foram marcados por Cid (5), Baiano (2), Léo, Tião I e Tião II. A arbitragem esteve a cargo de Josué Costa Araújo.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

O PRIMEIRO JOGO INTERESTADUAL DO BRASÍLIA



No dia 28 de novembro de 1975, o Brasília Esporte Clube (fundado em 2 de junho de 1975) disputou o primeiro jogo interestadual de sua história.
No ainda chamado Estádio do Centro Desportivo Presidente Médici (hoje Mané Garrincha) venceu o Fluminense, de Araguari (MG), por 3 x 1.
Logo aos dois minutos de jogo, o Fluminense abriu o marcador, por intermédio de Gil. Ainda no primeiro tempo, o Brasília virou o jogo, com dois gols de Lenilson, aos 10 e aos 43 minutos. Aos 29 minutos do segundo tempo, Nei definiu o marcador em favor do Brasília, após tabelar com Lenilson.
Édson Rezende de Oliveira foi o árbitro e as equipes formaram assim:
BRASÍLIA: Norberto, Terezo (Vilmar), Pedro Pradera, Odair e Juanito; Ercy, Raimundinho e Osmar; Humberto, Lenilson (Mineirinho) e Nei.
FLUMINENSE: Bim, J. Alves, Carlos Alberto, Marrom e Jackson; Tininho e Hamilton; Gil, Marquinhos, Campos e Nenê.
Detalhe negativo: não havia gandulas em campo e os goleiros tiveram que realizar um trabalho extraordinário.

terça-feira, 24 de junho de 2014

PEQUENO DICIONÁRIO BIOGRÁFICO DO FUTEBOL BRASILIENSE

 


Filó

NOME COMPLETO: Filomeno Barbosa Dias
POSIÇÃO: Meio-de-campo
DATA DE NASCIMENTO: 23 de outubro de 1963

CARREIRA:
Sobradinho - DF (1984-1987)
Atlético Mineiro - MG (1987-1988)
Tiradentes - DF (1989)
Gama - DF (1990)
Sobradinho - DF (1991-1992)
Brasília - DF (1993)
Sobradinho - DF (1994)
Planaltina - DF (1995)
Taguatinga - DF (1996)

TÍTULOS NO FUTEBOL DO DF
Campeão brasiliense de 1985 e 1986, defendendo o Sobradinho, e de 1990, pelo Gama.

Flávio Katioco

NOME COMPLETO: Flávio Rabelo da Silva
POSIÇÃO: Meio-de-campo

CARREIRA:
Guará - DF (1992-1993)
Gama - DF (1994-1997)
Dom Pedro II - DF (2000)
Guará - DF (2001)
Brazlândia - DF (2002)
Bandeirante - DF (2003)
Ceilândia - DF (2004)
Bandeirante - DF (2005)
Brazlândia - DF (2009)

TÍTULOS NO FUTEBOL DO DF
Campeão brasiliense de 1994, 1995 e 1997, pelo Gama.

Foca 

NOME COMPLETO: Jonas Francisco dos Santos
POSIÇÃO: Zagueiro
DATA DE NASCIMENTO: 31 de janeiro de 1953

CARREIRA:
Brasília, de Taguatinga - DF (1969)
Colombo - DF (1971-1972)
Brasília - DF (1976-1987)
Gama - DF (1988)

TÍTULOS NO FUTEBOL DO DF
Campeão brasiliense de 1971, pelo Colombo, e de 1976, 1977, 1978, 1980, 1982, 1983, 1984 e 1987, pelo Brasília.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

JOGOS INUSITADOS: DEPENARAM O CANARINHO!


 


De há muito que o Canarinho Esporte Clube (fundado como clube amador em outubro de 1973 e filiado
à Federação Metropolitana de Futebol em março de 1975) queria jogar contra uma grande equipe do futebol brasileiro.
Aproveitou que o Grêmio, de Porto Alegre, vinha passando por perto e pensou que concretizaria seu sonho no dia 23 de novembro de 1977, no estádio Pelezão. Na verdade, viveu um pesadelo! Resultado: teve um grande prejuízo financeiro, levou um monte de gols e prejudicou, enormemente, a imagem do futebol brasiliense, que a muito custo o Brasília vinha tentando levantar.
Naquele dia, o Canarinho foi impiedosamente goleado pelo marcador de 11 x 0.
O resumo do jogo foi esse:
1. Éder dribla três jogadores pela esquerda, perde a bola, Vitor Hugo recupera, passa para Tadeu, que toca para André. Este briga com os zagueiros, a bola sobra para Tadeu, que lança a Tarciso, que chuta para marcar o primeiro gol. Não haviam mais do que sete minutos de partida.
2. Sai a bola e imediatamente o Canarinho a perde. Éder vê o lateral-esquerdo Ladinho passando do meio-campo e faz o passe. Ladinho entra na corrida e coloca a bola com violência no ângulo esquerdo, um minuto depois. Grêmio 2 x 0.
3. Tadeu domina uma bola no meio-campo e toca para Tarciso ampliar para 3 x 0, com apenas um quarto de hora.
4. Em circunstâncias quase idênticas à do gol de Tarciso, Tadeu apanha uma bola e vê Éder penetrando pela esquerda. Foi uma espécie de inversão de jogada. Éder chega aos 4 x 0, placar do primeiro tempo.
5. Mal foi dada a saída para o segundo tempo, Tarciso ganha uma bola que era mais para a defesa e lança para Leandro, que chuta da entrada da área: 5 x 0.
6. O Canarinho dá a saída, o Grêmio recupera a bola e Éder cruza para o meio da área. Forma-se uma confusão e o lateral-direito Vilson apanha o rebote e chuta para o gol: 6 x 0, um minuto depois.
7. Passam-se cinco minutos e o veteraníssimo Alcindo domina a bola de frente para o gol. Abre na direita para Vilson, que cruza e o mesmo Alcindo sobe mais que os jovens zagueiros do Canarinho e, de cabeça, faz 7 x 0.
8. Novamente o Canarinho dá a saída, o Grêmio recupera a bola. Atacando pela direita, Vilson levanta na área, a defesa corta mal e a dois passos de dentro da área Leandro cabeceia para fazer o mais bonito gol da noite: 8 x 0.
9. Bola lançada da defesa para o ataque. Vilson parte do meio-campo e chega primeiro que o defensor do Canarinho. Chuta para o gol e marca seu segundo e nono do Grêmio.
10. Toques rápidos de Iúra, Alcindo e Éder na frente da área. Éder chuta por último e faz 10 x 0.
11. O goleiro Corbo chuta para a frente. Éder ganha da defesa e toca para Alcindo, que encerra a contagem, com a defesa assistindo-o marcar o gol.
Final de jogo: Canarinho 0 x 11 Grêmio
Cacírio Marinho, do DF, foi o árbitro do jogo e as equipes formaram assim:
Canarinho: Edson (Luís), Irênio (Assis), Nonato, Grossi e Robson (Del); Paulinho, Augusto e Peba; Belo (Maninho), Zecão (Paulo) e Zé Vieira. Técnico: Ailton dos Santos.
Grêmio: Corbo, Eurico (Valderez), Cassiá, Oberdan (Vilson) e Ladinho; Vitor Hugo, Tadeu (Leandro) e Iúra; Tarciso (Zezinho), André (Alcindo) e Éder. Técnico: Telê Santana.
A renda foi de apenas Cr$ 35.690,00 (público: 1.130 pagantes), muito pequena para pagar o belo futebol que o Grêmio jogou e que foi contratado: Cr$ 150.000,00.
E quem mais sofreu foi o rapaz que trabalhou no placar, que não sabia se subia ou descia a escada. E ainda teve sorte de o árbitro ter deixado de marcar um pênalti, claro, em Tadeu e inventado um impedimento que poderia resultar em mais um gol.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

AS DECISÕES: CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1987


Brasília, campeão brasiliense de 1987
 
 
Brasília, campeão do 1º e 3º turnos (e com dois pontos de bonificação), Taguatinga, campeão do 2º (com um ponto de bonificação), e Guará, terceiro colocado por índice técnico, decidiram, num triangular com jogos de ida e volta, o campeonato brasiliense de 1987.
O título de campeão só foi conhecido na última partida do triangular.
Eis os jogos:

TAGUATINGA 1 x 1 BRASÍLIA
Data: 26.07.1987
Local: Serejão
Árbitro: José Mário Vinhas
Gols: Josimar, 23 e Marquinhos Carioca, 64
TAGUATINGA: Elvis, Ricardo, Bilzão, Zinha e Edson Galdino; Bilzinho, Da Silva e Marquinhos Carioca (Som); Aguinaldo, Genivaldo (Neomar) e Marcelo Freitas. Técnico: Nilton Santos.
BRASÍLIA: Wanderley, Freitas, Remo, Iranil e Nescau; Marco Antônio, Josimar e Bolão; Erasmo, Edilson (Da Costa) e Nei. Técnico: Antônio Fabiano Ferreira (Raimundinho).

GUARÁ 0 x 1 BRASÍLIA
Data: 29.07.1987
Local: CAVE
Árbitro: Tolistoi Batista
Expulsão: Ricardo, do Guará
Gol: Erasmo, 86
GUARÁ: Toinho, Luiz Fernando, Chagas, Eusébio e Chiquinho (Índio); Touro, Niltinho (Uelth) e Zé Maurício; Moura, Antunes e Ricardo. Técnico: Aldair Félix da Silva.
BRASÍLIA: Wanderley, Oliveira, Remo, Iranil e Nescau; Marco Antônio, Josimar e Bolão; Erasmo, Edilson (Da Costa) e Nei. Técnico: Antônio Fabiano Ferreira (Raimundinho).

GUARÁ 0 x 2 TAGUATINGA
Data: 02.08.1987
Local: CAVE
Árbitro: Lincoln Costa
Gols: Da Silva, 34 e Genivaldo, 78
GUARÁ: Chicão, Luiz Fernando, Chagas, Eusébio e Chiquinho; Touro, Uelth e Zé Maurício; Moura, Antunes e Fabinho. Técnico: Aldair Félix da Silva.
TAGUATINGA: Elvis, Pedrinho, Bilzão, Zinha e Edson Galdino; Bilzinho, Da Silva e Marquinhos Carioca; Aguinaldo, Genivaldo e Marcelo Freitas. Técnico: Nilton Santos.

BRASÍLIA 0 x 1 GUARÁ
Data: 16.08.1987
Local: Mané Garrincha
Árbitro: Luiz Carlos Tibursky
Gol: Moura, 87
BRASÍLIA: Wanderley, Freitas, Remo, Iranil (Filgueira) e Nescau; Marco Antônio, Josimar e Bolão; Erasmo, Edilson (Da Costa) e Nei. Técnico: Antônio Fabiano Ferreira (Raimundinho).
GUARÁ: Toinho, Soares, Luiz Fernando, Eusébio e Asfora; Touro, Nael e Zé Maurício; Moura, Antunes e Ricardo. Técnico: Aldair Félix da Silva.

TAGUATINGA 1 x 1 GUARÁ
Data: 19.08.1987
Local: Serejão
Árbitro: Clésio José Penoni
Expulsão: Soares, do Guará
Gols: Antunes, 7 e Da Silva, 79
TAGUATINGA: Elvis, Pedrinho, Bilzão, Zinha e Roosevelt; Som, Da Silva e Marquinhos Carioca; Aguinaldo (Dorival), Genivaldo (Neomar) e Marcelo Freitas. Técnico: Nilton Santos.
GUARÁ: Toinho, Soares, Chagas, Eusébio e Luiz Fernando; Touro, Nael e Zé Maurício; Moura (Fabinho), Antunes (Chiquinho) e Ricardo. Técnico: Aldair Félix da Silva.

BRASÍLIA 2 x 1 TAGUATINGA
Data: 23.08.1987
Local: Mané Garrincha
Árbitro: Edson Rezende de Oliveira
Gols: Erasmo, 18; Nei, 48 e Zinha, 59
BRASÍLIA: Wanderley, Oliveira, Remo (Filgueira), Kidão e Nescau; Marco Antônio, Josimar e Bolão; Nei (Darlan), Da Costa e Erasmo. Técnico: Antônio Fabiano Ferreira (Raimundinho).
TAGUATINGA: Elvis, Pedrinho, Bilzão, Zinha e Roosevelt; Bilzinho, Da Silva e Marquinhos Carioca (Dorival); Aguinaldo, Genivaldo (Neomar) e Marcelo Freitas. Técnico: Nilton Santos.

CLASSIFICAÇÃO DA FASE FINAL

CF
CLUBES
J
V
E
D
GF
GC
SG
PG
% Aprov.
BRASÍLIA
4
2
1
1
4
3
1
7
87,50%
TAGUATINGA
4
1
2
1
5
4
1
5
62,50%
GUARÁ
4
1
1
2
2
4
-2
3
37,50%


 

quarta-feira, 11 de junho de 2014

ESTATÍSTICAS DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1983




CLUBES PARTICIPANTES: 8.
JOGOS REALIZADOS: 200.
GOLS ASSINALADOS: 391.
MÉDIA DE GOLS POR JOGO: 1,96.
MELHORES ATAQUES DO CAMPEONATO: Brasília, 67 e Taguatinga, 66 gols a favor.
PIOR ATAQUE DO CAMPEONATO: Ceilândia, 29 gols a favor.
MELHORES DEFESAS DO CAMPEONATO: Taguatinga e Sobradinho, ambos com média de 0,69 gols por jogo; Taguatinga = 30 gols contra em 52 jogos e Sobradinho = 34 gols contra em 49 jogos.
PIOR DEFESA DO CAMPEONATO: Vasco da Gama, 108 gols contra.
MELHOR SALDO DE GOLS: Taguatinga, com 30.
MAIOR NÚMERO DE VITÓRIAS: Taguatinga, com 23.
MENOR NÚMERO DE VITÓRIAS: Vasco da Gama, com 4.
MENOR NÚMERO DE DERROTAS: Guará e Taguatinga, ambos com 10.
MAIOR NÚMERO DE DERROTAS: Vasco da Gama, com 38.
MELHOR ÍNDICE DE APROVEITAMENTO: Taguatinga, com 63,46%.
MAIORES GOLEADAS DO CAMPEONATO: 25.09.1983, Tiradentes 5 x 0 Vasco da Gama; 02.10.1983, Brasília 5 x 0 Vasco da Gama e 22.10.1983, Taguatinga 5 x 0 Ceilândia.
JOGO COM MAIOR NÚMERO DE GOLS MARCADOS: 22.06.1983, Gama 5 x 3 Vasco da Gama.

TAÇA EFICIÊNCIA:

1º - Brasília, 300 pontos;
2º - Taguatinga, 296;
3º - Guará, 272;
4º - Tiradentes, 248;
5º - Sobradinho, 234;
6º - Gama, 222;
7º - Ceilândia, 174 e
8º - Vasco da Gama, 82 pontos.

PRINCIPAIS ARTILHEIROS


Santos, do Brasília

1º - Santos (Brasília), 23 gols
2º - Lino (Gama), 17
3º - Zecão (Taguatinga), 14
4º - Belini (Tiradentes), 12
5º - Jânio e Raimundinho (Taguatinga), 11
6º - Éder e Mané (Guará), 8
7º - Zeca (Brasília) e Dicinho (Vasco da Gama), 7
8º - Aloísio e Ricardo (Brasília), Auro (Ceilândia), Marcelo, Mirandinha e Zé Maurício (Guará), Jamil, Péricles e Serginho (Sobradinho), 6
9º - Gilberto, Neivaldo, Nilson e Zinha (Gama), Peba (Guará), Aurê (Sobradinho) e Ivonildo (Tiradentes), 5 gols.

GOLEIROS MENOS VAZADOS:

1º - Bocaiúva (Guará), 28 gols em 46 jogos – média de 0,61
2º - Adriano (Taguatinga), 31 gols em 45 jogos – média de 0,69

ÁRBITROS QUE MAIS ATUARAM

1º - Clésio José Penoni, 24 vezes;
2º - Tolistoi Batista e Hermínio Irani Brás Nunes, 23;
3º - Luiz Vilhena do Nascimento, 21;
4º - Nilton Castro de Souza e Edson Resende de Oliveira, 19;
5º - Walterley Pereira, 14;
6º - Adélio Soares Nogueira, 11;
7º - Lincoln Costa e Cid Marival Fonseca, 7;
8º - Luiz Carlos da Silva, 5
9º - João Batista da Costa, José Cavalcante Ribeiro, José Mário Vinhas e Venceslau Vicente de Farias, 3;
10º - Aldemir da Silva Padilha, Baltasar Antônio de Paulo, Francisco Portugal e Osvaldo dos Santos, 2;
11º - Ruy Ferreira, Luiz Carlos Silva, Vicente de Paulo, José Pereira da Silva, Francisco Guerreiro Chaves, Epaminondas Lino de Jesus e João Rocha de Paulo, 1 jogo.

ESTÁDIOS UTILIZADOS

1º - Serejão, em Taguatinga, 55 jogos;
2º - Bezerrão, no Gama, 42;
3º - CAVE, no Guará, 32;
4º - Augustinho Lima, em Sobradinho, 31;
5º - Pelezão, em Brasília, 22
6º - Adonir Guimarães, em Planaltina, 18 jogos.

Total de expulsões: 98
Clube com maior número de expulsões: Vasco da Gama, 17.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

PEQUENO DICIONÁRIO BIOGRÁFICO DO FUTEBOL BRASILIENSE

 
 


Éder Antunes

NOME COMPLETO: Éder Antunes Morgado
POSIÇÃO: Atacante
LOCAL E DATA DE NASCIMENTO: Baixo Guandu (ES), 23 de dezembro de 1961
CARREIRA:
Gama - DF (1978)
Guará - DF (1979-1984)
Internacional-Santa Maria - RS (1984)
Londrina - PR (1985-1988)
Toledo - PR (1989)
Operário - PR (1990)
Campo Mourão - PR (1990)
Atlético Paranaense - PR (1991)
Operário - PR (1991)
Rio Branco - SP (1992)
Guará - DF (1995-1998)
Ceilandense - DF (1999)

TÍTULOS NO FUTEBOL DO DF
Campeão brasiliense de 1996, defendendo o Guará.

REGISTROS
Artilheiro do campeonato brasiliense de 1982, pelo Guará, com 9 gols
Treinador do Guará, em 1998.
 

Elizaldo

NOME COMPLETO: Elizaldo Carvalho Cabral
POSIÇÃO: Goleiro
LOCAL E DATA DE NASCIMENTO: Itaberaba (BA), 3 de dezembro de 1948
CARREIRA:
Guará - DF (1967-1969)
Serveng-Civilsan - DF (1970)
CEUB - DF (1971-1973)
Humaitá - DF (1974-1976)
REGISTROS:
Começou jogando nas categorias de base do Guará.
Considerado o melhor goleiro do campeonato brasiliense de 1972, pelo jornal Correio Braziliense, atuando pelo Ceub.

TÍTULOS NO FUTEBOL DO DF:
Campeão brasiliense de 1973, pelo Ceub.


Elvis

Elvis

NOME COMPLETO: Elvis Paulo Bellato
POSIÇÃO: Goleiro
DATA DE NASCIMENTO: 4 de março de 1964
CARREIRA:
Taguatinga - DF (1983-1984)
Gama - DF (1985)
Taguatinga - DF (1986-1989)
Guará - DF (1990)
Taguatinga - DF (1991)
Tiradentes - DF (1992-1994)

TÍTULOS NO FUTEBOL DO DF:
Campeão brasiliense profissional de 1989 e 1991, pelo Taguatinga.

REGISTROS
Preparador Físico em 1996, no Brasília
Técnico do Guará, em 1997
Preparador de goleiros no Fluminense, de Araguari, no Campeonato Mineiro do Módulo II de 2011
Preparador de goleiros no ASA, de Arapiraca, no Campeonato Brasileiro da Série B em 2011 e 2012
Preparador de goleiros do Goianésia no campeonato goiano de 2013
Preparador de goleiros da A. A. Aparecidense, de Goiás, no Campeonato Brasileiro da Série D de 2013
Atualmente, é treinador de goleiros das categorias de base do Goiás.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

FORMAÇÕES BÁSICAS DAS EQUIPES QUE DISPUTARAM O CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1973


AMÉRICA
Goleiros:
Ari, Baltazar e Silvino; Defensores: Nicanor, Carlos Alberto, Valdo, Ulisses, Orlando, Nivaldo, Aciderval, Cardoso e Déo; Volantes e Armadores: Nunes, Ronaldo, Evandro e Silvino; Atacantes: Nonato, Emiliano, Joãozinho, Messias e Zé Pereira. Técnicos: Buck Jones Lassi, José Gonçalves dos Santos e Carlos Alberto de Almeida.

ATLÉTICO DE BRAZLÂNDIA
Goleiros:
Índio; Defensores: Dedinho, Arizona, Pedro, Tio, Firmo, Ivan, Bispo e Luiz Félix; Volantes e Armadores: Edgar, Toninho e Ozias; Atacantes: Duda, Joãozinho, Paulinho, Fischer, Pirombá, Beto e Duda. Técnico: Sebastião Maria da Encarnação (Pelé).

CARIOCA
Goleiros:
Teles, Déo, Jaime e Chico; Defensores: Arlindo, Bartô, Maurílio, Carlinhos, Arlindo, Domingos, Clarindinho e Raimundo; Volantes e Armadores: Pebinha, Divino, Raimundinho e Chenco; Atacantes: Gordo, Ari, Harley, Ronaldo, Baltazar, Peba, Divino e Newton. Técnico: Clarindo Custódio Flauzina.

CEUB
Goleiros:
Elizaldo e Hélio; Defensores: Fernando, Serginho, Noel, Bosco, Aloísio, Sílvio, Luiz Carlos, Tavares, Eloísio, Odair e Ademir; Volantes e Armadores: Pedro Léo, Miguel, Rominho, Paulinho e Hamilton; Atacantes: Lucas, Albanir, Cid, Branco, Carlinhos, Renatinho, Dinarte e Wanderley. Técnicos: José Antônio Furtado Leal, Renato de Aguiar Attuch e Waldir “Didi” de Carvalho.

HUMAITÁ
Goleiros:
Valdimar e Joel; Defensores: Nazo, Messias, Zé Geraldo, Landulfo, Carlinhos, Itamar, Pedrinho e Mabinho; Volantes e Armadores: China, Nenê, Gilmar e Assis; Atacantes: Lord, Moisés, Julinho, Vavá e Arleno. Técnico: Elias Severino.

JAGUAR
Goleiros:
Carlão, Rodolfo e Zé Luís; Defensores: Aderbal, Pedro Pradera, Leocrécio, Dão, Salvador, Waldonel, Ventura, Lúcio, Max e Nenê; Volantes e Armadores: Pedro Soares, Pedrinho, Felipe, Ariston, Capela e Paulinho; Atacantes: Cafuringa (mais tarde chamado de Junior Brasília), Djalma, Lula, Carlos Alberto, Batista, Ceará, Risada e Tita. Técnico: Airton Nogueira.

LUZIÂNIA
Goleiros:
Darcy e Osmar; Defensores: Ruy Meireles, David, Nelson, Elizeu, Fernando Melo, Sílvio Alicate, Mário Lúcio, Liosório e Branco; Volantes e Armadores: Laiguinha, Toinho de Laiza, Zanata, Baiê, Evandro e Washington; Atacantes: Militra, Palhares, Flávio, Roque, Hermes, Ziza, Hélio Barraca, Piau, Baixinho Cachorro, Gaspar e Toninho. Técnicos: Rui Márcio de Almeida e Eurípedes Bueno de Morais.

RELAÇÕES EXTERIORES
Goleiros:
Wilsinho, Manoel, Tião e Daniel; Defensores: Valete, Catuca, Paulo, Grossi, Zé Mauro, Rodolfo, Chico e Robson; Volantes e Armadores: Sirlei, Edmilson, Zequinha e Arnaldo; Atacantes: Lula, Axel, Palito, Bispo, Benê, Humberto, Renato, Paulo César e Redi. Técnicos: José Carlos d’Almeida, Zeferino Féo e José Improsi Filho.

SERVIÇO GRÁFICO
Goleiros:
Jairo, Adriano e Carlos José; Defensores: Juarez, Eraldo, Melinho, César, Pedrinho, Luciano, Cesinha e Wilson Godinho; Volantes e Armadores: Axel, Raimundinho, Bazan e Riba; Atacantes: Tião, Edu, Celino, Lucas, Fernando, Sabarazinho e Arthur. Técnico: Joaquim Cristiano de Araújo Neto (Bugue).

UNIDOS DE SOBRADINHO
Goleiros:
Batista, Marcos, Gato e Virgílio; Defensores: Zezão, Sabará, Sir Peres, Adauto, Triste, Renilson, Mauro, Caboclo e Xavier; Volantes e Armadores: Sidney, Paulinho, Orlando, Joãozinho e Mineirinho; Atacantes: Santos, Litinho, Wesley, Jonas, Geraldino, Carlinhos, Vino, Toninho e Reinaldo. Técnicos: Manga e Chileno.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

COMISSÕES TÉCNICAS DOS CLUBES PARTICIPANTES DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 2004


 
BANDEIRANTE
 
SUPERVISOR: Roberto Marques dos Santos
TÉCNICO: José Roberto Buani
PREPARADOR FÍSICO: Nilson Ramos Siqueira
MÉDICO: Jussara Argolo Guilhardi
MASSAGISTA: Raimundo Bispo dos Santos e Rosane da Silva Couto
 

BRASILIENSE
 
SUPERVISOR: Paulo Henrique Lorenzo
TÉCNICO: Mauro Fernandes
PREPARADOR FÍSICO: Fernando Julião, Jean Cláudio e Júlio Alencar
MÉDICO: Paulo Lobo
MASSAGISTA: Edvaldo Lisboa
 
BRAZLÂNDIA
 
SUPERVISOR: Marcos Fábio Oliveira Lima
TÉCNICO: Roberto Ruben Delgado, Valdson Pereira da Silva (Som) e Valter Gomes
PREPARADOR FÍSICO: Eugênio César Nogueira
MÉDICO: Fabiano Duarte Dutra
MASSAGISTA: João Batista e Wilson Afonso dos Santos Junior
 
CEILÂNDIA
 
SUPERVISOR: Adilson Alves Pereira
TÉCNICO: Jorgenei Nery da Silva e Francisco das Chagas dos Santos Mendes (Chaguinha)
PREPARADOR FÍSICO: Carlos Antônio S. de Carvalho e Marcos Aurélio de S. Sudário
MASSAGISTA: Francisco Fernandes Romeiro
 
CFZ
 
COORDENADOR: Dionísio Filho
TÉCNICO: Reinaldo Gueldini
PREPARADOR FÍSICO: Alexandre Coutinho
MÉDICO: Júlio César Stoller e Rogério Agnelo
MASSAGISTA: Elias Lucas "Black"
 
DOM PEDRO II
 
SUPERVISOR: Clever Rafael Santos
TÉCNICO: Clever Rafael Santos e Evilânio Batista Guedes
PREPARADOR FÍSICO: Clever Rafael Santos
MÉDICO: Estevão José Guimarães
MASSAGISTA: Helton Holanda do Nascimento
 
GAMA
 
TÉCNICO: Everton Antunes Benevides (Everton Goiano)
PREPARADOR FÍSICO: Ivan Araújo de Souza
MÉDICO: Walter Rios Zambrana
MASSAGISTA: Alessandro Silva Oliveira
 
GUARÁ
 
SUPERVISOR: Roberval de Paula Teixeira
TÉCNICO: Mozair Barbosa
PREPARADOR FÍSICO: Altair Siqueira
MÉDICO: Eduardo Matias Kimura e Luciano Gomes Firmino
MASSAGISTA: Luiz Gomes
 
LUZIÂNIA
 
SUPERVISOR: Elizeu Souza Bernardes e Neimar Trindade Frota
TÉCNICO: Carlos Alberto Dario de Oliveira (Alfinete), Estevão Cirilo Dantas Neto (Coutinho) e Nivaldo Bonfim da Silva (Da Silva)
PREPARADOR FÍSICO: Walter Dias Lima
MASSAGISTA: Ivanildo Carneiro de Souza e Juares Rodrigues de Souza
 
PARANOÁ

Luís Antônio Zaluar
SUPERVISOR: João Lopes Neto
TÉCNICO: Luís Antônio Zaluar
PREPARADOR FÍSICO: Eduardo Braz Barbosa Neto
MÉDICO: Francisco Sérgio dos Santos
MASSAGISTA: Mário Cesário Filho e Renato Magalhães Dantas
 
SOBRADINHO
 
SUPERVISOR: Alécio Gomes Vieira, Eduardo Filho e Wander Marques Abdalla
TÉCNICO: Heitor de Oliveira, Joaquim Cristiano Araújo Neto (Bugue) e José Adriano Feitosa
PREPARADOR FÍSICO: Pedro Hugo Barros e Roberto Patu
MÉDICO: Francisco Sérgio dos Santos
MASSAGISTA: Edivaldo Santos Lessa, Leonardo Rios e Sebastião Guedes Monteiro (Batatinha)
 
UNAÍ
 
SUPERVISOR: Pedro Martins de Sousa
TÉCNICO: Tadeu Morais de Oliveira e Wisnner Dantas
PREPARADOR FÍSICO: Genivaldo de Oliveira, João Alves de Lima e José Batista Luna
MÉDICO: André Luís Brandão Vieira
MASSAGISTA: Ruti Ribeiro Carvalho.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

JOGOS INUSITADOS: DOIS PLACARES DE 4 x 3!





O placar de 4 x 3 não é um resultado que acontece todos os dias. Passamos campeonatos e mais campeonatos sem que esse placar apareça.
No entanto, no campeonato brasiliense de 2002, aconteceu duas vezes e no mesmo dia: 2 de junho de 2002.
Ambos foram válidos pelo hexagonal final do campeonato daquele ano e ambos vencidos pelos visitantes, o que torna o fato ainda mais inusitado.
No Bezerrão, enfrentaram-se Gama e CFZ. O CFZ chegou para esse jogo com uma invencibilidade de 19 jogos.
A partida foi muito tumultuada porque os dois últimos gols do CFZ, de Pedrinho, aconteceram em jogadas duvidosas.
Pelo que se viu no 1º tempo, parecia que o Gama venceria o jogo com facilidade, após marcar dois gols, ambos de Dimba.
O Gama voltou no mesmo ritmo para o 2º tempo, mas com a saída dos estreantes Zé Renato e Alexandre Gaúcho, aos 14 minutos, passou a ser dominado pelo CFZ.
Não demorou para que o CFZ igualasse o marcador: Schwenck, aos 18 minutos, e Tiano, aos 28, empataram o jogo. Um minuto depois aconteceu o primeiro lance duvidoso. Fábio Noronha recebeu uma bola recuada e perdeu a dividida para Tiano, que rolou para Pedrinho marcar o gol da virada do CFZ. Irritado, o goleiro partiu para cima do árbitro, reclamando que Tiano havia dominado a bola com a mão.
Aos 38 minutos, Anderson assinalou o gol de empate do Gama, cobrando pênalti.
Quando parecia que o jogo terminaria empatado, aos 44 minutos, em posição duvidosa, Pedrinho fez o gol da vitória. Os jogadores do Gama correram para cima do auxiliar Jayder Wilker e só foram afastados com a chegada da polícia.
O gol foi confirmado e o resultado de 4 x 3 a favor do CFZ também.
A súmula do jogo foi essa:

GAMA 3 x 4 CFZ
Data: 02.06.2002
Local: Bezerrão, Gama
Árbitro: Jamir Carlos Garcez
Gols: Dimba, 24 e 28; Schwenck, 63; Tiano, 74; Pedrinho, 75; Anderson, 84 e Pedrinho, 89
GAMA: Fábio Noronha, Wilson Goiano, Gerson, Jairo e Rochinha; Jefferson, Nen, Zé Renato (Abimael) e Alexandre Gaúcho (Wesley); Anderson e Dimba (Rodriguinho). Técnico: Cuca.
CFZ: Ricardo, Wellington Cássio, Cabrerizo, Renato Mello e Ademir; Cubango, Macaé, Rick (Pedrinho) e Marcelinho (Kabila); Tiano (Léo) e Schwenck. Técnico: Reinaldo Gueldini.

O outro 4 x 3 do dia foi registrado no estádio Chapadinha, em Brazlândia.
O mandante Brazlândia vinha de um péssimo resultado no jogo anterior e o Brasiliense precisava vencer para continuar junto aos líderes do hexagonal final.
O jogo teve início com o Brasiliense tomando mais a iniciativa. Mas, aos 26 minutos, quem abriu o marcador foi o Brazlândia. Em apenas seis minutos, o Brasiliense reverteu o placar. Aos 39 minutos, Neto empatou para o Brazlândia: 2 x 2.
No 2º tempo, o Brasiliense continuou melhor, mas levou 31 minutos para conseguir o desempate. Aumentou para 4 x 2 aos 35 e voltou a tomar um susto aos 41, com outro gol de Neto. Mas não houve tempo para mudança no placar.
Os dados do jogo foram esses:

BRAZLÂNDIA 3 x 4 BRASILIENSE
Data: 02.06.2002
Local: Chapadinha, Brazlândia
Árbitro: Sérgio Carvalho
Público: 145 pagantes
Renda: R$ 435,00
Expulsão: Jadson, do Brazlândia
Gols: Andrezinho, 27; Gil Baiano, 29; Weldon, 32; Neto, 40; Gil Baiano, 77; Maurício, 82 e Neto, 87.
BRAZLÂNDIA: Ronaldo, Piu, Jânio, Amaral e Jadson; Bilzão, Dodô, Flávio Katioco (Erasto) e Edinho Paraíba (Édson); Neto e Andrezinho. Técnico: Everton Goiano.
BRASILIENSE: Donizeti, Dida, Aldo, Thiago e Emerson (Williams); Carlinhos (Maurício), Carioca, Gil Baiano e Lê; Weldon e Wellington Dias (Adriano). Técnico: Péricles Chamusca.

domingo, 1 de junho de 2014

O QUE ACONTECEU HÁ 50 ANOS (01 a 30.06.1964)



 


07.06.1964

Três jogos foram disputados pelo Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão, categoria de amadores.
No Estádio Aristóteles Góes, o Cruzeiro venceu o Guanabara, por 2 x 1, com dois gols de Paulinho. Zezé diminuiu para o Guanabara.
O mesmo placar se repetiu no jogo realizado no Estádio Israel Pinheiro. Vitória do Dínamo sobre o Pederneiras. Isaías, duas vezes, marcou os gols do Dínamo, enquanto Russo assinalou o gol de honra do Pederneiras.
Jogando em casa, no Estádio Vasco Viana de Andrade, o Grêmio goleou o Vila Matias por 4 x 0. Os gols foram marcados por Edson Galdino, Avancini, Joãozinho e Bugue.

09.06.1964



O Villa Nova, de Nova Lima (MG) realizou o primeiro dos três amistosos programados para gramados brasilienses, todos eles acontecidos no Estádio Ciro Machado do Espírito Santo, do Defelê.
Com dois gols de Fred, venceu o Nacional por 2 x 1. Zezito marcou o gol do time de Brasília.
O árbitro foi Osvaldo Furtado, de Minas Gerais, e as equipes formaram assim:
Nacional: Chico, Alberto, Eufrásio, Logodô e Ferreira; João e Toninho; Edvaldo (Zinho), Genival, Zezito e Carlinhos.
Villa Nova: Eduardo, Orlando, Eleutério, Pireco e Zeca; Índio e Fred; Délcio (Tiguta), Raimundo (Fubá), Hélio I e Roberto. Técnico: Léo Coutinho.

11.06.1964

Nova vitória do Villa Nova, desta vez sobre o Defelê, pelo marcador de 1 x 0. O único gol do jogo foi marcado por Pireco, aos 35 minutos do 1º tempo.
Novamente o árbitro foi Osvaldo Furtado, de Minas Gerais.
O Defelê perdeu com Matil, Luzinê, Alonso Capella, Leônidas e Bosco; Wilson e Manoelzinho; Pavoni, Alaor Capella, Danilo e Fernando.
O Villa Nova venceu com Eduardo, Orlando, Eleutério, Pireco e Zeca; Índio e Fred; Roberto, Raimundo, Hélio I e Dirceu Pantera. Técnico: Léo Coutinho.

13.06.1964

O Villa Nova encerrou sua curta excursão por gramados da Capital Federal, enfrentando o Rabello.
Depois de estar perdendo por 2 x 0 durante grande parte do jogo, o clube mineiro buscou o empate em 2 x 2.
Foi árbitro do jogo João Miguel Andere, da Federação Mineira de Futebol.
O Rabello se apresentou melhor do que seu adversário durante quase todo o transcorrer da partida, mas não soube manter a vantagem no marcador, permitindo aos mineiros um empate quando estes atuavam com dez elementos, em razão da expulsão do jogador Roberto.
Amaury, aos 25 minutos da etapa inicial, aproveitou bem uma falha do goleiro Eduardo para assinalar o primeiro gol do jogo.
Aos dez minutos da fase derradeira, novamente Amaury ampliou o marcador. O Vila Nova diminuiu dois minutos depois, com um tento de Dirceu Pantera. Pireco, aos 39 minutos, conseguiu a igualdade, marcando de cabeça o tento do empate, após boa jogada de Raimundinho.
O Rabello atuou com Chicão, Aderbal, Betão, Bimba e Ivan; Farneze e Beto Pretti; Sabará (Calado), Amaury, Ayres e Vitinho (Zé Maria).
O Villa Nova formou com Eduardo (Helinho), Orlando, Eleutério, Pireco e Zeca; Índio e Fred (Délcio); Roberto, Hélio Bria, Raimundinho e Dirceu Pantera. Técnico: Léo Coutinho.

Neste mesmo dia aconteceu o lançamento da pedra fundamental para a construção do Estádio de Brasília.
Representando o Presidente da República esteve presente o Sr. Luiz Navarro de Brito.

Dois jogos apenas pelo campeonato brasiliense de amadores.
No Estádio Aristóteles Góes, Nacional e Dínamo não saíram do 0 x 0. No Israel Pinheiro, o Pederneiras venceu o Vila Matias por 1 x 0, gol de Aristides.

17.06.1964

Em amistoso interestadual realizado em seu campo, o Estádio Ciro Machado do Espírito Santo, o Defelê empatou com o Lagoa Santa, de Minas Gerais, por 1 x 1.
Aristeu Teixeira Santana foi o árbitro do jogo, que rendeu CR$ 81.300,00. Os gols foram marcados por Miguel, aos 35 minutos, e Parola, aos 40.
O Defelê formou com Matil, Matarazzo, Alonso Capella, Parola e Wilson Godinho; Leônidas e Jacaré; Alaor Capella, Bawany, Fernandinho e Arnaldo.
O Lagoa Santa jogou com Louro, Bebé, Edinho, Alberto e Canhoto; Ator (Hélio) e Ceci; Joãozinho, Miguel, João de Deus e Toninho.

Também no dia 17, começou a venda das cadeiras cativas do novo estádio de futebol de Brasília.
Cada cadeira custaria 110 mil cruzeiros, sendo 10 mil cruzeiros de entrada e mais dez prestações de 10 mil cruzeiros cada uma.
O Banco Itaú adquiriu a primeira cadeira cativa, com pagamento à vista.

19.06.1964

Após estar perdendo por 2 x 0, o Rabello conseguiu empatar o jogo diante do Lagoa Santa, em jogo que comemorou o encerramento da carreira de Edilson Braga.
No 1º tempo, aos 31 minutos, Hélio abriu o marcador em favor do clube mineiro. Aos 10 minutos do 2º, João de Deus ampliou para 2 x 0. O empate do Rabello veio através dos gols de Amaury, aos 15, e Zé Maria, cobrando pênalti, aos 18 minutos do 2º tempo.
O árbitro foi Eduíno Edmundo Lima e a renda de CR$ 105.000,00. As equipes se apresentaram com as seguintes constituições: Rabello - Chicão (Gaguinho), Aderbal, Betão, Bimba e Ivan; Farneze e Beto Pretti; Sabará, Amaury, Ayres e Vitinho (Zé Maria). Lagoa Santa - Louro, Bebé, Edinho, Alberto e Canhoto; Ator (Hélio) e Ceci; Joãozinho, Miguel, João de Deus e Toninho.

21.06.1964

Em jogo realizado em benefício das obras de construção do Estádio de Brasília, o Ipiranga, campeão de Uberlândia, disputou a sua primeira partida em Brasília.
Foi derrotado no Estádio Vasco Viana de Andrade pelo Rabello, por 3 x 2.
Foi o tricolor de Uberlândia que inaugurou o marcador, aos 44 minutos, por intermédio de Tonico, escorando um centro vindo da esquerda. Um minuto após, Ayres empatou para o Rabello.
Logo no primeiro minuto da segunda fase, o Rabello colocou-se em vantagem no marcador, com o gol marcado por Amaury. Ainda não tinham acabado os aplausos da torcida do Rabello e os visitantes se colocavam em igualdade, com um gol de autoria de Euclides. Aos 29 minutos Ayres marcou o gol da vitória do alvinegro brasiliense.
O Rabello atuou com Gaguinho, Aderbal, Betão, Bimba e Ivan (Wilson); Farneze e Beto Pretti; Sabará, Amaury, Ayres e Zé Maria. O Ipiranga jogou com Pimenta, Paulinho, Vicente, Capela e Melo; Rubinho (Neizinho) e Jocemar; Toninho (Oliveira), Marquinhos (Nato), Euclides e Tonico.
Jorge Cardoso foi o árbitro do jogo e a renda chegou aos CR$ 230.000,00.

O Colombo foi até Uberlândia e voltou de lá com uma goleada de 3 x 0, diante do Uberlândia E. C.
O jogo foi realizado no Estádio Juca Ribeiro e teve como marcadores dos gols os seguintes jogadores: Nerival, 60 e 71 e Nei, 80. Assim formaram as equipes.
Uberlândia: Wilson, Califa, Waldemar e Carlinhos; Saúva e Zinho (Nei); Fazendeiro (Nato), Nerival, Reinaldo e Sabino.
Colombo: Helinho, Natal, Vonges e Paulista; Índio e João Dutra; Tião I, Cascorel (Paulo), Baiano e Moisés (Marcelo).

21.06.1964

Em jogo isolado válido pelo campeonato brasiliense de amadores, o Guanabara surpreendeu o Grêmio em seu próprio campo, vencendo-o por 2 x 1. Azulinho e Lula marcaram os gols da vitória do Guanabara, enquanto Belchior descontou para o Grêmio.

23.06.1964

Em seu segundo amistoso disputado em Brasília, o Ipiranga, de Uberlândia, derrotou o Defelê por 4 x 2.
O árbitro foi Moacyr Siqueira e a renda de CR$ 88.000,00.
Os gols do Ipiranga foram marcados por Euclides, duas vezes, Toninho e Nato, enquanto Bawany e Mauro Viegas descontaram para o Defelê.
Formou o Defelê com: Tonho (Novato), Toninho (Leônidas), Alonso Capella, Parola (Bosco) e Wilson Godinho; Matarazzo e Jacaré; Fernandinho (Melro), Solon, Mauro Viegas (Bawany) e Alaor Capella.
E o Ipiranga atuou com Pimenta, Paulinho, Vicente, Capela e Paulo; Neizinho e Tiovaldo; Toninho, Euclides (Marquinhos), Nato (Oliveira) e Tonico.

24.06.1964

Bimba, que estava no Goiás, retornou ao DF para jogar no Rabello.

Em amistoso realizado no Estádio Francisco das Chagas Rocha, em Luziânia (GO), o clube do mesmo nome empatou em 2 x 2 com o Dínamo.
José Francisco de Souza foi o árbitro do jogo, que teve a renda de CR$ 44.500,00.
Os gols foram marcados nessa ordem: Invasão, 24; Ramalho, 35; Saulzinho, 74 e Goiano, 86.
O Luziânia formou com Neto, Ditão, Elizeu, Tiãozinho e Joaquim; Zé Carlos e Carneiro; Felismino, Invasão, Ramalho e Homero.
Sarmento, Benincassa, Malta (Carneiro), Lúcio e Bazan; Zé Paulo (Tito) e Goiano; Adilson (Pimentel), Saulzinho (Antenor), Isaías e Laerte (Novato) defenderam o Dínamo.

28.06.1964

Mais três jogos válidos pelo campeonato brasiliense de amadores: Cruzeiro 1 x 0 Grêmio, gol de Zezinho; Nacional 2 x 0 Vila Matias, gols de Genival e Índio e Guanabara 2 x 0 Pederneiras, com dois gols de Azulinho.