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sexta-feira, 30 de março de 2012

CRAQUES DE ONTEM E DE HOJE: JÂNIO



Meia-esquerda, canhoto, de bons lançamentos, batia bem para o gol e possuía uma boa visão de jogo. Essas eram as características de Jânio Pinto, ou simplesmente Jânio, que nasceu em Volta Redonda (RJ), no dia 16 de junho de 1959.
Veio para Brasília com apenas um ano de idade.
Começou sua carreira de jogador de futebol nos juvenis do Brasília, com o técnico Ercy Rosa.
Recém-fundado, o Corinthians, do Guará, estava montando uma forte equipe para disputar as competições oficiais da Federação Metropolitana de Futebol. O técnico era Joaquim Cristiano Araújo Neto, o Bugue, que o viu atuando e solicitou a sua contratação.
Sua primeira competição no novo time foi o Torneio Incentivo de 1978, quando o Corinthians chegou em terceiro lugar. Logo depois, o Corinthians daria lugar ao Guará.
Neste mesmo ano, o Vasco da Gama o levou para testes em sua equipe de juvenis. Ficou cinco meses no Rio de Janeiro. O clube carioca até pensou em ficar com ele, mas o Guará pediu muito dinheiro pelo seu passe e a transação não foi concretizada.
Com o Guará, no período de 4 de março a 8 de abril de 1979, sagrou-se campeão do Torneio Seletivo, realizado com a finalidade de escolher o clube que ocuparia uma vaga no Campeonato Brasileiro reservada para o Distrito Federal (as outras eram do Brasília e do Gama).
O Campeonato Brasileiro de 1979 teve o absurdo número de 96 participantes, 22 a mais do que a edição anterior.
A primeira fase foi disputada por oitenta equipes, divididas em oito grupos de dez cada. Os três clubes de Brasília integraram o Grupo C. Somente o Gama, primeiro colocado do grupo, alcançou classificação para a Segunda Fase. O Brasília foi o 9º e o Guará o 10º e último colocado do grupo.
No final de 1979, Jânio defendeu o Distrito Federal no II Campeonato Brasileiro de Seleções Sub-20.
A Seleção Brasileira se preparava para disputar o Campeonato Mundial Sub-20 na Austrália e realizou diversos amistosos no Brasil. Um deles foi contra o Guará, de Jânio, no dia 7 de setembro de 1981, no Estádio do CAVE, no Guará. O resultado final apontou Guará 3 x 1 Seleção Brasileira de Juniors.
Foi vice-campeão brasiliense de 1981, com o Guará perdendo a final para o Taguatinga, em 15 de novembro de 1981, por 1 x 0.
Em 1982, o Taguatinga pagou três milhões de cruzeiros pelo seu passe, a maior transação do futebol brasiliense até então.
Ficou três anos no Taguatinga. Logo depois, teve uma rápida passagem pelo São Bento, de Sorocaba, onde disputou apenas cinco jogos pelo Campeonato Paulista de 1984, o primeiro deles em 16 de setembro, com derrota de 2 x 1 para o Taubaté. Sua última participação aconteceu em 24 de outubro, no jogo Santos 2 x 1 São Bento. Não marcou gols em sua passagem pelo São Bento.
Em 1985 disputou o Campeonato Paulista pelo Noroeste, passou pelo Londrina, do Paraná, e retornou ao Gama.
No ano seguinte, 1986, defendeu o Tiradentes.
Neste mesmo ano de 1986, transferiu-se para o Equador, contratado para defender o América, de Quito. Logo,
passou para a Liga Deportiva Universitária – LDU, onde foi artilheiro do campeonato nacional de 1988, com 18 gols.
No ano seguinte, foi para o Barcelona, de Guayaquil, sagrando-se campeão equatoriano e artilheiro da equipe, com 14 gols.
O último time em que jogou no Equador foi o Delfín, de Manta, Equador.
Em 1990 se transferiu para o futebol da Bélgica e, no ano seguinte foi acometido de uma pubalgia, lesão essa pouco conhecida na época. Foi tratado pelo Dr. Mark Marteens e ficou curado sem ter que se submeter a uma cirurgia.
Em 1992 retornou ao Brasil, mais precisamente à Brasília, para jogar no Guará, onde disputou o campeonato brasiliense daquele ano e o de 1993. Ainda neste ano, disputou alguns jogos pelo Itumbiara, de Goiás.
Foram suas últimas participações como jogador.
Sua carreira de treinador começou em 1995, no Brasil. Foi técnico do Comercial, de Planaltina, no campeonato brasiliense de 1996.
Esteve à frente do Bandeirante e em 1999 dirigiu os juniors do Guará.
Passou a ser o treinador do Guará no campeonato brasiliense de 2000. Quando foi substituído por Mozair Barbosa, resolveu voltar ao futebol equatoriano.
Desde então, treina times no Equador. Logo que chegou, comandou as equipes do Panamá, Juvenil de Quinindé e Milagro Sporting.
Porém, seu maior feito ocorreu quando resolveu aceitar o convite para assumir o modesto Deportivo Azogues, criado em maio de 2005. A cidade de Azogues (a 405 km de Quito) queria ter um time de futebol profissional. Jânio foi chamado. Não havia nenhum jogador contratado. Jânio levou 14 atletas de Guayaquil e fez teste com vários outros para montar o plantel. O trabalho deu tão certo que o técnico brasileiro conseguiu levar o clube à elite nacional em apenas 12 meses. Ganhou a terceira divisão no segundo semestre de 2005 e a segunda divisão na metade de 2006. Com a campanha histórica, virou um herói na cidade.
No futebol, contudo, gratidão não segura ninguém no cargo. Ao chegar à elite, no Torneo Clausura, que começou em julho de 2007, a equipe fez água. No início de setembro, a equipe estava muito mal colocada e o brasileiro acabou demitido. De acordo com a imprensa local, os dirigentes alegaram que o treinador levava a campo uma formação ofensiva demais e, por isso, perdia muitas partidas: foram duas vitórias, dois empates e seis derrotas.
Jânio mal teve o dissabor do desemprego. Dias depois, era anunciado como comandante do Macará. Esteve à frente da equipe em duas vitórias, um empate e quatro derrotas, resultados suficientes para evitar o rebaixamento. Encerrada a competição, no entanto, ele se viu novamente sem trabalho. Não ficou por uma questão financeira: ele fez uma proposta e o clube fez outra.
Depois do Macará, foi treinador da Liga de Portoviejo e do Municipal Cañar.
Em 2009 levou o Independiente José Terán à primeira divisão.
No ano de 2010, Jânio esteve à frente das equipes do Deportivo Independiente Del Valle, Sociedad Deportiva Aucas, da Segunda Divisão, e voltou a treinar o Macará.
Desde 2011 é o treinador do Imbabura Sporting Club.
Por enquanto, a intenção de Jânio é seguir no futebol equatoriano e até mesmo ter experiência em outros países antes de voltar a trabalhar no Brasil.

quinta-feira, 29 de março de 2012

ESTATÍSTICAS DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1963

CLUBES PARTICIPANTES: 9.
JOGOS REALIZADOS: 72.
GOLS ASSINALADOS: 228.
MÉDIA DE GOLS POR JOGO: 3,2.
MELHOR ATAQUE DO CAMPEONATO: Cruzeiro do Sul, com 39 gols a favor.
PIOR ATAQUE DO CAMPEONATO: Alvorada, 9 gols a favor.
MELHOR DEFESA DO CAMPEONATO: Rabello, com 13 gols contra.
PIOR DEFESA DO CAMPEONATO: Alvorada, 38 gols contra.
MELHOR SALDO DE GOLS: Cruzeiro do Sul, 25.
MAIOR NÚMERO DE VITÓRIAS: Cruzeiro do Sul, 11.
MENOR NÚMERO DE DERROTAS: Cruzeiro do Sul e Nacional, 1.
MELHOR ÍNDICE DE APROVEITAMENTO: Cruzeiro do Sul, com 81,3%.
MAIOR GOLEADA DO CAMPEONATO: 11.08.1963, Rabello 6 x 0 Alvorada.
JOGOS COM MAIOR NÚMERO DE GOLS MARCADOS: 14.07.1963, Defelê 5 x 3 Guará e 06.10.1963, Cruzeiro do Sul 5 x 3 Grêmio.

ARTILHEIROS:

1º - Ceninho (Cruzeiro do Sul), 10 gols;
2º - Beto Pretti (Cruzeiro do Sul) e Nilson (Nacional), 9;
3º - Arnaldo (Rabello), Zezito (Nacional) e Lula (Guanabara), 7;
4º - Manuelzinho (Defelê), Tião I e Tião II (Colombo), Sabará e Lindemberg (Rabello) e Quarteroli (Cruzeiro do Sul), 6;
5º - Vitinho (Defelê), Parada (Grêmio) e Farneze (Guanabara), 5;
6º - Mauro Viegas (Defelê), Índio e Clemente (Guará) e Nobre (Grêmio), 4;
7º - Ely e Alaor Capella (Defelê), Cid e Barretinho (Colombo), Nilo, Edgard e Joãozinho (Rabello), Sérgio (Grêmio), Delém (Alvorada), João e Ferreira (Nacional), Zezito e Raimundinho (Cruzeiro do Sul), Barbosinha e Jair (Guanabara), 3;
8º - Invasão e Bawani (Defelê), Heleno, Contrate e Pelé (Guará), Marcelo, João Dutra e Almir (Colombo), Délio (Rabello), Zé Olindo (Grêmio), Azulinho e Moacir (Alvorada), Naelson (Nacional), Zezé (Cruzeiro do Sul) e Nilson (Guanabara), 2;
9º - Chagas-contra, Amaury-contra, Zé Paulo e Zequinha (Defelê), Lúcio, Zeca, Eluff, Múcio, Zezito e Roldão (Guará), Farneze-contra (Colombo), Léo, Enes, Calado, Julinho-contra, Hélio-contra e Ramiro (Rabello), Alemão, João, Edson Galdino, Tomazine-contra e Edilson Braga-contra (Grêmio), Baiano e Almir (Alvorada), Manoel, Zezão, Valdir e Martelo (Nacional), Brun-contra, Omar, Paulo Reis, Ceará, Guido-contra e Farneze-contra (Cruzeiro do Sul) e Walfredo, Valter e Agassis (Guanabara), 1.

ÁRBITROS QUE MAIS ATUARAM:

1º - Lourandyr de Castro Gomes, 13.
2º - Carlos Ferreira do Amaral, 10.
3º - Emílio dos Santos Vieira, 9.
4º - José Francisco de Souza, 8.
5º - Josué Costa Araújo e Eduino Edmundo Lima, 7.
7º - Jorge Cardoso, 6.
8º - Aristeu Teixeira Santana, 4.
9º - Moacir Siqueira e Idélcio Gomes de Almeida, 3.
10º - Nilzo de Sá, 2.

ESTÁDIOS UTILIZADOS:

1º - Israel Pinheiro, 16.
2º - Aristóteles Góes e Paulo Linhares, 15.
4º - Mazzilli, 14.
5º - Vasco Viana de Andrade, 11.
6º - Duílio Costa, 1.

segunda-feira, 26 de março de 2012

LUZIÂNIA VENCE PRIMEIRO TURNO DE 2012

Com uma campanha invicta (8 jogos, sete vitórias e um empate), o Luziânia venceu o Ceilândia por 3 x 2, no Serra do Lago, e faturou o título do primeiro turno do Campeonato Brasiliense de 2012, recebendo a Taça Juscelino Kubitschek.
Com este resultado, o Luziânia garantiu lugar na decisão do campeonato e uma vaga na Copa do Brasil de 2013.

LUZIÂNIA 3 x 2 CEILÂNDIA
Data: 25 de março de 2012
Local: Serra do Lago, Luziânia (GO)
Árbitro: Nivaldo Nunes
Renda: R$ 32.000,00
Público: 3.650 pagantes
Gols: Nélisson, de pênalti, 17; Thiago Eciene, 23; Zé Ricarte, 63; Chefe, 71 e Cassius, 86.
LUZIÂNIA: Edmar, Bob, Galego, Perivaldo e Romarinho (Zé Ricarte); Kabrine, Thompson, Iron (Lucas) e Nathan (Chefe); Thiago Silva e Nélisson. Técnico: João Carlos Cavalo.
CEILÂNDIA: Pedro, Thiago Eciene (Claudionor), Panda e Badhuga; Felipe, Diego Maragon, Liel, China (Rogerinho) e Breno; Allann Delon e Dimba (Cassius). Técnico: Adelson de Almeida.

sexta-feira, 23 de março de 2012

FLAMENGO VENCE SELEÇÃO DO DISTRITO FEDERAL

Se preparando para o Campeonato Brasileiro de Seleções de 1987, a Seleção do Distrito Federal realizou um amistoso no dia 5 de julho de 1987, no Estádio Mané Garrincha, contra o Flamengo, do Rio de Janeiro (RJ).
Foram convocados os seguintes jogadores:
Goleiros: Wanderley (Brasília) e Dias (Ceilândia);
Laterais-Direito: Ricardo (Taguatinga) e Chaguinha (Ceilândia);
Zagueiros-Centrais: Iranil (Brasília) e Rildo (Sobradinho);
Quartos-Zagueiros: Zinha (Taguatinga) depois Paulão e Filgueiras (Brasília);
Médios-Volante: Da Costa (Brasília) depois Marco Antônio e Chicão (Ceilândia);
Laterais-Esquerdo: Nescau (Brasília) e Jerônimo (Sobradinho);
Ponteiros-Direito: Carlinhos (Ceilândia) depois Moura e Régis (Sobradinho);
Meias-Direita: Niltinho (Guará) e Bilzinho (Taguatinga);
Centro-Avantes: Bé (Tiradentes) e Bill (Gama) depois Nilson (Sobradinho);
Meias-Esquerda: Zé Maurício (Guará) e Bolão (Brasília);
Ponteiros-Esquerdo: Marcelo Freitas (Taguatinga) e Wadi (Ceilândia) depois Ricardo.
A Comissão Técnica era assim formada:
Supervisor: Carlos Romeiro, depois substituído por Almir Vieira;
Técnico: Hércules Brito Ruas;
Preparador Físico: Weber de Azevedo Magalhães, depois substituído por Elmo José Rodrigues;
Massagistas: Pedro Masseno e Papa Légua (Salvador Vicente);
Mordomo: Liomar Arantes da Silva.
O Flamengo venceu o jogo por 1 x 0.
A súmula do jogo foi a seguinte:

SELEÇÃO DO DF 0 x 1 FLAMENGO
Árbitro: Edson Rezende de Oliveira
Gol: Júlio César, 31
SELEÇÃO DO DF: Vanderlei (Dias), Ricardo (Chaguinha), Iranil, Zinha (Rildo) e Jerônimo; Marco Antônio, Bolão e Zé Maurício; Régis (Carlinhos), Bé (Niltinho) e Wadi (Marcelo Freitas). Técnico: Brito.
FLAMENGO: Cantarele, Ailton, Guto, Aldair e Airton; Andrade, Júlio César (Jecimar) e Bebeto; Renato Gaúcho, Kita e Marquinhos. Técnico: Antônio Lopes.
A Seleção do Distrito Federal não passou da primeira fase do Campeonato Brasileiro: no dia 5 de agosto, em Brasília, empatou com Goiás, em 0 x 0. No jogo de volta, em Goiânia, no dia 9 de agosto, goleada goiana por 6 x 0.

quarta-feira, 21 de março de 2012

SEM PELÉ, SELEÇÃO PAULISTA GOLEIA SELEÇÃO DO DF


Em benefício das obras do Estádio de Brasília, foi promovido no dia 11 de maio de 1966 um amistoso entre as seleções do Distrito Federal e de São Paulo.
Os jogadores convocados para defenderem a Seleção do Distrito Federal foram:
GOLEIROS: Zé Walter (Rabello), Hélio (Colombo) e Dico (Colombo);
LATERAIS: Aderbal (Guará), Didi (Rabello), Wilson (Defelê) e Oliveira (Colombo);
ZAGUEIROS-CENTRAIS: Décio (Defelê), Chico Preto (Guará) e Lima (Rabello);
QUARTO-ZAGUEIROS: Sir Peres (Colombo), Jucy (Colombo) e Arlindo (Grêmio);
ARMADORES: João Dutra e Zé Maria (Rabello), Paulista (Colombo), Walter e Elmano (Defelê);
PONTEIROS-DIREITO: Zezé (Rabello) e Bawani (Defelê);
CENTRO-AVANTES: Otávio e Djalma (Rabello), Fernandinho (Defelê), Sabará (Luziânia) e Zozão (Pederneiras); e
PONTEIROS-ESQUERDO: Crispim (Colombo), Sabarazinho (Defelê) e Reinaldo (Rabello).
A Comissão Técnica responsável pela Seleção do Distrito Federal era assim constituída:
Supervisor: Carlos Magno Maia Dias
Técnico: Waldyr “Didi” de Carvalho
Assessor: Oswaldo Cruz Vieira
Preparador Físico: Geninho (Rabello)
Massagistas: Ulisses e Gavião (Defelê)
Roupeiro: Ceará (Defelê)
Posteriormente, foram convocados: Beto Pretti e Jair Mizael da Silva (Rabello), Alaor Capela (Defelê), Cid e Almerindo Araújo “Baiano” (Colombo)
No dia do jogo, o que se viu foi um massacre da Seleção Paulista. Eis a ficha técnica do jogo:
SELEÇÃO DO DISTRITO FEDERAL 0 x 8 SELEÇÃO DE SÃO PAULO
Árbitro: Olten Ayres de Abreu
Gols: Babá, 12; Coutinho, 21; Coutinho, 25; Babá, 35; Pepe, 50; Tupãzinho, 54; Pepe, 70 e Ademar, 83.
Distrito Federal: Zé Walter (Dico), Aderbal, Décio, Sir Peres e Wilson; Zé Maria e Reinaldo; Sabará (Zezé), Valter (Otávio), Fernandinho (Baiano) e Cid.
São Paulo: Félix (Suli), Osvaldo Cunha (Renato), Mauro (Oberdan), Jurandir (Joel) e Edilson (Ferrari); Benê (Joel) e Ademir da Guia (Suingue); Prado, Coutinho (Ademar), Babá (Tupãzinho) e Pepe (Haroldo). Técnicos: Mário Travaglini e Aimoré Moreira.
No dia 15 de maio, essa Seleção Paulista derrotou a Goiana, em Goiânia, por 3 x 0, gols de Babá (2) e Tupãzinho.

domingo, 18 de março de 2012

PERSONAGENS & PERSONALIDADES: MARRETA


Marreta, no Taguatinga, campeão brasiliense de 1981

Raimundo Ribeiro Campos, o Marreta, nasceu em Fortaleza (CE), em 29 de fevereiro de 1940.
O apelido Marreta adquiriu nas peladas realizadas nas praias de Fortaleza. Era muito forte fisicamente e, quando partia em direção às jogadas, o fazia sempre com muita virilidade. Seu estilo de jogo fazia lembrar um ex-jogador do Ferroviário local que tinha o apelido de Marreta. Assim, passou a ser conhecido como Marretinha.
Com pouco mais de 20 anos, resolveu partir para a aventura que era construir a nova Capital do Brasil. Chegando a Brasília, conseguiu emprego no antigo Departamento de Força e Luz - DFL, onde tomou posse em 1º de dezembro de 1960. Como sempre foi apaixonado pelo futebol, antes mesmo de encerrar o ano de 1960, passou a trabalhar como massagista no time do Defelê, lá permanecendo quatro anos e conquistando o título de tricampeão brasiliense (1960 a 1962). Em seguida, foi contratado pelo Rabello, indicado por Waldyr "Didi" de Carvalho, treinador com quem havia trabalhado no Defelê.
Ficou no Rabello por dois anos e, logo depois, foi contratado pelo Luziânia Esporte Clube e, em seguida, pelo Grêmio Esportivo Brasiliense. Nesse período foi requisitado para várias seleções universitárias de Brasília, nas quais teve a satisfação de disputar vários campeonatos brasileiros universitários.
A projeção da carreira de massagista no futebol de Brasília aconteceu na década de 70, quando o CEUB passou a disputar o Campeonato Brasileiro. Também fizeram parte de sua vida profissional passagens pelos clubes Sobradinho E. C. e Clube de Regatas Guará, entre outros.
Além de prestar com orgulho seus serviços de massagista esportivo para vários clubes do futebol brasiliense, Marreta também dedicou sua arte a outros clubes sociais de Brasília, entre eles Minas Brasília Tênis Clube, Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) - onde permaneceu por quase vinte anos, Associação dos Delegados de Polícia do DF e Associação dos Magistrados do Distrito Federal.
Criador da "Pelada do Marreta" em 1978, na AABB, com a finalidade de promover a confraternização de ex-atletas com jogadores que passaram pelo futebol de Brasília e passaram a defender agremiações de outros Estados e até do Exterior. Com essa iniciativa já tivemos a oportunidade de verem desfilando em gramados brasilienses craques como Paulo Vitor, Edmar, Junior Brasília, Péricles, Banana, Nonoca, Lúcio, Renaldo, entre outros, que pertenciam a chamada "Legião Estrangeira". Os veteranos João Dutra, Sir Peres, Nilo, Raimundinho, Raspinha, Alaor Capela, Wander Abdalla, Edilson Braga e Morales, entre outros. O sucesso da pelada foi tão grande que se estendeu para o Minas Brasília Tênis Clube, Iate Clube, ASEEL, Clube Unidade Vizinhança da Vila Planalto, Associação do Banco Regional (ABR), Associação dos Magistrados de Brasília (AMAGIS-DF) e ART Telebrasília.
Em 13 de março de 2001 foi-lhe concedido o título de Cidadão Honorário de Brasília, após a aprovação do projeto do Deputado Silvio Linhares, de nº 497, da Câmara Legislativa do Distrito Federal.
Respeitado e admirado pelos serviços prestados ao futebol de Brasília, foi um dos fundadores da Associação dos Desportistas Amadores e Profissionais do Futebol do Distrito Federal (ADAPDF).
Hoje, Marreta trabalha como massagista da equipe masculina de basquete do UniCeub, de Brasília.

sexta-feira, 16 de março de 2012

A SELEÇÃO DO DF EM 1971

No dia 10 de fevereiro de 1971 foi nomeada a Comissão Técnica para organizar a Seleção do Distrito Federal. Estava assim composta:
Supervisor Geral: Prof. Laerte
Comissão Técnica: Narciso Mori, Adolfo Bastos e Norberto Fernandes Teixeira
Técnico: Hector Gritta
Preparador Físico: Capitão Jaime Cabral
Médico: Coronel Antônio Ribeiro de Jesus
Enfermeiro: Fuminho
Massagista: Anísio
Roupeiro: Alicate

No primeiro treino realizado, as equipes formaram assim:
Time “A”: Maracanã, Orlando, Sir Peres, Paulinho I e Mário Lúcio; César e Divino; Manoelzinho, Nemias, Paulinho II e Reco.
Time “B”: Carlos José, Baiano, Paraguai, Didi e Wilson; Tião e Cid; Augustin, Invasão, Carlos Gomes e Zequinha.

No dia 7 de março de 1971, a Seleção do Distrito Federal foi até Luziânia e venceu o clube local, do mesmo nome, por 3 x 2. Marcaram os gols da seleção Paulinho (2) e Bira. A Seleção do Distrito Federal formou com Zé Walter (Maracanã), Lúcio (Mauro), Didi, Paraguai e Wilson; Aldo (Cesar) e Divino; Manoelzinho (Carlos Gomes), Cid (Bira), Paulinho e Procópio.

Uma semana depois, 14 de março de 1971, novo amistoso, desta vez contra o Coenge, do Gama. A Seleção do Distrito Federal foi derrotada por 1 x 0. Formou com Zé Walter, Lúcio, Didi, Paraguai (Mauro) e Wilson; Aldo (César) e Divino; Carlos Gomes (Manoelzinho), Cid (Arnaldo), Paulinho e Procópio (Tião).

Depois desses dois jogos, a Federação Desportiva de Brasília decidiu dissolver a Comissão Técnica e todo o selecionado. Motivo: as arrecadações estavam sendo muito baixas, gerando prejuízo para a FDB com a manutenção do selecionado.

quinta-feira, 15 de março de 2012

OS MELHORES DE 1979



Enquete realizada pelo jornal Correio Braziliense

Jonas (Brasília), Aldair (Taguatinga), Kidão (Gama), Luiz Carlos (Brasília) e Luisinho (Brasília); Paulinho (Brasília), Péricles (Gama) e Banana (Brasília). Zé Afonso (Sobradinho), Fantato (Gama) e Robertinho (Gama).

Craque do campeonato: Péricles, do Gama.

Revelação: Marquinhos, do Guará.

terça-feira, 13 de março de 2012

CLUBES DE BRASÍLIA: ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA GUANABARA


No ano de 1960, quando aconteceu a transferência de vários funcionários da Câmara dos Deputados do Rio de Janeiro para Brasília, logo aconteceu uma mobilização com o objetivo de ser criado um clube esportivo que agregasse todo esse pessoal.
Surgiu, assim, o Clube Esportivo Câmara dos Deputados. Com esse nome, disputou, em 17 de julho de 1960, um amistoso contra o Grêmio. Foi derrotado por 4 x 2.
Esse mesmo clube passou a ser, a partir de 15 de agosto de 1960 (data oficial de sua fundação), a Associação Atlética Guanabara. Dentre seus fundadores estavam Mário Fonseca Saraiva, Lincoln de Sena Gonçalves, Sylvio Carlos Knapp Didier, Carlos Brasil de Araújo e Matheus Octávio Mandarino.
Como a maioria era torcedora do Clube de Regatas Flamengo, do Rio de Janeiro, suas cores oficiais passaram a ser vermelha e preta e seu uniforme era idêntico ao do rubro-negro carioca, ou seja, camisa com listras horizontais em vermelho e preto, calção branco e meias listradas em vermelho e preto.
Mário Fonseca Saraiva exercia funções de destaque na Câmara dos Deputados; velho militante do esporte, exerceu o cargo de Secretário da antiga CBD, mesmo depois de radicado em Brasília.
No dia 16 de agosto de 1960 aconteceu a Assembléia Geral que concedeu filiação a A. A. Guanabara.
No dia 21 de agosto de 1960 disputou seu primeiro jogo com o novo nome, um amistoso contra o Nacional, jogo cujo resultado final não conseguimos descobrir.
Uma semana depois, em 28 de agosto, realizou outro amistoso, também com o resultado desconhecido.
No dia 4 de setembro de 1960, aconteceu o Torneio Início, a primeira competição organizada pela nova entidade dirigente dos esportes em Brasília, a Federação Desportiva de Brasília. Solicitaram inscrição 16 clubes, dentre eles a A. A. Guanabara e os jogos foram realizados no Estádio Israel Pinheiro, do Guará.
Logo em sua primeira participação, uma surpresa: empate de 0 x 0 com o Defelê (que viria a ser tricampeão brasiliense de 1960 a 1962); na decisão por pênaltis, vitória do Guanabara por 3 x 2. No segundo jogo, vitória de 1 x 0 sobre o Expansão, gol de Walfredo. Na semifinal, foi derrotado pelo Planalto, por 1 x 0.
Em virtude do elevado número de clubes inscritos (16), a Federação Desportiva de Brasília resolveu fazer um torneio para determinar as oito equipes que disputariam o campeonato da Primeira Divisão e as oito que comporiam a Segunda.
Os 16 clubes foram divididos em 4 grupos. Os clubes com campos em condições de jogo foram cabeças-de-chave.
O Guanabara integrou o Grupo C (com jogos no campo do Planalto), juntamente com Defelê, Pederneiras e Planalto.
Na primeira rodada do torneio classificatório, no dia 18 de setembro de 1960, o Guanabara foi goleado pelo Defelê, por 4 x 0.
Uma semana depois, em 25 de setembro, nova derrota por goleada, desta vez para o Pederneiras: 4 x 1. Brasil marcou o gol do Guanabara.
Curiosidade: Neiva, do Guanabara, foi expulso de campo; no entanto, o árbitro, João de Souza não conseguiu retirá-lo, ficando o jogador até o final da partida.
Na terceira e última rodada do torneio classificatório, em 9 de outubro, outra vez foi goleado por 4 x 1, diante do Planalto.
Com isso, o Guanabara passou a fazer parte da Segunda Divisão.
O campeonato da Segunda Divisão foi disputado em turno único e contou com a participação de seis equipes: Associação Atlética Guanabara, Brasil Central Atlético Clube, Esporte Clube Industrial, Esporte Clube Real de Brasília, Sobradinho Esporte Clube e o Trópicos Atlético Clube.
O Guanabara ficou na terceira colocação, invicto, com a seguinte campanha: cinco jogos, duas vitórias e três empates; marcou dez gols e sofreu sete.
Em 1961 continuou na Segunda Divisão. No dia 9 de julho foi realizado o Torneio Início da Segunda Divisão (com quatro equipes) e o Guanabara conquistou seu primeiro troféu de campeão, ao derrotar o La Salle (2 x 0) e o Colombo, na final, por 3 x 1.
Estreou na Segunda Divisão no dia 6 de agosto de 1961, com uma goleada de 4 x 1 sobre o La Salle.
No dia 7 de setembro de 1961, disputou um amistoso com o Guará, com o placar de 0 x 0.
Vencedor do primeiro turno, decidiu o campeonato em uma “melhor-de-três” com o ganhador do segundo, o Colombo.
No primeiro jogo, em 12 de novembro de 1961, empate em 1 x 1, com Walfredo marcando para o Guanabara. Duas semanas depois, em 26 de novembro, novo empate, desta vez em 2 x 2, com gols de Walfredo e Barbosinha para o Guanabara.
Finalmente, no 3 de dezembro de 1961, no Estádio Israel Pinheiro, vitória do Guanabara sobre o Colombo, por 1 x 0, gol de Walfredo, resultado que lhe deu o título de campeão da Segunda Divisão e a ascensão para a principal divisão do campeonato brasiliense em 1962.
Uma das formações do Guanabara foi essa: Ivan Braga, Antônio Carlos Dias (Toninho) e Zenildo Vidal Santos; Pedro Gonçalves de Oliveira (Pedrinho), Antônio Lírio Farneze e Hélcio Rodrigues Dias; Nelício Rodrigues Dias, Hélio Melo Viana, Walfredo Vieira dos Santos, João Dutra Corrêa e Walter de Freitas Oliveira.
Em 1962, quando se reuniu a Seleção de Brasília para o amistoso contra o Vasco da Gama (em 21 de abril: 1 x 1), dois jogadores do Guanabara constavam da lista dos convocados: o goleiro Gonçalinho e o ponteiro-direito Nelício.
Nos dias 30 de maio e 3 de junho foi disputado o Torneio “Antônio Carlos Barbosa”, quadrangular promovido pelo Alvorada, reunindo, além desse clube, Presidência, Guanabara e Cruzeiro do Sul. No dia 30, foi derrotado pelo Presidência (3 x 1) e, no dia 3 de junho venceu o Alvorada (2 x 1).
Em 10 de junho aconteceu a primeira participação em uma competição da Primeira Divisão, o Torneio Início, no Estádio “Ciro Machado do Espírito Santo”. E, novamente, surpreendeu a todos ao conquistar o torneio, após o empate de 0 x 0 com o Nacional (nos pênaltis, vitória de 3 x 1), outro empate de 0 x 0, desta vez com o Rabello (nos pênaltis, nova vitória do Guanabara por 2 x 1, chegando, assim, à final contra o Alvorada. No tempo normal de jogo, empate em 2 x 2. Nos pênaltis, vitória do Guanabara por 6 x 5 e a conquista do título de campeão do Torneio Início.
O Guanabara formou com João I, Toninho e Isaías; João II, Raimundo (Da Silva) e Julinho (Aragão); Luisinho, Barbosinha, Walter (Bocaiúva), Gilberto e Joãozinho.
Logo depois, participou do Torneio da Prefeitura do Distrito Federal, Taça "Embaixador Sette Câmara", com início em 11 de março de 1962.
Seis clubes participaram e o Guanabara ficou com a quinta colocação.
Já o campeonato brasiliense da Primeira Divisão de 1962 teve a participação de dez clubes e foi dividido em duas zonas: o Guanabara ficou na Norte, juntamente com Nacional, Rabello, Defelê e Alvorada.
Classificavam-se os três primeiros colocados de cada zona para a Fase Final do campeonato. O Guanabara não obteve êxito: foram sete jogos, uma vitória, dois empates e quatro derrotas; marcou sete gols e sofreu doze. Na classificação geral, ficou com a oitava colocação.
Alguns jogadores que defenderam o Guanabara: Goleiro: Cláudio; Defensores: Toninho, Farneze, Zenildo, Agassis, Adilson, João e Julinho; Atacantes: Fuso, Régis, Francisco, Barbosa, Walfredo, Hélio, Eli e Walter.
Já o campeonato de aspirantes foi vencido pelo Guanabara, em decisão contra a A. E. Presidência.
O ano de 1963 não começou muito bem: no dia 7 de abril, foi derrotado no amistoso contra o Rabello: 3 x 0.
No Torneio Início, realizado em 12 de maio, no campo do Grêmio, Estádio “Vasco Viana de Andrade”, foi desclassificado logo em seu primeiro jogo: jogando contra o Defelê, após empate em 1 x 1, foi derrotado nos pênaltis.
E terminou mal o ano de 1963, após disputar o campeonato da Primeira Divisão. Entre nove clubes, ficou com a sexta colocação (16 jogos, 3 vitórias, 7 empates e 6 derrotas; 23 gols a favor e 33 contra).
Os jogadores que defenderam o clube foram: Goleiros: Divaldo, Braga e Diogo; Defensores: Zenildo, Toninho, Aldair, Farneze, Agassis, Jair e Isaías; Atacantes: Barbosinha, Eli, Lula, Chico, Walfredo, Hélio, Nilson e Válter.
Em 25 de fevereiro de 1964 aconteceu a Assembléia Geral que aprovou a reforma nos estatutos da Federação. As categorias passaram a ser: Divisão de Futebol Profissional, Primeira Divisão de Futebol Amador, Segunda Divisão de Futebol Amador, Departamento Autônomo e Divisão de Juvenis.
O Guanabara preferiu continuar na categoria de amadores.
No dia 10 de maio de 1964 disputou o Torneio Início da Primeira Divisão de Amadores, realizado no Estádio “Aristóteles Góes”. No primeiro jogo venceu o Pederneiras por 1 x 0 e, na decisão do torneio, empatou com o Dínamo em 0 x 0, perdendo o título na cobrança de pênaltis.
Sete clubes participaram da Primeira Divisão de Amadores de 1964: Guanabara, Cruzeiro do Sul, Nacional, Dínamo, Grêmio, Pederneiras e Vila Matias.
Após a realização de dois turnos, o Guanabara sagrou-se campeão, com a seguinte campanha: 12 jogos, 7 vitórias, 4 empates e uma derrota; assinalou 28 gols e sofreu 18.
Entre os artilheiros do campeonato, a primeira posição (junto com Zezito, do Nacional) pertenceu a Lula, do Guanabara, ambos com oito gols. O segundo artilheiro do campeonato também foi do Guanabara, Azulinho, com 6.
Atuaram pelo Guanabara: Goleiro: Diogo; Defensores: Santiago, Walmir, Nelson, Jair, Toninho, Ercy e Agassis; Atacantes: Azulinho, Nelício, Lula, Paulinho, Zezé, Chico e Nilson. Técnico: Adroaldo Lopes.
Esse título deu direito ao Guanabara de defender o futebol do Distrito Federal na Taça Brasil de 1965. Foram dois jogos contra o Atlético Goianiense.
O Guanabara foi aceito pela CBD para disputar a Taça Brasil daquele ano, desde que fosse satisfeita a exigência de “terreno gramado” e capacidade do estádio para o mínimo de dez mil assistentes.
No primeiro jogo, no dia 18 de julho, em Goiânia, derrota de 2 x 0. O Guanabara formou com João, Nair, Cauby, Pelé e Serginho; Moisés (Zé Raimundo) e Azulinho; Paulo Afonso, Lula, Nelício e Nilson.
Uma semana depois, 25 de julho, no Estádio Vasco Viana de Andrade, em Brasília (DF), foi goleado pelo rubro-negro goiano, por 4 x 2. Os gols do Guanabara foram marcados por Paulo Afonso e Nilson. O time foi quase o mesmo do primeiro jogo, com Paulinho no lugar de Nair e Walter revezando com Paulo Afonso na ponta-direita.
Veio o campeonato da Primeira Divisão de Amadores de 1965, com cinco participantes. O Guanabara ficou em segundo lugar, atrás do Pederneiras.
Utilizou esses jogadores: Goleiro: Raspinha; Defensores: Toninho, Zé Luís, Paulinho, Cauby, Nair, Serginho, Agassis e Carneiro; Atacantes: Paulo Afonso, Walter, Zé Raimundo, Lula, Nelício e Nilson.
Como consolo, foi o vencedor da Taça Eficiência de 1965.
A Primeira Divisão de Amadores de 1966 contou com cinco clubes participantes. Além do Guanabara, tomaram parte Cruzeiro do Sul, Nacional, Grêmio e Vila Matias.
O Guanabara voltou a ser campeão, após uma decisão com o Vila Matias. No dia 8 de outubro, empate em 1 x 1. Em 16 de outubro, novo empate em 1 x 1. Finalmente, no dia 23 de outubro, vitória do Guanabara por 2 x 1, sagrando-se campeão. Ely marcou os dois gols do Guanabara, que formou basicamente com Pena (Frajola), Agassis, Sabará, Francisco e Serginho (Manuel); Geraldo (Aragão) e Jair (Lelé); Nelício (Adilson), Lula (Xavier), Paulinho (Mazinho) e Ely (Walter).
Em 1967 só aconteceu a realização do campeonato brasiliense de profissionais e o Guanabara ficou todo esse tempo sem atividades.
Em 10 de maio de 1968, a Associação Atlética Guanabara decidiu não participar do campeonato de futebol amador. A justificativa era concentrar esforços no sentido de construir a sua praça de esportes. Isso nunca aconteceu. Não disputou nenhuma competição oficial neste ano e nos três próximos anos.
No dia 22 de junho de 1971 aconteceu a Assembléia Geral que aprovou a desfiliação da A. A. Guanabara.

sábado, 10 de março de 2012

CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1962

PARTICIPANTES:

ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA GUANABARA (Brasília)
ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA CRUZEIRO DO SUL (Cruzeiro)
ASSOCIAÇÃO ESPORTIVA PRESIDÊNCIA (Brasília)
CENTRAL CLUBE NACIONAL (Brasília)
CLUBE ATLÉTICO COLOMBO (Núcleo Bandeirante)
CLUBE DE FUTEBOL E REGATAS ALVORADA (Brasília)
CLUBE DE REGATAS GUARÁ (Guará)
DEFELÊ FUTEBOL CLUBE (Brasília)
ESPORTE CLUBE PLANALTO (Brasília)
GRÊMIO ESPORTIVO BRASILIENSE (Núcleo Bandeirante)
RABELLO FUTEBOL CLUBE (Brasília)


GRÊMIO 0 x 4 GUARÁ

01.07.1962

Vasco Viana de Andrade
Árbitro: Josué Costa Araújo
Gols: Raimundinho (2), Zezito e Zizi

COLOMBO 3 x 0 PRESIDÊNCIA
01.07.1962
Israel Pinheiro
Árbitro: Jorge Cardoso
Gols: Tião I (2) e Tião II

GUANABARA 2 x 2 DEFELÊ
01.07.1962
Aristóteles Góes
Árbitro: Lourandyr de Castro Gomes
Gols: Hélio e Eli / Zenildo (contra) e Ely

ALVORADA 1 x 2 NACIONAL
01.07.1962
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Moacir Siqueira
Gols: Joãozinho / Zezito e Juvenil (contra)

GUARÁ 2 x 2 COLOMBO
08.07.1962
Israel Pinheiro
Árbitro: Lourandyr de Castro Gomes
Gols: Edinho (2) / Tião II e Cid

GRÊMIO 1 x 0 CRUZEIRO DO SUL
08.07.1962
Vasco Viana de Andrade
Árbitro: Jorge Cardoso
Gol: Otílio

NACIONAL 2 x 0 GUANABARA
08.07.1962
Aristóteles Góes
Árbitro: Carlos Ferreira do Amaral
Gols: Zezito e Cláudio

RABELLO 5 x 0 ALVORADA
08.07.1962
Paulo Linhares
Árbitro: Nilzo de Sá
Gols: Paulo (2), Aniel, Joãozinho e Arnaldo

COLOMBO 5 x 0 CRUZEIRO DO SUL
15.07.1962
Israel Pinheiro
Árbitro: Jorge Cardoso
Gols: Índio (2), Cid (2) e Tião I

GUARÁ 7 x 2 PRESIDÊNCIA
15.07.1962
Israel Pinheiro
Árbitro: Lourandyr de Castro Gomes
Gols: Zezito (3), Clemente (2), Aderbal e Edinho / Omar (2)

RABELLO 2 x 1 GUANABARA
15.07.1962
Aristóteles Góes
Árbitro: Nilzo de Sá
Gols: Paulo e Aniel / Hélio

DEFELÊ 3 x 2 NACIONAL
15.07.1962
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Aristeu Teixeira Santana
Gols: Invasão (2) e Ely / Bessini (2)

CRUZEIRO DO SUL 1 x 1 PRESIDÊNCIA
22.07.1962
Israel Pinheiro
Árbitro: Jorge Cardoso
Gols: Foguinho / Omar

GRÊMIO 1 x 1 COLOMBO
22.07.1962
Vasco Viana de Andrade
Árbitro: Lourandyr de Castro Gomes
Gols: Aragão / Tião I

RABELLO 2 x 1 DEFELÊ
22.07.1962
Paulo Linhares
Árbitro: Josué Costa Araújo
Gols: Arnaldo e Matias / Zé Paulo

ALVORADA 0 x 2 GUANABARA
22.07.1962
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Moacir Siqueira
Gols: João e Francisco

GRÊMIO 2 x 0 PRESIDÊNCIA
29.07.1962
Vasco Viana de Andrade
Árbitro: Jorge Cardoso
Gols: Medalha (contra) e Aragão

GUARÁ 1 x 0 CRUZEIRO DO SUL
29.07.1962
Israel Pinheiro
Árbitro: Josué Costa Araújo
Gol: Zizi

DEFELÊ 6 x 2 ALVORADA
29.07.1962
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Aristeu Teixeira Santana
Gols: Ramiro (2), Ely (2), Oswaldo e Sabará / Edmundo e Manoel

NACIONAL 1 x 0 RABELLO
29.07.1962
Aristóteles Góes
Árbitro: Carlos Ferreira do Amaral
Gol: Nilson

COLOMBO 10 x 0 PRESIDÊNCIA
04.08.1962
Israel Pinheiro
Árbitro: Josué Costa Araújo
Gols: Cid (5), Baiano (2), Léo, Tião I e Tião II

GUARÁ 2 x 1 GRÊMIO
05.08.1962
Israel Pinheiro
Árbitro: Aristeu Teixeira Santana
Gols: Zezito e Raimundinho / Belchior

DEFELÊ 1 x 1 GUANABARA
05.08.1962
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Jorge Cardoso
Gols: Ely / Régis

COLOMBO 2 x 1 GUARÁ
12.08.1962
Israel Pinheiro
Árbitro: Lourandyr de Castro Gomes
Gols: Nenê e Tião I / Raimundinho

GRÊMIO 2 x 0 CRUZEIRO DO SUL
12.08.1962
Vasco Viana de Andrade
Árbitro: Moacir Siqueira
Gols: Baganha e Sérgio

NACIONAL 3 x 0 GUANABARA
12.08.1962
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Josué Costa Araújo
Gols: Zezito, Nilson e João

CRUZEIRO DO SUL 4 x 2 COLOMBO
19.08.1962
Vasco Viana de Andrade
Árbitro: Moacir Siqueira
Gols: Morales (2) e Walmir (2) / Índio e Vonges

GUARÁ 3 x 0 PRESIDÊNCIA
19.08.1962
Israel Pinheiro
Árbitro: Aristeu Teixeira Santana
Gols: Zezito (2) e Nerone

RABELLO 2 x 1 GUANABARA
19.08.1962
Paulo Linhares
Árbitro: Josué Costa Araújo
Gols: Arnaldo (2) / Walfredo

NACIONAL 0 x 1 DEFELÊ
19.08.1962
Aristóteles Góes
Árbitro: Lourandyr de Castro Gomes
Gol: Fino

PRESIDÊNCIA 1 x 0 CRUZEIRO DO SUL
26.08.1962
Vasco Viana de Andrade
Árbitro: Jorge Cardoso
Gol: Omar

COLOMBO 3 x 0 GRÊMIO
26.08.1962
Israel Pinheiro
Árbitro: Josué Costa Araújo
Gols: Tião II (2) e Tião I

DEFELÊ 1 x 2 RABELLO
26.08.1962
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Lourandyr de Castro Gomes
Gols: Ramiro / Joãozinho e Nilo

GRÊMIO 1 x 3 PRESIDÊNCIA
02.09.1962
Vasco Viana de Andrade
Árbitro: Lourandyr de Castro Gomes
Gols: Martins / Wilson (2) e Omar

GUARÁ 2 x 2 CRUZEIRO DO SUL
02.09.1962
Israel Pinheiro
Árbitro: Aristeu Teixeira Santana
Gols: Morales e Miro / Zezito (2)

RABELLO 5 x 2 NACIONAL
02.09.1962
Paulo Linhares
Árbitro: Josué Costa Araújo
Gols: Arnaldo, Nilo, Calado, Paulo e Marcos / João e William

NACIONAL 0 x 0 GRÊMIO
09.09.1962
Aristóteles Góes
Árbitro: Jorge Cardoso

GUARÁ 1 x 1 RABELLO
09.09.1962
Israel Pinheiro
Árbitro: Josué Costa Araújo
Gols: Zizi / Marcos

COLOMBO 1 x 1 DEFELÊ
23.09.1962
Israel Pinheiro
Árbitro: Lourandyr de Castro Gomes
Gols: Tião II / Ramiro

NACIONAL 1 x 1 GUARÁ
23.09.1962
Aristóteles Góes
Árbitro: Moacir Siqueira
Gols: Ferreira / Zizi

GRÊMIO 0 x 1 DEFELÊ
30.09.1962
Vasco Viana de Andrade
Árbitro: Aristeu Teixeira Santana
Gol: Sabará

RABELLO 1 x 3 COLOMBO
30.09.1962
Paulo Linhares
Árbitro: Jorge Cardoso
Gols: Marcos / Nenê, Tião I e Tião II

GUARÁ 1 x 1 GRÊMIO
14.10.1962
Israel Pinheiro
Árbitro: Jorge Cardoso
Gols: Zizi / Sérgio

RABELLO 1 x 2 NACIONAL
14.10.1962
Paulo Linhares
Árbitro: Eduino Edmundo Lima
Gols: Arnaldo / Zezito e Nivaldo

COLOMBO 3 x 0 GUARÁ
21.10.1962
Israel Pinheiro
Árbitro: Aristeu Teixeira Santana
Gols: Tião I, Tião II e Cid

DEFELÊ 3 x 2 NACIONAL
21.10.1962
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Jorge Cardoso
Gols: Matarazzo (2) e Sabará / Ferreira (2)

NACIONAL 2 x 1 COLOMBO
28.10.1962
Aristóteles Góes
Árbitro: Lourandyr de Castro Gomes
Gols: Firmo (2) / Cid

GRÊMIO 0 x 0 RABELLO
28.10.1962
Vasco Viana de Andrade
Árbitro: Nilzo de Sá

COLOMBO 2 x 3 GRÊMIO
25.11.1962
Israel Pinheiro
Árbitro: Jorge Cardoso
Gols: Cid (2) / João, Belchior e Itiberê

DEFELÊ 1 x 1 GUARÁ
25.11.1962
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Lourandyr de Castro Gomes
Gols: Ramiro / Zizi

RABELLO 2 x 1 DEFELÊ
02.12.1962
Paulo Linhares
Árbitro: Lourandyr de Castro Gomes
Gols: Joãozinho e Nilo / Vitinho

GRÊMIO 1 x 1 NACIONAL
16.12.1962
Vasco Viana de Andrade
Árbitro: Josué Costa Araújo
Gols: Aragão / Zezito

RABELLO 1 x 1 GUARÁ
16.12.1962
Aristóteles Góes
Árbitro: Lourandyr de Castro Gomes
Gols: Marcos / Ditão

DEFELÊ 2 x 1 COLOMBO
16.12.1962
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Jorge Cardoso
Gols: Sabará e Aguinaldo / Baiano

COLOMBO 2 x 1 NACIONAL
13.01.1963
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Aristeu Teixeira Santana
Gols: Almir (2) / João

GUARÁ 0 x 0 DEFELÊ
13.01.1963
Israel Pinheiro
Árbitro: Moacir Siqueira

RABELLO 1 x 0 GRÊMIO
13.01.1963
Paulo Linhares
Árbitro: Eduino Edmundo Lima
Gol: Marcos

GUARÁ 0 x 1 COLOMBO
19.01.1963
Israel Pinheiro
Árbitro: Nilzo de Sá
Gol: Tião II

NACIONAL 0 x 3 RABELLO
20.01.1963
Aristóteles Góes
Árbitro: Eduino Edmundo Lima
Gols: Arnaldo (2) e Logodô

DEFELÊ 1 x 0 GRÊMIO
20.01.1963
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Moacir Siqueira
Gol: Ely

GUARÁ 4 x 1 NACIONAL
26.01.1963
Israel Pinheiro
Árbitro: Lourandyr de Castro Gomes
Gols: Raimundinho (2), Aderbal e Zezito / Baiano

DEFELÊ 1 x 1 RABELLO
27.01.1963
Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Eduino Edmundo Lima
Gols: Ely / Léo

COLOMBO 3 x 1 GRÊMIO
27.01.1963
Vasco Viana de Andrade
Árbitro: Nilzo de Sá
Gols: Nilo, Cid e Tião I / Sérgio

NACIONAL 0 x 1 DEFELÊ
03.02.1963
Aristóteles Góes
Árbitro: Lourandyr de Castro Gomes
Gol: Ferreira (contra)

COLOMBO 2 x 0 RABELLO
03.02.1963
Israel Pinheiro
Árbitro: Eduino Edmundo Lima
Gols: Cid e Tião I

GRÊMIO 1 x 0 GUARÁ
03.02.1963
Vasco Viana de Andrade
Árbitro: José Francisco de Souza
Gol: Aragão.

CLASSIFICAÇÃO FINAL

CF
CLUBES
J
V
E
D
GF
GC
PG
DEFELÊ
17
8
6
3
27
19
22
COLOMBO
18
11
3
4
47
19
25
RABELLO
17
9
4
4
29
18
22
GUARÁ
18
6
8
4
31
20
20
GRÊMIO
18
5
5
8
15
23
15
NACIONAL
17
6
3
8
22
27
15
PRESIDÊNCIA
8
2
1
5
7
27
5
GUANABARA
7
1
2
4
7
12
4
CRUZEIRO DO SUL
8
1
2
5
7
15
4
10º
ALVORADA
4
0
0
4
3
15
0



quarta-feira, 7 de março de 2012

ESTATÍSTICAS DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1962

CLUBES PARTICIPANTES = 10.
JOGOS REALIZADOS = 66.
GOLS ASSINALADOS = 195.
MÉDIA DE GOLS POR JOGO = 2,9.
MELHOR ATAQUE DO CAMPEONATO = Defelê, com 47 gols a favor.
PIOR ATAQUE DO CAMPEONATO = Alvorada, 4 gols a favor (só disputou o 1º turno).
MELHOR DEFESA DO CAMPEONATO = Defelê, com 19 gols contra (em 18 jogos).
PIOR DEFESA DO CAMPEONATO = Presidência, 27 gols contra.
MELHOR SALDO DE GOLS = Colombo, 28.
MAIOR NÚMERO DE VITÓRIAS = Colombo, 11.
MENOR NÚMERO DE DERROTAS = Defelê, 3.
MELHOR ÍNDICE DE APROVEITAMENTO = Colombo, com 69,4%.

PRINCIPAIS ARTILHEIROS:


 1º - Cid (Colombo), 14 gols;
2º - Tião I (Colombo), 11;
3º - Zezito (Guará), 10;
4º - Tião II (Colombo), 9;
5º - Arnaldo (Rabello), 8;

ÁRBITROS QUE MAIS ATUARAM:

1º - Lourandyr de Castro Gomes, 15 jogos;
2º - Jorge Cardoso, 13;
3º - Josué Costa Araújo, 10;
4º - Aristeu Teixeira Santana, 8;
5º - Moacir Siqueira, 7;
6º - Eduino Edmundo Lima e Nilzo de Sá, 5;
7º - Carlos Ferreira do Amaral, 2;
8º - José Francisco de Souza, 1.

ESTÁDIOS UTILIZADOS:

O estádios mais utilizado foi o do Guará (Israel Pinheiro), com 21 jogos.
A seguir, vieram o do Defelê (Ciro Machado do Espírito Santo) e o do Grêmio (Vasco Viana de Andrade), ambos com 13 jogos.
Os demais jogos foram realizados no Aristóteles Góes (11) e no Paulo Linhares (8 jogos).

domingo, 4 de março de 2012

AS ELEIÇÕES DE 1962


No dia 25 de julho de 1962 aconteceu a Assembléia Geral, especialmente convocada para tratar da eleição para Presidência da Federação Desportiva de Brasília.
Presentes os representantes de 12 associações: Guanabara, Defelê, Alvorada, Colombo, Presidência, Cruzeiro do Sul, Nacional, Guará, Rabello e Grêmio (esses com direito a dois votos), Brasil Central e Sobradinho (por estarem licenciados, tinham direito a um voto).
Após escrutínio secreto, foram eleitos: para Presidente, Ademar Gomes Moreira, com 12 votos, para 1º Vice-Presidente, Hélio Carvalho de Almeida, com 11 votos e para 2º Vice-Presidente, Wilson Antônio de Andrade, com 11 votos.
Obs.: Hélio Carvalho de Almeida era jornalista do DC-Brasília.
Secretário da Presidência: Arlindo Ferreira Pinto
Diretor do Departamento de Futebol: Aliatar Pinto de Andrade
1º Secretário: Alcides Freitas
2º Secretário: Nelson Coimbra de Senna Dias
Diretor Tesoureiro: José Carlos de Alvim Botelho
Diretor de Relações Públicas: Wilson Rogério
Diretor da Escola de Árbitros: Ariovaldo Salles
Para o Conselho Fiscal foram eleitos Alexandre Markus, Jorge Bruno de Araújo e Ricardo Alfredo de Barros, para membros efetivos, e Ciro Machado do Espírito Santo, Luiz da Silva e Sérgio Leal para suplentes.
Para o Tribunal de Justiça Desportiva foram eleitos: Efetivos – Hugo Mósca, Henrique Andrada, Sérgio Ribeiro da Costa, Daniel Aarão Reis, Carlos Baleeiro, Jarbas Fidélis de Souza e Pércio Gomes de Mello. Suplentes – Sylvio de Pyro, Assu Guimarães, Ildeu Diniz, Rubens Furtado e Aloysio Silveira.

quinta-feira, 1 de março de 2012

TÚNEL DO TEMPO: O QUE ACONTECEU HÁ 50 ANOS (01 a 31.03.1962)



02.03.1962
A partir desta data, Roosevelt Nader assume interinamente a Presidência da Federação Desportiva de Brasília, substituindo Jardel Noronha de Oliveira, que encontrava-se de licença para cuidar da sua saúde, inclusive pedindo afastamento de suas funções no Supremo Tribunal Federal.

10.03.1962
Antônio de Paula Pontes será o novo presidente do Grêmio. Até aqui, o clube era dirigido por Armando Barreto.

11.03.1962
Tem início o Torneio Prefeitura do Distrito Federal, Taça “Embaixador Sette Câmara”. No único jogo do dia, no Estádio Israel Pinheiro, Defelê vence o Guanabara por 3 x 2. Marcaram os gols Invasão (2) e Fino para o Defelê e Lula (2) para o Guanabara.O árbitro foi Josué Costa Araújo que expulsou de campo Ely (Defelê) e Farneze (Guanabara). A renda foi de CR$ 23.000,00.

15.03.1962
No segundo jogo pelo Torneio Prefeitura do Distrito Federal, o Rabello goleou o Planalto por 3 x 0. A partida foi disputada no Estádio Aristóteles Góes e teve Jorge Cardoso como árbitro.

17.03.1962
Em amistoso realizado no Estádio Aristóteles Góes, o Alvorada marcou 2 x 1 sobre o Cruzeiro do Sul.

18.03.1962
Prossegue a Taça “Embaixador Sette Câmara” com a realização de dois jogos. No Estádio Paulo Linhares, aconteceu empate de 2 x 2 entre Guará e Nacional. O árbitro foi Moacir Siqueira e a renda de CR$ 22.000,00. Os gols foram marcados por Alberto (contra) e Orlando para o Guará e Zezito e Morales para o Nacional. Múcio (Guará) e Beto (Nacional) foram expulsos.
No outro jogo da rodada, no Estádio Israel Pinheiro, o Rabello venceu o Guanabara, por 1 x 0, gol de Léo. Nilzo de Sá foi o árbitro.

21.03.1962
O Sobradinho Esporte Clube envia ofício solicitando dispensa do campeonato de futebol de 1962.

24.03.1962
Amistoso no campo do Rabello: Colombo 2 x 0 Alvorada.

25.03.1962
Mais dois jogos pelo Torneio Prefeitura do Distrito Federal. No Estádio Aristóteles Góes, com gols de Ely e Ramiro, o Defelê venceu o Planalto por 2 x 0. Jorge Cardoso foi o árbitro da partida.
O mesmo placar foi registrado no segundo jogo do dia, disputado no Estádio Israel Pinheiro, a favor do Rabello, contra o Nacional.
Este jogo marcou a estréia de Alaor Capella no Rabello, contratado junto ao Londrina, do Paraná, que marcou um dos gols da vitória do alvinegro. O outro foi assinalado por Nicotina. O árbitro foi Josué Costa Araújo, que expulsou Alberto, do Nacional, e a renda foi de CR$ 35.000,00.

No mesmo dia, o Guará aproveitou a folga na tabela desse torneio e foi até Goiânia disputar um amistoso com o Atlético Goianiense. Resultado final: 0 x 0.

30.03.1962

O Clube de Regatas Guará colocou em circulação o primeiro número do “Boletim Informativo do Guará”.