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sábado, 30 de maio de 2015

GRANDES RESULTADOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: Brasília vence os “Meninos da Vila”





Dez dias depois de inaugurar o Estádio de Sobradinho, o Santos voltava a se apresentar no Distrito Federal.
No dia 10 de maio de 1978, a primeira geração dos “Meninos da Vila” chegou a Brasília precisando de uma vitória simples, por qualquer contagem, diante do Brasília, para conseguir a sua classificação antecipada para a próxima etapa do Grupo dos Vencedores do Campeonato Brasileiro, na época chamada de Copa Brasil.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

OS TÉCNICOS DO FUTEBOL BRASILIENSE


CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1992



BRASÍLIA - 30 jogos

Carlos Alberto do Carmo Reis (Remo): 4 jogos, de 14 a 28 de junho;
Pedro Hugo de Barros: 10 jogos, de 5 de julho a 26 de agosto; e
Heitor de Oliveira: 16 jogos, de 7 de setembro a 15 de novembro.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1992




CLUBES PARTICIPANTES: 8.
JOGOS REALIZADOS: 116.
GOLS ASSINALADOS: 253.
MÉDIA DE GOLS POR JOGO: 2,18.
MELHOR ATAQUE DO CAMPEONATO: Taguatinga, 62 gols a favor.
PIOR ATAQUE DO CAMPEONATO: Gama, 13 gols a favor.
MELHOR DEFESA DO CAMPEONATO: Taguatinga, 24 gols contra.
PIOR DEFESA DO CAMPEONATO: Tiradentes, 33 gols contra.
MELHOR SALDO DE GOLS: Taguatinga, com 38.
MAIOR NÚMERO DE VITÓRIAS: Taguatinga, com 20.
MENOR NÚMERO DE VITÓRIAS: Gama, com duas.
MENOR NÚMERO DE DERROTAS: Taguatinga, com duas.
MAIOR NÚMERO DE DERROTAS: Ceilândia, com 16.
MELHOR ÍNDICE DE APROVEITAMENTO: Taguatinga, com 78,1%.
MAIOR GOLEADA DO CAMPEONATO: 26.07.1992, Sobradinho 5 x 0 Gama e 04.10.1992, Taguatinga 5 x 0 Ceilândia.
JOGO COM MAIOR NÚMERO DE GOLS MARCADOS: 18.07.1992, Tiradentes 5 x 3 Sobradinho.

terça-feira, 26 de maio de 2015

AS SELEÇÕES DE BRASÍLIA: DOIS JOGOS NA ÁFRICA
















Graças a um convite do Palácio do Itamaraty (Ministério das Relações Exteriores), pela primeira vez na história uma seleção de futebol do Distrito Federal realizou uma excursão internacional, disputando dois amistosos em países da África, nos dias 1º e 3 de abril de 2008.
Seria apenas uma partida, no dia 1º de abril, em Gaborone, capital de Botswana, como parte das comemorações de posse do novo presidente do País, Ian Khama, mas foi acertando um segundo para o dia 3, em Moçambique, na capital, Maputo.
A ideia inicial dos africanos era jogar com a seleção principal do Brasil, mas o calendário apertado dos comandados de Dunga gerou uma nova possibilidade e o Distrito Federal acabou contemplado.
Todas as despesas foram pagas pelos governos dos dois países.
Na convocação se tentou montar uma equipe competitiva, sem prejudicar os clubes que estavam envolvidos na disputa do campeonato do DF e na Copa do Brasil. O único time sem jogadores convocados foi o Unaí.
No dia 12 de março de 2008, a Comissão Técnica, comandada pelo treinador do Legião, Reinaldo Gueldini, divulgou a lista dos 22 jogadores, adiantando que apenas 18 seguiriam viagem rumo à África. 
A lista dos convocados foi esta: Goleiros: Rafael Córdova (Gama) e Osmair (Dom Pedro II); Laterais: Paulo Ricardo (Legião), Amaral (Dom Pedro II), Kaká (Legião) e Magrão (Brazlândia); Zagueiros: Padovani (Brasiliense), Ozéia (Gama), Rodrigo Mello (Dom Pedro II) e Ícaro (Legião); Volantes: Agenor (Brasiliense), Perivaldo (Legião), Welton (Brazlândia) e Carlos Lima (Ceilândia); Meias: Adrianinho (Brasiliense), Luiz Fernando (Ceilândia), Mazinho Brasília (Dom Pedro II) e Ésley (Gama); Atacantes: Léo Guerreiro (Esportivo), Rodrigo Félix e Rodrigo Paraná (Ceilândia) e Michel (Dom Pedro II).
A Comissão Técnica estava assim formada: Técnico - Reinaldo Gueldini (Legião), Preparador Físico - Roberto Peres Patu (Dom Pedro II), Médico - Fabiano Dutra (Brasiliense) e Massagista - Alessandro Silva Oliveira (Gama).

A delegação
Antes da viagem, quatro jogadores foram cortados: o volante Carlos Lima (machucado), o atacante Rodrigo Paraná (sem a documentação necessária) e Amaral e Magrão, por opção do treinador.
A seleção do DF se apresentou no dia 28 de março, às 16 horas, no estádio Mané Garrincha, quando aconteceu o primeiro treino do grupo: goleada de 7 x 0 sobre o time Sub-17 do CFZ.
No dia 29 de março, depois de quase 20 horas de viagem a delegação brasiliense chegou a Johannesburgo, na África do Sul, de onde seguiu para Gaborone.

Estádio Nacional em Gaborone

No dia 1º de abril, com o Estádio Nacional lotado (capacidade para 20 mil pessoas), a Seleção do DF venceu o selecionado de Botswana (107º no Ranking da FIFA), por 1 x 0, gol de Ésley.
A seleção do DF formou com Osmair, Paulo Ricardo, Padovani e Kaká; Agenor, Perivaldo, Luís Fernando (Rodrigo Félix) e Adrianinho (Welton); Ésley (Mazinho Brasília) e Michel (Léo Guerreiro).

Ésley, artilheiro da 
excursão

No dia 2 de abril a delegação viajou para Maputo, capital de Moçambique, onde faria seu segundo jogo.
Esperava-se um jogo mais difícil contra os Mambas, como são conhecidos os moçambicanos. Isto porque em nove jogos na história, Moçambique perdeu apenas uma vez para Botswana.
Mas não foi isso que aconteceu. A Seleção do DF apresentou-se bem melhor que o adversário, goleando-o por 3 x 0. Ésley, que havia marcado na vitória por 1 x 0 diante de Botswana, fez mais dois, com Michel marcando o outro gol, todos no primeiro tempo.
O time jogou com Rafael Córdova, Paulo Ricardo, Ozéia (Ícaro), Padovani (Rodrigo Mello) e Kaká; Welton, Perivaldo, Agenor e Adrianinho (Mazinho Brasília); Ésley (Rodrigo Félix) e Michel (Léo Guerreiro). 
Após o duelo, os atletas receberam uma premiação da Federação Moçambicana de Futebol pela vitória, entregue por Mário Coluna, maior ídolo do país que jogou a Copa de 1966 na Inglaterra, pela Seleção de Portugal.
A Seleção do DF retornou a Capital Federal no dia 4 de abril.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

OS CLUBES DO DF NAS COMPETIÇÕES NACIONAIS: Campeonato Brasileiro da Série D - 2015 - 2ª parte



OS CONFRONTOS


O único confronto do Gama que irá se repetir no Grupo A-6 será contra o Botafogo-SP. Anteriormente, eles já se enfrentaram em quatro oportunidades, jamais pela Série D. E o Gama nunca perdeu para o clube do interior paulista. Foram três vitórias e um empate. No ano (1998) em que o Gama venceu o Campeonato Brasileiro da Série B, no dia 10.12, em Ribeirão Preto, o Gama venceu por 2 x 1. Três dias depois, agora no Bezerrão, empate em 1 x 1. No ano seguinte, com ambos os clubes na Série A, outra vitória do Gama em Ribeirão Preto: 3 x 1. Gama e Botafogo só voltariam a se enfrentar em 2001, ainda pela Série A: no dia 2 de dezembro, no Bezerrão, goleada do Gama por 5 x 0.

domingo, 24 de maio de 2015

OS CLUBES DO DF NAS COMPETIÇÕES NACIONAIS: Campeonato Brasileiro da Série D - 2015 - 1ª parte




A Diretoria de Competições da Confederação Brasileira de Futebol - CBF divulgou no último dia 13 de maio a tabela do Campeonato Brasileiro da Série D 2015, que terá a participação de 40 clubes.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

CRAQUES DE ONTEM E DE HOJE: Mazinho Brasília




Habilidoso, rápido e determinado, de dribles fáceis e toque de bola refinado, Elvismar Sales de Andrade, o Mazinho ou Mazinho Brasília, nasceu em Sobradinho (DF), no dia 11 de junho de 1975. 
Aos 9 anos começou a encantar os brasilienses atuando pelo Brasília “A” (Núcleo Guará), “B” (Núcleo Sobradinho) e “C” (Núcleo Ceilândia) nos diversos campeonatos promovidos pela ASFI - Associação Serrana de Futebol Infantil.
Seu primeiro título aconteceu no Brasília “B”, quando foi campeão da categoria de petizes em 1988, tornando-se vice-artilheiro com 11 gols.
Três anos depois, 1991, em uma nova categoria, a de juvenis, foi novamente campeão, atuando pelo Brasília “C” e sendo artilheiro da competição com 14 gols.
Antes disso, em janeiro de 1989, havia se sagrado campeão na Ceilândia, jogando pelo Brasília “A”.
Em janeiro de 1993 sagrou-se campeão juvenil invicto pelo time da ASFI, na competição promovida pelo Centro de Desenvolvimento Social de Sobradinho.
Em 1994, ainda como juniores (mas também fazendo parte do quadro profissional do Brasília), saiu pela primeira vez da capital federal. Indicado por “Seu” Marinalvo, atual presidente da ASFI e admirador do seu futebol, foi para o Nacional, de São Paulo. Desenvolvendo o seu melhor futebol ajudou a equipe paulista a ser campeão da Série A-3 de juniores.
Ao final do campeonato, foi passar férias em Brasília e numa pelada machucou o joelho direito. Pela primeira vez amargou um grave contusão. Por conta das complicações dessa contusão, ele ficou em Brasília para cuidar melhor do problema. 
Antes de viajar para São Paulo, disputou três jogos pelo Brasília no campeonato brasiliense de 1994, sendo o primeiro em 8 de maio de 1994, no CAVE, com derrota de 1 x 0 para o Guará.
Depois que se recuperou, ficou com receio de voltar ao Brasília. Foi quando apareceu o treinador Remo e o convidou para jogar pelo Sobradinho, disputando o campeonato brasiliense de 1995. Terminado o certame brasiliense, voltou para o Brasília e disputou o Campeonato Brasileiro da Série "C".
Firmou-se como titular do Brasília em 1996, sendo vice-artilheiro do campeonato (junto com Dandão, do Luziânia) e um dos destaques da competição. Mesmo com o Brasília ficando apenas na nona colocação, Mazinho marcou 13 gols nos 13 jogos que disputou.

Brasília vice-campeão de 1997

No ano seguinte, 1997, ainda jogando pelo Brasília, foi o artilheiro (juntamente com seu companheiro de equipe, Serginho), com 12 gols, e vice-campeão, quando perdeu a final para o Gama.
Foi aí que o treinador Luís Carlos Cruz, que trabalhava no Sobradinho e o acompanhou durante o campeonato de 1997, o indicou para o técnico do União São João, de Araras (SP), Lula Pereira. Mazinho assinou contrato com o clube paulista que naquele ano disputou a primeira divisão do Campeonato Brasileiro.
Chegou a jogar sete partidas como titular, mas problemas internos (havia dois sócios que eram donos do time e que se desentenderam, fazendo com que alguns jogadores saíssem) e Mazinho acabou fazendo um acordo com a equipe e retornou ao futebol brasiliense.
Com o dinheiro que recebeu do acordo com o União São João, comprou um lote em Sobradinho.
Sem ainda ter contrato com clube do DF, em agosto de 1998, aproveitou para fazer uma viagem com um selecionado da ASSEFE até a cidade de Alegre, no Espírito Santo. O time brasiliense venceu o jogo e Mazinho se destacou, fazendo um gol.

No Sergipe: campeão sergipano de 1999

No início de 1999, conheceu Aparecido Gouveia Furquim, um procurador brasiliense que o reaproximou do antigo técnico e amigo Luís Carlos Cruz, que estava dirigindo o Sergipe, de Aracaju (SE) na época.
Ao saber que Mazinho estava sem clube, Cruz pediu a contratação do craque.
Para felicidade de todos, Mazinho sagrou-se campeão sergipano pelo Club Sportivo Sergipe e foi eleito pela imprensa local, por unanimidade, o melhor jogador do campeonato.
Logo depois, ainda em 1999, foi contratado pelo América, de Natal (RN) para disputar o Campeonato Brasileiro da Série B. Em seu primeiro coletivo recebeu elogios de todos e na chance que teve contra a Tuna Luso, do Pará, no dia 15 de agosto de 1999, não decepcionou, salvando a equipe potiguar de um amargo empate de 0 x 0 dentro de casa, com um gol digno de placa no estádio Machadão.
Macabbi Herzliya

No ano de 2000 teve rápidas passagens por três clubes. Inicialmente, esteve no Criciúma (SC). Em seguida (abril) foi para o Naútico (PE) e depois, em julho, foi parar no futebol de Israel. Seu empréstimo (e de mais três jogadores do Brasília) fazia parte da estratégia do Brasília Participações e Promoções Esportivas, através do Gerente André Bossolan, que há oito anos mantinha intercâmbio com clubes de outros países para compra e venda de jogadores. Mazinho jogou no Macabbi Herzliya. Posteriormente, não houve acerto entre as partes.
Em 2001 jogou uma só partida pelo Guará, exatamente contra o Brasília. Em 17 de fevereiro de 2001, desembarcava novamente em Aracaju, desta vez para atuar pelo rival do Sergipe, o Confiança. Teve participação destacada na quebra do jejum de 10 anos sem título do Confiança, sagrando-se campeão sergipano, sendo escolhido para a seleção do campeonato e o segundo meia mais bem votado pela imprensa. Também pelo Confiança, disputou a Copa do Nordeste.
No ano seguinte, 2002, foi para o Ceará, onde não conseguiu manter uma sequência de jogos. Em seguida foi para o Sport Club Corinthians Alagoano, de Maceió (AL), ajudando o clube a garantir vaga na Copa do Brasil de 2003 e classificando-o para as finais do Campeonato Alagoano.

Flamengo, de Teresina: 
campeão piauiense de 2003

Voltou para Brasília, disputou o campeonato brasiliense de 2003 pelo Ceilândia até 1º de março (seu último jogo). Poucos dias depois, ele e Maninho, outro jogador de Brasília, se apresentaram ao Flamengo, de Teresina (PI). No dia 30 de julho de 2003, Mazinho estava em campo ajudando o Flamengo a quebrar um tabu de 14 anos sem título do rubro-negro piauiense. Logo depois do encerramento do campeonato piauiense, voltou para tentar ajudar o Brasília a sair da Segunda Divisão do DF. Não conseguiu: o Brasília perdeu a chance nas semifinais.
Em 2004 esteve no Sobradinho. Ao final do 1º turno, o Sobradinho só tinha dois pontos ganhos. Mazinho ajudou muito o time, arrumando a casa e se recuperando no segundo turno, não deixando o time cair.
A partir de 2005 passou a trabalhar como treinador das categorias de base do Estrela, da ASFI, e também atuando como jogador profissional, ao se transferir para o Dom Pedro II.

Ypiranga, de Pernambuco

No ano seguinte, 2006, uma nova aventura. Foi um dos destaques do Ypiranga, de Santa Cruz do Capibaribe (PE). Essa equipe, treinada por Édson Leivinha, tornou-se a melhor do interior em 92 anos de história do campeonato pernambucano, terminando na terceira colocação, atrás apenas de Sport e Santa Cruz.
Tempos depois, um site chamado “Mala Esportiva” realizou um concurso pela internet para escolher o “Ypiranga dos Sonhos”, quando esse clube completou 70 anos. Na categoria “meio-campo”, Mazinho foi o sétimo colocado, com 65 dos 301 votos. Foi o único de fora do Estado a ser lembrado.
Quando acabou o campeonato pernambucano de 2006, Mazinho recebeu um recado de uma possível negociação de um empresário para a sua ida para o Atlético Mineiro. Deu tudo errado, sendo um dos motivos do seu desinteresse pelo futebol profissional. Fez a reversão para o amadorismo e no mesmo ano de 2006, foi campeão pelo Brasil Esporte Clube e artilheiro do campeonato amador promovido pela Federação Brasiliense de Futebol.


Em 2007, tornou-se bicampeão amador pelo Brasil e artilheiro da competição promovida pela FBF, com 11 gols.
Em 2008, novamente profissional, assinou contrato com o Dom Pedro II. Foi um ano maravilhoso para Mazinho, onde destacou-se ao levar o clube ao vice-campeonato brasiliense, sendo seu capitão, e foi convocado para a Seleção do DF que realizou uma pequena excursão à África. A seleção brasiliense ganhou os dois jogos disputados em Botswana (1 x 0) e Moçambique (3 x 0).
No segundo semestre de 2008, ajudou o CFZ a se sagrar vice-campeão da Terceira Divisão do DF. Não conseguiu o título, mas o principal objetivo (subir para a segunda divisão) foi alcançado.
Em novembro de 2008 fez uma cirurgia no pé direito. A boa notícia é que também começou a receber da Justiça seus direitos sobre a causa contra o Náutico (PE).
Em janeiro de 2009, Mazinho foi o treinador campeão de uma equipe formada por jogadores da ASFI, que usou o nome do Sobradinho para disputar a Copa Sul-Americana em Guararapes-SP. Detalhe: viajaram três equipes, duas juvenis e uma infantil. O “faz de tudo" Mazinho dirigiu uma das vans por quase 900 km, ida e volta.
Logo após a viagem a Guararapes e também de um tratamento do adutor e recuperação da cirurgia, retornou ao Dom Pedro II, onde disputou o campeonato brasiliense e do jogo contra o Botafogo (RJ), pela Copa do Brasil.

Nesse mesmo ano, ia jogar pelo Brazsat, que disputaria a Segunda Divisão do DF, mas teve uma crise de coluna e passou a trabalhar como Auxiliar Técnico de Alex Gomes. Quase colabora com a subida de divisão do Brazsat, que perdeu a chance nas semifinais para o Botafogo-DF.
Também disputou três jogos pela Sociedade Esportiva Planaltina (GO) na Terceira Divisão do Distrito Federal.
Em 2010 não jogou profissionalmente, só amador. Nesse ano e em 2011, Mazinho trabalhou na Administração Regional de Sobradinho, na área de esportes.
Em julho de 2011, disputou a Segunda Divisão do DF, ajudando o Sobradinho a subir, tornando-se vice-campeão, participando de todos os jogos.
Em 2012 passou a ser Auxiliar Técnico da equipe infantil do Sodeso Sobradinhense, que se sagrou campeão infantil invicto do DF.
No Minas Brasília Tênis Clube foi campeão interclubes de Brasília na categoria de veteranos em 2013.
Em 2014, como treinador, levou a APP - Associação Pequenos Passos ao título de campeão infantil do DF.
Fora das quatro linhas foi Presidente da Associação Serrana de Futebol Infantil por mais de dois anos, quando teve que entregar o cargo por causa de uma viagem aos Estados Unidos.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Mazinho completa 17 anos de casado no próximo dia 29 de maio, com Luciana F. de Andrade, com quem tem dois filhos: Marina F. de Andrade, de 16 anos, e Henrique F. de Andrade, de 14 anos (que foi campeão pela APP em 2014).
É Cristão Evangélico há mais de 22 anos. Agradece a Deus pela oportunidade de ter jogado futebol.
É muito feliz por ter conhecido muita gente e muitos lugares, sempre fazendo o que ama de coração.
Mazinho tem o Curso Superior de Educação Física (incompleto) e, em 2008, fez o Curso de Treinador Profissional na Unieuro, em Brasília (CREF 006729-P/DF). Já participou do Programa “Touch of Class” em Deerfield Beach, Flórida (EUA), em 2014, e do Las Vegas Highrollers, em Los Angeles (EUA), em 2015.
Lamenta pelo futebol de Brasília, que era para ser diferente, não evolui. Considera a Federação local fraca e os dirigentes responsáveis por más gestões. Falta estrutura e pessoas sérias também.
Acha que o Distrito Federal é um celeiro de craques que merece respeito e investimento.
Está hoje trabalhando com as categorias de base, pois acha que o futebol do DF nada tem de profissional e falta respeito a quem trabalha. Também faltam pessoas que saibam ensinar, ajudar os mais novos no futebol a serem homens de verdade, cidadãos de bem e manter os princípios de Deus e da família.
Tem planos para ir embora do Brasil. Já foi três vezes para os Estados Unidos e fica torcendo para aparecer um trabalho por lá, que abriria as portas para os atletas de Brasília.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

CLUBES DE BRASÍLIA: SOBRADINHO E. C. (1960)



Durante nossas pesquisas visando preparar matérias em homenagem aos 55 anos de vida da cidade de Sobradinho, as quais postamos nos últimos dias, descobrimos dados históricos de um clube que não constava de nossos arquivos. Trata-se do Sobradinho Esporte Clube, que nada tem a ver com o atual Sobradinho Esporte Clube (surgido em 1978, após modificação nos estatutos sociais da Campineira Futebol Clube).
O primeiro Sobradinho Esporte Clube foi fundado em 10 de março de 1960.
Sua praça de esporte tinha o nome de “Praça de Esportes Doutor Geraldo Carneiro” e seu estádio “Estádio Henrique Teixeira Tamm”.
Tinha como cores oficiais o amarelo ouro, o branco, o azul-celeste, o azul pavão, o verde e o vermelho.
O uniforme tinha a camisa de cor amarelo-ouro com golas e punhos brancos, a numeração de cor azul-pavão e fundo branco e o calção branco com listras amarelo-ouro e azul-pavão.
Seu escudo acompanhava as linhas das pilastras do Palácio da Alvorada tendo um “S” ao centro, uma bola contendo as iniciais “E” e “C” e em baixo uma corrente olímpica com cinco elos.
Falar de como seria o escudo.
Em 16 de março de 1960 foram aprovados os estatutos e escolhida a primeira diretoria do Sobradinho, que ficou assim constituída: Presidente de Honra - Henrique Teixeira Tamm; Vice-Presidente de Honra - Heitor Ippolite; Presidente - Raimundo Rodrigues Chaves; Vice-Presidente - José Murillo Macedo Bicalho; Secretário - Moacir Severino Carlos; Tesoureiro - José Fernandes de Araújo; Diretor Jurídico - Nilton Antunes de Oliveira; Diretor de Futebol - Geraldo Vieira de Rezende; Diretor Técnico - Geraldo Araújo; Diretor Social - José Alves de Araújo; Diretor dos Desportos Amadores - Geraldo Magela Madureira Ribeiro e Diretor de Relações Públicas - Sérgio Dias.
Em 16 de agosto de 1960 aconteceu a Assembleia Geral da Federação Desportiva de Brasília que aprovou os estatutos do Sobradinho e concedeu-lhe inscrição para participar do campeonato de futebol de 1960.
A primeira participação do Sobradinho em uma campetição oficial da FDB aconteceu em 4 de setembro de 1960, o Torneio Início, que contou com a participação de 16 clubes e teve seus jogos realizados no Estádio Israel Pinheiro, do Guará.
No quarto jogo do dia, o Sobradinho venceu o Real por 1 x 0. Pateta, contra, marcou o único tento do jogo. Formou o Sobradinho com Ivan, Carrasco, Pedrinho e Braga; Passos e Valmir; Rodrigues, Gaguinho, Ramos, Armando e Signoreti.
Após esse resultado, voltou a tomar parte do torneio no 10º jogo, quando foi derrotado pelo Planalto por 1 x 0, gol marcado por Edson Galba, cobrando pênalti. A única alteração em relação ao primeiro jogo foi Zinho no lugar de Rodrigues.
Dez dias depois, 14 de setembro de 1960, a FDB decidiria que, em virtude do elevado número de clubes inscritos (16), faria um torneio para determinar as oito equipes que disputariam o campeonato da Primeira Divisão e as oito que comporiam a Segunda.
O Sobradinho ficou no Grupo A, com jogos no campo do Guará, juntamente com Edilson Mota, Guará e Industrial.
Fazendo a preliminar de Guará x Edilson Mota, o Sobradinho estreou no dia 18 de setembro de 1960, goleando o Industrial por 4 x 0, com três gols de Zinho e um de Armando. Formou o Sobradinho com Ivan, Pedro, Carrasco e Passos; Eurico e Valmir; Gilvan, Geraldo, Armando, Gaguinho e Zinho.
O segundo jogo do Sobradinho, no dia 25 de setembro de 1960, foi um desastre. Diante do Edilson Mota, sofreu uma tremenda goleada de 11 x 0. No 1º tempo já perdia por 4 x 0. No segundo, além de tomar mais sete gols, perdeu seu jogador Carrasco, do Sobradinho, que sofreu forte pancada na perna direita, sendo removido para o hospital com suspeita de fratura.
Em seu último jogo, diante do Guará, no dia 9 de outubro de 1960, sofreu outra goleada (6 x 0) e perdeu a oportunidade de disputar o campeonato da Primeira Divisão.
Quando já estavam definidos os oito integrantes da Primeira Divisão, eis que um deles, o Edilson Mota, desistiu de disputá-la. 
Para preencher essa vaga, a FDB promoveu um torneio eliminatório entre os clubes da Segunda Divisão. O Sobradinho enfrentou o Alvorada. No primeiro jogo, em 30 de outubro de 1960, empate em 1 x 1. Com esse resultado, fez-se necessária a realização de outra partida, que aconteceu no dia 6 de novembro de 1960, com a vitória do Alvorada sobre o Sobradinho, por 2 x 1.
Não conseguindo classificação para a Primeira Divisão, disputou então o campeonato da Segunda Divisão, com mais cinco equipes.
Após uma campanha invicta (cinco jogos, quatro vitórias e um empate), o Sobradinho sagrou-se campeão.
Conforme o regulamento da época, o campeão da Segunda Divisão deveria enfrentar o último colocado da Primeira (Pederneiras), para ver quem integraria o campeonato da Primeira Divisão em 1961.
A melhor-de-três entre Pederneiras e Sobradinho somente aconteceu em fevereiro de 1961. No dia 5, o Sobradinho goleou por 3 x 0, gols de Fabrício, Zinho e Carneiro. Jogou o Sobradinho com Heitor, Passos, Irques e Carrasco; Carneiro e Dalmo; Paulo, Danton, Zinho, Pirapora e Fabrício.
Para a segunda partida, prevista para o dia 19, o Pederneiras não compareceu. A FDB deu os pontos ao Sobradinho, classificou o mesmo para a Primeira Divisão em 1961 e rebaixou o Pederneiras para a Segunda.
Nos meses de fevereiro e março de 1961, o Sobradinho tomou parte do Torneio “Prefeito Paulo de Tarso”, que reuniu os cinco primeiros colocados da Primeira Divisão de 1960 e mais o Sobradinho, como campeão da Segunda. Ficou na última colocação, após perder os cinco jogos que disputou, marcando apenas sete gols e sofrendo dezenove.
Isso era um prenúncio do vexame que estava para acontecer!
Em seu primeiro jogo, no dia 16 de julho de 1961, foi goleado pelo Guará, por 5 x 1, formando com Ivan, Wilson, Maneco e Pedrinho (Danton); Raulino e Valmir; Zé Paulino, Ceará, Léo, Rocha e Pelé (autor do gol).
Uma semana depois, 23 de julho de 1961, sofreu uma grande goleada diante do Alvorada, por 9 x 1.
No terceiro jogo, no dia 30 de julho de 1961, contra o Rabello, a goleada foi ainda maior: 12 x 0.
Voltou a sofrer outra goleada de 9 x 1 frente ao Planalto, no dia 13 de agosto de 1961. 
Logo depois desse jogo, o Sobradinho solicitou à Federação Desportiva de Brasília para não disputar os jogos restantes, em virtude da grave crise financeira que atravessava.
Não voltou mais a disputar nenhum jogo oficial.
Em 21 de março de 1962, o Sobradinho Esporte Clube encaminhou ofício solicitando dispensa do campeonato de futebol de 1962.
Na Assembleia Geral que aprovou a implantação do profissionalismo no futebol do Distrito Federal, em 08.11.1963, também foi decidida a desfiliação do Sobradinho Esporte Clube.


quarta-feira, 20 de maio de 2015

PERSONAGENS & PERSONALIDADES: Benoni Dias Beltrão




Quando estávamos finalizando as matérias para homenagear os 55 anos de vida da cidade de Sobradinho, fomos surpreendidos com a perda de uma grande liderança esportiva, comunitária e política da cidade: Benoni Dias Beltrão. Ele faleceu no último dia 30 de abril de 2015, aos 80 anos.
Mineiro de São João Del Rey, vivendo em Brasília desde 1957, Benoni Dias Beltrão se orgulhava de ter sido um homem vitorioso.
Sua carreira de campeão, no esporte, começou no interior mineiro, no Social Futebol Clube de sua cidade natal. Foi campeão por Barbacena nas Olimpíadas Estudantis de 1953, em Belo Horizonte.
Nas eleições para a Federação Metropolitana de Futebol, em 1986, ele se destacou ao liderar o movimento que resultou na vitória de Wagner Marques. Também nesse ano foi o presidente bicampeão pelo Sobradinho Esporte Clube (1985/1986).
Antes de ser presidente do Sobradinho ele adquiriu bastante experiência no amadorismo. Foi presidente do Unidos de Sobradinho e da Campineira (dois mandatos), além de dirigir a Associação Sobradinhense de Desportos - ASD por dois anos.
Aposentado do Banco do Brasil e Técnico em Agronomia, chegou a ser o maior criador de suínos do Distrito Federal. Aliás, chegou à presidência da Associação dos Suinocultores. Também passou pela vice-presidência da AABB e do Conselho Comunitário da Defesa Civil.
Sua ligação com a comunidade de Sobradinho vinha de longa data. Após passar por praticamente todas as entidades e órgãos de interesse público, clubes e associações comunitárias, foi presidente de honra do Bola Preta, um tradicional bloco carnavalesco da cidade.
Como personalidade de destaque no cenário social e desportivo, ele guardava inúmeras medalhas e diversos diplomas. Em 1985 foi homenageado como “Destaque-85” do futebol pela Associação Brasiliense de Cronistas Desportivos - ABCD e recebeu medalha de prata da AABB como “Destaque do Esporte” na mesma temporada. 
Em 29 de junho de 2001 foi-lhe concedido o título de Cidadão Honorário de Brasília pelo Decreto Legislativo nº 712, projeto de autoria da Deputada Anilcéia Machado.
Benoni Beltrão foi um dos fundadores do PSDB do Distrito Federal, onde foi por diversas vezes da zonal de Sobradinho, membro da executiva nacional do Partido e suplente do senador Pompeu de Souza.

terça-feira, 19 de maio de 2015

A HISTÓRIA DO FUTEBOL NAS CIDADES-SATÉLITES: Sobradinho - 6ª parte


CATEGORIAS DE BASE




Desde a década de 70 eram realizados campeonatos para a garotada em Sobradinho, tendo sempre a participação daqueles que viriam a ser os fundadores da ASFI. Diante da necessidade de uma melhor organização daquelas competições e vislumbrando um meio de ocupar e educar a garotada, Luís Antônio, mais conhecido como "Bola" procurou Constante Caetano Turchiello e propôs a criação de uma associação que cuidasse desses interesses. A ideia também contou com o apoio de Agnaldo, assessor do então administrador de Sobradinho, Padre Jonas.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

A HISTÓRIA DO FUTEBOL NAS CIDADES-SATÉLITES: Sobradinho - 5ª parte


O FUTEBOL AMADOR

No Distrito Federal já foram promovidas grandes competições de futebol amador. E nelas sempre foi excelente o desempenho dos clubes de Sobradinho. Para termos ideia da força do futebol amador de Sobradinho, das cinco Copas Arizona realizadas, quatro tiveram como campeões clubes da cidade. Logo depois surgiu a Copa Dreher, que também teve como campeão um clube de Sobradinho. E isso se tornou realidade em muitos outros torneios de futebol amador. A seguir, vejamos como essa história foi contada.

sábado, 16 de maio de 2015

A HISTÓRIA DO FUTEBOL NAS CIDADES-SATÉLITES: Sobradinho - 4ª parte




O ESTÁDIO AUGUSTINHO LIMA


O principal palco do futebol de Sobradinho, o Estádio “Augustinho Lima”, foi inaugurado em 30 de abril de 1978, no amistoso Sobradinho 0 x 3 Santos. Na mesma data foi inaugurada a iluminação do estádio.
É de propriedade da Administração Regional de Sobradinho e sua capacidade máxima, segundo o Cadastro Nacional de Estádios da CBF, é para 10.000 espectadores.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

A HISTÓRIA DO FUTEBOL NAS CIDADES-SATÉLITES: Sobradinho - 3ª parte




O FUTEBOL PROFISSIONAL


No dia 11 de março de 1978 aconteceu a Assembleia Geral Extraordinária que decidiu, por unanimidade, pela alteração da razão social de Campineira Futebol Clube para Sobradinho Esporte Clube, mantendo a data de fundação (01.01.1975) da Campineira.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

A HISTÓRIA DO FUTEBOL NAS CIDADES-SATÉLITES: Sobradinho - 2ª parte



O COMEÇO DO FUTEBOL NA CIDADE DE SOBRADINHO


Vimos na postagem anterior que a cidade de Sobradinho foi criada em 13 de maio de 1960.
A primeira referência ao futebol em Sobradinho surge pouco antes de sua criação, em 10 de março de 1960, quando foi fundado o Sobradinho Esporte Clube (que nada tem a ver com o atual Sobradinho Esporte Clube). Seu primeiro Presidente foi Raimundo Rodrigues Chaves e o Vice-Presidente José Murillo Macedo Bicalho.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

A HISTÓRIA DO FUTEBOL NAS CIDADES-SATÉLITES: Sobradinho - 1ª parte




No dia de hoje a cidade de Sobradinho está comemorando 55 anos de vida. Tal qual o blog fez nos aniversários do Cruzeiro e da Ceilândia, vamos homenagear Sobradinho contando um pouco de história sobre a cidade e do seu futebol.

Essa primeira parte é dedicada às origens da cidade.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

RANKING HISTÓRICO DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE FUTEBOL 1960/2015 (pontos ganhos)


Ao realizar a campanha que o ajudou a conquistar o título de campeão brasiliense de 2015, o Gama somou 32 pontos ganhos, suficientes para consolidar a primeira colocação do clube no Ranking Histórico do Campeonato Brasiliense de Futebol.
O Gama foi o primeiro clube do DF a superar a marca de 1.000 pontos. Agora aumentou um pouco mais esse total.
Acompanhem, abaixo, a campanha que cada clube realizou nos anos compreendidos entre 1960 e 2015.
Lembrando que, por mais que procurássemos, por mais que tivéssemos pesquisado na própria Federação Brasiliense de Futebol e nos meios de comunicação disponíveis, não conseguimos encontrar os dados estatísticos de 1959 e da categoria de amadores em 1966.
Eis a nova situação do Ranking Histórico do Campeonato Brasiliense de Futebol do Distrito Federal no período de 1960 a 2015:

domingo, 10 de maio de 2015

TODOS OS CLUBES QUE PARTICIPARAM DA PRIMEIRA DIVISÃO DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE FUTEBOL - 1959/2015



O Gama igualou-se ao Guará na condição de clube com o maior número de participações em campeonatos brasilienses da Primeira Divisão. Tendo participado pela primeira vez em 1976, completou 40 em 2015, mesmo número do Guará, que não disputa a Primeira Divisão desde o ano de 2007.
Eis a relação dos 90 clubes que já participaram da Primeira Divisão do Campeonato Brasiliense de 1959 a 2015:

sábado, 9 de maio de 2015

DADOS ESTATÍSTICOS DE (quase) TODOS OS CAMPEONATOS DE FUTEBOL DO DISTRITO FEDERAL - 1960/2015



O campeonato de futebol do Distrito Federal se divide em duas fases. A primeira, de 1959 (quando ocorreu o primeiro campeonato) até 1975. Neste intervalo, a maior parte dos campeonatos foi na categoria de amadores. Em três ocasiões, de 1964 até 1966, foram disputados dois campeonatos (um de amadores e o outro de profissionais). Nos anos de 1967 e 1968, somente os profissionais organizaram seu campeonato. A partir de 1969 e até 1975, voltamos a ter somente campeonatos amadores.
O definitivo profissionalismo só aconteceu a partir de 1976.
Por mais que procurássemos, por mais que tivéssemos pesquisado na própria Federação Brasiliense de Futebol e nos meios de comunicação disponíveis, não conseguimos encontrar os dados estatísticos de 1959 e da categoria de amadores em 1966.
Eis os dados estatísticos dos campeonatos de futebol do DF no período de 1960 a 2015:

quinta-feira, 7 de maio de 2015

PODIUM: OS TRÊS PRIMEIROS COLOCADOS EM TODOS OS CAMPEONATOS BRASILIENSES (1959/2015)




Considerando todas as competições oficiais já promovidas no Distrito Federal, entre amadores e profissionais, desde 1959 (primeira vez) até 2015, a encerrada no último sábado, 2 de maio de 2015, elevou para 60 o número de campeonatos brasilienses realizados até agora.
Eis como ficou o “podium” do Campeonato Brasiliense de Futebol 1959/2015:

quarta-feira, 6 de maio de 2015

RANKING HISTÓRICO DO CAMPEONATO BRASILIENSE - 1960/2015 (por classificação final)

                      
                   
Os finalistas de 2015 são os dois primeiros colocados no Ranking Histórico

Depois de conquistar o 11º título de campeão brasiliense no último sábado (2 de maio), o Gama consolidou a sua liderança no Ranking Histórico do Campeonato Brasiliense, obtido através de uma pontuação específica para as classificações finais ocorridas em todos os campeonatos brasilienses no período de 1960 a 2015.
Como nos demais anos, esse ranking histórico foi elaborado a partir de um critério bastante simples: em cada temporada, o campeão ganha 100 pontos, o vice-campeão leva 100/2, o terceiro colocado fica com 100/3, o quarto 100/4 e assim sucessivamente, até o último colocado da competição.
Ele contempla todos os clubes que participaram do campeonato, não só os primeiros colocados.
Fizemos alguns ajustes em relação ao Ranking 2014, como, por exemplo, considerar Ceilandense e Atlético Ceilandense o mesmo clube; a mesma coisa aconteceu em relação ao Bosque/Formosa e Formosa. Nesses casos, os pontos foram somados, diminuindo, consequentemente, o número de clubes integrantes do Ranking 2015.
A novidade de 2015 foi a participação do Cruzeiro que, pela primeira vez, disputou o campeonato brasiliense da Primeira Divisão.
Agora, são 78 os clubes que integram o Ranking 2015.
Parabéns a Sociedade Esportiva do Gama por continuar liderando esse ranking.
Eis como ficou o Ranking Histórico do Campeonato Brasiliense de Futebol (por classificações finais), de 1960 a 2015:

terça-feira, 5 de maio de 2015

2º JOGO DA DECISÃO DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 2015


GAMA CAMPEÃO


BRASÍLIA 0 x 1 GAMA
Data: 02.05.2015
Local: Estádio Mané Garrincha, Brasília (DF)
Árbitro: Rodrigo Raposo
Renda: R$ 399.464,00
Público: 24.046 pagantes
Expulsões: Fernandinho, do Brasília, e Dudu e Rafinha, do Gama
Gol: Rafael Grampola, 90
BRASÍLIA: Arthur, Fernando (Gizo), André, Índio e Santos; Pedro Ayub (Anjinho), William e Héverton; Michel Platini, Morais (Fernandinho) e Giba. Técnico: Luís Carlos Souza.
GAMA: Pereira, Dudu Gago, Dudu, Gustavo e Rafinha; Baiano, Lucas, Daniel (Galhardo) e Héricles (Lenilson); Thiago Miracema (Jesiel) e Rafael Grampola. Técnico: Gilson Granzotto.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

O QUE ACONTECEU HÁ 50 ANOS: 01 a 31.05.1965



 01.05.1965

No Estádio Ciro Machado do Espírito Santo, o Defelê venceu o Luziânia por 2 x 1, com gols de Otávio, aos 5 minutos e aos 37, enquanto que Invasão descontou para o Luziânia aos dez minutos do segundo tempo.
O árbitro foi Rubem Pacheco e a renda de Cr$ 67.000,00.

O Defelê formou com Zé Walter, Zé Paulo, Malta, Bosco e Wilson Godinho; Matarazzo (Leônidas) e Walter; Sidney (Manoelzinho), Alaor Capella (Otávio), Solon e Sabará (Arnaldo). O Luziânia atuou com Walmir Gato, William, Elizeu, Segóvia e Peru (Walter); Elefante e Mazinho; Carlos Zampietro, Bubu, Invasão e Rebojo. Técnico: Pedro Silva.

No mesmo dia, com três gols assinalados no 1º tempo, o Rabello conseguiu tranquila vitória sobre o Colombo no jogo amistoso que foi disputado em homenagem ao trabalhador brasiliense: Rabello 3 x 0 Colombo.
O jogo foi realizado no novo Estádio de Brasília, com os portões franqueados ao público. Ao final do jogo, o Prefeito Plínio Cantanhede entregou ao Rabello o Troféu “Candango”.
Clarindo, aos 18 minutos, e Djalma, aos 32 e 41, selaram a vitória em favor do Rabello. Emílio dos Santos Vieira foi o árbitro do jogo e as equipes formaram assim: RABELLO - Gaguinho (Chicão), Aderbal (Sanches), Gegê, Bimba e Ivan (Leocádio); Zé Maria (Perereca) e Farneze (Beto Pretti); Sabará, Djalma, Clarindo (Wilson) e Cid (Alemão). COLOMBO - Dico, Sabará, Micuçu, Sir Peres e Paulista; Índio (Vonges) e João Dutra; Nobre, Tião, Baiano e Zezé.

06.05.1965

Leon Kurc foi eleito Presidente da Associação dos Árbitros do Distrito Federal. A diretoria ficou assim composta: Vice-Presidente – Geraldo Delfino; Diretor Secretário – Jorge Cardoso; Diretor Vice-Secretário – Nilzo de Sá; Diretor Tesoureiro – João Batista da Silva Oliveira; Diretor Vice-Tesoureiro – Gésio Lopes; Diretor de Assistência Social – José Matos Sobrinho; Diretor da Carteira de Empréstimos – Djalma Neves e Diretor de Relações Públicas – José Francisco de Souza.

08.05.1965

No Jonas Duarte, em Anápolis, a Anapolina goleou o Defelê por 5 x 1.

09.05.1965

Rabello e Luziânia disputaram um amistoso no Estádio Paulo Linhares. Não houve gols no 1º tempo. Somente no segundo é que o Rabello pôde marcar seus gols e comemorar a vitória por 3 x 0. Sabará, aos 10, Beto Pretti, aos 21, e Zezé, aos 31, marcaram os três gols do Rabello.
Sob a arbitragem de Geraldo Delfino, as equipes formaram assim: RABELLO – Gaguinho, Aderbal, Gegê, Bimba e Ivan; Zé Maria e Beto Pretti; Sabará, Djalma, Clarindo e Alemão (Perereca) (Zezé). LUZIÂNIA – Zé Maria, William (Coquinho), Waldir, Carlinhos e Walter (Querosene); Mazinho e Elefante; Bubu, Invasão, Daniel e Carlos.

14 e 16.05.1965

O Campo Grande, do Rio de Janeiro, acertou dois jogos amistosos em Brasília contra o Defelê e o Rabello. Depois de autorizados pela Federação Desportiva de Brasília, ambos foram cancelados.

16.05.1965


O América, de Belo Horizonte (MG), realizou dois amistosos em Brasília no mês de maio de 1965.
No primeiro, no dia 16, no Estádio Paulo Linhares, enfrentou o Rabello. Com vinte minutos de jogo, o América vencia por 2 x 0, com dois gols de Jair Bala, aos 18 e aos 20 minutos. Cinco minutos depois do segundo gol do América, Sabará diminuiu para o Rabello. Aos 40 minutos do 1º tempo, Jair Bala foi expulso, por ofensas ao árbitro Eduíno Edmundo de Lima.
No 2º tempo, com menos um homem, o América tentou manter o resultado a todo custo. Isso não foi possível graças a um gol de Cid. Com isso, o resultado final foi de 2 x 2.
O Rabello atuou com Gaguinho, Sanches, Gegê, Bimba e Ivan (Leocádio); Zé Maria (Wilson) e Beto Pretti; Sabará, Djalma (Farneze), Clarindo (Zezé) e Mendes (Cid). O América jogou com Capellani, Luizinho, Jorge, Aldemar e Murilo (Catocha); Airton e Ney; Robson, Jair Bala, Oldack (Saci) e Nilo.
A renda foi de Cr$ 980.000,00.

Também no dia 16 de maio de 1965, o Defelê retribuiu a visita do Luziânia e voltou a derrotá-lo por 2 x 1, no Estádio Francisco das Chagas Rocha, em Luziânia.
O árbitro foi Jorge Cardoso e renda de Cr$ 78.800,00.
Marcaram os gols Fernando, de pênalti, e Alaor Capella para o Defelê e Tôco para o Luziânia.
O Luziânia jogou com José Fayade (Walmir Gato), Coquinho, Elizeu, Segóvia e Ciliu; Arthur e Peru; Bubu, Carlos Zampietro, Daniel e Toco. Técnico: Raimundo Laranjeiras. O Defelê venceu com Zé Walter, Matarazzo, Alonso Capelo, Bosco e Wilson; Jacaré e Walter; Manoelzinho, Bawany, Alaor Capella e Fernando (Paulinho).

19.05.1965

Três dias depois, o América se apresentou novamente em Brasília, desta vez tendo como adversário o Defelê, em seu estádio, o Ciro Machado do Espírito Santo.
Jogando mal e com alguns jogadores sem condições físicas, além da ausência de três titulares, o Defelê foi totalmente dominado pelo América, que não encontrou qualquer dificuldade para chegar a uma elástica goleada de 8 x 0.
Quatro gols foram marcados no primeiro tempo e mais quatro no segundo. Eis os marcadores: Nilo, 3; Jair Bala, 20; Ney, 29; Luizinho, 32; Nilo, 58; Saci, 66; Airton, 75 e Canhoto, 88.
O árbitro da partida foi Joaquim Gonçalves da Silva, da Federação Mineira de Futebol, e a renda chegou aos Cr$ 590.000,00.
O Defelê foi goleado com Matil (Rubens), Zé Paulo, Malta, Bosco e Matarazzo (Lúcio); Nilo (Leônidas) e Walter (Alaor Capella); Manoelzinho (Sidney), Invasão, Bawany (Solon) e Sabará.
O América venceu com Zé Ernesto (Capellani), Jorge (Helinho), Caillaux, Aldemar e Murilo (Catocha); Airton e Ney (Saci); Geraldo (Canhoto), Luizinho (Oldack), Jair Bala e Nilo.

23.05.1965

Tendo como local o Estádio Aristóteles Góes, foi realizado o Torneio Início da categoria juvenis da Divisão de Amadores.
No 1º jogo aconteceu a vitória do Cruzeiro sobre Grêmio por WO.
Pederneiras e Guanabara empataram em 0 x 0 no segundo jogo. Nos pênaltis, vitória do Pederneiras por 3 x 1.
Mais um empate em 0 x 0 no 3º jogo, entre Vila Matias e Cruzeiro. Nos pênaltis, vitoria do Cruzeiro por 3 x 2.
A decisão do torneio aconteceu no 4º jogo, quando o Cruzeiro sagrou-se campeão ao derrotar o Pederneiras por 2 x 1.


O Moto Club, de São Luís (MA), esteve em Brasília para disputar dois amistosos: um contra o Rabello e o outro contra o Colombo.
No primeiro, no dia 23 de maio de 1965, no Estádio Ciro Machado do Espírito Santo, desfalcado de alguns bons valores, o Rabello viu encerrada uma série de boas apresentações ao ser derrotado por 2 x 1.
O rubro-negro maranhense marcou os dois gols no 1º tempo, ambos por intermédio de Hamilton. No 2º tempo, logo aos cinco minutos, Beto Pretti diminuiu. No final do jogo, esse mesmo jogador quase empatou o jogo ao cobrar uma falta e a bola se chocar com o travessão.
O árbitro do jogo foi Rubem Pacheco e a renda chegou à casa dos Cr$ 1.313.000,00.
Jogou o Rabello com Gaguinho, Sanches, Gegê, Bimba e Ivan (Leocádio); Zé Maria e Beto Pretti; Zezé, Sabará, Clarindo (Ceninho) e Mendes (Farneze) (Dino). O Moto Club teve a defendê-lo Vila Nova, Baezinho, Laxinha, Decadela e Alvim da Guia; Português e Ananias; Zezico, Hamilton, Rubens (Valdir) e Airton.

26.05.1965

Três dias depois, 26 de maio de 1965, no Estádio Ciro Machado do Espírito Santo, o Moto Club repetiu o marcador do primeiro jogo, ao vencer o Colombo por 2 x 1.
O árbitro foi Jorge Cardoso e a renda alcançou Cr$ 705.000,00.
Os gols aconteceram nessa ordem: Hamilton, 38; Rubens, 63 e Cid, 80.
Formou o Colombo com Dico (Chicão), Sabará, Maurílio, Sir Peres (Vonges) e Paulista; João Dutra e Índio; Nobre (Tião), Cid, Sabino (Baiano) e Zezé. Jogou o Moto Club com Vila Nova, Baezinho, Laxinha, Decadela e Alvim da Guia; Português e Ananias; Zezico, Hamilton, Rubens e Valdir (Corrêa).

30.05.1965

No campo do Grêmio foi realizado o Torneio Início da Divisão de Amadores. Pela ordem, os jogos foram:
1. Cruzeiro do Sul 0 x 0 Grêmio (nos pênaltis: Grêmio 3 x 1)
2. Guanabara 0 x 1 Pederneiras
3. Vila Matias 1 x 0 Grêmio
4. Vila Matias 1 x 0 Pederneiras
O campeão foi o Vila Matias.