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sábado, 31 de dezembro de 2016

FELIZ 2017!!!



GRANDES RESULTADOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: Excursão do CEUB em 1975


Delegação do CEUB momentos antes do embarque

O Ceub Esporte Clube foi o primeiro time do Distrito Federal a excursionar por gramados do exterior. De 1º de maio a 13 de junho de 1975, fez um giro de 16 jogos pelos continentes africano e europeu, obtendo sete vitórias, dois empates e sete derrotas. Levou vantagem no saldo de gols, marcando 20 e sofrendo 19.
Depois de duas viagens frustradas pela falta de seriedade dos empresários José da Gama e Emílio Alonso, finalmente o Ceub conseguiu realizar o grande sonho de excursionar ao exterior. Levado pelo empresário Elias Zacour, o Ceub faturou 90 mil cruzeiros de cota.
Desacreditado inicialmente, o Ceub acabou por apresentar um futebol bem acima da expectativa, surpreendendo nos jogos em países de melhor tradição, como na Iugoslávia e Espanha.
Contando com uma equipe jovem – média de idade de 20 anos, a delegação de 20 jogadores foi assim composta: Paulo Victor e Déo, goleiros; Pedro Pradera, Fernandinho, Márcio, Emerson, Nenê e Cláudio Oliveira, zagueiros; Renê, Alencar, Péricles, Toninho e Xisté, meio de campo; Julinho, Humberto, Ivanir, Gilberto e Marco Antônio, atacantes. Toninho e Ivanir foram emprestados pelo Flamengo. O treinador foi João Avelino.
Foram quatro jogos no Marrocos, vencendo apenas um.
Recuperou-se na Argélia, quando empatou um jogo e venceu dois.
Na França, voltou a decepcionar, perdendo dois e vencendo um jogo.
Na Iugoslávia, o Ceub perdeu as duas primeiras partidas e empatou a terceira.
Foi na Espanha, entretanto, que o Ceub conquistou seus melhores resultados, vencendo ao Betis (no momento, 7º colocado no campeonato espanhol e invicto a 19 jogos em seu estádio), por 2 x 1, o La Coruña (2 x 0) e o Tenerife (2 x 0).

CEUB 2 x 0 LA CORUÑA
Data: 7 de junho de 1975
Local: Estádio Riazor, La Coruña
Árbitro: Carreira Abad
Gols: Péricles, 86 e Alencar, 89
Ceub: Paulo Vitor, Renê, Pedro Pradera, Emerson e Nenê; Alencar, Péricles e Xisté (Gilbertinho); Julinho, Ivanir e Toninho (Moreirinha).
La Coruña: Cañedo (Seoane), Pardo, Canario e Belló; Luís (Piña) e Vales (Rivas); Piño (Juan Carlos), García, Castro (Seijas), Muñoz e Rabadeira.

CEUB 2 x 1 BETIS
Data: 10 de junho de 1975
Local: Estádio Benito Villamarín, em Sevilha.
Árbitro: o local Gallardo
O Ceub jogou com Paulo Victor, Renê, Pedro Pradera, Emerson e Nenê; Alencar, Péricles e Xisté (Gilbertinho); Julinho, Ivanir e Toninho (Moreirinha).
Betis: Esnaola (Garcia Fernández), Bizcocho, Iglesias (Orúe) e Biosca; Cobo Kramer (Lobato); Alabanda, Cardeñosa, Mamelli (Rogélio), Ladinszki e Anzarda.

Alencar abriu o marcador aos 14 minutos do primeiro tempo. No começo do segundo, Emerson cometeu pênalti em Cobo Kramer, que Rogélio converteu para o Betis. O gol da vitória do Ceub foi marcado no minuto final, através de Péricles.
Segundo o jornal espanhol ABC, os melhores jogadores do Ceub foram o goleiro Paulo Victor e o armador Péricles.

Encerrando a excursão, no dia 13 de junho de 1975 o Ceub foi até Tenerife e venceu o clube local do mesmo nome por 2 x 0.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

CRAQUES DE ONTEM E DE HOJE: Cuca


Elias das Graças Travassos, o lateral-esquerdo Cuca, nasceu em Santarém-PA, no dia 30 de dezembro de 1951. 
Grande revelação do futebol paraense, ele jogou no Clube do Remo, de Belém-PA, de 1972 a 1976.
Chegou ao Guarani em 1977. Estreou num amistoso realizado em 29 de janeiro de 1977, em Itumbiara (GO), contra o time do mesmo nome, com vitória de 3 x 0. Dias depois, em 19 de fevereiro de 1977, fez sua estreia oficial no campeonato paulista, na vitória de 5 x 0 sobre o Velo Clube. Ainda disputaria o campeonato brasileiro desse ano, revezando a titularidade com Miranda. Nessa condição, ainda jogaria o campeonato paulista e o brasileiro de 1978.

Clube do Remo - 1972
Depois do Guarani, jogou na Ferroviária, de Araraquara (SP).
Na Ferroviária, Cuca foi titular absoluto durante todo o Campeonato Paulista de 1978, fazendo sua estreia no segundo jogo do time na competição, em 23.08.1978, em Franca (Francana 0 x 0 Ferroviária). Nos primeiros jogos, foi escalado na lateral direita. Depois, firmou-se na lateral esquerda. Fez sua despedida no dia 1º de abril de 1979, em Ribeirão Preto: Comercial 0 x 1 Ferroviária. Em 36 jogos com a camisa da Ferroviária, Cuca somou 8 vitórias, 16 empates e 12 derrotas. O time marcou 30 gols, sofreu 35 e Cuca assinalou um gol, exatamente contra o seu ex-clube, o Guarani, no empate por 2 x 2 em 29.10.1978. (lembrando que o Campeonato Paulista de 1978 estendeu-se até o ano seguinte).

No Guarani
Blogs e sites existentes hoje colocam Cuca na lateral esquerda do Clube do Remo de todos os tempos.
Voltou ao futebol do Pará, novamente para jogar no Clube do Remo nos anos de 1979 a 1981.
Em 1982 foi contratado pelo Taguatinga, onde ficou até 1983. Disputou quinze jogos pelo campeonato brasiliense de 1982 e 21 pelo de 1983, quando marcou seu único gol com a camisa do Taguatinga.
Sua estreia aconteceu no Serejão, em 10 de junho de 1982, no amistoso em que o Taguatinga foi derrotado pelo Vasco da Gama, do Rio de Janeiro, por 1 x 0.
De forma oficial, mais de um mês depois, no dia 18 de julho de 1982, também no Serejão, no empate de 0 x 0 com o Ceilândia.
Fez um bom campeonato, ao ponto de ser lembrado para integrar a seleção dos melhores do ano em enquetes realizadas junto aos veículos de comunicação do DF. Na pesquisa feita pelo jornal Correio Braziliense junto a repórteres de rádio, TV e jornal que fizeram a cobertura do Campeonato Brasiliense e indicou os jogadores que mais se destacaram no futebol em 1982, Cuca ficou apenas atrás de Geraldo Galvão na lateral-esquerda.

Clube do Remo
A última vez que vestiu a camisa do Taguatinga foi em 30 de novembro de 1983, na derrota de 2 x 1 para o Guará, em jogo válido pelo triangular final do campeonato brasiliense daquele ano. O Taguatinga ficou na terceira colocação no geral.
Depois que largou o futebol, foi motorista da carro pesado na Comissão de Aeroportos da Região Amazônica - COMARA.
Atualmente, Cuca mora na cidade de Marabá e atua no futebol amador da região.

Colaboração: Vicente Henrique Baroffaldi.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

ESTATÍSTICAS DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 2010





CLUBES PARTICIPANTES: 8.
JOGOS REALIZADOS: 70.
GOLS ASSINALADOS: 180.
MÉDIA DE GOLS POR JOGO: 2,6.
MELHOR ATAQUE DO CAMPEONATO: Brasiliense, 39 gols a favor.
PIOR ATAQUE DO CAMPEONATO: Luziânia, 10 gols.
MELHOR DEFESA DO CAMPEONATO: Brasiliense, 21 gols contra.
PIOR DEFESA DO CAMPEONATO: Brasília e Luziânia, com 24 gols em 14 jogos (média de 1,7/jogo).
MELHOR SALDO DE GOLS: Brasiliense, com 18.
MAIOR NÚMERO DE VITÓRIAS: Brasiliense, 11.
MENOR NÚMERO DE VITÓRIAS: Luziânia, 2.
MENOR NÚMERO DE DERROTAS: Brasiliense e Ceilândia, seis, em 22 jogos
MAIOR NÚMERO DE DERROTAS: Luziânia, oito, em 14 jogos.
MELHOR ÍNDICE DE APROVEITAMENTO: Brasiliense, com 57,6%.
PIOR ÍNDICE DE APROVEITAMENTO: Luziânia, com 23,8%.
MAIORES GOLEADAS DO CAMPEONATO: 28.02.2010, Gama 5 x 1 Brasília, e 21.03.2010, Brasiliense 5 x 1 Luziânia.
JOGOS COM MAIOR NÚMERO DE GOLS MARCADOS: além dos dois acima citados, tivemos: 24.01.2010, Brasília 3 x 3 Gama, 03.02.2010, Dom Pedro II 3 x 3 Gama e Ceilandense 2 x 4 Botafogo-DF, 10.02.2010, Brasiliense 4 x 2 Botafogo-DF  e 04.04.2010, Ceilandense 2 x 4 Brasiliense.

PRINCIPAIS ARTILHEIROS:

Vanderlei

1º - Vanderlei (Brasiliense), 11 gols;
2º - Zé Carlos (Botafogo-DF), 8;
3º - Dimba (Ceilândia) e Edicarlos (Gama), 7 gols cada um.

ÁRBITROS QUE MAIS ATUARAM

Wilton Sampaio
1º - Wilton Pereira Sampaio e Alexandre Andrade, 9 jogos;
2º - Ademário Neves e Rodrigo Raposo, 8;
3º - Nivaldo Nunes e Almir Camargo, 6;
4º - José Caldas, 5;
5º - Rogério Bueno, 4;
6º - Wales Martins e Jardel Cassemiro, 3;
7º - Francisco Alves, Raimundo Lopo, Gildevan Lacerda e Adriano Menezes, 2; e
8º - Francisco Trajano, 1.


Abadião

ESTÁDIOS UTILIZADOS

1º - Abadião, 19 jogos;
2º - CAVE, 17;
3º - Serejão, 12;
4º - Serra do Lago e Bezerrão, 7;
5º - Metropolitana, 6; e
6º - Mané Garrincha, 2 jogos.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

CRAQUES DE ONTEM E DE HOJE: Renê



Fleury Renê Neves, o Renê, nasceu em Araguari (MG), no dia 28 de dezembro de 1949.
Começou a jogar futebol e profissionalizou-se no Fluminense de sua cidade natal, no final dos anos 60.
Passou, depois, um período na Ferroviária, de Araraquara (SP) e no Uberaba (MG).
Seu primeiro time no Distrito Federal foi o Coenge, do Gama, onde fez sua estreia no dia 20 de setembro de 1970, na vitória de 2 x 1 sobre o Grêmio, em jogo válido pelo Campeonato Brasiliense daquele ano.
No dia 4 de outubro de 1970, no campo da A. A. Cultural Mariana, marcou seu primeiro e único gol com a camisa do Coenge no campeonato brasiliense, no empate em 2 x 2 com o Planalto.
O Coenge ficaria na sétima colocação do primeiro turno, sem conseguir classificação para o segundo, que somente seria disputado entre os seis melhores colocados do primeiro.
Em 1971, Renê foi um dos destaques do Coenge na vitória de 1 x 0 sobre a Seleção do Distrito Federal, no dia 14 de março de 1971. Depois, disputou o Torneio “Governador do Distrito Federal”, competição em que o Coenge desistiu antes de seu final. O Coenge também não disputou o campeonato brasiliense desse ano e acabou por ser desfiliado junto à Federação Desportiva de Brasília. Assim, os jogadores pertencentes ao Coenge estavam liberados para disputar partidas por outros times. Nessa situação, Renê tratou de procurar um novo clube, o Ceub, onde viveu a melhor fase em sua carreira, principalmente depois que o clube passou a ser o representante do DF no Campeonato Brasileiro, nos anos de 1973 a 1975. Foram três jogos em 1973, doze em 1974 e doze em 1975.
Fez parte da equipe que mais atuou nos 16 jogos que o Ceub disputou em sua excursão pela África e Europa, em 1975.
Depois que o Ceub desativou seu departamento de futebol profissional, em 1976, após imbróglio que culminou com a perda da vaga do DF no campeonato brasileiro, nesse mesmo ano Renê passou para o Brasília, onde conquistou o título de campeão brasiliense nos anos de 1976 e 1977.
Em 1978 foi contratado pelo Taguatinga e retornou ao Brasília em 1979.
Voltou a viver uma grande fase em sua carreira no Sobradinho, onde jogou nos anos de 1980 e 1981.

Encerrou sua carreira de jogador no Vasco da Gama-DF, onde passou a revezar as funções de jogador e treinador, em 1983. No ano seguinte, 1984, trabalhou apenas como treinador do Vasco da Gama-DF.
Ainda em 1984 foi treinador do Ceilândia, fato que repetiu em 1985.
Em 1986 dirigiu o Tiradentes, sua última participação relacionada ao futebol.
Largou o futebol e foi administrar sua empresa, o Mercado do Renê, em Taguatinga, onde está até hoje.

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

OS GOLEIROS DO FUTEBOL BRASILIENSE: Jogos disputados e gols sofridos no Campeonato Brasiliense de 1997




CLUBES/GOLEIROS
JOGOS DISPUTADOS
GOLS SOFRIDOS
MÉDIA DE GOLS SOFRIDOS
JOGOS SEM SOFRER GOLS
BRASÍLIA
22
30
1,36
5
Marco Antônio
19
29
1,53
3
Paulo César
4
1
0,25
2
Junior
1
0
0,00
1
BRAZLÂNDIA
18
40
2,22
2
Ronaldo
17
40
2,35
1
1
0
0,00
1
CEILANDENSE
18
23
1,28
4
Tomaz
9
9
1,00
3
Augusto
8
10
1,25
1
Félix
1
4
4,00
0
COMERCIAL
18
35
1,94
3
Pereira
8
12
1,50
2
Fabrício
5
13
2,60
1
Germano
4
8
2,00
0
Carlos Alberto
1
2
2,00
0
DOM PEDRO II
18
31
1,72
2
Teófilo
16
25
1,56
2
Rogério
2
6
3,00
0
GAMA
22
19
0,86
10
Roger
11
10
0,91
5
Alexandre
7
8
1,14
2
Nasser
4
1
0,25
3
GUARÁ
18
22
1,22
7
Chaguinha
17
18
1,06
7
Anderson
1
4
4,00
0
LUZIÂNIA
18
24
1,33
2
Iran
8
7
0,88
2
Tobias
8
14
1,75
0
Márcio
2
3
1,50
0
PLANALTINA
20
22
1,10
6
Capucho
18
18
1,00
6
Neneca
2
3
1,50
0
Fabiano
1
1
1,00
0
SOBRADINHO
20
27
1,35
6
Anderson
16
17
1,06
6
Israel
2
4
2,00
0
Marcos
1
1
1,00
0
Cleiton
1
5
5,00
0