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terça-feira, 30 de setembro de 2014

ESTATÍSTICAS DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1984




CLUBES PARTICIPANTES: 8.
JOGOS REALIZADOS: 123.
GOLS ASSINALADOS: 265.
MÉDIA DE GOLS POR JOGO: 2,15.
MELHOR ATAQUE DO CAMPEONATO: Taguatinga, 57 gols a favor.
PIOR ATAQUE DO CAMPEONATO: Vasco da Gama, 10 gols a favor.
MELHOR DEFESA DO CAMPEONATO: Brasília, 25 gols contra.
PIOR DEFESA DO CAMPEONATO: Vasco da Gama, 51 gols contra.
MELHOR SALDO DE GOLS: Brasília, com 28.
MAIOR NÚMERO DE VITÓRIAS: Taguatinga, com 22.
MENOR NÚMERO DE VITÓRIAS: Vasco da Gama, com 5.
MENOR NÚMERO DE DERROTAS: Brasília, com 6.
MAIOR NÚMERO DE DERROTAS: Vasco da Gama, com 20.
MELHOR ÍNDICE DE APROVEITAMENTO: Taguatinga, com 67,57%.
MAIOR GOLEADA DO CAMPEONATO: 14.10.1984, Brasília 7 x 2 Gama
JOGO COM MAIOR NÚMERO DE GOLS MARCADOS: o mesmo citado anteriormente.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

SÉRIE: AS SELEÇÕES DE BRASÍLIA - 1ª parte - A PRIMEIRA SELEÇÃO


Da esquerda para a direita: em pé, Gaguinho, Edson Galba, Marianelli, Calado, Loureiro, Jair, Raspinha e Didi (treinador);
Agachados: Herrera (massagista), Ubaldo, Dario, Gesil, Walter Moreira e Joãozinho.

A primeira vez que se convocou jogadores para formar uma seleção de Brasília foi em 1961.
As partidas serviriam de teste para os futuros compromissos do Campeonato Brasileiro que se aproximava (acabou sendo alterado o seu início).

Os treinos eram realizados duas vezes por semana (terças e quintas-feiras), no Estádio Ciro Machado do Espírito Santo, no horário de 16 horas.
O técnico da seleção brasiliense era Didi de Carvalho.
No primeiro treino, em 5 de março de 1961, os reservas venceram os titulares por 4 x 3. Marcaram os gols Gesil, três vezes, e Vitinho para os suplentes e Ely (2) e Joãozinho para os efetivos. Alguns suplentes demonstravam reais condições de figurar no time principal.
Os quadros formaram assim: Titulares - Raspinha, Jair, Leocádio e Enes; Hiroito e Loureiro; Dario, Ely, Edson Galba, Walter Moreira e Joãozinho. Reservas - Gaguinho, Paulo (Luiz Silva), Oswaldo (Marianelli) e Pedrão; Calado e Bimba; Campos, Vitinho, Gesil, Nilo (Pacuzinho) e Raimundinho.
Íris, que viria a ser titular, demorou para comparecer aos treinamentos realizados. A imprensa reclamava a presença de alguns como Euclides e Ramiro, do Defelê, Pedersoli e Lima, do Grêmio. Para alguns, Euclides era o melhor zagueiro da cidade.
A primeira exibição da seleção de Brasília aconteceu em 16 de abril de 1961.
No Estádio Pedro Ludovico, na Avenida Paranaíba, em Goiânia, realizou-se a primeira partida entre os selecionados de Brasília e Goiás, num cotejo amistoso que rendeu 280 mil cruzeiros nas bilheterias e fez o público vibrar em muitos momentos com o bom futebol apresentado. O primeiro tempo terminou empatado em 0 x 0. O resultado final de 1 x 0 (gol de Laércio, aos 31 minutos do 2º tempo) para os goianos foi o resultado lógico do predomínio dos goianos, que sempre se mostraram mais bem preparados e com maior entrosamento que os pupilos de Didi de Carvalho.
A Seleção de Brasília jogou com Gaguinho, Luiz Silva, Edson Galba e Enes; Pacuzinho (Jair) e Bimba; Ubaldo, Ely (Marianelli), Íris, Walter Moreira e Joãozinho (Gesil).
Na equipe de Brasília, Edson Galba despontou como a figura máxima, jogando um futebol primoroso, corrigindo as falhas dos seus companheiros e destruindo boa parte das arrancadas dos adversários.
A Seleção de Goiás alinhou: Campeão, Clever, Manduca e Osmar; Tido e Olacir; Caixeta, Paulinho (Elzevir), Arthur (Fabinho), Lailson (Elson) e Laércio.
O árbitro foi Francisco Ribeiro Franco, da Federação Goiana de Desportos.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

OS MELHORES DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 2003




Igor, o craque do campeonato

Em março de 2003, pelo quinto ano consecutivo, o jornal Correio Braziliense elegeu os melhores do Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão.
Na tradicional votação do jornal, os treinadores dos 12 clubes participantes escolheram os onze melhores do campeonato, com apenas uma condição: não podiam votar em jogadores do próprio clube.
Os técnicos Adelson de Almeida (Ceilândia), Baiano (Unaí), Chaguinha (Guará), Cristiano Baggio (Gama), Da Silva (Brazlândia), Evilânio (Dom Pedro II), Feijão (ARUC), Gerson Andreotti (Brasiliense), Joel (Sobradinho), Mozair Barbosa (Luziânia), Nilson Ramos (Bandeirante) e Reinaldo Gueldini (CFZ) escolheram a seguinte seleção:
Goleiro: Donizeti (Brasiliense), 5 votos;
Lateral-Direito: Patrick (CFZ), 5 votos;
Zagueiros: Nen (Gama), 8 votos e Gerson (Brasiliense), 4 votos;
Lateral-Esquerdo: Rochinha (Gama), 4 votos;
Volantes: Deda (Gama), 5 votos e Kabila (CFZ), 8 votos;
Meias: Wellington Dias (Brasiliense), 5 votos e Rodriguinho (Gama), 3 votos;
Atacantes: Igor (CFZ), 9 votos e Tiano (Brasiliense), 5 votos.
Por outro lado, 15 representantes da crítica especializada (quatro jornais diários, seis emissoras de rádio e a TV Globo) também elegeram o craque do campeonato, a revelação, o melhor treinador e o melhor árbitro.
Foram eles:
CRAQUE DO CAMPEONATO: Igor (CFZ), 11 votos;
REVELAÇÃO: Igor (CFZ), 9 votos;
MELHOR TREINADOR: Reinaldo Gueldini (CFZ), 9 votos; e
MELHOR ÁRBITRO: Sérgio Carvalho, 7 votos.

domingo, 21 de setembro de 2014

AS DECISÕES: 2º TURNO DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1991


TAGUATINGA 2 x 1 CEILÂNDIA
Data: 03.11.1991
Local: Serejão
Árbitro: Brasil Gadelha de Oliveira
Expulsões: Marquinhos, do Taguatinga, e Careca, do Ceilândia
Gols: Serginho, 8; Carlinhos, 15 e Lora, 65
TAGUATINGA: Cláudio, Bilzão, Zinha, Paulão e César; Marquinhos, Pacheco e Dorival (Júlio César); Tuta (Paulo Lima), Serginho e Carlinhos. Técnico: Adelmar Carvalho Cabral (Déo).
CEILÂNDIA: Sérgio Luiz, Marco Aurélio, Marcelo Jordão, Careca e Lora; Aguinaldo, Da Silva e Noé; Lula, Zé Márcio e Adão. Técnico: Jonas Francisco dos Santos (Foca).

TAGUATINGA 0 x 0 CEILÂNDIA
Data: 10.11.1991
Local: Serejão
Árbitro: Hermínio Irani Braz Nunes
TAGUATINGA: Cláudio, Bilzão, Zinha, Paulão e César; Paulo Lima, Pacheco e Dorival (Júlio César); Tuta (Raildo), Serginho e Carlinhos. Técnico: Adelmar Carvalho Cabral (Déo).
CEILÂNDIA: Sérgio Luiz, Marco Aurélio, Marcelo Jordão, Delei e Lora; Aguinaldo, Da Silva e Noé; Lula, Zé Márcio (Édson) e Adão. Técnico: Jonas Francisco dos Santos (Foca).

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

A HISTÓRIA DA SEGUNDA DIVISÃO NO DF - Parte 13 (2007)





O Campeonato Brasiliense da Segunda Divisão de 2007 contou com a participação de nove equipes, que jogaram entre si em apenas um turno. Ao final dele, os dois melhores colocados disputaram o título, em jogo único. Diferentemente dos três anos anteriores, quando apenas o campeão subia para a Primeira Divisão, em 2007 os dois clubes melhores colocados garantiram automaticamente a vaga na Primeira Divisão em 2008.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

CRAQUES DE ONTEM E DE HOJE: Ernâni Banana - 2ª parte


Banana no
Brasília
Assinou seu primeiro contrato com o Brasília com a duração de dois anos. Depois de um curto período de adaptação, agora mais experiente, voltou a mostrar o mesmo futebol do tempo do Taguatinga.
No dia 21 de abril de 1977, integrou a Seleção do Distrito Federal que enfrentou o Atlético Mineiro, como parte das festividades do 17º Aniversário de Brasília.
No dia 9 de junho de 1977 sentiu um gostinho de revanche ao marcar o gol do empate no jogo amistoso contra o Vasco da Gama, no Pelezão.

O Brasília venceu o Torneio Imprensa de 1977 e conquistou o bicampeonato do Distrito Federal, com Banana aparecendo bem na campanha, tornando-se o segundo maior artilheiro da equipe, com 10 gols, atrás apenas do seu companheiro de equipe, Julinho, que marcou 15.
No Campeonato Brasileiro, na primeira participação do Brasília, a equipe esteve muito bem na fase classificatória, estreando com uma grande vitória de 2 x 1 sobre o Atlético Paranaense, em Curitiba, em 16 de outubro, com um gol de Banana. Depois de ser apontada com sensação da primeira fase, na segunda o Brasília caiu de produção e não conseguiu fazer frente a adversários de maior categoria, como Internacional, São Paulo e Corinthians.
A revista esportiva Placar, em sua edição nº 391, de 21 de outubro de 1977, trouxe uma página (a 67) inteira sobre o jogador, com a seguinte manchete: “Banana não é mole”.
As atuações do Brasília na fase inicial haviam sido tão boas que na primeira partida da etapa seguinte, no dia 1º de dezembro, alguns observadores vieram ver o time jogar contra o América, do Rio de Janeiro.
Depois de estar em vantagem no placar, o Brasília perdeu por 3 x 2. Banana teve uma atuação muito boa e a diretoria do Brasília chegou a ser procurada depois do jogo, não havendo acordo.
No Campeonato Brasileiro de 1978 aconteceu a mesma coisa. O Brasília foi bem na primeira fase, para em seguida se perder. Na estreia venceu o Operário, de Campo Grande (MS), com dois gols de Edmar. Depois, novas vitórias foram conquistadas, inclusive contra o Santos, no Serejão, e o Brasília se classificou. Aí veio a fase seguinte e novamente o Brasília não conseguiu manter o mesmo ritmo.
Banana sofreu uma contusão quase ao final da competição nacional e só voltou à equipe durante os jogos do campeonato brasiliense.
Novamente outros clubes voltaram a demonstrar interesse na contratação de Banana. Um foi o Londrina, que já havia levado o ponteiro Julinho, e o outro foi o Cruzeiro. Entretanto, as propostas feitas não chegaram a entusiasmar o Brasília, que preferiu ficar com Banana.
Após a contusão, ficou um tempo sem treinar e, quando voltou, custou a readquirir a forma física. Ainda assim, recuperou-se a tempo de colaborar com a conquista do bicampeonato brasiliense de 1978. Os dois maiores jornais do Distrito Federal, Correio Braziliense e Jornal de Brasília, apontaram Banana como um dos melhores do ano, colocando-o na “Seleção do Campeonato”.
Antes do campeonato, de 24 de julho a 15 de agosto de 1978, o Brasília excursionou por cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, realizando boas exibições. Dos dez jogos que disputou, venceu seis, empatou três e perdeu apenas um, o primeiro jogo contra o Votuporanguense. Depois conquistou expressivas vitórias contra o América, de São José do Rio Preto (SP), Catanduvense, Taubaté, Portuguesa Santista e Volta Redonda. Formando ao lado de Péricles no meio-de-campo, Banana voltou a ser um dos destaques da equipe. O América, a Esportiva, de Guaratinguetá, e o Uberaba se interessaram por Banana, mas não deu em nada.
Em 1979, foi novamente convocado para defender a Seleção do Distrito Federal, no dia 22 de abril, no amistoso contra a Seleção de Goiás (1 x 1). Pelo terceiro ano consecutivo, fez parte da relação dos melhores do ano, sendo escolhido para fazer parte da “Seleção do Ano” pelo jornal Correio Braziliense e pela Associação Brasiliense de Cronistas Desportivos - ABCD. O Brasília perdeu o título de campeão de 1979 para o Gama. Banana foi o quarto artilheiro da competição, com seis gols, atrás de Péricles e Fantato, do Gama, e Julinho, do Brasília.
No Campeonato Brasileiro de 1979, que teve o absurdo número de 96 participantes, o Brasília não foi bem. Dos 9 jogos que disputou, venceu apenas três. Banana marcou apenas um gol, contra o Itabuna, no Serejão, no dia 3 de novembro.

Banana no Guarani
Mas suas boas atuações durante quase todo o ano o levaram para o Guarani, de Campinas (SP), em 1980.
Também não teve uma passagem fácil em seu começo no Guarani. O clube campineiro havia reformulado o time campeão brasileiro de 1978, mas o técnico Cláudio Garcia não conseguiu sucesso. Em seu primeiro ano no Guarani teve uma contusão no joelho e ficou parado por um bom tempo. Foi emprestado ao Gama, por cinco meses. No Gama teve outro problema, desta vez na panturrilha, jogando pouco. Só estreou no 2º turno, exatamente contra seu ex-time, o Brasília, no dia 31 de agosto (empate de 0 x 0). Marcou apenas um gol na competição.
Retornou ao Guarani, em 1981. Foi quando começou a se destacar de novo. Não foi titular da equipe do Guarani que foi campeã da Taça de Prata (uma espécie de segunda divisão do Campeonato Brasileiro na época). Ainda assim, numa das semifinais, no dia 7 de março de 1981, contra o Comercial, de Campo Grande (MS), marcou um dos gols da vitória de 2 x 1. Atuou no primeiro jogo da final contra a Anapolina e ficou de fora do segundo jogo.
Fez sua reestreia no dia 25 de abril, no Brinco de Ouro, na vitória de 3 x 1 sobre a Ferroviária, de Araraquara, substituindo Éderson.
Em 6 de maio, entrou em campo como titular da equipe do Guarani e marcou o gol do empate de 1 x 1 com o São José. Desse jogo em diante, quando não foi titular, passou a ser opção para substituir qualquer jogador do meio-de-campo e do ataque. O último jogo que disputou neste campeonato de 1981 foi no dia 11 de novembro, no empate de 0 x 0 com o Corinthians, no Brinco de Ouro.
O Guarani chegou a brigar pelo título do campeonato paulista neste ano de 1981, ficando, ao final, com a terceira colocação.
Banana foi titular em quase todos os jogos que o Guarani disputou pelo Campeonato Brasileiro de 1982, quando foi o terceiro colocado. Marcou apenas dois gols.
Nessa época, Banana e Jorge Mendonça jogavam na mesma posição, o que obrigou o treinador Zé Duarte a escalá-lo como quarto homem do meio-de-campo, voltando pelo lado esquerdo. Aliado a isso o fato de o atacante Careca cair muito pelo setor, Banana aproveitava o espaço deixado pelo centro-avante para também marcar seus gols. Essa movimentação deu certo e o Guarani conseguiu bons resultados.
Foi titular na maioria dos jogos que o Guarani fez pelo Torneio dos Campeões, quando ficou com o vice-campeonato. Marcou um gol contra o Botafogo, no dia 9 de maio, e outro na vitória de 5 x 3 sobre o Vasco da Gama, no dia 25 de maio.
Por último, ainda na condição de titular, disputou o campeonato paulista de 1982, com o Guarani chegando na oitava colocação. Foram poucos gols, o mais importante deles o marcado contra o São Paulo (2 x 2), no Morumbi, em 31 de agosto.
Em 1983, iniciou o ano com o Guarani disputando o Campeonato Brasileiro. Como novidade no regulamento daquele ano, o Guarani teve que garantir sua passagem para a Taça de Ouro, depois de garantir sua classificação na Taça de Prata. No dia 13 de março, no Brinco de Ouro, marcou o gol da vitória de 1 x 0 sobre o Cruzeiro, se fixando na ponta-esquerda. O Guarani, no entanto, não se classificou para as quartas-de-final. No campeonato paulista o Guarani foi muito mal e ficou dois pontos acima do São José, último colocado e rebaixado para a Segunda Divisão. Banana atuou a última vez pela competição no dia 19 de outubro de 1983.
O último jogo de Banana com a camisa do Guarani ocorreu em 21 de novembro de 1984, na vitória de 3 x 0 sobre o Marília, válido pelo campeonato paulista. Seu último gol pelo Guarani foi em 15 de julho de 1984, na vitória de 2 x 1 sobre o Taquaritinga, no Taquarão.
Em 1985, trocado por Gerson Sodré, foi para a Portuguesa de Desportos. O time não foi bem no Campeonato Brasileiro (ficou em décimo e último lugar no Grupo B), mas foi vice-campeão paulista, perdendo o título para o São Paulo. Novamente Banana teve uma contusão no joelho, ficou cerca de três meses parado e quando voltou perdeu a condição de titular, inclusive nas finais contra o São Paulo (nos dias 15 e 22 de dezembro de 1985).

Banana na Ferroviária
Em 1986, foi emprestado para a Ferroviária, de Araraquara, para a disputa do campeonato paulista. Ainda em 1986 disputou o Campeonato Brasileiro atuando pelo Paysandu, de Belém (PA). Em sua estreia, no dia 7 de setembro de 1986, o Paysandu venceu o Grêmio por 1 x 0. Tomou parte de apenas duas partidas das dez que o Paysandu disputou, o que não foi suficiente para evitar o rebaixamento do Paysandu para a Segunda Divisão de 1987.
No ano de 1987, Banana sagrou-se campeão paraense invicto pelo Paysandu. Esteve presente na final contra o Clube do Remo, no dia 30 de agosto de 1987, na vitória de 2 x 1 do Paysandu.
Em outubro de 1987, pelas mãos do supervisor Carlos Romeiro, Banana voltou para o Brasília, para disputar o Campeonato Brasileiro - Módulo Azul (uma espécie de série C). Jogando contra Ponte Preta, Corumbaense e Anapolina, o Brasília não conseguiu passar para a Segunda Fase.
Banana já era dono do seu passe e voltou para Campinas. Teve várias propostas, mas não queria jogar mais em times pequenos, nem ficar longe da família. Se associou a outro jogador em fim de carreira, Almeida, e montaram um empreendimento na área de estacionamento de veículos em Campinas.
Mesmo assim, ainda aceitou o convite do Bom Retiro, de Valinhos, para disputar a Segunda Divisão do Campeonato Paulista em 1988.
Em 1990, parou com a bola. Vendo que sua mulher e seus dois filhos estavam bem adaptados à vida de Campinas, foi ficando na cidade até que resolveu diversificar a atividade comercial em 1992, montando com os irmãos, na Ceilândia, uma pequena empresa no ramo de embalagens.
Hoje, com 59 anos de idade, é um bem sucedido empresário em Taguatinga.

domingo, 14 de setembro de 2014

CRAQUES DE ONTEM E DE HOJE: Ernâni Banana - 1ª parte


Ernâni José Rodrigues, o Banana, nasceu em Araguari (MG), no dia 11 de junho de 1955, sendo o terceiro de sete irmãos (ainda tem duas irmãs). Curiosamente, só Banana e Elmo se dedicaram ao futebol profissional. Outros três irmãos, Ronaldo, Reginaldo e Genésio chegaram a treinar no Taguatinga e no Brasília, mas preferiram o futebol de salão, defendendo a LIFUSTA - Liga de Futebol de Salão de Taguatinga.
Morou em Araguari até os 12 anos, estudando no colégio dos padres e já batia suas peladas.

O apelido de Banana foi colocado ainda moleque, pois era muito mole e no futebol vivia caindo à toa. Foi crescendo e o apelido o acompanhou.
Quando seus pais vieram para o Distrito Federal, em 1968, foi morar na QND-35, em Taguatinga, passando a estudar no Centro Educacional Taguatinga Norte - CETN, onde jogava no time do colégio, isso em 1969. Começou a trabalhar cedo, ajudando o pai na feira e se virando em uma cantina no Tribunal de Justiça.


Banana no SESI, o segundo
da esquerda para a direita
Em 1970, se mudou para a QNF-24 e logo depois foi inaugurado o Centro Desportivo do SESI. Como ele morava próximo, acabou indo para a escolinha do SESI, dirigida por Antônio Fabiano Ferreira, o Raimundinho. Lá ficou de 1970 a 1974, passando pelas categorias infantil, infanto-juvenil e juvenil. Nessa época o SESI tinha uma equipe com bons jogadores, dela saindo, além de Banana, Roberto César, que iria brilhar no Cruzeiro, de Belo Horizonte, Bosco, pai de Kaká, que era um bom zagueiro, com 1,90 metros de altura e que chegou a fazer testes no Atlético Mineiro, Aldair e Elmo, irmão de Banana, entre outros. Passou também pelo Dom Bosco, da Ceilândia.
De 1974 até o final de 1975 esteve no juvenil do Ceub, disputando inclusive o campeonato de Brasília. Naquele tempo, trabalhava na Gráfica Alvorada de dia e estudava à noite, não encontrando muito tempo para dedicar ao futebol. Mesmo assim, houve interesse do Ceub em profissionalizá-lo. Além disso, chegou a jogar por seleções amadoras do DF e na Copa Arizona e foi campeão brasileiro sindical de futebol, competição organizada pelo Ministério do Trabalho, pela seleção brasiliense dirigida por Raimundinho, no ano de 1974.
Em 1975, disputou o campeonato do Departamento Autônomo defendendo a equipe da Brasal. No final deste ano, o Pioneira (da empresa de ônibus Pioneira) montou uma equipe e o técnico Eurípedes Bueno de Morais o convidou para integrar o time. Então largou a gráfica e passou a se dedicar somente ao futebol. Em 1976, o Pioneira se transformou no Taguatinga, clube que passou a participar de competições oficiais promovidas pela Federação Metropolitana de Futebol na qualidade de equipe profissional.

Banana no Taguatinga
A primeira competição foi o Torneio Imprensa, no qual o Pioneira estreou no dia 14 de fevereiro de 1976, no Estádio Pelezão, vencendo o Humaitá por 2 x 0. Banana não marcou gol.
Em compensação, no dia 20 de março de 1976, ainda no Pelezão, Banana marcou o gol da vitória de 1 x 0 sobre o Brasília.
Marcou seu segundo gol no dia 3 de abril, na goleada do Taguatinga sobre o Gama, por 4 x 1.
O Taguatinga fez boa campanha no Torneio Imprensa, chegando na segunda colocação, com o mesmo número de pontos do Grêmio, o campeão, para o qual perdeu o título no saldo de gols. Banana conseguiu aparecer com destaque. A imprensa de forma geral começou a dar força e o público passou a prestigiar os jogos do Taguatinga. A torcida do Taguatinga era bastante animada e começou a ir aos jogos conduzindo folhas de bananeira para saudar Banana. Primeiramente foram seus amigos, parentes, vizinhos e depois muitos outros torcedores passaram a fazer o mesmo. Banana passou a ser o primeiro jogador do futebol brasiliense a ter torcida própria. Acabou tendo uma repercussão enorme, com as rádios, as televisões e os jornais noticiando e comentando a forma dos torcedores em saudar Banana.
A equipe de esportes do Jornal de Brasília elegeu a seleção do torneio. Banana foi escolhido o destaque da competição, obtendo votação unânime.
Logo depois do Torneio Imprensa, teve início o campeonato brasiliense. Ao final do primeiro turno, o jornal Correio Braziliense escolheu a “seleção do primeiro turno”, dentre os quais estava Banana, do Taguatinga.
Apareceram clubes, como o Ceub, querendo contratar Banana, mas o Taguatinga não quis conversa. No campeonato, o time estava bem, quando aconteceu a paralisação, com o Ceub e o Brasília querendo a vaga do Distrito Federal no Campeonato Brasileiro e a CBD deixando ambos de fora. Foi quando apareceu um representante do Vasco da Gama e fez uma proposta para levar Banana para São Januário.

Banana no Vasco da Gama
Quando foi para o Vasco da Gama, em julho de 1976, Banana ainda era muito imaturo e teve um choque muito grande com aquela mudança radical. Sair do Taguatinga, um clube que estava iniciando no profissionalismo para um dos maiores clubes do Brasil, o abalou muito.
Ele estava inscrito para o vestibular na UnB. Dois dias antes do início das provas estava viajando para o Rio de Janeiro. Lá, de repente, se viu cercado por repórteres de rádio, TV e jornal, todos querendo entrevista, todos querendo saber quem era Banana.
O jornal carioca “O Globo” destacou em sua edição de 13 de julho de 1976: “Banana vem de Brasília para reforçar o Vasco”. Abaixo dessa matéria, outra chamada: “Ídolo do Taguatinga e artilheiro do time”.
Ficou meio apavorado, foi levado para assinar contrato e não fez nenhuma exigência. Concordou com tudo o que os dirigentes do Vasco da Gama propuseram.
Com menos de uma semana em São Januário, sem ter feito um único coletivo, foi lançado na equipe num amistoso contra o próprio Taguatinga, no dia 21 de julho de 1976. Banana entrou no lugar de Roberto Dinamite, aos 30 minutos do 1º tempo. Aos 15 minutos do 2º tempo, Banana chutou uma bola no travessão, na única boa jogada que realizou durante todo o tempo em que esteve em campo. O Vasco da Gama venceu o Taguatinga por 3 x 0. Esse jogo foi bastante promovido e houve até televisionamento direto para Brasília, pela TV Nacional.
Depois desse amistoso, passou a fazer trabalho de musculação e a treinar entre os profissionais. No coletivo realizado em São Januário, no dia 11 de agosto de 1976, os titulares venceram os reservas por 2 x 1. Jair Pereira e Helinho marcaram para os titulares, enquanto Banana descontou para os reservas.
Banana estava bem e mostrava isso nos treinos. Esperava que fosse ter uma chance no time. Como o Vasco da Gama estava disputando o terceiro turno do campeonato carioca, imaginou que o técnico Paulo Emílio não quisesse mexer na equipe. Então, passou a integrar o time misto em amistosos pelo interior do Rio de Janeiro e ficou alguns jogos no banco de reservas no campeonato carioca. Se destacou nos jogos amistosos e o Vasco da Gama passou a cobrar uma taxa mais alta por apresentação com a presença de Banana.
Logo depois veio o Campeonato Brasileiro e quando achou que ia ser relacionado para disputar a competição, isso acabou não acontecendo, sentindo-se marginalizado no elenco vascaíno.
Quando terminou o período de empréstimo, o Vasco da Gama queria que ele permanecesse por lá, mas ofereceu muito pouco ao Taguatinga pelo seu passe. Como Banana também estava querendo retornar a Brasília, não houve acerto entre os dois clubes, e Banana voltou para o Taguatinga.
Quando Banana voltou para Brasília, o futebol estava vivendo uma crise seríssima. O Ceub havia encerrado suas atividades. O Grêmio seguiu o mesmo caminho. O Taguatinga tinha dispensado quase todos os seus jogadores. Banana voltou em dezembro de 1976. Em fevereiro de 1977 venceu seu contrato com o Taguatinga. Como no tempo hábil o clube não manifestou, oficialmente, interesse na renovação do contrato, Banana acabou pleiteando na justiça desportiva a posse do passe e saiu vitorioso. Com o passe na mão, outros clubes o procuraram querendo contratá-lo. O Goiás e o Remo chegaram a fazer propostas. Preferiu, no entanto, vender seu passe ao Brasília e ficar na cidade, uma vez que a experiência vivida no Vasco da Gama ainda estava muito recente e ele com receio de sofrer outra decepção.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

OS ARTILHEIROS: CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1973




1º - Humberto (Relações Exteriores), 12 gols;
2º - Lucas (Serviço Gráfico/CEUB), 9;
3º - Renatinho (CEUB) e Vavá (Humaitá), 7;
4º - Pirombá (Atlético), Dinarte e Paulinho (CEUB), Moisés (Humaitá), Batista (Jaguar) e Carlinhos e Santos (Unidos de Sobradinho), 6;
5º - Ari (América), China (Humaitá), Baiê (Luziânia), Zequinha (Relações Exteriores) e Bazan (Serviço Gráfico), 5;
6º - Fischer e Toinho (Atlético), Pedro Léo (CEUB), Júlio (Humaitá), Ariston (Jaguar), Toinho de Laiza e Hermes (Luziânia) e Arnaldo e Lula (Relações Exteriores), 4;
7º - Evandro e Zé Pereira (América), Chenco (Carioca), Cid (CEUB), Lord (Humaitá) e Wesley (Unidos de Sobradinho), 3;
8º - Messias (América), Duda, Dutra e Osias (Atlético), Ronaldo (Carioca), Carlinhos, Hamilton e Rominho (CEUB), Lula (Jaguar), Bispo (Relações Exteriores), Celino, Melinho e Tião (Serviço Gráfico) e Litinho, Paulinho e Renilson (Unidos de Sobradinho), 2; e
9º - Ferreti, Joãozinho, Nunes e Rinaldo (América), Aloísio, Edgar, Eustáquio, Joãozinho e Tio (Atlético), Ari, Baltazar, Divino, João Dias, Maurício, Newton, Peba e Raimundinho (Carioca), Albanir, Fernando e Wanderley (CEUB), Arleno e Oswaldo (Humaitá), Carlos Alberto, Ceará, Djalma, Luiz Alberto, Orlando (contra) e Tita (Jaguar), Aloísio (contra), Zanata, Palhares e Ziza (Luziânia), Paulo César, Redi e Régis (Relações Exteriores), César e Fernando (Serviço Gráfico) e Maurílio (contra), Newton, Rinaldo, Sabará e Sidney (Unidos de Sobradinho), 1 gol cada.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

ESTATÍSTICAS DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1985





CLUBES PARTICIPANTES: 8.
JOGOS REALIZADOS: 92.
GOLS ASSINALADOS: 200.
MÉDIA DE GOLS POR JOGO: 2,2.
MELHOR ATAQUE DO CAMPEONATO: Sobradinho, 40 gols a favor.
PIOR ATAQUE DO CAMPEONATO: Ceilândia, 12 gols a favor.
MELHOR DEFESA DO CAMPEONATO: Sobradinho, 14 gols contra.
PIOR DEFESA DO CAMPEONATO: Planaltina, 52 gols contra.
MELHOR SALDO DE GOLS: Sobradinho, com 26.
MAIOR NÚMERO DE VITÓRIAS: Sobradinho, com 14.
MENOR NÚMERO DE VITÓRIAS: Ceilândia e Planaltina, ambos com 3.
MENOR NÚMERO DE DERROTAS: Sobradinho, com 2.
MAIOR NÚMERO DE DERROTAS: Planaltina, com 13.
MELHOR ÍNDICE DE APROVEITAMENTO: Sobradinho, com 74,0%.
MAIORES GOLEADAS DO CAMPEONATO: 07.07.1985, Sobradinho 10 x 0 Planaltina e 03.11.1985, Gama 8 x 0 Planaltina
JOGO COM MAIOR NÚMERO DE GOLS MARCADOS: 07.07.1985, Sobradinho 10 x 0 Planaltina.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

COMISSÕES TÉCNICAS DOS CLUBES PARTICIPANTES DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 2014



 
ATLÉTICO CEILANDENSE
 
SUPERVISOR: Ueverson Barbosa de Souza
TÉCNICO: Marcos Augusto Alves Sena, Alex de Oliveira Freitas e Silvio de Jesus Silva
AUXILIAR TÉCNICO: Wilson Moreira Lopes
PREPARADOR FÍSICO: Robson Luís Ribeiro e Márcio Wagner Alves da Silva
MÉDICO: Lorene Laiane Ferreira e Geraldo Piloto Maciel
FISIOTERAPEUTA: Carlos Magno Maciel Paiva e Victor Martins Aquiles Escobar
MASSAGISTA: Francisco das Chagas Vieira Costa e Damião dos Santos Vieira


BRASÍLIA
 
DIRETOR: Régis Carvalho
TÉCNICO: Marcos Alexandre de Souza Soares e Luís Carlos de Souza (Carioca)
AUXILIAR TÉCNICO: Marcos Aurélio Alves da Silva "Marquinhos Carioca"
PREPARADOR FÍSICO: Ernesto Matias
FISIOTERAPEUTA: Carlos Magno, Maurício Ardille e Igor Romariz
MASSAGISTA: Júlio César
 
BRASILIENSE
 
SUPERVISOR: Jairo Araújo e Paulo Henrique Lorenzo
TÉCNICO: Reinaldo Gueldini, João Carlos da Silva Bento "Cavalo" e Marcos Alexandre de Souza Soares
AUXILIAR TÉCNICO: Marcos Antônio da Silva e Gabriel Magalhães
PREPARADOR FÍSICO: Divino Ferreira, Antônio Carlos de Lima e Arthur Maykon de Souza
MÉDICO: Rogério Agnello, José Humberto Borges e Gustavo Orrico
MASSAGISTA: Marcos Antônio Martins
 
CAPITAL
 
DIRETOR: Juliano Guerra de Miranda
TÉCNICO: Alex de Oliveira Freitas e José Lopes de Oliveira (Risada)
AUXILIAR TÉCNICO: Leonardo Roquete, Alexandre Clemente de Matos e Juliano Guerra de Miranda
PREPARADOR FÍSICO: Márcio Seabra Pereira Lima e Pedro Hugo Barros
FISIOTERAPEUTA: Rafael Junior Siqueira da Cruz
 
CEILÂNDIA
 
SUPERVISOR: Nadir Lacerda
TÉCNICO: Adelson de Almeida
AUXILIAR TÉCNICO: Jhon Kleber Bernardo de Araújo
PREPARADOR FÍSICO: Carlos Alberto Bedin (Gamarra)
MÉDICO: Marcos Honorato, Jonathan Sampaio de Oliveira, Antenor Vieira Junior e André Vieira Silva
FISIOTERAPEUTA: Paulo Henrique da S. Lucas
MASSAGISTA: Carlos Oliveira Alves
 
BOSQUE FORMOSA
 
DIRETOR: Heli Carlos Natal de Oliveira
TÉCNICO: Junior Celestino Lourenço e Auecione Alves da Silva
PREPARADOR FÍSICO: Guilherme Gomes Coelho
MASSAGISTA: Marcos Ribeiro da Silva
 
GAMA
 
TÉCNICO: Eduardo Allax Scherpel
AUXILIAR TÉCNICO: Leandro Souza Silva e Leonardo Muzzi da Silva
PREPARADOR FÍSICO: Thiago Nunes Nunes
MÉDICO: Walter Rios Zambrana
MASSOTERAPEUTA: Alessandro Silva
 
LEGIÃO
 
SUPERVISOR: Luiz Oliveira Saraiva
TÉCNICO: Francisco Ubiraci Rodrigues "Bira" de Oliveira e Robson Garcia Leal (Marinho)
AUXILIAR TÉCNICO: Robson Garcia Leal (Marinho) e Leandro da Silva Ferreira
MASSAGISTA: Elias Lucas (Black)
 
LUZIÂNIA
 
DIRETOR: Rodrigo de Freitas Lima
SUPERVISOR: Silvio dos Santos Cezar
TÉCNICO: Ricardo Antônio de Souza Silva e Carlos Roberto da Costa (Carlão)
AUXILIAR TÉCNICO: Evilásio de Almeida Peba
PREPARADOR FÍSICO: Gabriel das Chagas Moisés
MÉDICO: Inácio Haroldo Abadia
FISIOTERAPEUTA: Ygor Meireles Roriz
MASSOTERAPEUTA: Flávio Alexandre Arruda
MASSAGISTA: Raimundo José Aniceto
 
SANTA MARIA
 
DIRETOR: Ari Vieira
SUPERVISOR: Carlos Félix e Silva
TÉCNICO: Antônio Sérgio Gonzaga de Jesus "Sérgio Passarinho"
PREPARADOR FÍSICO: Lúcio Trevisan Batista
MÉDICO: Fabiano Dutra e Mário Humberto Zambon
MASSAGISTA: Aziel da Silva Aguiar (Gigante)
 
SOBRADINHO
 
SUPERVISOR: Fernando Silva
TÉCNICO: João Carlos da Silva Bento "Cavalo" e Humberto J. Guimarães de Matos
AUXILIAR TÉCNICO: Antônio Carlos de Lima e Élio Martins Costa
PREPARADOR FÍSICO: Fernando Julião Darcilio
MÉDICO: William Roberto Pereira
FISIOTERAPEUTA: Cid Fernandes Félix
MASSOTERAPEUTA: Bruno Cezário Lessa
 
UNAÍ/PARACATU
 
DIRETOR: Cleiton Aparecido da Silva Dias
TÉCNICO: Márcio Pereira Monteiro (Pereira) e Paulo Roberto Junges (Gauchinho)
PREPARADOR FÍSICO: Christian Botelho Ramos e Gustavo Marcos Rodrigues
MÉDICO: José Altino Silva
FISIOTERAPEUTA: Mateus Neiva Martins
MASSOTERAPEUTA: Jamir Teodoro de Freitas.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

O FUTEBOL DO DF NA PRIMEIRA TAÇA DE PRATA - 1980



A Taça de Prata, conquistada pelo Londrina

A Confederação Brasileira de Futebol - CBF passou a promover de forma regular a Taça de Prata ou Segunda Divisão ou Série B do Campeonato Brasileiro a partir de 1980. Antes, no começo dos anos 70, mais precisamente 1971 e 1972, aconteceram duas edições de competições semelhantes a uma Segunda Divisão, cujos campeões (Villa Nova e Campinense, respectivamente) não subiram para a Primeira Divisão.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

JOGOS INUSITADOS: UM JOGO SEM NENHUM PAGANTE!




O jogo era válido pela segunda semifinal do torneio de consolação do segundo turno do Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão de 2012, a Taça “Sócrates”, uma competição dedicada aos terceiros e quartos colocados de cada grupo.
No dia 3 de maio de 2012 o Atlético Ceilandense receberia, no Serejão, o Luziânia.
Dentro de campo, nada de anormal: mesmo com um time formado por reservas, o Luziânia venceu o Atlético Ceilandense, por 3 x 1. O inusitado do jogo aconteceria fora do gramado, mais precisamente nas arquibancadas. A elas não compareceu um só torcedor para conferir o jogo. Isso mesmo! Não tivemos nenhum pagante no jogo.
Pode ser conferido no borderô disponível no site da Federação Brasiliense de Futebol que esse jogo deu o prejuízo de R$ 1.500,00, equivalente a despesa “Remuneração da Arbitragem e dos Auxiliares”.
A súmula desse jogo foi a seguinte:

ATLÉTICO CEILANDENSE 1 x 3 LUZIÂNIA
Data: 03.05.2012
Local: Abadião
Árbitro: Jucilê Pires
Renda: R$ 0,00
Público: 0 pagante
Gols: Esquerdinha, 46; Romarinho, 80; Leto, 84 e Jânio, 88
ATLÉTICO CEILANDENSE: Rogério, Wanderson, Adriano Cacareco, Maike e Vavá (Léo Gabiru); Bétson, Jefferson, Diego e Leto; Kako (Vinícius) e André Brito (Lesson). Técnico: Marcos Sena.
LUZIÂNIA: Juninho, Betinho (Romarinho), Rafael, Luizão e Niedson; Douglas, Iron, Rodrigo e Allan; Esquerdinha e Pedro Roriz (Pedro Henrique) (Jânio). Técnico: João Carlos Cavalo.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

O QUE ACONTECEU HÁ 50 ANOS (01 a 30.09.1964)

 
 
 
06.09.1964
 
 


O River, de Teresina (PI), hexacampeão piauiense, realizou seu primeiro amistoso em gramados brasilienses. E a estreia não foi das melhores, sendo goleado pelo Defelê.