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domingo, 28 de abril de 2013

SEMIFINAIS DO 2º TURNO DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 2013


BRASILIENSE 0 x 0 CEILANDENSE
Data: 27 de abril de 2013
Local: Boca do Jacaré, Taguatinga (DF)
Árbitro: Sávio Sampaio
Público: 1.216 pagantes
Renda: R$ 3.748,00
BRASILIENSE: Welder, Thiago Crispim (Bocão), Fábio Braz, Luan e Jefferson; Baiano, Júlio Bastos, Lucas e Peninha (Luiz Augusto); Rodrigo Tiuí (Romarinho) e Washington. Técnico: Márcio Fernandes.
CEILANDENSE: Édson, Maxwell, Wallace, Evair e Messias; Yan (Piva), Heriton, Esquerdinha e Igor Souza (Jackson); Ismaile (Lucas) e Amauri. Técnico: Luciano Reis.

CEILÂNDIA 0 x 0 SOBRADINHO
Data: 28 de abril de 2013
Local: Abadião, Ceilândia (DF)
Árbitro: Wales Martins
Público: 880 pagantes
Renda: R$ 7.450,00
Expulsão: Zé Carlos, do Sobradinho.
CEILÂNDIA: Edinho, Dudu, André Nunes, Badhuga e Marcelo Costa; Didão, Cleber, Klécio (Daniel) e Rosembrick (Gustavo); Cassius e Dimba (Alisson). Técnico: Adelson de Almeida.
SOBRADINHO: Donizeti, Patrick (Ronaldo), Cauê, Alysson e Zé Carlos; Ramon (Edicarlos), Hildo (Fernando), Túlio e Mário Lúcio; Etinho e Laécio. Técnico: João Carlos Cavalo

Obs.:
Com estes resultados, Brasiliense e Ceilândia se qualificaram para disputarem a final do 2º turno, em dois jogos.

sábado, 27 de abril de 2013

PERSONAGENS & PERSONALIDADES: Augustinho Lima



O estádio de futebol da cidade-satélite de Sobradinho tem o nome de Augustinho Lima em homenagem ao jornalista Augustinho Pires de Lima, que faleceu em 25 de setembro de 1976, aos 23 anos, vítima de acidente automobilístico (seu carro entrou debaixo de um caminhão na estrada de Sobradinho, às 6 horas e trinta minutos daquele dia).
No dia do seu enterro, recebeu homenagens do Diário de Brasília, onde trabalhava, da Secretaria de Serviços Sociais e da Coordenação de Comunicação Social do Governo do Distrito Federal, da Associação Brasiliense de Cronistas Desportivos, da Associação Recreativa Unidos do Cruzeiro, do programa radiofônico Rota do Esporte e do Departamento de Árbitros da Federação Metropolitana de Futebol.
Em 1973, Augustinho Lima trabalhava em um escritório de contabilidade e havia passado no vestibular do CEUB para Jornalismo.
Não demorou para trabalhar na Sucursal do Diário de Brasília em Sobradinho e, em menos de seis meses, já estava na redação desse jornal, trabalhando na Editoria de Cidade.
Aproveitando-se dos cobras do jornalismo que o rodeava, Augustinho Lima meteu-se no esporte e fez cobertura em várias áreas do Governo do Distrito Federal.
Por ser um profissional correto, recebeu um convite do secretário Marival Tapioca para trabalhar como Assessor de Imprensa da Secretaria de Serviços Sociais. Mesmo assim, não largou o jornalismo de redação.
Foi um apaixonado por jornais e, mesmo depois do fechamento das páginas ele ficava conversando, discutindo o noticiário.
Além de bom jornalista, ele tinha muito de humano. Sabia fazer amizades com facilidade. Por isso ficou conhecido logo nos meios jornalísticos de Brasília, nas redações de rádios, nos jornais, ou nos campos de futebol, todo mundo conhecia Augustinho Lima.
No início de 1976 recebeu o diploma do CEUB. Havia se formado em Jornalismo, embora já tivesse bastante experiência conseguida através de muito esforço e dedicação à profissão que soube abraçar.
Era torcedor do Vasco da Gama, do Rio de Janeiro.

Fonte: Depoimento dado por Francisco Maia ao Jornal de Brasília em 26 de setembro de 1976.

Nota:
Numa prova de reconhecimento ao trabalho e ao incentivo que era dado aos desportos na Capital Federal pelo jornalista Augustinho Lima, a Fundação Educacional do Distrito Federal, através de sua Direção de Educação Física e Desportos, resolveu dar o nome de Augustinho Pires de Lima ao troféu de campeão geral dos XVI Jogos Estudantis do Distrito Federal, disputado em 1976, bem como determinou que em todas as partidas dessa competição fosse guardado um minuto de silêncio em sua homenagem.


quarta-feira, 24 de abril de 2013

5ª RODADA DO 2º TURNO DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 2013


CEILÂNDIA 2 x 0 CEILANDENSE
Data: 20 de abril de 2013
Local: Estádio Regional de Ceilândia, Ceilândia (DF)
Árbitro: Rodrigo Raposo
Público: 241 pagantes
Renda: R$ 2.410,00
Gols: Cassius, 10 e Dimba, 74
CEILÂNDIA: Edinho, Dudu, Badhuga, André Nunes e Rodriguinho; Didão, Cleber, Klécio e Rosembrick (Gustavo); Dimba (William Saroá) e Cassius (Marcelo Costa). Técnico: Adelson de Almeida.
CEILANDENSE: Edson, Maxwell, Wallace, Evair e João Marcos; Yan, Esquerdinha, Heriton e Igor Souza; Ismaile (Renato) e Lucas (Jackson). Técnico: Luciano Reis.

CAPITAL 0 x 1 BRASÍLIA
Data: 20 de abril de 2013
Local: CAVE, Guará (DF)
Árbitro: Vanderlei Soares.
Público: 85 pagantes
Renda: R$ 1.020,00
Gol: Matozinho, 92
CAPITAL: Raphael, Renato, Márcio Costa, Flávio Zumba (Arthur) e Rafinha; Marcel, Rafael Toledo, Fernando Veiga (Jefinho) e Tartá; Formiga e Léo Borges (Matheus). Técnico: Cléber Lima.
BRASÍLIA: Marcão, Bruno Paraíba, Felipe, Miltão e Breno; Pedro Ayub, Marciel (Matozinho), Fábio (Paulinho) e Daniel (Vitinha); Giba e Luquinhas. Técnico: Gauchinho.

BRAZLÂNDIA 0 x 1 GAMA
Data: 20 de abril de 2013
Local: Chapadinha, Brazlândia (DF)
Árbitro: Nivaldo Nunes
Público: 289 pagantes
Renda: R$ 1.309,00
Expulsões: Thiago Martins (Brazlândia) e Washington (Gama).
Gol:  Nen, 83
BRAZLÂNDIA: Márcio, David, Piu (Bruno Lima), Santiago e Rogério (Thiago Martins); Bigu, Pão de Queijo, Mancini e Fabrício; Mário Zan e Bocão (Lucão). Técnico: Ricaom Ruthes.
GAMA: Max, Fagner, Nen, Alex Barcellos e Vitinho (Washington); Juninho, Diego Góes, Pablo (Hércules) e Alanzinho; Gilmar Herê e Aloísio Chulapa (Léo). Técnico: Reinaldo Gueldini.

UNAÍ 1 x 0 LEGIÃO
Data: 20 de abril de 2013
Local: Urban
o Adjuto, Unaí (MG)
Árbitro:
José Neto
Público: não divulgado
Renda: não divulgada
Gol: Sandro Goiano, 54
UNAÍ: Tiago, Filhão, Binha, Gilvan e Romarinho; Pedrinho, Rochinha, Alemão (Sabino) e Luan; Renatinho (Ânderson) e Sandro Goiano (Wallise). Técnico: Cleiton Mineiro.
LEGIÃO: Amauri, Bruninho, Rafael, Cristiano e Bocão; PH, Jocelmo (PC), Emerson (Thiago Catarinense) e Julen; Thiago (Juninho) e Rodrigo Melo. Técnico: Rol Faúla

SOBRADINHO 5 x 1 BOTAFOGO
Data: 20 de abril de 2012
Local:
Augustinho Lima, Sobradinho (DF)
Árbitro:
Alan Simei
Público: não divulgado
Renda: não divulgada
Gols: Batata, 4; Hildo, 9 e 25; Laécio, 64, 72 e Hildo, 83
SOBRADINHO: Donizeti, Ronaldo, Cauê, Allyson e Ramon (Fagner); Jefferson Sandes, Jean, Hildo e Laécio; Felipe Cirne (Vandinho) e Etinho (Edicarlos). Técnico: João Carlos Cavalo.
BOTAFOGO: Roberto, Bruno, Rodrigo Mello, Heitor (Lourant) e Van; Alvim, Mateus (Romarinho), Juninho (Mauricinho) e Betinho; Quarentinha e Batata. Técnico: Wilson Moreira.

LUZIÂNIA 0 x 1 BRASILIENSE
Data: 21 de abril de 2013.
Local: Estádio Regional de Ceilândia, Ceilândia (DF)
Árbitro: Jardel Cassimiro
Público: não divulgado
Renda: não divulgada
Gol: Rodrigo Tiuí, 57
LUZIÂNIA: Sucuri, Clayton, Perivaldo, Galego e Glauber; Zé Ricarte, Renan, David e Rodrigo Alves (Têty); Tiago Ferreira e Matias. Técnico: Marquinhos Bahia.
BRASILIENSE: Welder, Thiago Crispim (Bocão), Fábio Braz, Luan e Jefferson; Baiano, Júlio Bastos, Peninha (Luís Augusto) e Lucas; Rodrigo Tiuí (Everton) e Washington. Técnico: Márcio Fernandes.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

O BOTAFOGO TRÊS VEZES EM BRASÍLIA

 
 
É do conhecimento de todos que o Botafogo sempre teve uma grande torcida em Brasília. Além disso, nos anos 70 contava com uma torcida especial, os membros da família Peres, donos do Ceub (na época único clube profissional de Brasília) e, sempre que surgia uma oportunidade faziam um convite para que o alvinegro carioca se apresentasse em Brasília.
No ano de 1975, isso aconteceu em três oportunidades.
O primeiro jogo aconteceu no dia 24 de abril de 1975, no estádio do Centro Desportivo Presidente Médici (atual Mané Garrincha).
No primeiro tempo, o Ceub começou jogando sem se preocupar com a categoria do Botafogo e procurando agredir seu adversário justamente pelo setor onde estava o jogador de maior cartaz. Procurou jogar em cima de Marinho Chagas, onde Julinho e Marco Antônio conseguiram boas jogadas, sempre explorando os avanços do lateral-esquerdo.
Entretanto, as boas jogadas conseguidas pela direita deram ao Ceub um excesso de confiança em suas qualidades técnicas e o time passou a insistir nos dribles improdutivos. Mesmo assim, o time se igualava ao Botafogo. A experiência do time carioca conseguiu parar o entusiasmo dos jovens jogadores do Ceub e no ataque Fischer começava a mostrar um futebol objetivo, técnico e agressivo.
Mas o gol do Botafogo não saiu de nenhuma das boas jogadas de Fischer ou Cremilson, mas de uma confusão dentro da área do Ceub, em que Fischer se aproveitou do físico para ganhar de Pedro Pradera e Cláudio Oliveira e tocou para dentro do gol.
O Ceub não esperava o gol e se desarrumou em campo, passando a ser dominado no seu próprio campo. Só tentou o empate em jogadas isoladas e individuais.
No segundo tempo, o time do Ceub voltou diferente. Mais organizado, fechado na defesa, mas procurando o gol de empate. O Botafogo sentiu que o adversário estava melhor e jogando em conjunto. O time treinado por Zagalo recuou para garantir a vitória e isto facilitou as coisas para o Ceub, que voltou a dominar o jogo. Artur, que estreava no Botafogo, mostrava grande preocupação com a presença de Marco Antônio e começou a fazer seguidas faltas. Em uma delas, Xisté bateu com felicidade, de curva e empatou, mas também contou com a colaboração de Ubirajara Alcântara, que havia entrado no lugar de Wendell.
O Ceub não estava satisfeito com o empate e procurou o ataque, a vitória, mas de forma desorganizada.
E, numa boa descida do ataque alvinegro, Fischer foi lançado na esquerda, passou como quis por Pedro Pradera e quase sem ângulo chutou para o gol. Déo caiu tarde e a bola passou debaixo de seu corpo. Era o segundo gol do Botafogo.
Fischer continuava caindo pela esquerda e, numa quase repetição da jogada do segundo gol, provocou pânico na defesa do Ceub. Ademir Vicente, no rebote, chutou forte para marcar o terceiro gol do Botafogo.
O último gol do alvinegro carioca, a três minutos do final, foi outra jogada de Fischer, que deixou Puruca sozinho para marcar.
O Botafogo jogou com Wendell (Ubirajara Alcântara), Miranda, Mauro Cruz, Artur e Marinho Chagas; Carlos Roberto, Ademir Vicente e Dirceu; Cremilson, Fischer e Nilson Dias (Puruca). Técnico: Zagalo.
O Ceub com Déo, Fernandinho, Pedro Pradera, Cláudio Oliveira e Nenê; Alencar, Moreirinha e Xisté; Julinho, Marco Antônio e Ivanir. Técnico: João Avelino.
O árbitro do jogo foi Cacírio Marinho, com boa atuação, e a renda , apenas parcial, chegou aos Cr$ 90 mil.
Menos de dois meses depois desse jogo, em 21 de junho de 1975 aconteceu o segundo, novamente no Estádio Presidente Médici.
O primeiro tempo foi bastante monótono. Somente aos 17 minutos foi que surgiu o primeiro lance emocionante da partida. Ivanir recebeu um lançamento de Alencar, na altura da entrada da área, encobriu Osmar e chutou forte para Ubirajara Alcântara defender de soco. Aos 31, Ézio bateu uma falta, a bola passou pela defesa e Nilson Dias perdeu a chance de abrir o marcador.
A seguir, o Ceub perdeu três chances de marcar seu primeiro gol, através de Ivanir, Alencar e Péricles. O de Alencar foi o mais lamentado. Julinho venceu Valtencir, chutou e Ubirajara Alcântara não conseguiu segurar. No rebote, com o gol vazio, Alencar chutou para fora.
Veio o segundo tempo e uma mudança tática de Zagalo alterou todo o jogo. Vendo que em todo primeiro tempo o lateral-esquerdo Nenê tinha campo livre para atacar, colocou Nilson Dias por aquele setor e por ali o Botafogo passou a levar mais perigo ao gol do Ceub.
A apatia do primeiro tempo foi deixada de lado e o time carioca partiu para cima do Ceub decidido a vencer. E já tendo o domínio do jogo, aos 12 minutos Puruca tabelou com Nilson Dias na entrada da área e o artilheiro botafoguense chutou sem defesa para Paulo Vitor.
O mesmo Nilson Dias voltou a marcar aos 16 minutos, depois de Cremilson driblar a Cláudio Oliveira e entregar na medida para o chute.
Puruca encerrou o marcador aos 22 minutos, quando Cláudio Oliveira perdeu uma bola que era mais dele que do atacante adversário. O zagueiro escorregou e Puruca pegou a sobra e marcou.
O Ceub se apresentou com Paulo Vitor, Renê, Emerson, Cláudio Oliveira (Nonoca) e Nenê; Alencar, Moreirinha e Péricles; Julinho (Rogério Bay), Ivanir e Xisté (Robério Bay). Técnico: João Avelino.
Obs.: Rogério e Robério são irmãos gêmeos.
O Botafogo jogou com Ubirajara Alcântara, Miranda (Mauro Cruz), Chiquinho, Osmar e Valtencir; Carbone e Ademir Vicente; Cremilson, Puruca, Nilson Dias e Ézio (Marco Aurélio). Marinho Chagas e Fischer, contundidos, e Carlos Roberto e Dirceu convocados para a Seleção Carioca, não puderam jogar.
O árbitro foi Cid Marival Fonseca e a renda alcançou Cr$ 70.000,00 (aproximadamente).
O terceiro e último jogo de 1975 foi realizado no dia 18 de outubro, no Presidente Médici, e terminou 0 x 0.
O jogo mostrou Ceub e Botafogo completamente apáticos, desinteressados pelas ações ofensivas. No Botafogo, nem seu artilheiro Nilson Dias conseguia chegar à área do Ceub.
A única chance de gol do Botafogo foi no segundo tempo, quando Nilson Dias deu um excelente passe para Fischer, que dominou Renê e em boa posição para o arremate, colocou por cima do arco de Jair Bragança.
Quanto ao Ceub, a melhor jogada de gol foi um chute de Julinho e que Wendell defendeu, além de uma bola que o goleiro se complicou e Marco Aurélio quase fez gol contra.
A renda da partida foi de Cr$ 45.000,00, com a arbitragem de Édson Rezende e os dois times jogaram assim: Ceub – Jair Bragança, Renê, John Paul, Emerson (Adalberto) e Nenê; Alencar, Moreirinha e Péricles; Junior Brasília, Marco Antônio e Julinho. Técnico: Raimundinho. Botafogo – Wendell, Miranda, Artur, Cedenir e Marinho Chagas; Carlos Roberto, Carbone (Marco Aurélio) e Ademir Vicente; Nilson Dias, Fischer e Dirceu. Técnico: Zagalo.
Nota: Estava em disputa o Troféu Imprensa, que seria entregue ao vencedor do jogo. Como terminou empatado, a decisão seria nos pênaltis. Ao final do jogo as duas equipes foram para os vestiários e não houve a cobrança de penalidades. O troféu foi para a sede da Federação Metropolitana de Futebol.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

4ª RODADA DO 2º TURNO DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 2013


BOTAFOGO 2 x 2 LEGIÃO
Data: 13 de abril de 2013
Local: Boca do Jacaré, Taguatinga (DF)
Árbitro: Welison Dias
Público: 169 pagantes
Renda: R$ 790,00
Gols: Quarentinha, 21; Julen, 34; Emerson, 48 e Quarentinha, 62
BOTAFOGO: Roberto, Diego, Rodrigo Mello, Van e Maurício; Guel, Mateus, Juninho (Betinho) e Boré (Alvim); Quarentinha e David Pezão (Yan). Técnico: Wilson Moreira.
LEGIÃO: Amauri, Bruninho, Rafael, Mauro e Bocão; Jocelmo, Glaubert, PH e Rodrigo Mello (Juninho); Emerson (Thiago) e Julen. Técnico: Rol Faúla.

ATLÉTICO CEILANDENSE 1 x 0 CAPITAL
Data: 13 de abril de 2013
Local: Estádio Regional de Ceilândia, Ceilândia (DF)
Árbitro: Rodrigo Raposo
Público: 200 pagantes
Renda: R$ 850,00
Gol: Ismaile, 67
ATLÉTICO CEILANDENSE: Edson, Maxwell, Wallace, Evair e Messias; Yan, Heriton, Esquerdinha e Igor Souza (Mailon); Amauri (Ismaile) e Piva (Luan). Técnico: Luciano Reis.
CAPITAL: Rafael, Renatinho, Márcio Costa, Zumba e Rafinha; Marcel (Jefinho), Rafael Toledo, Rochinha (Rodrigo Félix) e Fernando Veiga (Matheus); Formiga e Léo Borges. Técnico: Cléber Guedes.

BRASILIENSE 1 x 0 UNAÍ
Data: 14 de abril de 2013
Local: Boca do Jacaré, Taguatinga (DF)

Árbitro: Ademário Neves
Público: 922 pagantes
Renda: R$ 2.058,00
Gol: Gilvan, 66
BRASILIENSE: Welder, Bocão (Lucas), Fábio Braz, Luan e Jefferson; Júlio Bastos, Baiano e Peninha; Rodrigo Tiuí (Iranildo), Washington e Romarinho (Gilvan). Técnico: Márcio Fernandes.
UNAÍ: Thiago Rocha, Filhão, Binha, Gilvan e Romarinho; Pedrinho (Galego), Luan, Rochinha e Alemão (Anderson); Sandro Goiano e Renatinho (Sabino).
Técnico: Clayton Mineiro.

LUZIÂNIA 1 x 2 SOBRADINHO
Data: 14 de abril de 2013
Local: Serra do Lago, Luziânia (GO)
Árbitro: Almir Camargo
Público: 480 pagantes
Renda: R$ 3.000,00
Gols: Zé Carlos, 29; Matias, 69 e Túlio (pênalti), 88
LUZIÂNIA: Edmar, Glauber, Clayton, Galego e Tiago Piai; Zé Ricarte, Bruno Medeiros, Thiago Ferreira (Samuel) e Victor Santana (Rodrigo Alves); Têty (Thiago Emílio) e Matias. Técnico: Marquinhos Bahia.
SOBRADINHO: Donizeti, Patrick (Ronaldo), Cauê, Alysson e Zé Carlos; Ramon (Jean), Túlio, Mário Lúcio e Fagner (Thiago Fernandes); Etinho e Laécio. Técnico: João Carlos Cavalo.

GAMA 0 x 2 BRASÍLIA

Data: 14 de abril de 2013
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Vanderlei Soares
Público: 2.427 pagantes
Renda: R$ 22.660,00
Gols: Luquinhas, 68 e Breno, 77
GAMA: Max, Fagner, Nen, Alex Barcellos e Kabrine; Juninho Goiano, Diego Góes, Allann Delon (Moisés) e Allanzinho; Aloísio Chulapa (Washington) e Gilmar Herê (Samuel Lopes). Técnico: Reinaldo Gueldini.
BRASÍLIA: Marcão, Bruno Paraíba, Felipe, Miltão e Breno; Pedro Ayub, Marciel, Valdeir (Fábio) e Daniel; Nilton Goiano (Paulinho) e Luquinhas (Vitinha). Técnico: Gauchinho.

CEILÂNDIA 3 x 0 BRAZLÂNDIA
Data: 15 de abril de 2013
Local: Estádio Regional de Ceilândia, Ceilândia (DF)
Árbitro: Rogério Bueno
Público: 135 pagantes
Renda: R$ 1.350,00
Gols: Rosembrick, 33; Clécio, 48 e Badhuga, 74
CEILÂNDIA: Edinho, Dudu, André Nunes, Márcio Costa e Badhuga; Cléber, Clécio, Elvis (Gustavo) e Rosembrick (Didão); Cassius (Anjinho) e Dimba. Técnico: Adelson de Almeida.
BRAZLÂNDIA: Márcio Fernandes, David, Piu, Vavá (Fabrício) e Rogério; Pão de Queijo, Bigu, Bruno e Maicon (Thiago Martins); Mário Zan (Gago) e Bocão. Técnico: Ricaom Ruthes.

terça-feira, 16 de abril de 2013

CLUBES DE BRASÍLIA: NACIONAL


O Central Clube Nacional de Brasília assim denominado em homenagem à Companhia Construtora Nacional S. A. (empresa que construiu a Câmara dos Deputados e o Senado Federal), em cujo seio nasceu a inspiração de sua fundação, foi organizado em 26 de julho de 1958, em Brasília (DF).
Seu principal uniforme era camisa branca com faixa transversal verde, calção branco e meias brancas. Também usava camisa toda verde e calções brancos e meias verdes.
O Nacional foi um dos clubes fundadores, em 16 de março de 1959, da Federação Desportiva de Brasília. Nessa reunião foi representado por Edmundo Prado e Gabriel da Costa Filho.
Sobre este último, todos que o conheceram diziam que nas páginas da história do futebol de Brasília deveria figurar obrigatoriamente seu nome. Desde o advento da Nova Capital, Gabriel da Costa Filho sempre trabalhou intensa e proficuamente pelo esporte candango. No Nacional todos o conheciam apenas e simplesmente como Sr. Costa. O Sr. Costa viria a falecer pouco tempo depois, em 3 de novembro de 1961.
A partir de 31 de maio de 1959, o Nacional passou a participar do primeiro campeonato de futebol, promovido pela nova Federação, antes mesmo da inauguração de Brasília (que só aconteceria em 21 de abril de 1960). Os clubes foram divididos em Zona Sul e Zona Norte. O Nacional integrou a Zona Norte, com mais nove clubes. Com o decorrer dos jogos muitos clubes desistiram de continuar na competição. Foi o caso do Nacional, que se retirou bem antes do final das duas zonas.
Retornou no dia 8 de maio de 1960, em amistoso realizado no Israel Pinheiro, quando foi derrotado pelo poderoso Guará, por 3 x 2. Marcaram os gols do Nacional Moisés e Joãozinho.
A partir de 12 de junho de 1960, o Nacional tomou parte do Troféu “Israel Pinheiro” (por iniciativa do presidente da Construtora Ribeiro Ltda., Cesar Ribeiro), que foi disputado pelas companhias construtoras de Brasília.
Em sua estreia, aplicou 6 x 2 num time misto da Rabello.
Uma semana depois, 19 de junho, venceu a Pacheco Fernandes Dantas por 3 x 1, com dois gols de Negrinho e um de Zezito. Formou o Nacional com Russo, Silva e Coelho; Sabará, Lourinho e Sá; Dario, Negrinho, Zezito, Negrão e Joãozinho.
Com esse resultado, classificou-se para enfrentar, na final, o time da ECRA, no dia 26 de junho de 1960. O placar final (Nacional 2 x 1 ECRA), deu o título ao Nacional. Os gols do Nacional foram marcados por Sabará e Zezito. Sabará foi o melhor jogador em campo, desequilibrando a partida em favor do Nacional. O técnico do Nacional era Gabriel Costa Filho. O General Luís Toledo era presidente da Companhia Construtora Nacional e presidente de honra do clube.
Uma semana depois, passou a participar do Troféu “Danton Jobim”, em homenagem ao DC-Brasília e aos jornalistas brasileiros. Os jogos seriam nos dias 3, 10 e 17 de julho de 1960.
O Nacional fez parte da Chave B, junto com a ENACO, Expansão e Rabello.
No primeiro jogo, nova vitória sobre o Rabello, por 2 x 1. No dia 10 de julho, foi derrotado pela ENACO (3 x 1) e no dia 17 empatou com o Expansão (3 x 3). Não conseguiu classificar-se para a fase final do torneio.
Para manter-se em atividade, passou a disputar amistosos. Num deles, em 28 de agosto de 1960, venceu o Pederneiras, por 2 x 1.
Esse mesmo Pederneiras viria a desclassificar o Nacional do Torneio Início, realizado no dia 4 de setembro de 1960. O Torneio Início reuniu 16 equipes. No sexto jogo do dia, o Pederneiras marcou 2 x 0 sobre o Nacional.
Em virtude do elevado número de clubes inscritos (16), a Federação Desportiva de Brasília resolveu fazer um torneio em turno único para determinar as oito equipes que disputariam o campeonato da Primeira Divisão e as oito que comporiam a Segunda.
Os 16 clubes foram divididos em 4 grupos. Os clubes com campos em condições de jogo foram cabeças-de-chave. O Nacional fez parte do Grupo D (com jogos no campo do Rabello), juntamente com Alvorada, Rabello e Real.
Seriam consideradas automaticamente pertencentes à Primeira Divisão as equipes que se classificassem em 1º e 2º lugares das séries. Os que se classificarem em terceiros e quartos seriam considerados da Segunda Divisão.
Estreou no dia 18 de setembro de 1960, contra o dono da casa, o Rabello. Resultado final: 0 x 0.
Na segunda rodada, no dia 25 de setembro de 1960, venceu o Alvorada por 1 x 0, gol de Valmir, cobrando pênalti.
Na terceira e última rodada do torneio classificatório, realizada no dia 9 de outubro de 1960, tomou um susto: perdeu para o Real, por 2 x 1. A sorte é que o adversário tinha um saldo de gols pior que o seu e não conseguiu classificação. Ambos terminaram com três pontos ganhos. Esse resultado garantiu o Nacional na Primeira Divisão do Campeonato Brasiliense de 1960.
A estreia no campeonato aconteceu no dia 27 de novembro de 1960, no campo do Planalto. Empatou em 3 x 3 com o dono da casa. Os gols do Nacional foram marcados nessa ordem: Zezito (no 1º tempo) e Zezito e Fuso, no 2º.
Depois vieram cinco derrotas seguidas, quatro delas por goleada, e uma vitória de 5 x 1 sobre o Pederneiras, resultados que deram o sétimo e penúltimo lugar ao Nacional. Foram sete jogos, com uma vitória, um empate e cinco derrotas. Marcou 13 gols e sofreu 26.
Alguns jogadores que defenderam o Nacional nesse campeonato foram: Goleiros: Roberto e Gato; Defensores: Jaime, Ernâni, Aldovandro, Chesman, Orlando, Walmir e Saldanha; Atacantes: Jair, Fuso, Negrão, Gilson, Zezito, Joãozinho e Tarcísio.
O artilheiro do Nacional no campeonato foi Zezito, com 4 gols.
Em 23 de fevereiro de 1961, o ex-jogador do Botafogo e da Seleção Brasileira, Juvenal (Juvenal Francisco Dias) assinou contrato como técnico do Nacional.
O Nacional sagrou-se campeão do Torneio Início, disputado no dia 9 de julho de 1961, no Estádio “Israel Pinheiro”, do Guará. O torneio teve oito participantes.
Para chegar ao título, venceu o Alvorada e Defelê, nos pênaltis e, na decisão do torneio, empatou, no tempo normal de jogo, com o Guará em 2 x 2. Na prorrogação, o Nacional venceu por 1 x 0 e ficou com o título de campeão.
Veio o Campeonato e o Nacional melhorou um pouco a sua participação, ficando na quinta posição, após essa campanha: 13 jogos, 5 vitórias, 3 empates e 5 derrotas; 14 gols a favor e 15 contra; total de pontos ganhos: 13. Seu principal artilheiro, pelo segundo ano consecutivo, foi Zezito, com 7 gols.
No dia 1º de outubro de 1961, na derrota de 2 x 0 para o Guará, aconteceu a inauguração do Estádio Aristóteles Góes, do Nacional. Léo, do Guará, marcou o primeiro gol do novo estádio. Aristóteles Góes foi um dos diretores da Construtora Nacional, que muito fez pelo clube e pelos esportes de Brasília.
Nesse estádio, no dia 21 de janeiro de 1962 aconteceu uma promoção das mais elogiáveis e com o objetivo dos mais nobres: dois jogos amistosos em benefício das vítimas da catástrofe ocorrida em uma casa de espetáculos, o “Grand Circo Norte-Americano”, na cidade de Niterói (RJ), no dia 17 de dezembro de 1961. Na preliminar, o Nacional fez 4 x 0 na Seleção da Aeronáutica, com gols de Ferreira, no 1º tempo, e Beto, três vezes.
A primeira competição de 1962 foi o Torneio da Prefeitura do Distrito Federal, Taça "Embaixador Sette Câmara", disputada por seis clubes. O Nacional ficou em quarto lugar, à frente de Guanabara e Planalto. Nos cinco jogos que disputou, obteve apenas uma vitória, empatando dois jogos e perdendo outros dois.
Com jogos de 20 minutos de duração, com dois tempos de 10 minutos cada, foi realizado no dia 10 de junho de 1962 o Torneio Início, com os jogos disputados no Estádio “Ciro Machado do Espírito Santo”. No terceiro jogo, aconteceu empate em 0 x 0 entre Guanabara e Nacional (nos pênaltis, Guanabara 3 x 1).
O Campeonato da Primeira Divisão de 1962 dividiu-se em duas zonas: Norte e Sul. O Nacional fez parte da Zona Norte, juntamente com Rabello, Defelê, Guanabara e Alvorada.
Na classificação final, o Nacional ficou com a sexta posição, à frente de Presidência, Guanabara, Cruzeiro e Alvorada. Venceu seis jogos, empatou três e perdeu oito. Marcou 22 gols e sofreu 27.
Pelo terceiro ano consecutivo, Zezito foi o artilheiro do Nacional, desta vez com cinco gols.
Entre os juvenis, o Nacional foi o vice-campeão, dois pontos atrás do Cruzeiro, o campeão.
O Nacional passou a ter jogadores de destaque, fato comprovado pelas diversas enquetes realizadas pelos jornais de Brasília.
Na Seleção da Zona Norte escolhida pela crônica esportiva, três jogadores do Nacional faziam parte do onze ideal: Pamplona, Logodô e Zezito.
O DC-Brasília colocou entre os melhores do futebol brasiliense em 1962 os seguintes jogadores do Nacional: o lateral-direito Alberto, o lateral-esquerdo Ferreira, o médio-volante João, o centro-avante Zezito e o ponteiro-esquerdo Nivaldo.
Apesar de, mais uma vez, ter sido desclassificado de forma rápida do Torneio Início realizado em 12 de maio de 1963, no campo do Grêmio (derrota para o Alvorada, por 1 x 0), o Nacional conseguiu reunir bons jogadores em seu elenco para o campeonato de 1963.
Prova disso foi sua melhor colocação em campeonatos brasilienses, conseguida em 1963, quando chegou na segunda colocação, junto com o Rabello, com 23 pontos ganhos. O critério menor número de vitórias definiu sua colocação final em terceiro lugar. Nove equipes disputaram o campeonato.
Zezito ficou na terceira colocação entre os artilheiros, com 7 gols marcados.
Defenderam o Nacional: Goleiro - Chico; Defensores - Alberto, Elias, Eufrásio, Logodô, João, Valdir e Ferreira; Atacantes - Manoel, Nilson, Naelson, Toinho, Zezito, Zezão, Xixico, Martelo e Aldo.
No campeonato de juvenis, o Nacional ficou com o vice-campeonato, um ponto apenas atrás do campeão Rabello.
No ano de 1964 teve início a separação dos clubes nas categorias de amadores e de profissionais. O Nacional resolveu continuar disputando as competições oficiais entre os amadores.
No dia 10 de maio de 1964 aconteceu o Torneio Início da Primeira Divisão de Amadores, disputado no Estádio “Aristóteles Góes”, cujo troféu levou o nome de Taça “General Luiz de Toledo” (Presidente de Honra do Central Clube Nacional).
Disputaram o torneio Grêmio, Cruzeiro, Guanabara, Nacional, Pederneiras, Dínamo e Vila Matias.
Após vencer o Grêmio por 3 x 0 e o Dínamo, pelo mesmo marcador, na decisão do torneio, o Nacional ficou com o título de campeão do Torneio Início.
No dia 9 de junho de 1964, o Nacional disputou seu primeiro jogo interestadual, aproveitando-se de uma excursão que o Vila Nova, de Nova Lima (MG) fez a Brasília. Perdeu para o clube mineiro por 2 x 1. Zezito marcou o gol do Nacional, que formou com Chico, Alberto, Eufrásio, Logodô e Ferreira; João e Toninho; Edvaldo (Zinho), Genival, Zezito e Carlinhos.
No campeonato de 1964, faltou pouco para o Nacional conquistar seu primeiro título de campeão brasiliense. Ficou com a terceira colocação, um ponto atrás do campeão Guanabara e com os mesmos dezessete pontos ganhos do Dínamo, o vice-campeão. Perdeu no critério maior número de gols marcados. Nos doze jogos que disputou, venceu sete, empatou três e perdeu dois.
Finalmente Zezito foi artilheiro do campeonato, ao lado de Lula, do Guanabara, ambos com 8 gols.
Em 21 de julho de 1965 ocorreu eleição da nova diretoria do Central Clube Nacional, que ficou assim composta: Presidente - Américo Stival; Vice-Presidente - Vicente Valadares da Silva; 1º Secretário - Francisco Fabiano Portela; 2º Secretário - Olavo Silveira Medeiros; 1º Tesoureiro - Antônio Marques da Silva e 2º Tesoureiro - Sáudio Peixoto. A diretoria anterior, eleita em 15 de janeiro, foi destituída por uma Interventoria.
Neste ano de 1965, o Nacional não disputou o campeonato de amadores.
Voltou a disputar competições oficiais em 1966. No dia 26 de junho de 1966 o Torneio Início da Divisão de Amadores. No segundo jogo do dia, foi derrotado pelo Cruzeiro, por 2 x 1.
A partir de 10 de julho de 1966, o campeonato de clubes amadores, contra quatro adversários: Cruzeiro, Grêmio, Guanabara e Vila Matias. Os dois últimos foram campeão e vice-campeão, respectivamente. O Nacional ficou com a quarta posição.
Seu último jogo aconteceu em 24 de setembro de 1966, no Estádio Vasco Viana de Andrade, contra o Vila Matias. Desconhecemos o resultado.
Foi a última notícia que encontramos do Nacional. Com o final das obras da Construtora Nacional em Brasília e a consequente retirada de apoio ao clube, o Nacional foi desativado.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

GAMA x BRASÍLIA



No último domingo, Gama e Brasília escreveram mais um capítulo do clássico mais antigo do futebol do Distrito Federal.
No Estádio Bezerrão, pela quarta rodada da Taça Mané Garrincha (2º turno do campeonato brasiliense), o Brasília venceu por 2 x 0.
Por coincidência, ambos foram fundados no ano de 1975. O Brasília em junho e o Gama em novembro.
O jogo de domingo último colocou 18 títulos de campeão do DF em campo (dez do Gama: 1979, 1990, 1994, 1995, 1997, 1998, 1999, 2000, 2001 e 2003 e oito do Brasília: 1976, 1977, 1978, 1980, 1982, 1983, 1984 e 1987).
Este ano, o Brasília conquistou o primeiro turno e o Gama está tentando ficar com uma das vagas para as semifinais do segundo.
O Brasília não sabe o que é conquistar um título de campeão desde 1987. Já o Gama não sente o gostinho de dar uma volta olímpica desde 2003.
A primeira vez que Gama e Brasília se enfrentaram foi em 13 de março de 1976, em jogo válido pelo Torneio Imprensa. O Brasília venceu por 3 x 1.
Valendo pelo campeonato do DF, a primeira vez aconteceu em 11 de maio de 1976, pela sexta rodada do 1º turno, no Estádio Pelezão, na preliminar de Grêmio x Humaitá.
O Brasília voltou a vencer, desta vez por 4 x 1.
Arnóbio Passos foi o árbitro da partida e a renda da rodada dupla de Cr$ 25.860,00.
Os gols foram marcados nessa ordem: Ramalho, 15; Humberto, 20; Duda, 40; Humberto, 44 e Galego, 70
O Brasília venceu com Norberto Mão de Onça, Terezo, Jonas Foca, Luís Carlos e Odair; Renê, Rogério Bayer e Lindário; Ramalho, Humberto Banga e Duda (Mineirinho).
O Gama foi derrotado com Noel, Bill, Bastos (Santana), Manuel Silva e Rildo; Almir e Carlinhos; Galego, Roberto Soares, Carlos Roberto e Dequinha.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

3ª RODADA DO 2º TURNO DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 2013

 
LEGIÃO 2 x 1 LUZIÂNIA
Data: 6 de abril de 2013
Local: Augustinho Lima, Sobradinho (DF)
Árbitro: Alan Simei
Público: 18 pagantes
Renda: R$ 135,00
Gols: Perivaldo, 8; Emerson, 62 e 83
LEGIÃO: Amauri, Bruninho, Rafael (Cristiano), Mauro e Thiago; Jocelmo (Bocão), PH, Glaubert (Juninho) e Rodrigo Melo; Emerson e Julen. Técnico: Rol Faúla.
LUZIÂNIA: Dida, Glauber, Perivaldo, Galego e Gabriel; David, Bruno, Rodrigo Alves (Rafael Sciani) e Matias; Samuel (Pedro Emílio) e Têty (Thiago Ferreira). Técnico: Marquinhos Bahia.

BRASÍLIA 1 x 3 CEILÂNDIA
Data: 6 de abril de 2013
Local: Boca do Jacaré, Taguatinga (DF)
Árbitro: Rafael Diniz
Público: 157 pagantes
Renda: R$ 570,00
Expulsões: Danilo e Giba
Gols: Dimba, 16; Giba, 37; Dimba, 53 e Rodriguinho, 70.
BRASÍLIA: Marcão, Bruno Paraíba, Felipe, Danilo Mendes e Breno; Pedro Ayub, Marciel (Daniel), Vitinha (Miltão) e Fábio; Giba e Luquinhas (Paulinho). Técnico: Gauchinho.
CEILÂNDIA: Dennys, Dudu, Badhuga e André Nunes; Marcelo Costa (Mário Tiririca), Didão, Cleber, Rodriguinho (Rosembrick) e Élvis (Clécio); Dimba e Allisson Pupu. Técnico: Adelson de Almeida.

CAPITAL 3 x 3 GAMA
Data: 6 de abril de 2013
Local: CAVE, Guará (DF)
Público:
Renda:
Árbitro: Sávio Sampaio
Gols: Léo Borges, 12; Diego Goes, 36; Rafael Toledo (pênalti), 71; Gilmar Heré, 76 (pênalti) e 82 e Fernando Veiga, 86.
CAPITAL: Fernando, Renato, Márcio Costa, Flávio Zumba e Augusto; Marcel, Rafael Toledo, Rochinha e Igor (Rodrigo Félix); Formiga e Léo Borges (Fernando Veiga). Técnico: Cléber Lima.
GAMA: Max, Fágner, Nen, Alex Barcellos e Vitinho (Hércules); Sávio, Diego Góes, Leto (Alan) e Gilmar Heré; Moisés (Michel) e Samuel Lopes. Técnico: Reinaldo Gueldini.

BRAZLÂNDIA 0 x 2 CEILANDENSE
Data: 7 de abril de 2013
Local: Chapadinha, Brazlândia (DF)
Árbitro: José Neto
Público: 203 pagantes
Renda: R$565,00
Gols: Amauri, 50 e 64
BRAZLÂNDIA: Abraão, Santiago, Piu, Vavá (Danin) e Pão de Queijo; Rogério (Fabrício), Bigu, Bruno Lima e Maicon (Gago); Mariozan e Bocão. Técnico: Ricaom Ruthes.
CEILANDENSE: Edson, Maxwell, Wallace, Evair (Adalton) e Messias; Yan, Heriton, Esquerdinha e Igor Souza; Amauri (Jackson) e Piva (Lucas). Técnico: Luciano Reis.

UNAÍ 2 x 2 BOTAFOGO
Data: 7 de abril de 2013
Local: Urbano Adjuto, Unaí (MG)
Árbitro: Wales Martins
Público: 188 pagantes
Renda: R$ 1.880,00
Gols: Quarentinha, 50 e 72; Filhão, 81 e 92 (pênalti)
UNAÍ: Tiago Rocha, Filhão, Binha, Gilvan e Pedrinho (Luan); Rochinha, Renatinho, Alemão (Wallise) e Sandro Goiano; Romarinho e Careca (Sabino). Técnico: Cleiton Mineiro.
BOTAFOGO: Roberto, Bruno, Rodrigo Mello, Guel (Júnior) e Vanderson; Quarentinha (Vinícius), Mateus, Mauricinho (Yan) e Juninho; Pezão e Boré. Técnico: Wilson Moreira

BRASILIENSE 1 x 0 SOBRADINHO
Data: 7 de abril de 2013
Local: Boca do Jacaré,Taguatinga (DF)
Árbitro: Rodrigo Raposo
Público: 1.118 pagantes
Renda: R$ 3.343,00
Gol: Washigton (pênalti), 84

BRASILIENSE: Welder, Bocão, Fábio Braz, Luan e Jefferson; Júlio Bastos, Baiano, Peninha (Iranildo) e Luiz Augusto (Abraão Lincoln); Rodrigo Tiuí (Romarinho) e Washington. Técnico: Márcio Fernandes.
SOBRADINHO: Donizete, Patrick, Cauê, Alysson e Zé Carlos; Ramon, Túlio, Hildo (Jefferson) e Mário Lúcio (Vandinho); Etinho (Edicarlos) e Laécio. Técnico: João Carlos Cavalo.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

O 1º JOGO DE FUTEBOL APÓS A INAUGURAÇÃO DE BRASÍLIA

 
Aconteceu no dia 1º de maio de 1960, no Estádio Israel Pinheiro, campo do Guará.
O Guará, de uniforme preto e branco e o Ribeiro, alvi-celeste, pertencente a Construtora Ribeiro.
Ambas as equipes contavam com bons jogadores, alguns vindos de fora de Brasília, outros já com um certo nome no futebol da cidade.
O jogo foi bastante movimentado. O Ribeiro abriu 2 x 0 no marcador, mas depois permitiu a virada do Guará. Placar final: Guará 3 x 2 Ribeiro.
Os gols foram marcados nesta ordem: Paulinho, 10 e 18; Fernando, 42, Mário, 73 e Múcio, 85.
As equipes formaram assim:
Guará: Bosco, Manoelito, Tostão e Luizinho; Múcio e Severo; Zé Siqueira, Fernando, Íris, Eluff e Valdir (Mário).
Ribeiro: Roberto, Cássio, Lalá e Hélvio; Japonês e Orlando I; Zé Luiz (Pelezinho), Marianelli, Atílio, Nilo e Paulinho.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

AS DECISÕES: CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1972

 
 
 
 
Serviço Gráfico, campeão do 1º turno, e CEUB, campeão do 2º, decidiram o Campeonato Brasiliense de 1972 (amador), após cinco jogos e muito “tapetão”.
O primeiro jogo foi realizado no dia 2 de dezembro de 1972, no Pelezão. Com dois gols de Dinarte e um de Marco Antônio, o CEUB goleou o Serviço Gráfico por 3 x 0. Adélio Nogueira foi o árbitro.
Uma semana depois, 9 de dezembro de 1972, o Serviço Gráfico pagou na mesma moeda: devolveu os 3 x 0 ao CEUB, com dois gols de Walmir e um de Carlos Gomes. O jogo também foi realizado no Pelezão e teve a arbitragem de Jorge Aloise.
O Pelezão também foi o palco do terceiro jogo, cujo marcador não foi movimentado: 0 x 0. Édson Benítez foi o árbitro.
O Serviço Gráfico poderia ser declarado campeão ao vencer o Ceub, por 2 x 1, no dia 21 de dezembro de 1972, no Pelezão, com mais uma arbitragem de Adélio Nogueira. Jairo Bueno e Arthur marcaram os gols do time da gráfica do Senado Federal e Rogério Macedo o do time universitário.
Eu disse poderia pelos motivos a seguir expostos.
Após o primeiro jogo da decisão, o Serviço Gráfico entrou com um recurso na Federação Metropolitana de Futebol solicitando os pontos do jogo, baseando-se no fato de que o atleta Marco Antônio, do CEUB, não tinha condições de jogo. Foi constatado que o jogador tinha vínculo com o Fluminense, de Araguari (MG), o que o impossibilitava de participar do campeonato do DF sem a devida transferência.
O CEUB deu o troco, entrando com um recurso contra a utilização pelo Serviço Gráfico dos jogadores Vavá e Carlos Gomes que, segundo o clube universitário, estariam filiados a Federação Fluminense de Futebol.
O Tribunal de Justiça Desportiva da Federação Metropolitana de Futebol anulou as partidas realizadas em 2 e 9 de dezembro de 1972, mantendo, entretanto, os resultados das partidas realizadas em 16 de dezembro e 21 de dezembro de 1972.
A FMF recebeu o Ofício nº 2.336, de 02.03.1973, da CBD, comunicando que aplicou aos atletas Marco Antônio Pereira (inscrito pela Federação Mineira de Futebol), Lourival Ribeiro de Carvalho Filho (Vavá) e Carlos Gomes (inscritos pela Federação Fluminense de Desportos), a penalidade de suspensão de 90 dias para cada um, a partir de 7 de fevereiro de 1973.
Para a última partida da série decisiva, somente puderam participar os atletas que tinham condições legais até a data da realização dos encontros anteriores. A situação era: Serviço Gráfico, 3 pontos ganhos e Ceub, 1.
Somente no dia 12 de setembro de 1973 aconteceria a decisão do campeonato de 1972.
Um empate daria o título ao Serviço Gráfico. Ao CEUB só a vitória interessava para provocar um novo jogo.
O jogo começou com o Serviço Gráfico demonstrando tranquilidade porque o resultado de 0 x 0 lhe garantiria a conquista do título e, do outro lado, o nervosismo do CEUB, que tinha de ganhar a qualquer custo.
Com isso, não foi difícil para o Serviço Gráfico dominar a partida em boa parte do primeiro tempo, chegando inclusive a merecer o primeiro gol que entretanto não veio.
Para a segunda etapa o panorama da partida não se modificou até os 25 minutos de jogo. Quando o jogo já era bastante violento, Eraldo, do Serviço Gráfico, foi expulso pelo árbitro Cid Marival Fonseca. Aos 28 foi a vez de Ximenes, que entrara em campo três minutos atrás, ser expulso. Com as duas exclusões o jogo tornou-se mais violento ainda ante a total complacência do árbitro, inteiramente dominado pelos jogadores. Aos 44 minutos, nova exclusão: Cezinha, também do Serviço Gráfico, que terminou o jogo com apenas oito jogadores.
No final, com o placar em 0 x 0, o Serviço Gráfico pôde comemorar seu primeiro título de campeão brasiliense.
O Serviço Gráfico jogou com Sinésio, Eraldo, Juarez, Melinho e Cezinha; César, Axel e Clemilton (Ximenes); Tião, Jairo e Arthur.
O Ceub atuou com Elizaldo, Sérgio, Lúcio, Iodalto (Sílvio) e Miguel; Noel e Carlinhos; Hamilton, Paulinho, Dinarte e Ademir.
Como curiosidade, informamos que o jogo que decidiu o campeonato brasiliense de 1972 foi realizado no Pelezão, na preliminar de CEUB 0 x 0 Bahia, válido pelo Campeonato Brasileiro de 1973.

terça-feira, 2 de abril de 2013

O QUE ACONTECEU HÁ 50 ANOS (01 a 30.04.1963)

 
 
03.04.1963
Atarcisio Antonio de Andrade foi nomeado para Superintendente da Federação Desportiva de Brasília, em substituição a Arlindo Ferreira Pinto, que passaria a ocupar o cargo de Secretário da Presidência.
Os atletas Oswaldo Costa Lemos e Roberto Costa Lemos foram transferidos para o futebol goiano.

07.04.1963
No Estádio Paulo Linhares, o Rabello disputou um amistoso contra o Guanabara, cujo resultado final favoreceu o Rabello, pelo placar de 3 x 0. Eduíno Edmundo Lima, com regular atuação, foi o árbitro do jogo.
O primeiro gol da partida foi consignado por Sabará, aos 41 minutos do 1º tempo. No período complementar, o Rabello voltou a marcar através de Lindemberg, quando eram decorridos sete minutos. O último gol foi assinalado aos 32 minutos da mesma etapa, numa falta cobrada por Bimba.
Os dois quadros formaram assim: Rabello - Raspinha, Délio (Amazonas), Leocádio, Bimba e Enes; Calado e Nilo (Molinha); Ramiro (Moreira), Sabará, Lindemberg e Dorly. Guanabara - Edvaldo, Jair, Aldeir, Farneze e Bazani; Azulinho e Eli; Nelício, Lula, Chico e Nilson.
A renda somou a importância de 16 mil cruzeiros.
Na preliminar, vitória dos aspirantes do Rabello, pela contagem de 5 x 2. Este encontro foi dirigido por Alício dos Santos.

21.04.1963
Trinta e três jogadores foram convocados pelo técnico Didi (obs.: o técnico era Juvenal, que pediu dispensa) para darem início aos treinamentos da Seleção do Distrito Federal visando o jogo diante do Atlético Mineiro, no dia 21 de abril de 1963, dentro das comemorações do terceiro aniversário da nova capital.
O amistoso arrastou um grande público ao Estádio Vasco Viana de Andrade, do Grêmio. O jogo foi disputado com portões abertos, se constituindo numa grande festa esportiva, que contou com a presença de várias autoridades do desporto brasiliense.
No final, o marcador não foi movimentado: 0 x 0. As equipes formaram assim:
SELEÇÃO DE BRASÍLIA: Gonçalinho, Aderbal, Edilson Braga, Bimba (Farneze) e Enes (Pedrinho); Leônidas (Edson) e Beto Pretti; Sabará (Nobre), Alaor Capela, Ely (Cid) e Reinaldo (Arnaldo). Técnico: Didi de Carvalho.
ATLÉTICO MINEIRO: Luizinho, Reginaldo, William, Bueno e Eduardo (Marcelino); Dinar e Afonsinho (Grazziani); Toninho, Nilson, Luiz Carlos (Carlinhos) (Maurício) e Noêmio. Técnico: Antoninho.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

2ª RODADA DO RETURNO DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 2013


BRASILIENSE 3 x 0 BOTAFOGO
Data: 27 de março de 2013
Local: Serejão, Taguatinga (DF)
Árbitro: Rafael Diniz
Público: 367 pagantes
Renda: R$ 1.411,00
Gols: Washington, 44 e 53 e Romarinho, 71.
BRASILIENSE: Welder, Thiago Crispim, Fábio Braz, Luan e Elivelto (Jefferson); Baiano, Júlio Bastos, Iranildo (Everton) e Peninha; Rodrigo Tiuí (Romarinho) e Washington. Técnico: Márcio Fernandes.
BOTAFOGO: Roberto, Bruno, Rodrigo Mello, Heitor e Guel; Van (Júlio Brasília), Mateus, Juninho (Romarinho) e Quarentinha; Boré e Pezão. Técnico: Wilson Moreira (interino).

CAPITAL 3 x 2 BRAZLÂNDIA
Data: 28 de março de 2013
Local: CAVE, Guará (DF)
Árbitro: Welvis Pereira
Público: 43 pagantes
Renda: R$ 110,00
Expulsão: Tita (Brazlândia)
Gols: Igor Rafael, 32; Rochinha, 45; Formiga, 51; Bigu, 60 e Bocão, 69.
CAPITAL: Fernando, Renatinho, Márcio Costa, Zumba e Rafinha; Marcel, Rafael Toledo, Rochinha e Igor Rafael (Fernando Veiga); Formiga (Jefinho) e Léo Borges (Matheus). Técnico: Cleber Guedes.
BRAZLÂNDIA: Márcio, Bigu, Santiago, Piu e Tita; Pão de Queijo, Bruno Lima, Máriozan e Magrão (Lucão); Bocão (Kiki) e Rogério (Gago). Técnico: Ricaom Ruthes.

GAMA 3 x 1 CEILÂNDIA
Data: 30 de março de 2013
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Gildevan Lacerda
Público: 801 pagantes
Renda: R$ 8.195,00
Expulsões: Aloísio Chulapa e Juninho Goiano, ambos do Gama.
Gols: Moisés, 4; Badhuga, 12; Aloísio Chulapa, 69 e 73.
GAMA: Max, Fagner, Nem, Alex Barcellos e Vitinho; Juninho Goiano, Diego Góis, Allann Delon (Leto) e Moisés (Washington); Aloísio Chulapa e Gilmar Herê (Sávio). Técnico: Reinaldo Gueldini.
CEILÂNDIA: Dennys, André Nunes, Renato Coimbra (Rosembrick), Badhuga e Dudu; Clécio, Didão, Pupu e Rodriguinho (William Saroá); Elvis (Anjinho) e Dimba. Técnico: Adelson de Almeida.

SOBRADINHO 1 x 0 LEGIÃO
Data: 30 de março de 2013
Local: Estádio Augustinho Lima, Sobradinho (DF)
Árbitro: Valdeci Ferreira
Público: 1.057 pagantes
Renda: R$ 785,00
Gol: Laécio, 41.
SOBRADINHO: Donizeti, Patrick, Fabão (Allysson), Cauê e Ramon; Zé Carlos, Túlio, Hildo (Edicarlos) e Vandinho (Mário Lúcio); Eltinho e Laécio. Técnico: João Carlos Cavalo.
LEGIÃO: Amauri, Bruninho, Rafael, Mauro e Thiago (Juninho); Jocelmo (Bocão), PH, Glaubert e Rodrigo Melo; Emerson e Julen. Técnico: Rol Faúla.

ATLÉTICO CEILANDENSE 2 x 0 BRASÍLIA
Data: 31 de março de 2013
Local: Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Rogério Bueno
Público: 139 pagantes
Renda: R$ 295,00
Gols: Igor Souza, 46 e Mailon, 89.
CEILANDENSE: Edson, Maxwell (Ismaile), Wallace, Evair e Messias; Yan, Heriton, Amauri, Esquerdinha e Igor Souza (Piva); Lucas (Mailon). Técnico: Luciano Reis.
BRASÍLIA: Marcão, Bruno Paraíba, Felipe, Danilo Mendes e Breno; Pedro Ayub, Valdeir, Marciel (Daniel) e Vitinha (Claudionor); Giba e Paulinho (Matozinho). Técnico: Gauchinho.

UNAÍ 0 x 1 LUZIÂNIA
Data: 31 de março de 2013
Local: Urbano Adjuto, Unaí (MG)
Árbitro: Francisco Alves
Público: 410 pagantes
Renda: R$4.099,00
Expulsão: Tiago Piai
Gol: Têty, 3
UNAÍ: Tiago Rocha, Filhão, Binha, Gilvan e Pedrinho; Alemão (Careca), Sabino (Douglas), Renatinho e Sandro Goiano; Anderson (Alemão) e Romarinho. Técnico: Cleiton Mineiro.
LUZIÂNIA: Edmar, Glauber, Perivaldo, Galego e Tiago Piai; David (Cleyton), Bruno, Rodrigo Alves e Samuel (Rafael); Matias e Têty (Thiago). Técnico: Marquinhos Bahia.