sexta-feira, 31 de agosto de 2018

OLHO NO LANCE!



Lance do amistoso interestadual realizado no dia 17 de setembro de 1961, no barro do estádio Israel Pinheiro, quando o Guará recebeu o supertime do Botafogo, do Rio de Janeiro, e foi goleado por 6 x 0.
No lance, vemos Nilton Santos, “A Enciclopédia”, dominando a bola, acossado por dois jogadores do Guará, Severo, a sua esquerda, e Léo, à direita. Ao centro, Zé Maria, do Botafogo.

GUARÁ 0 x 6 BOTAFOGO
Local: Estádio Israel Pinheiro (DF)
Renda: CR$ 730.000,00.
Árbitro: Gualter Portela Filho (RJ). Auxiliares: Nilzo de Sá e Joventino Antônio de Oliveira.
Gols: Pampolini, 15; Amoroso, 25; Amarildo, 32 e 44; Garrincha, 47 e Airton, 60
Botafogo: Manga (Adalberto), Cacá, Zé Maria e Chicão (Paulistinha); Pampolini e Nilton Santos (Rildo); Garrincha, Didi (Edson), Amoroso, Amarildo (Airton) e Zagalo (Neivaldo).
Guará: Redola (Matil), Aderbal, Edson Galba (Alan) e Enes (Jaime); Eluff (Paulo) e Bimba; Índio (Sabará), Severo (Heleno), Léo, Mingau e Joãozinho.



FICHA TÉCNICA: Chicão


NOME COMPLETO: Francisco Antônio Rabelo da Silva
APELIDO: Chicão
LOCAL E DATA DE NASCIMENTO: Fortaleza (CE), 31 de agosto de 1962
POSIÇÃO: Médio Volante
CARACTERÍSTICAS: Habilidoso, com bom passe e que sempre procurava marcar na bola, sem agredir seus adversários; também atuava como meia. Por onde passou, era o batedor oficial de pênaltis.

LINHA DO TEMPO

1980
Chicão começou nos juniores do Ceilândia e disputou o campeonato brasiliense da categoria de 1980 por esse clube.
Ainda em 1980, estreou no time profissional, no Pelezão, com derrota de 1 x 0 para o Brasília, no dia 28 de setembro. Neste dia, o Ceilândia formou com Edson, Renilton, Gildênio, Toninho e Teixeira; Chicão, Chinézio e Zé Vieira; Risadinha, Messias e Luciano (Lelé). Técnico: Francisco Antônio da Silva (Seu Chicão). Foram sete partidas na competição.

1981 a 1983
Continuou no Ceilândia. No Campeonato Brasiliense de 1983, Chicão atingiu a incrível marca de 44 jogos do total de 49 disputados pelo Ceilândia na competição, além de marcar dois gols.

1984 a 1986
Após disputar apenas cinco jogos (e marcar um gol) pelo Campeonato Brasiliense de 1984, Chicão transferiu-se para o Atlético Goianiense, onde se sagrou campeão goiano em 1985.

1987 e 1988
Retornou ao Ceilândia e neste clube permaneceu até 1988. Disputou 20 jogos no Campeonato Brasiliense de 1987 (tendo marcado um gol) e 23 em 1988.
Foi emprestado ao Brasília para a disputa do Campeonato Brasileiro da Série C de 1987.

1989
Contratado pelo Taguatinga estreou exatamente contra o Ceilândia, no dia 5 de março de 1989, no Serejão, em jogo que terminou empatado em 0 x 0. O Taguatinga formou com Elvis, Marquinhos, Gilvan, Bilzão e Visoto; Chicão (Valter), Marco Antônio e Humberto; Carlinhos, Joãozinho e Marcelo Freitas (Mandala). Técnico: Antônio Humberto Nobre (Canhoto).
No dia 27 de agosto, Chicão fez parte da equipe do Taguatinga que conquistou o título de campeão brasiliense de 1989. Foram quinze jogos na competição.
No final de 1989, foi emprestado ao Uberaba.

1990
Passou seis meses no Tiradentes.

1991 e 1992
Parou com o futebol e foi trabalhar na CCA Automóveis. Nesse período, montou um time de futebol na empresa, que disputava os campeonatos de futebol amador da ASMEC.

1993
Seu último time no futebol profissional do DF foi o Sobradinho, em 1993. Foram 14 jogos, o último deles no dia 7 de outubro de 1993, no Augustinho Lima, na derrota de 2 x 1 para o Brasília. Formou o Sobradinho com Anderson (*), Arnaldo, Zezão, Flávio e Ricardo (Nilmar); Chicão, Simbo e Luiz Carlos; Marquinhos (Paulinho), Fábio e Miguelzinho.
(*) Preparador de goleiros da Chapecoense que estava no avião que caiu próximo a cidade de Medellín, na Colômbia, no dia 29 de novembro de 2016.

Atualmente, Chicão é Vigilante Bancário, contratado pela empresa Life Defense, e continua batendo bola entre os amigos veteranos.



quinta-feira, 30 de agosto de 2018

A PRIMEIRA VEZ A GENTE NÃO ESQUECE: o primeiro jogo do Sobradinho no Campeonato Brasileiro da Série A

A maioria desses jogadores enfrentou o Sobradinho

Disposto a cumprir uma boa campanha e tentar a classificação para a Segunda Fase da competição, o Sobradinho contratou reforços para disputar o primeiro jogo pelo Campeonato Brasileiro em sua história. Chegaram os zagueiros Carlão, Tobias, Ari e Lourenço, todos do Fabril, de Minas Gerais, e mais Demétrio e Idevaldo, que pertenceram ao Botafogo, do Rio de Janeiro. A esperança, porém, ainda era o artilheiro Toni, prata da casa.
O Internacional atravessava uma grande crise financeira e foi obrigado a vender dois de seus melhores jogadores, Ruben Paz e Mauro Galvão, para saldar dívidas, e também não teve Tita nesse dia, recusando-se a jogar já que pretendia ser negociado com o Vasco da Gama. Ainda assim, o vice-campeão gaúcho continuava sendo uma equipe temida em todo o Brasil.
Apesar dos péssimos resultados obtidos antes da estreia e o reduzido tempo de treinamento que impossibilitou o desejado entrosamento entre os recém contratados e o restante da equipe, o Sobradinho estava confiante em uma boa apresentação diante do vice-campeão gaúcho.
O primeiro tempo do jogo foi de um futebol muito fraco, que decepcionou o público presente, com muitos erros de ambas as partes.
O Internacional voltou um pouco melhor na etapa final, o suficiente para marcar seu gol, através de Marcelo Vitta, aos 31 minutos, numa bobeira da defesa do Sobradinho. O gol surgiu na cobrança de um escanteio e o atacante do Internacional aproveitou-se da má colocação dos zagueiros do Sobradinho para assinalar o único tento do jogo, numa clara demonstração de desentrosamento da zaga adversária. Do contrário, o marcador não teria se modificado, o que, aliás, seria mais justo.
Com a entrada de Toni, no segundo tempo, o Sobradinho ganhou em poder ofensivo e em movimentação do meio campo, nada suficiente para alterar o placar final.

SOBRADINHO 0 x 1 INTERNACIONAL
Data: 31 de agosto de 1986
Local: Mané Garrincha, Brasília (DF)
Árbitro: Valquir Pimentel (RJ)
Renda: Cz$ 232.425,00
Público: 8.328 pagantes
Gol: Marcelo, 75
SOBRADINHO: Bocaiúva, Carlão, Ari, Tobias e Lourenço; Demétrio, Filó e Wellington (Toni); Régis, Idevaldo e Michael (Jamil). Técnico: José Antônio Furtado Leal.
INTERNACIONAL: Taffarel, Luís Carlos Winck, Pinga, Aloísio e Marco Aurélio; Marquinhos, Ailton e Luís Fernando Flores (Sabará); Robertinho, Marcelo Vitta (Gilmar Mazzoti) e Balalo. Técnico: Homero Cavalheiro.


quarta-feira, 29 de agosto de 2018

OLHO NO LANCE!



Lance do amistoso interestadual realizado no dia 8 de dezembro de 1982, no Pelezão, em Brasília (DF), entre Brasília e Botafogo, do Rio de Janeiro, que terminou empatado em 1 x 1.
No lance estão presentes, pelo Botafogo, o goleiro Paulo Sérgio, o lateral Perivaldo e o meia Alemão, nessa ordem, da esquerda para a direita. O dez do Brasília era o Kléber.

BRASÍLIA 1 x 1 BOTAFOGO
Data: 8 de dezembro de 1982
Local: Pelezão, Brasília (DF)
Árbitro: Baltasar de Paula
Renda: Cr$ 5.127.000,00
Público: 9.664 pagantes
Gols: Té, 40 e Zé Maurício, 83
Brasília: Haroldo, Ricardo, Kidão, Jonas Foca e Aldair; Wilson Bispo, Marco Antônio e Kléber; Mardone (Santos), Márcio (Zé Maurício) e Zé Carlos. Técnico: Ercy Rosa.
Botafogo: Paulo Sérgio, Perivaldo, Abel (Gaúcho), Eraldo e Wagner (Gilberto); Josimar, Alemão e Mendonça; Geraldo (Chicão), Té (Mirandinha) e César. Técnico: Zé Mário.



CURRÍCULO: Dom Pedro II


CURRÍCULO, do latim “currere”, significa caminho, jornada, trajetória... 
Aqui trataremos da trajetória dos clubes de futebol do DF. O nosso "currículo" será um documento que conterá os dados biográficos de cada clube e as suas realizações no futebol brasiliense.
Neste mês de agosto, estamos apresentando o “curriculum vitae” do Esporte Clube Dom Pedro II.

NOME COMPLETO: Esporte Clube Dom Pedro II
LOCAL E DATA DE NASCIMENTO: Guará-DF, 16 de abril de 1994.
CORES OFICIAIS: Vermelha e Branca.

TRAJETÓRIA NO CAMPEONATO BRASILIENSE DA PRIMEIRA DIVISÃO

ANO
CF
J
V
E
D
GF
GC
SG
PG
% Aprov.
1996
19
6
4
9
20
31
-11
26
45,6%
1997
18
4
3
11
18
31
-13
15
27,8%
1998
18
6
4
8
21
25
-4
22
40,7%
1999
22
11
4
7
35
29
6
37
56,1%
2000
20
8
6
6
22
18
4
30
50,0%
2001
18
2
5
11
12
25
-13
11
20,4%
2003
11
4
0
7
15
18
-3
12
36,4%
2004
11
5
1
5
20
22
-2
16
48,5%
2005
10
4
2
4
21
18
3
14
46,7%
2006
8
3
2
3
9
9
0
11
45,8%
2007
14
5
2
7
25
29
-4
17
40,5%
2008
14
7
5
2
19
11
8
26
61,9%
2009
20
8
5
7
25
29
-4
29
48,3%
2010
14
3
5
6
15
19
-4
14
33,3%
2012
12º
11
2
2
7
11
39
-28
8
24,2%

TRAJETÓRIA NO CAMPEONATO BRASILIENSE DA SEGUNDA DIVISÃO

ANO
CF
J
V
E
D
GF
GC
SG
PG
% Aprov.
2001
16
7
1
8
23
27
-4
22
45,8%
2002
13
6
4
3
22
16
6
22
56,4%
2011
14
7
3
4
23
16
7
24
57,1%
2013
9
2
4
3
15
9
6
10
37,0%