terça-feira, 31 de março de 2015

O FUTEBOL NAS CIDADES SATÉLITES - 2º CAPÍTULO: Ceilândia - 5ª e última parte: Futebol Amador - Anos 70 e 80


O futebol amador praticado na Ceilândia sempre foi considerado como um dos mais fortes do Distrito Federal.
Antes mesmo de ser criada uma liga que se preocupasse em organizar as competições de futebol amador em Ceilândia, alguns clubes que viriam a ter sede nessa cidade disputavam o campeonato da liga de futebol amador de Taguatinga, a UET - União dos Esportes de Taguatinga.

segunda-feira, 30 de março de 2015

O FUTEBOL NAS CIDADES SATÉLITES - 2º CAPÍTULO - Ceilândia - 4ª parte - Categorias de Base e o Estádio Abadião


CATEGORIAS DE BASE

O futebol sempre teve grande importância para o desenvolvimento social de Ceilândia. Para uma população com poucas opções de lazer, jogar bola, principalmente nas categorias de base, além de proporcionar lazer, ajuda a retirar a criançada das ruas.

Mesmo com todos os problemas enfrentados, a esses meninos é dada toda a assistência possível para o pleno desenvolvimento de suas potencialidades e, apesar das dificuldades encontradas os atletas perseguem seus objetivos e tentam superar qualquer obstáculo.
Em alguns casos é proporcionado aos atletas das categorias de base uma boa estrutura no seu departamento no futebol. Temos trabalhos sérios na Ceilândia, que leva em consideração a descoberta de novos talentos, priorizando o desenvolvimento individual e coletivo do atleta. Desta forma podem acompanhar o crescimento e o sucesso de alguns atletas oriundos das categorias de base.

domingo, 29 de março de 2015

sábado, 28 de março de 2015

O FUTEBOL NAS CIDADES SATÉLITES - 2º CAPÍTULO - Ceilândia - 2ª parte: Ceilândia E. C.







No segundo dia de homenagens aos 44 anos de vida da cidade de Ceilândia, estamos postando um pequeno histórico do Ceilândia Esporte Clube, uma das equipes da cidade que disputa o campeonato brasiliense de profissionais.

O FUTEBOL PROFISSIONAL - CEILÂNDIA ESPORTE CLUBE

A partir de 1975, o futebol do Distrito Federal começou a se profissionalizar. Surgiram Brasília e Gama. A Campineira foi a base do Sobradinho, o Pioneira deu origem ao Taguatinga, mas a Ceilândia continuava sem um representante nas competições oficiais do Distrito Federal.
Somente em 1977 surgiram as primeiras tentativas no sentido de criar um clube profissional na Ceilândia.
Finalmente, em 27 de março de 1978, no auditório do Centro Interescolar nº 01, no setor sul da cidade de Ceilândia, aconteceu a Assembleia para deliberar sobre a fundação de um clube social e esportivo.
Iniciados os trabalhos, foi indicado Cazuza Francisco de Souza para a Presidência da mesa e Valdir Carmona para secretariar a reunião. Em seguida, Cazuza Francisco de Souza relatou as atividades a serem desenvolvidas pelo novo clube e sugeriu o nome de Dom Bosco Esporte Clube, sugestão esta aceita pela maioria por se tratar de um clube pioneiro, existente desde 1965, porém sem personalidade jurídica. Até então o time existia apenas de fato.
A primeira diretoria, eleita por aclamação, ficou assim constituída: Presidente - Waldir Papa da Fonseca, Vice-Presidente - Cornélio Cristino da Luz; Secretária - Zulmira Araújo Bezerra e Tesoureiro - Vítor Modesto de Araújo.
Também foram definidas as cores oficiais do Dom Bosco: preta e branca e o uniforme oficial número 1: camisa branca com escudo preto na frente e no centro, calção branco e meias brancas.
Foi assim que, em 25 de agosto de 1979, por sugestão da então Administradora Regional Maria de Lourdes Abadia, o estatuto do clube foi alterado mudando o nome de Dom Bosco Esporte Clube para Ceilândia Esporte Clube. As cores permaneceram sendo a preta e a branca, mas o escudo foi alterado para uma imagem estilizada da caixa d’água da cidade.
Nota: a caixa d’água é o monumento mais famoso da cidade de Ceilândia. É um dos maiores símbolos da cidade e fica no centro, erguida no local onde foi fixada a pedra fundamental de Ceilândia.
Após serem discutidas e aprovadas as devidas alterações, passou-se a formação do Conselho Deliberativo, que ficou assim formado: Presidente - Waldir Papa da Fonseca; Conselheiros: Cornélio Cristino da Luz, Antônio Alves Gomes, Cazuza Francisco de Souza, Messias Palace e João da Cruz Ramos Filho.

Maria de Lourdes Abadia e Waldir Papa da Fonseca

Na noite de 8 de novembro de 1979 a diretoria do Ceilândia Esporte Clube foi empossada, tendo como presidente Waldir Papa da Fonseca. Os demais diretores eram os presidentes dos 25 clubes que integravam a UEC - União dos Esportes da Ceilândia, todos eles comerciantes e que, de início, arcariam com todas as despesas do novo clube.
Estava assim constituída: Conselho Diretor - Presidente: Antônio Alves Gomes; 1º Vice-Presidente: Nelson Ferreira; 2º Vice-Presidente: Cícero Francisco Gonçalves; Diretor Jurídico: Mário Linário Leal; Diretor de Futebol Profissional: Cornélio Cristino da Luz; Diretor de Relações Públicas: Ricardo Cosme da Silva; Diretor de Esportes Amadores: Mário José Lopes; Secretário Geral: João Ramos da Cruz Filho; Diretor de Patrimônio: Roberto Menezes; 1º Secretário: Orlando Francisco de Souza; Tesoureiro Geral: Eunice Cazuza; 1º Tesoureiro: Antônio Rodrigues Araújo e Diretor Social: Zulmira Araújo Bezerra.
Diretores sem pasta: Jorge Cavalcante, José Antônio de Oliveira e Muniz de Serunlo.
Conselho Fiscal: Presidente - Raimundo Correia Lima; Membros: Carlos Alberto, Manoel Paes Landim Ribeiro, Manoel Martins Pereira, Nilo dos Reis Pereira e Juvercino Leite de Menezes.
A Comissão Técnica foi composta pelo treinador João da Silva, o preparador físico Francisco Antônio da Silva (Chicão) e o massagista Catraca.
No dia 2 de outubro de 1979 aconteceu a reunião da diretoria da Federação Metropolitana de Futebol que aceitou a filiação do Ceilândia Esporte Clube na categoria profissional.
Já com autorização para realizar jogos, até o dia 8 de novembro realizou sete amistosos-protótipos, vencendo cinco e empatando dois.
Os jogadores para o primeiro time do Ceilândia foram escolhidos entre os melhores das 25 equipes da UEC, tendo como base o time do Dom Bosco, que sempre foi um dos mais destacados do amadorismo brasiliense.
Um dos principais jogadores do Ceilândia era Adilson, que havia jogado pelo Gama, além do ponteiro esquerdo Zé Carlos, ex-Taguatinga e que também jogou pela Seleção Brasiliense de Juvenis de 1978.
O primeiro jogo oficial (um amistoso) do Ceilândia foi disputado contra o Brasília, no estádio Serejão, em 18 de novembro de 1979. O Ceilândia perdeu por 2 x 1, mas Francisco Alves dos Santos, o Risadinha, aos 25 minutos do 2º tempo, fez o gol histórico: o primeiro gol do Ceilândia Esporte Clube.
Formou o Ceilândia com Edson, Renilton, Cidão, Luciano e Adilson; Jura, Paulinho e Chinésio; Mardônio, Risadinha e Zé Carlos. Técnico: João da Silva.
No dia 12 de dezembro de 1979 conseguiu sua primeira vitória como time profissional: no estádio Serejão, venceu a Desportiva Bandeirante por 2 x 0, gols de Luciano e Paulo Clemente.
Participou pela primeira vez do campeonato brasiliense no ano de 1980. Sua estreia foi no dia 18 de maio de 1980, no Serejão, quando foi derrotado pelo Taguatinga, por 3 x 0. O time atuou com Edson, Renilton, Cidão (Arlício), Toninho e Teixeira; Adilson, Paulinho (Lelé) e Zé Vieira; Messias, Risadinha e Marquinhos. Técnico: Francisco Antônio da Silva (Chicão).

Risadinha (14) marca o gol de empate contra o Guará

Uma semana depois, 25 de maio de 1980, o Ceilândia somou seu primeiro ponto e marcou o seu primeiro gol oficial. Novamente Risadinha foi o autor desse gol, aos 38 minutos do 2º tempo, empatando a partida contra o Guará, no CAVE: 1 x 1.
Sua campanha no 1º turno desse campeonato até que foi razoável, terminando em 4º lugar entre 9 equipes. Nos oito jogos que disputou, venceu três, empatou dois e perdeu três. Marcou sete gols e sofreu dezesseis. No segundo e terceiro turnos foi muito mal, ficando com a oitava colocação em ambos. Na classificação geral, ficou em sétimo lugar, com essa campanha: 24 jogos, 5 vitórias, 6 empates e 13 derrotas; 14 gols a favor e 40 contra.
O artilheiro do Ceilândia no campeonato foi Messias, que marcou seis gols.
Logo depois, em novembro de 1980, o Ceilândia disputou o Torneio de Classificação para a Primeira Divisão de 1981, um quadrangular também chamado de Torneio da Morte, que apontaria dois classificados para a principal divisão do futebol brasiliense no ano seguinte.
Perdendo para o Tiradentes (1 x 0), vencendo a Desportiva Bandeirante (2 x 0) e perdendo para o Comercial, de Planaltina (2 x 1), o Ceilândia ficou em terceiro lugar e fora da Primeira Divisão do Campeonato Brasiliense de 1981 (era ideia da Federação Metropolitana de Futebol a criação da Segunda Divisão do DF, que acabou não acontecendo e deixando todos os clubes inativos no ano de 1981).
A inatividade do Ceilândia só não foi completa pois, antes do início do Campeonato Brasileiro da Terceira Divisão (Taça de Bronze) de 1981 foram realizados Torneios Seletivos nos Estados com a finalidade de apontar seus representantes nessa competição.
Com o Brasília na Primeira Divisão (Taça de Ouro) e o Gama na Segunda (Taça de Prata), participaram do Torneio Seletivo do Distrito Federal quatro equipes: Ceilândia, Sobradinho, Taguatinga e Tiradentes.
O torneio foi disputado no Estádio Serejão, em rodadas duplas, nos meses de janeiro e fevereiro de 1981. O Ceilândia ficou em 2º lugar no 1º turno e em quarto no segundo, não conseguindo a vaga.
Nos anos 80 e 90, o Ceilândia sempre foi coadjuvante nos campeonatos brasilienses que disputou: 6º em 1982, 7º em 1983, 6º em 1984 e 1985, 5º em 1986, 4º em 1987, 6º em 1988 e 3º em 1989, sua melhor colocação na década de 80. Essa boa colocação levou o Ceilândia a disputar a Série B do Campeonato Brasileiro pela primeira vez (ver períodos do Brasiliense e do Brasileiro). Estreou no dia 09.09.1989, no Serejão, sendo derrotado pelo Sobradinho por 1 x 0. Depois, empatou com o Vila Nova-GO (0 x 0), venceu o Atlético Goianiense (1 x 0) e perdeu para a Anapolina (1 x 2), conseguindo passar para a segunda fase, quando enfrentou o Rio Branco, do Acre, empatando em casa (0 x 0) e perdendo fora (1 x 0), sendo desclassificado.
Começou a década de 90 sendo o oitavo e último colocado em 1990; foi 5º em 1991, novamente oitavo e último em 1992, 6º em 1993, não disputou os campeonatos de 1994 e 1995 e quando retornou, no ano de 1996, foi 14º e último lugar no campeonato brasiliense, sendo rebaixado para a Segunda Divisão de 1997. Foi sexto lugar na Segunda Divisão de 1997 e tornou-se campeão no ano seguinte, retornando à Primeira Divisão em 1999, quando foi 7º colocado.
Continuou sua irregularidade nos anos 2000, sendo 5º em 2000, 6º em 2001, 5º em 2002, 7º em 2003 e 4º em 2004.
Nesse ano de 2004 voltaria a disputar um Campeonato Brasileiro, a Série C, novamente se classificando para a fase seguinte, após ficar com a segunda colocação num grupo formado por Tupi, de Minas Gerais, e Americano e Friburguense, do Rio de Janeiro.
Em 2005, sob o comando de Sérgio Luís Lisboa de Almeida Filho, o Serjão, o Ceilândia deu mostras de que poderia vir a ser a terceira força do futebol do DF. O clube adquiriu ônibus, reformou o estádio e alugou as dependências do Jaguar Esporte Clube transformando-o em Centro de Treinamento. O investimento deu certo e o Ceilândia foi vice-campeão brasiliense em 2005 desbancando Gama e CFZ. Naquele mesmo ano fez uma série C excepcional. Na primeira fase foi o primeiro colocado do grupo que também teve o Paranoá (DF) e Mineiros e Grêmio Inhumense, ambos de Goiás. Na segunda fase eliminou o CENE, do Mato Grosso do Sul (2 x 1 e 1 x 1). Na terceira, não tomou conhecimento do Londrina (PR), vencendo os dois jogos (3 x 0 e 1 x 0). Porém, na quarta fase foi eliminado pelo Ipatinga-MG (1 x 2 e 0 x 0). Ficou em 7º lugar na classificação geral, numa competição que reuniu 63 clubes.
Em sua primeira participação na Copa do Brasil, no ano de 2006, o Ceilândia teve logo uma pedreira na primeira rodada: o Bahia.
Com reformas às pressas no estádio Abadião, na primeira partida pela Copa do Brasil de sua história, o Ceilândia ficou no empate sem gols com o tricolor baiano. No jogo de volta, em plena Fonte Nova, o Ceilândia mostrou força para evitar que sua primeira participação na Copa do Brasil fosse marcada por uma passagem meteórica. Venceu o Bahia por 2 x 1 e garantiu vaga na segunda fase.
Na segunda fase, o Ceilândia enfrentou um time da Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro, o Fortaleza. No primeiro jogo, em casa, empate em 1 x 1. Com esse resultado, o Ceilândia precisava vencer ou arrumar um empate acima de um gol para avançar no jogo me Fortaleza. Não conseguiu. Placar final: Fortaleza 3 x 1 Ceilândia.
No campeonato brasiliense de 2006, o Ceilândia chegou na quarta colocação.
Ainda em 2006 disputou sem brilho a Série C do Campeonato Brasileiro, sendo desclassificado na primeira fase, tendo enfrentado Ituiutaba (MG), Atlético Goianiense e Chapadão (MS).
Após disputas internas pelo poder, Serjão foi deposto do cargo de presidente do Ceilândia com suspeitas de desvio de fundos. José Beni Monteiro de Oliveira assumiu a pasta e com o dinheiro da venda da sede social o clube investiu na construção de um CT próprio chamado "Cidade do Gato" dando mostras de que a diretoria queria transformar o clube em uma das referências do futebol do DF.
No campeonato brasiliense de 2007 foi o terceiro colocado e novamente não conseguiu classificação para a fase seguinte na Série C do Campeonato Brasileiro desse ano. Tendo enfrentado Atlético Goianiense, CRAC (GO) e Cacerense (MT) ficou em terceiro lugar no grupo (apenas os dois primeiros se classificavam).
Repetiu a boa colocação no campeonato brasiliense de 2008, novamente chegando em terceiro lugar. No ano seguinte, não foi bem, ficando na sexta colocação entre os oito participantes.


Finalmente, em 2010, o Ceilândia entrou para a história do futebol de Brasília e deixou de ser apenas um coadjuvante, ao conquistar o campeonato brasiliense, ao vencer surpreendentemente o Brasiliense por 3 x 1, no Abadião. No jogo da volta, conseguiu segurar um empate em 2 x 2, após estar perdendo o jogo por 2 x 0. Assim, o Ceilândia quebrou uma série de seis títulos seguidos do Brasiliense.
Os jogadores que participaram dos dois jogos decisivos contra o Brasiliense foram Edinho, Edimar, Badhuga, Celso e Diogo; Liel (Fabinho), Vieira (Daniel), Allann Delon e Augusto (Willian); Cafu (Willian Carioca) e Dimba (Rodrigo Melo). O técnico foi Adelson de Almeida. 
Voltou a disputar o Campeonato Brasileiro em 2010, agora na Série D. Novamente não conseguiu passar para a outra fase, após ficar em terceiro lugar no grupo formado ainda por Brasília e Botafogo, ambos do Distrito Federal, e o Araguaína, de Tocantins.
Depois da conquista do título estadual em 2010, o Ceilândia fez uma campanha abaixo do esperado em 2011 vindo a ser eliminado ainda na fase de classificação.
Também foi muito mal na Copa do Brasil de 2011. O Ceilândia deu vexame e não passou do primeiro jogo. Bastaram 45 minutos para o Ceilândia dar adeus à Copa do Brasil. Estreando no Abadião, contra o Caxias, do Rio Grande do Sul, foi impiedosamente goleado por 5 x 0, com todos os gols marcados ainda na primeira etapa.
Em 2012 o Ceilândia surpreendeu ao chegar às duas finais do Campeonato Brasiliense. Perdeu o primeiro turno, a Taça JK, para o Luziânia por 3 x 2, na casa do adversário. Porém ganhou o segundo turno, a Taça Mané Garrincha, por 4 x 1 contra o Sobradinho, também na casa do adversário. Disputou a grande final contra o Luziânia, venceu o primeiro jogo por 1 x 0, e perdeu o segundo pelo mesmo placar, acabando por se sagrar campeão dado a sua melhor campanha na primeira fase da competição.
Também em 2012, o Ceilândia realizou boa campanha no Campeonato Brasileiro da Série D, ficando, na primeira fase, em segundo lugar no grupo integrado ainda por CENE (MS), Aparecidense e CRAC, ambos de Goiás, e Sobradinho (DF). Na segunda fase, foi eliminado pelo Friburguense (RJ), em dois jogos (0 x 0 e derrota de 2 x 1).
Voltou a ficar em terceiro lugar no campeonato brasiliense de 2013 e foi muito mal no de 2014, quando chegou na sétima colocação entre doze equipes.
No Ranking Nacional dos Clubes de 2015, elaborado pela Confederação Brasileira de Futebol - CBF, o Ceilândia encontra-se em 112º lugar. 


A CIDADE DO GATO

O Ceilândia Esporte Clube vem desenvolvendo um projeto audacioso, o seu Centro de Treinamento, chamado de “Cidade do Gato” (mascote do clube), que tem impressionado muita gente por sua grandeza. As obras estão em ritmo acelerado, em estágio bem adiantado.
Localizado a 9 km de Ceilândia, a Cidade do Gato é composta de quatro ambientes distintos. No primeiro ambiente já estão construídos os apartamentos que servirão de concentração para a equipe. São quartos espaçosos, com banheiros sociais e alguns deles com suítes.
Próximo ao ambiente dos quartos, salas de estar e televisão, salões de jogos e academia. Num outro ambiente, salas de apoio e uma piscina semiolímpica. No terceiro ambiente, sala de imprensa, vestiário, sala de aquecimento e vestiário de visitantes.
O quarto ambiente é o de treinamento: são dois campos com 105 x 68 metros. Além disso, há espaço para amplo estacionamento.


sexta-feira, 27 de março de 2015

O FUTEBOL NAS CIDADES SATÉLITES - 2º CAPÍTULO - Ceilândia - 1ª parte: A cidade


A partir de hoje e nos próximos quatro dias, a cidade satélite homenageada pelo blog será Ceilândia, pois ela está comemorando 44 anos de existência neste dia 27 de março.
Nessa primeira parte, contaremos um pouco da história da Ceilândia. Na segunda e terceira passaremos a mostrar o futebol profissional da cidade, ao falar da história dos dois clubes desta categoria: Ceilândia e Ceilandense. O Estádio Abadião e as categorias de base serão os temas da quarta parte. Já a quinta será dedicada ao futebol amador da Ceilândia, considerado um dos mais fortes do Distrito Federal.

quarta-feira, 25 de março de 2015

ENCERRADA A 1ª FASE DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 2015


Com a realização de cinco jogos, foi encerrada na tarde de hoje a Primeira Fase do Campeonato Brasiliense de 2015.
Os oito clubes classificados para as quartas-de-final foram, pela ordem: Brasília (1º), Gama (2º), Brasiliense (3º), Ceilândia (4º), Luziânia (5º), Sobradinho (6º), Formosa (7º) e Paracatu (8º).
Sem conseguir vencer um jogo sequer nos dez que disputou, o Ceilandense foi rebaixado para a Segunda Divisão de 2016.
Nos 55 jogos realizados, foram assinalados 121 gols, perfazendo a média de 2,2 gols por jogo.
Eis a tabela completa da Primeira Fase do Campeonato Brasiliense de 2015

25.01.2015 
LUZIÂNIA 1 x 0 CRUZEIRO
BRASILIENSE 3 x 3 CEILANDENSE
SOBRADINHO 0 x 1 FORMOSA
GAMA 2 x 1 SANTA MARIA
CEILÂNDIA 3 x 0 PARACATU

28.01.2015 
CEILANDENSE 0 x 2 BRASÍLIA
SANTA MARIA 0 x 2 SOBRADINHO
PARACATU 1 x 0 GAMA
FORMOSA 1 x 1 CEILÂNDIA

29.01.2015 
CRUZEIRO 1 x 3 BRASILIENSE

31.01.2015 
FORMOSA 2 x 0 PARACATU
LUZIÂNIA 0 x 0 BRASÍLIA

01.02.2015 
SANTA MARIA 1 x 3 CEILÂNDIA
CRUZEIRO 1 x 0 CEILANDENSE
SOBRADINHO 0 x 2 GAMA

04.02.2015 
CEILANDENSE 0 x 1 FORMOSA
BRASILIENSE 1 x 0 SANTA MARIA
GAMA 1 x 0 LUZIÂNIA

05.02.2015 
BRASÍLIA 1 x 0 SOBRADINHO
PARACATU 1 x 0 CRUZEIRO

07.02.2015 
FORMOSA 1 x 1 SANTA MARIA

08.02.2015 
SOBRADINHO 3 x 3 PARACATU
CEILÂNDIA 0 x 1 GAMA

11.02.2015 
BRASÍLIA 1 x 1 BRASILIENSE
LUZIÂNIA 4 x 0 CEILANDENSE

12.02.2015 
CRUZEIRO 1 x 1 FORMOSA

14.02.2015 
BRASILIENSE 3 x 1 CEILÂNDIA
CEILANDENSE 1 x 1 PARACATU
LUZIÂNIA 2 x 2 SOBRADINHO

15.02.2015 
GAMA 1 x 0 BRASÍLIA

18.02.2015 
CEILÂNDIA 1 x 1 BRASÍLIA
SOBRADINHO 0 x 0 CRUZEIRO
GAMA 1 x 1 CEILANDENSE

19.02.2015 
SANTA MARIA 1 x 3 LUZIÂNIA

22.02.2015 
FORMOSA 1 x 1 BRASILIENSE

28.02.2015 
BRASÍLIA 1 x 0 PARACATU

01.03.2015 
CEILANDENSE 0 x 2 CEILÂNDIA
CRUZEIRO 0 x 3 SANTA MARIA
LUZIÂNIA 3 x 0 FORMOSA
BRASILIENSE 0 x 1 SOBRADINHO

08.03.2015 
FORMOSA 1 x 2 GAMA
PARACATU 1 x 1 SANTA MARIA
BRASILIENSE 1 x 0 LUZIÂNIA

11.03.2015 
CRUZEIRO 2 x 3 BRASÍLIA
CEILÂNDIA 0 x 0 SOBRADINHO

14.03.2015 
BRASÍLIA 3 x 0 FORMOSA
CEILÂNDIA 1 x 1 CRUZEIRO
GAMA 0 x 0 BRASILIENSE

15.03.2015 
PARACATU 3 x 1 LUZIÂNIA

18.03.2015 
SANTA MARIA 1 x 1 CEILANDENSE

25.03.2015 
SOBRADINHO 3 x 0 CEILANDENSE
LUZIÂNIA 0 x 2 CEILÂNDIA
BRASILIENSE 2 x 1 PARACATU
GAMA 0 x 1 CRUZEIRO
BRASÍLIA 2 x 1 SANTA MARIA

CLASSIFICAÇÃO FINAL DA PRIMEIRA FASE

CF
CLUBES
J
V
E
D
GF
GC
SG
PG
Aprov.
BRASÍLIA
10
6
3
1
14
6
8
21
70,0%
GAMA
10
6
2
2
10
5
5
20
66,7%
BRASILIENSE
10
5
4
1
15
9
6
19
63,3%
CEILÂNDIA
10
4
4
2
14
8
6
16
53,3%
LUZIÂNIA
10
4
2
4
14
10
4
14
46,7%
SOBRADINHO
10
3
4
3
11
9
2
13
43,3%
FORMOSA
10
3
4
3
9
12
-3
13
43,3%
PARACATU
10
3
3
4
11
14
-3
12
40,0%
CRUZEIRO
10
2
3
5
7
13
-6
9
30,0%
10º
SANTA MARIA
10
1
3
6
10
16
-6
6
20,0%
11º
CEILANDENSE
10
0
4
6
6
19
-13
4
13,3%

Assim ficaram definidos os jogos das quartas-de-final, com os jogos de ida a serem realizados no dia 29 de março e os de volta no dia 8 de abril:

QUARTAS-DE-FINAL

29.03.2015
PARACATU  x  BRASÍLIA
FORMOSA  x  GAMA
SOBRADINHO  x  BRASILIENSE
LUZIÂNIA  x  CEILÂNDIA

08.04.2015 
BRASÍLIA  x  PARACATU
GAMA  x  FORMOSA
BRASILIENSE  x  SOBRADINHO
CEILÂNDIA  x  LUZIÂNIA

Luiz Carlos, do Brasiliense, Thiago Miracema, do Gama, e Éder, do Luziânia, são os artilheiros do campeonato brasiliense de 2015, cada um com cinco gols.