sábado, 30 de junho de 2018

POR ONDE ANDA VOCÊ, BONI ???


O habilidoso meio-campista José Bonifácio Gonçalves da Silva, o Boni, nasceu em Unaí (MG), no dia 30 de junho de 1957.
Começou nos times de pelada do DF, onde foi descoberto pelo técnico Ceninho, que o levou para jogar nos juvenis do Grêmio, em 1976.
Seu primeiro jogo no Grêmio aconteceu no dia 11 de outubro de 1977, no amistoso que marcou a reabertura do estádio Pelezão. O Grêmio perdeu para o Fluminense, do Rio de Janeiro, por 2 x 1, formando com essa equipe: Wilmar Gato, Leocrécio, Kell, Gilberto e Ricardo; Kidão, Boni e Careca; Wellington, Aloísio e Tita. Técnico: Bugue.
Além desse jogo, em 1977 Boni disputou três jogos pelo Campeonato Brasiliense.
Depois que o Grêmio desativou seu departamento de futebol profissional, Boni e outros jogadores do clube foram contratados pelo Corinthians, do Guará. Sua primeira participação no novo clube foi na inauguração do estádio do CAVE, no Guará, no dia 16 de abril de 1978, em amistoso interestadual contra o Vitória, de Salvador (BA). O Corinthians atuou com essa formação: Wilmar Gato (Lúcio), Ricardo, Luciano, Gilberto e Newton (Gilvan); Boni, Marquinhos e Augusto; Edu (Orlando), Aloísio (Chiquinho) e Wellington. Técnico: Bugue.
Quando aconteceu a fusão que provocou o retorno do Clube de Regatas Guará ao futebol do DF (se juntaram Corinthians e Humaitá), Boni disputou 14 jogos do Campeonato Brasiliense de 1978 com a camisa do Guará, tendo marcado um gol.
Em 1979, disputou o campeonato brasiliense pelo Guará e o Campeonato Brasileiro pelo Gama.
Também em 1979, Boni foi convocado para a Seleção do DF que empatou em 1 x 1 com a Seleção de Goiás, no amistoso realizado no dia 22 de abril, substituindo Raimundinho.
Em 1980 passou a ser jogador do Gama. Fez sua estreia no dia 3 de fevereiro, na vitória de 2 x 0 sobre a Anapolina, em Anápolis. O Gama formou com Hélio, Carlão, Décio, Maurício Pradera e Odair; Santana, Boni e Manoel Ferreira; Roldão, Fantato e Robertinho. O técnico foi Manoel Cajueiro (que substituiu Martim Francisco, pois esse seguiu com a seleção brasiliense de juvenis para Fortaleza).
Disputou 18 dos 25 jogos do Gama no Campeonato Brasiliense de 1980 (o Gama foi vice-campeão), tendo marcado quatro gols. Além disso, participou do Campeonato Brasileiro.
No começo do ano de 1981, Boni tomou parte de seis jogos do Gama pelo Campeonato Brasileiro da Série B e logo depois se transferiu para o Taguatinga, onde estreou no dia 1º de maio, no Serejão, no amistoso contra o Botafogo, do Rio de Janeiro (derrota de 1 x 0). O Taguatinga atuou com Jonas, Boni, Emerson, Décio (Duda) e Odair; João Carlos, Péricles e Marquinhos; Paulo Hermes (Paulo Caju), Serginho e Raimundinho. Técnico: Bugue..

Foi um dos destaques do Taguatinga na conquista do campeonato brasiliense de 1981, tendo participado de 21 dos 27 jogos que o clube realizou para chegar ao título de campeão pela primeira vez em sua história.
Ficaria no Taguatinga até 1983. Nesse período, por empréstimo, esteve no Guará no Campeonato Brasileiro da Série B de 1983.
No Campeonato Brasiliense de 1983, disputou incríveis 48 jogos de um total de 52 com a camisa do Taguatinga.
Jogou o Campeonato Brasiliense de 1984 pelo Guará e o Brasileiro da Série B emprestado ao Tiradentes.
Retornou ao Taguatinga em 1985 e por lá permaneceu até 1986. Neste ano, venceu o Torneio Início (disputado em 26 de janeiro, no Mané Garrincha), sagrou-se vice-campeão do Campeonato Brasiliense (quando disputou 19 jogos) e disputou seu último jogo pelo Taguatinga no dia 21 de setembro de 1986, no Serejão, na vitória de 3 x 1 sobre o Confiança, de Aracaju (SE), válido pelo Campeonato Brasileiro da Série B. O Taguatinga apresentou a seguinte formação: Ronaldo, Ricardo, Bilzão, Adilson e Visoto; Dorival, Da Silva e Zé Maurício (Boni); Aguinaldo (Moura), Joãozinho e Marquinhos. Técnico: Mozair Barbosa.
Em 1987, Boni teve uma rápida passagem pela Penapolense, de Penápolis (SP), que disputava o Campeonato Paulista da Segunda Divisão, e logo depois parou com o futebol.

POR ONDE ANDA VOCÊ, BONI ???

Nota:
Segundo o Memorial Gamense, Boni está morando em Goiânia, onde é empresário do ramo de produtos derivados do leite.



sexta-feira, 29 de junho de 2018

OS CLUBES DO DF: Real


O Esporte Clube Real de Brasília foi fundado em 29 de junho de 1960, numa reunião realizada na residência de Francisco Alves Vieira, localizada no Acampamento do DVO, na Metropolitana, “em virtude do mal tratamento dado aos atletas desse acampamento pelo Grêmio Esportivo Brasiliense”.
Além de Francisco Alves Vieira, compareceram Aldair da Silva Pacheco, Antônio Pereira Reis, Antônio Rodolfo Filho, Aristeu Aragão Filho, Edson Martins de Deus, Fernando Rodrigues Nunes, Getúlio Fernandes Pereira, José Carlos Lima Cauby, José Eufrásio Feitosa, José Fonseca Guimarães, José Honestino de Carvalho, José Nobre da Conceição, José Vieira de Paiva, Mires Lopes de Oliveira, Nilson Faria, Osiel Simão de Sousa, Raimundo Maia Filgueiras, Salvador de Sá Guimarães, Trajano Augusto Sento Sé, Walter Barnabé da Silva, Weldas Dias Alves e Wilson Faria.
O nome, aprovado por unanimidade, foi uma homenagem ao Real Madrid, da Espanha.
Sua primeira diretoria era composta por Trajano Augusto Sento Sé (Presidente), Aldair da Silva Pacheco (Vice-Presidente), Salvador de Sá Guimarães (1º Secretário), Weldas Dias Alves (2º Secretário), Francisco Alves Vieira (1º Tesoureiro) e Wilson Faria (2º Tesoureiro) e José Nobre da Conceição (Diretor de Esportes).
Foram aprovados dois uniformes: o primeiro, composto de camisa grená com punhos e golas em azul, calção azul com filete grená dos lados e meias grenás; já o segundo uniforme era assim: camisa azul, calção branco e meias azuis.
Um dos primeiros jogos do Real foi um amistoso no dia 7 de agosto de 1960, empatando em 2 x 2 com o Brasil Central. Aldair marcou primeiro para o Real. Martins, com dois gols, virou para o Brasil Central ainda no 1º tempo. Aldair voltou a marcar no 2º tempo e decretou o empate em 2 x 2. O jogo foi realizado no campo do Ginásio Brasília.
Três dias depois, 10 de agosto de 1960, o Real teve o seu estatuto aprovado pela Federação Desportiva de Brasília.
No dia 4 de setembro de 1960, tomou parte da primeira competição oficial promovida pela Federação, o Torneio Início, para o qual solicitaram inscrição 16 clubes. Conforme previa o regulamento, os jogos foram realizados em dois tempos de dez minutos cada, sem intervalo. No caso de empate, haveria a decisão por pênaltis, três para cada equipe, na primeira série. No quarto jogo do dia, o Real foi derrotado pelo Sobradinho, por 1 x 0. Formou o Real com Weldas, Baganha, Walter e Hugo; Paiva e Nilson; Norberto, Silva, Valentim, Joãozinho e Hildeu. 
Duas semanas depois, em virtude do elevado número de clubes inscritos (16), teria início o torneio que determinaria as oito equipes que disputariam o campeonato da Primeira Divisão e as oito que comporiam a Segunda.
O Real fez parte do Grupo D, com jogos no campo do Rabello, juntamente com o clube anfitrião, o Alvorada e o Nacional.
Na primeira rodada do torneio classificatório, no dia 18 de setembro, o Real empatou em 1 x 1 com o Alvorada.
Uma semana depois, 25 de setembro de 1960, não resistiu ao poderio do Rabello, sendo goleado por 6 x 1.
Na terceira e última rodada do torneio classificatório, no dia 9 de outubro, aconteceu a primeira vitória do Real: 2 x 1 sobre o Nacional.
Após estes resultados, Nacional e Real estavam com três pontos ganhos na classificação do Grupo D. A goleada sofrida diante do Rabello fez com que ficasse em terceiro, no critério de desempate saldo de gols.
Aguardando pelo início dos jogos do campeonato da Segunda Divisão, em 16 de outubro de 1960 realizou um amistoso no campo do Grêmio. O Real venceu o Defelê, por 1 x 0, gol de Valentim.
Porém, antes disso, em 13 de outubro de 1960, um dos clubes classificados para disputar a Primeira Divisão, a A. E. Edilson Mota encaminhou ofício a F.D.B. comunicando a sua extinção.
Para preencher a vaga na Primeira Divisão, a F.D.B. promoveu um torneio eliminatório entre os clubes da Segunda, iniciado em 30 de outubro de 1960. O Real não deu sorte e teve pela frente a fortíssima equipe do Defelê (que acabaria vencendo o campeonato daquele ano de 1960). Resultado: 6 x 1 a favor do Defelê e o sonho de passar para a Primeira Divisão desfeito.
Voltando a se preparar para disputar o campeonato da Segunda Divisão, em 21 de novembro disputou um amistoso com o Brasil Central, vencendo-o por 3 x 0.
O campeonato da Segunda Divisão contou com a participação de seis equipes. Além do Real, estiveram presentes: Guanabara, Brasil Central, Industrial, Sobradinho e o Trópicos. Foi disputado em turno único e o Real ficou com o vice-campeonato, apresentando a seguinte campanha: cinco jogos, três vitórias, um empate e uma derrota. Marcou 13 gols e sofreu 6. Somou sete pontos, dois a menos que o campeão Sobradinho.
Os resultados do Real foram: 04.12 – 2 x 0 Industrial, 11.12 – 3 x 0 Brasil Central, 18.12 – 2 x 2 Guanabara, 15.01.1961, 1 x 3 Sobradinho e 22.01.1961, 5 x 1 Trópicos.
O jogador Bugue (que mais tarde seria treinador de destaque no futebol de Brasília) foi a revelação do Real.
Veio o ano de 1961 e a primeira participação do Real no ano foi o Torneio Início da Segunda Divisão. Ele aconteceu em 9 de julho de 1961. Logo no primeiro jogo, foi derrotado pelo Colombo, por 1 x 0.
No dia 12 de março de 1961, o Real foi até a cidade de Paracatu (MG) enfrentar o Amoreiras local e de lá trouxe a vitória de 1 x 0, gol marcado por Valentim.
No campeonato da Segunda Divisão, de 6 de agosto a 22 de outubro de 1961, não foi nada bem, vencendo apenas um jogo nos seis disputados (sofreu cinco derrotas nos demais).
A situação no Real não era nada boa no ano de 1962. Primeiramente, não enviou representante para a Assembléia de Clubes realizada no dia 12 de janeiro de 1962. Logo depois, através do Ofício nº 6/62, de 23 de maio, o Real solicitou dispensa do campeonato de futebol de 1962.
Com isso, perdeu seus dois melhores atletas para o Grêmio Brasiliense: o goleiro Weldas e o já citado Bugue.
Resolveu retornar em 1963 e disputou o campeonato da Segunda Divisão com outros quatro clubes: Clube de Regatas Barroso, Vila Matias E. C., Dínamo F. C. e Pederneiras F. C. O campeonato teve início no dia 13 de julho e término em 5 de outubro de 1963. O Real teve um péssimo desempenho, ficando na última colocação. O campeão foi o Dínamo, time da Polícia Militar.
No dia 8 de novembro de 1963, aconteceu a Assembleia Geral que aprovou a implantação do profissionalismo no futebol de Brasília. Na mesma reunião também foi decidida a desfiliação do Real.



quinta-feira, 28 de junho de 2018

AS DECISÕES: Copa Arizona de Futebol Amador - 1978


A cerimônia de abertura da IV Copa Arizona de Futebol Amador aconteceu no estádio Presidente Médici, na manhã de 29 de janeiro de 1978.
A competição teve a inscrição de 96 equipes, divididas, inicialmente, em três chaves.
A Copa Arizona teve sua decisão no dia 23 de abril de 1978, entre Unidos de Sobradinho e o Royal, de Taguatinga.
A partida foi realizada na praça de esportes da cidade-satélite de Brazlândia.
Logo aos três minutos de jogo, o médio-volante Zé Carlos, do Unidos de Sobradinho, em excelente jogada enganou o goleiro João Dorico e marcou o primeiro gol do jogo.
A partida continuou equilibrada durante todo o primeiro tempo, registrando-se bons lances e boas oportunidades de gols para ambas as equipes.
No segundo tempo, os dois quadros, sem qualquer alteração em suas composições, passaram a apresentar um futebol mais corrido.
Uma falta bem cobrada por Wanner ensejou o empate no jogo por intermédio de Jaime, que se valeu de uma indecisão da defesa do Unidos de Sobradinho.
O tempo regulamentar terminou com empate em 1 x 1, fazendo com que a partida fosse decidida na cobrança de pênaltis, o que veio decretar a vitória do Unidos de Sobradinho.
O árbitro da partida foi Lincoln Costa e os dois quadros formaram assim:
Unidos de Sobradinho - Edmar, Orlando, Toninho, Ademir e Luiz Carlos; Zé Carlos, Nunes e Zé Baixinho; Edvaldo, Paulo e Litinho.
Royal - João Dorico, João Aquino, Froylan, Lengruber e Irênio; Wanner e Amorim; Pelado, Taquinha, Jaime e Branco.


quarta-feira, 27 de junho de 2018

AS DECISÕES: Torneio Incentivo de 1978




A decisão do Torneio Incentivo de 1978 foi entre Taguatinga, campeão do 1º turno, e Gama, vencedor do segundo.
Conforme o regulamento, a decisão aconteceria em dois jogos, nos dias 16 e 23 de julho de 1978.
No primeiro jogo, em 16 de julho de 1978, no Bezerrão, o empate de 0 x 0 permaneceu até o final.
Uma semana depois, em partida bem disputada e realizada no estádio Serejão, o Gama derrotou o Taguatinga, por 4 x 3, na decisão por pênaltis, alcançando o título de bicampeão do Torneio Incentivo do Distrito Federal.
No tempo regulamentar, o placar não foi movimentado, apesar da grande chance que o Gama teve, em penalidade máxima cometida pelo zagueiro Wanner no atacante Roldão. Encarregado da cobrança, Manoel Ferreira chutou fraco e possibilitou a defesa do goleiro Carlos José.
Na prorrogação de 30 minutos, não houve gols. Os dois times foram, então, para a decisão por pênaltis. O Gama converteu quatro, perdendo um, enquanto o Taguatinga aproveitou três e desperdiçou dois.
Logo que começou o jogo as duas equipes demonstraram que estavam preparadas para oferecer um bom espetáculo ao público, exibindo um futebol agressivo e audacioso.
Nos primeiros minutos, o Gama esteve melhor, voltado inteiramente para o ataque e explorando a boa velocidade de Roldão, que investia pelas pontas, com apoio constante dos laterais, principalmente Carlão.
A primeira grande oportunidade foi perdida por Roldão, que aproveitou a cobrança de um escanteio para mandar a bola na trave de Carlos José. Em seguida, Miguel chutou por cima do gol do Taguatinga uma bola mal rebatida pela zaga do time local.
A partir dos vinte minutos é que o Taguatinga começou a sair do sufoco, graças ao trabalho do volante Elmo, que passou a distribuir melhor as jogadas e a lançar com mais regularidade os atacantes Paulo Hermes e Belo.
No segundo tempo, o panorama da partida não mudou. Sucediam-se os ataques dos dois lados, sem que as tentativas de abertura da contagem alcançassem êxito.
A primeira chance foi perdida por Belo: com a bola dominada, dentro da área do Gama, permitiu que o goleiro Chico se arrojasse a seus pés e efetuasse a defesa.
Logo depois, Roldão invadiu a área do Taguatinga e sofreu pênalti. Manoel Ferreira bateu apressadamente, a bola chegou às redes, mas o árbitro não confirmou o gol porque não havia autorizado a cobrança. Na repetição, Manoel Ferreira chutou a bola no mesmo canto, sem violência, e Carlos José defendeu, sem muito esforço.
A não conversão do pênalti deixou o time do Gama desanimado, enquanto que os jogadores do Taguatinga foram à frente com maior ímpeto.
Abatido, Manoel Ferreira mais nada fez em campo. O treinador Manoel Cajueiro, que já havia substituído Júlio por Alves, resolveu tirar também Manoel Ferreira, incumbindo Vicente de marcar Elmo mais de perto, e assim barrar as investidas do Taguatinga.
Antes do encerramento do período regulamentar, Wilton marcou para o Taguatinga, mas o árbitro invalidou a jogada, acusando falta no goleiro Chico.
Na prorrogação, o Gama continuou mandando no gramado, apesar do Taguatinga haver perdido as melhores oportunidades de marcar um gol. Depois, os jogadores dos dois times sentiram o esforço feito e tiveram apenas uma preocupação: manter o 0 x 0 para tentar a sorte na decisão por pênaltis.
Santana, Manoel Silva, Roldão e Miguel marcaram para o Gama; Carlão perdeu. Pelo Taguatinga, assinalaram os gols Elmo, Wilton e Zé Vieira; Wanner e Renê permitiram que Chico realizasse defesas espetaculares. Resultado final: Gama 4 x 3 Taguatinga.
A renda foi superior a 30 mil cruzeiros, excelente em termos de competição local.

TAGUATINGA 0 x 0 GAMA
Data: 23.07.1978
Local: Serejão
Árbitro: Francisco Portugal
Na prorrogação: 0 x 0; nos pênaltis, o Gama venceu por 4 x 3 e conquistou o título de campeão do Torneio Incentivo.
TAGUATINGA: Carlos José, Aldair, Nonato, Wanner e Araújo; Elmo, Renê e Maurício; Belo (Warlan), Paulo Hermes (Wilton) e Zé Vieira. Técnico: Eurípedes Bueno.
GAMA: Chico, Carlão, Kidão, Manoel Silva e Edvaldo; Santana, Manoel Ferreira (Vicente) e Miguel; Roldão, Tico e Júlio (Alves). Técnico: Manoel Cajueiro.



terça-feira, 26 de junho de 2018

SÚMULAS: Torneio Incentivo de 1978 - 2º turno



SOBRADINHO 2 x 1 DESPORTIVA BANDEIRANTE
Preliminar de Brasília x Guarani
Data: 24.05.1978
Local: Serejão
Árbitro: Francisco Portugal
Gols: Carlos Prescher, 23; Dázio, 37 e Tote, 65
SOBRADINHO: Ari, Marcos, Zezão, Dorival e Gerson; Pebinha, Baduca e Tote (Careca); Marcos Melo, Vino e Dázio. Técnico: Manoel Augusto de Melo.
DESPORTIVA BANDEIRANTE: Wilson, Araújo, Manoel, Mundinho e Moreira; Chagas, Messias e Jackson (Totonho); Carlos Prescher, Eliud e Esquerdinha. Técnico: Sebastião Cândido Martins.

TAGUATINGA 1 x 1 CORINTHIANS
Data: 28.05.1978
Local: Serejão
Árbitro: Arnóbio Passos
Gols: Jânio, 30 e Kim, 79
TAGUATINGA: Carlos José, Renê, Aldair, Nonato e Xavier; Warlan (Araújo), Elmo e Maurício; Osanan (Wilton), Kim e Zé Vieira. Técnico: José Raimundo Veríssimo.
CORINTHIANS: Wilmar, Ricardo, Gilvan, Getúlio e Careca; Marquinhos, Boni (Edu) e Jânio; Marco Antônio, Aloísio (Jesus) e Wellington. Técnico: Bugue.

CORINTHIANS 2 x 1 SOBRADINHO
Preliminar de Brasília x Portuguesa de Desportos
Data: 31.05.1978
Local: Serejão
Árbitro: Osvaldo dos Santos
Expulsão: Pebinha, do Sobradinho
Gols: Gilvan, 4; Dazio, 11 e Ricardo, 48
CORINTHIANS: Wilmar, Ricardo, Gilvan, Gilberto e Nilton; Marquinhos (Eloir), Boni e Jânio; Marco Antônio, Aloísio e Wellington. Técnico: Bugue.
SOBRADINHO: Ari, Ivanildo (Claudinho), Zezão, Dorival e Marcos; Pebinha, Baduca e Careca; Marcos Melo (Tote), Vino e Dázio. Técnico: Manoel Augusto de Melo.

TAGUATINGA 2 x 0 DESPORTIVA BANDEIRANTE
Preliminar de Gama x Corinthians
Data: 10.06.1978
Local: Pelezão
Árbitro: Volney Bezerril
Expulsões: Maurício Pradera e Araújo, da Desportiva Bandeirante
Gols: Wilton, 63 e Belo, 85
TAGUATINGA: Carlos José, Araújo, Aldair, Wanner (Elmo) e Xavier; Warlan (Déo), Maurício e Renê; Belo, Wilton e Zé Vieira. Técnico: José Raimundo Veríssimo.
DESPORTIVA BANDEIRANTE: Wilson, Araújo, Góes, Mundinho (Manoel) e Moreira; Maurício Pradera, Messias e Esquerdinha; Ramalho, Josemar (Eliud) e Carlos Prescher. Técnico: Sebastião Cândido Martins.

GAMA 0 x 0 CORINTHIANS
Data: 10.06.1978
Local: Pelezão
Árbitro: Francisco Portugal
GAMA: Chico, Carlão, Kidão, Kell e Edvaldo; Santana (Miguel), Manoel Ferreira e Júlio; Roldão, Maninho (Manoel Silva) e Careca. Técnico: Airton Nogueira.
CORINTHIANS: Wilmar, Ricardo, Gilvan, Marquinhos e Serginho; Amauri, Augusto e Jânio; Marco Antônio (Edu), Chiquinho e Aloísio. Técnico: Bugue.

SOBRADINHO 0 x 0 GAMA
Data: 17.06.1978
Local: Pelezão
Árbitro: Francisco José Lopes
Expulsões: Manoel Ferreira (Gama) e Claudinho (Sobradinho)
SOBRADINHO: Ari, Claudinho, Zezão, Sir Peres e Marcos; Bduca, Gaúcho e Careca; Vino, Zé Afonso e Dázio. Técnico: Manoel Augusto de Melo.
GAMA: Chico, Carlão, Kidão, Manoel Silva e Edvaldo; Santana, Manoel Ferreira e Miguel; Roldão (Tico), Antônio Carlos e Alves. Técnico: Airton Nogueira.

TAGUATINGA 1 x 0 SOBRADINHO
Preliminar de Brasília x Coritiba
Data: 24.06.1978
Local: Pelezão
Árbitro: Antônio Barbosa
Gol: Osanan, 82
TAGUATINGA: Carlos José, Aldair, Nonato, Geraldo e Xavier; Warlan, Elmo e Joãozinho (Wanner); Belo, Wilton (Osanan) e Zé Vieira. Técnico: José Raimundo Veríssimo.
SOBRADINHO: Nilson, Ivanildo, Zezão, Sir Peres e Marcos; Pebinha, Baduca e Gaúcho; Vino, Careca (Zé Afonso) e Dázio. Técnico: Manoel Augusto de Melo.

CORINTHIANS 0 x 0 DESPORTIVA BANDEIRANTE
Preliminar de Gama x Taguatinga
Data: 02.07.1978
Local: Pelezão
Árbitro: Volney Bezerril
Expulsão: Augusto (Corinthians)
CORINTHIANS: Wilmar, Marcos, Amauri, Rafael e Serginho; Marquinhos, Boni e Augusto; Wellington (Careca), Chiquinho e Jânio (Aloísio). Técnico: Bugue.
DESPORTIVA BANDEIRANTE: Wilson, Paulinho, Zezé, Chagas e Moreira; Góes, Esquerdinha e Moreira; Ramalho, Eliud e Carlos Prescher. Técnico: Sebastião Cândido Martins.

GAMA 3 x 0 TAGUATINGA
Data: 02.07.1978
Local: Pelezão
Árbitro: Vicente de Paulo
Gols: Roldão, 31, 76 e 80
GAMA: Chico, Carlão, Kidão (Mundinho), Kell e Edvaldo; Manoel Silva, Miguel e Júlio; Vicente (Santana), Roldão e Alves. Técnico: Manoel Cajueiro.
TAGUATINGA: Carlos José, Aldair, Nonato, Geraldo e Xavier; Warlan, Elmo e Wanner; Maurício (Belo), Paulo Hermes (Osanan) e Zé Vieira. Técnico: José Raimundo Veríssimo.

GAMA 0 x 0 DESPORTIVA BANDEIRANTE
Data: 09.07.1978
Local: Pelezão
Árbitro: Roberto do Couto Noronha
Expulsões: Edvaldo (Gama) e Messias (Desportiva Bandeirante)
GAMA: Chico, Carlão, Kell (Maninho), Kidão e Edvaldo; Manoel Silva, Júlio e Manoel Ferreira; Vicente, Roldão e Alves. Técnico: Manoel Cajueiro.
DESPORTIVA BANDEIRANTE: Wilson, Góes, Maurício Pradera, Zezé e Moreira; Manoel, Messias e Ramalho; Eliud (Totonho), Esquerdinha e Carlos Prescher. Técnico: Sebastião Cândido Martins.

CLASSIFICAÇÃO DO 2º TURNO

CF
CLUBES
J
V
E
D
GF
GC
SG
PG
GAMA
4
1
3
0
3
0
3
5
CORINTHIANS
4
1
3
0
3
2
1
5
TAGUATINGA
4
2
1
1
4
4
0
5
SOBRADINHO
4
1
1
2
3
4
-1
3
DESPORTIVA BANDEIRANTE
4
0
2
2
1
4
-3
2

DECISÃO

GAMA 0 x 0 TAGUATINGA
Data: 16.07.1978
Local: Bezerrão
Árbitro: Walterley Pereira
Público: 2.138 pagantes.
GAMA: Chico, Carlão, Kidão, Kell (Junior) e Manoel Silva; Santana, Miguel e Júlio; Manoel Ferreira, Roldão (Tico) e Alves. Técnico: Manoel Cajueiro.
TAGUATINGA: Carlos José, Aldair, Nonato, Wanner e Araújo; Elmo, Maurício (Belo) e Renê; Warlan, Zecão e Zé Vieira. Técnico: Eurípedes Bueno.

TAGUATINGA 0 x 0 GAMA
Data: 23.07.1978
Local: Serejão
Árbitro: Francisco Portugal
Prorrogação: 0 x 0. Nos pênaltis, o Gama venceu por 4 x 3 e conquistou o título de campeão do Torneio Incentivo.
TAGUATINGA: Carlos José, Aldair, Nonato, Wanner e Araújo; Elmo, Renê e Maurício; Belo (Warlan), Paulo Hermes (Wilton) e Zé Vieira. Técnico: Eurípedes Bueno.
GAMA: Chico, Carlão, Kidão, Manoel Silva e Edvaldo; Santana, Manoel Ferreira (Vicente) e Miguel; Roldão, Tico e Júlio (Alves). Técnico: Manoel Cajueiro.