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terça-feira, 30 de junho de 2015

O QUE ACONTECEU HÁ 50 ANOS: 01 a 31.07.1965




01.07.1965





Em 1º de julho de 1965, funcionários do então Tribunal Federal de Recursos (hoje Superior Tribunal de Justiça) reuniram-se no apartamento nº 302 do Bloco 4 da Super Quadra Sul 106 para fundar uma sociedade civil esportiva, cultural e cívica. Surgiu, assim, a Associação Esportiva Carioca.

domingo, 28 de junho de 2015

FORMAÇÕES BÁSICAS DAS EQUIPES QUE PARTICIPARAM DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1971


CEUB

Luiz Henrique (Elizaldo), Sérgio (Medeiros) (Sílvio), Lúcio, Carlos Henrique (Aderbal) e Maranhão (Varela); Darse e Carlos Alberto (Gaúcho) (Renato); Adilson (Antunes) (Gideon) (César), Paulinho (Hilário) (Márcio), Wilfrido e Dinarte (Marcos) (Gustavo). Técnico: Gualter Portela Filho.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

OS TÉCNICOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: Mozair Barbosa - 2ª parte



Mozair foi o treinador do Ceilandense durante o 1º turno do campeonato brasiliense de 1995. Logo depois, passou a dirigir o América, de Morrinhos, no campeonato goiano. Por último, foi treinador do Barra do Garças, do Mato Grosso, no Campeonato Brasileiro da Série B.
Voltou a treinar duas equipes no Campeonato Brasiliense de 1996: Brazlândia e Ceilandense.
No 1º semestre de 1997 foi o treinador do Itumbiara no campeonato goiano e do Ceilandense no campeonato brasiliense. No segundo semestre, dirigiu o Ceilandense no Campeonato Brasileiro da Série C.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

OS TÉCNICOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: Mozair Barbosa - 1ª parte



Mozair Silviano Barbosa é mineiro de Bambuí, onde nasceu no dia 29 de agosto de 1950.


Começou a jogar futebol nas categorias de base da Associação Esportiva Bambuiense - AEB, de sua cidade natal.
Veio para Brasília em 1967, na companhia de seus irmãos. Passou pelo Rabello nos últimos anos de existência desse clube e depois foi jogar no Torino, clube amador de Taguatinga. Ainda em Taguatinga jogou no Liberdade (outro clube de futebol amador da cidade). De 1974 a 1978, foi o meia-esquerda do Humaitá, do Guará, do Corinthians, também do Guará e também teve uma rápida passagem por Foz do Iguaçu, no Paraná, onde recebeu uma proposta de seu amigo Vilmar para formar a dupla de meio-de-campo da equipe.

De forma prematura, aos 28 anos de idade, resolveu parar de jogar bola, pois percebeu que era um jogador mediano e não iria render financeiramente.
Ainda em 1978, participou dos cursos de Técnico de Futebol e Técnico em Desportos, ministrados pela Associação de Garantia ao Atleta Profissional - AGAP.

No mesmo ano, sua carreira de treinador de futebol teve início, nos juvenis do Clube de Regatas Guará, clube que retornava ao futebol brasiliense depois de uma fusão entre Humaitá e Corinthians, ambos da cidade do Guará.
O Guará ficou com o vice-campeonato, atrás somente do Brasília, e também conquistou a Taça Disciplina.
No 1º semestre de 1979, Mozair foi técnico dos juvenis do Guará, clube que foi o terceiro colocado do campeonato da categoria. No dia 24 de abril de 1979 foi apresentado como novo técnico da categoria de profissionais, em substituição a Airton Nogueira. No 2º semestre, foi Auxiliar Técnico da Seleção Brasiliense de juvenis, dirigida por Martim Francisco, e assumiu o time profissional do Guará, interinamente, durante o Campeonato Brasileiro.
Começou o ano de 1980 como treinador da categoria de juniores do Guará. Logo depois passou a ser o treinador da categoria de profissionais do clube, dirigindo o Guará no campeonato brasiliense e também no Campeonato Brasileiro da Segunda Divisão.
Retornou para as categorias de base ao tornar-se técnico da equipe de juniores da Sociedade Esportiva do Gama, quando foi vice-campeão do DF em 1981. Depois disso, trabalhou como Supervisor no Guará durante o Torneio Seletivo para o Campeonato Brasileiro de 1981.
Passou todo o ano de 1982 trabalhando com a categoria de juniores do Guará.

Brasília campeão de 1983
No dia 19 de abril de 1983, chegou ao Brasília Esporte Clube. Manteve a base da equipe organizada por seu antecessor Jorge Medina, contou com poucos reforços e promoveu alguns juniores, entre eles o ponta-direita Santos, artilheiro e sensação do torneio. Com essa receita, sagrou-se campeão brasiliense pela primeira vez, à frente da equipe por 52 jogos, provavelmente um recorde em se tratando de treinadores no futebol brasiliense.
Foi o treinador do Brasília durante o Campeonato Brasileiro da Primeira Divisão.
Começou a temporada de 1984 como técnico do Brasília, logo se transferindo para o Sobradinho Esporte Clube, equipe onde foi apresentado no dia 8 de maio, vencendo o 1º turno, perdendo o segundo para o Brasília e, com a chegada de Nielsen Elias para o Sobradinho, passou a ser o treinador do Guará na mesma competição, a partir de 9 de setembro, já no terceiro turno.
Foi o treinador do Guará no 1º turno do Campeonato Brasiliense de 1985. No segundo e terceiro turnos, passou a dirigir o Taguatinga Esporte Clube, vencedor deste último. Na classificação final o Taguatinga ficou com o vice-campeonato do DF.
Continuou no Taguatinga em 1986, vencendo o Torneio Início disputado no dia 26 de janeiro de 1986, no Estádio Mané Garrincha. No Campeonato Brasiliense levou o Taguatinga a conquistar o segundo turno e a ficar com o vice-campeonato no final da competição.
Encerrando a temporada, o Taguatinga disputou o Torneio Paralelo, competição disputada por 36 clubes do Brasil e que classificava apenas o primeiro colocado de cada grupo para a Segunda Fase do Campeonato Brasileiro da Primeira Divisão.
Em 1987, mudou de ares e passou a treinar o Itumbiara Esporte Clube, campeão do Torneio Seletivo e quarto colocado no Campeonato Goiano. Além disso, disputou o Campeonato Brasileiro - Módulo Azul pelo clube do interior goiano.


Também em 1987 formou-se em Educação Física pela Faculdade Dom Bosco de Educação Física (Brasília-DF).
Voltou para Brasília em 1988, onde passou a treinar o Taguatinga, fazendo com que o clube conquistasse de forma invicta o 1º turno do campeonato do DF. No final do campeonato, o Taguatinga ficou com a terceira colocação.
Passou para o Grêmio Esportivo Tiradentes, levando esse clube ao quarto lugar na classificação final do Campeonato Brasileiro da Série C.
No mesmo ano esteve na Associação Atlética Anapolina, disputando o campeonato goiano.
No campeonato brasiliense de 1989 dirigiu o Tiradentes no 1º turno e o Gama no segundo e parte do terceiro, não conseguindo levar nenhum dos dois para o quadrangular final da competição.
Depois disso, partiu para Maceió, capital de Alagoas, onde passou a treinar o CSA local no campeonato estadual e na Copa do Brasil.
Em 1990 foi o treinador do Taguatinga nos dois turnos do campeonato brasiliense. O Taguatinga ficou com a segunda colocação no geral.
Também foi técnico do Taguatinga na Copa do Brasil de 1990, quando o time do DF superou o Vitória (BA) na Primeira Fase e foi desclassificado pelo Flamengo (RJ) na Segunda.
Logo depois passou a dirigir o Tiradentes no Torneio Seletivo, que indicaria o representante do Distrito Federal para o Campeonato Brasileiro da Série C de 1990. Perdeu a final para o Gama.
Em 1991 dirigiu o Tiradentes durante o campeonato brasiliense, não conseguindo levar o clube a uma boa colocação no final da competição.
Assumiu a equipe do Itapuranga Esporte Clube em janeiro de 1992, iniciando os preparativos para o Campeonato Goiano da Segunda Divisão. O Itapuranga chegou em terceiro lugar no seu grupo (apenas os dois primeiros colocados passavam para o quadrangular final). Deixou a equipe na antepenúltima rodada da competição, em maio.
Retornou ao futebol brasiliense, quando dirigiu duas equipes no campeonato do DF: foram 8 jogos no Taguatinga, de 14 de junho a 26 de julho, e 10 no Tiradentes, de 26 de setembro a 31 de outubro de 1992.
Por poucos jogos, nesse ano ainda dirigiu o Pires do Rio no Campeonato Goiano.
Aproveitando que o campeonato goiano de 1993 foi disputado antes do certame brasiliense, Mozair foi treinador de duas equipes durante o campeonato de Goiás: Anapolina e Itumbiara.
De volta ao Distrito Federal, foi um dos treinadores do Taguatinga, que se tornou campeão brasiliense de 1993. Passou para o Tiradentes e venceu o torneio que apontou o representante do DF no Campeonato Brasileiro da Série B de 1994.

Participou do curso de técnico de futebol e técnico em desportos ministrado pelo Sindicato dos Treinadores Esportivos do Estado de São Paulo.
No primeiro semestre de 1994 voltou a treinar duas equipes durante o campeonato goiano desse ano: Anápolis e Inhumas.
No campeonato brasiliense, disputado no segundo semestre, foi o treinador do Tiradentes. Neste clube também foi o treinador durante o Campeonato Brasileiro da Série B.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

AS SELEÇÕES DE BRASÍLIA: CONTRA O ATLÉTICO MINEIRO EM 1964




No dia 12 de agosto de 1964, a Federação Desportiva de Brasília escolheu os nomes dos membros de uma Comissão que faria a convocação dos jogadores da Seleção do Distrito Federal para o amistoso frente ao Atlético Mineiro.
Foram eles Ciro Machado do Espírito Santo (Presidente), Norberto Teixeira Fernandes (Coordenador) e Atarcísio Antônio de Andrade (Orientador Técnico). Este último foi o responsável pela indicação de Waldyr de Carvalho para ser o treinador da seleção brasiliense.
Didi de Carvalho convocou os seguintes jogadores:
Do Rabello: Gaguinho, Aderbal, Bimba, Beto Pretti, Djalma e Sabará
Defelê: Matil, Alonso Capela, Fernandinho, Walter, Jair e Arnaldo
Luziânia: Invasão
Cruzeiro do Sul: Zezé, Paulinho e Pedersoli
Dínamo: Goiano e Lúcio
Nacional: Zezito, Eufrásio, Logodô e Alberto
Colombo: Índio, Sir Peres, Paulista, Baiano e João Dutra.
No dia 22 de agosto os médicos José Gerson de Queiroz Barbosa e Júlio Capilé examinaram os atletas da seleção.
Menos de duas semanas depois, no dia 23 de agosto de 1964, o selecionado brasiliense enfrentou o Atlético Mineiro, conquistando um bom resultado: empate em 1 x 1.
Os dois gols do jogo foram marcados através da cobrança de pênaltis: Djalma, para a Seleção do Distrito Federal, e Décio Teixeira, para o Atlético Mineiro.
O jogo foi realizado no Estádio Ciro Machado do Espírito Santo, de propriedade do Defelê, e teve como árbitro Eduíno Edmundo Lima, da Federação Desportiva de Brasília.
A Seleção do Distrito Federal formou com Gaguinho, Aderbal, Bimba, Sir Peres e Lúcio; João Dutra e Beto Pretti (Paulista); Sabará (Fernandinho), Djalma, Baiano (Alaor Capella) e Arnaldo. Técnico: Didi de Carvalho.
Já o Atlético Mineiro contou com Joélcio, Marcelino (Warlei), Grapete, Bueno e Décio Teixeira; Buglê e Benê; Buião, Luiz Carlos (Coutinho), Tito (Viladôniga) e Hélio. Técnico: Afonso Silva.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

A HISTÓRIA DA TERCEIRA DIVISÃO NO DF - 4ª e última parte - 2009



O Campeonato Brasiliense da Terceira Divisão de 2009 teve início no dia 3 de outubro e encerramento em 5 de dezembro. Foi disputado em três fases, respeitados em cada uma delas os critérios de desempate estabelecidos no regulamento.
Na Primeira Fase os sete clubes participantes jogaram todos contra todos em turno único, num total de sete rodadas, classificando-se para a Segunda Fase os quatro clubes com o maior número de pontos ganhos. 

domingo, 21 de junho de 2015

A HISTÓRIA DA TERCEIRA DIVISÃO DO DF - 3ª parte - 2008





O Campeonato Brasiliense da Terceira Divisão de 2008 foi disputado em turno único, com as oito equipes participantes jogando todas contra todas, com jogos só de ida num total de sete rodadas. 
Ao final do turno, os dois clubes melhores classificados foram declarados campeão e vice-campeão da terceira edição do Campeonato Brasiliense da Terceira Divisão. Além disso, esses dois clubes ascenderam a 2ª Divisão de 2009. 

sábado, 20 de junho de 2015

A HISTÓRIA DA TERCEIRA DIVISÃO DO DF - 2ª parte - 2007


Santa Maria, o campeão

A segunda edição do Campeonato Brasiliense da Terceira Divisão foi disputada de 20 de outubro a 2 de dezembro de 2007 e contou com a participação de sete clubes.
A forma de disputa foi a mesma da Segunda Divisão: turno único com as equipes jogando todas contra todas, com jogos só de ida, para se conhecer os dois primeiros colocados, que fizeram jus às duas vagas de acesso a Segunda Divisão de 2008. Os dois melhores ainda disputaram a final, em apenas uma partida para decidir o título, cabendo o mando de campo ao clube de melhor índice durante a competição e a vantagem do empate no tempo normal.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

A HISTÓRIA DA TERCEIRA DIVISÃO DO DF - 1ª parte - 2006


No último dia 3 de junho, depois de duas tentativas, finalmente aconteceu o Conselho Arbitral para a Segunda Divisão do Campeonato Brasiliense de 2015.
Durante essa reunião, a Federação Brasiliense de Futebol confirmou que não realizará a Terceira Divisão do Campeonato Brasiliense em 2015, como havia sido ventilado há alguns dias.
Ainda nessa expectativa, tínhamos postado uma matéria sobre a Terceira Divisão nos dias 25 e 26 de fevereiro de 2015 e passamos a aguardar por uma decisão da FBF sobre se realizaria ou não essa competição.
Como não mais ocorrerá e para não perder o material que pesquisamos, resolvemos juntar os trabalhos desenvolvidos, começando por repetir no dia de hoje o material sobre o ano de 2006 e nos dias seguintes das demais três edições do Campeonato Brasiliense da Terceira Divisão (2007 a 2009).

quinta-feira, 18 de junho de 2015

GRANDES RESULTADOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: ASSEFE vice-campeã na Europa





No dia 14 de julho de 1996, a equipe juvenil de futebol da ASSEFE - Associação dos Servidores do Senado Federal garantiu o vice-campeonato do torneio “Costa Blanca Cup”, disputado em Valencia, na Espanha.
O time brasiliense perdeu para o Real Madrid, da Espanha, pelo placar de 1 x 0, jogando a maior parte da partida com menos dois atletas, expulsos ainda no primeiro tempo.
Os jogadores da ASSEFE, orientados pelo técnico José Carlos de Oliveira, realizaram uma bela campanha. Das sete partidas disputadas, venceram cinco, empataram uma e só perderam a final. Marcou 14 gols e sofreu apenas cinco.
A ASSEFE foi a única representante do Brasil e da América do Sul no torneio que teve a participação de um total de 100 times da Espanha, Itália, França, Albânia, Grécia, Estados Unidos, Alemanha e Turquia.

Notas:
1. No campeonato brasiliense da categoria juvenil de 1996, encerrado em 8 de dezembro, a ASSEFE ficou com a quinta colocação entre 17 equipes disputantes, com apenas uma derrota para a campeã ASBAC.
2. Nunca é demais lembrar que o maior jogador surgido na ASSEFE foi Amoroso, que começou nos infantis do clube em 1987. Três anos depois foi artilheiro do campeonato brasiliense juvenil de 1990, com 10 gols. Depois, Amoroso jogaria em vários clubes do Brasil e do Mundo e também na Seleção Brasileira.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

O FUTEBOL NAS CIDADES-SATÉLITES: 1980 - 2ª parte: Guará, Planaltina, Sobradinho e Taguatinga



GUARÁ


O certame de futebol amador do Guará contou com a participação de 24 clubes.
Os times do Maringá e do Santos decidiram no dia 21 de setembro, no estádio do CAVE, o título de campeão da Liga de Futebol Amador do Guará.
Para chegarem a condição de finalistas do certame desse ano, ambas as equipes venceram a maioria de seus compromissos ao longo dos três turnos em que tomaram parte.

terça-feira, 16 de junho de 2015

O FUTEBOL NAS CIDADES-SATÉLITES: 1980 - 1ª parte: Brazlândia, Ceilândia, Cruzeiro e Gama



BRAZLÂNDIA


Sem conhecer derrotas, o Madureira conquistou o título de campeão do futebol amador de Brazlândia.
O campeonato de Brazlândia teve sua partida final realizada no dia 6 de julho de 1980, às 15 horas, no campo do Guarani, entre as equipes da S. E. Madureira e Renner F. C.

domingo, 14 de junho de 2015

O 21 DE ABRIL NA HISTÓRIA DO FUTEBOL BRASILIENSE




O 17º aniversário de inauguração de Brasília foi comemorado com um amistoso realizado no dia 21 de abril de 1977, entre a Seleção do DF e o Atlético Mineiro.
Antes disso, a Federação Metropolitana de Futebol promoveu a convocação dos jogadores e da comissão técnica.
A Comissão Técnica foi assim formada:
Supervisor: Almir de Azevedo Vieira
Técnico: Joaquim Cristiano de Araújo Neto (Bugue), do Grêmio;
Auxiliares: João da Silva (Canarinho) e Waldir de Carvalho (Didi)
Preparadores físicos: Cássio Poli (Brasília) e Manuel Cajueiro (Cruzeiro)
Médicos: Júlio César Meirelles e Flory Machado
Massagista: Anísio Cabral (Brasília)
Roupeiros: Mário da Conceição e Alicate
Os jogadores convocados foram:
Do Canarinho: Zé Vieira, Robson, Bolinha e Peba;
Corinthians: Cláudio, Mineirinho e Emerson;
Cruzeiro: Rodrigues, Edu e Aloísio;
Demabra: Nemias e Carlos José;
Gama: Carlão, Dão e Lelé;
Grêmio: Tonhão, Careca e Leocrécio;
Olímpico: Beleza e Anselmo;
Taguatinga: Aldair, Wanner, Maurício e Bira;
Brasília: Déo, Julinho, Léo, Banana, Jonas Foca, Edvaldo, Sidney, Rogério e Paulinho.
No dia 19 de abril, o selecionado brasiliense realizou o único treino de 90 minutos antes do amistoso.
O time titular começando jogando com Déo, Carlão, Jonas Foca, Sidney e Anselmo; Paulinho (Bira), Lelé e Rogério; Julinho, Ernâni Banana e Léo. Os reservas formaram com Carlos José, Odair, Dão, Emerson e Edvaldo; Maurício, Bolinha e Peba; Edu, Tonhão e Bira (Aloísio). O técnico Bugue ainda trocou alguns jogadores da equipe reserva durante o treino.
Bugue reclamou bastante do time titular, o qual achou que estava embolando muito, fato que o obrigou a reunir os jogadores no meio de campo após o encerramento da primeira fase do treinamento e chamar a atenção para esse detalhe.
No dia do jogo, o Atlético Mineiro não precisou jogar tudo o que sabe para vencer uma seleção brasiliense formada e treinada há menos de uma semana.
No 1º tempo o Atlético Mineiro ainda manteve na equipe todos os seus titulares e chegou facilmente a marcar três gols, todos de lançamentos em profundidade, onde a condição física fez prevalecer a superioridade dos atacantes sobre os zagueiros de Brasília.
Se mais gols não marcou deveu-se à boa colocação do goleiro Déo, que em quatro oportunidades salvou o que se poderia chamar de gols feitos.
Claramente sem entrosamento, a seleção de Brasília não oferecia resistência ao clube mineiro.
Na primeira boa oportunidade que teve, aos nove minutos, o Atlético Mineiro aproveitou para marcar o seu gol. Foi esticada uma bola para Reinaldo, que correu junto com os zagueiros Jonas Foca e Sidney, chegando primeiro que os dois e, ante a saída do goleiro Déo, tocou por cima, entrando a bola no canto esquerdo, marcando 1 x 0 para o Atlético Mineiro.
Para surpresa de todos, o selecionado brasiliense conseguiu empatar pouco tempo depois, aos treze minutos. Julinho foi lançado pela ponta-direita e foi obstruído por Dionísio. Falta que o próprio Julinho cobrou e que Ortiz não defendeu, com a bola se oferecendo no meio da área, com Léo chutando para dentro do gol.
Um minuto depois, querendo aplicar a tática de impedimento, a defesa da seleção de Brasília se deu mal e Getúlio entrou sozinho na área para marcar o segundo gol atleticano, lance de consideração duvidosa e que motivou muitas reclamações por parte dos jogadores locais.
Lançado por Paulo Isidoro. Toninho Cerezo marcou o terceiro gol do Atlético Mineiro aos 29 minutos. Com 3 x 1 no marcador terminou o primeiro tempo.
No segundo, o Atlético Mineiro se poupou visivelmente e trocou meio time, bem como o selecionado brasiliense, que ainda se beneficiou um pouco com as suas substituições e conseguiu aguentar mais o ritmo do Atlético Mineiro.
O quarto e último gol do Atlético Mineiro surgiu aos 28 minutos do 2º tempo, de um lançamento de Ângelo, da altura da lateral-esquerda, para Heleno, que visualizou Marcelo bem colocado e lhe fez o passe para que este marcasse o gol.
Quando faltavam dois minutos para o encerramento do jogo surgiu o segundo e último gol da Seleção de Brasília. Léo entrou na área atleticana, entregou a Julinho, que chutou forte. O goleiro João Leite soltou nos pés de Paulinho, que definiu o marcador.

Eis a ficha técnica do jogo:
SELEÇÃO DO DISTRITO FEDERAL 2 x 4 ATLÉTICO MINEIRO
Data: 21 de abril de 1977
Local: Pelezão, Brasília (DF)
Árbitro: Édson Rezende de Oliveira (DF), auxiliado por Vicente de Paula e Francisco Portugal, ambos de Brasília
Gols: Reinaldo, 9; Léo, 13; Getúlio, 14; Toninho Cerezo, 29; Marcelo, 73 e Paulinho, 88.
SELEÇÃO DO DF: Déo (Brasília), Carlão (Gama), Jonas Foca (Brasília), Sidney (Brasília) e Anselmo (Olímpico) (Edvaldo - Brasília); Lelé (Gama), Rogério (Brasília) e Ernâni Banana (Brasília) (Paulinho - Brasília); Julinho (Brasília), Léo (Brasília) e Bira (Taguatinga) (Tonhão - Grêmio). Técnico: Bugue (Grêmio).
ATLÉTICO MINEIRO: Ortiz (João Leite), Getúlio, Modesto, Vantuir e Dionísio; Toninho Cerezo (Ângelo), Danival (Pastoril) e Paulo Isidoro (Heleno); Marinho, Reinaldo (Marcinho) e Marcelo. Técnico: Barbatana.

NOTAS

HOMENAGEM A JAIRO

Said, Jairo e Mário de Castro

Um dos maiores ídolos do futebol mineiro na sua fase amadorística foi o artilheiro Jairo, que juntamente com Said e Mário de Castro formou o famoso “Trio Maldito” do Atlético Mineiro.
Na época como médico do setor de biometria do Hospital Distrital de Brasília, Jairo residia na cidade e foi homenageado pelo Atlético Mineiro, quando deu o pontapé inicial da partida e entrou em campo com a camisa que jogou pela última vez no Atlético Mineiro.

PRELIMINAR

Na preliminar, aconteceu o amistoso Seleção do Plano Piloto x Seleção das Cidades Satélites. O árbitro escalado foi Francisco Lopes.
Jogadores convocados para a Seleção do Plano Piloto:
Olímpico: Fernandinho, Aderbal, Cesar, Nelson, Marco Antônio, Marinho, Adão e Ramalho;
Cruzeiro: Milton e Carlinhos;
Brasília: Maurício, Pará, Lindário, Vilmar, Edmar, Capela e Wellington;
Grêmio: Cleyton e Mattos.

Jogadores convocados para a Seleção das Cidades Satélites:
Corinthians: Carlão, Serginho, Toninho, Wilson, Pedrinho e Sabará;
Demabra: Zecão, Goes, Assis, Mundinho, Zé Carlos, Geraldo, Paraibinha e Aroldo;
Taguatinga: Kim, Gilvan, Elmo, Arnaldo e Cruzeiro;
Canarinho: Ivan, Robertinho, Belo, Raimundo e Maninho;
Gama: Adilson e Toinho.
Eurípedes Bueno de Morais foi o técnico dessa seleção.

Não foi possível encontrar o resultado desse jogo.


sábado, 13 de junho de 2015

sexta-feira, 12 de junho de 2015

OS CAMPEÕES BRASILIENSES: 1980



O Brasília conquistou o campeonato brasiliense de 1980 de forma invicta. Nos 25 jogos que disputou, foram 19 vitórias e 6 empates. Teve um aproveitamento de 88%.
Marcou 64 gols e sofreu apenas 7.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

SELEÇÃO BRASILIENSE DE TODOS OS TEMPOS

Na opinião de Sabará


Sabará


Agostinho Pereira Ventura, o Sabará, foi um dos melhores jogadores do futebol brasiliense na década de 60, várias vezes convocado para defender a Seleção do DF e sempre um jogador de destaque nos clubes por onde passou (Guará, Rabello e Luziânia), atuando no DF desde o primeiro campeonato, em 1959.

terça-feira, 9 de junho de 2015

JOGOS INUSITADOS: O DIA EM QUE O GAMA GOLEOU O BARCELONA!




Logicamente, não foi o poderoso clube espanhol que acaba de conquistar a Champions League pela quinta vez em sua história!
O adversário do Gama foi bem mais modesto: o Barcelona Futebol Clube, do bairro Novo Alvorada, em Sabará (MG), clube que disputa os campeonatos amadores da Liga Municipal de Desportos de Sabará, entidade fundada em 2 de agosto de 1942.
No dia 24 de outubro de 1982, aproveitando-se de uma folga no calendário da então Federação Metropolitana de Futebol e também por não ter mais chances de se classificar para o quadrangular do 3º turno do campeonato brasiliense, o Gama promoveu um amistoso interestadual contra esse clube mineiro em seu estádio, o Bezerrão. 
O placar final traduziu bem a fragilidade do adversário: 5 x 1 a favor do Gama. Os gols foram marcados assim: Ropa, 9; Moura, 33; Ropa, 35; Chiquinho, 43; Ropa, 68 e Roberto (Barcelona), 85
Luiz Vilhena foi o árbitro do encontro.
O Gama formou com Toinho, Anselmo (Sérgio Santos), Mário, William e Zenildo; Sidnei, Neivaldo e Vicente; Chiquinho (Ronaldo), Ropa e Moura. Técnico: Paulo Murilo.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1993



CLUBES PARTICIPANTES: 9.
JOGOS REALIZADOS: 171.
GOLS ASSINALADOS: 376.
MÉDIA DE GOLS POR JOGO: 2,2.
MELHOR ATAQUE DO CAMPEONATO: Gama, 75 gols a favor.
PIOR ATAQUE DO CAMPEONATO: Samambaia, 19 gols a favor.
MELHOR DEFESA DO CAMPEONATO: Gama, 36 gols contra.
PIOR DEFESA DO CAMPEONATO: Samambaia, 68 gols contra.
MELHOR SALDO DE GOLS: Gama, com 39.
MAIOR NÚMERO DE VITÓRIAS: Gama, com 22.
MENOR NÚMERO DE VITÓRIAS: Samambaia, com uma.
MENOR NÚMERO DE DERROTAS: Gama, com seis.
MAIOR NÚMERO DE DERROTAS: Samambaia, com 24.
MELHOR ÍNDICE DE APROVEITAMENTO: Gama, com 66,7%.
MAIOR GOLEADA DO CAMPEONATO: 18.09.1993, Tiradentes 8 x 0 Samambaia.
JOGO COM MAIOR NÚMERO DE GOLS MARCADOS: o mesmo.

Obs.: apesar de o Gama ter quase todos os melhores indicadores, o campeão desse ano foi o Taguatinga.

sábado, 6 de junho de 2015

CLUBES DE BRASÍLIA: 20 ANOS DE S. E. BRAZLÂNDIA - 2ª parte - 2001/2015



A mistura de jovens e veteranos foi a fórmula encontrada pelo Brazlândia para uma boa campanha no Campeonato Brasiliense de 2001. Jogadores experientes, como o goleiro Ronaldo, 36 anos, Márcio Franco (ex-Ceilândia), 29, os zagueiros Dias Baiano (ex-Ceilândia, 34) e Bilzão (ex-Sobradinho, 34), o volante Evilásio (ex-Bandeirante, 33) e o atacante Bé, 35 anos, se juntaram às “crias da casa”. O principal destaque entre os garotos formados nas categorias de base era o meia Didão, de 19 anos. Outro destaque entre as pratas-da-casa era o atacante Keba, de 22, remanescente do ano passado. Para treinador, convidou o veterano Eurípedes Bueno, de 60 anos.
Essa fórmula deu certo e o time acabaria fazendo uma grande campanha, fechando a primeira fase em primeiro lugar entre os dez participantes, à frente de Brasiliense, Bandeirante e Gama. Nos 18 jogos que disputou, venceu 13 e perdeu apenas dois. Nas semifinais, perdeu para o Gama por 2 x 0 no primeiro jogo, no Bezerrão, em 13 de maio. Uma semana depois, não conseguiu reverter o resultado, vencendo por apenas 1 x 0, sendo eliminado. Na classificação final, ficou com o terceiro lugar (melhor colocação em toda sua história) e foi o clube que mais somou pontos: 45, contra 39 do Gama e 43 do Brasiliense. Ronaldo foi o goleiro menos vazado do campeonato.
Em 2002, já como clube-empresa, resolveu apostar novamente na mescla de jogadores veteranos e jovens, desta vez não obtendo êxito. Depois de amargar algumas rodadas na lanterna, terminou em sexto lugar, mesma posição alcançada em 2003, quando fez campanha mediana, novamente terminando em sexto lugar. 

sexta-feira, 5 de junho de 2015

CLUBES DE BRASÍLIA: 20 ANOS DE S. E. BRAZLÂNDIA - 1ª parte - 1995/2000






A Sociedade Esportiva Brazlândia foi fundada no dia 5 de junho de 1995. É da cidade de Brazlândia, distante 50 quilômetros de Brasília, com pouco mais de 50 mil habitantes e que teve a condição de cidade outorgada em 1969. O clube era um antigo sonho do centro-avante Joãozinho e da cidade.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

O BRASÍLIA ESTÁ COMPLETANDO 40 ANOS DE VIDA - 3ª parte: Década de 90 e anos 2000


Brasília - 1997

Chegaram os anos 90 e o Brasília foi mal em quase todos os campeonatos brasilienses. Eis as colocações e as campanhas do Brasília nessa década:

ANO
CF
J
V
E
D
GF
GC
SG
PG
1990
14
4
7
3
13
10
3
15
1991
28
6
10
12
26
28
-2
22
1992
30
10
12
8
34
29
5
32
1993
32
8
12
12
29
35
-6
28
1994
18
9
4
5
20
16
4
22
1995
28
11
10
7
34
28
6
45
1996
13
4
5
4
21
15
6
21
1997
22
12
5
5
45
30
15
41
1998
18
6
4
8
23
27
-4
22
1999
18
5
5
8
22
29
-7
20


O Brasília voltaria a disputar o Campeonato Brasileiro oito anos depois, em 1995. Foi um dos representantes do Distrito Federal na Série C (o DF não teve representantes nas séries A e B). Fez parte do Grupo 10, juntamente com Atlético Goianiense, Guará e Rio Verde (GO). Começou vencendo os dois jogos que disputou contra Guará (1 x 0) e Rio Verde (2 x 0), mas depois sofreu quatro derrotas consecutivas, que o levaram a ficar na terceira colocação do grupo, portanto sem classificação para a fase seguinte.