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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

JOGOS INUSITADOS: O MENOR PÚBLICO DO ANO!



 
Na manhã de ontem, 27 de fevereiro, sob um sol escaldante, no Estádio Bezerrão, no Gama, aconteceu o confronto entre os até então lanternas do atual Campeonato Brasiliense de Futebol: Legião x Ceilandense.
A ausência de público superou até mesmo as piores expectativas: apenas nove pessoas pagaram R$ 10,00 para verem o jogo.
Passou a ser o jogo com o pior público do País no ano de 2014. O recorde negativo pertencia ao Vieirão, em Gravataí (RS): 25 pessoas adquiriram ingresso para acompanhar Cruzeiro 1 x 1 Esportivo, pelo campeonato gaúcho.
O boletim financeiro divulgado pela Federação Brasiliense de Futebol mostrou que o jogo deu prejuízo de R$ 3.117,48, valor a ser dividido entre a federação e o clube mandante, o Legião.
O Regulamento Geral das Competições da CBF prevê que cada entidade estadual retenha 5% do faturamento bruto de cada jogo disputado em seus domínios. No caso do jogo Legião x Ceilandense, a quantia irrisória chega a R$ 4,50.
A lista dos dez piores públicos em jogos pelos campeonatos estaduais em 2014 é a seguinte (lembrando que os estaduais do Acre, Amapá, Rondônia, Roraima e Tocantins ainda não começaram):

PÚBLICO
JOGO
ESTADO
9
LEGIÃO 1 x 2 CEILANDENSE
DISTRITO FEDERAL
25
CRUZEIRO 1 x 1 ESPORTIVO
RIO GRANDE DO SUL
28
RONDONÓPOLIS 2 x 1 CUIABÁ
MATO GROSSO
32
OESTE 1 x 2 ITUANO
SÃO PAULO
39
APARECIDENSE 2 x 0 CRAC
GOIÁS
39
COMERCIAL 1 x 3 CORURIPE
ALAGOAS
40
SPORT CAMPINA 2 x 2 ATLÉTICO
PARAÍBA
46
JACUIPENSE 1 x 1 JUAZEIRENSE
BAHIA
64
CRATO 0 x 1 FERROVIÁRIO
CEARÁ
90
MARANHÃO 1 x 1 BALSAS
MARANHÃO

Quanto ao jogo em destaque, o Ceilandense venceu o Legião, por 2 x 1. O Legião saiu na frente, com um gol de Jefferson, aos 33 minutos do 1º tempo. Mas, no segundo tempo, Marquinhos, aos 13, e Hugo Daleste, aos 34, garantiram a vitória para o Ceilandense.
O árbitro do jogo foi Chrystiano Nascimento e as equipes formaram assim:
Legião: Thiago, Bruninho, Somália, Cristiano e Felipe; Bocão (Matheus), Paulinho, Márcio Costa, Acerola e Tinga (Cassiano); Jefferson (Genilson). Técnico: Bira de Oliveira.
Ceilandense: Dida, Alan, Carlos, Adalton e Van; Rigo, Daniel, Kleber (Hugo Daleste), Betinho e Rodrigo Felix (Rayllan); Piva (Marquinhos). Técnico: Alex Oliveira.

Fontes: Correio Braziliense e Esporte Candango.
 

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

OS CLUBES DO DF NAS COMPETIÇÕES NACIONAIS: O GAMA NA COPA DO BRASIL DE 2007




O outro time do DF na Copa do Brasil de 2007 foi o Gama. O grande destaque em sua campanha foi a desclassificação do Vasco da Gama, do Rio de Janeiro.
A estreia do Gama aconteceu no dia 14 de fevereiro de 2007, no pequeno estádio Gauchão, na cidade de Araguaína (TO), que estava completamente lotado.
O Gama venceu o Araguaína por 3 x 1 e ficou com a vaga do Grupo 22, eliminando o jogo de volta.
No 1º tempo, aos 13 minutos, o Gama abriu o placar, com um gol de Neto Potiguar.
Aos 28, André Borges ampliou e aos 34 Flávio Mineiro fez o terceiro do Gama. Somente aos 38 minutos surgiu o único gol do Araguaína, através de Tássio, que havia entrado no lugar de Warley.
O árbitro foi Lucas de Jesus Gomes Lindoso, do Maranhão.
O Araguaína jogou com Anderson, Gaúcho (Rogério), Adson, Neuran e Kilzer; Adenísio, Ismael, Clayton (Magno) e Warley (Tássio); Fernando e Paraguai. Técnico: Waldir Peres.
O Gama formou com Bruno Prandi, Ciro (Dênis), Cléber Carioca e Éder; Flávio Mineiro, Ricardo Araújo, Marcelo Uberaba (Marquinhos), Valdeir e Augusto; Neto Potiguar (Wendel) e André Borges. Técnico: Gilson Kleina.
O próximo adversário do Gama seria o Vasco da Gama, do Rio de Janeiro.

No dia 21 de março de 2007, o Gama recebeu o Vasco da Gama no Estádio Mané Garrincha (o Bezerrão estava sendo reconstruído).
Mesmo com um homem a menos (Ciro foi expulso), o Gama conseguiu abrir 2 x 0 de vantagem sobre o Vasco da Gama. Durante os primeiros 45 minutos, o Gama alternou bons e maus momentos. Por sua vez, o Vasco da Gama estava hesitante na marcação e pouco inspirado. Resultado: o 1º tempo terminou com o placar em branco.
No 2º tempo, aos seis minutos, Valdeir marcou o primeiro gol do Gama. Dez minutos depois, Neto Potiguar, de cabeça, ampliou para 2 x 0. Aos 33, Fábio Braz diminuiu e aos 44 minutos Abedi empatou.
Sob a arbitragem de Elvécio Zequetto, do Mato Grosso do Sul, as equipes formaram assim:
Gama: Juninho, Ciro, Dênis e Cléber Carioca; Márcio Goiano (Flávio Mineiro), Ricardo Araújo, Marcelo Uberaba, Valdeir e Rodrigo Ninja; Neto Potiguar (Índio) e André Borges (Jurandir). Técnico: Gilson Kleina.
Vasco da Gama: Cássio, Thiago Maciel, Fábio Braz, Jorge Luiz e Sandro (Rubens Júnior); Amaral, Coutinho (Bruno Meneghel), Abedi e Renato; André Dias e Marcelinho (Romário). Técnico: Renato Gaúcho.

No dia 4 de abril de 2007, o Gama conseguiu o que parecia impossível: foi ao Maracanã e venceu o Vasco da Gama por 2 x 1.
O jogo teve grande repercussão, pois Romário poderia marcar o seu milésimo gol naquele dia. Para a frustração dos 35 mil vascaínos presentes ao estádio, a festa foi alviverde.
Quem esperava o Vasco da Gama ir para cima do Gama se enganou. Logo no primeiro minuto de jogo, Rodrigo Ninja arriscou de fora da área, da intermediária, e o goleiro Cássio engoliu um tremendo frango: Gama 1 x 0.
Aos 15 minutos, Rubens Júnior cobrou falta da esquerda no meio da área, Renato acertou uma bela cabeçada no canto direito de Juninho, empatando o jogo.
Veio o 2º tempo e a partida permaneceu sem lances de emoção durante um bom tempo.
Quando parecia que o jogo terminaria empatado em 1 x 1, resultado que classificaria o Vasco da Gama, Dendel sofreu falta na entrada da área, aos 48 minutos. Marcelo Uberaba cobrou com força no ângulo superior direito do goleiro Cássio marcando o gol da vitória do Gama.
Evandro Rogério Roman, do Paraná, foi o árbitro do jogo e as equipes formaram assim:
Vasco da Gama: Cássio, Wágner Diniz, Fábio Braz, Dudar e Rubens Junior (Guilherme); Roberto Lopes, Amaral, Renato (Abedi) e Morais (Dario Conca); Leandro Amaral e Romário. Técnico: Renato Gaúcho.
Gama: Juninho, Cléber Carioca, Augusto e Dênis; Márcio Goiano, Ricardo Araújo, Marcelo Uberaba, Valdeir (Lei) e Rodrigo Ninja; Neto Potiguar (Dendel) e André Borges (Índio). Técnico: Gilson Kleina.
Na próxima rodada o Gama teria pela frente o Figueirense, que levou a melhor sobre o Noroeste, de Bauru (SP).

No dia 18 de abril de 2007, em pleno Estádio Mané Garrincha, o Gama viveu um pesadelo: foi goleado por 4 x 1 pelo Figueirense e praticamente sem chances de buscar um resultado que lhe desse a classificação para a fase seguinte da Copa do Brasil. Passou a precisar de uma vitória por três gols de diferença no jogo de volta.
O Figueirense abriu o placar aos 8 minutos, com Ruy, mas levou o empate do Gama aos 16, com Neto Potiguar. Já na etapa final, Edson, aos 15, e André Santos, aos 27, abriram boa vantagem. O estreante Nunes descontou para os donos da casa, aos 23, e encheu de esperança os torcedores alviverdes. No entanto, André Santos voltou a deixar sua marca, aos 34, e definiu o placar final da vitória do Figueirense.
Diante de um pequeno público de 944 pagantes, que proporcionaram a renda de R$ 12.530,00, as equipes jogaram com as seguintes constituições:
Gama: Juninho, Dênis, Augusto (Nunes) e Cléber Carioca; Márcio Goiano, Ricardo Araújo, Marcelo Uberaba, Valdeir (Alexandre Fávaro) e Rodrigo Ninja; Neto Potiguar e André Borges (Dendel). Técnico: Wladimir Araújo.
Figueirense: Wilson, Vinicius, Felipe Santana e Edson; Anderson Luiz, Carlinhos, Henrique, Ruy, Fernandes (Diogo) e André Santos; Ramon (Rafael Lima). Técnico: Mário Sérgio.
O árbitro foi Cléver Assunção Gonçalves, de Minas Gerais, que expulsou Henrique, do Figueirense.

O jogo de volta, no estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis (SC), no dia 25 de abril de 2007, começou equilibrado e o Gama não se intimidou, jogou de igual para igual a todo instante. Aos 20 minutos do 1º tempo, o lateral Edson, do Figueirense, cometeu pênalti sobre Valdeir. Valdeir cobrou e o goleiro Wilson defendeu, mas o árbitro Djalma Beltrami mandou voltar o lance. Novamente Valdeir partiu para a cobrança e desta vez marcou: Gama 1 x 0.
Após a cobrança do pênalti, o árbitro expulsou dois jogadores, o meia André Santos, do Figueirense, e o atacante Nunes, do Gama.
Veio o 2º tempo e logo aos 2 minutos, Ruy recebeu a bola e marcou o gol de empate para o Figueirense: 1 x 1.
Aos 28 minutos, o zagueiro Felipe Santana marcou o gol da virada do Figueirense.
Final de jogo, Figueirense 2 x 1 Gama. Com esse resultado o Gama deu adeus a competição.
O público foi de 5.995 pagantes e a renda de R$ 69.380,00.
O Figueirense classificou-se com Wilson, Anderson Luiz, Chicão, Felipe Santana e Edson; Vinícius (Pedro), André Santos, Carlinhos e Ruy; Victor Simões e Ramon (Diogo). Técnico: Mário Sérgio.
O Gama foi desclassificado com Juninho, Schneider, Dênis, Cléber Carioca e Rodrigo Ninja (Éder); Ricardo Araújo, Léo, Marcelo Uberaba (Índio) e Valdeir (André Borges); Neto Potiguar e Nunes. Técnico: Wladimir Araújo.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

OS CLUBES DO DF NAS COMPETIÇÕES NACIONAIS: O BRASILIENSE NA COPA DO BRASIL DE 2007



Esta edição da Copa do Brasil contou com a presença de 64 equipes.

O Brasiliense estreou no Grupo 8 no dia 21 de fevereiro de 2007, enfrentando o Barra do Garças F. C., no Estádio Zeca Costa, em Barra do Garças (MT).
O Brasiliense não deu chances ao seu adversário e eliminou o Barra após aplicar o placar de 4 x 1.
O Brasiliense abrir o placar através de Jonhes, aos 21 minutos. Ainda no 1º tempo, aos 30 minutos, o clube de Taguatinga aumentou para 2 x 0, com Dimba. No segundo tempo, Pedro Paulo, aos 21, e Padovani, aos 25, ampliaram para 4 x 0. Aos 33, Fernando marcou o gol de honra do Barra.
Com a vitória, o Brasiliense eliminou a partida de volta, e avançou para a segunda fase da Copa do Brasil. Seu adversário seria o Juventude, de Caxias do Sul (RS), que havia eliminado a Ferroviária, de Araraquara (SP).
O público do jogo foi de 1.568 pagantes, que proporcionaram a renda de R$ 13.180,00.
Sob a arbitragem de Marcos Rossi Fernandes, de Goiás, as equipes atuaram assim:
Barra: Santos, Biro, Taroba (Ortega), Nei, Vladimir e Fernando, Robertinho, Gil (Lenon) e Paulista (Jarlei); Duduzinho e Cafu. Técnico: Nei César.
Brasiliense: Guto, Patrick, Ailson, Padovani e Rodriguinho; Coquinho (Toni), Carlos Alberto e Rafael Toledo; Warley (Pedro Paulo), Jonhes e Dimba (Adrianinho). Técnico: Roberto Fernandes.

No dia 14 de março de 2007, no Estádio Serejão, em Taguatinga, o Brasiliense não conseguiu sair do 0 x 0 diante do Juventude, no jogo de ida da 2ª fase da Copa do Brasil. No 1º tempo, o Brasiliense atuou melhor e desperdiçou uma série de oportunidades de definir o jogo. Na etapa complementar, foi a vez do Juventude atuar melhor, mas não aproveitou a chance de sair de Brasília sem a necessidade do jogo de volta.
Desfalcado de sua dupla titular de ataque, Dimba e Warley, contundidos, o Brasiliense começou a partida com apenas um atacante, Jonhes.
Eis os dados do jogo:
BRASILIENSE 0 x 0 JUVENTUDE
Árbitro: Elmo Alves Resende Cunha (GO)
Renda: R$ 10.105,00
Público: 1.919 pagantes e 560 não pagantes
Brasiliense: Guto, Patrick, Ailson, Padovani e Rodriguinho (Antônio); Coquinho, Agenor (Maia), Adrianinho (Kabrine); Carlos Alberto e Allann Delon; Jonhes. Técnico: Roberto Fernandes.
Juventude: Michel Alves, Michel, Fabrício, Ricardo e Márcio Azevedo; Júlio César (Wescley), Radamés, Fábio Rosa (Veiga) e William; Da Silva e Tadeu (Lauro). Técnico: Ivo Wortman.

Uma semana depois, 21 de março de 2007, o Brasiliense foi até o Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS), para enfrentar o Juventude, no jogo de volta.
Quando a partida começou, os times demonstraram que o placar de 0 x 0 dificilmente se repetiria.
Logo aos 8 minutos, Allann Delon inaugurou o placar para o Brasiliense. Quando o Brasiliense começava a dominar o jogo, o Juventude empatou, aos 15 minutos, com um gol de Alex Alves.
Aos 41 minutos, o Brasiliense voltou a ficar na frente do placar, com outro gol de Allann Delon.
No segundo tempo, aos dez minutos, o Juventude empatou, com um gol de William.
O jogo passou, então, a não ter lances de muito perigo. O Brasiliense passou a administrar o placar, enquanto o Juventude, desorganizado, não conseguiu articular nada que pudesse exercer pressão sobre seu adversário.
Aos 40 minutos, o lateral Patrick fez belíssima jogada pela direita, driblou dois marcadores, além do goleiro Michel Alves, e fez um golaço, dando números finais ao jogo: 3 x 2.
O próximo adversário do Brasiliense seria o Cruzeiro, de Belo Horizonte (MG).
Paulo Henrique de Godoy Bezerra, de Santa Catarina, foi o árbitro do jogo, que teve público de 5.045 pagantes, com renda de R$ 47.380,00.
O Brasiliense atuou com Guto, Patrick, Ailson, Padovani e Rodriguinho; Coquinho, Carlos Alberto, Agenor e Adrianinho (Pedro Paulo); Allan Delon (Warley) e Dimba (Maia). Técnico: Roberto Fernandes.
O Juventude foi eliminado jogando com Michel Alves, Michel, Fabrício, Wescley e Márcio Azevedo; Júlio César (Tadeu), Radamés, Lauro e William (Juliano); Da Silva (Cristiano) e Alex Alves. Técnico: Ivo Wortman.

O Brasiliense só voltou a atuar na Copa do Brasil quase um mês depois de seu último jogo. No dia 18 de abril, conseguiu um excelente resultado ao vencer o Cruzeiro, por 1 x 0, em pleno Estádio Mineirão, em Belo Horizonte.
O volante Agenor foi o autor do gol da vitória, logo aos sete minutos de jogo, ao aproveitar um cruzamento na área e marcar de cabeça.
Mesmo com as substituições promovidas pelo técnico Paulo Autuori, o Cruzeiro não conseguiu nada de positivo no jogo, amargando a derrota em casa.
Um público de 14.180 pessoas compareceu ao estádio, deixando nas bilheterias a arrecadação de R$ 158.922,50.
William Marcelo Souza Nery, do Rio de Janeiro, foi o árbitro do jogo e as equipes atuaram com essas formações:
Cruzeiro: Fábio, Jonathan, Luizão, Gladstone e Fábio Santos (Thiago Heleno); Paulinho Dias, Léo Silva, Leandro Domingues (Fellype Gabriel) e Maicosuel (Rômulo); Guilherme e Araújo. Técnico: Paulo Autuori.
Brasiliense: Guto, Patrick, Ailson, Padovani e Rodriguinho; Coquinho (Ademar), Agenor, Carlos Alberto e Allan Dellon (Adrianinho); Dimba (Catatau) e Warley. Técnico: Roberto Fernandes.

O jogo de volta, no dia 25 de abril, no Estádio Serejão, foi um sufoco terrível para o Brasiliense. Mas o Brasiliense mostrou determinação e eliminou outro time da Série A do Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro.
O Brasiliense começou melhor a partida, tentando aproveitar-se do nervosismo dos mineiros. Mas foi o Cruzeiro que saiu na frente. Aos 19 minutos, Fábio Santos cruzou da esquerda e Guilherme desviou. A bola bateu em Padovani antes de balançar a rede.
No entanto, o Brasiliense buscou o empate logo na sequência. Aos 21min, Warley recebeu cruzamento de Patrick e obrigou Fábio a rebater. Dimba apareceu para  decretar o empate, que classificou o Brasiliense, para a próxima fase, onde enfrentaria outro time mineiro, o Ipatinga, que eliminou o Sport Recife (PE), nos pênaltis.
Washington José Alves de Souza, do Amazonas, foi o árbitro do jogo.
O Brasiliense jogou com Guto, Patrick (Catatau), Pedro Paulo, Padovani e Rodriguinho; Coquinho, Agenor, Carlos Alberto e Alan Dellon; Warley (Maia) e Dimba (Adrianinho). Técnico: Roberto Fernandes.
O Cruzeiro atuou com Fábio, Gabriel, Luizão, Gladstone e Fábio Santos; Léo Silva (Leandro Domingues), Ricardinho, Geovanni (Rômulo) e Maicosuel (Felipe Gabriel); Araújo e Guilherme. Técnico: Paulo Autuori.

No dia 2 de maio de 2007, no estádio Serejão, pela abertura das quartas-de-final da Copa do Brasil, jogo de ida, o Brasiliense recebeu o Ipatinga (MG).
Passando outro sufoco, conseguiu arrancar o empate em 2 x 2 aos 50 minutos da 2ª etapa. Com a presença de um bom público, o Brasiliense não soube tirar proveito das várias oportunidades que teve.
A partida começou muito movimentada, com ambas as equipes buscando o caminho do gol a todo instante. Logo aos 7 minutos, Roncato arrancou com a bola pela lateral e cruzou para Charles marcar de cabeça: Ipatinga 1 x 0.
Aos 39 minutos Dimba marcou o gol de empate, e o árbitro Djalma José Beltrami Teixeira, do Rio de Janeiro, apontou para o centro do gramado. Após a comemoração dos jogadores do Brasiliense, e depois de sofrer uma forte pressão de todo o time do Ipatinga, o árbitro voltou atrás e anulou o gol, alegando um toque de mão do atacante do Brasiliense. Aos 42, Charles que já tinha cartão amarelo, cometeu falta violenta em Warley e recebeu cartão vermelho.
Veio o 2º tempo e logo aos dois minutos, Warley foi empurrado por Henrique dentro da área, pênalti. Dimba marcou o gol de empate do Brasiliense.
Aos 13, Roncatto voltou a colocar o Ipatinga na frente.
Aos 50 minutos, já nos acréscimos, Rodriguinho cobrou falta da esquerda dentro da área, Padovani resvalou de cabeça e colocou a bola no fundo das redes: 2 x 2.
O Brasiliense formou com Guto, Patrick (Johnes), Marcelão, Padovani e Vainer (Maia); Coquinho, Agenor (Adrianinho), Rodriguinho e Alan Dellon; Warley e Dimba.
Técnico: Roberto Fernandes.
O Ipatinga atuou com Rodrigo Posso, Mariano, Henrique, Mateus e Beto; Augusto Recife, Charles, Everton e Walter Minhoca (Genalvo); Roncatto (Pachola) e Diego Silva (Adeilson). Técnico: Gilson Kleina.

Na partida de volta, no dia 9 de maio de 2007, o Brasiliense foi até o interior de Minas Gerais, no estádio Ipatingão, e venceu o Ipatinga por 1 x 0, gol do artilheiro Dimba, aos 24 minutos do 2º tempo. Com esse resultado, o Brasiliense avançou para as semifinais da competição, onde enfrentaria o Fluminense, que desclassificou o Atlético Paranaense.
Ao término da partida, os jogadores do Brasiliense comemoraram muito o triunfo que foi a quarta vitória consecutiva atuando fora de casa.
Sálvio Spindola Fagundes Filho, de São Paulo, foi o árbitro e as equipes atuaram assim:
Ipatinga: Rodrigo Posso, Mariano, Henrique, Matheus e Beto; Augusto Recife (Elber), Luciano Sorriso, Everton (Pachola) e Walter Minhoca; Roncatto (Adeilson) e Diego Silva. Técnico: Gilson Kleina.
Brasiliense: Guto, Patrick (Maia), Padovani, Marcelão e Rodriguinho (Vainer); Coquinho, Carlos Alberto e Adrianinho; Dimba (Ailson), Warley e Johnes. Técnico: Roberto Fernandes.

No primeiro jogo das semifinais, no dia 16 de maio de 2007, no Maracanã, o Brasiliense até saiu da frente do placar, diante do Fluminense, com um gol de Rafael Toledo, aos 17 minutos. Mas, depois, só deu Fluminense e acabou tomando a virada e a goleada de 4 x 2, a primeira e única derrota da equipe na competição.
Warley marcou o segundo gol do Brasiliense, aos 23 minutos do 2º tempo, quando o marcador apontava 3 x 1 a favor do tricolor carioca. Thiago Silva (36-1º), Alex Dias (40-1º) e Adriano Magrão (4-2º) haviam marcado os gols do Fluminense, e Carlos Alberto, de pênalti, definiu o placar em 4 x 2, aos 33 do 2º tempo.
O público foi de 31.550 pagantes e a renda de R$ 230.763,00. Héber Roberto Lopes, do Paraná, foi o árbitro.
O Fluminense venceu com Fernando Henrique, Carlinhos, Thiago Silva, Roger e Junior César; Fabinho (Thiago Neves), Arouca, Cícero e Carlos Alberto; Alex Dias e Adriano Magrão (Lenny). Técnico: Renato Gaúcho.
O Brasiliense foi derrotado com Guto, Rafael Toledo (Maia), Padovani, Marcelão e Rodriguinho; Coquinho, Agenor, Carlos Alberto e Allann Delon (Adrianinho); Dimba e Warley. Técnico: Roberto Fernandes.

No jogo de volta das semifinais, no dia 23 de maio de 2007, o Brasiliense recebeu o Fluminense no Estádio Serejão completamente lotado e, ao empatar em 1 x 1, deu adeus ao torneio.
Com maior volume de jogo, o Brasiliense saiu na frente do marcador: logo aos quatro minutos de jogo, Allann Delon tabelou com Warley e recebeu na risca da grande área, chutando forte no canto de Fernando Henrique. Mas, com a expulsão infantil do capitão Carlos Alberto, ainda no 1º tempo (aos 45 minutos), a equipe do Brasiliense não conseguiu alcançar a vantagem de dois gols que precisava. Com o empate, o Fluminense avançou para a final da Copa do Brasil, onde enfrentaria o Figueirense.
O gol do Fluminense surgiu aos 4 minutos do 2º tempo, através de Adriano Magrão.
Depois disso, o que se viu em campo foi uma grande pressão do Brasiliense para cima do Fluminense, mesmo com um jogador a menos, com direito a duas bolas nas traves de Fernando Henrique, por intermédio de Patrick e Marcelão.
Paulo César de Oliveira, de São Paulo, foi o árbitro do jogo e as equipes formaram assim:
Brasiliense: Guto, Patrick, Marcelão, Pedro Paulo e Rodriguinho; Coquinho, Agenor, Carlos Alberto e Allann Delon (Adrianinho); Dimba (Maia) e Warley (Léo Guerreiro). Técnico: Roberto Fernandes.
Fluminense: Fernando Henrique, Carlinhos, Thiago Silva, Luiz Alberto e Junior César (Ivan); Fabinho, Arouca, Cícero (Thiago Neves) e Romeu; Alex Dias e Adriano Magrão (Lenny). Técnico: Renato Gaúcho.

Na classificação geral, o Brasiliense ficou na quarta colocação. Dimba, do Brasiliense, foi um dos artilheiros da Copa do Brasil, com cinco gols, juntamente com Dênis Marques, do Atlético Paranaense, André Lima, do Botafogo, e Victor Simões, do Figueirense.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

AS DECISÕES: CAMPEONATO BRASILIENSE DE JUNIORES DE 2007



Jobson marcou no 1º jogo e ficou de fora do 2º

De 25 de maio a 8 de agosto de 2007 foi realizado o XXXII Campeonato de Futebol Juniores do Distrito Federal, com a participação de oito clubes.
Ceilândia e Brasiliense decidiram o campeonato em dois jogos.
O primeiro foi realizado no Estádio Abadião, na Ceilândia, no dia 1º de agosto.
O Brasiliense deu um grande passo para a conquista de seu quinto título brasiliense da categoria ao vencer por 3 x 1.
Aos 34 minutos do 1º tempo, num rápido contra-ataque, Tiago, do Brasiliense, foi derrubado dentro da área. O árbitro Wilton Sampaio marcou pênalti. Kabrine cobrou e o goleiro Rafael defendeu.
O mesmo Kabrine se redimiu do pênalti perdido aos 41, quando, em cobrança de falta, finalizou direto para o fundo do gol do Ceilândia.
Veio o segundo tempo e o Brasiliense continuava melhor na partida.
Aos 16, Igor roubou uma bola, tocando rápido para Gustavo Lopes. O atacante ganhou na corrida dos dois zagueiros e marcou o segundo gol do Brasiliense.
Após uma série de erros na defesa do Ceilândia, o Brasiliense ampliou o placar para 3 x 0. Depois de uma furada de um zagueiro do Ceilândia, o goleiro Rafael saiu mal e a bola sobrou para Jobson, livre de marcação na pequena área, que tocou para o fundo da rede. Isso aos 32 minutos.
Somente aos 45 minutos aconteceu o gol do Ceilândia. Douglas driblou dois zagueiros e foi derrubado na área. O árbitro marcou pênalti e o mesmo Douglas cobrou, fazendo o gol de honra do Gato.
O Ceilândia perdeu com Rafael, Gustavo, Heitor, Ítalo e Ésley; André, Petson (Deidin), Luiz Fernando e Renan (Valdo); Reinaldo (Washington) e Douglas. Técnico: Ricardo Silva.
O Brasiliense venceu com Artur, Rafinha (Albert), Wesley, Lídio e Kabrine; David, Igor, Thiago (André) e Alex (Clésio); Jobson e Gustavo Lopes. Técnico: Adelson Almeida.

Com a vantagem obtida no primeiro jogo, o Brasiliense poderia perder até por um gol de diferença no segundo, que ficaria com o título. Para o Ceilândia só a vitória por dois gols, ou mais, de diferença daria o título.
O jogo de volta aconteceu no dia 8 de agosto, no Estádio Serejão, em Taguatinga, com arbitragem de Mauro Martins.
A partida começou muito equilibrada. O Ceilândia abriu o marcador aos 11 minutos. Douglas (artilheiro do campeonato com 10 gols) chutou de fora da área, a bola desviou em Reinaldo e sobrou para Valdo, livre dentro da área, que tocou para o fundo do gol do Brasiliense. O placar de 1 x 0 em favor do Ceilândia permaneceu no 1º tempo.
Começou o segundo tempo e o que se viu foi uma pressão ainda maior por parte de Brasiliense. Aos 17 minutos, Rafinha cobrou uma falta na cabeça de Gustavo Lopes, que desviou para o canto esquerdo do gol do Ceilândia, empatando o jogo.
Aos 28, Darciel marcou e virou o jogo para a equipe do Brasiliense.
Após o fim da partida os jogadores e torcedores do Brasiliense comemoraram em campo o pentacampeonato de juniores.
O técnico do Brasiliense, Adelson de Almeida, fez questão de lembrar do seu antecessor, Reinaldo Gueldini (técnico que começou o campeonato).
O Brasiliense tornou-se pentacampeão brasiliense formando com Artur, Rafinha, Lídio, Liel e Kabrine; Deivid, Cléssio, Alex e Igor (Maciel); Gustavo Lopes e Darciel (Nei). Técnico: Adelson Almeida.
O Ceilândia ficou com o vice-campeonato com a seguinte formação: Rafael, Gustavo (Netinho), Cídio, Ítalo e Ésley; Deivid, Renan, André e Reinaldo; Douglas e Valdo, Técnico: Ricardo Antônio.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

3ª RODADA DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 2014




FORMOSA 2 x 1 CEILÂNDIA
Data: 01.02.2014
Serra do Lago, Luziânia (GO)
Árbitro: Rafael Diniz
Renda: R$ 525,00
Público: 55 pagantes
Gols: Éder, 46; Tavares, 49 e Éder, 88
FORMOSA: Lauro, Leumir (Kássio), Preto Marabá, André Luiz e Marcelo (Vinícius); Cléber Sousa, Nick, Geovane, Romário (Giva) e Claudionor; Éder. Técnico: Júnior Pezão.
CEILÂNDIA: França, Dudu Gago, Sandro, Cláudio Luiz e Badhuga; Juninho Goiano, Chulapa (Gilmar Here), Thiaguinho e Allann Dellon (Pupu); Valdinei (Cassius) e Tavares. Técnico: Adelson de Almeida.

SANTA MARIA 1 x 0 LEGIÃO
Data: 01.02.2014
Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Gildevan Lacerda
Renda: R$ 2.105,00
Público: 1.621 pagantes
Gol: Ualace, 74

SANTA MARIA: Paulo, Ismaile, Adailson, Ualace e Messias (Adelso); Davi, Junior, Allan, Maurício e Olavo (Léo Borges); Lucas. Técnico: Sérgio Passarinho.
LEGIÃO: Thiago, Bruninho, Somália, Cristiano e Felipe; Diego Xavier (Índio), Rafael, Márcio Costa, Tinga e Jefferson (Juninho); Janiel (Wudson). Técnico: Bira de Oliveira.

BRASILIENSE 1 x 1 BRASÍLIA
Data: 02.02.2014
Serejão, Taguatinga (DF)
Árbitro: Ademário Neves
Renda: R$ 4.157,00
Público: 1.853 pagantes
Gols: Alekito, 59 e Baiano (pênalti), 87
BRASILIENSE: Welder, Bruno, Tavares, Cauê e Ederson; Júlio Bastos, Everton (Peninha), Thomaz (Baiano), Ramon e Edicarlos (Formiga); Laécio. Técnico: Reinaldo Gueldini.
BRASÍLIA: Artur, Tamaré, André Nunes, Márcio Santos e Kaká; Pedro Ayub, Mateuzinho, Clécio (Ismar), Gilmar (Jean Carlos) e Alekito; Claudecir (Van Basty). Técnico: Marcos Soares.

LUZIÂNIA 1 x 0 CAPITAL
Serra do Lago, Luziânia (GO)
Data: 02.02.2014
Árbitro: Sávio Sampaio
Renda: R$ 10.020,00
Público: 1.182 pagantes
Expulsão: Zumba, do Capital
Gol: Aldo, 87
LUZIÂNIA: Edmar Sucuri, Lucas Garcia, Carlão, Erivaldo e Rafinha; Aldo, Thompson (Xuxa), Vaguinho, Rodriguinho e Lúcio Bala (Alceu); Chefe. Técnico: Ricardo Antônio.
CAPITAL: Gusthavo, Renato, Arthur, Nem e Lucas Rodrigues; Zumba, Sávio, Rafael Toledo, Geraldinho e Matheus (Hugo); Anjinho. Técnico: Alex Oliveira.

UNAÍ/PARACATU 0 x 0 CEILANDENSE
Data: 02.02.2014
Frei Norberto, Paracatu (MG)
Árbitro: Paulo Fernando Meireles
Renda: R$ 6.790,00
Público: 679 pagantes
UNAÍ/PARACATU: Arlem, Flavinho, Adriano Paraná, Binha e Alemão; Léo Cruz, Luan, Luizinho; Willian César e Sabino: Reinaldo. Técnico: Gauchinho.
CEILANDENSE: Dida, Clein, Rayllan (Pão de Queijo), Neto e Rigo; Daniel, Kleber, Wesley Brasília, Kiki e Luís André (Lucas Silva); Rodrigo Félix (Romarinho). Técnico: Marcos Sena.

GAMA 1 x 0 SOBRADINHO
Data: 02.02.2014
Bezerrão, Gama (DF)
Árbitro: Rodrigo Raposo
Renda: R$ 14.220,00
Público: 2.432 pagantes
Expulsão: Patrick, do Sobradinho
Gol: Fábio Saci, 82
GAMA: Felipe Sobral, Luciano, Ronaldo, Alex e Indio (Thyago Fernandes); Galvão, Diego, Douglas Pará (Wallace), Ferreira e Pimenta (Pablo); Fábio Saci. Técnico: Eduardo Allax.
SOBRADINHO: Donizeti, Patrick, Galego, Rodrigo (Marcelinho) e Kabrine; Didão, Tartá, Rodrigo Alves, Tiago (Romarinho) e Emerson; Dimba (Rodrigo Melo). Técnico: João Carlos Cavalo.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

JOGOS INUSITADOS: POEIRA, LEVANTOU POEIRA!




Colombo e Defelê jogavam pelo 2º turno do Campeonato Brasiliense de 1962, no dia 23 de setembro, no Estádio Israel Pinheiro.
Aos 12 minutos, Tião II inaugurou o placar, fazendo 1 x 0 para o Colombo. Não demorou para o Defelê empatar. Isto aconteceu seis minutos depois, quando Ramiro assinalou um gol.
Aos 36 minutos do primeiro tempo, a partida foi interrompida, devido a um forte vento que carregou sobre a cancha uma enorme e espessa nuvem de poeira. Temendo pela saúde dos jogadores e da torcida, o árbitro Lourandyr de Castro Gomes encerrou o jogo. Era flagrante a impossibilidade de ser praticado o futebol.
O Colombo atuava com Itacaramby, Vonges, Nilo e Benê; Índio e Paulista; Almir, Tião II, Tião I, Baiano e Cid.
O Defelê atuava com Walmir, Zé Paulo, Gavião e Wilson Godinho; Alonso Capella e Oswaldo; Ramiro, Agnaldo, Ely, Matarazzo e Sabarazinho.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

AS DECISÕES: CAMPEONATO BRASILIENSE DA SEGUNDA DIVISÃO DE 1961

 
 
Quatro clubes disputaram o campeonato brasiliense da Segunda Divisão de 1961: Colombo, Guanabara, La Salle e Real.
Ao final dos dois turnos, Colombo e Guanabara tiveram campanhas bastante semelhantes: quatro vitórias e dois empates (entre eles).
Como o regulamento determinava que, em caso de empate no total de pontos ganhos, seria necessária uma decisão em “melhor-de-três”, os dois clubes decidiram o campeonato em três jogos bastante equilibrados.
 
GUANABARA 1 x 1 COLOMBO
Data: 12.11.1961
Local: Israel Pinheiro
Árbitro: Moacyr Siqueira
Renda: Cr$ 20.000,00
Gols: Jorge, 25 e Walfredo, 34
Guanabara: Cláudio, Toninho, Zenildo e Pedrinho; Farneze e Julinho; Nelício, Hélio, Walfredo, João Dutra e Walter.
Colombo: Afrânio, Vonges e Nenê; Dequinha, Paulista e Fuminho; Jorge, Baiano, Tião I, Cid e Tião II.
 
GUANABARA 2 x 2 COLOMBO
Data: 26.11.1961
Local: Israel Pinheiro
Árbitro: Josué Costa Araújo
Renda: Cr$ 6.800,00
Gols: Tião I, 10; Walfredo (pênalti), 15; Tião I e Barbosinha, no 2º tempo
Guanabara: Braga, Zenildo, Hélio e Julinho; Pedrinho e Farneze; Nelício, Walter I (Barbosinha), Walfredo, João Dutra e Walter II.
Colombo: Afrânio, Nenê (Tião II) e Nilo; Dequinha, Paulista e Walter; Vonges, Carrara, Tião I, Baiano e Cid.
 
GUANABARA 1 x 0 COLOMBO
Data: 03.12.1961
Local: Aristóteles Góes
Árbitro: Jorge Cardoso
Renda: Cr$ 20.000,00
Expulsões: Baiano e Dequinha, do Colombo
Gol: Walfredo, 79
Guanabara: Braga, Toninho e Zenildo; Pedrinho, Farneze e Julinho; Nelício, Hélio, Walfredo, João Dutra e Walter (Barbosinha).
Colombo: Maia, Vonges e Nilo; Nenê, Dequinha e Paulista; Tião II, Carrara, Tião I, Baiano e Cid.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

A VISITA DO LAGOA SANTA E A DESPEDIDA DE EDILSON BRAGA


 


Para comemorar o encerramento da carreira de jogador de futebol de Edilson Braga, o Lagoa Santa Esporte Clube (clube que Edilson Braga defendeu por muitos anos), de Minas Gerais, realizou dois jogos em Brasília no mês de junho de 1964.
No primeiro, no dia 17, enfrentou o Defelê e empatou em 1 x 1. O jogo foi realizado no Estádio Ciro Machado do Espírito Santo e teve como árbitro Aristeu Teixeira Santana. A renda foi de CR$ 81.300,00.
Os gols foram marcados no 1º tempo: Miguel, para o Lagoa Santa, aos 35 minutos, e Parola, aos 40.
Assim formaram as equipes:
Defelê: Matil, Matarazzo, Alonso Capella, Parola e Wilson Godinho; Leônidas e Jacaré; Alaor Capella, Bawany, Fernandinho e Arnaldo.
Lagoa Santa: Louro, Bebé, Edinho, Alberto e Canhoto; Ator (Hélio) e Ceci; Joãozinho, Miguel, João de Deus e Toninho.

Dois dias depois, 19 de junho, após estar perdendo por 2 x 0, o Rabello conseguiu empatar o jogo.
No 1º tempo, aos 31 minutos, Hélio abriu o marcador em favor do clube mineiro. Aos 10 minutos do 2º, João de Deus ampliou para 2 x 0. O empate do Rabello veio através dos gols de Amaury, aos 15, e Zé Maria, cobrando pênalti, aos 18 minutos do 2º tempo.
O árbitro foi Eduíno Edmundo Lima e a renda de CR$ 105.000,00. As equipes se apresentaram com as seguintes constituições: Rabello – Chicão (Gaguinho), Aderbal, Betão, Bimba e Ivan; Farneze e Beto Pretti; Sabará, Amaury, Ayres e Vitinho (Zé Maria). Lagoa Santa – Louro, Bebé, Edinho, Alberto e Canhoto; Ator (Hélio) e Ceci; Joãozinho, Miguel, João de Deus e Toninho.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1981




CLUBES PARTICIPANTES: 6.
JOGOS REALIZADOS: 59.
GOLS ASSINALADOS: 104.
MÉDIA DE GOLS POR JOGO: 1,7.
MELHOR ATAQUE DO CAMPEONATO: Taguatinga, com 32 gols a favor.
PIOR ATAQUE DO CAMPEONATO: Tiradentes e Sobradinho, 10 gols a favor.
MELHOR DEFESA DO CAMPEONATO: Guará, com 14 gols contra.
PIOR DEFESA DO CAMPEONATO: Sobradinho, com 26 gols contra.
MELHOR SALDO DE GOLS: Taguatinga, 17.
MAIOR NÚMERO DE VITÓRIAS: Taguatinga, com 17.
MENOR NÚMERO DE VITÓRIAS: Sobradinho, 1.
MENOR NÚMERO DE DERROTAS: Taguatinga, 4.
MAIOR NÚMERO DE DERROTAS: Sobradinho, com 10.
MELHOR ÍNDICE DE APROVEITAMENTO: Taguatinga, com 72,2%.
MAIOR GOLEADA DO CAMPEONATO: 27.09.1981, Gama 4 x 0 Sobradinho.
JOGO COM MAIOR NÚMERO DE GOLS MARCADOS: 05.07.1981, Sobradinho 4 x 1 Tiradentes.

Péricles

ARTILHEIROS

1º - Péricles (Taguatinga), 9 gols;
2º - Peba (Taguatinga), 6;
3º - Belini (Sobradinho), 5;
4º - Jussiê (Brasília), Ivonildo (Guará), Caiaba e Serginho (Taguatinga) e Messias (Tiradentes), 4;
5º - Wander (Brasília),Cleiton, Manoel Ferreira e Mazinho (Gama), Éder, Edvaldo e Jânio (Guará), Raimundinho (Taguatinga) e Ciso (Tiradentes), 3;
6º - Luisinho (Brasília), Guilherme (Gama), Cidão e Dionísio (Guará), Gaúcho (Sobradinho), Décio, Heraldo e Zé Vieira (Taguatinga) e Maurício Pradera (Tiradentes), 2; e
7º - Alencar, Aloísio, Décio, Jonas Foca, Marco Antônio, Ricardo, Santos e Willians (Brasília), Moreirinha e Vicente (Gama), Barão, Carioca, Garcia, Jesus, Moreira e Toninho (Guará), Hiran, Iranil e Renê (Sobradinho), Duda (Taguatinga) e Tico (Tiradentes), 1 gol cada.

ÁRBITROS QUE ATUARAM

1° - Edson Rezende de Oliveira, 14 jogos;
2º - Roberto de Freitas Coelho, 9;
3º - Clésio José Penoni, 7;
4º - Ranulfo José Soares e Walterley Pereira, 6
5º - Cacírio Marinho, 3;
6º - Antônio Barbosa, Francisco Portugal, Tolistoi Batista e Vicente de Paulo Lima, 2; e
7º - Antônio Gomes, Carlos Alberto Hagstrom, Francisco José Lopes, José Raimundo Leite, José Vidal da Mota e Osvaldo dos Santos, 1 jogo cada.

ESTÁDIOS UTILIZADOS

1º - Serejão, em Taguatinga, 19 jogos;
2º - Pelezão, em Brasília, 13;
3º - CAVE, no Guará, 12;
4º - Bezerrão, no Gama, 10 e
5º - Augustinho Lima, em Sobradinho, 5.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

AS DECISÕES: CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1983




Brasília, campeão do 1º e 4º turnos, Taguatinga, vencedor do 2º e Guará, ganhador do 3º, decidiram, num triangular, o Campeonato Brasiliense de 1983, que foi realizado de 15 de maio a 4 de dezembro e teve a participação de oito clubes.
Os jogos que decidiram o campeonato foram estes:

BRASÍLIA 1 x 1 TAGUATINGA
Data: 27.11.1983
Local: Pelezão
Árbitro: Tolistoi Batista
Renda: Cr$ 1.467.000,00
Público: 1.313 pagantes
Gols: Péricles, 62 e Santos, 78
BRASÍLIA: Sidney, Ricardo, Kidão, Jonas Foca e Ahlá; Pinheiro, Marco Antônio e Wander; Santos, Zeca e Aloísio (Nei). Técnico: Mozair Barbosa.
TAGUATINGA: Adriano, Pacheco, Rubão, Décio e Cuca (Paulo Araújo); Boni, Péricles e Raimundinho (Jânio); Vilmar, Zecão e Luís Carlos. Técnico: Jorge Medina.

TAGUATINGA 1 x 2 GUARÁ
Data: 30.11.1983
Local: Serejão
Árbitro: José Mário Vinhas
Renda: Cr$ 1.412.500,00
Público: 1.364 pagantes
Gols: Zé Maurício, 15; Éder, ??? e Jânio, 56
TAGUATINGA: Adriano, Warlan (Cuca), Rubão, Décio e Pacheco; Boni, Péricles e Jânio; Vilmar (Waldir), Zecão e Luís Carlos. Técnico: Jorge Medina.
GUARÁ: Bocaiúva, Elmo, Carlinhos, Roberto e Geraldo Galvão; Barão, Zé Maurício e Marcelo; Mané (Peba), Mirandinha (Esquerdinha) e Éder. Técnico: Didi de Carvalho.

BRASÍLIA 1 x 0 GUARÁ
Data: 04.12.1983
Local: Pelezão
Árbitro: Hermínio Irani Brás Nunes
Renda: Cr$ 3.758.500,00
Público: 3.799 pagantes (recorde do campeonato)
Gol: Santos, 44
BRASÍLIA: Sidney, Ricardo, Kidão, Jonas Foca e Ahlá; Pinheiro, Marco Antônio e Wander (Edson Queiroz); Santos, Zeca e Aloísio (Nei). Técnico: Mozair Barbosa.
GUARÁ: Bocaiúva, Índio, Carlinhos (Esquerdinha), Roberto e Geraldo Galvão; Barão, Zé Maurício e Marcelo; Mané (Peba), Mirandinha e Éder. Técnico: Didi de Carvalho.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

O CLUBE DO REMO EM BRASÍLIA - 1967




Nos dias 16 e 18 de junho de 1967 foi realizado um torneio interestadual em comemoração ao 9º aniversário da cidade de Taguatinga.
Os jogos foram disputados no recém-inaugurado Estádio do Flamengo, de Taguatinga (que levou o nome de Ruy Rossas do Nascimento), contando com a participação do clube promotor, o Flamengo, Cruzeiro e Defelê, de Brasília, e o Clube do Remo, de Belém (PA).
A primeira rodada apresentou os seguintes jogos (os vencedores decidiriam o torneio):

Flamengo 2 x 3 Cruzeiro
Ruy Rossas do Nascimento
Árbitro: Eduíno Edmundo Lima
Renda: NCr$ 567,00 (da rodada dupla)
Expulsão: Jaime, do Flamengo
Gols: Jaime, 29; Nando, 44; Ademir, 51; Paulada, 55 e Nando, 81
Flamengo: Cláudio (Chico), Luiz, Macedo, J. Pereira (Juarez) e Miranda; Zoca e Beto Pretti; Ademir, Adão (Vitinho), Jaime e Cabeleira (Manoelzinho).
Cruzeiro: Waldemar, Elinho, Juca, Maninho e Abadio (Grover); Alencar e Márcio; Ramalho, Paulada, Nando e Ribamar.

Defelê 0 x 1 Clube do Remo
Ruy Rossas do Nascimento
Árbitro: Silvio Fernandes
Expulsão: Décio
Gol: Edvard, 76
Defelê: Tonho, Boni, Lima (Matarazzo), Farneze e Wilson; Quincas e Sabará; Santos, Invasão (Pepe) (Mozart), Décio e Djalma.
Clube do Remo: Florisvaldo (François), Íris (China), Socó (Nagel) e Edilson; Oberdan e Luís Carlos; Zezé (Adinamar), Américo, Amoroso (Edvard) e Cláudio.

No dia 18 de junho, na preliminar, o Defelê venceu o Flamengo e ficou com a terceira colocação do torneio.

Flamengo 1 x 2 Defelê
Ruy Rossas do Nascimento
Árbitro: Gilberto Nahas
Expulsões: Macedo, do Flamengo, e Sabará, do Defelê
Gols: Jaime, 19; Batista, 26 e Djalma, 48
Flamengo: Chico, Luiz, Macedo, Juarez e J. Pereira; Luís Carlos (Itérbio) e Zoca; Ademir (Manoelzinho), Adão (Vitinho), Jaime (Osvaldo) e Serenata (Cabeleira).
Defelê: Tonho, Boni, Lima, Zé Maurício (Batista), Farneze e Wilson; Quincas e Sabará; Santos, Pepe, Décio e Djalma.

No jogo principal, o Cruzeiro surpreendeu o favorito Remo, ficando com a taça de campeão do torneio.

Cruzeiro 1 x 0 Clube do Remo
Ruy Rossas do Nascimento
Árbitro: Nilzo de Sá
Renda: NCr$ 1.455,00 (da rodada dupla)
Gol: Ribamar, 11
Cruzeiro: Waldemar, Juca, Grover, Maninho e Elinho; Adilson e Alencar; Ramalho, Paulada, Nando e Ribamar (Luciano).
Clube do Remo: Florisvaldo, China, Socó, Nagel e Edilson; Oberdan e Luís Carlos; Zezé, Américo (Edvard), Amoroso e Cláudio.

domingo, 9 de fevereiro de 2014

CRAQUES DE ONTEM E DE HOJE: O ARTILHEIRO JOÃOZINHO



João Jerônimo  Moura, o Joãozinho, nasceu em Padre Bernardo (GO), no dia 19 de julho de 1960.
Passava seu tempo de menino jogando bola nas ruas de sua cidade. Levado por seu irmão Antônio começou a jogar bola no Barão E. C., de Padre Bernardo.
Aos 18 anos, Joãozinho se mudou com os pais e os seis irmãos para Brazlândia, onde defendeu clubes amadores como o Auto Esporte, Atlético e o Brazlândia E. C.
Em 16 de março de 1979, aconteceu um amistoso no Bezerrão no qual Joãozinho começaria a mostrar seu futebol para os outros clubes de Brasília: Seleção do Gama 2 x 0 Seleção de Brazlândia. Joãozinho começou no banco e entrou no segundo tempo na Seleção de Brazlândia. Não demorou para ser levado por Antônio Cardoso para fazer um teste no Ceilândia, onde passou a integrar as categorias de base. Na equipe profissional fez sua estreia no dia 15 de maio de 1983, marcando o gol do empate de 1 x 1 com o Gama. Marcou três gols no campeonato daquele ano.
Disputou mais um campeonato pelo Ceilândia, o de 1984, quando marcou oito gols.
No ano seguinte, 1985, foi contratado pelo Taguatinga. Em seu novo clube, marcou 7 gols no campeonato brasiliense.
Tornou-se artilheiro do campeonato brasiliense pela primeira em 1986, quando marcou 16 gols, além de ter sido artilheiro do Torneio Paralelo do Campeonato Brasileiro de 1986 (uma espécie de divisão inferior), com 11 gols.
Seu bom desempenho em 1986 o levou para a Seleção Brasileira de Novos, treinada por Jair Pereira, fato que tem mais mérito ainda por sabermos como é difícil um jogador da Região Centro-Oeste ser chamado para servir o selecionado brasileiro, independente da categoria.
Começou como titular, disputou seis jogos (quatro amistosos e dois oficiais), não marcou nenhum gol e acabou perdendo a vaga de titular para Wallace, do Flamengo, filho do ex-atacante Silva, o Batuta.
Dentre os jogos oficiais, dois foram pelo Campeonato Sul-Americano de Futebol, disputado no Chile, em busca de uma classificação para os Jogos Pan-Americanos de Indianápolis (EUA), em 1987.
Joãozinho disputou o primeiro jogo (1 x 1) contra o Paraguai, em 25.11.1986. Nos jogos contra Bolívia e Colômbia, foi barrado por Wallace, que foi o artilheiro da equipe, com três gols. Voltou a jogar na decisão do 3º lugar, entrando no segundo tempo do jogo em que o Brasil venceu o Chile por 1 x 0, em 06.12.1986. O Brasil ficou em terceiro lugar e garantiu participação nos Jogos Pan-Americanos de 1987. Apesar disso, Joãozinho não foi mais convocado para a seleção no ano seguinte.


Na Seleção Brasileira, agachado, ao centro, entre Renê e Gilmar Popoca

A formação básica daquela Seleção Brasileira foi: Rafael, Polaco, Everaldo, Henrique (Marcão) e Dida (Élcio); Dunga, Renê e Gilmar Popoca; Mauricinho (Edson), Joãozinho (Marlon) (Wallace) e Carlos Alberto (Paulinho).
Em fevereiro de 1987, juntamente com Marquinhos Bahia, foi emprestado ao Confiança, de Aracaju (SE). Ficou pouco tempo e retornou ao Taguatinga. Logo depois, foi emprestado ao Bahia, onde chegou a conquistar o título baiano de 1987.
Em 1988, o empresário carioca Bené Ataíde comprou o passe de Joãozinho e o emprestou ao PAOK Salonica, da Grécia. Terminado o empréstimo, foi devolvido ao Taguatinga, onde disputou os campeonatos brasilienses de 1988 e 1989, marcando oito e seis gols, respectivamente. Em 1989 sagrou-se campeão brasiliense pela primeira vez. No mesmo ano, disputou o Brasileiro da Divisão Especial, quando marcou seis gols atuando pelo Taguatinga.


No Taguatinga, em 1990

No ano de 1991, Joãozinho foi campeão brasiliense pela segunda vez. Além disso, foi convocado para a Seleção do Distrito Federal que disputou o Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais de 1991 e para amistosos contra Flamengo e Vasco da Gama. Marcou três gols pelo Taguatinga no Campeonato Brasileiro de 1991.
Seu melhor ano foi o de 1992. Sagrou-se tricampeão brasiliense e artilheiro do campeonato pela segunda vez, decretando o recorde de gols marcados em um campeonato até os dias de hoje: 25. No final do ano, foi um dos vencedores do Troféu ABCD, entregue aos Melhores do Esporte no ano.
Sagrou-se campeão brasiliense pela quarta vez em 1993, ajudando o Taguatinga a chegar ao título com seus 16 gols.




Mais uma vez tentou a sorte no futebol europeu em 1994, desta vez na Alemanha, quando foi emprestado ao VfB Oldenburg, da Segunda Divisão. Depois, retornou ao Brasil, quando disputou o Campeonato Brasileiro daquele ano pelo Taguatinga, marcando cinco gols.
Marcou doze gols no campeonato brasiliense de 1995, seu último ano atuando pelo Taguatinga.
No mesmo ano, realizou um sonho ao participar da fundação da S. E. Brazlândia.
Nos anos de 1996 e 1997, disputou o campeonato brasiliense pelo Brazlândia, marcando onze e oito gols, respectivamente. Teve uma breve passagem pelo América, de Belo Horizonte, em 1997.
Em 1998 marcou cinco gols e tornou-se Presidente do Brazlândia.


No Brazlândia
No ano de 1999 conseguiu um feito inédito: tornou-se goleador máximo das duas divisões do futebol do Distrito Federal num mesmo ano. No primeiro semestre, disputando a primeira divisão ele foi o artilheiro da competição, assinalando 12 gols pelo Brazlândia. No segundo, atuando pelo Comercial, foi o artilheiro do Campeonato Brasiliense da Segunda Divisão, com 8 gols. Desconhecemos outra situação igual em campeonatos estaduais.
A última vez em que Joãozinho balançou as redes defendendo um clube da Primeira Divisão foi em 2000, quando atuava pelo Brazlândia. Foi no empate por 1 x 1 com o Sobradinho, no Augustinho Lima, no dia 13 de fevereiro.
Deixou o futebol, mas foi lembrado pelo Sobradinho para disputar a Segunda Divisão de 2003, depois desse clube amargar o vexatório rebaixamento no primeiro semestre. Estava com 43 anos. Na vitória do Sobradinho por 2 x 0 sobre o Planaltinense, em 17 de agosto de 2003, pela terceira rodada marcou a volta ao futebol do artilheiro Joãozinho.
Marcou seus últimos três gols em sua carreira nos dias 30 de agosto (vitória sobre o Brasília, por 4 x 1), 6 de setembro (3 x 1 sobre o Bosque) e 28 de setembro, na goleada sobre o Planaltinense, por 4 x 0.
Sua experiência e seus gols ajudaram ao Sobradinho retornar à Primeira Divisão.
Mais de uma década depois de pendurar as chuteiras, aos 53 anos e com cinco filhos, Joãozinho trabalha com empreendimentos esportivos e garante que quer ajudar suas duas maiores paixões no futebol de Brasília: quer continuar trabalhando pelo time do Brazlândia e também ajudar o Taguatinga a voltar em 2015.
É considerado pela imprensa esportiva brasiliense o maior goleador da história do futebol do Distrito Federal. Em breve lançará autobiografia.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

JOGOS INUSITADOS

 
 
DOIS JOGOS ENCERRADOS ANTES DO FIM NO MESMO DIA
 
Em todos esses anos pesquisando o futebol, lendo jornais, revistas e livros, consultando as mais diversas fontes de pesquisa, escutando as mais curiosas histórias de boleiros, não tivemos conhecimento de um fato semelhante ao que vamos narrar a seguir: no mesmo dia, um árbitro (Elísio Ramos) encerrou dois jogos antes do seu final.  

Preparando-se para o Torneio “Governador Hélio Prates da Silveira”, vários times de Brasília realizavam amistosos.
No dia 5 de abril de 1970 aconteceram dois amistosos no Estádio Vasco Viana de Andrade, hoje mais conhecido por Metropolitana, no Núcleo Bandeirante.
Pela manhã, jogaram Piloto e Carioca.
Com gols de Sabino (8 e 40), Paulinho (57) e Lula (65 e 70), o Piloto chegou facilmente ao marcador de 5 x 0. Logo depois do quinto gol, o árbitro Elísio Ramos foi obrigado a encerrar o jogo.
Antes, ele havia expulsado os jogadores Medeiros, Iran e Harley, todos do Carioca, por jogo violento, enquanto Celso e Cléber, da mesma equipe, talvez insatisfeitos com a atuação de Elísio Ramos, deixaram o campo sem dar satisfação ao árbitro, tornando obrigatório o encerramento do jogo.
As equipes atuaram assim:
Piloto: Tião (Barbosa), Alemão, César (Moisés), Luiz e Toinho; Ronaldo (Quincas) e Luizinho; Sabino, Lula (Zé Grillo), Paulinho e Nenê (Boraes).
Carioca: Batista, Nelson, Cléber, Cosan (Iran) e Faixinha; Lúcio (Braz) e Bacalhau; Celso, Harley, Medeiros e Osmar.

Na parte da tarde, por coincidência, Elísio Ramos foi destacado para ser o árbitro de outro jogo no mesmo estádio da Metropolitana, entre Grêmio e CSU.
Ademir, aos 16, Manoelzinho, aos 21 e Zé Carlos, aos 43, no 1º tempo, e Luiz Carlos, aos 13 do 2º, haviam marcado os gols do empate em 2 x 2.
Elísio Ramos expulsou os jogadores Jorge e Zé Carlos, ambos do Grêmio e, logo depois, alegando falta de garantias, deu por encerrado o jogo aos 25 minutos do 2º tempo.
O Grêmio atuava com Kill, Rodolfo, Grossi, Paulinho e Tadeu (Hélio); Orlando (Teixeira) e Pedrinho (Zoca); Jorge, Ademir (Santos), Zé Carlos e Sérgio Augusto (Roberto).
O CSU formou com Zé Walter, Zequinha, Eufrásio, Carlinhos e Didi; César (Farneze) e Julinho; Luiz Carlos, Manoelzinho, Walmir e Chicão.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

MELHORES DO ANO - 1971



No mês de dezembro, o jornal Correio Braziliense realizou uma pesquisa para definir quais seriam os melhores do ano de 1971 no futebol de Brasília.
O campeão daquele ano, o Colombo, forneceu seis jogadores para a seleção que os jornalistas apontaram como a ideal.
A seleção ficou assim formada:
Carlos José (Colombo), Maninho (Grêmio), Melinho (Serviço Gráfico), Sir Peres (Colombo) e Paulo Moreira (Colombo); Zoca (Colombo) e Pedro Léo (Colombo); Procópio (Colombo), Walmir (Serviço Gráfico), Eduardo (Grêmio) e Dinarte (Ceub).
O melhor técnico foi Paulista, também do Colombo.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

JOGOS INUSITADOS


MARACANÃ x GRÊMIO
 
O site JOGOS PERDIDOS tem como principal característica dar atenção aos campeonatos pouco divulgados pela grande mídia e times desconhecidos pela maioria.
Ao pesquisar a história do futebol em Brasília, que nunca teve grande destaque na grande mídia, encontramos alguns jogos no mínimo inusitados. Jogos que, dificilmente, acontecerão novamente.
Por isso, a partir de agora, passaremos a divulgar alguns deles, sempre envolvendo um ou mais clubes de Brasília, uma ou outra situação inusitada. Passem a acompanhar os JOGOS INUSITADOS.

O primeiro jogo a ser lembrado aqui aconteceu no dia 14 de dezembro de 1969, em Anápolis, cidade goiana próxima de Brasília.
Para esta cidade se deslocou o Grêmio Esportivo Brasiliense, que enfrentaria o local Maracanã Esporte Clube.
O Maracanã é de um bairro localizado próximo ao centro de Anápolis e é filiado à Liga Anapolina de Desportos, na qual obteve o segundo lugar nos campeonatos de 1961, 1965, 1969, 1971 e 1972 e o título de campeão de 1973. Até hoje o Maracanã participa do Campeonato Amador de Anápolis, um dos mais disputados do interior de Goiás
Por outro lado, o Grêmio Esportivo Brasiliense disputou o campeonato brasiliense profissional pela última vez em 1978. Antes, havia conquistado os títulos amadores de Brasília nos anos de 1959 e 1970. Hoje funciona apenas como clube social, cuja sede fica no Núcleo Bandeirante.
No amistoso realizado em Anápolis, o Grêmio saiu na frente, com um gol de Ademir logo aos três minutos de jogo. Antes de se encerrar o 1º tempo, aos 40 minutos, Liro marcou o gol de empate para o clube anapolino.
O mesmo Liro desempatou aos oito minutos do 2º tempo. Mas essa vantagem durou pouco pois, dois minutos depois, Nemias empatava para o Grêmio. O empate de 2 x 2 persistiu até o final.
O árbitro do jogo foi Geraldo Delfino, da Federação Desportiva de Brasília, e a renda alcançou a marca dos NCr$ 730,00.
As equipes estiveram assim formadas:
Maracanã: Múcio, Sérgio, Silvio Alves, Zé França e Cirino (Robertinho); David (Geraldo) e Tiãozinho; Carlos Ely, Miro, Liro e Gabriel (Rubens).
Grêmio Brasiliense: Kill, Mário, Tião (Mabinho), Noel e Tadeu; Bugue, Pedrinho (Osvaldinho) e Nemias; Ari, Ademir e Afonsinho.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

O QUE ACONTECEU HÁ 50 ANOS: 01 a 28.02.1964

 

02.02.1964

No segundo jogo contra o Nacional, ocorrido em 2 de fevereiro de 1964, no Estádio Aristóteles Góes, o Rabello voltou a vencer, desta vez por 2 x 0.
O jogo teve início equilibrado, mas depois da marcação do primeiro gol do Rabello, este passou a dominar as ações.
Aos 20 minutos, Ceninho marcou de cabeça, após cobrança de escanteio. Ao faltarem dois minutos para o término do primeiro tempo, Sabarazinho marcou o segundo gol, definindo o placar.
Sob a arbitragem de Emílio dos Santos Vieira, as equipes atuaram com essas constituições: RABELLO - Gaguinho, Luziné, Edilson Braga, Betão e Délio; Calado e Nilo (Beto Pretti); Ramiro, Djalma, Ceninho e Sabarazinho (Raimundinho) (Paulinho). NACIONAL - Chico, Toninho, Amazonas, Logodô e Ferreira; João e Toinho; Barbosinha (Paulo Reis), Zezito, Invasão e Naélcio (Hugo).
A renda foi de Cr$ 110.000,00.

Um público bastante numeroso compareceu ao campo do Vila Matias, em Taguatinga, para prestigiar o amistoso entre Vila Matias e Pederneiras.
O time local lutou muito, procurando evitar a derrota, porém, o Pederneiras exibiu-se com mais objetividade, conseguindo o triunfo por 3 x 2.
O árbitro foi Armando Silva e o time vencedor alinhou com Valter, Lauro, Macedo, Paredão e Aristides; Dezoito e Zé Piauí; Baixinho, Galeno, Wilsinho e Cláudio.
Marcaram os gols do Pederneiras Baixinho (2) e Galeno, enquanto que José e Euclides assinalaram os tentos do Vila Matias.

16.02.1964

Prosseguindo na sua campanha de promover espetáculos esportivos na Capital Federal, no dia 16 de fevereiro de 1964 o Rabello enfrentou o Goiânia.
Demonstrando acentuados progressos em relação aos seus últimos encontros, o Rabello alcançou uma vitória espetacular, aplicando uma goleada de 5 x 0 no alvinegro goiano.
Marcaram os gols Ramiro, aos 27 e Ely, aos 29, no 1º tempo. No 2º tempo, o Rabello marcou mais três gols, com um de Calado, aos cinco, e mais dois de Ramiro (aos 8 e aos 11).
Com esta vitória, o Rabello continuava invicto em sua nova fase do profissionalismo.
O Rabello jogou com Gaguinho, Luziné, Edilson Braga, Farneze e Délio; Calado (Beto Pretti) e Nilo; Ramiro, Ely (Solon), Djalma e Zé Maria. O Goiânia atuou com Uberaba, Fausto, Manduca, Dunga e Bi; Machado (Biguá) e Olacyr; Preto (Carlinhos), Lailson, Zé Carlos e Martins (Marco Antônio).
O árbitro do jogo foi Urias Crescente Alves Junior, da Federação Goiana de Futebol, e a renda alcançou os Cr$ 180.000,00.

Bicho
Procurando seguir as normas do regime profissional, os dirigentes do Rabello pagaram um prêmio aos seus jogadores pelo triunfo diante do Goiânia. Cada jogador alvinegro recebeu a importância de dois mil cruzeiros.

18.02.1964

Depois de longa inatividade, o Defelê reiniciou, no campo do IAPB, os seus treinamentos já com vistas ao regime profissional.
O ponteiro Arnaldo, que pertencia ao Rabello, treinou pela primeira vez entre seus novos companheiros, marcando um dos gols da vitória dos titulares sobre os reservas, por 4 x 2.

19.02.1964

Carlos Frederico Morrisson foi eleito presidente do Real.

O Guará solicitou licença, se afastando de todas as disputas oficiais em 1964, reservando o corrente ano para equilíbrio financeiro do clube, voltando às atividades em 1965, inclusive prometendo entregar o Estádio Israel Pinheiro totalmente reformado.

23.02.1964

Mesmo tendo contra o estado lamacento do Estádio Paulo Linhares, Rabello e Atlético Goianiense proporcionaram um bom espetáculo no dia 23 de fevereiro de 1964.
Sabará, aos 8 minutos do 1º tempo, e Amaral, aos 27 do mesmo período, marcaram os gols que resultaram na vitória do rubro-negro goiano por 2 x 0.
Sob a arbitragem de Waldomiro Maria de Jesus, da Federação Goiana de Futebol, as equipes atuaram assim:
RABELLO - Gaguinho, Luziné, Edilson Braga, Betão e Farneze; Calado (Beto Pretti) (Wilson) e Nilo; Ramiro, Ely, Djalma e Zé Maria.
ATLÉTICO GOIANIENSE - Manoelzinho, Laércio, Tinda, Alemão e Carlos Alberto; Djalma e Fabinho; Sabará, Jair, Roberto (Sinval) e Amaral.
A renda foi de Cr$ 105.000,00.

Em um campo (Aristóteles Góes) bastante castigado pelas chuvas, o jogo Nacional x 1º de Maio foi realizado sob as vistas de um bom público.
No 1º tempo o placar não foi mexido: 0 x 0. No 2º, Cascorel marcou os dois gols do 1º de Maio e Barbosinha o do Nacional. As equipes formaram assim:
Nacional: Chico, Alberto, Cauby, Logodô e Amazonas; João e Ferreira; Paulo Reis (Barbosinha), Genival, Zezito e Gadinho.
1º de Maio: Chicão, Geraldinho, Aderbal, Morales e Alfredo; Bolinha e Azulinho (Ceará); Raimundinho, Zeca, Cascorel e Manoel (Goiano).
O árbitro foi Sinval.

25.02.1964

Aconteceu a Assembleia Geral que aprovou a reforma nos estatutos da Federação. As categorias passaram a ser: Divisão de Futebol Profissional, Primeira Divisão de Futebol Amador, Segunda Divisão de Futebol Amador, Departamento Autônomo e Divisão de Juvenis.
A Comissão foi formada por Wilson Antônio de Andrade, Theodorico Barbosa Fernandes, Pércio Gomes de Mello, Otto Rocha e Aliatar Pinto de Andrade.

Capítulo XVIII, das Categorias de Futebol

Art. 190 – A filiada que triunfar no campeonato da Divisão de Futebol Profissional será considerada Campeã de Futebol do Distrito Federal.

Art. 191 – A filiada que triunfar no campeonato da 1ª Divisão de Futebol Amador será considerada Campeã de Futebol Amador do Distrito Federal.

Além disso, foram tomadas outras decisões, a saber:
1. Aceitar, a título precário, as filiações solicitadas pelos seguintes clubes: Formosa E. C., 1º de Maio E. C., Pederneiras E. C. e Dínamo de Futebol e Regatas.
2. Aprovar a subida do Vila Matias para a 1ª Divisão de Amadores.