Total de visualizações de página

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

CRAQUES DE ONTEM E DE HOJE: DICO



Frederico Chimiti Neto, o Dico, nasceu em 12 de março de 1949, em Colatina, no Espírito Santo.
Dico foi um goleiro que compensava sua baixa estatura (1,75 metros) com muita agilidade debaixo das traves. São raros os casos de goleiros de baixa estatura que conseguem ter sucesso nos times e confiança da torcida, treinadores e dirigentes.
Dico foi a prova que tamanho não é documento!
Ele iniciou sua carreira no Colombo, do Núcleo Bandeirante (DF), clube que defendeu nos anos de 1964 e 1965, sempre com grandes atuações.
Sua primeira convocação para a Seleção do Distrito Federal aconteceu para o jogo do dia 5 de dezembro de 1964 contra os Veteranos Paulistas. A seleção candanga venceu por 3 x 0. O árbitro dessa partida foi Luiz Matoso, Feitiço.
No ano seguinte, continuou tendo suas oportunidades na Seleção do Distrito Federal, com destaque para os dias 5 e 12 de dezembro de 1965, quando atuou como titular nos dois amistosos contra o Rabello (empate em 1 x 1 e vitória de 2 x 1) com o Rabello.
Também em 1965, foi vice-campeão brasiliense atuando pelo Colombo.
Em 1966, novamente fez parte do amistoso em benefício das obras do Estádio de Brasília, entre as seleções do Distrito Federal e de São Paulo, no dia 11 de maio de 1966.
No dia 23 de novembro de 1966 atuou no amistoso da Seleção do DF contra a Seleção de Goiás.
Sua constante presença na seleção candanga despertou o interesse do Rabello, que o contratou em 1966. No alvinegro, começou na reserva de Zé Walter mas, aos poucos, foi conquistando seu espaço. Sagrou-se bicampeão brasiliense profissional nos anos de 1966 e 1967.
No período de 15 a 30 de abril de 1967, o Rabello realizou excursão ao norte do Brasil. Na cidade de Belém (PA), o Rabello disputou três amistosos contra Remo e Paysandu. Seu desempenho no gol chamou a atenção dos dirigentes paraenses.
Ainda em 1967, foi titular do gol do Rabello na IX Taça Brasil, 1º Subgrupo Centro.
Suas boas atuações fez com que Zé Walter se transferisse para o Guará.
Ficou mais um ano no Rabello, teve uma breve passagem pelo Uberaba (MG) e depois transferiu-se para o futebol paraense, contratado pelo Sport Club Belém.
Ficou no S. C. Belém até 1969. Neste ano, chegou a acertar seu ingresso no Paysandu com o Diretor de Futebol Raul Aguillera. Entretanto, como Aguillera teve de viajar para a Argentina, o negócio acabou não se concretizando e Dico foi parar no Clube do Remo, levado pelo dirigente Fernando Pinto.
Dico conquistou seis títulos paraenses (1973, 1974, 1975, 1977, 1978 e 1979), foi bicampeão do Torneio do Norte de Clubes Campeões em 1969 e 1970, venceu o Torneio Cidade de Belém em 1970, foi vice-campeão do 1º Campeonato Brasileiro da Segunda Divisão em 1971, disputando todas as sete partidas da competição, se tornando o goleiro mais vitorioso da história do Remo desde que o futebol estadual foi profissionalizado.
Com Dico no gol, o Remo foi convidado pela CBD e entrou nas disputas do Campeonato Brasileiro de Futebol da Divisão Especial de 1972. Esteve muito próximo de ganhar a Bola de Prata, de Placar, premiação dada aos melhores jogadores do campeonato brasileiro, o que só não aconteceu devido não ter participado de uns poucos jogos. De qualquer maneira, Dico ficou conhecido em todo o Brasil e alguns dos maiores clubes do país se interessaram por ele, dentre eles o Guarani, de Campinas (SP), que chegou a mandar um emissário a Belém.
Em 1973 o goleiro chegou a deixar o Remo, pois o Bahia desejava contratá-lo. A transação não foi concluída, pois a torcida do Remo, sabendo que seu ídolo ia ser vendido por míseros Cr$ 50.000,00 ficou revoltada e pressionou a diretoria, conseguindo a volta imediata do atleta. Depois desta situação, nenhuma outra vez o atleta saiu do clube, encerrando sua carreira em 1981.
Em 1982, chegou a jogar no gol do Taguatinga.
Ao pendurar as chuteiras, Dico passou a trabalhar como treinador das divisões de base do Clube do Remo, nos anos de 1988 e 1989, mas a experiência não deu certo.
Em 2000, Dico foi eleito pela crônica esportiva paraense como o melhor goleiro do Século XX do futebol paraense.
Jogou 139 partidas pelo Remo no Campeonato Brasileiro da primeira divisão.
Dico hoje é empresário bem sucedido, estabelecido em Belém (PA).

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

QUARTA RODADA DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 2008

BRAZLÂNDIA 1 x 0 BRASILIENSE
Data: 10 de fevereiro de 2008
Local: Chapadinha (Brazlândia)
Árbitro: Alexandre Andrade
Renda: R$ 12.618,00
Público: 3.240 pagantes
Expulsão: Júnior Baiano
Gol: Welton, 33
BRAZLÂNDIA: Abraão, André Martins, Renato e Roni; Fabrício, Daniel, Welton, Fernando (Diego Chadud) e Magrão; Kiki (Leandro Porto) e Edicarlos. Técnico: Sílvio de Jesus.
BRASILIENSE: Guto, Thiaguinho, Júnior Baiano, Rancharia e Gleidson (Thiago Félix); Agenor, Juninho (Coquinho), Rodriguinho (Adrianinho) e Iranildo; Jóbson e Gustavo. Técnico: Gerson Andriotti.

CEILÂNDIA 0 x 2 LEGIÃO
Data: 10 de fevereiro de 2008
Local: Abadião (Ceilândia)
Árbitro: Sérgio Carvalho
Renda: R$ 3.220,00
Público: 644 pagantes
Gols: Chefe, 72 e Kaká, 83
CEILÂNDIA: Sérgio Vittori, Luís Paulo, Adriano, Panda e Fábio; Bruno Ramos, Carlos Lima (Luiz Fernando), Iron (Peu) e Paulista; Rodrigo (Mineiro) e Rodrigo Félix. Técnico: Ricardo Oliveira.
LEGIÃO: Fernando, Paulo Ricardo, Ícaro, Moacri e Kaká; Erivaldo (Edmar), Didão, Wilson Surubim (Leís) e Marcelinho; Joãozinho (Chefe) e Michel Platini. Técnico: Reinaldo Gueldini.

ESPORTIVO 0 x 0 GAMA
Data: 10 de fevereiro de 2008
Local: Cave (Guará)
Árbitro: Renato Acioli
Renda: R$ 5.955,00
Público:1.191 pagantes
ESPORTIVO: Aylton, Chicão (Dudu Mineiro), Bira e Elton; Magno, Rodolfo, Simão, Fabinho (André) e Robson Pirapora; Léo Guerreiro e Rogério (Vitinho). Técnico: Edson Porto.
GAMA: Rafael Córdova, Ozéia, Gerson e João Vítor; Ademir (Índio), Léo Gonçalves, Leto (Almir Sergipe), Lucas e Maykon; Ésley (Thiago Bezerra) e Dendel. Técnico: Ademir Fonseca.

DOM PEDRO II 3 x 1 UNAÍ
Local: Metropolitana (Núcleo Bandeirante)
Árbitro: Wilton Sampaio
Renda: R$ 2.875,00
Público: 575 pagantes
Gols: Amaral, 18; Mazinho Brasília, 29; Michel, 35 e Geovane, 41
DOM PEDRO II: Osmair, Rodrigo Mello, Ivisson e Mello; Amaral, Zé Ricarte (Gilmar), Ferrugem (Juninho), Maninho e Fábio; Mazinho Brasília e Michel (Luciano). Técnico: José Lopes Risada.
UNAÍ: Márcio, Toninho (Eduardo), Binha, Roberto e Geovane; Valdenir, Clein, Geraldo (Wesley) e Fábio Moura (Anderson); Rodrigo e Giovani. Técnico: Mozair Barbosa.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

AS DECISÕES: CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1971

 
SERVIÇO GRÁFICO 1 x 2 COLOMBO
Data: 31 de outubro de 1971
Local: Estádio Pelezão
Árbitro: Aristeu Santana
Gols: Walmir para o Serviço Gráfico e Pedro Léo e Zé Carlos para o Colombo.
SERVIÇO GRÁFICO: Sinézio, Axel, Paraguai, Melo e Cezinha; Vavá e Dazinho; Carlos Gomes, Walmir, Bazan (Clemilton) e Arnaldo.
COLOMBO: Carlos José, Luiz Gonçalves, Sir Peres, Jonas e Paulo Moreira; Zoca e Pedro Léo; Procópio (Gonçalves), Zé Carlos, Diogo (Hermes) e Macalé.
Obs.: rodada dupla com Ceub 4 x 0 Grêmio.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

ESTATÍSTICAS DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1971


CLUBES PARTICIPANTES: 5.
JOGOS REALIZADOS: 20.
GOLS ASSINALADOS: 49.
MÉDIA DE GOLS POR JOGO: 2,45.
MELHOR ATAQUE DO CAMPEONATO: Colombo, Serviço Gráfico e Ceub, com 12 gols a favor.
PIOR ATAQUE DO CAMPEONATO: Jaguar, 5 gols a favor.
MELHOR DEFESA DO CAMPEONATO: Colombo, com 3 gols contra.
PIOR DEFESA DO CAMPEONATO: Jaguar, 15 gols contra.
MELHOR SALDO DE GOLS: Colombo, 9.
MAIOR NÚMERO DE VITÓRIAS: Colombo, com 5.
MENOR NÚMERO DE VITÓRIAS: Jaguar, 1.
MENOR NÚMERO DE DERROTAS: Colombo, 0.
MAIOR NÚMERO DE DERROTAS: Jaguar, com 6.
MELHOR ÍNDICE DE APROVEITAMENTO: Colombo, com 81,3%.
MAIOR GOLEADA DO CAMPEONATO: 03.10.1971, Colombo 5 x 1 Ceub.
JOGO COM MAIOR NÚMERO DE GOLS MARCADOS: o mesmo citado anteriormente.

ARTILHEIROS:

1º - Dinarte (Ceub), 8 gols;
2º - Walmir (Serviço Gráfico), 6;
3º - Zé Carlos (Colombo), 5;
4º - Guairacá (Serviço Gráfico), Paulinho (Ceub) e Eduardo (Grêmio), 3;
5º - Pedro Léo (Colombo), Santos (Grêmio) e Magno (Jaguar), 2;
6º - Paulinho, Hermes, Procópio, Macalé e Zoca (Colombo), Bazan, Melo e Carlos Gomes (Serviço Gráfico), Wilfrido (Ceub), Invasão, Marcos e Dão-contra (Grêmio) e Gildo, Jorge e Lúcio-contra (Jaguar), 1.

Goleiro menos vazado: Carlos José (Colombo), com 3 gols sofrido, tendo disputado todas as partidas.

Vencedor da Taça Disciplina: Ceub

ÁRBITROS QUE MAIS ATUARAM:

1º - Cacírio Marinho e Aristeu Teixeira Santana, 3 vezes;
2º - Carlos Ferreira do Amaral, Lourival Bonifácio e Jorge Aloise, 2;
3º - Taquegi Koressawa, Oswaldo dos Santos, Mário José da Silva, Adélio Nogueira, Raphael Carvalho, Alaor Ribeiro, Djalma Neves e Luiz Antônio Cavalcanti, uma vez cada.

ESTÁDIOS UTILIZADOS:

Somente aconteceram jogos no Estádio Pelezão: 20.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

VASCO DA GAMA VENCE SELEÇÃO DO DF

 
 
Líder do Campeonato Brasileiro até então, o Vasco da Gama se apresentou com as suas principais estrelas no amistoso disputado no dia 21 de abril de 1992, como parte das festividades de comemoração do 32º aniversário de Brasília. O adversário do clube carioca foi a Seleção do Distrito Federal.
Foram convocados pelo técnico Remo os seguintes jogadores:
Goleiros – Marco Antônio (Guará) e Cláudio (Taguatinga);
Laterais – Chaguinha (Tiradentes) e Chiquinho (Guará);
Zagueiros – Zinha (Taguatinga), Régis e Jânio (Taguatinga);
Meio-de-campo – Josimar e Artur (Guará), Marco Antônio, Ézio e Paulo Lima (Taguatinga) e Renato (Tiradentes);
Atacantes – Gil e Nunes (Guará) e Joãozinho e Serginho (Taguatinga).
O jogo foi realizado no Estádio Mané Garrincha.
O marcador foi movimentado aos 38 minutos do primeiro tempo, quando Ézio cruzou para Nunes marcar. O primeiro tempo terminou com o placar de 1 x 0 a favor da Seleção do DF. Aos 16 minutos do 2º tempo, Flávio cruzou da esquerda, a defesa brasiliense ficou parada e Bismarck cabeceou para empatar. Dois minutos depois, foi a vez de Edmundo marcar e virar o jogo para o Vasco da Gama. Toda a defesa da Seleção do DF parou, Edmundo recebeu um lançamento e encobriu o goleiro. Aos 26, foi a vez da defesa vascaína parar. Marco Antônio cobrou falta, da direita, e Artur cabeceou, igualando o marcador, mais uma vez. Finalmente, aos 33, Luís Carlos Winck cobrou falta, pela direita, houve bate-e-rebate dentro da área da seleção, do que se aproveitou Bismarck, para fechar o placar em Vasco da Gama 3 x 2 Seleção do DF.
A Seleção do DF atuou com Marco Antônio (Cláudio), Chaguinha, Jânio (Régis), Zinha e Chiquinho; Paulo Lima, Josimar (Renato), Ézio (Marco Antônio) e Artur (Gil); Serginho e Nunes. Técnico: Remo.
Vasco da Gama: Régis (Carlos Germano), Luiz Carlos Winck, Jorge Luís, Sidney (Tinho) e Eduardo; Luizinho, Flávio (Édson Souza) e Macula; Bismarck, Edmundo e Bebeto (Sorato). Técnico: Nelsinho.
Antes do jogo, a torcida organizada Vascandango, prestou uma homenagem a Roberto Dinamite.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

JOSAFÁ DANTAS REUNE-SE COM PRESIDENTES DA FEDERAÇÃO PAULISTA E DA CBF


 


Recém-eleito novo presidente da Federação Brasiliense de Futebol, Josafá Dantas visitou a sede da FPF (Federação Paulista de Futebol) nesta segunda-feira (22.10), onde se reuniu com o presidente da entidade, Marco Polo Del Nero, e o presidente da CBF José Maria Marin para discutir os projetos do mandato e principalmente os ajustes para a Copa das Confederações e Copa do Mundo, em 2013 e 2014, respectivamente.
Acompanhado de representantes do futebol brasiliense, o novo presidente revelou as principais metas para o novo mandato.
- Queremos reerguer o futebol de Brasília. O objetivo principal é levar os torcedores de volta ao estádio, ainda mais com a Arena que está sendo construída. Já desenvolvemos uma série de projetos com esse propósito. O objetivo durante o meu mandato é levar um time à Série A e dois à Série B - disse Josafá Dantas.
Para o presidente da CBF, José Maria Marin, a eleição de Josafá Dantas em Brasília é uma vitória do futebol brasileiro.
- O Josafá está chegando num momento muito importante para o futebol brasileiro. Temos uma grande responsabilidade com a Copa das Confederações e a Copa do Mundo. Eles estão totalmente integrados com a nossa filosofia de trabalho e isso é preponderante para o sucesso. A vitória dele vai muito além do futebol de Brasília e representa uma vitória para o futebol brasileiro", afirmou Marin.
Josafá Dantas será o presidente da Federação Brasiliense de Futebol nos próximos quatro anos.

Fonte: Site da CBF.


segunda-feira, 22 de outubro de 2012

FEDERAÇÃO BRASILIENSE DE FUTEBOL TEM NOVO PRESIDENTE

 

Um ano e seis meses depois de ficar sob intervenção judicial decretada pela 6ª Vara Cível do Distrito Federal, a Federação Brasiliense de Futebol tem um novo Presidente.
Trata-se de Josafá Dantas, Procurador Jurídico do Metrô-DF, advogado, que contou com o apoio do Governador do DF, Agnelo Queiroz, e é considerado “braço direito” do ex-Presidente Fábio Simão.
Ele deverá exercer o mandato até o dia 19 de outubro de 2016.
Vale lembrar que a pedido do Ministério Público do Distrito Federal, houve uma destituição da diretoria anterior. O então presidente, Fábio Simão, e o vice-presidente, Paulo de Araújo, foram afastados do comando da entidade e respondem à ação por supostamente terem aplicado de forma irregular recursos públicos repassados pela Secretaria de Esportes para fortalecer clubes de futebol do Distrito Federal. No lugar deles, o advogado Miguel Alfredo de Oliveira Junior passou a comandar a F.B.F. desde então.
Apesar de ser um total desconhecido no meio futebolístico, Josafá Dantas teve 77 votos contra 72 obtidos pelo outro candidato, o empresário Eduardo Pedrosa.
A eleição ocorreu na última sexta-feira, 19 de outubro.
Como já era de se esperar, os ânimos estiveram exaltados por parte de dirigentes e de donos de clubes.
Um detalhe decidiu o resultado. O voto do Legião Esporte Clube foi vetado pela Comissão Eleitoral (formada pelo presidente do Bolamense, Antônio Teixeira, e pelo interventor da Federação Brasiliense de Futebol, Miguel Alfredo de Oliveira Junior) por problemas na procuração usada pelo representante legal do clube. Como pertence à Primeira Divisão, o clube perdeu oito pontos no resultado final. Emanuel Teixeira, que pretendia votar pelo Legião, é eleitor de Pedrosa e consignou sua posição em documento. A chapa “Esperança”, encabeçada por Eduardo Pedrosa, anunciou que vai ingressar com uma ação judicial para tentar fazer valer o direito de voto do Legião.
O quadro final de votação das duas chapas foi o seguinte:

 
JOSAFÁ DANTAS
EDUARDO PEDROSA
 
 
1ª DIVISÃO (Peso 8)
1ª DIVISÃO (Peso 8)
5 votos = 40 pontos
6 votos = 48 pontos
 
 
2ª DIVISÃO (Peso 4)
2ª DIVISÃO (Peso 4)
7 votos = 28 pontos
4 votos = 16 pontos
 
 
CLUBES AMADORES (Peso 1)
CLUBES AMADORES (Peso 1)
9 votos = 9 pontos
8 votos = 8 pontos
 
 
TOTAL DE PONTOS = 77
TOTAL DE PONTOS = 72



TERCEIRA RODADA DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 2008


UNAÍ 2 x 3 ESPORTIVO
Data: 31 de janeiro de 2008
Local: Rio Preto (Unaí-MG)
Árbitro: Raimundo Lopo
Renda: R$ 3.965,00
Público: 793 pagantes
Expulsão: Magno
Gols: Rodrigo, 9; Léo Guerreiro, 10; Fábio Moura, 39; Léo Guerreiro, 55 (pênalti) e 78
UNAÍ: Paes, Clein, Binha, Alexandre e Geovane; Eduardo (Toninho), Valdenir, Geraldo (Rincón) e Fábio Moura; Giovani e Rodrigo (Thiago). Técnico: Mozair Barbosa.
ESPORTIVO: Aylton, Magno, Elton, Bira (Adrianinho) e Robson Pirapora; Simão (André Melo), Rodolfo, Wibira e Fabinho; Léo Guerreiro e Rogério (Vitinho). Técnico: Wilson Moreira.

BRASILIENSE 2 x 1 CEILÂNDIA
Data: 31 de janeiro de 2008
Local: Serejão, Taguatinga (DF)
Árbitro: José de Caldas Souza
Renda: R$ 5.818,00
Público: 1.686 pagantes
Gols: Rodriguinho, 6; Jóbson, 31 e Paulista, 90.
BRASILIENSE: Guto, Patrick, Júnior Baiano (Padovani), Rancharia e Eduardo; Agenor, Juninho, Rodriguinho (Coquinho) e Iranildo; Jóbson (Adrianinho) e Dimba. Técnico: Gerson Andriotti.
CEILÂNDIA: Sérgio Vittori, Luís Paulo (Luiz Fernando), Adriano, Panda e Fábio (Boby); Bruno Ramos, Carlos Lima, Iron e Paulista; Cassius e Rodrigo Félix (Diego). Técnico: Éverton Goiano.

GAMA 1 x 1 DOM PEDRO II
Data: 2 de fevereiro de 2008
Local: Mané Garrincha, Brasília (DF)
Árbitro: Anderson Bassotto
Renda: R$ 1.967,00
Público: 487 pagantes
Expulsão: Alejandro Cardozo
Gols: Ésley (pênalti), 34 e Michel, 54
GAMA: Rafael Córdova, Ademir, Ozéia, João Vítor e Maykon; Henrique (Alejandro Cardozo), Léo Gonçalves, Clayson Rato (Índio) e Ésley; Dendel e Didi (Almir Sergipe). Técnico: Vítor Hugo.
DOM PEDRO II: Osmair, Rodrigo Mello, Ivisson (Juninho) e Mello; Amaral, Zé Ricarte, Ferrugem, Maninho e Fábio; Mazinho Brasília (Thiago) e Michel. Técnico: José Lopes Risada.

LEGIÃO 2 x 1 BRAZLÂNDIA
Data: 3 de fevereiro de 2008
Local: Mané Garrincha, Brasília (DF)
Árbitro: Wales Martins
Renda: R$ 8.650,00
Público: 2.435 pagantes
Gols: Fernando, 2; Michel Platini, 40 e 62 (pênalti)
LEGIÃO: Fernando, Paulo Ricardo, Ícaro, Moacri e Kaká; Erivaldo, Didão, Marcelinho e Kim (Edmar); Joãozinho (Chefe) e Michel Platini (Alison). Técnico: Reinaldo Gueldini.
BRAZLÂNDIA: Abraão, Fabrício (Dida), Christian, André Martins e Augusto; Daniel, Welton, Diego Chadud (Rafael) e Fernando; Edicarlos e Márcio Baiano (Leandro Porto). Técnico: Sílvio de Jesus.

sábado, 20 de outubro de 2012

OS ARTILHEIROS DOS CAMPEONATOS BRASILIENSES 1960/2012


ANO
JOGADOR (CLUBE)
GOLS
1960
Ely e Vitinho (Defelê)
9
1961
Nilo (Rabello)
12
1962
Tião II (Colombo)
12
1963
Ceninho (Cruzeiro do Sul)
10
1964 (A)
Zezito (Nacional) e Lula (Guanabara)
7
1964 (P)
Bawani (Defelê)
6
1965 (A)
Zezito (Pederneiras)
9
1965 (P)
Zezé (Rabello) e Otávio (Defelê)
4
1966
Cid (Colombo)
11
1967
Cid e Luizinho (Rabello) e Santos (Colombo)
8
1968
Zezé (Rabello)
6
1969
Paulinho (C.S.U.) e Eraldo (Serviço Gráfico)
11
1970
Arnaldo (Civilsan)
8
1971
Dinarte (Ceub)
9
1972
Celino (Serviço Gráfico) e Marco Antônio (Ceub)
8
1973
Humberto (Relações Exteriores)
12
1974
Nemias (Pioneira)
6
1975
Lucas (Ceub)
11
1976
Rogério (Brasília)
9
1977
Julinho (Brasília)
15
1978
Edmar (Brasília)
9
1979
Péricles (Gama)
10
1980
Fantato (Gama)
23
1981
Péricles (Taguatinga)
9
1982
Éder Antunes (Guará)
9
1983
Santos (Brasília)
22
1984
Wander (Brasília)
12
1985
Toni (Sobradinho)
17
1986
Joãozinho (Taguatinga)
17
1987
Bé (Tiradentes)
18
1988
Moura (Tiradentes)
16
1989
Moura (Tiradentes)
14
1990
Evandro (Gama)
8
1991
Wander e Paulinho (Guará)
11
1992
Joãozinho (Taguatinga)
25
1993
Gil (Gama)
19
1994
Anderson (Gama)
18
1995
Gil (Planaltina)
13
1996
Dimba (Botafogo Sobradinho)
22
1997
Serginho e Mazinho (Brasília)
12
1998
Marquinhos (Ceilandense)
14
1999
Joãozinho (Brazlândia)
12
2000
Jackson (Bandeirante) e Alysson (Brasília)
9
2001
Weldon (Brasiliense)
13
2002
Tiano (CFZ)
21
2003
Cassius (CFZ)
13
2004
Bispo (CFZ)
12
2005
Fabinho (Ceilândia)
14
2006
Johnes (Ceilândia)
9
2007
Thiago (Dom Pedro II)
10
2008
Michel (Dom Pedro II)
9
2009
Fábio Junior (Brasiliense)
8
2010
Vanderlei (Brasiliense)
11
2011
Fábio Silva (Gama) e Rômulo (Brasiliense)
8
2012
Paulo Renê (Gama)
15
A - amador
P - profissional

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

AS DECISÕES: CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1968



DEFELÊ 2 x 2 RABELLO
Data: 26 de maio de 1968
Local: Estádio Ciro Machado do Espírito Santo
Árbitro: Eduino Edmundo Lima
Renda: NCR$ 331,00
Gols: Guairacá e Arnaldo (pênalti) para o Defelê; Luís Carlos e Sabará para o Rabello.
DEFELÊ: Zé Walter, Sir Peres, Farneze, Alaor Capella e J. Pereira; Djalma e Sabarazinho; Guairacá, Solon, Paulinho e Arnaldo.
RABELLO: Dico, Wilson, Melo, Carlão (Luís) e Sérgio; João Dutra e Luiz Carlos; Sabará, Aloísio, Cid e Zé Maria.

CAMPEÃO: DEFELÊ.


quarta-feira, 17 de outubro de 2012

CLUBES DE BRASÍLIA: SERVIÇO GRÁFICO




Por muitos conhecida apenas como Gráfica, a ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA SERVIÇO GRÁFICO foi fundada em 18 de abril de 1968, atendendo a uma convocação feita por Wanderley Moreira Mattos, Lenyr Pereira da Silva e Carlos Franco de Sá Santoro. Nesta data, reuniu-se um grande número de empregados do Serviço Gráfico do Senado Federal com o objetivo de fundar uma associação atlética destinada somente aos empregados do citado serviço e também para incentivar os esportes em geral, a recreação social e promover o congraçamento dos seus associados.
Somente no dia 22 de setembro de 1968 aconteceu a Assembléia que escolheu a diretoria do novo clube, que ficou assim composta: Presidente – Lenyr Pereira da Silva; Vice-Presidente – Mauro Gomes de Araújo; Diretor Secretário – Nelson Cleômenis Botelho; Diretor Tesoureiro – Geraldo Coutinho; Diretor Social - Carlos Franco de Sá Santoro; Diretor de Patrimônio – Marinalvo Gomes de Araújo e Diretor de Esportes – Wanderley Moreira Mattos.
Tinha como cores oficiais vermelha, azul e branca, tendo por escudo as iniciais AASG e como símbolo a configuração arquitetônica do Edifício do Congresso Nacional.
O uniforme principal era assim composto: camisa branca com golas e mangas azuis, calção azul e meias azuis.
No escudo constará as inicias AASG e como símbolo a configuração arquitetônica do edifício do Congresso Nacional.
Aproveitando-se do fato de a Federação Desportiva de Brasília promover um supercampeonato brasiliense com 24 clubes em 1969, entre amadores e profissionais, o Serviço Gráfico inscreveu-se no que seria a sua primeira competição oficial no Distrito Federal.
Sua estreia aconteceu em 13 de abril de 1969, no Estádio Pelezão (ainda chamado de Nacional de Brasília), goleando o Unidos de Sobradinho, por 4 x 1.
O Serviço Gráfico integrou o Grupo A (com 11 clubes) e ficou com o terceiro lugar, após essa campanha: 10 jogos, 6 vitórias, 2 empates e 2 derrotas; 21 gols a favor e 10 contra. Totalizou 14 pontos ganhos.
Com isso, conseguiu classificar-se para a Segunda Fase, que reuniu os seis primeiros colocados de cada grupo e, ao seu final, apontaria o campeão de 1969.
Ficou com a sétima colocação, com 12 pontos ganhos, junto com Cultural Mariana e Brasília (de Taguatinga). Nos onze jogos disputados, venceu quatro, empatou outros quatro e perdeu três vezes. Marcou e sofreu 16 gols, ficando com saldo 0.
Mesmo com uma campanha irregular, um de seus jogadores, Eraldo, foi o artilheiro do campeonato, com 11 gols (junto com Paulinho, do CSU).
Defenderam o Serviço Gráfico nesse campeonato os goleiros Gaguinho, Carlyle e José; os defensores Pelé, Mauro, Júlio, Nielson, Garibaldi, Ximenes, Rui, Juarez, Dazinho, Crispim, Moacir, Santiago e Maninho e os atacantes Eustáquio, Laércio, Cesar, Paulinho, Carlos Gomes, Humberto, Walmir, Tião, Miguel, Eraldo, Zezão e Renato.
No campeonato brasiliense de 1970, o Serviço Gráfico venceu o primeiro turno, ficando à frente de outros dez clubes. Nos nove jogos que disputou, venceu 6 e empatou 1. Marcou 15 gols e sofreu 7.
Quando, novamente, passou a Fase Final do campeonato (disputada pelos seis melhores da Primeira Fase), não manteve a mesma performance, ficando com a terceira colocação, atrás de Grêmio e Civilsan. Somou seis pontos, provenientes de três vitórias nos cinco jogos que disputou.
Mais uma vez teve um jogador entre os primeiros colocados na artilharia do campeonato, desta vez Carlos Gomes, que ficou com a segunda colocação, com seis gols marcados, e Cid, em terceiro, com cinco.
Começou o ano de 1971 disputando o Torneio Governador do Distrito Federal, contra outras dez equipes. No final, ficou com o vice-campeonato, com 16 pontos ganhos, um a menos que o campeão Jaguar.
No campeonato brasiliense, novamente ficou com a segunda colocação, atrás do Colombo, e à frente de Ceub, Grêmio e Jaguar.
Seu jogador Walmir marcou seis gols e ficou com a segunda colocação entre os artilheiros do campeonato.
Entre os dias 28 de setembro e 1º de outubro de 1971, o Náutico, de Recife (PE), realizou dois jogos em Brasília. No primeiro, empatou com o Ceub em 1 x 1. No segundo, perdeu para o Serviço Gráfico, por 2 x 1, com dois gols de Walmir contra um de Bita.
Finalmente, em 1972, conquistou o tão perseguido título de campeão brasiliense de futebol.
O campeonato foi disputado por sete equipes. O Serviço Gráfico venceu o 1º turno, sem conhecer derrota nos seis jogos que disputou: três vitórias e três empates.
O segundo turno foi conquistado pelo Ceub, da mesma forma, sem perder nenhum jogo.
Ambos qualificaram-se, então para a decisão do campeonato, em melhor de quatro pontos.
No primeiro jogo, em 2 de dezembro de 1972, o Ceub não deu chances ao Serviço Gráfico, vencendo-o por 3 x 0, gols de Dinarte (2) e Marco Antônio.
Uma semana depois, 9 de dezembro de 1972, o Serviço Gráfico devolveu a goleada, vencendo pelo mesmo placar, com dois gols de Walmir e um de Carlos Gomes.
Mais uma semana e aconteceu o terceiro jogo, quando ocorreu empate em 0 x 0, adiando a decisão.
No dia 21 de dezembro de 1972, no Estádio Pelezão, o Serviço Gráfico venceu o Ceub, por 2 x 1, gols de Jairo Bueno e Arthur para o Serviço Gráfico, e Rogério Macedo, para o Ceub. O árbitro do jogo foi Adélio Nogueira Soares. Agora, restava apenas a comemoração pelo título.
Foi aí que começou um festival de recursos junto à Federação Metropolitana de Futebol.
Após o primeiro jogo da decisão, o Serviço Gráfico entrou com um recurso na FMF solicitando os pontos do jogo, baseando-se no fato de que o atleta Marco Antônio, do Ceub, não tinha condições de jogo. Foi constatado que o jogador tinha vínculo com o Fluminense, de Araguari (MG), o que o impossibilitava de participar do campeonato do DF sem a devida transferência.
O Ceub deu o troco, entrando com um recurso contra a utilização pelo Serviço Gráfico dos jogadores Vavá e Carlos Gomes que, segundo o clube universitário, estariam filiados a Federação Fluminense de Futebol.
A FMF recebeu o Ofício nº 2.336, de 02.03.1973, da CBD, comunicando que aplicou aos atletas Marco Antônio Pereira (inscrito pela Federação Mineira de Futebol), Lourival Ribeiro de Carvalho Filho (Vavá) e Carlos Gomes (inscritos pela Federação Fluminense de Desportos), a penalidade de suspensão de 90 dias para cada um, a partir de 7 de fevereiro de 1973.
O TJD da Federação Desportiva de Brasília anulou as partidas realizadas em 2 e 9 de dezembro de 1972, mantendo, entretanto, os resultados das partidas realizadas em 16 de dezembro e 21 de dezembro.
A situação era: Serviço Gráfico, 3 pontos ganhos e Ceub, 1.
Com toda essa confusão o jogo decisivo do campeonato de 1972 só veio a acontecer em 19 de setembro de 1973, quando a Federação ainda deliberou que somente poderiam participar das partidas os atletas que tinham condições legais até a data da realização dos encontros anteriores.
Naquele dia, Serviço Gráfico e Ceub não movimentaram o placar e o 0 x 0 deu o título de campeão brasiliense ao Serviço Gráfico pela primeira vez.
No jogo decisivo o Serviço Gráfico formou com Sinézio, Eraldo, Juarez, Melinho e Cezinha; César e Axel; Tião, Jairo Bueno, Clemilton (Ximenes) e Arthur. O técnico era Rui Márcio.
Na entrega dos prêmios aos melhores do ano de 1972, Walmir, do Serviço Gráfico, foi considerado o melhor jogador por uma comissão formada por jornalistas esportivos e professores do Departamento de Educação Física, Esportes e Recreação – DEFER. Marcos, também do Serviço Gráfico, foi a Revelação do campeonato.
Já a eleição da equipe de esportes do Correio Braziliense para a escolha dos “Melhores de 1972”, colocou na seleção ideal daquele ano dois jogadores do Serviço Gráfico: o médio-volante Marquinhos e o centro-avante Walmir, que também foi considerado o “Craque do Ano”.
Ao todo, a campanha do Serviço Gráfico para conquistar o título de 1972 foi esta: quinze jogos, cinco vitórias, oito empates e duas derrotas. Assinalou 22 gols e sofreu 10. Total de pontos: 18.
Além do título, o Serviço Gráfico também forneceu o artilheiro do campeonato, Celino, com oito gols.
Defenderam o Serviço Gráfico os goleiros Sinézio, Manoel Carlos e Jairo; os defensores Ximenes, Eraldo, Melinho, Juarez, Vavá, Toinho, Axel, Marquinhos, Cezinha, Paraguai, César e Branco e os atacantes: Carlos Gomes, Tião, Jairo Bueno, Clemilton, Celino, Walmir, Dazinho, Edu, Arthur e Marcos. Técnico: Rui Márcio.
Em 1973, chegou a disputar o 1º turno do campeonato brasiliense, ficando apenas um ponto atrás do Ceub (que seria o campeão daquele ano).
Seu último jogo aconteceu no dia 11 de novembro de 1973, no Estádio Pelezão, empatando em 0 x 0 com o Unidos de Sobradinho.
Antes mesmo de começar o segundo turno, o Serviço Gráfico desistiu do campeonato.
Em 17 de dezembro de 1973 aconteceu a Assembléia Geral na qual a A. A. Serviço Gráfico (a pedido) foi desfiliada.
O motivo principal da desfiliação do Serviço Gráfico prendeu-se ao fato de que o Senado Federal possuía duas associações, a ASSEFE e a AASG. Veio a unificação e a primeira providência foi acabar com o Departamento de Futebol, ou seja, com a equipe do Serviço Gráfico, campeã brasiliense de 1972.
Com isso, os jogadores da A. A. Serviço Gráfico estavam livres para ingressar em qualquer outra entidade 30 dias após seu pedido de desfiliação e conseqüente desistência do campeonato, ocorrido em 14 de novembro de 1973.