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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

O PÚBLICO NO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1984

Total de jogos no 1º turno: 30
Total de público: 24.364
Média de público por partida: 812
Maior público: Sobradinho x Taguatinga, no Augustinho Lima: 2.635
Menor público: Ceilândia x Sobradinho, no Serejão: 88

Total de jogos no 2º turno: 29
Total de público: 32.312
Média de público por partida: 1.114
Maior público: Sobradinho x Brasília, no Augustinho Lima: 2.993
Menor público: Ceilândia x Sobradinho, no Serejão: 623

Total de jogos no 3º turno: 31
Total de público: 23.975
Média de público por partida: 773
Maior público: Tiradentes x Taguatinga, no Chapadinha: 1.492
Menor público: Vasco da Gama x Ceilândia, no Mané Garrincha: 612.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

CAMPEÕES E VICE-CAMPEÕES DOS CAMPEONATOS BRASILIENSES DE JUNIORS


ANO
CAMPEÃO
VICE-CAMPEÃO
1976
BRASÍLIA
CAMPINEIRA
1977
BRASÍLIA
GAMA
1978
BRASÍLIA
GUARÁ
1979
GAMA
BRASÍLIA
1980
BRASÍLIA
 
1981
BRASÍLIA
 
1982
TIRADENTES
BRASÍLIA
1983
BRASÍLIA
TIRADENTES
1984
TAGUATINGA
CEILÂNDIA
1985
TAGUATINGA
BRASÍLIA
1986
TAGUATINGA
SOBRADINHO
1987
CEILÂNDIA
BRASÍLIA
1988
BRASÍLIA
TAGUATINGA
1989
TIRADENTES
BRASÍLIA
1990
GUARÁ
TAGUATINGA
1991
GUARÁ
BRASÍLIA
1992
GUARÁ
TIRADENTES
1993
PLANALTINA
BRASÍLIA
1994
GAMA
BRASÍLIA
1995
GAMA
GUARÁ
1996
LUZIÂNIA
BRASÍLIA
1997
LUZIÂNIA
SOBRADINHO
1998
GAMA
BRASÍLIA
1999
GAMA
SOBRADINHO
2000
GAMA e GUARÁ
 
2001
GAMA
GUARÁ
2002
GAMA
BRAZLÂNDIA
2003
BRASILIENSE
GAMA
2004
BRASILIENSE
GAMA
2005
BRASILIENSE
CEILÂNDIA
2006
BRASILIENSE
GAMA
2007
BRASILIENSE
CEILÂNDIA
2008
BRASILIENSE
UNAÍ/ITAPUÃ
2009
BRASILIENSE
CFZ
2010
SANTA MARIA
C. A. BANDEIRANTE
2011
GAMA
CRUZEIRO

Fonte: Federação Brasiliense de Futebol

terça-feira, 28 de agosto de 2012

OS TÉCNICOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: Péricles Chamusca




A chegada do Brasiliense à decisão da Copa do Brasil de 2002 (perdendo o título para o Corinthians) chamou a atenção, também, para o trabalho de um treinador tão jovem que, misturado aos jogadores, parecia mais um deles.
Era Péricles Raimundo Oliveira Chamusca, mais conhecido como Péricles Chamusca, nascido em Salvador (BA), em 29 de setembro de 1965.
Antes de ser treinador, Péricles Chamusca foi jogador das categorias de base do Bahia. Atuava como meia. Quando chegou a época da faculdade, optou por deixar o futebol para cursar Educação Física. Foi aí que surgiu um convite para ser auxiliar de preparação física no Bahia. Tinha, então, 23 anos. Pouco depois, foi efetivado e em 1989 passou sete meses trabalhando com o Evaristo de Macedo na equipe principal do Bahia. Aquilo foi um curso para ele. Foi quando descobriu sua vocação para ser treinador e passou a trabalhar com os juniors do clube.
Destino traçado, fez um trabalho de três anos nas categorias de base do Vitória e em 1995 foi promovido ao time principal. Isso foi conseqüência de um trabalho de três anos que desenvolveu nas categorias de base, revelando jogadores como o goleiro Dida, Rodrigo, Vampeta, Júnior, Alex Alves e Paulo Isidoro, entre outros. Então, os dirigentes decidiram dar uma oportunidade no time principal, conquistando o título de campeão baiano de 1995.
Também passou quase dois anos como coordenador técnico do Vitória. 
Fez um estágio no Barcelona, na época em que o Johann Cruyff era o técnico, e aprendeu muito. Desde o início sempre prestou atenção nos métodos de Wanderley Luxemburgo. Usar a tecnologia, estatística, analisar vídeos. Também é admirador do trabalho de Carlos Alberto Parreira e de Oswaldo de Oliveira, a importância que eles dão para a ética, para a boa imagem do profissional.
Depois do Vitória, Chamusca passou por clubes como Rio Branco, de Americana (SP), e América, de Natal (RN), em 1998, Anápolis (GO) e CSA (AL), em 1999, onde conquistou o título de campeão alagoano. Em 2001, voltou a dirigir o Vitória (BA), treinou o Corinthians (AL) e o Porto (PE). Estava no Confiança, de Aracaju (SE), em 2002, quando foi contratado pelo Brasiliense e quase levou o time de Brasília ao título de campeão da Copa do Brasil.
Em 2003, dirigiu o Caxias (RS) e passou para o Santa Cruz (PE), onde ficou até 2004, ano em que alcançou seu maior título, o da Copa do Brasil daquele ano, já como treinador do Santo André (SP). Neste mesmo ano, também dirigiu o São Caetano. 
Teve rápidas passagens pelo Goiás e Botafogo (RJ) em 2005, sendo contratado, logo depois, pelo Oita Trinita, do Japão, onde permaneceu até 2009. Lá, conquistou o título de campeão da Copa da Liga Japonesa.
No dia 30 de julho de 2009 foi anunciado como novo comandante do Sport Recife (PE), clube que deixou em 7 de novembro de 2009.
Quase um mês depois de sua saída do Sport, Péricles Chamusca foi contratado pelo Avaí, para comandar o clube na temporada de 2010. Conquistou o campeonato catarinense e, na metade do ano de 2010, na volta do Avaí para a continuação do Campeonato Brasileiro devido a parada para a Copa do Mundo, Chamusca anunciou que sairia do comando do time para ir atuar no Catar, onde passaria a comandar o Al-Arabi, deixando claro que tal decisão deu-se única e exclusivamente por questões financeiras. A proposta era de ganhar o triplo do que estava ganhando naquele momento.
Depois de uma boa temporada no comando do Al Arabi, pelo qual venceu a Copa do Sheik Jassem e terminou na quarta colocação na Liga Nacional, a melhor do Al Arabi nos últimos 13 anos, Péricles Chamusca transferiu-se, em junho de 2011, para o Al Jaish, que acabara de sagrar-se campeão da Segunda Divisão do Qatar. 
Assinou contrato de um ano e passou a comandar o clube na elite do futebol deste país árabe. O Al Jaish é o clube das Forças Armadas do Qatar. Além de conquistar a Segunda Divisão do Qatar, chegou às semifinais da Copa do Emir, sendo eliminado pelo Al Rayyan, de Paulo Autuori.
O Al-Jaish terminou sua primeira participação na Liga do Qatar na segunda colocação, com 41 pontos, apenas dois atrás do campeão Lekwia. Com isso, o Al-Jaish garantiu vaga na Liga dos Campeões da Ásia, principal competição interclubes do continente. A equipe de Chamusca ainda teve o artilheiro da Liga do Catar, o brasileiro Adriano, que anotou 18 gols.

domingo, 26 de agosto de 2012

ESTATÍSTICAS DO CAMPEONATO BRASILIENSE DE 1968


CLUBES PARTICIPANTES: 5.
JOGOS REALIZADOS: 20.
GOLS ASSINALADOS: 58.
MÉDIA DE GOLS POR JOGO: 2,9.
MELHOR ATAQUE DO CAMPEONATO: Rabello, com 25 gols a favor.
PIOR ATAQUE DO CAMPEONATO: Cruzeiro do Sul, 3 gols a favor.
MELHOR DEFESA DO CAMPEONATO: Rabello, com 2 gols contra.
PIOR DEFESA DO CAMPEONATO: Cruzeiro do Sul, 21 gols contra.
MELHOR SALDO DE GOLS: Rabello, 23.
MAIOR NÚMERO DE VITÓRIAS: Defelê, com 6.
MENOR NÚMERO DE VITÓRIAS: Colombo, 1.
MENOR NÚMERO DE DERROTAS: Defelê, 1.
MAIOR NÚMERO DE DERROTAS: Colombo, com 7.
MELHOR ÍNDICE DE APROVEITAMENTO: Defelê, com 81,3%.
MAIOR GOLEADA DO CAMPEONATO: curiosamente, duas grandes goleadas aconteceram no dia 19 de maio de 1968: Defelê 9 x 0 Colombo e Rabello 10 x 0 Cruzeiro do Sul.
JOGOS COM MAIOR NÚMERO DE GOLS MARCADOS: o segundo jogo entre os citados anteriormente.

ARTILHEIROS:

1º - Zezé (Rabello), 6 gols;
2º - Aloísio (Rabello), 5;
3º - Cid (Rabello), 4;
4º - Walmir (Guará), Solon, Guairacá, Arnaldo e Sabarazinho (Defelê), Zé Maria e Sabará (Rabello), 3;
5º - Gilson e Tião (Colombo), Paulinho e Invasão (Defelê), Luiz Carlos (Rabello) e Vitinho (Cruzeiro do Sul), 2;
6º - Ivan e João Vicente (Colombo), Zeca e Paulinho Castelo Branco (Guará), Gaúcho, Otávio e Alaor Capella (Defelê), Zé Carlos e Carlão (Rabello) e Mauro Viegas (Cruzeiro do Sul), 1.

ÁRBITROS QUE MAIS ATUARAM:

1º - Eduino Edmundo Lima, 5 jogos;
2º - Rubens Pacheco, 3;
3º - Amphilóphio Pereira da Silva, Idélcio Gomes de Almeida e Jorge Cardoso, 2;
4º - Almir Alves do Nascimento, Geraldo Delfino, Ivan Campos Cardoso, José Mattos Sobrinho, José Nobre da Conceição e Sylvio Carvalho, 1.

ESTÁDIOS UTILIZADOS:

1º - Nacional de Brasília (posteriormente, passou a se chamar Pelezão) e Ciro Machado do Espírito Santo, com 10 jogos cada um.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

AS DECISÕES: CAMPEONATO BRASILIENSE DE 2002


CFZ 1 x 1 GAMA
Data: 29 de junho de 2002
Local: Estádio Adonir Guimarães, Planaltina
Árbitro: Luciano Augusto Almeida (DF)
Gols: Tiano, 31 e Anderson, 57
Expulsões: Jairo e Lindomar, ambos do Gama
CFZ: Ricardo, Wellington Cássio, Cabrerizo, Rodrigo Melo e Ademir; Cubango, Macaé, Kabila (Nil) e Marcelinho; Rodrigão e Tiano (Igor). Técnico: Reinaldo Gueldini.
GAMA: Fábio Noronha, Paulo Henrique, Emerson, Jairo e Rochinha; Nen, Jeferson (Zé Renato), Wesley e Lindomar; Romualdo (Alessandro Bocão) e Anderson (Abimael). Técnico: Cuca.

Obs.: o CFZ ganhou o título de campeão brasiliense de 2002, invicto, com uma rodada de antecedência.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

DADOS ESTATÍSTICOS DE (quase) TODOS OS CAMPEONATOS DE FUTEBOL DO DISTRITO FEDERAL - 2ª parte


Hoje divulgamos os dados estatísticos do campeonato brasiliense de futebol abrangendo o período de 1976 a 2012, quando foi definitivamente implantado o profissionalismo.
Confiram:

ANO
CLUBES PARTICIPANTES
JOGOS REALIZADOS
GOLS ASSINALADOS
MÉDIA DE GOLS POR JOGO
1976
8
64
164
2,6
1977
6
36
95
2,6
1978
7
48
103
2,1
1979
6
47
102
2,2
1980
9
109
273
2,5
1981
6
59
105
1,8
1982
7
83
146
1,8
1983
8
199
390
2,0
1984
8
121
255
2,1
1985
8
92
189
2,1
1986
8
69
161
2,3
1987
8
92
176
1,9
1988
8
115
231
2,0
1989
8
102
202
2,0
1990
8
60
115
1,9
1991
8
116
210
1,8
1992
8
116
250
2,2
1993
9
170
377
2,2
1994
10
94
203
2,2
1995
10
108
227
2,1
1996
14
133
352
2,6
1997
10
96
273
2,8
1998
10
102
242
2,4
1999
10
96
260
2,7
2000
10
96
233
2,4
2001
10
96
238
2,5
2002
11
102
279
2,7
2003
12
72
263
3,7
2004
12
72
230
3,2
2005
12
72
243
3,4
2006
10
52
154
3,0
2007
8
56
169
3,0
2008
8
56
165
2,9
2009
8
70
191
2,7
2010
8
70
188
2,7
2011
8
70
189
2,7
2012
12
74
242
3,3