quinta-feira, 2 de julho de 2020

FICHA TÉCNICA: Erasmo


NOME COMPLETO: Erasmo de Oliveira da Silva
APELIDO: Erasmo
LOCAL E DATA DE NASCIMENTO: Pedreiras (MA), 2 de julho de 1965
POSIÇÃO: Meia Atacante

Começou nos infantis do Brasília Esporte Clube e, aos 17 anos, sagrou-se vice-campeão brasiliense de juniores de 1982 e também foi convocado para a seleção brasiliense dessa categoria, treinada por Airton Nogueira, e que disputou o Campeonato Brasileiro de Seleções.
Esteve um mês nos juniores do Vasco da Gama, do Rio de Janeiro, se ambientou muito bem (até marcou um gol em um amistoso contra o Flamengo), mas decidiu por voltar para Brasília.
No ano seguinte, 1983, sagrou-se campeão brasiliense de juniores defendendo o Brasília que tinha um bom time formado, dentre outros jogadores, pelo goleiro Gildo, Ailton e outros. Ficou com a segunda colocação entre os artilheiros do campeonato, com sete gols (junto com Ailton), dois a menos que o artilheiro Saulo, do Tiradentes.
Foi mais uma vez convocado para a seleção brasiliense da categoria, desta vez treinada por Josemar Macedo, e que não conseguiu classificação para a Segunda Fase do Campeonato Brasileiro de Seleções.

Estreia no time profissional do Brasília:

BRASÍLIA 3 x 0 TIRADENTES
Data: 07.10.1984
Local: Pelezão
Árbitro: Luiz Vilhena do Nascimento
Gols: Kleber, 48; Wander, 54 e Júlio César, 74
BRASÍLIA: Joaldo, Chagas (Élbio), Iranil, Jonas Foca e Mundinho; Baiano, Kleber e Wander; Paulinho Comelli, Júlio César e Bolão (Erasmo). Técnico: Jorge Cardoso Medina.
TIRADENTES: Larry, Serjão (Garcia), Sérgio Carvalho, Jair e Santos; Joel, Toninho (Peninha) e Sérgio Luís; João Paulo, Careca e Marcelo. Técnico: Ercy Rosa.

Marcou um gol nos cinco jogos que disputou e sagrou-se campeão brasiliense. Seu gol foi marcado na espetacular vitória de 7 x 2 sobre o Gama, no Pelezão, no dia 14 de outubro de 1984.

Disputou dezesseis jogos pelo Campeonato Brasiliense de 1985, não marcou gols e o Brasília foi o terceiro colocado na competição.

Repetiu o terceiro lugar no Campeonato Brasiliense de 1986 (novamente atrás de Sobradinho e Taguatinga), quando disputou 19 jogos e marcou um gol. Com o Brasília, sagrou-se campeão do Torneio Seletivo à Divisão de Acesso do Campeonato Brasileiro, competição que contou com a participação de cinco equipes e tinha como objetivo indicar o representante do DF junto a CBF para compor a Divisão de Acesso de Profissionais para a Copa Brasil 1987.

Voltaria a ser campeão brasiliense com o Brasília em 1987, quando participou de 22 dos 26 jogos disputados pelo clube. Foi o quinto artilheiro da competição, com sete gols, o mais importante deles o assinalado na decisão do certame, na vitória de 2 x 1 sobre o Taguatinga, em 23 de agosto de 1987.
Também 1987 disputou o Campeonato Brasileiro - Módulo Azul (uma espécie de terceira divisão) da competição.

Seu último ano no Brasília foi em 1988. Tomou parte em 21 dos 28 jogos disputados pelo clube, assinalando sete gols, novamente terminando em quinto lugar na tábua de artilheiros.

Último jogo pelo Brasília (coincidentemente, também contra o Tiradentes):

TIRADENTES 1 x 2 BRASÍLIA
Data: 09.07.1988
Local: Serejão
Árbitro: Nilton de Souza Castro
Renda: Cz$ 43.800,00
Público: 219 pagantes
Gols: Rogerinho, 5; Bé, 44 e Ailton, 85
TIRADENTES: Déo, Beto Guarapari (Valter), Kidão, Beto Fuscão e Ahlá; Marco Antônio, Bé e Zé Maurício; Moura, Luizão e Pedrinho (Joel). Técnico: Jorge Medina.
BRASÍLIA: Nena, Wellington, Cléo, Oliveira e Edivaldo; Chagas, Josimar e Rogerinho (Rubens); Erasmo, Cláudio e Ailton. Técnico: Josemar Macedo.

Leixões 1991/1992
Em setembro de 1988 transferiu-se para o futebol português, contratado pelo Grupo Desportivo Chaves, da Primeira Divisão.
Na primeira temporada, 1988/89, foram nove jogos e o clube na 13ª colocação. Na segunda, 1989/90, apenas três jogos, mas um excelente 5º lugar. Sua melhor temporada foi a de 1990/91, quando participou de 21 jogos e marcou cinco gols, apesar do clube ter piorado sua classificação final: 8º lugar. Permaneceu no G. D. Chaves até junho de 1991.
Passou, então, para o Leixões, onde, nas temporadas 1991/1992 a 1993/1994, disputou 67 jogos e marcou 12 gols.
Na temporada 1994/1995 esteve no Dragões Sandinenses, da Terceira Divisão portuguesa.
Em 17 de setembro de 1995, estreou no Acadêmico, de Viseu, na vitória de 1 x 0 sobre a Acadêmica, de Coimbra. Apenas uma temporada no Acadêmico de Viseu, onde atuou em 13 jogos, sem marcar gols.
Seus últimos clubes no futebol foram, todos de Portugal:
1996/1997 - UD Oliveirense
1997/1998 - São Roque
1998/1999 e 1999/2000 - Milheiroense.



quarta-feira, 1 de julho de 2020

HÁ 45 ANOS SURGIA O TAGUATINGA ESPORTE CLUBE



Já no mês de março de 1975 começaram a aparecer as primeiras conversas (logo confirmadas) de que o Distrito Federal se preparava para receber outro clube profissional.
Inicialmente, uma pesquisa foi feita junto à população de Taguatinga com a finalidade de mudar sua denominação. Os dirigentes do Pioneira pretendiam deixar de ser apenas um clube de empresa e partir para uma expansão, tornando-se a agremiação de uma grande cidade.
O comércio da cidade de Taguatinga resolveu armar uma equipe para brigar com o Ceub. Assim, em 1º de julho de 1975, na sede da Associação Comercial e Industrial de Taguatinga – ACIT, diretores da ACIT, a Administração Regional de Taguatinga e representantes da Viação Pioneira promoveram Assembleia Geral Extraordinária para a transformação do Pioneira Futebol Clube em clube profissional de futebol, a mudança do nome para Taguatinga Esporte Clube e a troca das cores do uniforme para azul e branca.
Estiveram presentes como convidados especiais Benedito Augusto Domingos, Presidente da ACIT, Olímpio Barbosa Filho, Administrador Regional de Taguatinga e Wilson Antônio de Andrade, Presidente da Federação Metropolitana de Futebol. Além deles, compareceram Carlos Augusto Senise, Clever Geraldo Caetano, Francisco Carlos Lima, Galvão Augusto Domingos, Jairo Campos César, João Juvêncio Duarte, José Braga da Silva, Justo Magalhães Morais, Leônidas Soares Pires, Pedro Ribeiro Barbosa e Yukio Matsunaga.
Yukyio Matsunaga foi eleito Presidente de Honra do Taguatinga E. C. A relação nominal dos membros do Conselho Deliberativo foi aprovada por unanimidade, sendo eleito Presidente desse conselho Carlos Augusto Senise.
Em Assembleia Geral realizada no dia 9 de julho de 1975, na sede da ACIT, o empresário Benigno Ávila de Goiás Pinheiro foi eleito para assumir a Presidência do Taguatinga Esporte Clube, ficando Clever Geraldo Caetano como 1º Vice-Presidente e Joaquim Matsunaga, que até então presidia o Pioneira, como 2º Vice-Presidente. Para preencher as vagas abertas no Conselho Deliberativo com a designação daqueles diretores, foram eleitos Murilo Antônio Oliveira, Pedro Martins e Jairo Campos César.
Poucos dias depois, Benigno Ávila de Goiás Pinheiro dirigiu carta ao Conselho Deliberativo do Taguatinga Esporte Clube, agradeceu a lembrança de seu nome para a presidência da entidade e, alegando motivos particulares, comunicou que não poderia aceitar o cargo.
Já visando sua participação no campeonato oficial do Distrito Federal, o Taguatinga contratou os serviços do preparador físico Biguá e do supervisor Rubem Santos, que já havia trabalhado na equipe da Tuna Luso, de Belém. Também manteve Eurípedes Bueno como técnico. O Departamento de Futebol estaria à cargo de José Gouveia e o diretor do Departamento de Juvenis Carlos Costa, que convocava garotos de 14 a 16 anos para comparecerem ao escritório da Pioneira, em Taguatinga. O Taguatinga planejava ter um plantel de 15 atletas profissionais e sete amadores e realizava seus treinos no campo do 2º Batalhão da Polícia Militar, de Taguatinga.
No dia 24 de julho de 1975, na ACIT, aconteceu uma nova reunião do Conselho Deliberativo, quando foram indicados os nomes daqueles que passariam a integrar a Diretoria Executiva do Taguatinga Esporte Clube e que ficou assim constituída: Presidente - Clever Geraldo Caetano; 1º Vice-Presidente - Joaquim Matsunaga; 2º Vice-Presidente - Monder Jarjour; 1º Secretário - Fausto d’Abadia Silva; 2º Secretário - Maria Carmem Nugle Leal; 1º Tesoureiro - Romildo de Souza Oliveira; 2º Tesoureiro - Carlos José Soares; Diretor Administrativo - Itamar Sebastião Barreto; Diretor Social - Murilo Antônio de Oliveira; Diretor de Patrimônio - Mário Córdova Castro; Diretor de Futebol - João Juvêncio Duarte e Diretor de Relações Públicas - Hilton Pinheiro Mendes.



terça-feira, 30 de junho de 2020

ANIVERSARIANTE DO DIA: Boni



Em pé: Duda, Luciano Almeida, Décio, Rubão, Pacheco e Cuca; Agachados: Marreta (massagista), Paulo Caju, Boni, Waldir, Raimundinho, Jânio e Pedro Hugo (preparador físico).

O habilidoso meio-campista José Bonifácio Gonçalves da Silva, o Boni, nasceu em Unaí (MG), no dia 30 de junho de 1957.
Começou nos times de pelada do DF, onde foi descoberto pelo técnico Ceninho, que o levou para jogar nos juvenis do Grêmio, em 1976.
Seu primeiro jogo no Grêmio aconteceu no dia 11 de outubro de 1977, no amistoso que marcou a reabertura do estádio Pelezão. O Grêmio perdeu para o Fluminense, do Rio de Janeiro, por 2 x 1, formando com essa equipe: Wilmar Gato, Leocrécio, Kell, Gilberto e Ricardo; Kidão, Boni e Careca; Wellington, Aloísio e Tita. Técnico: Bugue.
Além desse jogo, em 1977 Boni disputou três jogos pelo Campeonato Brasiliense.
Depois que o Grêmio desativou seu departamento de futebol profissional, Boni e outros jogadores do clube foram contratados pelo Corinthians, do Guará. Sua primeira participação no novo clube foi na inauguração do estádio do CAVE, no Guará, no dia 16 de abril de 1978, em amistoso interestadual contra o Vitória, de Salvador (BA). O Corinthians atuou com essa formação: Wilmar Gato (Lúcio), Ricardo, Luciano, Gilberto e Newton (Gilvan); Boni, Marquinhos e Augusto; Edu (Orlando), Aloísio (Chiquinho) e Wellington. Técnico: Bugue.
Quando aconteceu a fusão que provocou o retorno do Clube de Regatas Guará ao futebol do DF (se juntaram Corinthians e Humaitá), Boni disputou 14 jogos do Campeonato Brasiliense de 1978 com a camisa do Guará, tendo marcado um gol.
Em 1979, disputou o campeonato brasiliense pelo Guará e o Campeonato Brasileiro pelo Gama.
Também em 1979, Boni foi convocado para a Seleção do DF que empatou em 1 x 1 com a Seleção de Goiás, no amistoso realizado no dia 22 de abril, substituindo Raimundinho.
Em 1980 passou a ser jogador do Gama. Fez sua estreia no dia 3 de fevereiro, na vitória de 2 x 0 sobre a Anapolina, em Anápolis. O Gama formou com Hélio, Carlão, Décio, Maurício Pradera e Odair; Santana, Boni e Manoel Ferreira; Roldão, Fantato e Robertinho. O técnico foi Manoel Cajueiro (que substituiu Martim Francisco, pois esse seguiu com a seleção brasiliense de juvenis para Fortaleza).
Disputou 18 dos 25 jogos do Gama no Campeonato Brasiliense de 1980 (o Gama foi vice-campeão), tendo marcado quatro gols. Além disso, participou do Campeonato Brasileiro.
No começo do ano de 1981, Boni tomou parte de seis jogos do Gama pelo Campeonato Brasileiro da Série B e logo depois se transferiu para o Taguatinga, onde estreou no dia 1º de maio, no Serejão, no amistoso contra o Botafogo, do Rio de Janeiro (derrota de 1 x 0). O Taguatinga atuou com Jonas, Boni, Emerson, Décio (Duda) e Odair; João Carlos, Péricles e Marquinhos; Paulo Hermes (Paulo Caju), Serginho e Raimundinho. Técnico: Bugue..
Foi um dos destaques do Taguatinga na conquista do campeonato brasiliense de 1981, tendo participado de 21 dos 27 jogos que o clube realizou para chegar ao título de campeão pela primeira vez em sua história.
Ficaria no Taguatinga até 1983. Nesse período, por empréstimo, esteve no Guará no Campeonato Brasileiro da Série B de 1983.
No Campeonato Brasiliense de 1983, disputou incríveis 48 jogos de um total de 52 com a camisa do Taguatinga.
Jogou o Campeonato Brasiliense de 1984 pelo Guará e o Brasileiro da Série B emprestado ao Tiradentes.
Retornou ao Taguatinga em 1985 e por lá permaneceu até 1986. Neste ano, venceu o Torneio Início (disputado em 26 de janeiro, no Mané Garrincha), sagrou-se vice-campeão do Campeonato Brasiliense (quando disputou 19 jogos) e disputou seu último jogo pelo Taguatinga no dia 21 de setembro de 1986, no Serejão, na vitória de 3 x 1 sobre o Confiança, de Aracaju (SE), válido pelo Campeonato Brasileiro da Série B. O Taguatinga apresentou a seguinte formação: Ronaldo, Ricardo, Bilzão, Adilson e Visoto; Dorival, Da Silva e Zé Maurício (Boni); Aguinaldo (Moura), Joãozinho e Marquinhos. Técnico: Mozair Barbosa.
Em 1987, Boni teve uma rápida passagem pela Penapolense, de Penápolis (SP), que disputava o Campeonato Paulista da Segunda Divisão, e logo depois parou com o futebol.
Boni está morando em Goiânia, onde é empresário do ramo de produtos derivados do leite.


segunda-feira, 29 de junho de 2020

OS CLUBES DO DF: fundação do Esporte Clube Real de Brasília - 1960


O Esporte Clube Real de Brasília foi fundado em 29 de junho de 1960, por doze funcionários públicos: Aristeu Aragão Filho, Wilson Faria, José Nobre da Conceição, Francisco Alves Vieira, Nilson Faria, Weldas Dias Alves, Mires Lopes de Oliveira, Walter Barnabé da Silva, Salvador de Sá Guimarães, Osiel Simão de Sousa, José Carlos Lima Cauby e Raimundo Maia Filgueiras.
Sua primeira diretoria foi composta por Valdivino Pereira de Melo (Presidente), Lúcio Lima Rey (Vice-Presidente Patrimonial), Gonçalo da Costa Neto (Vice-Presidente de Esportes), Venerando Vieira Filho (Vice-Presidente Social), João Batista Ferreira (Vice-Presidente Financeiro), Abílio José Neto (1º Secretário), Raimundo Maia Filgueiras (2º Secretário), Nilson Faria (1º Tesoureiro) e Aristeu Aragão Filho (2º Tesoureiro).
Foram aprovados dois uniformes: o primeiro, composto de camisa grená com punhos e golas em azul, calção azul com filete grená dos lados e meias grenás; já o segundo uniforme era assim: camisa azul, calção branco e meias azuis.




domingo, 28 de junho de 2020

ANIVERSARIANTE DO DIA: Pires


Joaquim Pires Viana, o Pires, nasceu no Gama (DF), no dia 28 de junho de 1969.
Começou nas categorias de base do Sobradinho e no futebol profissional, com 18 anos, com o nome de Joaquim, fez sua estreia no dia 19 de julho de 1987, no Serejão, quando o Sobradinho foi derrotado pelo Taguatinga, por 3 x 0.
O Sobradinho formou com Jurandir (Claudinho), Chiquinho, Matéia, Rildo e Buião (Joaquim); Jerônimo, Wellington e Pedrinho; Régis, Vicente e Nilson. Técnico: José Antônio Furtado Leal.
Na primeira oportunidade que o saudoso Marcelo Ramos, da Rádio Capital, o “Narrador do Povão” teve de conversar com ele, foi nesses termos: vamos mudar esse nome? E perguntou se ele preferia Pires ou Viana? O escolhido foi Pires. Desse dia em diante passou a ser conhecido como Pires.
Com pouca idade ainda, passou mais tempo no banco do Sobradinho no ano de 1988. No ano seguinte, 1989, disputou jogos pelo Campeonato Brasiliense e também pelo Campeonato Brasileiro da Série B, competição que teve a participação de 96 clubes e na qual o Sobradinho não conseguiu passar para a Segunda Fase.
Nos anos de 1990 e 1991 foi titular no meio-de-campo do Sobradinho. Disputou todos os 14 jogos válidos pelo Campeonato Brasiliense no primeiro ano, tendo, inclusive, marcado seu primeiro gol, no dia 28 de janeiro de 1990, no Augustinho Lima, na derrota de 3 x 2 para o Guará.

Em 1991 foram mais vinte jogos pelo Sobradinho, o último deles em 20 de outubro de 1991, no Augustinho Lima, no empate em 0 x 0 com o Tiradentes. Formou o Sobradinho com Chicão, Beto, Régis, Wilton e Edinho; Zuza, Michael (Pires) e Filó; Washington, Roger e Ahlá (Tatinha). Técnico: Kidão.
Transferiu-se para o Brasília, onde fez sua estreia oficial no dia 14 de junho de 1992, no Mané Garrincha, com derrota de 1 x 0 para o Guará, na primeira rodada do Campeonato Brasiliense de 1992.
O time do Brasília alinhou: Santos, Fabinho, Jairo, Itiberê e Visoto; Alexandre, Palhinha (Gustavo) e Ésio; Tadeu, Marquinhos e Pires (Josimar). Técnico: Remo.
Disputou um terço dos jogos do Brasília no Campeonato Brasiliense de 1992 (dez de trinta) e marcou mais um gol, o da vitória de 2 x 1 sobre o Taguatinga, em 18 de julho de 1992, no Mané Garrincha.
Faltando poucos dias para começar o Campeonato Brasiliense de 1993, Pires quebrou a perna e ficou afastado do futebol durante quase dois anos, período em que passou a trabalhar fora do futebol. Quando conseguiu conciliar futebol/trabalho, voltou a defender o Brasília no campeonato brasiliense de 1995. E retornou em grande estilo, disputando 22 jogos e marcando cinco gols.
O Brasília foi vice-campeão em 1995 e Pires fez seu último jogo como atleta profissional no dia 9 de agosto de 1995, no Serejão, na derrota de 1 x 0 para o Tiradentes. Nesse dia o Brasília jogou com a seguinte constituição: Anderson, Nilton César, Régis, Binha e Edilson; Nino, Gerson e Edmar; Chiquinho (Palhinha), Dida (Pires) e Marquinhos. Técnico: Remo.
Logo depois, parou com o futebol profissional. Foi jogar no futebol amador de Goiás, nas cidades de Deuslândia e Inhumas.
Pires teve oportunidade de sair de Brasília algumas vezes, mas não quis se arriscar, pois alguns amigos que também saíram não conseguiram a desejada independência financeira. Passou somente a trabalhar, deixando o futebol.





sábado, 27 de junho de 2020

ARQUIVOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: Campeonato Amador do Distrito Federal - 1995


PARTICIPANTES:

ASLU - ASSOCIAÇÃO RECREATIVA E CULTURAL DOS SERVIDORES DA LIMPEZA URBANA
ASSEFE - ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES DO SENADO FEDERAL
ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA E CLASSISTA NEON TOLDOS
ASSOCIAÇÃO JARDIM DE FUTEBOL
ATLÂNTIDA ESPORTE CLUBE
BRAZLÂNDIA ESPORTE CLUBE
COMERCIAL FUTEBOL CLUBE
DM ESPORTE CLUBE
ESPORTE CLUBE DOM PEDRO II
ESPARTA FUTEBOL CLUBE
MARATONA ESPORTE CLUBE
SAMBAIBA ESPORTE CLUBE
SOCIEDADE ESPORTIVA MARINGÁ
SOCIEDADE ESPORTIVA PENHAROL

A Primeira Fase teve jogos realizados no período de 23 de setembro a 2 de novembro de 1995.

CLASSIFICAÇÃO FINAL DA PRIMEIRA FASE

CHAVE “A”

CF
CLUBES
J
V
E
D
GF
GC
SG
PG
DOM PEDRO II
6
2
4
0
7
5
2
12
MARATONA
6
3
1
2
8
5
3
11
BRAZLÂNDIA
6
2
3
1
8
3
5
11
ATLÂNTIDA
6
2
3
1
10
9
1
10
ESPARTA
6
2
2
2
6
6
0
9
ASLU
6
1
2
3
7
11
-4
6
ASSEFE
6
1
1
4
5
12
-7
4

CHAVE “B”

CF
CLUBES
J
V
E
D
GF
GC
SG
PG
COMERCIAL
6
3
2
1
11
6
5
13
DM
6
3
2
1
10
7
3
13
MARINGÁ
6
3
2
1
9
7
2
13
JARDIM
6
2
3
1
9
9
0
7
PENHAROL
6
1
2
3
11
12
-1
5
NEON TOLDOS
6
1
2
3
8
10
-2
6
SAMBAÍBA
6
1
1
4
8
15
-7
5

JOGOS DA SEGUNDA FASE

05.11.1995
Comercial 3 x 3 Maratona
Maringá 0 x 0 Atlântida
Dom Pedro II 1 x 0 DM
Brazlândia 2 x 0 Jardim

12.11.1995
Comercial 1 x 2 Atlântida
Maratona 2 x 1 Maringá
Dom Pedro II 3 x 0 Jardim
DM 2 x 2 Brazlândia

19.11.1995
Dom Pedro II 1 x 1 Brazlândia
Atlântida 1 x 0 Maratona
Obs.: Comercial x Maringá e DM x Jardim não foram realizados de comum acordo entre os clubes.

CLASSIFICAÇÃO FINAL DA SEGUNDA FASE

CHAVE “C”

CF
CLUBES
J
V
E
D
GF
GC
SG
PG
ATLÂNTIDA
3
2
1
0
3
1
2
8
MARATONA
3
1
1
1
5
5
0
6
MARINGÁ
2
0
1
1
1
2
-1
5
COMERCIAL
2
0
1
1
1
2
-1
1

CHAVE “D”

CF
CLUBES
J
V
E
D
GF
GC
SG
PG
DOM PEDRO II
3
2
1
0
5
1
4
7
BRAZLÂNDIA
3
1
2
0
5
3
2
6
DM
2
0
1
1
2
3
-1
5
JARDIM
2
0
0
2
0
5
-5
0

FINAL

26.11.1995
Local: Serejão
ATLÂNTIDA 0 x 2 DOM PEDRO II
Gols: Marcos S. Lima, 53 e Francisco de A. P. Lino, 57

03.12.1995
Local: CEMAN
DOM PEDRO II 2 x 0 ATLÂNTIDA
Gols: José Augusto, 6 e William Lopes, 74