quarta-feira, 12 de agosto de 2020

EXCURSÃO DO GRÊMIO AO INTERIOR DE MINAS GERAIS - 1969


O Grêmio fez pequena excursão até as cidades de Paracatu e João Pinheiro, ambas do interior de Minas Gerais.
Jogou em Paracatu, no dia 9 de agosto de 1969, contra o União E. C., tetracampeão da cidade, obtendo o empate de 2 x 2.
Marcaram os gols do Grêmio Ademir, aos cinco minutos do 1º tempo, e Sinval, aos 25 do 2º, um gol olímpico.
No domingo, 10 de agosto, foi até João Pinheiro e venceu a A. E. Pinheirense, por 3 x 1. Os gols do Grêmio foram assinalados por Ademir (2) e Pedrinho.
O Grêmio utilizou os seguintes jogadores: Kill, Mário, Xuxinha, Joãozinho (Doidinho) e Edson (Chiquinho); Bugue e Procópio; Jorge, Ademir, Pedrinho e Sinval (Pereira).
Geraldo Delfino, de Brasília, foi o árbitro das duas partidas.



terça-feira, 11 de agosto de 2020

SÚMULAS: jogos da rodada de 11 de agosto pelo Campeonato Brasiliense de 1963


RABELLO 6 x 0 ALVORADA
Data: 11.08.1963
Local: Paulo Linhares, campo do Rabello
Árbitro: Eduino Edmundo Lima
Renda: Cr$ 20.000,00
Gols: Joãozinho, Arnaldo, Nilo e Lindemberg (3)
RABELLO: Gaguinho, Délio, Ditinho, Luziné e Enes; Calado e Nilo; Edgar, Lindemberg, Joãozinho e Arnaldo.
ALVORADA: Toinho, Motorzinho, Veludo, Wolney e Tomazine; Alvinho e Azulinho; Moacir, Manuelzinho, Almir (Belém) e Alemão.

NACIONAL 0 x 0 GUARÁ
Data: 11.08.1963
Local: Aristóteles Góes
Árbitro: Lourandyr de Castro Gomes
Renda: Cr$ 15.000,00
NACIONAL: Chico, Alberto, Eufrásio, Logodô e Índio; João e Toinho; Valdir, Nilson, Zezito e Naelson.
GUARÁ: Rocha, Mabinho, Tati, Sir Peres e Clemente; Chagas e Baianinho; Adãozinho, Zeca, Múcio e Heleno.

COLOMBO 1 x 1 GRÊMIO
Data: 11.08.1963
Local: Israel Pinheiro
Árbitro: José Francisco de Sousa Renda:
Gols: Parada para o Grêmio e Marcelo para o Colombo
COLOMBO: Nelsinho, Natal, Landulfo, Nilo e Joãozinho; Índio e Barretinho; Marcelo, Tião I, Tião II e Almir.
GRÊMIO: Maia, Paulinho, Evangelista, Valter e Guido; Jamil e Joãozinho; Nobre, Zé Olindo, Parada e Sérgio.

CRUZEIRO DO SUL 4 x 2 DEFELÊ
Data: 11.08.1963
Local: Mazzili
Árbitro: Emílio dos Santos Vieira
Gols: Ceninho (3) e Paulo Reis para o Cruzeiro e Vitinho e Alaor Capella para o Defelê
CRUZEIRO DO SUL: João Luís, Pedersoli, Mello, Morales e Edilson; Valdemar e Beto Pretti; Paulo Reis, Ceninho, Paulinho e Zezé. Técnico: Gil Campos.
DEFELÊ: Walmir, Gino, Oswaldo, Alonso Capella e Wilson Godinho; Matarazzo e Leônidas; Manoelzinho, Euclides (Zé Paulo), Alaor Capella e Vitinho.



segunda-feira, 10 de agosto de 2020

ANIVERSARIANTE DO DIA: Binha

ECON
Clodevaldo Pinto de Souza, o Binha, nasceu em Brasília (DF), no dia 10 de agosto de 1972.
No futebol começou por acaso. Pisou em um campo de futebol pela primeira vez com 15 anos e, com 16, disputava o campeonato adulto da Ceilândia pelo ECON (Esporte Clube O Norte), um dos melhores times do futebol amador dessa cidade.
Em um desses jogos, foi convidado para disputar o campeonato juvenil do DF, pelo Estrelinha, clube que revelou vários jogadores que viriam se tornar profissionais posteriormente.

Estrelinha
Aos 18 anos, foi necessária uma pausa no futebol, tendo em vista o compromisso em servir o Exército Brasileiro (RCG).
Em 1992, conheceu Edmar (Ziquinho), que fazia parte do Brasília Esporte Clube, e que o convidou para integrar o elenco de juniores da equipe. Não demorou para começar a jogar entre os profissionais.
Sua estreia no time de profissionais do Brasília aconteceu em 28 de março de 1993.

PLANALTINA 0 x 0 BRASÍLIA
Data: 28 de março de 1993
Local: Adonir Guimarães
Árbitro: Narciso Bastos Portela
PLANALTINA: Capucho, Auro, Joel, Alípio e Paulo Henrique; Dourado, Michael (Tuchê) e Chico; Toni, Dida (Carlos Gomes) e Dequinha. Técnico: Bira de Oliveira.
Brasília
BRASÍLIA: Gildo, Binha, Claudinho, Rildo e Joel; Manoel Ferreira, Edmar e Filó; Tadeu (Marcelo França), Fabrício e Rondinelli (Fubá). Técnico: Almir Vieira.

Foram 23 jogos pelo Brasília (num total de 32), com um gol marcado no dia 3 de outubro de 1993, no CAVE, na derrota de 2 x 1 para o Guará.
Permaneceu no Brasília até o ano de 1999, com algumas idas e vindas. Ao todo, foram 106 jogos com a camisa do clube em jogos válidos pelo Campeonato Brasiliense.
Em 1996 foi emprestado ao Internacional, de Porto Alegre (RS), que logo o repassou para o Brasil, de Farroupilha, com quem o colorado gaúcho tinha uma parceria para a disputa do Campeonato Gaúcho.

Bragantino
Em março de 1997 assinou contrato com o Bragantino, da cidade de Bragança, no Pará. Disputou todo o campeonato paraense e só não continuou na equipe porque o Brasília pediu seu retorno para uma das semifinais (contra o Planaltina, em 20 de julho) e a final (contra o Gama, dia 27 de julho, com derrota de 2 x 0).
No restante de 1997, disputou, pelo Brasília, o Campeonato Brasileiro da Série C.
Chegou a marcar um gol na vitória de 2 x 1 sobre o Gama, no dia 26 de abril de 1998, resultado que não foi suficiente para classificar o Brasília para o quadrangular final.
Ainda em 1999 disputou o Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão pelo Brasília e também passou um curto período de avaliação no Fluminense, do Rio de Janeiro.
Brasília
De 2000 a 2006, seu último ano no futebol brasiliense, defendeu seis clubes diferentes: Dom Pedro II em 2000 (quando disputou o Campeonato Brasiliense e o Campeonato Brasileiro da Série C) e 2002 (neste ano foi campeão brasiliense da Segunda Divisão), Ceilandense, na Segunda Divisão do DF em 2000, Guará, em 2001, Ceilândia, em 2002 e 2003, Luziânia, em 2004 (ano em que teve rompimento do tendão de Aquiles), e Bandeirante nos anos de 2005 e 2006, este no campeonato da Segunda Divisão, finalizando sua carreira como jogador profissional.
Antes mesmo de parar de jogar, em 2005, iniciou a sua carreira de treinador das categorias de base do ECON. De 2005 a 2010 foi treinador das categorias Sub-15 e Sub-17, conquistando quase trinta títulos nesse período.

Também nesse período realizou vários cursos de treinador. Em 2011, após a visita de Roberto Patu, este o convidou para assumir o Sub-20 do Cruzeiro-DF, que já estava participando da Copa AGAP de juniores. Assumiu a equipe após o terceiro jogo, levando-a ao título de campeão da categoria Sub-20. No campeonato brasiliense foi vice-campeão, conquistando o direito de disputar a Taça São Paulo de Juniores em 2012.

De 3 de setembro a 5 de outubro de 2011, dirigiu a equipe do Cruzeiro no Campeonato Brasiliense da Segunda Divisão. Depois de quatro jogos sem vitória (dois empates e duas derrotas), aconteceu o de sempre no futebol brasileiro: Binha foi comunicado que não faria mais parte da comissão técnica do Cruzeiro.
Retornou ao Cruzeiro-DF em 2012, com o projeto de Escolinha junto com o Marquinhos Brasília, passando a trabalhar com crianças de 8 a 18 anos. O projeto deu tão certo que em 60 dias o Cruzeiro já tinha uma equipe competitiva de juniores e foi bicampeão da Copa AGAP.

O Cruzeiro também disputou o campeonato de juniores de Brasília, sagrando-se campeão invicto. Em dois anos consecutivos o Cruzeiro conquistou a vaga para a Copa São Paulo de Futebol Junior.
Em 2013 Binha ajudou a montar o time de juniores do Ceilândia, que perdeu a vaga para a Copinha nas semifinais.
Com o nascimento do seu primeiro filho, em 2014, teve que remanejar seus horários e ficou trabalhando na Escolinha do Internacional, da Ceilândia.
Em 2016, foi auxiliar de Juninho no Sobradinho no Campeonato Brasiliense da Primeira Divisão e treinador do Botafogo-DF na Segunda.
Nos anos de 2017 e 2018 Binha montou um projeto no Minas Brasília Tênis Clube.
Seus dois últimos anos de envolvimento com o futebol foram em 2019 e 2020, responsável pela Escolinha do Internacional, da Ceilândia.





domingo, 9 de agosto de 2020

HÁ 50 ANOS NO FUTEBOL BRASILIENSE: sexta rodada do Torneio “Hélio Prates da Silveira”


No dia 9 de agosto de 1970, foi realizada a sexta e penúltima rodada do Torneio “Hélio Prates da Silveira”. O Grêmio aproveitou-se do empate entre Coenge e Civilsan (seus mais próximos perseguidores) para garantir o título da competição com uma rodada de antecedência.

GRÊMIO 3 x 1 PILOTO
Local: Pelezão.
Árbitro: Carlos Ferreira do Amaral.
Gols: Noé, 23; Tião, 40; Santos, 44 e Wanderley, 73
GRÊMIO: Sílvio, Pedrinho, Grossi (Zezé), Paulinho e Luiz; Orlando e Nemias; Noé, Santos, Wanderley (Osvaldinho) e Marcos.
PILOTO: Hugo, Jackson, Célio, Gonçalves e Toinho; Quincas e Dedinho; Tião, Nenê, Afonsinho e Magno.

COENGE 1 x 1 CIVILSAN
Local: campo da A. A. Cultural Mariana
Árbitro: Oswaldo dos Santos
Gols: Baiano, 60 e Mário Baú, 84
COENGE: Maurício, Márcio Minhoca, Américo (Elias), Mauro e Xixico; Santiago e Divino; Augustin, Paulinho, Ary (Mário Baú) e Oscar.
CIVILSAN: Maracanã, Ditão, Zé Pedro, Triste e Wilson; Nenê e Gentil (Bugue); Manoelzinho, Procópio, Eduardo e Coquinho (Baiano).

PLANALTO 1 x 0 JAGUAR
Local: campo da A. A. Cultural Mariana (preliminar de Coenge x Civilsan)
Árbitro: Ademar Pereira da Cruz
Gol: Parada
PLANALTO: Roleman, Dimenor, Roberto, Bazani e Fula; Rildo e Zé Raimundo; Deija, Parada, Ivan e Reco.
JAGUAR: Laudislon, Mabinho, Dão, Noel e Canhoto; Lúcio e Edmilson; Ligeiro, Gildo, Cascorel e Oliveira.

CARIOCA 3 x 2 GAMINHA
Local: Pelezão (preliminar de Grêmio x Piloto)
Árbitro: Djalma Neves
Gols: Maurício (2) e Aldo para o Coenge; Ademar e Rogério para o Gaminha.



sábado, 8 de agosto de 2020

RECORDAR É VIVER: Ceub x Santos - 1974


Ceub Esporte Clube
Pelé, com uma atuação excepcional, levou o Santos a uma boa vitória sobre o Ceub, por 3 x 1, no dia 20 de março de 1974, numa partida válida pelo Campeonato Brasileiro, em que o Ceub também atuou bem, tornando o espetáculo do melhor nível técnico.

CEUB 1 x 3 SANTOS
Data: 20 de março de 1974
Local: Estádio Presidente Médici, Brasília (DF)
Árbitro: Arnaldo César Coelho (RJ)
Renda: Cr$ 191.362,00 - Público: 18.894 pagantes
Gols: Nenê, 20; Pelé, 68; Leo, 73 e Gilberto (pênalti), 78.
CEUB: Valdir, Luiz Carlos, Pedro Pradera, Emerson e Rildo; Alencar, Rogério Macedo (Gilberto) e Renê; Cardosinho, Juraci (Carlos Roberto) e Dario. Técnico: Cláudio Garcia.
SANTOS: Wilson, Hermes, Oberdan, Vicente e Turcão; Leo e Nelci; Mazinho, Nenê (Brecha), Pelé e Edu (Eusébio). Técnico: Pepe.

Santos Futebol Clube

sexta-feira, 7 de agosto de 2020

HÁ 60 ANOS NO FUTEBOL BRASILIENSE: amistosos realizados no dia 7 de agosto de 1960


No jogo final do Torneio “Danton Jobim”, realizado em 7 de agosto de 1960, o quadro do Esporte Clube Planalto venceu a equipe da ENACO, pela contagem de 2 x 0, gols consignados por Édson Galba na fase complementar, sendo um de penalidade máxima cometida por Carlos.
O jogo agradou a todos que estiveram no estádio Duílio Costa. A arbitragem foi de Augusto da Costa, ex-jogador do Vasco da Gama e Seleção Brasileira, que estava morando em Brasília. A renda foi de Cr$ 1.875,00.
As equipes formaram assim: PLANALTO - Issinha, Louro, Ferrete e Pernambuquinho (Rosinha); Wolney e Cardosinho; Pedrinho, Rui, Édson Galba e Luizinho. ENACO - Celso, Carlos e Tião; Nicolau, Irques e Oto; Antenor Motta, Valnor, Mossoró, Zeca (Arnaldo) e Carioca.

No mesmo dia, foi realizado no campo do Ginásio Brasília, Real e Brasil Central empataram em 2 x 2. Altair marcou primeiro para o Real. Martins, com dois gols, virou para o Brasil Central ainda no 1º tempo. Altair voltou a marcar no 2º tempo e decretou o empate em 2 x 2.

Jogando amistosamente no dia 7 de agosto de 1960, em seu campo, o Rabello colheu vitória difícil, mas merecida sobre a representação da Associação Esportiva de Taguatinga.
Após 90 minutos de partida, o marcador acusava 5 x 4 em favor do Rabello. Para o Rabello marcaram Matias (2), Motorzinho, Antônio e Baianinho. Para o quadro visitante Nembequinha (2), Índio e Pernambuco.
O Rabello jogou assim formado: Nei, Leocádio e Pernambuquinho; Capixaba, Paulo e Délio; Antônio, Matias, Baianinho, Nilo e Motorzinho. O quadro de Taguatinga atuou com Clevi, Alcides e Martins II; Edinho, Batista e Pelé; Índio, Pernambuco, Nembequinha, Joãozinho e Enézio.

Preparando-se para o próximo campeonato da Federação Desportiva de Brasília, as equipes do Nacional e da ECRA disputaram interessante partida amistosa no campo do Nacional.
O resultado final foi de 2 x 1 a favor do Nacional, placar esse construído por intermédio de Pirapora, cobrando penalidade máxima, e Tilvo, de cabeça, enquanto Alemão marcou o tento de honra da ECRA.
O Nacional alinhou com Zezinho, Valmir, Coelho, João Silva e Aldovandro; Loirinho e Tarcísio; Dario, Pirapora, Tilvo e Joãozinho.
A arbitragem esteve a cargo de José Pereira Leite, da Federação Desportiva de Brasília.




quinta-feira, 6 de agosto de 2020

HÁ 60 ANOS NO FUTEBOL BRASILIENSE: instalação da sede da FDB


No dia 6 de agosto de 1960 foi instalada a sede da Federação Desportiva de Brasília - FDB, na Avenida W-3 Sul, no antigo prédio da Rádio Nacional.
A FDB não tinha sede própria. Antes, as reuniões da FDB eram realizadas no Diário Carioca-Brasília, no Bar e Restaurante "Caravelle" (de propriedade de Jorge Barbieux, um dos primeiros da W-3 Sul), no "King's Bar" ou na porta do auditório da Rádio Nacional, na Avenida W-3, onde por muito tempo depois funcionou o Cine Cultura.
A sede da Federação contava com mobiliário e utensílios de propriedade de Jardel Noronha de Oliveira e as obras de adaptação foram feitas pelo desportista Paulo Linhares, presidente do Rabello.
Os trabalhos da Secretaria da FDB eram efetuados no antigo auditório da Rádio Nacional, na Avenida W-3, com a funcionária Maria do Carmo Damasceno Fialho.
Jardel Noronha de Oliveira trabalhou com todo amor e dedicação aos desportos. Não poupou esforços para ver a FDB progredir.




quarta-feira, 5 de agosto de 2020

HOMENAGEM PÓSTUMA A SIR PERES


Se entre nós estivesse, Sir Peres de Barros estaria aniversariando no dia de hoje.
Nossa homenagem póstuma ao grande jogador que foi, vai numa foto em que ele cumprimenta o zagueiro Joãozinho, do Santos, sob as vistas do árbitro José Mário Vinhas, minutos antes da inauguração do estádio de Sobradinho, ainda não chamado de Augustinho Lima.

SOBRADINHO 0 x 3 SANTOS
Data: 30 de abril de 1978
Local: Estádio Olímpico de Sorbadinho
Árbitro: José Mário Vinhas
Renda: Cr$ 205.220,00
Público: 10.261 pagantes
Gols: Toinzinho, 32; Neto, 44 e Bianchi, 81
SOBRADINHO: Ari, Ivanildo (Tote), Zezão (Remo), Sir Peres e Marcos (Gelson); Pebinha, Baduca (Paraíba) e Careca (Cláudio); Dázio, Zé Afonso e Vino. Técnico: Manoel Augusto de Melo.
SANTOS: William, Nelson, Joãozinho, Fausto e Neto; Carlos Roberto, Toinzinho (Bianchi) e Nelson Borges; Juari (Nilton Batata), Reinaldo (Pita) e João Paulo (Célio). Técnico: Formiga.




terça-feira, 4 de agosto de 2020

OS ARTILHEIROS: Campeonato Brasiliense de 1976


Nota:
Como o Ceub foi expulso do campeonato, a Federação Metropolitana de Futebol não considerou os gols marcados pelos jogadores do clube (destaque em vermelho):

CF
JOGADORES
CLUBES
GOLS
Lucas
Ceub
10
Rogério
Brasília
9
Léo
Grêmio
8
Humberto
Brasília
7
Moisés
Humaitá
7
Duda
Brasília
6
Xisté
Ceub
6
Carlos Alberto
Gama
6
Dionísio
Grêmio
6
Aderbal
Humaitá
6
Peba
Canarinho
5
Eduardo
Ceub
5
Marquinhos
Grêmio
5
Bira
Taguatinga
5
Roberto
Brasília
4
Belo
Canarinho
4
Zequinha
Humaitá
4
Maurício
Taguatinga
4
Itamar
Cruzeiro
3
Gonçalves
Grêmio
3
Nemias
Taguatinga
3
João Ribeiro
Brasília
2
Alencar
Ceub
2
Juarez
Ceub
2
Nicácio
Ceub
2
Renildo
Humaitá
2
Nelson Martins
Taguatinga
2
Rui
Taguatinga
2
Banana
Taguatinga
2
Dinarte
Taguatinga
2
10º
Tereso
Brasília
1
Renê
Brasília
1
Odair
Brasília
1
Ramalho
Brasília
1
Raimundinho
Brasília
1
Lindário
Brasília
1
Mauro (contra)
Brasília
1
Miltão (contra)
Brasília
1
Toinho
Canarinho
1
Ivan
Canarinho
1
Chiquinho
Canarinho
1
Wilton
Canarinho
1
Ozias
Canarinho
1
Celino
Canarinho
1
Paulo Roberto
Ceub
1
Nonoca
Ceub
1
Lino
Ceub
1
Moreirinha
Ceub
1
Mariano
Ceub
1
Gilbertinho
Ceub
1
Chagas
Cruzeiro
1
Zé Carlos
Cruzeiro
1
Júlio César
Cruzeiro
1
Alex
Cruzeiro
1
Santana
Gama
1
Carlão
Gama
1
Almir
Gama
1
Gabriel
Gama
1
Dequinha
Gama
1
Jackson (contra)
Gama
1
Luís Carlos
Grêmio
1
Pedro Léo
Grêmio
1
Hamilton
Grêmio
1
Heitor
Humaitá
1
China
Humaitá
1
Júlio César
Taguatinga
1
Douradinho
Taguatinga
1
Elmo
Taguatinga
1
Eli
Taguatinga
1