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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

A HISTÓRIA DA SEGUNDA DIVISÃO NO DF - Parte 12 (2006)




O Campeonato Brasiliense da Segunda Divisão de 2006 foi disputado em um único turno, com os nove clubes participantes jogando entre si, todos contra todos, com jogos só ida, num total de nove rodadas, ao final das quais a equipe que obtivesse o maior número de pontos ganhos seria declarada campeã.


sábado, 23 de agosto de 2014

A HISTÓRIA DA SEGUNDA DIVISÃO NO DF - Parte 11 (2005)





Por conta da criação de uma Terceira Divisão em 2006, o Campeonato Brasiliense da Segunda Divisão de 2005 sofreu um enxugamento: apenas oito clubes disputaram a competição desse ano.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

A HISTÓRIA DA SEGUNDA DIVISÃO NO DF - Parte 10 (2004)



Treze equipes disputaram o Campeonato Brasiliense da Segunda Divisão de 2004. Quatro delas eram novidades: o Cruzeiro Esporte Clube, do Cruzeiro, o Renovo Sporting Clube, de Samambaia, o Clube Esportivo Guará, do Guará, e a Sociedade Esportiva Maringá, também do Guará. Este último disputou apenas esse campeonato da Segunda Divisão.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

A HISTÓRIA DA SEGUNDA DIVISÃO NO DF - Parte 9 (2003)




Dez equipes participaram do campeonato brasiliense da Segunda Divisão de 2003, dentre elas o novato Paranoá Esporte Clube, que disputou uma competição oficial pela primeira vez. Como Colorado Esporte Clube venceu o campeonato de futebol amador do Distrito Federal em 2002. Manteve a base, formou uma comissão técnica com muita experiência (o técnico foi Mozair Barbosa e o supervisor Roberval de Paula) e contratou o atacante Alessandro Bocão, ex-Bandeirante e Gama.

sábado, 9 de agosto de 2014

A HISTÓRIA DA SEGUNDA DIVISÃO NO DF - Parte 8 (2002)




O campeonato brasiliense da Segunda Divisão de 2002 teve a participação de dez equipes, seis a menos que no ano anterior.
Na primeira fase foram divididos em dois grupos iguais, quando jogaram entre si, em ida e volta. Os três primeiros colocados de cada grupo se classificaram para o hexagonal decisivo, em turno único, com os dois primeiros garantindo vaga na Primeira Divisão de 2003.
O regulamento previa quatro jogadores acima de 23 anos por jogo.
Nenhuma das dez equipes foi novidade em 2002.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

NOTA COMPLEMENTAR À POSTAGEM SOBRE O CAMPEONATO BRASILIENSE DA SEGUNDA DIVISÃO DE 2001


Nosso amigo pesquisador José Egídio Pereira Lima, que está escrevendo um livro contando a história do Luziânia, encaminhou matéria que corrige a última postagem, sobre o campeonato brasiliense da Segunda Divisão de 2001.
Segue na íntegra:

MANCHETES

DEPUTADO MARCELO MELO USA PRESTÍGIO E GARANTE PERMANÊNCIA DO LUZIÂNIA NA 1ª DIVISÃO

ARNALDO BARBOSA COM COLABORAÇÃO DO DEPUTADO MARCELO MELO GARANTE O ACESSO DO LUZIÂNIA A PRIMEIRA DIVISÃO DE 2002

E a luta de Marcelo Melo foi decisiva graças a um item do regulamento da segunda divisão, o Luziânia foi incluído na divisão principal.
Três detalhes tornaram a jogada possível. No regulamento da segunda divisão, o Parágrafo 5º tornava facultativo o convite do terceiro e quarto colocados para o grupo de elite. Só que, para isso, um Conselho Arbitral teria que ser convocado antes da final do primeiro turno e isso não ocorreu.
O Luziânia, terceiro melhor da segunda divisão, aproveitou a brecha para ir atrás dos dez clubes da primeira divisão e tentar manter os seus direitos, mesmo sem o Arbitral. O documento teve a assinatura dos presidentes de Gama, Brasiliense, Bandeirante, Brazlândia, Sobradinho, Guará, Ceilândia, Aruc, Brasília e CFZ em trabalho realizado pelo diretor Wander Abdalla.
‘‘Trabalhamos para isso há muito tempo. O regulamento facultava e nós nos aproveitamos’’, explicou o deputado estadual Marcelo Melo (PMDB-GO), do Conselho Deliberativo do Luziânia e responsável pela articulação do clube junto aos brasilienses.
‘‘Demos o direito aos dois clubes. Mas só o Luziânia teve o apoio dos dez clubes’’, revelou o presidente da Federação Metropolitana de Futebol, Weber Magalhães.
Os dirigentes alegaram que preferiram o time do Luziânia pela estrutura e as boas rendas que a equipe conseguiu em casa.
‘‘Todos os times já estão formados. O Ceilandense não sabe nem com quais jogadores poderá contar’’, alfinetou Márcio Coutinho, vice-presidente da ARUC.
Manoel dos Santos, presidente do Ceilandense, disse que não sabia do documento do Luziânia e teve que esperar o arbitral, para se posicionar. Esperou demais. ‘‘O Ceilandense teria que conseguir assinaturas de todos os clubes e tentar marcar um arbitral antes do começo do campeonato’’. Correndo contra o tempo para incluir o Ceilandense na primeira divisão, Santos esperava o apoio de Sobradinho, mas a diretoria do time e da ARUC se negaram a assinar. ‘‘Eu acho inviável. O Sobradinho é contra a entrada de mais um time’’, explicou Tadeu Roriz, presidente de honra do alvinegro.
‘‘Se não conseguir com os clubes, vou para a Justiça Desportiva. Se me for negado, vou recorrer à Justiça comum, sem pensar duas vezes’’, prometeu Manoel Santos.
‘‘O Ceilandense tem todo o direito. Mas foi feito tudo dentro do regulamento e por unanimidade’’, insistiu Weber Magalhães.

RESUMO DA ÓPERA:

Na nossa postagem, dissemos que dois clubes subiriam para a Primeira Divisão em 2002. Depois dos episódios citados acima, na verdade, foram três: Brasília, CFZ e Luziânia.

Também deixamos de divulgar o principal artilheiro do campeonato brasiliense da segunda divisão de 2001. Foi ele Giovani, do Luziânia, com 19 gols.