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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

VOCÊ SABIA?





Que o primeiro campo de futebol a ser construído em Brasília foi por iniciativa do Esporte Clube Planalto, no Acampamento Tamboril, da antiga Construtora Planalto, próximo a onde hoje está a Praça dos Três Poderes?
A iniciativa partiu do presidente do clube, Duílio Costa. Ele conseguiu realizar as obras em apenas dez dias, tendo cercado o campo com madeira, colocado alambrado e uma arquibancada que comportava cerca de 700 pessoas. 
A inauguração do Estádio “Duílio Costa” aconteceu em 14 de janeiro, dia do seu aniversário, em 1959, quando foi realizado um quadrangular entre o anfitrião (Planalto), Nacional, Novo Horizonte e Assiban, saindo vencedor o E. C. Planalto. Foram oferecidos diversos troféus e medalhas aos vencedores. Foi uma grande festa esportiva que reuniu um grande número de autoridades e assistentes.

Quem foi Duílio Costa?

O mineiro Duílio Moor Costa nasceu em 14 de janeiro de 1924. Além de fundador e presidente do alvi-verde Esporte Clube Planalto, foi radialista e mantinha um programa de auditório na Rádio Nacional. Também trabalhava na agência do Banco do Brasil, onde tomou posse em 1º de março de 1944 (aposentou-se em 1º de setembro de 1973). Duílio Costa trouxe para jogar no Distrito Federal o Bangu, do Rio de Janeiro.

domingo, 29 de novembro de 2015

OS GOLEIROS DO FUTEBOL BRASILIENSE: Carlos José



Carlos José de Melo Passos nasceu em Barreiras (BA), no dia 22 de julho de 1946.
Veio com a família para Brasília no ano de 1958, acompanhando seu pai que era funcionário do Ministério da Fazenda.
Começou a jogar bola no infanto-juvenil do Grêmio Esportivo Brasiliense, se transferindo para o Real, já na categoria principal, depois retornando ao Grêmio.
Em 1969 defendeu o Atlético Goianiense, de Goiânia (GO).
Voltou para Brasília em 1970 e nos cinco primeiros meses do ano defendeu o Coenge. Nos demais, voltou a atuar pelo Grêmio.
Viveu seu melhor momento em 1971, no Colombo, quando se sagrou campeão brasiliense amador daquele ano e foi o goleiro menos vazado da competição, sofrendo apenas três gols nos oito jogos que disputou. Além disso, foi convocado para a Seleção Brasiliense e, na enquete realizada pelo jornal Correio Braziliense Carlos José foi apontado como o goleiro do ano.
Em 1972, ainda disputou o campeonato brasiliense pelo Colombo. No dia 3 de novembro de 1972, Carlos José entregou um requerimento à Federação Desportiva de Brasília solicitando cancelamento de sua inscrição como atleta amador do Colombo.
Poucos dias depois, 8 de novembro de 1972, o Colombo comunicou à Federação Desportiva de Brasília que aplicou a Carlos José uma pena de suspensão de 360 dias por ter cometido a seguinte infração: ter jogado por outra agremiação sem autorização do clube.
Passou, então, por um período de experiência no Ceub. 
No dia 18 de setembro de 1973, no Pelezão, estreou defendendo o gol da A. A. Serviço Gráfico, em jogo contra o Atlético, de Brazlândia.
Transferiu-se para a Pioneira, onde fez sua estreia no dia 21 de julho de 1974, no Pelezão, na vitória de 2 x 0 sobre o Relações Exteriores. No final desse ano, pôde comemorar mais um título de campeão brasiliense.
De 1976 a 1978 foi o goleiro do Taguatinga Esporte Clube. 
Nesse período, mais precisamente no dia 8 de outubro de 1977, quando vários desportistas se reuniram para tratar da fundação da Sociedade Esportiva e Recreativa L Norte, atual Ceilandense, dentre os presentes estava Carlos José.
Foi contratado pelo Guará em 1979, e defendeu o arco desse clube no Torneio Seletivo de 1979. Nesta oportunidade teve a primeira experiência como técnico, ocupando a vaga deixada por Carlos Morales.
Em 1980 passou para o Sobradinho, onde continuou revezando as funções de goleiro e de treinador.
Nos anos de 1983 e 1984, foi o técnico do recém-criado Vasco da Gama, do DF. 
Seu último trabalho como técnico aconteceu em 1992, ao dirigir o Ceilândia.
Além desses clubes citados, Carlos José passou por outros. Chegou a jogar no XV de Novembro, de Piracicaba (SP) e, no futebol goiano foi treinador do Anápolis, Vila Nova e Nacional, de Itumbiara, 
Atualmente, Carlos José é microempresário na cidade de Samambaia onde é proprietário da empresa O Sapateiro.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

DIVULGADOS OS GRUPOS DA 47ª COPA SÃO PAULO DE FUTEBOL JUNIOR



Ontem (26 de novembro) foram divulgados pela Federação Paulista de Futebol os grupos de mais uma edição da Copa São Paulo de Futebol Junior, a 47ª, que será disputada de 2 a 25 de janeiro de 2016. Apenas jogadores da categoria Sub-20, nascidos entre 1996 e 2000, poderão participar.
A competição, que reúne clubes do Brasil inteiro, terá 112 clubes divididos em 28 grupos, sendo dois do Distrito Federal: Brasília, campeão brasiliense da categoria, e Sobradinho, vice-campeão.
O Brasília fará parte do Grupo 23 e atuará em Atibaia, ao lado de Atibaia (SP), Portuguesa (SP) e Goiânia (GO). O Sobradinho fará parte do Grupo 4, que terá a cidade de Lins como sede e enfrentará o local Linense (SP), Botafogo (RJ) e São Bento, de Sorocaba (SP).
A novidade desta edição ficará por conta da participação do Pérolas Negras, do Haiti, que vai jogar no grupo 28, sediado em São Paulo.
A tabela ainda não foi divulgada.

AS SELEÇÕES DE BRASÍLIA: NO JOGO DA SOLIDARIEDADE, COM RIVELINO E ZICO JUNTOS


O público que compareceu ao Estádio Serejão no dia 23 de julho de 1983 para assistir ao “Jogo da Solidariedade”, entre a Seleção do Distrito Federal e a Seleção do Sul (alguns jornais chamaram essa equipe de Seleção de Santa Catarina), em benefício das vítimas das enchentes que assolaram o sul do Brasil, não saiu decepcionado. Pelo contrário: Zico, que jogou pela seleção do Distrito Federal, fez um gol antológico, grandes jogadas e ajudou seu time a vencer a seleção do Sul por 3 x 2. Mesmo fora de forma, Rivelino jogou ao lado de Zico e teve bons momentos.
Entre os jogadores do DF, os destaques foram Éder Antunes, autor do terceiro gol, e Barão, Raimundinho e Santos.
A seleção do DF começou melhor e, logo aos 4 minutos de jogo, Santos chutou uma bola na trave, depois de receber ótimo lançamento de Rivelino pela meia direita. Aos 18 minutos, Bizu marcou o gol da seleção catarinense. Depois de receber excelente passe de Rivelino e perder um gol feito, Nilson, centro-avante do Gama, foi substituído por Éder Antunes, do Guará, aos 35 minutos. O primeiro tempo terminou com o placar de 1 x 0 a favor dos catarinenses e Zico disse que jogaria mais vinte minutos no segundo.
O ponto alto do jogo foi, sem dúvida nenhuma, o gol de Zico, aos 4 minutos do 2º tempo. Ele dominou uma bola à altura da meia-lua e, mesmo cercado pela zaga adversária, deu uma série de dribles em seus marcadores até conseguir espaço para chutar sem defesa para o goleiro catarinense. Um dos gols mais bonitos marcados em um estádio brasiliense.
No entanto, a seleção do Sul voltou a ficar na frente do marcador aos 13 minutos, com um gol marcado por Silva. Logo depois, Zico deixou o campo. O jogo esfriou um pouco.
A seleção do DF estava perdendo o jogo até os 41 minutos do segundo tempo, quando Marquinhos, jogador do Ceilândia, empatou. Dois minutos depois, o centro-avante Éder Antunes fez o gol da vitória.
Eis a ficha técnica desse jogo:
SELEÇÃO DO DF 3 x 2 SELEÇÃO DO SUL
Data: 23.07.1983
Local: Serejão, Taguatinga (DF)
Renda: Cr$ 7.889.000,00 (sem computar a renda antecipada)
Público: 7.603 pagantes
Árbitros: Arnaldo César Coelho e José Mário Vinhas
Gols: Bizu, 18; Zico, 49; Silva, 58; Marquinhos, 86 e Éder Antunes, 88
Seleção do DF: Joaldo (Adriano), Cidão (Ricardo), Jonas Foca, Zinha e Manoel Silva (Pacheco); Barão, Zico (Marquinhos) e Rivelino (Wander); Santos (Raimundinho), Nilson (Éder Antunes) e Lino (Marcelo). Técnico: Pedro Pradera.
Seleção do Sul: Gilson (Borrachinha), Bruno (Toninho), Adilço (Silva), Gilberto e Álvaro; Careca (Édson), Toninho Vanusa e João Renato; João Carlos, Bizu (Nestor) e Ademir. Técnico: Adelardo Madalena.

O SEGUNDO JOGO

O segundo jogo entre essas duas seleções aconteceu no dia 4 de agosto de 1983, no Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis (SC).
Devido ao frio de 13 graus que estava fazendo em Florianópolis, o público não compareceu em bom número (922 torcedores pagaram ingresso), fazendo com que a renda somasse apenas Cr$ 847.000,00.
O resultado final foi um empate de 0 x 0. O goleiro Joaldo, do Sobradinho, salvou a seleção do DF de levar uma goleada e foi o maior destaque da partida, sendo inclusive muito elogiado pelos dirigentes catarinenses. A seleção de Santa Catarina passou todo o 1º tempo atacando os brasilienses e o gol não saiu. Albeneir, ex-jogador do Brasília, perdeu várias oportunidades de marcar, sempre encontrando Joaldo em boa colocação.
Um dos poucos ataques do DF aconteceu aos 18 minutos, quando o lateral esquerdo Pacheco cobrou uma falta para dentro da área e o zagueiro Zinha quase fez o gol, cabeceando rente à trave. No resto do 1º tempo o que se via era os catarinenses pressionando e o goleiro Joaldo se desdobrando para evitar o gol.
Mas no segundo tempo o panorama se modificou. A seleção de Santa Catarina voltou com 10 jogadores reservas e caiu de produção. A seleção do DF se aproveitou disso e passou a coordenar melhor as jogadas e teve algumas oportunidades de marcar. A maior chance foi através de Marco Antônio, aos 45 minutos, que entrou sozinho, frente a frente com o goleiro e não conseguiu fazer o gol.
José da Silva Mello foi o árbitro e as duas seleções formaram assim: 
SANTA CATARINA - Luís Carlos (Gilson), Bruno (Assis), Levir (Carlos Alberto), Gilberto (Silva) e Fantick (Hamilton); Miro Oliveira (Careca), Balduíno (Caco) e Toninho Vanusa (Osmarzinho); Britinho, Albeneir (Flávio) e Passos (Larry).
DISTRITO FEDERAL - Joaldo, Cidão (Ricardo), Zinha, Jonas Foca e Pacheco; Barão, Wander (Marco Antônio) e Marquinhos; Santos, Éder Antunes (Zeca) e Marcelo (Lino). Técnico: Pedro Pradera. 
Obs.: o único jogador que viajou e não jogou foi o goleiro Bocaiúva, em função da grande atuação de Joaldo. O apoiador Raimundinho, do Taguatinga, foi cortado na véspera da viagem, sendo convocado para seu lugar Marco Antônio, do Brasília.
O presidente da Federação Metropolitana de Futebol, Adilson Peres, foi o chefe da delegação que se dirigiu a Florianópolis. Além dele, viajaram Luís Serejo, Arnaldo Gomes, Almir Vieira (Supervisor), Altair Siqueira (Preparador Físico) e Marreta (Massagista).
A seleção de Santa Catarina não foi a mesma que foi derrotada no dia 23 de julho. Desta vez, apenas os dois clubes de Florianópolis, Avaí e Figueirense, formaram um combinado, sob a orientação dos seus treinadores Geraldo Damasceno (Figueirense) e Ladinho (Avaí).
Houve comentários que Rivelino voltaria a defender a seleção do DF, mas isso não aconteceu. Da mesma forma, Renato Sá ficou de defender a seleção catarinense. Também não compareceu.
A renda serviu para ajudar os três clubes catarinenses mais atingidos com as enchentes: Blumenau, Joaçaba e Rio do Sul.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

GRANDES RESULTADOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: TRÊS EMPATES COM GIGANTES DO FUTEBOL BRASILEIRO - 1973





Antes de fazer sua estreia no Campeonato Brasileiro de 1973, o Ceub procurou realizar amistosos visando um maior entrosamento de seu time e para dar maior experiência a alguns jovens revelados pelo clube.
Dentre esses amistosos, separamos três por se tratar de encontros com gigantes do futebol brasileiro, todos realizados em Brasília e por coincidência encerrados com o mesmo marcador: 1 x 1.
O primeiro deles foi contra o Fluminense, do Rio de Janeiro, no dia 24 de fevereiro de 1973. Mesmo contando com vários jogadores da seleção brasileira, o tricolor carioca não conseguiu vencer o Ceub.
No 1º tempo, o que se viu foi o Ceub com uma equipe certinha, praticando um futebol de alto nível, com lances de alta categoria. Mesmo com um ataque sem brilho, criou algumas oportunidades. Apesar da superioridade do Ceub, o marcador persistiu em 0 x 0 ao final do primeiro tempo.
Para a segunda etapa, as equipes voltaram mais dispostas e com modificações táticas. O Ceub avançou mais seus homens de frente, confiante na possibilidade de abrir o marcador. O Fluminense trocou Hertz por Wilton e deu maior agressividade ao time. Quando o Fluminense passava a dominar a partida, o Ceub marcou o seu gol: aos 12 minutos, Marco Antônio recebeu de Cláudio, evitou um zagueiro e colocou a bola por cima, à esquerda de Félix.
O Ceub passou a jogar melhor que o Fluminense, mas foi castigado com o gol de empate do clube carioca. A bola sobrou para Silveira, à entrada da área e o zagueiro arrematou forte. A bola tocou no terreno enganando completamente ao goleiro Zé Walter, empatando a partida.
A partida caiu de rendimento e os dois ataques passaram a ser dominados pelas defensivas. Não mais aconteceram lances de emoção, com as duas equipes satisfeitas com o marcador de 1 x 1. No final do jogo, numa penetração de Dinarte pela esquerda, Félix se atirou aos seus pés e acabou se contundindo, cedendo seu posto a Jorge Vitório.
A ficha técnica desse jogo foi:
CEUB 1 x 1 FLUMINENSE
Data: 24.02.1973
Local: Estádio Pelezão, Brasília (DF)
Árbitro: Ranulfo Soares
Renda: Cr$ 110.000,00
Gols: Marco Antônio, 55 e Silveira, 71
CEUB: Zé Walter, Mauro Cruz, Cláudio Oliveira, Emerson e Murilo; Enísio e Renê; Julinho, Marco Antônio, Cláudio Garcia e Dinarte. Técnico: Cláudio Garcia (Obs.: acumulou as funções de jogador e técnico, em substituição ao treinador Carlos Morales, que solicitou demissão do cargo).
FLUMINENSE: Félix (Jorge Vitório), Toninho (Oliveira), Silveira, Assis (Abel) e Marco Antônio; Denilson e Didi (Adilson); Hertz (Wilton), Mica, Dionísio e Lula. Técnico: Alfredo “Zezé” Moreira Junior.
Pouco mais de um mês depois, o Ceub receberia outro gigante do futebol brasileiro, desta vez o Atlético Mineiro.
A excelente atuação do goleiro Jair Bragança, do Ceub, não permitiu que o Atlético Mineiro saísse de Brasília com a vitória.
Novamente o Ceub saiu na frente do marcador, mas deixou o adversário buscar o empate. As equipes ainda estavam na fase de estudos quando, aos 13 minutos, Péricles recebeu na intermediária, avançou e da entrada da área chutou forte. Mussula escorregou e não pôde evitar que a bola entrasse em seu gol.
A partir do gol, as equipes passaram a se movimentar bastante, com lances de perigo nas duas áreas. Jair Bragança começou a aparecer como uma das grandes figuras da partida, fazendo defesas sensacionais.
Quando eram decorridos 35 minutos da primeira etapa, Lola recebeu, penetrou entre os zagueiros e do bico direito da grande área arrematou forte, no ângulo direito de Jair Bragança, que nada pôde fazer.
Ao final, o empate de 1 x 1 fez justiça ao futebol apresentado pelos dois times.
A ficha técnica desse jogo foi essa:
CEUB 1 x 1 ATLÉTICO MINEIRO
Data: 31.03.1973
Local: Pelezão
Árbitro: Hélio Cosso (MG), auxiliado por Alaor Ribeiro e Aristeu Santana, ambos de Brasília
Gols: Péricles, 13 e Lola, 35
CEUB: Jair Bragança, Edmilson (Serginho), Cláudio Oliveira, Emerson e Murilo (Fernando); Enísio, Cláudio Garcia e Renê (Paíca); Julinho, Péricles e Rogério Macedo.
ATLÉTICO MINEIRO: Mussula, Aranha, Grapete, Normandes e Cláudio Mineiro (Oldair); Vanderlei e Spencer; Paulinho, Reinaldo (Pedrilho), Lola e Romeu. Técnico: Paulo Benigno.
Nota:
Antes de começar o jogo, o jornalista Jorge Martins fez a entrega do troféu ao Ceub como “Clube mais simpático de Brasília”, prêmio oferecido pela revista Placar em todos os Estados.
Duas semanas antes de estrear no Campeonato Brasileiro, o Ceub conseguiu outro grande resultado diante do Grêmio, de Porto Alegre (RS).
Durante os vinte primeiros minutos, o que se viu no campo foi um jogo bastante equilibrado.
O gol do Grêmio saiu de uma jogada despretensiosa. Bolívar recebeu pela esquerda, chutou uma bola aparentemente sem perigo, mas ao tocar no chão foi de encontro ao peito do goleiro Rogério e, na recarga, sobrou inteiramente livre para Oberti, que concluiu sem problemas para o fundo do gol do Ceub.
Bastaram oito minutos para que o Ceub se recuperasse do gol sofrido. Tudo começou com uma bola esticada na ponta-esquerda para Tuca. O ponteiro levantou a bola para a área. Picasso perdeu na disputa com Marco Antônio e na sobra aproveitou-se Rildo para tocar a bola para o fundo das redes do Grêmio, empatando a partida e sacudindo a torcida do Ceub.
No segundo tempo, o jogo continuou equilibrado, com as duas equipes criando oportunidades de marcação de gols. Também nesse período alguns jogadores usaram e abusaram do jogo violento sob as vistas complacentes do árbitro Alaor Rodrigues.
Os dados técnicos do jogo foram os seguintes:
CEUB 1 x 1 GRÊMIO
Data: 11.08.1973
Local: Pelezão
Árbitro: Alaor Rodrigues
Renda: Cr$ 24.280,00
Público: 2.428 pagantes
Gols: Obertti, 24 e Rildo, 35
CEUB: Rogério, Noel, Paulo Lumumba, Emerson e Rildo; Jadir, Oldair e Xisté (Cláudio Garcia); Marco Antônio, Dario e Tuca (Dinarte).
GRÊMIO: Picasso, Cláudio, Ancheta (Renato Côgo), Beto e Everaldo; Carlos Alberto (Paulo Sérgio) e Humberto Ramos; Carlinhos, Mazinho, Oberti (Ivanir) e Bolívar (Loivo).

terça-feira, 24 de novembro de 2015

OS TÉCNICOS DO FUTEBOL BRASILIENSE: Campeonato Brasiliense de 1990


Dadá Maravilha, técnico do Tiradentes

BRASÍLIA - 14 jogos

Carlos Alberto do Carmo Reis (Remo): 14 jogos, de 21 de janeiro a 15 de abril.

CEILÂNDIA - 14 jogos

Rubens Ferreira Meirelles: 6 jogos, de 21 de janeiro a 24 de fevereiro;
Milton Vieira de Moura: 5 jogos, sendo um no dia 4 de março e quatro de 1º a 15 de abril
Édson Souza (Edinho): 3 jogos, de 18 a 25 de março.

GAMA - 18 jogos

Hélio Alcântara: 1 jogo, no dia 28 de janeiro;
Orlando Pereira "Lelé": 17 jogos, de 4 de fevereiro a 29 de abril.

GUARÁ - 16 jogos

Josemar Macedo da Cunha: 16 jogos, de 21 de janeiro a 15 de abril.

PLANALTINA - 14 jogos

Christovam Ferreira, 7 jogos: de 21 de janeiro a 4 de março;
Francisco Ubiraci Rodrigues de Oliveira (Bira): 7 jogos, de 18 de março a 15 de abril.

SOBRADINHO - 14 jogos

Mário Cézar de Oliveira: 5 jogos, de 21 de janeiro a 18 de fevereiro;
Valdemar Gonçalves Filho: 6 jogos, de 24 de fevereiro a 1º de abril; e
José Antônio Furtado Leal: 3 jogos, de 4 a 15 de abril.

TAGUATINGA - 14 jogos

Nilson Ramos: 1 jogo, no dia 21 de janeiro.
Mozair Barbosa: 13 jogos, de 28 de janeiro a 15 de abril.

TIRADENTES - 16 jogos

Jorge Medina: 5 jogos, de 21 de janeiro a 18 de fevereiro;
Roberto Ruben Delgado: 3 jogos, de 24 de fevereiro a 18 de março; e
Dario José dos Santos (Dadá Maravilha): 8 jogos, de 21 de março a 29 de abril.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

HISTÓRIA DO FUTEBOL NAS CIDADES SATÉLITES: Gama - 1973




A Mini-Copa de Futebol Amador do Gama contou com a participação de oito equipes da cidade: Brasiliense, Coenge, Cruzeiro, Flamengo, Gaminha, Minas, Palmeiras e Vasco da Gama.
O certame começou em princípios do mês de novembro e as partidas foram realizadas no estádio do Centro Esportivo e Cultural do Gama. Numeroso público compareceu ao local para prestigiá-las.
No dia 30 de dezembro de 1973 foi encerrado o 1º turno, que apresentou a seguinte classificação final: 1º - Vasco da Gama, 3 pontos perdidos; 2º - Gaminha, 4; 3º - Palmeiras, 5; 4º - Cruzeiro, 6; 5º - Flamengo, 7; 6º - Coenge, 8; 7º - Minas, 9 e 8º - Brasiliense, 14 pontos perdidos (ou seja, perdeu as sete partidas que disputou).
De acordo com o regulamento da competição somente os quatro primeiros colocados se classificariam para a fase final do campeonato e estas foram, Vasco da Gama, Gaminha, Palmeiras e Cruzeiro. Esses times decidiriam, em um quadrangular, quem seria o campeão.
A última rodada do quadrangular somente foi realizada em 27 de janeiro de 1974.
Na preliminar, com início às 14 horas, jogaram Vasco da Gama x Cruzeiro. O Vasco sagrou-se vice-campeão ao vencer com facilidade: 3 x 0.
Às 16 horas teve início a partida que decidiu o campeonato, entre Gaminha e Palmeiras. Ao Gaminha bastava um simples empate para chegar ao título de campeão, mas em momento algum o time jogou pela igualdade no marcador. Praticando um futebol rápido e envolvente, acabou vencendo pelo dilatado placar de 4 x 1. 
O Gaminha realizou uma de suas melhores apresentações frente ao Palmeiras. Os gols do time campeão foram assinalados por intermédio de Diogo (2), Reco e Escurinho. Na partida decisiva, o Gaminha alinhou Hugo, Rosival, Domingos, Silva e Campos; Rildo e Diogo; Reco, Fernando, Chiquinho e Escurinho. Os maiores nomes do time campeão foram Rildo, Hugo e Reco, todos eles ex-integrantes de várias seleções amadoras formadas no DF.
Entre os aspirantes, os quatro finalistas foram Flamengo, Gaminha, Coenge e Minas.
A Comissão Organizadora da Mini-Copa do Gama tinha na Presidência Dionísio dos Santos.

domingo, 22 de novembro de 2015

OS CAMPEÕES BRASILIENSES DE 1971



O Campeonato Brasiliense de 1971 igualou o menor número de participantes em toda a história da competição: 5.
Anteriormente, na época em que existiam dois campeonatos (amador e profissional), os anos de 1964, 1965 e 1968 também tiveram esse mesmo número.
Depois disso, nunca mais esse reduzido número de clubes tomou parte de uma edição do campeonato brasiliense.
Para chegar ao seu primeiro e único título de campeão brasiliense, o Colombo disputou oito jogos, vencendo cinco e empatando três, ou seja, de forma invicta. Teve um aproveitamento de 81,3%. Marcou doze gols e sofreu três.
Teve apenas um técnico a dirigi-lo: Benedito Raimundo Sobrinho, o Paulista.
Os dois goleiros do Colombo foram Carlos José e Kill.
No
campeonato brasiliense de 1971, o Colombo utilizou 22 jogadores, que tiveram esse desempenho:

APELIDO
NOME COMPLETO
JOGOS DISPUTADOS
GOLS MARCADOS
GOLS SOFRIDOS
Carlos José
Carlos José de Melo Passos
8
3
Kill
Ademar Kill
1
Alemão
1
Diogo
Diogo Piloto da Silva
8
Evandro
Luiz Evandro Magalhães dos Santos
1
Gentil
Gentil Gomes Fernandes de Sá
2
Gonçalves
Sebastião Luiz Gonçalves
5
Hermes
Hermes Carneiro
7
1
Joãozinho
João Batista Rizza
1
Jonas Foca
Jonas Francisco dos Santos
8
Luiz Gonçalves
Luiz Gonçalves da Silva
4
Luizinho
Luiz Gonzaga da Silva
3
Macalé
5
1
Nego
3
Paulinho
Paulo Silas Rocha
3
1
Paulo Moreira
Paulo Moreira
8
Pedro Léo
Pedro Léo Moutinho Neto
6
2
Procópio
5
1
Sir Peres
Sir Peres de Barros
7
Toninho
Antônio Nonato da Silva
2
Zé Carlos
José Carlos Balduíno
6
5
Zoca
Oswaldo José Corrêa
6
1