Foi um dos grandes ídolos da história da Sociedade Esportiva do Gama, onde
começou em suas categorias de base e onde viveu os melhores momentos de sua
carreira.
Disputou o campeonato brasiliense de juniores de 1992 a 1994 e foi promovido ao
time de profissionais em 1995. Em 1994 foi campeão brasiliense de juniores e
artilheiro do campeonato, com 20 gols em 12 jogos.
Na equipe de profissionais estreou no dia 12 de fevereiro de 1995, no Bezerrão,
no amistoso internacional contra o clube japonês Kashima Antlers, que tinha os
brasileiros Jorginho e Carlos Alberto Santos e era treinado por Edu Coimbra.
Nessa ocasião, o Gama formou com Gildo (Edvaldo), Chaguinha, Gerson (Maninho),
Márcio Araújo e Assis (Paulo Henrique); Oliveira (Jairo), Pacheco (Cristiano),
Flávio Katioco e Gilmar (Rochinha); Romualdo e Marcelo França (Lino). Técnico:
Jorge Medina.
O primeiro gol nos profissionais aconteceria logo na primeira rodada do
Campeonato Brasiliense de 1995, mais precisamente no dia 19 de março, na
vitória de 2 x 0 sobre o Comercial, do Núcleo Bandeirante.
Sagrou-se campeão brasiliense de 1995 (quando foi o segundo artilheiro do Gama,
com sete gols, atrás de Marcelo França, com 11) e 1997. Neste último, ficou em segundo
lugar entre os artilheiros com 11 gols, um a menos que Serginho e Mazinho, do
Brasília, os primeiros.
No ano de 1996 foi vice-campeão brasiliense e depois emprestado ao Planaltina
para disputar o Campeonato Brasileiro da Série D.
No final de 1997, passou dias difíceis: ele fraturou o perônio em um jogo da
Série B do Campeonato Brasileiro e desfalcou o Gama na maior parte da
competição. Depois de três meses de recuperação, reestreou na Copa do Brasil de
1998.
Foi peça fundamental na conquista do Campeonato Brasileiro da Série B em 1998,
título que garantiu o acesso do Gama à elite nacional no ano seguinte.
Nos anos de 1999 e 2000 voltaria a conquistar o título de campeão brasiliense
pelo Gama. Nesses mesmos anos, durante as campanhas da equipe na Série A,
ganhou projeção nacional ao marcar gols decisivos contra grandes potências do
futebol brasileiro, tornando-se um verdadeiro carrasco do Palmeiras.
O sucesso no Gama chamou a atenção de outros clubes. Ao longo dos anos 2000,
Romualdo passou por equipes tradicionais de São Paulo como Guarani (2000), São
Caetano (2001), União Barbarense (2003) e Marília (2003).
Depois de conquistar mais um título de campeão brasiliense pelo Gama em 2003, teve
uma passagem marcante pelo Figueirense em 2004, onde sagrou-se campeão do
Campeonato Catarinense. Apesar do título no início do ano, Romualdo acabou não
permanecendo no clube, transferindo-se para a Ponte Preta (SP) no segundo
semestre desse ano.
Jogou no Náutico, de Recife (PE) em 2005, e nesse mesmo ano teve uma breve
experiência internacional no Kalba Club, dos Emirados Árabes Unidos.
Depois de um breve retorno ao Gama para disputar o Campeonato Brasileiro da
Série B em 2007, encerrou sua trajetória disputando o Campeonato Carioca de
2008 pelo Americano, de Campos (RJ).
Em sua passagem pelo Gama foram 263 jogos disputados e 61 gols marcados.
Depois que parou com o futebol profissional, Romualdo criou a Escola de Futebol
R7 Talentos, localizada na região administrativa de Santa Maria (DF).
A escolinha atua fortemente no futebol de base do Distrito Federal, disputando
competições locais voltadas para crianças e adolescentes, focando tanto nos
fundamentos do esporte quanto no desenvolvimento social dos alunos.





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